Autor: Clara Bittencourt

  • Trombose: o que é, como prevenir e tratar

    Trombose: o que é, como prevenir e tratar

    A trombose é uma condição que afeta o sistema circulatório e pode causar sérias complicações à saúde. Neste artigo, vamos explicar o que é a trombose, quais são os seus sintomas, causas, tratamentos e formas de prevenção.

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    O que é a trombose?

    A trombose é a formação de um coágulo sanguíneo (trombo) que obstrui ou dificulta a circulação em um vaso sanguíneo qualquer. O coágulo pode se formar em veias ou artérias de diferentes partes do corpo, como as pernas, os braços, o coração, o cérebro ou o pulmão.

    Quando a trombose afeta as veias profundas das pernas e das coxas, é chamada de trombose venosa profunda (TVP). Esse é o tipo mais comum de trombose e pode causar inchaço, dor, queimação e mudança na cor da pele na região afetada.

    Quando a trombose afeta as artérias que levam sangue ao coração, é chamada de trombose arterial. Esse tipo de trombose pode causar dor no peito, falta de ar, suor frio e palpitações. A trombose arterial pode levar a um infarto do miocárdio.

    Quando a trombose afeta as artérias que levam sangue ao cérebro, é chamada de trombose cerebral. Esse tipo de trombose pode causar dor de cabeça, formigamento, fraqueza ou paralisia em um lado do corpo, boca torta e dificuldade para falar ou enxergar. A trombose cerebral pode levar a um acidente vascular cerebral (AVC).

    Quando a trombose afeta as artérias que levam sangue ao pulmão, é chamada de trombose pulmonar. Esse tipo de trombose pode ocorrer quando um coágulo se desprende de outro local do corpo e se movimenta pela corrente sanguínea até chegar ao pulmão. A trombose pulmonar pode causar dor nas costas, tosse com sangue, respiração curta e rápida e desmaio. A trombose pulmonar pode levar a uma embolia pulmonar.

    Quais são as causas da trombose?

    A trombose é causada por fatores que interferem na saúde dos vasos sanguíneos ou nos níveis de coagulação do sangue. Alguns desses fatores são:

    • Histórico familiar ou anterior de trombose;

    • Uso de anticoncepcionais hormonais ou de reposição hormonal;

    • Gravidez e puerpério;

    • Obesidade;

    • Tabagismo;

    • Sedentarismo;

    • Idade avançada;

    • Cirurgias ou traumas nas pernas ou no abdômen;

    • Câncer;

    • Doenças autoimunes;

    • Desidratação;

    • Viagens longas com pouca movimentação.

    Como prevenir a trombose?

    A prevenção da trombose envolve evitar ou controlar os fatores de risco mencionados acima. Algumas medidas preventivas são:

    • Manter uma alimentação saudável e equilibrada;

    • Praticar atividades físicas regularmente;

    • Beber bastante água;

    • Evitar o consumo excessivo de álcool e cafeína;

    • Parar de fumar;

    • Usar meias elásticas de compressão se indicado pelo médico;

    • Movimentar as pernas durante viagens longas ou períodos prolongados sentado ou deitado;

    • Consultar o médico antes de usar anticoncepcionais hormonais ou de reposição hormonal;

    • Seguir as orientações médicas após cirurgias ou traumas nas pernas ou no abdômen;

    • Fazer exames periódicos para detectar possíveis alterações na coagulação do sangue.

    Como tratar a trombose?

    O tratamento da trombose depende do tipo, da localização e da extensão do coágulo. O objetivo do tratamento é dissolver o coágulo, restabelecer a circulação do sangue e prevenir complicações. O tratamento pode envolver:

    • Uso de medicamentos anticoagulantes, que impedem a formação de novos coágulos e facilitam a dissolução dos existentes;

    • Uso de medicamentos trombolíticos, que dissolvem o coágulo rapidamente, mas que têm maior risco de sangramento;

    • Uso de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos, que aliviam a dor e a inflamação;

    • Uso de meias elásticas de compressão, que melhoram o retorno venoso e reduzem o inchaço;

    • Realização de exercícios físicos leves, que estimulam a circulação do sangue;

    • Realização de cirurgia, em casos mais graves ou quando os medicamentos não são suficientes, que consiste na remoção do coágulo ou na colocação de um filtro na veia cava inferior, que impede que o coágulo chegue ao pulmão.

    A trombose é uma condição séria que requer atenção médica imediata. Se você tiver suspeita de trombose, procure um serviço de urgência o mais rápido possível. Quanto antes o diagnóstico e o tratamento forem iniciados, maiores são as chances de recuperação e menor é o risco de complicações.

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    O que é a trombose?

