Tag: YouTube

  • YouTube enfrenta desafio para combater desinformação médica em vídeos

    YouTube enfrenta desafio para combater desinformação médica em vídeos

    O YouTube, a maior plataforma de vídeos online do mundo, anunciou recentemente novas políticas para remover conteúdos que divulgam informações falsas ou enganosas sobre saúde.

    Segundo a empresa, os vídeos que violam as diretrizes são aqueles que afirmam que uma substância ou método pode prevenir, tratar ou curar doenças graves, como câncer, autismo, HIV e Covid-19 .

    No entanto, uma pesquisa da agência Lupa revelou que ainda é possível encontrar dezenas de vídeos no YouTube que promovem receitas milagrosas e sem comprovação científica para essas e outras condições de saúde. Alguns exemplos são fórmulas à base de casca de limão, MMS (solução mineral milagrosa) e prata coloidal, que podem oferecer riscos à saúde dos pacientes .

    A reportagem da Lupa entrou em contato com o YouTube para questionar o processo de remoção dos vídeos e quantos já foram retirados do ar. A empresa informou que usa uma combinação de denúncias dos usuários, revisores humanos e tecnologia para detectar conteúdos problemáticos e que o processo é contínuo. A empresa não detalhou quantos vídeos foram removidos ou quantas pessoas fazem a análise .

    O YouTube também disse que trabalha em parceria com organizações de saúde e especialistas para fornecer informações confiáveis aos usuários. A plataforma disponibiliza painéis informativos com links para fontes oficiais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, em vídeos relacionados à saúde .

    A desinformação médica no YouTube é um problema grave, pois pode influenciar as decisões dos usuários sobre sua própria saúde e a de seus familiares. Além disso, pode contribuir para a desconfiança nas autoridades sanitárias e nos profissionais de saúde. Por isso, é importante que os usuários sejam críticos e verifiquem a credibilidade das fontes antes de acreditar em qualquer informação sobre saúde na internet.

    Segundo a empresa, os vídeos que violam as diretrizes são aqueles que afirmam que uma substância ou método pode prevenir, tratar ou curar doenças graves, como câncer, autismo, HIV e Covid-19 .

    No entanto, uma pesquisa da agência Lupa revelou que ainda é possível encontrar dezenas de vídeos no YouTube que promovem receitas milagrosas e sem comprovação científica para essas e outras condições de saúde. Alguns exemplos são fórmulas à base de casca de limão, MMS (solução mineral milagrosa) e prata coloidal, que podem oferecer riscos à saúde dos pacientes .

    A reportagem da Lupa entrou em contato com o YouTube para questionar o processo de remoção dos vídeos e quantos já foram retirados do ar. A empresa informou que usa uma combinação de denúncias dos usuários, revisores humanos e tecnologia para detectar conteúdos problemáticos e que o processo é contínuo. A empresa não detalhou quantos vídeos foram removidos ou quantas pessoas fazem a análise .

    O YouTube também disse que trabalha em parceria com organizações de saúde e especialistas para fornecer informações confiáveis aos usuários. A plataforma disponibiliza painéis informativos com links para fontes oficiais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, em vídeos relacionados à saúde .

    A desinformação médica no YouTube é um problema grave, pois pode influenciar as decisões dos usuários sobre sua própria saúde e a de seus familiares. Além disso, pode contribuir para a desconfiança nas autoridades sanitárias e nos profissionais de saúde. Por isso, é importante que os usuários sejam críticos e verifiquem a credibilidade das fontes antes de acreditar em qualquer informação sobre saúde na internet.

  • Dá pra burlar o bloqueio do YouTube para quem usa adblock?

    Dá pra burlar o bloqueio do YouTube para quem usa adblock?

    Você já se deparou com uma tela que impede você de assistir aos vídeos do YouTube porque você usa um bloqueador de anúncios? Se sim, saiba que você não está sozinho.

    O YouTube está realizando um experimento global para impedir que usuários que usam adblock assistam aos vídeos sem publicidade. Mas por que o YouTube está fazendo isso? E existe alguma maneira de contornar essa restrição? Neste post, vamos explicar o que está acontecendo e quais são as possíveis soluções.

