O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, votou nesta quarta-feira (17) pela legalidade do inquérito para investigar a disseminação de notícias falsas e ataques a integrantes da Corte.
Moraes, que é relator do inquérito, listou uma série de ameaças feitas aos ministros reveladas nas investigações.
Segundo ele, não há caso de simples xingamento aos ministros, ou críticas as decisões. Ele explicou que há diferença entre a liberdade de expressão, prevista na Constituição Federal, e agressões.
“Liberdade de expressão não se confunde com ameaça, com coação, com atentado. A Constituição consagra o binômio liberdade com responsabilidade. A Constituição não permite que criminosos se escondam sob o manto da liberdade de expressão utilizando esse direito como escudo protetivo para o discurso de ódio e a pratica de atividades ilícitas. Liberdade de expressão não é liberdade de agressão, liberdade de expressão não é liberdade de destruição da democracia, das instituições e da honra alheia”, disse o ministro.
Ouça na W Rádio Brasil:
Se não conseguir visualizar o artigo tente aqui.
Confira os destaques dos principais jornais do país:
Folha de São Paulo:
- O prefeito Ricardo Nunes (MDB) declarou nesta sexta-feira (6) não haver nenhuma posição oficial da PM de São Paulo desaconselhando a inclusão do bloco com a cantora Ivete Sangalo no […]
- O MDB iniciou um processo de aproximação com o PSD, que foi intensificado depois que o partido de Gilberto Kassab passou a ser visto como uma terceira via mais viável […]
- Cientistas estão observando o comportamento de um buraco negro supermassivo que está exibindo hábitos alimentares excepcionalmente bagunçados. Leia mais (02/06/2026 – 12h24)
Gazeta do Povo:
- Parte dos ministros se opõe a código de ética para o STF, mas alguns usam princípios éticos da ONU para analisar conduta de juízes comuns.
- Leonardo Stoppa relata alienação parental e afirma que a ideologia de esquerda destruiu sua família; ele tinha quase 500 mil seguidores.
- Gonet se manifestou a favor da pejotização do trabalho e pela competência da Justiça comum para julgar a validade de contratos.
O Globo:
O Tempo:
A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui