Tag: vinho

  • Melhores vinhos portugueses: conheça as opções disponíveis no Brasil

    Melhores vinhos portugueses: conheça as opções disponíveis no Brasil

    Os vinhos portugueses são famosos no mundo todo pela sua qualidade, diversidade e tradição.

    Portugal é um dos maiores produtores e exportadores de vinho da Europa, com mais de 250 castas autóctones e 14 regiões vitivinícolas demarcadas. No Brasil, os vinhos portugueses são muito apreciados pelos consumidores, que encontram nas lojas online e físicas uma grande variedade de rótulos para todos os gostos e bolsos.

    Mas quais são os melhores vinhos portugueses que são vendidos no Brasil? Essa é uma pergunta difícil de responder, pois depende do paladar e da preferência de cada um. No entanto, existem algumas marcas que se destacam pela sua popularidade, reputação e sabor. Neste artigo, vamos apresentar três exemplos de vinhos portugueses que você pode encontrar facilmente no mercado brasileiro e que vão te surpreender pela sua qualidade.

    Esporão

    Esporão é uma das marcas mais reconhecidas e premiadas de Portugal, com vinhos tintos, brancos, rosés e espumantes de diversas regiões, como Alentejo, Douro e Vinho Verde. Os vinhos Esporão são elegantes, equilibrados e expressam o terroir de cada origem. A marca possui uma história de mais de 40 anos, sendo pioneira na produção sustentável e na valorização da biodiversidade. Além dos vinhos, o Esporão também produz azeites, queijos e mel.

    Os vinhos Esporão podem ser encontrados em lojas online como Armazém Portugal ou Wine, com preços que variam de R$ 50 a R$ 500. Alguns dos rótulos mais famosos são o Esporão Reserva Branco, o Esporão Colheita Tinto e o Esporão Private Selection Garrafeira Tinto.

    Casa Ferreirinha

    Casa Ferreirinha é uma das mais antigas e prestigiadas produtoras de vinho do Douro, famosa pelo seu vinho do Porto e pelo lendário Barca Velha, considerado o melhor vinho português de todos os tempos. Os vinhos Casa Ferreirinha são complexos, intensos e refletem a diversidade das castas e dos solos do Douro. A marca foi fundada em 1751 por Bernardo Ferreira, mas foi sua neta Dona Antónia Adelaide Ferreira que consolidou a sua fama e qualidade.

    Os vinhos Casa Ferreirinha podem ser encontrados em lojas online como Divvino ou Grand Cru, com preços que variam de R$ 100 a R$ 10 mil. Alguns dos rótulos mais famosos são o Papa Figos Tinto, o Esteva Tinto e o Quinta da Leda Tinto.

    Quinta do Crasto

    Quinta do Crasto é uma das mais emblemáticas quintas do Douro, com uma história que remonta ao século XVII. Os vinhos Quinta do Crasto são frutados, estruturados e revelam a personalidade de cada parcela de vinha. A marca pertence à família Roquette desde 1910, que mantém a tradição e a inovação na produção dos seus vinhos. Além dos vinhos, a Quinta do Crasto também oferece experiências turísticas na sua propriedade.

    Os vinhos Quinta do Crasto podem ser encontrados em lojas online como Zahil ou Decanter, com preços que variam de R$ 80 a R$ 2 mil. Alguns dos rótulos mais famosos são o Crasto Superior Tinto, o Crasto Reserva Vinhas Velhas Tinto e o Crasto Colheita Tinto.

    Portugal é um dos maiores produtores e exportadores de vinho da Europa, com mais de 250 castas autóctones e 14 regiões vitivinícolas demarcadas. No Brasil, os vinhos portugueses são muito apreciados pelos consumidores, que encontram nas lojas online e físicas uma grande variedade de rótulos para todos os gostos e bolsos.

    Mas quais são os melhores vinhos portugueses que são vendidos no Brasil? Essa é uma pergunta difícil de responder, pois depende do paladar e da preferência de cada um. No entanto, existem algumas marcas que se destacam pela sua popularidade, reputação e sabor. Neste artigo, vamos apresentar três exemplos de vinhos portugueses que você pode encontrar facilmente no mercado brasileiro e que vão te surpreender pela sua qualidade.

    Esporão

    Esporão é uma das marcas mais reconhecidas e premiadas de Portugal, com vinhos tintos, brancos, rosés e espumantes de diversas regiões, como Alentejo, Douro e Vinho Verde. Os vinhos Esporão são elegantes, equilibrados e expressam o terroir de cada origem. A marca possui uma história de mais de 40 anos, sendo pioneira na produção sustentável e na valorização da biodiversidade. Além dos vinhos, o Esporão também produz azeites, queijos e mel.