    O que é um adblock?

    Um adblock é uma extensão para navegador que permite bloquear anúncios de sites e vídeos, como os do YouTube. Ele pode tornar a navegação mais rápida, segura e menos poluída. Muitas pessoas usam adblock para evitar a interrupção dos vídeos por anúncios que não podem ser pulados ou que aparecem no meio da reprodução.

    Por que o YouTube está bloqueando quem usa adblock?

    Segundo a plataforma, essa medida visa incentivar os espectadores a permitir anúncios no YouTube ou experimentar o YouTube Premium, que oferece acesso sem anúncios e outros benefícios. O YouTube afirma que o uso de bloqueadores viola os Termos de Serviço do site e prejudica o ecossistema de criadores que dependem da receita dos anúncios. Os anúncios são a principal fonte de renda do YouTube e dos produtores de conteúdo que usam a plataforma.

    Como funciona o bloqueio?

    Os usuários afetados recebem uma notificação que informa que o player de vídeo será bloqueado depois de assistir a três vídeos com o adblock ativo, a menos que desativem a ferramenta ou permitam os anúncios. O bloqueio é temporário e pode ser revertido se o usuário seguir as instruções da plataforma. O YouTube diz que leva a desativação de reprodução muito a sério e só faz isso se os usuários ignorarem pedidos repetidos para permitir os anúncios.

    Como burlar o bloqueio?

    Existem algumas maneiras de tentar burlar o bloqueio de adblock no YouTube, mas nenhuma delas é garantida ou recomendada pela plataforma. Algumas delas são:

    • Usar um navegador ou uma extensão que tenha um bloqueador de anúncios nativo, como o DuckDuckGo ou o AdBlock Video. Esses bloqueadores podem não ser detectados pelo YouTube ou podem ter alguma forma de enganar o sistema.

    • Usar um script que desative o anti-adblock do YouTube, como o Anti Adblock Killer. Esse script é um código que pode ser instalado em uma extensão chamada Tampermonkey e que promete desabilitar as telas que detectam o adblock.

    • Permitir anúncios de canais específicos do YouTube que você queira apoiar, usando as opções do AdBlock. Essa opção permite que você crie uma lista de exceções para os canais que você gosta e quer ajudar financeiramente. Assim, você pode assistir aos vídeos desses canais com anúncios e sem bloqueio.

    Qual é a melhor opção?

    A melhor opção depende da sua preferência e do seu orçamento. Se você quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem burlar as regras, a melhor opção é assinar o YouTube Premium. Essa assinatura custa R$ 20,90 por mês e oferece acesso ilimitado ao YouTube sem anúncios, ao YouTube Music e ao YouTube Originals. Além disso, você pode baixar vídeos para assistir offline e reproduzir vídeos em segundo plano no seu celular.

    Se você não quiser pagar pelo YouTube Premium, mas quiser apoiar os criadores de conteúdo, você pode permitir os anúncios dos canais que você gosta usando as opções do AdBlock. Assim, você contribui para a renda dos produtores e evita o bloqueio do player.

    Se você não se importar em burlar as regras e quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem pagar nada, você pode tentar usar um navegador ou uma extensão com bloqueador nativo ou um script que desative o anti-adblock. No entanto, essas soluções podem não funcionar sempre ou podem trazer riscos de segurança ou de violação de privacidade. Além disso, você pode prejudicar os criadores de conteúdo que dependem dos anúncios para continuar produzindo.

    O YouTube está realizando um experimento global para impedir que usuários que usam adblock assistam aos vídeos sem publicidade. Mas por que o YouTube está fazendo isso? E existe alguma maneira de contornar essa restrição? Neste post, vamos explicar o que está acontecendo e quais são as possíveis soluções.

    O que é um adblock?

    Um adblock é uma extensão para navegador que permite bloquear anúncios de sites e vídeos, como os do YouTube. Ele pode tornar a navegação mais rápida, segura e menos poluída. Muitas pessoas usam adblock para evitar a interrupção dos vídeos por anúncios que não podem ser pulados ou que aparecem no meio da reprodução.

    Por que o YouTube está bloqueando quem usa adblock?

