Áudio

  • Preço do gás de cozinha é reajustado em 8,5% nas refinarias a partir desta terça-feira

    O preço do botijão do gás de cozinha de 13 quilos foi reajustado pela Petrobras. O aumento de 8,5% entrou em vigor nesta terça-feira (6).

    De acordo com a estatal, o preço médio de venda nas refinarias para os distribuidores, sem tributos, será de R$ 25,07.

    O valor é R$ 1,97 mais caro em relação ao preço de R$ 23,10 que estava em vigor desde julho.

    Segundo a companhia, os motivos para o reajuste foram a desvalorização do real frente ao dólar e as elevações nas cotações internacionais do Gás Liquefeito de Petróleo.

    Desde janeiro, quando passou a ter reajustes trimestrais, a alta acumulada no preço do gás de cozinha foi de 69 centavos, o equivalente a 2,8%.

    Foram aplicadas reduções no preço em janeiro e abril, uma elevação em julho e mais este aumento agora em novembro.

  • Cai número de notificações de sarampo no Amazonas em outubro

    As notificações de casos de sarampo no Amazonas caíram 70% nos primeiros 20 dias de outubro, comparado ao mesmo período de setembro. Foram 149 notificações em outubro, contra 509 em setembro.

    Os dados são do boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, nesta semana.

    No acumulado do ano, até o momento já são 10.653 notificações, em 49 cidades amazonenses. Desses, pouco mais de 2 mil casos já foram confirmados e outros 7.611 ainda estão sob investigação.

    Manaus continua sendo a cidade com mais notificações. De 20 de setembro a 20 de outubro foram 188. Itacoatiara vem em segundo lugar, com 16 notificações.

    Nos últimos 30 dias, além da capital, outras nove cidades apresentaram notificações.

    São cidades que ainda apresentam baixa cobertura vacinal. O assunto foi tema de duas reuniões realizadas nesta semana.

    Autoridades buscam estratégias para as cidades melhorarem a cobertura na segunda dose de reforço.

  • Polícia Federal prende o suspeito de mandar matar a ex-mulher Karina Garofalo

    A Polícia Federal prendeu na manhã desta sexta-feira (02), em Bananal, no interior de São Paulo, Pedro Paulo Barros Pereira Junior, suspeito de encomendar a morte de sua ex- mulher, Karina Garofalo, em agosto deste ano.

    Pedro Paulo, que é industriário, foi trazido para a Superintendência da PF, na Praça Mauá, e depois encaminhado ao IML para realização de exame de corpo de delito.

    O industriário está preso preventivamente na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica.

    Em depoimento à Polícia Federal, Pedro Paulo negou que tenha matado a ex-mulher.

    Karina foi morta a tiros em frente ao condomínio Sun Prime, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

    O filho do casal, de 13 anos, que acompanhava a mãe, reconheceu o atirador como Paulo Maurício Barros Pereira, primo de seu pai.

    O homicídio foi registrado por câmeras de segurança. O menino não ficou ferido.

    De acordo com a polícia, o crime foi praticado por vingança e ciúmes.

    Paulo Maurício está preso. Ele se entregou seis dias após o crime.

    No dia 28 de agosto, agentes da Delegacia de Homicídios da Capital também prenderam Hamir Feitosa, de 28 anos, em Pinheiral, no Sul Fluminense. Ele é acusado de pilotar a motocicleta que deu cobertura a ação criminosa.

    Em setembro, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, denunciou à Justiça o industriário Pedro Paulo Barros Pereira Júnior, o comerciante Paulo Maurício Barros Pereira e o guarda municipal de Resende, Hamir Feitosa, pelo assassinato de Karina Garofalo.

    Os três foram denunciados por homicídio qualificado e feminicídio, com pena prevista de 12 a 30 anos de reclusão e aumento da pena até a metade pelo fato de o crime ter sido cometido por razões de gênero.

  • Deputado Eduardo Bolsonaro é intimado para se manifestar sobre denúncia por ameaça

    O deputado federal Eduardo Bolsonaro, do PSL, terá até o dia 14 de novembro para responder à intimação do Supremo Tribunal Federal sobre uma denúncia por suposta ameaça à Patrícia Lelis, que trabalhou no PSC, antigo partido de Eduardo.

    Em abril, a procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, denunciou o parlamentar. Segundo a PGR, por meio do aplicativo Telegram, Eduardo Bolsonaro enviou várias mensagens com ofensas à Patrícia.

    A discussão ocorreu depois que Eduardo postou no Facebook que estaria namorando a jovem, mas ela nega a relação. À época, a vítima prestou depoimento relatando o suposto crime.