    A trombose é a formação de um coágulo sanguíneo (trombo) que obstrui ou dificulta a circulação em um vaso sanguíneo qualquer. O coágulo pode se formar em veias ou artérias de diferentes partes do corpo, como as pernas, os braços, o coração, o cérebro ou o pulmão.

    Quando a trombose afeta as veias profundas das pernas e das coxas, é chamada de trombose venosa profunda (TVP). Esse é o tipo mais comum de trombose e pode causar inchaço, dor, queimação e mudança na cor da pele na região afetada.

    Quando a trombose afeta as artérias que levam sangue ao coração, é chamada de trombose arterial. Esse tipo de trombose pode causar dor no peito, falta de ar, suor frio e palpitações. A trombose arterial pode levar a um infarto do miocárdio.

    Quando a trombose afeta as artérias que levam sangue ao cérebro, é chamada de trombose cerebral. Esse tipo de trombose pode causar dor de cabeça, formigamento, fraqueza ou paralisia em um lado do corpo, boca torta e dificuldade para falar ou enxergar. A trombose cerebral pode levar a um acidente vascular cerebral (AVC).

    Quando a trombose afeta as artérias que levam sangue ao pulmão, é chamada de trombose pulmonar. Esse tipo de trombose pode ocorrer quando um coágulo se desprende de outro local do corpo e se movimenta pela corrente sanguínea até chegar ao pulmão. A trombose pulmonar pode causar dor nas costas, tosse com sangue, respiração curta e rápida e desmaio. A trombose pulmonar pode levar a uma embolia pulmonar.

    Quais são as causas da trombose?

    A trombose é causada por fatores que interferem na saúde dos vasos sanguíneos ou nos níveis de coagulação do sangue. Alguns desses fatores são:

    • Histórico familiar ou anterior de trombose;

    • Uso de anticoncepcionais hormonais ou de reposição hormonal;

    • Gravidez e puerpério;

    • Obesidade;

    • Tabagismo;

    • Sedentarismo;

    • Idade avançada;

    • Cirurgias ou traumas nas pernas ou no abdômen;

    • Câncer;

    • Doenças autoimunes;

    • Desidratação;

    • Viagens longas com pouca movimentação.

    Como prevenir a trombose?

    A prevenção da trombose envolve evitar ou controlar os fatores de risco mencionados acima. Algumas medidas preventivas são:

    • Manter uma alimentação saudável e equilibrada;

    • Praticar atividades físicas regularmente;

    • Beber bastante água;

    • Evitar o consumo excessivo de álcool e cafeína;

    • Parar de fumar;

    • Usar meias elásticas de compressão se indicado pelo médico;

    • Movimentar as pernas durante viagens longas ou períodos prolongados sentado ou deitado;

    • Consultar o médico antes de usar anticoncepcionais hormonais ou de reposição hormonal;

    • Seguir as orientações médicas após cirurgias ou traumas nas pernas ou no abdômen;

    • Fazer exames periódicos para detectar possíveis alterações na coagulação do sangue.

    Como tratar a trombose?

    O tratamento da trombose depende do tipo, da localização e da extensão do coágulo. O objetivo do tratamento é dissolver o coágulo, restabelecer a circulação do sangue e prevenir complicações. O tratamento pode envolver:

    • Uso de medicamentos anticoagulantes, que impedem a formação de novos coágulos e facilitam a dissolução dos existentes;

    • Uso de medicamentos trombolíticos, que dissolvem o coágulo rapidamente, mas que têm maior risco de sangramento;

    • Uso de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos, que aliviam a dor e a inflamação;

    • Uso de meias elásticas de compressão, que melhoram o retorno venoso e reduzem o inchaço;

    • Realização de exercícios físicos leves, que estimulam a circulação do sangue;

    • Realização de cirurgia, em casos mais graves ou quando os medicamentos não são suficientes, que consiste na remoção do coágulo ou na colocação de um filtro na veia cava inferior, que impede que o coágulo chegue ao pulmão.

    A trombose é uma condição séria que requer atenção médica imediata. Se você tiver suspeita de trombose, procure um serviço de urgência o mais rápido possível. Quanto antes o diagnóstico e o tratamento forem iniciados, maiores são as chances de recuperação e menor é o risco de complicações.

  • Alois Alzheimer: o médico que desvendou o mistério da demência

    Alois Alzheimer: o médico que desvendou o mistério da demência

    A doença de Alzheimer é uma das formas mais comuns e devastadoras de demência, afetando milhões de pessoas em todo o mundo. Mas quem foi o médico que deu nome a essa condição e como ele a descobriu?

