Tag: SUS

  • Próteses cranianas personalizadas por impressão 3D no SUS: uma inovação brasileira

    Próteses cranianas personalizadas por impressão 3D no SUS: uma inovação brasileira

    Você sabia que cerca de 30 mil pessoas por ano no Brasil precisam de uma cirurgia para reconstruir parte do crânio que foi perdida por algum motivo, como um acidente, um tumor ou uma infecção? 

    Esse problema, chamado de falha óssea craniana, pode causar danos neurológicos graves e comprometer a qualidade de vida dos pacientes.

    Para resolver esse problema, existem algumas opções de próteses cranianas disponíveis no mercado, mas elas têm desvantagens como o alto custo, o risco de infecção, a falta de adaptação ao formato do crânio e a necessidade de importação. Por isso, pesquisadores brasileiros desenvolveram uma tecnologia que permite a produção de próteses cranianas personalizadas por impressão 3D, usando um material chamado PMMA (polimetilmetacrilato), que é biocompatível, resistente e barato.

    A tecnologia foi desenvolvida pelo Laboratório de Biofabricação do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), em parceria com o Instituto Nacional do Câncer (INCA) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O processo consiste em obter imagens da tomografia computadorizada do paciente, transformá-las em um modelo 3D digital da prótese, imprimir a prótese em PMMA e esterilizá-la para o implante.

    Os resultados obtidos até agora são animadores. A tecnologia já foi testada em 12 pacientes que precisavam de cranioplastia, e todos eles apresentaram uma melhora significativa na aparência e na função neurológica. Além disso, a tecnologia reduziu o tempo de cirurgia em 40%, o tempo de internação em 50% e o custo da prótese em 90%, comparado às alternativas disponíveis.

    O projeto ainda está em fase de validação clínica, mas os pesquisadores esperam que ele possa ser amplamente difundido no Sistema Único de Saúde (SUS) e beneficiar milhares de pacientes que precisam de cranioplastia. Eles também pretendem expandir a tecnologia para outras partes do corpo, como o maxilar e a mandíbula.

    Essa é uma inovação brasileira que mostra o potencial da impressão 3D na medicina e na saúde. Parabéns aos pesquisadores envolvidos nesse trabalho!

    Esse problema, chamado de falha óssea craniana, pode causar danos neurológicos graves e comprometer a qualidade de vida dos pacientes.

    Para resolver esse problema, existem algumas opções de próteses cranianas disponíveis no mercado, mas elas têm desvantagens como o alto custo, o risco de infecção, a falta de adaptação ao formato do crânio e a necessidade de importação. Por isso, pesquisadores brasileiros desenvolveram uma tecnologia que permite a produção de próteses cranianas personalizadas por impressão 3D, usando um material chamado PMMA (polimetilmetacrilato), que é biocompatível, resistente e barato.

    A tecnologia foi desenvolvida pelo Laboratório de Biofabricação do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), em parceria com o Instituto Nacional do Câncer (INCA) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O processo consiste em obter imagens da tomografia computadorizada do paciente, transformá-las em um modelo 3D digital da prótese, imprimir a prótese em PMMA e esterilizá-la para o implante.

    Os resultados obtidos até agora são animadores. A tecnologia já foi testada em 12 pacientes que precisavam de cranioplastia, e todos eles apresentaram uma melhora significativa na aparência e na função neurológica. Além disso, a tecnologia reduziu o tempo de cirurgia em 40%, o tempo de internação em 50% e o custo da prótese em 90%, comparado às alternativas disponíveis.

    O projeto ainda está em fase de validação clínica, mas os pesquisadores esperam que ele possa ser amplamente difundido no Sistema Único de Saúde (SUS) e beneficiar milhares de pacientes que precisam de cranioplastia. Eles também pretendem expandir a tecnologia para outras partes do corpo, como o maxilar e a mandíbula.

    Essa é uma inovação brasileira que mostra o potencial da impressão 3D na medicina e na saúde. Parabéns aos pesquisadores envolvidos nesse trabalho!

