Tag: SUS

  • Como evitar a perda de visão relacionada à idade: 3 dicas importantes

    Como evitar a perda de visão relacionada à idade: 3 dicas importantes

    À medida que envelhecemos, a idade se torna um fator de risco para várias doenças, incluindo doenças cardíacas, derrames, câncer, osteoartrite e demência.

    Essas condições se tornam mais prováveis à medida que o tempo passa, exigindo atenção especial à saúde.

    O envelhecimento pode ser duro para os olhos, com várias condições levando à perda de visão e até cegueira.

    No entanto, de acordo com diversos estudos, a perda de visão não é algo inevitável.

    Aqui estão as causas mais comuns de cegueira relacionada à idade e o que você pode fazer para proteger sua visão:

    1 – Catarata

    As cataratas podem causar muitos problemas, relacionadas à idade, consumo de álcool, exposição ao sol e tabagismo podem acelerar seu desenvolvimento.

    Cataratas se desenvolvem quando as proteínas no olho começam a se decompor, reduzindo a transparência da lente do olho. Catarata é responsável por 48% dos casos de cegueira no Brasil. Existem diversos tipos de catarata, com diferentes causas e faixas etárias de maior risco. Embora as cataratas possam ser causadas por lesões, certos medicamentos e diabetes, a maioria é relacionada à idade.

    Há boas notícias sobre as cataratas, pois a cirurgia para repará-las é um procedimento muito comum e geralmente seguro.

    2. Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI)

    A DMRI não causa uma perda completa da visão, mas sim um embaçamento da visão na parte central do campo visual. Existem dois tipos de DMRI: seca e úmida, sendo a seca mais comum, afetando cerca de 80% dos casos.

    Na DMRI seca, ocorre o afinamento e a deterioração da mácula, resultando no acúmulo de drusas. Já na DMRI úmida, há um crescimento anormal de vasos sanguíneos abaixo da retina.

    A DMRI seca tem uma perda de visão gradual, enquanto a DMRI úmida é menos comum, porém mais grave e com perda de visão mais rápida.

    No início da doença, a DMRI não causa sintomas, por isso é crucial fazer exames oftalmológicos regulares, especialmente à medida que envelhece.

    3. Glaucoma

    O glaucoma pode causar danos ao nervo óptico devido ao aumento da pressão do fluido no olho. Sem sintomas nas fases iniciais, a doença leva à perda de visão, começando pela visão periférica e evoluindo para a cegueira.

    Embora não tenha cura, o glaucoma pode ser controlado com colírios ou, em casos específicos, por cirurgia a laser. O tratamento precoce é fundamental para controlar a doença e prevenir danos irreversíveis. Reduzir a pressão do fluido no nervo óptico é essencial para evitar complicações decorrentes do glaucoma.

    Como Prevenir a Perda de Visão Relacionada à Idade

    De acordo com a Sociedade Brasileira de Oftalmologia, os exames oftalmológicos são cruciais, pois permitem o diagnóstico de doenças oculares antes que comprometam a visão, possibilitando um tratamento precoce e mais eficaz.

    Além dos exames oftalmológicos, é essencial cuidar da saúde em geral, especialmente para pessoas com diabetes, pois altos níveis de açúcar no sangue podem danificar os vasos sanguíneos nos olhos.

    Dicas de proteção dos olhos incluem alimentação saudável, exercícios regulares, parar de fumar, usar óculos de sol com proteção UV e, para aqueles que não podem pagar por exames oftalmológicos, é possível fazer diversos exames gratuitos pelo SUS.


    Essas condições se tornam mais prováveis à medida que o tempo passa, exigindo atenção especial à saúde.

    O envelhecimento pode ser duro para os olhos, com várias condições levando à perda de visão e até cegueira.

    No entanto, de acordo com diversos estudos, a perda de visão não é algo inevitável.

    Aqui estão as causas mais comuns de cegueira relacionada à idade e o que você pode fazer para proteger sua visão:

    1 – Catarata

    As cataratas podem causar muitos problemas, relacionadas à idade, consumo de álcool, exposição ao sol e tabagismo podem acelerar seu desenvolvimento.

    Cataratas se desenvolvem quando as proteínas no olho começam a se decompor, reduzindo a transparência da lente do olho. Catarata é responsável por 48% dos casos de cegueira no Brasil. Existem diversos tipos de catarata, com diferentes causas e faixas etárias de maior risco. Embora as cataratas possam ser causadas por lesões, certos medicamentos e diabetes, a maioria é relacionada à idade.

    Há boas notícias sobre as cataratas, pois a cirurgia para repará-las é um procedimento muito comum e geralmente seguro.

    2. Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI)

    A DMRI não causa uma perda completa da visão, mas sim um embaçamento da visão na parte central do campo visual. Existem dois tipos de DMRI: seca e úmida, sendo a seca mais comum, afetando cerca de 80% dos casos.

    Na DMRI seca, ocorre o afinamento e a deterioração da mácula, resultando no acúmulo de drusas. Já na DMRI úmida, há um crescimento anormal de vasos sanguíneos abaixo da retina.