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    Alois Alzheimer nasceu em 1864 na Baviera, Alemanha. Ele estudou medicina na Universidade de Würzburg e se especializou em psiquiatria e neuropatologia. Ele trabalhou em vários hospitais e instituições psiquiátricas, onde se dedicou a pesquisar as causas e os tratamentos das doenças mentais.

    Em 1901, ele conheceu um caso que mudaria sua carreira e a história da medicina. Auguste Deter era uma dona de casa de 51 anos que foi internada no Hospital Psiquiátrico de Frankfurt com sintomas de perda de memória, desorientação, alucinações e comportamento imprevisível. Alzheimer ficou intrigado com o caso dela e manteve contato com ela até sua morte em 1906.

    Após obter permissão da família, Alzheimer examinou o cérebro de Auguste e encontrou anormalidades que nunca haviam sido observadas antes. Ele notou que o córtex cerebral, a camada mais externa do cérebro responsável pelas funções cognitivas, estava atrofiado e cheio de depósitos anormais de proteínas, chamados de placas amiloides, e fibras entrelaçadas, chamadas de neurofilamentos. Essas alterações interferiam na comunicação entre os neurônios e causavam a degeneração progressiva do cérebro.

    Alzheimer apresentou sua descoberta em uma conferência de psiquiatria em 1906 e publicou um artigo sobre o caso em 1907. Ele foi o primeiro a descrever esse tipo de demência, que mais tarde seria chamado de doença de Alzheimer em sua homenagem. Sua pesquisa abriu caminho para o estudo das causas, dos fatores de risco, dos sintomas, do diagnóstico e do tratamento dessa doença complexa e incurável.

    Alois Alzheimer morreu em 1915, aos 51 anos, vítima de uma infecção cardíaca. Ele deixou um legado científico e humano que continua inspirando gerações de pesquisadores e médicos que buscam compreender e combater a doença de Alzheimer.

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    Alois Alzheimer nasceu em 1864 na Baviera, Alemanha. Ele estudou medicina na Universidade de Würzburg e se especializou em psiquiatria e neuropatologia. Ele trabalhou em vários hospitais e instituições psiquiátricas, onde se dedicou a pesquisar as causas e os tratamentos das doenças mentais.

    Em 1901, ele conheceu um caso que mudaria sua carreira e a história da medicina. Auguste Deter era uma dona de casa de 51 anos que foi internada no Hospital Psiquiátrico de Frankfurt com sintomas de perda de memória, desorientação, alucinações e comportamento imprevisível. Alzheimer ficou intrigado com o caso dela e manteve contato com ela até sua morte em 1906.

    Após obter permissão da família, Alzheimer examinou o cérebro de Auguste e encontrou anormalidades que nunca haviam sido observadas antes. Ele notou que o córtex cerebral, a camada mais externa do cérebro responsável pelas funções cognitivas, estava atrofiado e cheio de depósitos anormais de proteínas, chamados de placas amiloides, e fibras entrelaçadas, chamadas de neurofilamentos. Essas alterações interferiam na comunicação entre os neurônios e causavam a degeneração progressiva do cérebro.

    Alzheimer apresentou sua descoberta em uma conferência de psiquiatria em 1906 e publicou um artigo sobre o caso em 1907. Ele foi o primeiro a descrever esse tipo de demência, que mais tarde seria chamado de doença de Alzheimer em sua homenagem. Sua pesquisa abriu caminho para o estudo das causas, dos fatores de risco, dos sintomas, do diagnóstico e do tratamento dessa doença complexa e incurável.

    Alois Alzheimer morreu em 1915, aos 51 anos, vítima de uma infecção cardíaca. Ele deixou um legado científico e humano que continua inspirando gerações de pesquisadores e médicos que buscam compreender e combater a doença de Alzheimer.

  • Não caia nas fake news sobre a mamografia: saiba a verdade sobre o exame

    Não caia nas fake news sobre a mamografia: saiba a verdade sobre o exame

    A mamografia é um exame de imagem que usa raios X para examinar as mamas e detectar possíveis alterações, como cistos, nódulos e tumores.

    Ela é considerada o método mais eficaz para o rastreamento e o diagnóstico precoce do câncer de mama, o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de mama responde por 11,7% do total de casos no planeta, com 2,2 milhões de casos diagnosticados em 2020. No Brasil, é o segundo tipo de câncer mais comum, ultrapassando 66 mil novos casos apenas em 2021. A doença matou 18.032 brasileiros em 2020, sendo 207 homens e 17.825 mulheres, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

    Muitas dessas mortes poderiam ser evitadas se o câncer de mama fosse descoberto em sua fase inicial, quando as chances de cura são superiores a 90%. Por isso, a mamografia é tão importante para a saúde das mulheres. Um estudo realizado na Inglaterra mostrou que o índice de mortalidade é 25% menor entre mulheres que realizam mamografia anualmente, a partir dos 40 anos.