  • Câncer custa R$ 3 bi por ano ao SUS; nova terapia pode reduzir custos e melhorar a qualidade de vida de pacientes

    Câncer custa R$ 3 bi por ano ao SUS; nova terapia pode reduzir custos e melhorar a qualidade de vida de pacientes

    O câncer é uma das doenças que mais afetam a população brasileira e que mais consomem recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).

    Segundo um estudo do Instituto Butantan, o custo anual do tratamento de câncer no SUS é de cerca de R$ 3 bilhões, sendo que cerca de 60% desse valor é gasto com quimioterapia e radioterapia.

    Uma alternativa promissora para reduzir esses custos e melhorar a qualidade de vida dos pacientes é a terapia celular CAR-T, que consiste em modificar geneticamente as células de defesa do próprio paciente para que elas reconheçam e ataquem as células tumorais. Essa terapia já está disponível em alguns países para o tratamento de alguns tipos de câncer, como leucemia e linfoma, e tem mostrado resultados impressionantes, com taxas de remissão de até 90%.

    No entanto, a terapia CAR-T ainda enfrenta alguns desafios para ser implementada no Brasil, como o alto custo, a necessidade de infraestrutura adequada e a capacitação de profissionais. Por isso, o Instituto Butantan está desenvolvendo uma plataforma nacional de produção de CAR-T, que visa tornar essa terapia mais acessível e adaptada à realidade brasileira.

    O projeto conta com a parceria de diversas instituições, como o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, o Hospital Sírio-Libanês, o Hospital A.C. Camargo e o Instituto Nacional do Câncer (INCA). O objetivo é realizar ensaios clínicos com pacientes com câncer refratário ou recidivado, ou seja, que não responderam ou voltaram a apresentar a doença após o tratamento convencional.

    A expectativa é que a terapia CAR-T possa oferecer uma nova esperança para esses pacientes, além de gerar economia para o SUS, ao reduzir os gastos com internações, medicamentos e procedimentos. Além disso, a terapia CAR-T pode contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do país, ao colocar o Brasil na vanguarda da medicina personalizada e da imunoterapia.

    Fonte: Link 1.

    Segundo um estudo do Instituto Butantan, o custo anual do tratamento de câncer no SUS é de cerca de R$ 3 bilhões, sendo que cerca de 60% desse valor é gasto com quimioterapia e radioterapia.

    Uma alternativa promissora para reduzir esses custos e melhorar a qualidade de vida dos pacientes é a terapia celular CAR-T, que consiste em modificar geneticamente as células de defesa do próprio paciente para que elas reconheçam e ataquem as células tumorais. Essa terapia já está disponível em alguns países para o tratamento de alguns tipos de câncer, como leucemia e linfoma, e tem mostrado resultados impressionantes, com taxas de remissão de até 90%.

    No entanto, a terapia CAR-T ainda enfrenta alguns desafios para ser implementada no Brasil, como o alto custo, a necessidade de infraestrutura adequada e a capacitação de profissionais. Por isso, o Instituto Butantan está desenvolvendo uma plataforma nacional de produção de CAR-T, que visa tornar essa terapia mais acessível e adaptada à realidade brasileira.

    O projeto conta com a parceria de diversas instituições, como o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, o Hospital Sírio-Libanês, o Hospital A.C. Camargo e o Instituto Nacional do Câncer (INCA). O objetivo é realizar ensaios clínicos com pacientes com câncer refratário ou recidivado, ou seja, que não responderam ou voltaram a apresentar a doença após o tratamento convencional.

    A expectativa é que a terapia CAR-T possa oferecer uma nova esperança para esses pacientes, além de gerar economia para o SUS, ao reduzir os gastos com internações, medicamentos e procedimentos. Além disso, a terapia CAR-T pode contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do país, ao colocar o Brasil na vanguarda da medicina personalizada e da imunoterapia.

    Fonte: Link 1.

  • Diagnóstico de HPV: Fiocruz e UnB desenvolvem nova técnica que dá o resultado em até 2 horas

    Diagnóstico de HPV: Fiocruz e UnB desenvolvem nova técnica que dá o resultado em até 2 horas

    O vírus do papiloma humano (HPV) é uma das principais causas de câncer de colo do útero, que afeta milhares de mulheres no Brasil e no mundo.

