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  • Cientistas descobrem o segredo das nuvens de Vênus

    Cientistas descobrem o segredo das nuvens de Vênus

    Você sabia que as nuvens de Vênus escondem um mistério que intriga os cientistas há décadas?

    As nuvens do planeta mais quente do Sistema Solar são feitas principalmente de ácido sulfúrico, mas também contêm um componente desconhecido que faz com que elas tenham uma aparência manchada quando vistas no ultravioleta. Agora, uma equipe internacional de pesquisadores pode ter finalmente resolvido esse enigma.

    Em um estudo publicado na revista Science Advances, os cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, criaram em laboratório minerais de sulfato de ferro que são estáveis nas condições extremas das nuvens de Vênus. Eles usaram fontes de luz especiais que imitam as explosões solares para analisar como esses minerais absorvem a radiação ultravioleta. Eles descobriram que uma combinação de dois minerais, chamados romboclase e ácido sulfato férrico, pode explicar o padrão de absorção de UV observado nas nuvens de Vênus.

    Os dados usados pelos pesquisadores foram coletados por sondas espaciais que exploraram as nuvens de Vênus em missões anteriores. As nuvens de Vênus são muito espessas e cobrem todo o planeta, impedindo que se veja sua superfície. Elas também contribuem para o efeito estufa que faz com que Vênus tenha uma temperatura média de cerca de 460°C, muito mais alta do que a da Terra.

    A descoberta dos minerais de sulfato de ferro nas nuvens de Vênus pode ter implicações para a possibilidade de vida no planeta. Alguns cientistas sugerem que esses minerais podem servir como catalisadores para reações químicas que envolvem moléculas orgânicas, que são os blocos de construção da vida. Outros cientistas, no entanto, duvidam que as condições extremas das nuvens de Vênus sejam favoráveis à vida.

    O estudo envolveu a colaboração de um laboratório de fotoquímica da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que forneceu medições da absorção de UV dos minerais em diferentes concentrações de ácido sulfúrico. O estudo também contou com a participação de especialistas em mineralogia, geoquímica, astrofísica e astrobiologia.

    Os pesquisadores esperam que o estudo ajude a entender melhor a atmosfera de Vênus e sua evolução. Eles também esperam que o estudo inspire novas missões espaciais para explorar o planeta vizinho e seus mistérios.

    Fonte: Link.

    As nuvens do planeta mais quente do Sistema Solar são feitas principalmente de ácido sulfúrico, mas também contêm um componente desconhecido que faz com que elas tenham uma aparência manchada quando vistas no ultravioleta. Agora, uma equipe internacional de pesquisadores pode ter finalmente resolvido esse enigma.

    Em um estudo publicado na revista Science Advances, os cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, criaram em laboratório minerais de sulfato de ferro que são estáveis nas condições extremas das nuvens de Vênus. Eles usaram fontes de luz especiais que imitam as explosões solares para analisar como esses minerais absorvem a radiação ultravioleta. Eles descobriram que uma combinação de dois minerais, chamados romboclase e ácido sulfato férrico, pode explicar o padrão de absorção de UV observado nas nuvens de Vênus.

    Os dados usados pelos pesquisadores foram coletados por sondas espaciais que exploraram as nuvens de Vênus em missões anteriores. As nuvens de Vênus são muito espessas e cobrem todo o planeta, impedindo que se veja sua superfície. Elas também contribuem para o efeito estufa que faz com que Vênus tenha uma temperatura média de cerca de 460°C, muito mais alta do que a da Terra.

    A descoberta dos minerais de sulfato de ferro nas nuvens de Vênus pode ter implicações para a possibilidade de vida no planeta. Alguns cientistas sugerem que esses minerais podem servir como catalisadores para reações químicas que envolvem moléculas orgânicas, que são os blocos de construção da vida. Outros cientistas, no entanto, duvidam que as condições extremas das nuvens de Vênus sejam favoráveis à vida.

    O estudo envolveu a colaboração de um laboratório de fotoquímica da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que forneceu medições da absorção de UV dos minerais em diferentes concentrações de ácido sulfúrico. O estudo também contou com a participação de especialistas em mineralogia, geoquímica, astrofísica e astrobiologia.