    Os vinhos Esporão podem ser encontrados em lojas online como Armazém Portugal ou Wine, com preços que variam de R$ 50 a R$ 500. Alguns dos rótulos mais famosos são o Esporão Reserva Branco, o Esporão Colheita Tinto e o Esporão Private Selection Garrafeira Tinto.

    Casa Ferreirinha

    Casa Ferreirinha é uma das mais antigas e prestigiadas produtoras de vinho do Douro, famosa pelo seu vinho do Porto e pelo lendário Barca Velha, considerado o melhor vinho português de todos os tempos. Os vinhos Casa Ferreirinha são complexos, intensos e refletem a diversidade das castas e dos solos do Douro. A marca foi fundada em 1751 por Bernardo Ferreira, mas foi sua neta Dona Antónia Adelaide Ferreira que consolidou a sua fama e qualidade.

    Os vinhos Casa Ferreirinha podem ser encontrados em lojas online como Divvino ou Grand Cru, com preços que variam de R$ 100 a R$ 10 mil. Alguns dos rótulos mais famosos são o Papa Figos Tinto, o Esteva Tinto e o Quinta da Leda Tinto.

    Quinta do Crasto

    Quinta do Crasto é uma das mais emblemáticas quintas do Douro, com uma história que remonta ao século XVII. Os vinhos Quinta do Crasto são frutados, estruturados e revelam a personalidade de cada parcela de vinha. A marca pertence à família Roquette desde 1910, que mantém a tradição e a inovação na produção dos seus vinhos. Além dos vinhos, a Quinta do Crasto também oferece experiências turísticas na sua propriedade.

    Os vinhos Quinta do Crasto podem ser encontrados em lojas online como Zahil ou Decanter, com preços que variam de R$ 80 a R$ 2 mil. Alguns dos rótulos mais famosos são o Crasto Superior Tinto, o Crasto Reserva Vinhas Velhas Tinto e o Crasto Colheita Tinto.

  • A origem do quentão, a bebida que aquece as festas juninas

    A origem do quentão, a bebida que aquece as festas juninas

    O quentão é uma bebida quente feita com vinho ou cachaça, açúcar, gengibre, cravo, canela e frutas como laranja, limão e maçã. É uma das delícias típicas das festas juninas no Brasil, que acontecem nos meses mais frios do ano. Mas você sabe qual é a origem do quentão?

    Segundo o folclorista Amadeu Amaral, em seu livro O dialeto caipira, publicado em 1920, a palavra quentão é de origem caipira e significa “muito quente”. Ele também afirma que a bebida era usada pelos caipiras para se aquecerem nas noites frias e para curar resfriados e gripes.

    No entanto, não há uma certeza sobre quando e onde o quentão surgiu. Alguns historiadores acreditam que ele tenha sido influenciado pelo vinho quente europeu, que era consumido pelos colonizadores portugueses. Outros defendem que ele seja uma adaptação da sangria espanhola, que leva vinho tinto e frutas.

    Já a versão com cachaça pode ter sido criada pelos escravos africanos, que usavam a aguardente para se protegerem do frio e das doenças. A cachaça também era mais barata e acessível do que o vinho na época colonial.

    O fato é que o quentão se tornou uma bebida popular nas festas juninas, que são celebrações de origem católica em homenagem aos santos Antônio, João e Pedro. Essas festas também incorporaram elementos da cultura indígena, africana e caipira, como as fogueiras, as quadrilhas e as comidas típicas.

    Hoje em dia, existem diversas receitas de quentão pelo Brasil afora, com variações nos ingredientes e no modo de preparo. Há quem prefira o quentão de vinho, mais suave e aromático, e quem goste mais do quentão de cachaça, mais forte e encorpado. Há também quem acrescente outras frutas, como abacaxi e morango, ou até mesmo chocolate.

    O importante é que o quentão seja servido bem quente, em canecas de barro ou louça, para manter a temperatura e o sabor. E claro, que seja apreciado com moderação e responsabilidade.

    Segundo o folclorista Amadeu Amaral, em seu livro O dialeto caipira, publicado em 1920, a palavra quentão é de origem caipira e significa “muito quente”. Ele também afirma que a bebida era usada pelos caipiras para se aquecerem nas noites frias e para curar resfriados e gripes.