    As principais sociedades médicas no Brasil e no mundo recomendam que as mulheres assintomáticas façam mamografias anuais ou bienais, iniciando a partir dos 40 ou 50 anos, dependendo do país. No Brasil, as sociedades médicas recomendam o rastreamento mamográfico anual para as mulheres entre 40 a 75 anos.

    Infelizmente, existem muitas informações falsas que circulam nas redes sociais sobre a mamografia, gerando medo e desconfiança nas mulheres. Uma delas é que o exame de mamografia provoca câncer na tireoide. Essa afirmação é totalmente falsa e não tem nenhuma evidência científica que a sustente.

    A Sociedade Brasileira de Mastologia e a Comissão Nacional de Mamografia afirmam que não há nenhum dado que suporte a relação entre mamografia e câncer de tireoide. Pelo contrário, o uso de protetor de tireoide durante a mamografia é contraindicado, pois pode atrapalhar o posicionamento adequado e levar a repetições desnecessárias do exame.

    O risco de câncer induzido pela radiação é extremamente baixo, tendo em consideração as doses de radiação envolvidas em cada exame. E não existe estudo que demonstre que os riscos excedam os benefícios, na faixa etária recomendada.

    Outra informação falsa é que uma biópsia leva a desenvolver câncer. Isso também é um absurdo que foge à compreensão de qualquer médico com conhecimento na área oncológica. A biópsia é um procedimento seguro e essencial para confirmar ou descartar o diagnóstico de câncer de mama.

    Portanto, não se deixe enganar pelas fake news sobre a mamografia. Esse exame pode salvar vidas e é uma das medidas mais fáceis que as mulheres podem tomar para serem mais saudáveis e detectarem um possível câncer de mama precocemente.

    Para saber mais sobre a mamografia e o câncer de mama, consulte fontes confiáveis como:

    E lembre-se: se você tem mais de 40 anos ou tem histórico familiar de câncer de mama, faça sua mamografia regularmente e consulte seu médico ginecologista ou mastologista. Sua saúde agradece!

    Ela é considerada o método mais eficaz para o rastreamento e o diagnóstico precoce do câncer de mama, o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de mama responde por 11,7% do total de casos no planeta, com 2,2 milhões de casos diagnosticados em 2020. No Brasil, é o segundo tipo de câncer mais comum, ultrapassando 66 mil novos casos apenas em 2021. A doença matou 18.032 brasileiros em 2020, sendo 207 homens e 17.825 mulheres, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

    Muitas dessas mortes poderiam ser evitadas se o câncer de mama fosse descoberto em sua fase inicial, quando as chances de cura são superiores a 90%. Por isso, a mamografia é tão importante para a saúde das mulheres. Um estudo realizado na Inglaterra mostrou que o índice de mortalidade é 25% menor entre mulheres que realizam mamografia anualmente, a partir dos 40 anos.

    As principais sociedades médicas no Brasil e no mundo recomendam que as mulheres assintomáticas façam mamografias anuais ou bienais, iniciando a partir dos 40 ou 50 anos, dependendo do país. No Brasil, as sociedades médicas recomendam o rastreamento mamográfico anual para as mulheres entre 40 a 75 anos.

    Infelizmente, existem muitas informações falsas que circulam nas redes sociais sobre a mamografia, gerando medo e desconfiança nas mulheres. Uma delas é que o exame de mamografia provoca câncer na tireoide. Essa afirmação é totalmente falsa e não tem nenhuma evidência científica que a sustente.

    A Sociedade Brasileira de Mastologia e a Comissão Nacional de Mamografia afirmam que não há nenhum dado que suporte a relação entre mamografia e câncer de tireoide. Pelo contrário, o uso de protetor de tireoide durante a mamografia é contraindicado, pois pode atrapalhar o posicionamento adequado e levar a repetições desnecessárias do exame.

    O risco de câncer induzido pela radiação é extremamente baixo, tendo em consideração as doses de radiação envolvidas em cada exame. E não existe estudo que demonstre que os riscos excedam os benefícios, na faixa etária recomendada.

    Outra informação falsa é que uma biópsia leva a desenvolver câncer. Isso também é um absurdo que foge à compreensão de qualquer médico com conhecimento na área oncológica. A biópsia é um procedimento seguro e essencial para confirmar ou descartar o diagnóstico de câncer de mama.

    Portanto, não se deixe enganar pelas fake news sobre a mamografia. Esse exame pode salvar vidas e é uma das medidas mais fáceis que as mulheres podem tomar para serem mais saudáveis e detectarem um possível câncer de mama precocemente.