    Os pesquisadores esperam que o estudo ajude a entender melhor a atmosfera de Vênus e sua evolução. Eles também esperam que o estudo inspire novas missões espaciais para explorar o planeta vizinho e seus mistérios.

    Fonte: Link.

  • Vênus está vivo: a incrível descoberta de uma erupção vulcânica no planeta infernal

    Vênus está vivo: a incrível descoberta de uma erupção vulcânica no planeta infernal

    Você sabia que Vênus pode ter um vulcão ativo? É isso mesmo, o planeta mais quente do Sistema Solar pode estar escondendo uma fonte de calor ainda maior: o vulcão Idunn Mons.

    Idunn Mons é um pico vulcânico que se eleva a cerca de 8 km acima da superfície venusiana e possui uma caldeira em seu cume, com 28 x 31 km de extensão. Ele foi descoberto em 1991 pela sonda Magellan, da NASA, mas nenhuma erupção foi observada desde então.

    No entanto, um estudo recente analisou as observações feitas pela Magellan e por outras naves lançadas ao planeta e encontrou evidências de que Idunn Mons pode estar ativo há pouco tempo – nos padrões cósmicos. Isso significa que ele pode ter entrado em erupção nos últimos milhões ou até centenas de milhares de anos.

    Os pesquisadores usaram modelos computacionais para simular como o calor do vulcão se espalharia pelo subsolo e pela superfície de Vênus. Eles compararam esses modelos com os dados de radar e infravermelho coletados pelas sondas e encontraram uma boa correspondência entre as áreas mais quentes e a localização do Idunn Mons.

    Isso sugere que o vulcão ainda está liberando calor para o ambiente e pode estar pronto para entrar em erupção novamente no futuro. Se isso acontecer, seria uma oportunidade única para estudar o vulcanismo venusiano e entender melhor a geologia e a história do planeta.

    O estudo também abre caminho para a busca de outros vulcões ativos em Vênus, que podem ser fontes potenciais de vida microbiana. Afinal, se há vida nas profundezas dos oceanos da Terra, alimentada pelo calor dos vulcões submarinos, por que não poderia haver vida nas nuvens ácidas de Vênus?

    Vênus é um planeta fascinante e misterioso, que ainda guarda muitos segredos para serem revelados. Quem sabe o que mais podemos descobrir sobre ele com novas missões espaciais? Fique ligado nas novidades sobre o nosso vizinho infernal!

    Idunn Mons é um pico vulcânico que se eleva a cerca de 8 km acima da superfície venusiana e possui uma caldeira em seu cume, com 28 x 31 km de extensão. Ele foi descoberto em 1991 pela sonda Magellan, da NASA, mas nenhuma erupção foi observada desde então.

    No entanto, um estudo recente analisou as observações feitas pela Magellan e por outras naves lançadas ao planeta e encontrou evidências de que Idunn Mons pode estar ativo há pouco tempo – nos padrões cósmicos. Isso significa que ele pode ter entrado em erupção nos últimos milhões ou até centenas de milhares de anos.

    Os pesquisadores usaram modelos computacionais para simular como o calor do vulcão se espalharia pelo subsolo e pela superfície de Vênus. Eles compararam esses modelos com os dados de radar e infravermelho coletados pelas sondas e encontraram uma boa correspondência entre as áreas mais quentes e a localização do Idunn Mons.

    Isso sugere que o vulcão ainda está liberando calor para o ambiente e pode estar pronto para entrar em erupção novamente no futuro. Se isso acontecer, seria uma oportunidade única para estudar o vulcanismo venusiano e entender melhor a geologia e a história do planeta.

    O estudo também abre caminho para a busca de outros vulcões ativos em Vênus, que podem ser fontes potenciais de vida microbiana. Afinal, se há vida nas profundezas dos oceanos da Terra, alimentada pelo calor dos vulcões submarinos, por que não poderia haver vida nas nuvens ácidas de Vênus?

    Vênus é um planeta fascinante e misterioso, que ainda guarda muitos segredos para serem revelados. Quem sabe o que mais podemos descobrir sobre ele com novas missões espaciais? Fique ligado nas novidades sobre o nosso vizinho infernal!

  • Ouça os destaques desta terça-feira (15) no Conexão W


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    Folha de São Paulo:

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    O Globo:
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    O Tempo:
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