    Segundo a plataforma, essa medida visa incentivar os espectadores a permitir anúncios no YouTube ou experimentar o YouTube Premium, que oferece acesso sem anúncios e outros benefícios. O YouTube afirma que o uso de bloqueadores viola os Termos de Serviço do site e prejudica o ecossistema de criadores que dependem da receita dos anúncios. Os anúncios são a principal fonte de renda do YouTube e dos produtores de conteúdo que usam a plataforma.

    Como funciona o bloqueio?

    Os usuários afetados recebem uma notificação que informa que o player de vídeo será bloqueado depois de assistir a três vídeos com o adblock ativo, a menos que desativem a ferramenta ou permitam os anúncios. O bloqueio é temporário e pode ser revertido se o usuário seguir as instruções da plataforma. O YouTube diz que leva a desativação de reprodução muito a sério e só faz isso se os usuários ignorarem pedidos repetidos para permitir os anúncios.

    Como burlar o bloqueio?

    Existem algumas maneiras de tentar burlar o bloqueio de adblock no YouTube, mas nenhuma delas é garantida ou recomendada pela plataforma. Algumas delas são:

    • Usar um navegador ou uma extensão que tenha um bloqueador de anúncios nativo, como o DuckDuckGo ou o AdBlock Video. Esses bloqueadores podem não ser detectados pelo YouTube ou podem ter alguma forma de enganar o sistema.

    • Usar um script que desative o anti-adblock do YouTube, como o Anti Adblock Killer. Esse script é um código que pode ser instalado em uma extensão chamada Tampermonkey e que promete desabilitar as telas que detectam o adblock.

    • Permitir anúncios de canais específicos do YouTube que você queira apoiar, usando as opções do AdBlock. Essa opção permite que você crie uma lista de exceções para os canais que você gosta e quer ajudar financeiramente. Assim, você pode assistir aos vídeos desses canais com anúncios e sem bloqueio.

    Qual é a melhor opção?

    A melhor opção depende da sua preferência e do seu orçamento. Se você quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem burlar as regras, a melhor opção é assinar o YouTube Premium. Essa assinatura custa R$ 20,90 por mês e oferece acesso ilimitado ao YouTube sem anúncios, ao YouTube Music e ao YouTube Originals. Além disso, você pode baixar vídeos para assistir offline e reproduzir vídeos em segundo plano no seu celular.

    Se você não quiser pagar pelo YouTube Premium, mas quiser apoiar os criadores de conteúdo, você pode permitir os anúncios dos canais que você gosta usando as opções do AdBlock. Assim, você contribui para a renda dos produtores e evita o bloqueio do player.

    Se você não se importar em burlar as regras e quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem pagar nada, você pode tentar usar um navegador ou uma extensão com bloqueador nativo ou um script que desative o anti-adblock. No entanto, essas soluções podem não funcionar sempre ou podem trazer riscos de segurança ou de violação de privacidade. Além disso, você pode prejudicar os criadores de conteúdo que dependem dos anúncios para continuar produzindo.

  • 7 formas de ganhar dinheiro online em 2023

    7 formas de ganhar dinheiro online em 2023

    A internet oferece diversas oportunidades para quem quer gerar renda extra ou até mesmo viver de seus talentos e paixões. Se você está em busca de ideias para ganhar dinheiro online em 2023, confira estas 7 sugestões:

    1. Yaar: se você é um criador de conteúdo adulto de qualquer gênero, esta é a plataforma ideal para você. No Yaar, você pode monetizar sua criatividade com planos de assinatura personalizados, que dão acesso aos seus seguidores a fotos, vídeos e textos exclusivos. Além disso, você pode interagir com seus fãs por meio de chat privado, transmissões ao vivo e muito mais. O site é seguro, discreto e fácil de usar. Acesse yaar.com.br e comece a ganhar dinheiro com o seu conteúdo.

    2. YouTube: o maior site de vídeos do mundo continua sendo uma ótima fonte de renda para quem produz conteúdo de qualidade e atrai uma audiência fiel. Você pode ganhar dinheiro com anúncios, patrocínios, merchandising e participação no YouTube Premium. Para isso, é preciso ter pelo menos 1.000 inscritos e 4.000 horas de visualização nos últimos 12 meses.