    A DMRI seca tem uma perda de visão gradual, enquanto a DMRI úmida é menos comum, porém mais grave e com perda de visão mais rápida.

    No início da doença, a DMRI não causa sintomas, por isso é crucial fazer exames oftalmológicos regulares, especialmente à medida que envelhece.

    3. Glaucoma

    O glaucoma pode causar danos ao nervo óptico devido ao aumento da pressão do fluido no olho. Sem sintomas nas fases iniciais, a doença leva à perda de visão, começando pela visão periférica e evoluindo para a cegueira.

    Embora não tenha cura, o glaucoma pode ser controlado com colírios ou, em casos específicos, por cirurgia a laser. O tratamento precoce é fundamental para controlar a doença e prevenir danos irreversíveis. Reduzir a pressão do fluido no nervo óptico é essencial para evitar complicações decorrentes do glaucoma.

    Como Prevenir a Perda de Visão Relacionada à Idade

    De acordo com a Sociedade Brasileira de Oftalmologia, os exames oftalmológicos são cruciais, pois permitem o diagnóstico de doenças oculares antes que comprometam a visão, possibilitando um tratamento precoce e mais eficaz.

    Além dos exames oftalmológicos, é essencial cuidar da saúde em geral, especialmente para pessoas com diabetes, pois altos níveis de açúcar no sangue podem danificar os vasos sanguíneos nos olhos.

    Dicas de proteção dos olhos incluem alimentação saudável, exercícios regulares, parar de fumar, usar óculos de sol com proteção UV e, para aqueles que não podem pagar por exames oftalmológicos, é possível fazer diversos exames gratuitos pelo SUS.


  • Brasil Registra Recorde de Casos de Dengue em 2024

    Brasil Registra Recorde de Casos de Dengue em 2024

    O Brasil atingiu um marco alarmante em 2024, com mais de 2 milhões de casos de dengue registrados, de acordo com o Ministério da Saúde.

    Este é o maior número de casos da doença já registrado no país em um único ano.

    A Ministra da Saúde, Nísia Trindade, alertou que a combinação de casos de dengue e gripe comum pode sobrecarregar o sistema de saúde em várias cidades e estados brasileiros. Ela atribuiu o aumento precoce de casos de vírus respiratórios a fatores climáticos.

    Para combater a gripe comum, uma campanha de vacinação será lançada em 25 de abril, cobrindo as regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A região Norte já realizou a imunização entre novembro e dezembro de 2023. A vacina protege a população contra os principais vírus em circulação no país, e a expectativa é que 75 milhões de pessoas sejam imunizadas contra a gripe.


    Este é o maior número de casos da doença já registrado no país em um único ano.

    A Ministra da Saúde, Nísia Trindade, alertou que a combinação de casos de dengue e gripe comum pode sobrecarregar o sistema de saúde em várias cidades e estados brasileiros. Ela atribuiu o aumento precoce de casos de vírus respiratórios a fatores climáticos.

    Para combater a gripe comum, uma campanha de vacinação será lançada em 25 de abril, cobrindo as regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A região Norte já realizou a imunização entre novembro e dezembro de 2023. A vacina protege a população contra os principais vírus em circulação no país, e a expectativa é que 75 milhões de pessoas sejam imunizadas contra a gripe.


  • A luta financeira de Mingau e as deficiências do sistema de saúde brasileiro

    A luta financeira de Mingau e as deficiências do sistema de saúde brasileiro

    O incidente envolvendo Mingau, baixista da banda Ultraje a Rigor, baleado na cabeça em uma tentativa de roubo, trouxe à tona as dificuldades impostas pelos altos custos dos cuidados médicos no Brasil.

    Após o ataque, Mingau foi submetido a uma cirurgia de emergência e agora se prepara para uma nova intervenção para a colocação de uma prótese craniana.

    O caso de Mingau ilustra as lacunas do Sistema Único de Saúde (SUS), que apesar de ser um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo, ainda enfrenta problemas de acesso e qualidade. A disparidade regional nos serviços de saúde é evidente, com algumas áreas carentes de procedimentos vitais e cobertura de medicamentos insuficiente, afetando principalmente os mais pobres.

    A família de Mingau se viu diante de uma dívida de R$ 300 mil devido a honorários médicos não cobertos pelo plano de saúde, uma vez que os médicos que o atenderam não eram credenciados.

    Segundo Isabella Aglio, filha de Mingau, a família contraiu dívidas devido a procedimentos que não eram cobertos pelo plano de saúde e nem estavam disponíveis pelo SUS.

    Durante uma entrevista ao programa “Chega Mais”, do SBT, Isabella deu mais detalhes de como a vida família mudou.

    “Eu e minha mãe estamos à frente de tudo. Ela parou a vida dela para me ajudar. Sou filha única e tenho que cuidar da vida dele. Vivemos com dificuldades, mas eu trabalho também, sou influenciadora. Dei uma pausa porque é difícil, e estamos recebendo auxílio do SBT, que ajuda muito”, admitiu a jovem.

    Este incidente ressalta a necessidade de reformas no sistema de saúde para assegurar que todos os brasileiros tenham acesso a tratamentos de qualidade sem incorrer em dívidas exorbitantes. Enquanto Mingau segue em recuperação, a discussão sobre os custos dos cuidados médicos no país continua sendo um tema urgente e necessário.


    Após o ataque, Mingau foi submetido a uma cirurgia de emergência e agora se prepara para uma nova intervenção para a colocação de uma prótese craniana.

    O caso de Mingau ilustra as lacunas do Sistema Único de Saúde (SUS), que apesar de ser um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo, ainda enfrenta problemas de acesso e qualidade. A disparidade regional nos serviços de saúde é evidente, com algumas áreas carentes de procedimentos vitais e cobertura de medicamentos insuficiente, afetando principalmente os mais pobres.

    A família de Mingau se viu diante de uma dívida de R$ 300 mil devido a honorários médicos não cobertos pelo plano de saúde, uma vez que os médicos que o atenderam não eram credenciados.

    Segundo Isabella Aglio, filha de Mingau, a família contraiu dívidas devido a procedimentos que não eram cobertos pelo plano de saúde e nem estavam disponíveis pelo SUS.

    Durante uma entrevista ao programa “Chega Mais”, do SBT, Isabella deu mais detalhes de como a vida família mudou.

    “Eu e minha mãe estamos à frente de tudo. Ela parou a vida dela para me ajudar. Sou filha única e tenho que cuidar da vida dele. Vivemos com dificuldades, mas eu trabalho também, sou influenciadora. Dei uma pausa porque é difícil, e estamos recebendo auxílio do SBT, que ajuda muito”, admitiu a jovem.

    Este incidente ressalta a necessidade de reformas no sistema de saúde para assegurar que todos os brasileiros tenham acesso a tratamentos de qualidade sem incorrer em dívidas exorbitantes. Enquanto Mingau segue em recuperação, a discussão sobre os custos dos cuidados médicos no país continua sendo um tema urgente e necessário.


  • Tratamento de infertilidade do Hospital Júlia Kubitschek torna-se acessível pelo SUS

    Tratamento de infertilidade do Hospital Júlia Kubitschek torna-se acessível pelo SUS

    O Hospital Júlia Kubitschek anunciou recentemente uma notável expansão em seu serviço de tratamento de infertilidade.

    O ambulatório, que já oferece procedimentos cirúrgicos de baixa complexidade para tratar a infertilidade, agora estará disponível para pacientes encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com atendimento duas vezes por semana.

    A infertilidade é uma condição que impacta tanto homens quanto mulheres, com causas variadas que vão desde complicações nas tubas uterinas até questões relacionadas à produção de sêmen.

    Fonte: Link.


    O ambulatório, que já oferece procedimentos cirúrgicos de baixa complexidade para tratar a infertilidade, agora estará disponível para pacientes encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com atendimento duas vezes por semana.

    A infertilidade é uma condição que impacta tanto homens quanto mulheres, com causas variadas que vão desde complicações nas tubas uterinas até questões relacionadas à produção de sêmen.

    Fonte: Link.


  • Brasil é o primeiro país a oferecer vacina da dengue pelo SUS

    Brasil é o primeiro país a oferecer vacina da dengue pelo SUS

    O Brasil começou a vacinar contra a dengue neste ano, sendo o primeiro país do mundo a disponibilizar a vacina pelo sistema público de saúde.

    A vacina, chamada Qdenga, foi desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda Pharma e pode prevenir a doença em pessoas de 4 a 60 anos de idade.

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir a zika, a chikungunya e a febre amarela. A dengue pode causar sintomas como febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele e, em alguns casos, sangramento e choque, podendo levar à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou mais de 1,5 milhão de casos de dengue e 1.641 mortes em 2023, sendo o segundo ano com mais casos da doença na história do país. A vacinação é uma das principais estratégias para reduzir o impacto da dengue na saúde pública e na economia.

    A vacina Qdenga contém quatro tipos diferentes do vírus da dengue, que foram modificados para não causar a doença, mas estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos. A vacinação é feita em duas doses, com um intervalo mínimo de 90 dias entre elas. A vacina tem uma eficácia de 80,2% contra a dengue e protege por 12 meses após a segunda dose.

    No entanto, a vacinação será focada em público e regiões prioritárias, devido à limitação de doses disponíveis pelo fabricante. A previsão é que sejam entregues 5,2 milhões de doses em 2024, entre fevereiro e novembro. A vacinação será priorizada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, que apresentam o maior número de internações por dengue, depois dos idosos. A vacina ainda não foi aprovada para uso em idosos, por causa da menor imunidade dessa faixa etária.

    A vacina Qdenga foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março de 2023, após passar por testes clínicos em mais de 20 mil pessoas em dez países, incluindo o Brasil. O Ministério da Saúde incorporou a vacina em dezembro de 2023, após uma análise de custo-efetividade e de impacto epidemiológico.