    Na denúncia, a procuradora informa que a pena mínima estabelecida para o caso é de um ano de detenção. Mas, propõe um acordo para que o parlamentar pague uma indenização à vítima por danos morais no valor de R$ 50 mil.

    Tentamos contato com a defesa do deputado, mas até o fechamento desta edição não obtivemos retorno.

  • IBGE: registros de nascimento voltam a crescer após queda devido à epidemia de zika

    Mais de dois milhões e oitocentos e sessenta sete bebês nasceram e foram registrados no país no ano de 2017.

    Os registros de nascimentos cresceram 2,6% em relação a 2016 e demonstram a recuperação dos nascimentos no país após um ano de queda possivelmente em consequência da epidemia do zika vírus.

    As informações são da Estatística do Registro Civil 2017 divulgadas nesta quarta-feira (31) pelo IBGE.

    O único estado com redução no número de nascimentos registrados foi Rio Grande do Sul.

    Os estados com crescimento acima de 5% nos registros foram Tocantins, Mato Grosso do Sul, Acre, Espírito Santo, Rondônia, Rio de Janeiro e Sergipe.

    Outra característica dos registros é a queda na proporção de nascimentos de filhos de mães com idade menor do que 30 anos e aumento na faixa etária entre 30 a 34 anos.

    A coordenadora da pesquisa, Klivia Oliveira, explica que o aumento não significa incremento da taxa de natalidade.

    Ela acrescenta também que o Brasil vem avançando muito nas estratégias para garantir o registro de todas as crianças, em parte pelas políticas sociais implementadas nos últimos anos.

    Em mais de 98% dos casos das crianças nascidas com vida o local de nascimento são os hospitais ou estabelecimentos de saúde sem internação.

    As estatísticas mostram também aumento do registros de óbitos. O crescimento foi de 23,5% nos últimos 10 anos.

    Segundo o IBGE, o resultado se deve à redução da mortalidade infantil o que possibilitou que mais pessoas morressem ao envelhecer.

    Até os 14 anos, houve queda na mortalidade tanto para meninos, quanto para meninas, sendo que as mulheres mantém trajetória de queda até os 29 anos. Já na população masculina, entre 15 e 39 anos, houve mais registros de mortes, com exceção do grupo de 25 a 29 anos.

    As mortes por causas externas, ou seja, aqueles causados por acidentes ou violência, aumentaram mais em relação aos óbitos por causas naturais e explicam o maior número de mortes entre a população masculina.

    Em 2017, um indivíduo do sexo masculino de 20 anos tinha 11 vezes mais chance de não completar os 25 anos do que se fosse do sexo feminino.

  • Mais de 1 milhão de passageiros devem passar pelos aeroportos da Infraero no feriado de Finados

    Os aeroportos da Infraero devem receber mais de 1 milhão de passageiros entre os dias 1º e 5 de novembro. O número representa alta de 4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados aproximadamente 973 mil embarques e desembarques nos terminais administrados pela empresa.

    A movimentação de aeronaves também deve crescer. São estimados quase 8.900 pousos e decolagens, alta de 3,7% em relação ao que foi registrado em 2017. O levantamento leva em conta a oferta de assentos das empresas aéreas para o período.

    Para dar conta da demanda, a Infraero vai desenvolver ações nos terminais para tentar garantir a fluidez, o conforto e a segurança de quem vai viajar de avião. Entre as medidas, estão a intensificação dos trabalhos das equipes de segurança e de operações, incluindo as de plantão, por meio de remanejamento das escalas de trabalho.

    A empresa também realizou manutenção em equipamentos como esteiras de bagagens, elevadores e escadas rolantes. A estatal vai colocar à disposição funcionários com colete amarelo que estampa a frase “Posso Ajudar?”. Os trabalhadores estarão de prontidão nos saguões e áreas públicas para tirar dúvidas sobre horários de voos, portões de embarque e fazer outros esclarecimentos.

    Quem quiser pode também acessar o Guia do Passageiro para tirar dúvidas sobre, por exemplo, bagagens, transporte de animais e produtos de origem animal e vegetal trazidos do exterior. O documento está disponível no site: transportes.gov.br/novoguiadopassageiro.

  • Sérgio Cabral vira réu pela 26ª vez; ex-governador é acusado de lavagem de dinheiro

    O Juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, aceitou mais uma denúncia contra o ex-governador do estado Sérgio Cabral, que virou réu pela 26ª vez no âmbito da Operação Lava Jato.

    Desta vez, ele é acusado de lavagem de dinheiro, em ação que é um desdobramento das operações Calicute e Eficiência, que apuram um esquema de corrupção no âmbito do governo do estado do Rio, que seria liderado por Cabral.