    Para facilitar o diagnóstico precoce dessa doença, a Fiocruz e a Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram uma nova técnica que utiliza a saliva como material biológico.

    A técnica consiste em coletar a saliva da paciente e analisá-la por meio de um teste molecular chamado PCR em tempo real, que detecta a presença do DNA do HPV. O resultado sai em cerca de duas horas, o que permite um tratamento mais rápido e eficaz.

    Segundo os pesquisadores envolvidos no projeto, a técnica é mais simples, barata e menos invasiva do que os métodos tradicionais, que exigem a coleta de material do colo do útero. Além disso, a saliva pode ser coletada em qualquer lugar, sem a necessidade de um profissional de saúde especializado.

    O projeto foi financiado pelo Ministério da Saúde e pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), e contou com a participação de 300 mulheres voluntárias. Os resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE, e mostraram que a técnica tem uma sensibilidade de 87% e uma especificidade de 94% para o diagnóstico de HPV.

    Os pesquisadores esperam que a técnica possa ser incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuir para a prevenção e o controle do câncer de colo do útero no país.

    Fonte: Agência Fiocruz

    Para facilitar o diagnóstico precoce dessa doença, a Fiocruz e a Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram uma nova técnica que utiliza a saliva como material biológico.

    A técnica consiste em coletar a saliva da paciente e analisá-la por meio de um teste molecular chamado PCR em tempo real, que detecta a presença do DNA do HPV. O resultado sai em cerca de duas horas, o que permite um tratamento mais rápido e eficaz.

    Segundo os pesquisadores envolvidos no projeto, a técnica é mais simples, barata e menos invasiva do que os métodos tradicionais, que exigem a coleta de material do colo do útero. Além disso, a saliva pode ser coletada em qualquer lugar, sem a necessidade de um profissional de saúde especializado.

    O projeto foi financiado pelo Ministério da Saúde e pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), e contou com a participação de 300 mulheres voluntárias. Os resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE, e mostraram que a técnica tem uma sensibilidade de 87% e uma especificidade de 94% para o diagnóstico de HPV.

    Os pesquisadores esperam que a técnica possa ser incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuir para a prevenção e o controle do câncer de colo do útero no país.

    Fonte: Agência Fiocruz

  • Como saber se fui infectado pelo HPV?

    Como saber se fui infectado pelo HPV?

    É importante fazer o diagnóstico precoce do HPV para evitar complicações como câncer de colo de útero, pênis, ânus ou boca.

    Para saber se foi infectado pelo HPV, é preciso fazer alguns exames que podem detectar a presença do vírus ou das lesões que ele causa. Os exames mais comuns são:

    Os exames podem ser indicados pelo médico conforme a necessidade e a disponibilidade de cada caso. É importante fazer o diagnóstico precoce do HPV para evitar complicações como câncer de colo de útero, pênis, ânus ou boca.

    A vacina

    Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina do HPV. A vacina protege contra quatro tipos do vírus: 6, 11, 16 e 18.

    Quem já foi infectado por um desses tipos não estará protegido contra ele, mas poderá se beneficiar da proteção contra os outros tipos.

    A vacina também pode prevenir o aparecimento de novas verrugas genitais e o risco de câncer causado pelo HPV. A vacina é gratuita pelo SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos, mas também pode ser tomada por adultos que se enquadrem nos critérios de indicação.

    Para saber se foi infectado pelo HPV, é preciso fazer alguns exames que podem detectar a presença do vírus ou das lesões que ele causa. Os exames mais comuns são:

    Os exames podem ser indicados pelo médico conforme a necessidade e a disponibilidade de cada caso. É importante fazer o diagnóstico precoce do HPV para evitar complicações como câncer de colo de útero, pênis, ânus ou boca.

    A vacina

    Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina do HPV. A vacina protege contra quatro tipos do vírus: 6, 11, 16 e 18.

    Quem já foi infectado por um desses tipos não estará protegido contra ele, mas poderá se beneficiar da proteção contra os outros tipos.

    A vacina também pode prevenir o aparecimento de novas verrugas genitais e o risco de câncer causado pelo HPV. A vacina é gratuita pelo SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos, mas também pode ser tomada por adultos que se enquadrem nos critérios de indicação.