    A vacina da dengue é uma conquista para o Brasil e para o mundo, que esperam há décadas por uma solução para essa doença. A vacinação é segura e eficaz, mas não dispensa os cuidados para evitar a proliferação do mosquito, como eliminar os criadouros, usar repelente e telas nas janelas. A vacina da dengue é mais uma ferramenta para proteger a saúde da população e garantir uma vida melhor para todos.

    A vacina, chamada Qdenga, foi desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda Pharma e pode prevenir a doença em pessoas de 4 a 60 anos de idade.

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir a zika, a chikungunya e a febre amarela. A dengue pode causar sintomas como febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele e, em alguns casos, sangramento e choque, podendo levar à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou mais de 1,5 milhão de casos de dengue e 1.641 mortes em 2023, sendo o segundo ano com mais casos da doença na história do país. A vacinação é uma das principais estratégias para reduzir o impacto da dengue na saúde pública e na economia.

    A vacina Qdenga contém quatro tipos diferentes do vírus da dengue, que foram modificados para não causar a doença, mas estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos. A vacinação é feita em duas doses, com um intervalo mínimo de 90 dias entre elas. A vacina tem uma eficácia de 80,2% contra a dengue e protege por 12 meses após a segunda dose.

    No entanto, a vacinação será focada em público e regiões prioritárias, devido à limitação de doses disponíveis pelo fabricante. A previsão é que sejam entregues 5,2 milhões de doses em 2024, entre fevereiro e novembro. A vacinação será priorizada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, que apresentam o maior número de internações por dengue, depois dos idosos. A vacina ainda não foi aprovada para uso em idosos, por causa da menor imunidade dessa faixa etária.

    A vacina Qdenga foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março de 2023, após passar por testes clínicos em mais de 20 mil pessoas em dez países, incluindo o Brasil. O Ministério da Saúde incorporou a vacina em dezembro de 2023, após uma análise de custo-efetividade e de impacto epidemiológico.

    A vacina da dengue é uma conquista para o Brasil e para o mundo, que esperam há décadas por uma solução para essa doença. A vacinação é segura e eficaz, mas não dispensa os cuidados para evitar a proliferação do mosquito, como eliminar os criadouros, usar repelente e telas nas janelas. A vacina da dengue é mais uma ferramenta para proteger a saúde da população e garantir uma vida melhor para todos.

  • Brasil avança no tratamento do HIV/Aids com medicamento inédito no SUS

    Brasil avança no tratamento do HIV/Aids com medicamento inédito no SUS

    Uma nova combinação de medicamentos para o tratamento do HIV/Aids está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) desde outubro de 2023.

    O medicamento, que reúne dois antirretrovirais, Dolutegravir e Lamivudina, em um único comprimido, é considerado uma das mais avançadas terapias para a doença.

    A combinação tem diversas vantagens em relação aos tratamentos convencionais, como uma dosagem simplificada (um comprimido por dia), um menor potencial de toxicidade e resistência, e uma maior eficácia e adesão ao tratamento. Além disso, o medicamento tem um custo menor para o SUS, gerando uma economia de cerca de R$ 400 milhões por ano.

    O medicamento é fruto de uma aliança estratégica entre o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) e as empresas farmacêuticas privadas ViiV Healthcare Company e GlaxoSmithKline (GSK), assinada em julho de 2020. A aliança visa o desenvolvimento, transferência de tecnologia e o fornecimento do medicamento, dando autonomia para uma produção totalmente nacional.

    Farmanguinhos/Fiocruz é o principal distribuidor de antirretrovirais para o SUS. Desde 1999, o Instituto produz e fornece diversos medicamentos para o tratamento e a prevenção do HIV/Aids, contribuindo para a qualidade de vida dos pacientes e para o controle da epidemia no país.

    O Brasil é reconhecido internacionalmente pela sua política de acesso universal e gratuito aos medicamentos para o HIV/Aids. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 1 milhão de pessoas vivem com HIV no país, das quais 88% estão diagnosticadas e 77% estão em tratamento. A nova combinação de medicamentos representa mais um avanço na luta contra a doença.

    O medicamento, que reúne dois antirretrovirais, Dolutegravir e Lamivudina, em um único comprimido, é considerado uma das mais avançadas terapias para a doença.

    A combinação tem diversas vantagens em relação aos tratamentos convencionais, como uma dosagem simplificada (um comprimido por dia), um menor potencial de toxicidade e resistência, e uma maior eficácia e adesão ao tratamento. Além disso, o medicamento tem um custo menor para o SUS, gerando uma economia de cerca de R$ 400 milhões por ano.

    O medicamento é fruto de uma aliança estratégica entre o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) e as empresas farmacêuticas privadas ViiV Healthcare Company e GlaxoSmithKline (GSK), assinada em julho de 2020. A aliança visa o desenvolvimento, transferência de tecnologia e o fornecimento do medicamento, dando autonomia para uma produção totalmente nacional.