    No entanto, não há uma certeza sobre quando e onde o quentão surgiu. Alguns historiadores acreditam que ele tenha sido influenciado pelo vinho quente europeu, que era consumido pelos colonizadores portugueses. Outros defendem que ele seja uma adaptação da sangria espanhola, que leva vinho tinto e frutas.

    Já a versão com cachaça pode ter sido criada pelos escravos africanos, que usavam a aguardente para se protegerem do frio e das doenças. A cachaça também era mais barata e acessível do que o vinho na época colonial.

    O fato é que o quentão se tornou uma bebida popular nas festas juninas, que são celebrações de origem católica em homenagem aos santos Antônio, João e Pedro. Essas festas também incorporaram elementos da cultura indígena, africana e caipira, como as fogueiras, as quadrilhas e as comidas típicas.

    Hoje em dia, existem diversas receitas de quentão pelo Brasil afora, com variações nos ingredientes e no modo de preparo. Há quem prefira o quentão de vinho, mais suave e aromático, e quem goste mais do quentão de cachaça, mais forte e encorpado. Há também quem acrescente outras frutas, como abacaxi e morango, ou até mesmo chocolate.

    O importante é que o quentão seja servido bem quente, em canecas de barro ou louça, para manter a temperatura e o sabor. E claro, que seja apreciado com moderação e responsabilidade.

  • Por que alguns vinhos fedem? Cientistas explicam

    O comércio mundial de vinhos foi avaliado em cerca de US$ 300 bilhões em 2017 e deve gerar uma receita global de mais de US$ 400 bilhões até 2024.

    É um mercado bilionário e muito exigente. Como qualquer outro produto natural, a produção de vinhos não está livre de imprevistos.

    Alguns apreciadores da bebida já passaram pela experiência desagradável de abrir uma garrafa e sentir um aroma nada agradável, frequentemente descrito como algo parecido com ovos podres ou esgoto.

    Uma das principais causas deste mau cheiro é o sulfeto de hidrogênio (H2S), um composto de enxofre volátil que é produzido naturalmente durante a fermentação.

    Uma equipe de pesquisadores da Austrália, da Grã-Bretanha e dos EUA identificou algumas fontes potenciais desse composto fedorento.

    Para chegarem ao resultado da pesquisa, os cientistas criaram um modelo de vinho e o expuseram a uma série de experimentos, incluindo a adição de uma mistura de polissulfanos e enxofre, com base em compostos químicos, e depois tratá-lo com antioxidantes como dióxido de enxofre e ácido ascórbico, que são frequentemente adicionados como conservantes.

    Eles examinaram não apenas os processos químicos que ocorrem na fermentação do vinho, mas também reações químicas que ocorrem como resultado de práticas comuns de vinificação.

    Segundo relatório divulgado, o sulfeto de hidrogênio é geralmente removido pelo produtor por meio de aeração, ou pela adição de sulfeto de cobre (Cu2).

    Tanto o sulfeto de hidrogênio quanto outros compostos voláteis de enxofre, como o metanotiol, podem retornar após o engarrafamento, quando as condições redutivas são retomadas.

    Além disso, eles acrescentam que “foi assumido que o polimento com Cu2 causou o sulfeto de hidrogênio a formar o sulfeto de cobre altamente insolúvel (Cu2S) que é facilmente removido por filtração, mas este não é o caso”.

    Os cientistas identificaram e mediram a concentração de uma variedade de compostos de enxofre no vinho durante seis meses de armazenamento. Eles descobriram que uma classe de polissulfanos tende a se decompor durante o armazenamento do vinho, correlacionando-se com o aumento do sulfeto de hidrogênio.

    Além disso, a decomposição do polisulfano e a liberação de H2S ocorreram com maior frequência no vinho tratado com dióxido de enxofre do que no vinho não tratado ou vinho tratado com ácido ascórbico.

    As descobertas fornecem fortes evidências de que os polissulfanos são a fonte de sulfeto de hidrogênio reemergente, mas os cientistas ainda querem fazer testes em vinhos reais.

    Caso isso seja confirmado, a pesquisa pode ajudar a identificar maneiras práticas de gerenciar o ressurgimento de compostos de enxofre fedidos, um dos principais problemas do vinho comercial engarrafado.

    Legal, né? E você, já passou pela experiência de abrir um vinho fedido?

    Fonte: Cosmos Magazine

  • Vinho ajuda a emagrecer?