  • Vacina do HPV: Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina?

    Vacina do HPV: Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina?

    Existem diferentes tipos de vacina do HPV, que protegem contra diferentes tipos de vírus.

    Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina do HPV. A vacina protege contra quatro tipos do vírus: 6, 11, 16 e 18.

    Quem já foi infectado por um desses tipos não estará protegido contra ele, mas poderá se beneficiar da proteção contra os outros tipos.

    A vacina também pode prevenir o aparecimento de novas verrugas genitais e o risco de câncer causado pelo HPV. A vacina é gratuita pelo SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos, mas também pode ser tomada por adultos que se enquadrem nos critérios de indicação.

    Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina do HPV. A vacina protege contra quatro tipos do vírus: 6, 11, 16 e 18.

    Quem já foi infectado por um desses tipos não estará protegido contra ele, mas poderá se beneficiar da proteção contra os outros tipos.

    A vacina também pode prevenir o aparecimento de novas verrugas genitais e o risco de câncer causado pelo HPV. A vacina é gratuita pelo SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos, mas também pode ser tomada por adultos que se enquadrem nos critérios de indicação.

  • Vacina do HPV: o que é, para quem é indicada e como funciona

    Vacina do HPV: o que é, para quem é indicada e como funciona

    A vacina é aplicada em forma de injeção e é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

    A vacina do HPV é uma vacina que visa prevenir doenças causadas pelo papilomavírus humano (HPV), um vírus que pode infectar a pele e as mucosas e causar verrugas genitais, lesões pré-cancerosas e câncer do colo do útero, vulva, vagina, ânus ou orofaringe.

    Existem diferentes tipos de vacina do HPV, que protegem contra diferentes tipos de vírus.

    A vacina quadrivalente é a mais usada no Brasil e protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV.

    A vacina é aplicada em forma de injeção e é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas e meninos de 9 a 14 anos. A vacina não previne infecções por todos os tipos de HPV, por isso é importante fazer exames preventivos regularmente.

    Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina do HPV. A vacina protege contra quatro tipos do vírus: 6, 11, 16 e 18.

    Quem já foi infectado por um desses tipos não estará protegido contra ele, mas poderá se beneficiar da proteção contra os outros tipos.

    A vacina também pode prevenir o aparecimento de novas verrugas genitais e o risco de câncer causado pelo HPV. A vacina é gratuita pelo SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos, mas também pode ser tomada por adultos que se enquadrem nos critérios de indicação.

    A vacina do HPV é uma vacina que visa prevenir doenças causadas pelo papilomavírus humano (HPV), um vírus que pode infectar a pele e as mucosas e causar verrugas genitais, lesões pré-cancerosas e câncer do colo do útero, vulva, vagina, ânus ou orofaringe.

    Existem diferentes tipos de vacina do HPV, que protegem contra diferentes tipos de vírus.

    A vacina quadrivalente é a mais usada no Brasil e protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV.

    A vacina é aplicada em forma de injeção e é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas e meninos de 9 a 14 anos. A vacina não previne infecções por todos os tipos de HPV, por isso é importante fazer exames preventivos regularmente.

    Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina do HPV. A vacina protege contra quatro tipos do vírus: 6, 11, 16 e 18.

    Quem já foi infectado por um desses tipos não estará protegido contra ele, mas poderá se beneficiar da proteção contra os outros tipos.

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  • Bolsonaro quer ‘Dia D’ contra Covid-19 com ‘kit cloroquina’ no SUS


    Presidente prepara um pronunciamento em rede nacional para divulgar e convencer população, médicos e governantes a adotarem o “Kit Covid” que contém hidroxicloroquina, cloroquina, azitromicina, ivermectina e zinco.

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  • Conexão W – 30/07/20 – Edição 1

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  • F1 cancela corrida no Brasil, Bolsonaro lidera pesquisa, Maia e o novo SUS e mais

    Confira na edição de hoje do Boletim W com apresentação de João Marcos Lins.


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  • 9 fatos que estão impactando a economia nesta sexta-feira (12)

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