    Farmanguinhos/Fiocruz é o principal distribuidor de antirretrovirais para o SUS. Desde 1999, o Instituto produz e fornece diversos medicamentos para o tratamento e a prevenção do HIV/Aids, contribuindo para a qualidade de vida dos pacientes e para o controle da epidemia no país.

    O Brasil é reconhecido internacionalmente pela sua política de acesso universal e gratuito aos medicamentos para o HIV/Aids. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 1 milhão de pessoas vivem com HIV no país, das quais 88% estão diagnosticadas e 77% estão em tratamento. A nova combinação de medicamentos representa mais um avanço na luta contra a doença.

  • Conheça as cirurgias mais complexas feitas pelo SUS

    Conheça as cirurgias mais complexas feitas pelo SUS

    O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores e mais abrangentes sistemas públicos de saúde do mundo, garantindo o acesso gratuito e universal a todos os brasileiros.

    Além de oferecer serviços básicos de prevenção, diagnóstico e tratamento, o SUS também realiza cirurgias plásticas e reparadoras de alta complexidade, que podem mudar a vida de muitas pessoas.

    Essas cirurgias são indicadas para casos em que há uma necessidade médica, e não apenas uma questão estética, e visam melhorar a saúde física e mental dos pacientes. Entre as cirurgias mais complexas feitas pelo SUS, podemos destacar:

    • Gastroplastia: é a chamada cirurgia bariátrica para a redução de estômago, indicada para pacientes com obesidade mórbida que não conseguem emagrecer com outros tratamentos. A cirurgia consiste em diminuir o tamanho do estômago e alterar o trajeto do alimento pelo intestino, fazendo com que o paciente sinta menos fome e absorva menos calorias. A gastroplastia pode trazer benefícios como a redução do risco de diabetes, hipertensão, colesterol alto e outras doenças associadas à obesidade.

    • Mamoplastia reconstrutora: é a reconstrução das mamas depois de remoção do seio por um tumor ou câncer, visando restaurar a autoestima e a qualidade de vida das mulheres. A cirurgia pode ser feita com implantes de silicone ou com tecidos do próprio corpo da paciente, como gordura ou músculo. A mamoplastia reconstrutora pode ser realizada logo após a mastectomia ou em um segundo momento, dependendo da avaliação médica.

    • Cirurgia de redesignação sexual: é a cirurgia para alteração de sexo, realizada em pessoas que sofrem de disforia de gênero e desejam adequar seu corpo à sua identidade psicossocial. A cirurgia envolve a modificação dos órgãos genitais externos e internos, bem como a terapia hormonal e o acompanhamento psicológico. A cirurgia de redesignação sexual pode aliviar o sofrimento e melhorar a autoaceitação das pessoas transgênero.

    • Correção de lábio leporino e fenda palatina: são cirurgias para corrigir malformações congênitas que afetam o lábio superior e o céu da boca, causando dificuldades na alimentação, na fala e na respiração. As cirurgias podem ser feitas logo após o nascimento ou ao longo da infância, dependendo da gravidade do caso. A correção de lábio leporino e fenda palatina pode melhorar a aparência, a função e o desenvolvimento das crianças afetadas.

    • Reparação de queimaduras que provocaram deformações: são cirurgias para tratar as sequelas físicas e psicológicas causadas por queimaduras graves, como cicatrizes, contraturas e perda de tecidos. As cirurgias podem envolver enxertos de pele, liberação de tendões, reconstrução de cartilagens e outras técnicas. A reparação de queimaduras pode recuperar a mobilidade, a sensibilidade e a aparência dos pacientes .

    Essas são algumas das cirurgias mais complexas feitas pelo SUS, mas existem outras que também podem ser solicitadas pelos pacientes, dependendo da avaliação médica e da disponibilidade do sistema. O SUS é um patrimônio do povo brasileiro e deve ser valorizado e defendido por todos nós.

    Além de oferecer serviços básicos de prevenção, diagnóstico e tratamento, o SUS também realiza cirurgias plásticas e reparadoras de alta complexidade, que podem mudar a vida de muitas pessoas.

    Essas cirurgias são indicadas para casos em que há uma necessidade médica, e não apenas uma questão estética, e visam melhorar a saúde física e mental dos pacientes. Entre as cirurgias mais complexas feitas pelo SUS, podemos destacar:

    • Gastroplastia: é a chamada cirurgia bariátrica para a redução de estômago, indicada para pacientes com obesidade mórbida que não conseguem emagrecer com outros tratamentos. A cirurgia consiste em diminuir o tamanho do estômago e alterar o trajeto do alimento pelo intestino, fazendo com que o paciente sinta menos fome e absorva menos calorias. A gastroplastia pode trazer benefícios como a redução do risco de diabetes, hipertensão, colesterol alto e outras doenças associadas à obesidade.