    3. Instagram: a rede social mais popular do momento também oferece diversas formas de ganhar dinheiro online. Você pode se tornar um influenciador digital e fechar parcerias com marcas que se alinham ao seu nicho e público. Você também pode vender seus próprios produtos ou serviços, usar o Instagram Shopping para facilitar as compras dos seus seguidores ou criar conteúdo exclusivo para o Instagram Reels e o IGTV.

    4. Podcast: se você gosta de falar sobre um assunto específico e tem uma boa voz, pode criar um podcast e monetizá-lo de várias formas. Você pode inserir anúncios em seus episódios, receber doações dos seus ouvintes, oferecer conteúdo premium por meio de plataformas como o Spotify ou o Patreon ou vender produtos ou serviços relacionados ao seu tema.

    5. Blog: se você prefere escrever do que falar, pode criar um blog sobre um assunto que domina e que tenha demanda na internet. Você pode ganhar dinheiro com anúncios, afiliados, patrocínios ou vendendo seus próprios produtos ou serviços. Para isso, é preciso ter um bom domínio da escrita, produzir conteúdo relevante e otimizado para os mecanismos de busca e divulgar seu blog nas redes sociais.

    6. E-commerce: se você tem um produto físico ou digital para vender, pode criar uma loja virtual e aproveitar o crescimento do comércio eletrônico no Brasil e no mundo. Você pode usar plataformas como o Shopify, o WooCommerce ou o Mercado Livre para criar sua loja online sem precisar de conhecimentos técnicos. Você também pode usar as redes sociais e os marketplaces para divulgar seus produtos e aumentar suas vendas.

    7. Freelancer: se você tem uma habilidade profissional que possa ser prestada à distância, pode se tornar um freelancer e oferecer seus serviços online para clientes de todo o mundo. Você pode usar plataformas como o Workana, o 99freelas ou o Fiverr para encontrar projetos que se encaixem no seu perfil e na sua disponibilidade. Você também pode criar seu próprio portfólio online e divulgar seus serviços nas redes sociais ou em grupos específicos.

    Essas são apenas algumas das formas de ganhar dinheiro online em 2023. Existem muitas outras possibilidades que podem surgir com as novas tendências e tecnologias. O importante é escolher algo que você goste de fazer, que tenha demanda no mercado e que seja rentável.

    1. Yaar: se você é um criador de conteúdo adulto de qualquer gênero, esta é a plataforma ideal para você. No Yaar, você pode monetizar sua criatividade com planos de assinatura personalizados, que dão acesso aos seus seguidores a fotos, vídeos e textos exclusivos. Além disso, você pode interagir com seus fãs por meio de chat privado, transmissões ao vivo e muito mais. O site é seguro, discreto e fácil de usar. Acesse yaar.com.br e comece a ganhar dinheiro com o seu conteúdo.

    2. YouTube: o maior site de vídeos do mundo continua sendo uma ótima fonte de renda para quem produz conteúdo de qualidade e atrai uma audiência fiel. Você pode ganhar dinheiro com anúncios, patrocínios, merchandising e participação no YouTube Premium. Para isso, é preciso ter pelo menos 1.000 inscritos e 4.000 horas de visualização nos últimos 12 meses.

    3. Instagram: a rede social mais popular do momento também oferece diversas formas de ganhar dinheiro online. Você pode se tornar um influenciador digital e fechar parcerias com marcas que se alinham ao seu nicho e público. Você também pode vender seus próprios produtos ou serviços, usar o Instagram Shopping para facilitar as compras dos seus seguidores ou criar conteúdo exclusivo para o Instagram Reels e o IGTV.

    4. Podcast: se você gosta de falar sobre um assunto específico e tem uma boa voz, pode criar um podcast e monetizá-lo de várias formas. Você pode inserir anúncios em seus episódios, receber doações dos seus ouvintes, oferecer conteúdo premium por meio de plataformas como o Spotify ou o Patreon ou vender produtos ou serviços relacionados ao seu tema.