    Para saber mais sobre a mamografia e o câncer de mama, consulte fontes confiáveis como:

    E lembre-se: se você tem mais de 40 anos ou tem histórico familiar de câncer de mama, faça sua mamografia regularmente e consulte seu médico ginecologista ou mastologista. Sua saúde agradece!

  • Vacina contra cocaína: uma esperança para o tratamento da dependência

    Vacina contra cocaína: uma esperança para o tratamento da dependência

    A cocaína é uma das drogas ilícitas mais consumidas no mundo, com graves consequências para a saúde física e mental dos usuários.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 18 milhões de pessoas usaram cocaína em 2018, sendo o Brasil o segundo maior mercado da droga na América do Sul.

    Diante desse cenário, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão desenvolvendo uma vacina que visa reduzir a dependência da cocaína, estimulando o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a molécula da droga.

    A vacina, chamada Calixcoca, é baseada em uma estrutura sintética chamada calixareno, que se assemelha à forma da cocaína e se liga a ela. Ao ser injetada no organismo, a vacina induz a produção de anticorpos que reconhecem e se ligam à cocaína, impedindo que ela alcance o cérebro e cause os efeitos psicoativos.

    Os resultados obtidos até agora em animais são promissores. Em roedores, a vacina mostrou-se segura e capaz de diminuir a passagem da droga pela barreira hematoencefálica, que protege o sistema nervoso central. Em primatas não humanos, a vacina também reduziu o consumo voluntário de cocaína, sugerindo uma diminuição da recompensa associada à droga.

    No entanto, ainda há muitos desafios para que a vacina possa ser testada em humanos. Um deles é o financiamento, já que os ensaios clínicos são caros e demandam tempo e infraestrutura adequados. Outro é a eficácia clínica, já que nem todos os indivíduos respondem da mesma maneira ao imunizante, podendo variar na quantidade e na qualidade dos anticorpos produzidos.

    Além disso, a vacina não é uma solução mágica para o problema da dependência. Ela poderia auxiliar no tratamento, junto com outras abordagens psicossociais, mas não eliminaria a vontade de usar a droga ou os sintomas de abstinência. A vacina também teria um potencial preventivo, protegendo mães e fetos expostos à cocaína durante a gestação, mas não impediria o uso de outras substâncias.

    Portanto, a vacina contra cocaína é uma esperança para o tratamento da dependência, mas ainda precisa ser avaliada com rigor científico e ético antes de chegar ao mercado. Enquanto isso, é preciso investir em políticas públicas de prevenção, educação e redução de danos relacionados ao uso de drogas.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 18 milhões de pessoas usaram cocaína em 2018, sendo o Brasil o segundo maior mercado da droga na América do Sul.

    Diante desse cenário, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão desenvolvendo uma vacina que visa reduzir a dependência da cocaína, estimulando o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a molécula da droga.

    A vacina, chamada Calixcoca, é baseada em uma estrutura sintética chamada calixareno, que se assemelha à forma da cocaína e se liga a ela. Ao ser injetada no organismo, a vacina induz a produção de anticorpos que reconhecem e se ligam à cocaína, impedindo que ela alcance o cérebro e cause os efeitos psicoativos.

    Os resultados obtidos até agora em animais são promissores. Em roedores, a vacina mostrou-se segura e capaz de diminuir a passagem da droga pela barreira hematoencefálica, que protege o sistema nervoso central. Em primatas não humanos, a vacina também reduziu o consumo voluntário de cocaína, sugerindo uma diminuição da recompensa associada à droga.

    No entanto, ainda há muitos desafios para que a vacina possa ser testada em humanos. Um deles é o financiamento, já que os ensaios clínicos são caros e demandam tempo e infraestrutura adequados. Outro é a eficácia clínica, já que nem todos os indivíduos respondem da mesma maneira ao imunizante, podendo variar na quantidade e na qualidade dos anticorpos produzidos.

    Além disso, a vacina não é uma solução mágica para o problema da dependência. Ela poderia auxiliar no tratamento, junto com outras abordagens psicossociais, mas não eliminaria a vontade de usar a droga ou os sintomas de abstinência. A vacina também teria um potencial preventivo, protegendo mães e fetos expostos à cocaína durante a gestação, mas não impediria o uso de outras substâncias.

    Portanto, a vacina contra cocaína é uma esperança para o tratamento da dependência, mas ainda precisa ser avaliada com rigor científico e ético antes de chegar ao mercado. Enquanto isso, é preciso investir em políticas públicas de prevenção, educação e redução de danos relacionados ao uso de drogas.