    Além do ex-governador, também são réus no processo a ex-primeira dama, Adriana Ancelmo; o ex-sócio dela em um escritório de advocacia, Thiago de Aragão Gonçalves Pereira e Silva; e o empresário Ítalo Garritano Barros.

    De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal, Cabral usou a rede de restaurantes Japoneses Manekineko para fazer a lavagem de parte do dinheiro desviado por sua quadrilha. Para isso, a rede Manekineko emitia notas fiscais falsas, relativas à prestação de serviços advocatícios inexistentes, pelo escritório de Adriana Ancelmo.

    Ainda segundo a denúncia, o esquema foi utilizado em pelo menos 16 oportunidades distintas, em um período de dois anos, para lavar R$ 3,1 milhões de origem ilícita.

    A reportagem procurou a defesa dos envolvidos e a rede de restaurantes Manekineko para se manifestarem sobre o caso, mas não obteve contato com nenhum deles até o fechamento da matéria.

  • Fachin nega pedido de liminar para suspender ação penal de Lula em caso Odebrecht

    O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, negou pedido de suspensão de uma das ações penais em que o ex-presidente Lula é acusado de ter recebido propina da empresa Odebrecht. A decisão é liminar.

    O caso está sob responsabilidade do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

    No pedido, os advogados de Lula argumentaram que uma decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU recomendou que o Brasil não pratique nenhum ato que atrapalhe a conclusão do processo aberto na própria ONU sobre supostas irregularidades cometidas por Moro contra o ex-presidente.

    Para a defesa de Lula, Moro não poderia dar andamento a mais uma ação penal contra o ex-presidente ao mesmo tempo em que tem a sua imparcialidade julgada na ONU.

    Mas, na decisão, Edson Fachin entendeu que a recomendação não se aplica ao caso.

    Em setembro, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral, considerou, por 6 votos a 1, que uma outra recomendação da ONU, para que fossem garantidos os direitos políticos de Lula, não vincularia à Justiça Eleitoral brasileira e julgou o ex-presidente inelegível pela Lei da Ficha Limpa.

    Também ministro do TSE, Fachin foi o único a votar na ocasião de modo favorável ao ex-presidente.

    Lula está preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde cumpre a pena de 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex no Guarujá (SP).

    A condenação foi confirmada pela segunda instância da Justiça Federal, o que levou o TSE a enquadrar o ex-presidente na Lei da Ficha Limpa. Ele recorre às instâncias superiores contra essa condenação.

  • Segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa começa na quinta-feira em todo o país

    A partir da próxima quinta-feira, 1º de novembro, pecuaristas de várias regiões do país podem iniciar a segunda etapa da vacinação contra febre aftosa, que vai atingir animais com até 24 meses.

    A primeira etapa foi realizada em maio, quando foram vacinados 197,87 milhões de animais, de um total previsto de 201,23 milhões de cabeças.

    Apenas o Acre, Espírito Santo, Paraná e parte de Roraima vão vacinar todo o rebanho.

    Os estados com maior número de animais são o Mato Grosso, com 30 milhões, seguido de Minas Gerais, com pouco mais de 23 milhões de cabeças.

    A cidade com o maior rebanho é São Félix do Xingu, no Pará: 2,2 milhões de animais.

    O Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa dividiu o país em cinco blocos de estados para a eliminação completa da necessidade de vacinação até 2026.

    De acordo com o Ministério da Agricultura, mesmo com o Brasil começando a retirar a vacinação, está sendo criado o Banco de Vacinas e Antígenos.

    O banco terá estoques estratégicos de vacinas aos quais os países poderão recorrer em caso de eventuais emergências sanitárias.

    O Brasil é considerado livre de febre aftosa com vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal.

    O estado de Santa Catarina, que não vacina o rebanho desde 2000, é reconhecido, desde 2007, como área livre da doença sem vacinação.

  • Agentes encontram túnel em cela de presídio de Belém no Pará

    Agentes prisionais encontraram um túnel numa cela do Complexo de Santa Izabel, no Centro de Recuperação Penitenciário Pará III, região metropolitana de Belém.

    O procedimento ocorreu após agentes de plantão perceberem uma movimentação suspeita no bloco carcerário nessa segunda-feira.

    De acordo com a Susipe – Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado, não houve registro de nenhuma fuga e nem alteração na unidade prisional.

    A cela já foi interditada.

    Um inquérito foi aberto para investigar o caso e está sob responsabilidade da Polícia Civil.

    No entanto, as investigações ocorrem em sigilo.

    Ainda segundo a Diretoria de Administração Penitenciária da Susipe, todas os centros de detenção do Estado operam normalmente.