    Unir o útil ao agradável é o que há. De acordo com uma pesquisa de 2009 realizada na Universidade de Harvard, nos EUA, o consumo de bebidas alcoólicas, como por exemplo o vinho, pode evitar o ganho de peso. Nesse estudo, os cientistas acompanharam quase 20 mil mulheres durante 13 anos, observando seu peso e seus hábitos em relação ao consumo de álcool.

    O resultado foi que, quando comparadas com as participantes que nunca bebiam, as mulheres que relatavam um consumo de bebida alcoólica de leve a moderado apresentaram um risco menor de desenvolver sobrepeso ou se tornarem obesas.

    Veja também:
    Indústria alimentícia deve reduzir o tamanho das porções, dizem especialistas
    Projeto que proíbe uso de animais em testes de cosméticos está pronto para ser votado na CAE

    Outra questão levantada é que entre bebidas como destilado, cerveja e vinho, este é o que mais se destaca na prevenção de peso.

    Isso ocorre porque o vinho tinto contém flavonoides, que têm poder antioxidante. Essas substâncias são benéficas para nossa saúde, pois elas atuam neutralizando radicais livres e impedindo a oxidação do colesterol ruim (LDL), diminuindo assim os riscos relacionados a doenças como a aterosclerose.

    IMPORTANTE:

    Vale destacar que apesar disso o vinho tinto não possui nutriente importante para o nosso organismo. Ou seja, o consumo de álcool em excesso pode gerar também uma série de outros problemas de saúde.

  • Beber mais de cinco drinques por semana pode encurtar a sua vida

    Uma taça de vinho ou uma lata de cerveja por dia não faz mal a ninguém, pelo contrário, os médicos até recomendam ingerir essa quantidade de álcool. Mas de acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Cambridge, beber mais do que isso pode tirar anos de sua vida.

    O estudo mostra que a ingestão diária de certa quantidade de álcool está associado a um risco maior de acidente vascular cerebral, aneurisma fatal, insuficiência cardíaca e morte. Os autores dizem que suas descobertas desafiam a crença generalizada de que o consumo moderado é benéfico para a saúde cardiovascular.

    “O consumo de álcool está associado a um risco ligeiramente menor de ataques cardíacos não fatais, mas isso deve ser equilibrado com o maior risco associado a outras doenças cardiovasculares graves – e potencialmente fatais”, disse uma das pesquisadoras.

    O estudo comparou os hábitos de saúde e bebida de mais de 600.000 pessoas em 19 países do mundo e controlou a idade, tabagismo, histórico de diabetes, nível de instrução e ocupação.

    O limite superior de segurança para beber era de cerca de cinco doses por semana (100g de álcool puro, 12,5 unidades ou pouco mais de cinco litros de cerveja ABV de 4% ou cinco copos de 175ml de vinho ABV de 13%). No entanto, beber acima desse limite foi relacionado à menor expectativa de vida. Por exemplo, tomar 10 ou mais doses por semana estava ligado a uma expectativa de vida de um a dois anos a menos. Ter ingerido 18 bebidas ou mais por semana, foi associado de quatro a cinco anos de expectativa de vida mais curta.

    Por outro lado, o consumo de álcool foi associado a um risco ligeiramente menor de ataques cardíacos não fatais.

    Os autores observam que as diferentes relações entre o consumo de álcool e vários tipos de doenças cardiovasculares, podem estar relacionadas aos efeitos elevadores do álcool na pressão arterial e a fatores relacionados ao colesterol HDL-C (também conhecido como colesterol “bom”). Eles enfatizam que o menor risco de infarto do miocárdio não fatal deve ser considerado no contexto do aumento do risco de várias outras doenças cardiovasculares graves e frequentemente fatais.

    Com o resultado da pesquisa, os cientistas recomendam que homens e mulheres não bebam mais do que seis litros de cerveja ou seis copos de vinho por semana.

  • Vinho tinto pode ajudar no combate às cáries e doenças na gengiva

    Segundo estudo publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry, foi identificado que o vinho tinto possui alguns componentes que podem proteger contra a formação de cáries e doenças nas gengivas.

    Isso ocorre porque muitos dos benefícios do vinho tinto estão relacionados aos polifenóis existentes na bebida. Eles são uma série de micronutrientes com propriedades antioxidantes que protegem contra a ação de radicais livres, que são átomos instáveis com papel fundamental no processo de envelhecimento celular.

    Assim, os cientistas acreditam que estes polifenóis do vinho tinto poderiam ter um efeito protetor na boca, evitando bactérias orais prejudiciais.