    5. Blog: se você prefere escrever do que falar, pode criar um blog sobre um assunto que domina e que tenha demanda na internet. Você pode ganhar dinheiro com anúncios, afiliados, patrocínios ou vendendo seus próprios produtos ou serviços. Para isso, é preciso ter um bom domínio da escrita, produzir conteúdo relevante e otimizado para os mecanismos de busca e divulgar seu blog nas redes sociais.

    6. E-commerce: se você tem um produto físico ou digital para vender, pode criar uma loja virtual e aproveitar o crescimento do comércio eletrônico no Brasil e no mundo. Você pode usar plataformas como o Shopify, o WooCommerce ou o Mercado Livre para criar sua loja online sem precisar de conhecimentos técnicos. Você também pode usar as redes sociais e os marketplaces para divulgar seus produtos e aumentar suas vendas.

    7. Freelancer: se você tem uma habilidade profissional que possa ser prestada à distância, pode se tornar um freelancer e oferecer seus serviços online para clientes de todo o mundo. Você pode usar plataformas como o Workana, o 99freelas ou o Fiverr para encontrar projetos que se encaixem no seu perfil e na sua disponibilidade. Você também pode criar seu próprio portfólio online e divulgar seus serviços nas redes sociais ou em grupos específicos.

    Essas são apenas algumas das formas de ganhar dinheiro online em 2023. Existem muitas outras possibilidades que podem surgir com as novas tendências e tecnologias. O importante é escolher algo que você goste de fazer, que tenha demanda no mercado e que seja rentável.

  • Como os youtubers e influenciadores do Instagram iludem os brasileiros que querem morar em Portugal

    Como os youtubers e influenciadores do Instagram iludem os brasileiros que querem morar em Portugal

    Reportagem da Deutsche Welle (DW) critica influenciadores que vendem “uma falsa ilusão” sobre Portugal, mostrando apenas as vantagens e omitindo os problemas.

    A matéria aborda a situação dos imigrantes brasileiros em Portugal, que enfrentam dificuldades para se integrar ao mercado de trabalho e à sociedade portuguesa.

    Segundo a reportagem, muitos brasileiros chegam ao país com expectativas elevadas, mas se deparam com a burocracia, a exploração, a discriminação e a falta de oportunidades.

    A matéria cita dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que mostram que os brasileiros são a maior comunidade estrangeira em Portugal, com cerca de 151 mil residentes em 2019. No entanto, apenas 15% deles têm ensino superior, e a maioria trabalha em setores como construção civil, limpeza e hotelaria, com baixos salários e poucos direitos.

    A matéria também relata casos de brasileiros que foram vítimas de golpes, violência ou abusos por parte de empregadores ou intermediários. Além disso, a matéria destaca os desafios para a regularização dos imigrantes, que dependem de uma série de documentos e taxas, e que muitas vezes são impedidos de acessar serviços públicos essenciais, como saúde e educação.

    Confira a matéria completa neste link.

    A matéria aborda a situação dos imigrantes brasileiros em Portugal, que enfrentam dificuldades para se integrar ao mercado de trabalho e à sociedade portuguesa.

    Segundo a reportagem, muitos brasileiros chegam ao país com expectativas elevadas, mas se deparam com a burocracia, a exploração, a discriminação e a falta de oportunidades.

    A matéria cita dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que mostram que os brasileiros são a maior comunidade estrangeira em Portugal, com cerca de 151 mil residentes em 2019. No entanto, apenas 15% deles têm ensino superior, e a maioria trabalha em setores como construção civil, limpeza e hotelaria, com baixos salários e poucos direitos.

    A matéria também relata casos de brasileiros que foram vítimas de golpes, violência ou abusos por parte de empregadores ou intermediários. Além disso, a matéria destaca os desafios para a regularização dos imigrantes, que dependem de uma série de documentos e taxas, e que muitas vezes são impedidos de acessar serviços públicos essenciais, como saúde e educação.

    Confira a matéria completa neste link.

  • 7 séries documentais que explicam a economia atual (e por que você deveria assistir)

    7 séries documentais que explicam a economia atual (e por que você deveria assistir)

    A economia é um tema complexo e muitas vezes confuso, mas também é fundamental para entender o mundo em que vivemos.