  • Governo enviará proposta para regulamentar mercado de créditos de carbono em agosto, diz Marina Silva

    Governo enviará proposta para regulamentar mercado de créditos de carbono em agosto, diz Marina Silva

    O governo federal está preparando uma proposta para regulamentar o mercado de créditos de carbono no Brasil, que será enviada ao Congresso Nacional em agosto.

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    A informação foi dada pela ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (20).

    Segundo a ministra, o objetivo é criar um marco legal que incentive a redução de emissões de gases de efeito estufa e a remoção de carbono da atmosfera por meio de projetos de conservação e restauração florestal, agropecuária sustentável, energia renovável, entre outros.

    Para isso, o governo pretende aproveitar ao máximo os dois projetos que tramitam no parlamento sobre o tema, um na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), e outro no Senado Federal, de autoria do senador Jaques Wagner (PT-BA).

    A ministra disse que o mercado de créditos de carbono é uma oportunidade para o Brasil gerar recursos financeiros e tecnológicos para a transição para uma economia de baixo carbono, além de contribuir para o cumprimento das metas do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas.

    Marina Silva também anunciou que o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas contratou 6 mil brigadistas e comprou 86 caminhonetes, 12 helicópteros e 10 aviões para lidar com eventuais incêndios na Amazônia e em outros biomas brasileiros, diante do fenômeno climático El Niño, que pode provocar secas e altas temperaturas.

    O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, disse que o governo estabeleceu uma diretriz para combater queimadas num cenário de aquecimento global, que envolve a prevenção, o monitoramento, a fiscalização e a repressão aos crimes ambientais.

    Ele afirmou que o Ibama está trabalhando em parceria com as Forças Armadas, os órgãos estaduais e municipais de meio ambiente e as organizações da sociedade civil para evitar que se repitam as cenas de devastação causadas pelo fogo em 2019 e 2020.

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    A informação foi dada pela ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (20).

    Segundo a ministra, o objetivo é criar um marco legal que incentive a redução de emissões de gases de efeito estufa e a remoção de carbono da atmosfera por meio de projetos de conservação e restauração florestal, agropecuária sustentável, energia renovável, entre outros.

    Para isso, o governo pretende aproveitar ao máximo os dois projetos que tramitam no parlamento sobre o tema, um na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Rodrigo Agostinho (PSB-SP), e outro no Senado Federal, de autoria do senador Jaques Wagner (PT-BA).

    A ministra disse que o mercado de créditos de carbono é uma oportunidade para o Brasil gerar recursos financeiros e tecnológicos para a transição para uma economia de baixo carbono, além de contribuir para o cumprimento das metas do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas.

    Marina Silva também anunciou que o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas contratou 6 mil brigadistas e comprou 86 caminhonetes, 12 helicópteros e 10 aviões para lidar com eventuais incêndios na Amazônia e em outros biomas brasileiros, diante do fenômeno climático El Niño, que pode provocar secas e altas temperaturas.

    O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, disse que o governo estabeleceu uma diretriz para combater queimadas num cenário de aquecimento global, que envolve a prevenção, o monitoramento, a fiscalização e a repressão aos crimes ambientais.

    Ele afirmou que o Ibama está trabalhando em parceria com as Forças Armadas, os órgãos estaduais e municipais de meio ambiente e as organizações da sociedade civil para evitar que se repitam as cenas de devastação causadas pelo fogo em 2019 e 2020.

  • Exercício concentrado nos fins de semana pode proteger seu coração, diz estudo

    Exercício concentrado nos fins de semana pode proteger seu coração, diz estudo

    Você sabia que fazer exercício físico apenas nos fins de semana pode ser tão bom para o seu coração quanto fazê-lo regularmente durante a semana?

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    É o que sugere um estudo recente publicado no JAMA, que acompanhou quase 90 mil pessoas por uma semana inteira usando acelerômetros de pulso.

    Os pesquisadores descobriram que as pessoas que realizavam pelo menos 150 minutos de atividade física moderada a vigorosa em um ou dois dias da semana tinham riscos semelhantes de doenças cardíacas e derrame do que aquelas que distribuíam a atividade de forma mais uniforme. Isso significa que você não precisa se sentir culpado se não tiver tempo de se exercitar durante a semana, desde que compense nos fins de semana.

    Claro, isso não significa que você deva abandonar completamente a atividade física nos outros dias, pois ela traz outros benefícios para a saúde, como melhorar o humor, o sono e a função cognitiva.

    Mas se você é um guerreiro de fim de semana, pode ficar tranquilo sabendo que está cuidando do seu coração. E se você é inativo, talvez seja hora de começar a se mexer, nem que seja aos sábados e domingos. Seu coração vai agradecer!