    • Mamoplastia reconstrutora: é a reconstrução das mamas depois de remoção do seio por um tumor ou câncer, visando restaurar a autoestima e a qualidade de vida das mulheres. A cirurgia pode ser feita com implantes de silicone ou com tecidos do próprio corpo da paciente, como gordura ou músculo. A mamoplastia reconstrutora pode ser realizada logo após a mastectomia ou em um segundo momento, dependendo da avaliação médica.

    • Cirurgia de redesignação sexual: é a cirurgia para alteração de sexo, realizada em pessoas que sofrem de disforia de gênero e desejam adequar seu corpo à sua identidade psicossocial. A cirurgia envolve a modificação dos órgãos genitais externos e internos, bem como a terapia hormonal e o acompanhamento psicológico. A cirurgia de redesignação sexual pode aliviar o sofrimento e melhorar a autoaceitação das pessoas transgênero.

    • Correção de lábio leporino e fenda palatina: são cirurgias para corrigir malformações congênitas que afetam o lábio superior e o céu da boca, causando dificuldades na alimentação, na fala e na respiração. As cirurgias podem ser feitas logo após o nascimento ou ao longo da infância, dependendo da gravidade do caso. A correção de lábio leporino e fenda palatina pode melhorar a aparência, a função e o desenvolvimento das crianças afetadas.

    • Reparação de queimaduras que provocaram deformações: são cirurgias para tratar as sequelas físicas e psicológicas causadas por queimaduras graves, como cicatrizes, contraturas e perda de tecidos. As cirurgias podem envolver enxertos de pele, liberação de tendões, reconstrução de cartilagens e outras técnicas. A reparação de queimaduras pode recuperar a mobilidade, a sensibilidade e a aparência dos pacientes .

    Essas são algumas das cirurgias mais complexas feitas pelo SUS, mas existem outras que também podem ser solicitadas pelos pacientes, dependendo da avaliação médica e da disponibilidade do sistema. O SUS é um patrimônio do povo brasileiro e deve ser valorizado e defendido por todos nós.

  • Exame de sangue PSA pode detectar câncer de próstata e é oferecido pelo SUS

    Exame de sangue PSA pode detectar câncer de próstata e é oferecido pelo SUS

    O câncer de próstata é um dos tipos de câncer mais comuns entre os homens, especialmente após os 50 anos de idade.

    Essa doença afeta a próstata, que é uma glândula responsável por produzir parte do sêmen, o líquido que transporta os espermatozoides. O câncer de próstata pode causar sintomas como dificuldade para urinar, dor ao urinar, sangue na urina, diminuição do jato de urina ou necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite.

    Para diagnosticar e monitorar o câncer de próstata, existe um exame de sangue chamado PSA, que mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata. Essa proteína se chama antígeno prostático específico (PSA), e pode estar elevada em casos de alterações na próstata, como inflamação, aumento benigno ou câncer.

    O exame de sangue PSA é simples e indolor, e é feito em laboratório por meio da coleta de uma pequena amostra de sangue. O paciente deve estar em jejum e evitar atividades físicas, relações sexuais, massagem prostática e uso de supositórios nas 48 horas anteriores ao exame. Os valores normais do exame variam de acordo com o laboratório, mas geralmente são considerados abaixo de 4 ng/mL. Valores acima desse limite podem indicar alterações na próstata, mas não necessariamente câncer.

    O exame de sangue PSA pode ser feito pelo SUS (Sistema Único de Saúde), que é o sistema público de saúde do Brasil. Para fazer o exame pelo SUS, é preciso ter um encaminhamento médico e agendar o exame em uma unidade de saúde que ofereça esse serviço. O SUS também oferece outros exames que podem complementar o diagnóstico do câncer de próstata, como o toque retal e a biópsia.

    O toque retal é a avaliação do tamanho e da presença de nódulos na próstata por meio da introdução do dedo no ânus do paciente. Esse exame pode ser desconfortável, mas é rápido e importante para detectar alterações na próstata. A biópsia é a retirada e análise de uma amostra de tecido da próstata, que pode confirmar ou descartar o câncer. A biópsia é indicada quando há alteração no exame de sangue PSA ou no toque retal.

    O tratamento do câncer de próstata depende do estágio e da agressividade do tumor, e pode envolver cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou hormonioterapia. O SUS também oferece essas modalidades de tratamento para os pacientes com câncer de próstata.

    O câncer de próstata tem cura se for detectado precocemente e tratado adequadamente. Por isso, é importante fazer os exames preventivos regularmente e consultar o médico sempre que houver algum sintoma. A prevenção do câncer de próstata também envolve hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos, controle do peso corporal e evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool.

    Essa doença afeta a próstata, que é uma glândula responsável por produzir parte do sêmen, o líquido que transporta os espermatozoides. O câncer de próstata pode causar sintomas como dificuldade para urinar, dor ao urinar, sangue na urina, diminuição do jato de urina ou necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite.

    Para diagnosticar e monitorar o câncer de próstata, existe um exame de sangue chamado PSA, que mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata. Essa proteína se chama antígeno prostático específico (PSA), e pode estar elevada em casos de alterações na próstata, como inflamação, aumento benigno ou câncer.