    Se você quer aprender mais sobre como funciona o sistema econômico, quais são os seus desafios e oportunidades, e como ele afeta a sua vida, confira estas 7 séries documentais que selecionamos para você. Elas abordam desde a história da moeda e do comércio, até as crises financeiras e as desigualdades sociais. São séries que combinam informação, análise e entretenimento, e que vão te ajudar a compreender melhor a economia atual.

    1. Money Heist: The Phenomenon (Netflix): Esta série mostra os bastidores da produção e do sucesso mundial de La Casa de Papel, a série espanhola que narra o assalto à Casa da Moeda da Espanha. Além de revelar curiosidades e depoimentos dos criadores e dos atores, a série também explora as questões políticas e sociais que estão por trás da trama, como a crise econômica na Europa, o papel do Estado e dos bancos, e a rebelião popular contra o sistema.
    2. Explained: Money (Netflix): Esta série faz parte da franquia Explained, que aborda diversos temas de forma simples e didática. A temporada dedicada ao dinheiro explica conceitos como criptomoedas, lavagem de dinheiro, apostas esportivas, pirâmides financeiras, entre outros. Cada episódio conta com a participação de especialistas e personalidades que dão o seu ponto de vista sobre o assunto.
    3. Capital in the Twenty-First Century (Amazon Prime Video): Baseado no livro homônimo do economista francês Thomas Piketty, este documentário analisa a evolução da riqueza e da desigualdade no mundo desde o século XVIII até os dias de hoje. Através de dados históricos e estatísticos, o filme mostra como o capitalismo gerou concentração de renda e poder nas mãos de uma elite, e quais são as possíveis alternativas para reduzir o abismo social.
    4. Dirty Money (Netflix): Esta série investiga casos reais de corrupção, fraude e crime no mundo dos negócios. Cada episódio conta a história de uma empresa ou de uma pessoa que se envolveu em escândalos financeiros, como a Volkswagen, a HSBC, o ex-primeiro-ministro da Malásia, entre outros. A série revela os bastidores das operações ilegais, as consequências para as vítimas e para a sociedade, e as tentativas de punição e justiça.
    5. Rotten (Netflix): Esta série expõe os problemas e os conflitos que existem na indústria alimentícia global. Cada episódio foca em um produto específico, como mel, alho, chocolate, leite, entre outros, e mostra como eles são produzidos, comercializados e consumidos. A série denuncia as práticas abusivas e antiéticas que afetam os produtores, os trabalhadores, os consumidores e o meio ambiente.
    6. The Ascent of Money (YouTube): Esta série é baseada no livro do historiador britânico Niall Ferguson, que conta a história do dinheiro e do sistema financeiro desde a antiguidade até os tempos modernos. A série explica como surgiram as moedas, os bancos, as bolsas de valores, os seguros, os créditos, entre outros elementos que moldaram a economia mundial. A série também mostra como as crises econômicas afetaram a política e a sociedade ao longo da história.
    7. Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates (Netflix): Esta série retrata a vida e a mente do fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do mundo, Bill Gates. A série mostra como ele construiu o seu império tecnológico, quais são os seus interesses e hobbies pessoais, e como ele usa a sua fortuna para financiar projetos filantrópicos na área da saúde, da educação e do meio ambiente. A série também revela os desafios e as críticas que ele enfrent

    Se você quer aprender mais sobre como funciona o sistema econômico, quais são os seus desafios e oportunidades, e como ele afeta a sua vida, confira estas 7 séries documentais que selecionamos para você. Elas abordam desde a história da moeda e do comércio, até as crises financeiras e as desigualdades sociais. São séries que combinam informação, análise e entretenimento, e que vão te ajudar a compreender melhor a economia atual.