    Fonte: Link.

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    É o que sugere um estudo recente publicado no JAMA, que acompanhou quase 90 mil pessoas por uma semana inteira usando acelerômetros de pulso.

    Os pesquisadores descobriram que as pessoas que realizavam pelo menos 150 minutos de atividade física moderada a vigorosa em um ou dois dias da semana tinham riscos semelhantes de doenças cardíacas e derrame do que aquelas que distribuíam a atividade de forma mais uniforme. Isso significa que você não precisa se sentir culpado se não tiver tempo de se exercitar durante a semana, desde que compense nos fins de semana.

    Claro, isso não significa que você deva abandonar completamente a atividade física nos outros dias, pois ela traz outros benefícios para a saúde, como melhorar o humor, o sono e a função cognitiva.

    Mas se você é um guerreiro de fim de semana, pode ficar tranquilo sabendo que está cuidando do seu coração. E se você é inativo, talvez seja hora de começar a se mexer, nem que seja aos sábados e domingos. Seu coração vai agradecer!

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  • Quais são os alimentos mais perigosos do mundo

    Quais são os alimentos mais perigosos do mundo

    Você sabia que alguns alimentos que parecem inofensivos podem ser muito perigosos para a sua saúde?

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    Neste post, vamos listar os alimentos mais perigosos do mundo e explicar por que você deve evitá-los ou consumi-los com cuidado.

    • Fugu: este é o nome japonês para o peixe-baiacu, uma iguaria que pode ser fatal se não for preparada corretamente. O fugu contém uma toxina chamada tetrodotoxina, que pode causar paralisia respiratória e cardíaca. Apenas chefs licenciados podem servir este prato, mas mesmo assim há casos de intoxicação e morte todos os anos.

    • Cogumelos venenosos: existem milhares de espécies de cogumelos no mundo, mas nem todos são comestíveis. Alguns cogumelos contêm substâncias tóxicas que podem causar alucinações, vômitos, diarreia, insuficiência hepática e até mesmo a morte. É preciso ter muito cuidado ao colher ou comprar cogumelos, pois nem sempre é fácil distinguir os venenosos dos seguros.

    • Mandioca: este é um tubérculo muito consumido na América do Sul e na África, mas que pode ser perigoso se não for cozido adequadamente. A mandioca contém cianeto, um veneno que pode causar asfixia e convulsões. Para eliminar o cianeto, é preciso descascar, lavar e cozinhar bem a mandioca antes de consumi-la.

    • Ackee: esta é uma fruta típica da Jamaica, mas que pode causar uma síndrome chamada “doença do vômito jamaicano” se for ingerida antes de estar madura. O ackee contém uma toxina chamada hipoglicina, que pode causar vômitos, desidratação, hipoglicemia e até mesmo coma e morte. Somente as partes amarelas da fruta são seguras para comer, e apenas quando estão abertas naturalmente.

    • Castanha-de-caju: esta é uma oleaginosa muito popular no Brasil e no mundo, mas que pode causar alergias graves em algumas pessoas. Além disso, a casca da castanha-de-caju contém uma resina chamada urushiol, que pode causar irritação na pele e nas mucosas. Por isso, as castanhas-de-caju devem ser torradas ou cozidas antes de serem consumidas.

    Estes são apenas alguns exemplos de alimentos que podem ser perigosos se não forem manipulados ou consumidos corretamente. Lembre-se sempre de verificar a procedência, a validade e o aspecto dos alimentos que você compra ou colhe, e de seguir as recomendações de preparo e conservação. Assim, você poderá desfrutar dos benefícios dos alimentos sem colocar a sua saúde em risco.

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    Neste post, vamos listar os alimentos mais perigosos do mundo e explicar por que você deve evitá-los ou consumi-los com cuidado.

    • Fugu: este é o nome japonês para o peixe-baiacu, uma iguaria que pode ser fatal se não for preparada corretamente. O fugu contém uma toxina chamada tetrodotoxina, que pode causar paralisia respiratória e cardíaca. Apenas chefs licenciados podem servir este prato, mas mesmo assim há casos de intoxicação e morte todos os anos.

    • Cogumelos venenosos: existem milhares de espécies de cogumelos no mundo, mas nem todos são comestíveis. Alguns cogumelos contêm substâncias tóxicas que podem causar alucinações, vômitos, diarreia, insuficiência hepática e até mesmo a morte. É preciso ter muito cuidado ao colher ou comprar cogumelos, pois nem sempre é fácil distinguir os venenosos dos seguros.