    O exame de sangue PSA é simples e indolor, e é feito em laboratório por meio da coleta de uma pequena amostra de sangue. O paciente deve estar em jejum e evitar atividades físicas, relações sexuais, massagem prostática e uso de supositórios nas 48 horas anteriores ao exame. Os valores normais do exame variam de acordo com o laboratório, mas geralmente são considerados abaixo de 4 ng/mL. Valores acima desse limite podem indicar alterações na próstata, mas não necessariamente câncer.

    O exame de sangue PSA pode ser feito pelo SUS (Sistema Único de Saúde), que é o sistema público de saúde do Brasil. Para fazer o exame pelo SUS, é preciso ter um encaminhamento médico e agendar o exame em uma unidade de saúde que ofereça esse serviço. O SUS também oferece outros exames que podem complementar o diagnóstico do câncer de próstata, como o toque retal e a biópsia.

    O toque retal é a avaliação do tamanho e da presença de nódulos na próstata por meio da introdução do dedo no ânus do paciente. Esse exame pode ser desconfortável, mas é rápido e importante para detectar alterações na próstata. A biópsia é a retirada e análise de uma amostra de tecido da próstata, que pode confirmar ou descartar o câncer. A biópsia é indicada quando há alteração no exame de sangue PSA ou no toque retal.

    O tratamento do câncer de próstata depende do estágio e da agressividade do tumor, e pode envolver cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou hormonioterapia. O SUS também oferece essas modalidades de tratamento para os pacientes com câncer de próstata.

    O câncer de próstata tem cura se for detectado precocemente e tratado adequadamente. Por isso, é importante fazer os exames preventivos regularmente e consultar o médico sempre que houver algum sintoma. A prevenção do câncer de próstata também envolve hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos, controle do peso corporal e evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool.

  • Quanto tempo demora um transplante de coração no Brasil?

    Quanto tempo demora um transplante de coração no Brasil?

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2022 foram realizados 432 transplantes de coração no Brasil, mas 105 pessoas morreram antes de receber o órgão.

    O transplante de coração é uma cirurgia que substitui o coração doente de uma pessoa por um coração saudável de um doador.

    É um procedimento que pode salvar a vida de quem sofre de doenças cardíacas graves, mas também envolve muitos desafios e riscos.

    No Brasil, o transplante de coração é feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que é responsável por organizar a fila de espera, a captação e a distribuição dos órgãos. Para entrar na fila, o paciente precisa ter indicação médica e passar por uma avaliação rigorosa. O tempo de espera depende da gravidade do caso, da disponibilidade de doadores compatíveis e da região onde o paciente está.

    A taxa de sobrevida após o transplante é de cerca de 80% no primeiro ano e 50% em cinco anos. Os principais problemas enfrentados pelos pacientes são a rejeição do órgão, as infecções e os efeitos colaterais dos medicamentos.

    O transplante de coração é uma operação complexa e delicada, que dura entre 3 e 5 horas. O paciente precisa ficar na UTI após a cirurgia e seguir um tratamento rigoroso com remédios que evitam a rejeição. A recuperação pode levar cerca de um mês. O paciente também precisa fazer acompanhamento médico regular e adotar hábitos saudáveis para preservar a saúde do novo coração.

    O transplante de coração é uma alternativa para quem não tem mais esperança de cura com outros tratamentos. No entanto, é preciso ter consciência dos desafios e dos riscos envolvidos nesse procedimento. Por isso, é importante que as pessoas se conscientizem sobre a importância da doação de órgãos, que pode salvar muitas vidas.

    O transplante de coração é uma cirurgia que substitui o coração doente de uma pessoa por um coração saudável de um doador.

    É um procedimento que pode salvar a vida de quem sofre de doenças cardíacas graves, mas também envolve muitos desafios e riscos.

    No Brasil, o transplante de coração é feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que é responsável por organizar a fila de espera, a captação e a distribuição dos órgãos. Para entrar na fila, o paciente precisa ter indicação médica e passar por uma avaliação rigorosa. O tempo de espera depende da gravidade do caso, da disponibilidade de doadores compatíveis e da região onde o paciente está.

    A taxa de sobrevida após o transplante é de cerca de 80% no primeiro ano e 50% em cinco anos. Os principais problemas enfrentados pelos pacientes são a rejeição do órgão, as infecções e os efeitos colaterais dos medicamentos.

    O transplante de coração é uma operação complexa e delicada, que dura entre 3 e 5 horas. O paciente precisa ficar na UTI após a cirurgia e seguir um tratamento rigoroso com remédios que evitam a rejeição. A recuperação pode levar cerca de um mês. O paciente também precisa fazer acompanhamento médico regular e adotar hábitos saudáveis para preservar a saúde do novo coração.

    O transplante de coração é uma alternativa para quem não tem mais esperança de cura com outros tratamentos. No entanto, é preciso ter consciência dos desafios e dos riscos envolvidos nesse procedimento. Por isso, é importante que as pessoas se conscientizem sobre a importância da doação de órgãos, que pode salvar muitas vidas.