    1. Money Heist: The Phenomenon (Netflix): Esta série mostra os bastidores da produção e do sucesso mundial de La Casa de Papel, a série espanhola que narra o assalto à Casa da Moeda da Espanha. Além de revelar curiosidades e depoimentos dos criadores e dos atores, a série também explora as questões políticas e sociais que estão por trás da trama, como a crise econômica na Europa, o papel do Estado e dos bancos, e a rebelião popular contra o sistema.
    2. Explained: Money (Netflix): Esta série faz parte da franquia Explained, que aborda diversos temas de forma simples e didática. A temporada dedicada ao dinheiro explica conceitos como criptomoedas, lavagem de dinheiro, apostas esportivas, pirâmides financeiras, entre outros. Cada episódio conta com a participação de especialistas e personalidades que dão o seu ponto de vista sobre o assunto.
    3. Capital in the Twenty-First Century (Amazon Prime Video): Baseado no livro homônimo do economista francês Thomas Piketty, este documentário analisa a evolução da riqueza e da desigualdade no mundo desde o século XVIII até os dias de hoje. Através de dados históricos e estatísticos, o filme mostra como o capitalismo gerou concentração de renda e poder nas mãos de uma elite, e quais são as possíveis alternativas para reduzir o abismo social.
    4. Dirty Money (Netflix): Esta série investiga casos reais de corrupção, fraude e crime no mundo dos negócios. Cada episódio conta a história de uma empresa ou de uma pessoa que se envolveu em escândalos financeiros, como a Volkswagen, a HSBC, o ex-primeiro-ministro da Malásia, entre outros. A série revela os bastidores das operações ilegais, as consequências para as vítimas e para a sociedade, e as tentativas de punição e justiça.
    5. Rotten (Netflix): Esta série expõe os problemas e os conflitos que existem na indústria alimentícia global. Cada episódio foca em um produto específico, como mel, alho, chocolate, leite, entre outros, e mostra como eles são produzidos, comercializados e consumidos. A série denuncia as práticas abusivas e antiéticas que afetam os produtores, os trabalhadores, os consumidores e o meio ambiente.
    6. The Ascent of Money (YouTube): Esta série é baseada no livro do historiador britânico Niall Ferguson, que conta a história do dinheiro e do sistema financeiro desde a antiguidade até os tempos modernos. A série explica como surgiram as moedas, os bancos, as bolsas de valores, os seguros, os créditos, entre outros elementos que moldaram a economia mundial. A série também mostra como as crises econômicas afetaram a política e a sociedade ao longo da história.
    7. Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates (Netflix): Esta série retrata a vida e a mente do fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do mundo, Bill Gates. A série mostra como ele construiu o seu império tecnológico, quais são os seus interesses e hobbies pessoais, e como ele usa a sua fortuna para financiar projetos filantrópicos na área da saúde, da educação e do meio ambiente. A série também revela os desafios e as críticas que ele enfrent
  • YouTube vai bloquear conteúdo antivacina e derrubar canais que publiquem Fake News sobre Covid-19


    A mudança acontece após o YouTube e outros gigantes da tecnologia como o Facebook e Twitter serem criticados por não impedirem a disseminação de informações falsas de saúde em seus sites.


    (mais…)
  • YouTube remove 11 vídeos de Bolsonaro sobre cloroquina


    Conteúdo em áudio produzido sob encomenda e para uso exclusivo do contratante

    [arm_restrict_content plan=”1,2,unregistered” type=”show”]

    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Para ter acesso, utilizar, reproduzir ou modificar, assine um dos nossos planos. Saiba mais aqui.

    [/arm_restrict_content]


    Veja também:

    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

    [spreaker type=player resource=”show_id=4878290″ width=”100%” height=”350px” theme=”light” playlist=”show” playlist-continuous=”false” autoplay=”false” live-autoplay=”false” chapters-image=”true” episode-image-position=”right” hide-logo=”false” hide-likes=”false” hide-comments=”false” hide-sharing=”false” hide-download=”true”]


  • YouTube vai remover vídeos que defendem uso de cloroquina e ivermectina no tratamento da Covid-19

    Ouça a W:

    [arm_restrict_content plan=”1,2,unregistered” type=”show”]
    [/arm_restrict_content] [arm_restrict_content plan=”1,2,unregistered” type=”show”]

    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Para ter acesso, utilizar, reproduzir ou modificar, assine um dos nossos planos. Saiba mais aqui.

    [/arm_restrict_content]

    Veja também:


    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.