  • Como o diagnóstico precoce do câncer pode salvar vidas e dinheiro

    Como o diagnóstico precoce do câncer pode salvar vidas e dinheiro

    O câncer é uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo, e o seu tratamento é caro e complexo.

    Mas você sabia que muitos casos de câncer poderiam ser evitados ou tratados com mais eficácia se fossem descobertos em fases iniciais?

    Segundo dados do Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) gastou mais de R$ 3,8 bilhões no tratamento do câncer em 2022, e parte desse dinheiro poderia ser economizada se os tumores fossem diagnosticados antes de se espalharem pelo corpo.

    O custo de uma sessão de quimioterapia, por exemplo, varia de acordo com o tipo e o estágio do câncer, podendo ser até seis vezes mais alto nos casos mais avançados. Além disso, a detecção precoce aumenta as chances de sobrevida dos pacientes, que podem se beneficiar de tratamentos menos agressivos e invasivos.

    No entanto, uma parcela considerável dos tumores é detectada tardiamente, especialmente os de pulmão e colorretal, que são os mais comuns e letais no país. Isso se deve, em parte, à falta de sintomas específicos, ao baixo acesso aos serviços de saúde e à baixa adesão aos exames preventivos.

    A falta de registros nacionais detalhados sobre a gravidade do câncer também dificulta a análise dos custos e dos benefícios da detecção precoce. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), apenas 30% dos casos registrados no país têm informações sobre o estágio da doença.

    A pandemia de covid-19 pode ter impactado negativamente o diagnóstico e o tratamento do câncer no país, gerando uma sobrecarga orçamentária ao SUS. Segundo uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), 70% dos médicos relataram atrasos ou cancelamentos de cirurgias oncológicas por causa da crise sanitária.

    Diante desse cenário, especialistas defendem que é preciso investir em campanhas de prevenção e conscientização sobre os diferentes tipos de câncer e como minimizar os fatores de risco, como tabagismo, obesidade, sedentarismo e exposição ao sol sem proteção. Além disso, é fundamental ampliar o acesso aos exames de rastreamento, como mamografia, colonoscopia e Papanicolau, que podem detectar alterações celulares antes que elas se tornem malignas.

    O diagnóstico precoce do câncer é uma questão de saúde pública e de justiça social, pois pode salvar vidas e reduzir as desigualdades no acesso ao tratamento. Por isso, não deixe de cuidar da sua saúde e procure um médico se notar qualquer sinal ou sintoma suspeito. Lembre-se: o câncer tem cura, mas quanto antes for descoberto, melhor.

    Mas você sabia que muitos casos de câncer poderiam ser evitados ou tratados com mais eficácia se fossem descobertos em fases iniciais?

    Segundo dados do Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) gastou mais de R$ 3,8 bilhões no tratamento do câncer em 2022, e parte desse dinheiro poderia ser economizada se os tumores fossem diagnosticados antes de se espalharem pelo corpo.

    O custo de uma sessão de quimioterapia, por exemplo, varia de acordo com o tipo e o estágio do câncer, podendo ser até seis vezes mais alto nos casos mais avançados. Além disso, a detecção precoce aumenta as chances de sobrevida dos pacientes, que podem se beneficiar de tratamentos menos agressivos e invasivos.

    No entanto, uma parcela considerável dos tumores é detectada tardiamente, especialmente os de pulmão e colorretal, que são os mais comuns e letais no país. Isso se deve, em parte, à falta de sintomas específicos, ao baixo acesso aos serviços de saúde e à baixa adesão aos exames preventivos.

    A falta de registros nacionais detalhados sobre a gravidade do câncer também dificulta a análise dos custos e dos benefícios da detecção precoce. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), apenas 30% dos casos registrados no país têm informações sobre o estágio da doença.

    A pandemia de covid-19 pode ter impactado negativamente o diagnóstico e o tratamento do câncer no país, gerando uma sobrecarga orçamentária ao SUS. Segundo uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), 70% dos médicos relataram atrasos ou cancelamentos de cirurgias oncológicas por causa da crise sanitária.

    Diante desse cenário, especialistas defendem que é preciso investir em campanhas de prevenção e conscientização sobre os diferentes tipos de câncer e como minimizar os fatores de risco, como tabagismo, obesidade, sedentarismo e exposição ao sol sem proteção. Além disso, é fundamental ampliar o acesso aos exames de rastreamento, como mamografia, colonoscopia e Papanicolau, que podem detectar alterações celulares antes que elas se tornem malignas.

    O diagnóstico precoce do câncer é uma questão de saúde pública e de justiça social, pois pode salvar vidas e reduzir as desigualdades no acesso ao tratamento. Por isso, não deixe de cuidar da sua saúde e procure um médico se notar qualquer sinal ou sintoma suspeito. Lembre-se: o câncer tem cura, mas quanto antes for descoberto, melhor.