    • Mandioca: este é um tubérculo muito consumido na América do Sul e na África, mas que pode ser perigoso se não for cozido adequadamente. A mandioca contém cianeto, um veneno que pode causar asfixia e convulsões. Para eliminar o cianeto, é preciso descascar, lavar e cozinhar bem a mandioca antes de consumi-la.

    • Ackee: esta é uma fruta típica da Jamaica, mas que pode causar uma síndrome chamada “doença do vômito jamaicano” se for ingerida antes de estar madura. O ackee contém uma toxina chamada hipoglicina, que pode causar vômitos, desidratação, hipoglicemia e até mesmo coma e morte. Somente as partes amarelas da fruta são seguras para comer, e apenas quando estão abertas naturalmente.

    • Castanha-de-caju: esta é uma oleaginosa muito popular no Brasil e no mundo, mas que pode causar alergias graves em algumas pessoas. Além disso, a casca da castanha-de-caju contém uma resina chamada urushiol, que pode causar irritação na pele e nas mucosas. Por isso, as castanhas-de-caju devem ser torradas ou cozidas antes de serem consumidas.

    Estes são apenas alguns exemplos de alimentos que podem ser perigosos se não forem manipulados ou consumidos corretamente. Lembre-se sempre de verificar a procedência, a validade e o aspecto dos alimentos que você compra ou colhe, e de seguir as recomendações de preparo e conservação. Assim, você poderá desfrutar dos benefícios dos alimentos sem colocar a sua saúde em risco.

  • WhatsApp enfrenta instabilidade e deixa usuários sem acesso ao aplicativo

    WhatsApp enfrenta instabilidade e deixa usuários sem acesso ao aplicativo

    O WhatsApp, um dos aplicativos de mensagens mais populares do mundo, enfrentou uma instabilidade na tarde desta quarta-feira (19) que deixou milhões de usuários sem acesso ao serviço.

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    A falha afetou vários países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Índia e Reino Unido.

    De acordo com o site Downdetector, que monitora o funcionamento de serviços online, os problemas começaram por volta das 15h30 (horário de Brasília) e duraram cerca de meia hora. Os usuários relataram dificuldades para enviar e receber mensagens, fazer chamadas de voz e vídeo, e acessar o status do aplicativo.

    No Twitter, a hashtag #whatsappdown chegou aos assuntos mais comentados, com muitas pessoas reclamando da falha e fazendo piadas sobre a situação. Alguns usuários aproveitaram para elogiar outros aplicativos de mensagens, como Telegram e Signal, que não apresentaram problemas.

    O WhatsApp, que pertence à Meta, a nova empresa que substituiu o Facebook, reconheceu o problema em um comunicado e pediu desculpas pelo transtorno. “Hoje, alguns usuários podem ter tido problemas para se conectar ao WhatsApp por um curto período. Resolvemos rapidamente este problema e pedimos desculpas pelo inconveniente”, disse a empresa.

    Ainda não se sabe qual foi a causa da instabilidade do WhatsApp, que tem mais de 2 bilhões de usuários ativos em todo o mundo. Em outubro, o aplicativo também sofreu uma falha junto com outros serviços da Meta, como Facebook, Instagram e Messenger, que ficaram fora do ar por cerca de seis horas.

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    A falha afetou vários países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Índia e Reino Unido.

    De acordo com o site Downdetector, que monitora o funcionamento de serviços online, os problemas começaram por volta das 15h30 (horário de Brasília) e duraram cerca de meia hora. Os usuários relataram dificuldades para enviar e receber mensagens, fazer chamadas de voz e vídeo, e acessar o status do aplicativo.

    No Twitter, a hashtag #whatsappdown chegou aos assuntos mais comentados, com muitas pessoas reclamando da falha e fazendo piadas sobre a situação. Alguns usuários aproveitaram para elogiar outros aplicativos de mensagens, como Telegram e Signal, que não apresentaram problemas.

    O WhatsApp, que pertence à Meta, a nova empresa que substituiu o Facebook, reconheceu o problema em um comunicado e pediu desculpas pelo transtorno. “Hoje, alguns usuários podem ter tido problemas para se conectar ao WhatsApp por um curto período. Resolvemos rapidamente este problema e pedimos desculpas pelo inconveniente”, disse a empresa.

    Ainda não se sabe qual foi a causa da instabilidade do WhatsApp, que tem mais de 2 bilhões de usuários ativos em todo o mundo. Em outubro, o aplicativo também sofreu uma falha junto com outros serviços da Meta, como Facebook, Instagram e Messenger, que ficaram fora do ar por cerca de seis horas.

  • Vermes de crina: os parasitas que fazem seus hospedeiros se suicidarem

    Vermes de crina: os parasitas que fazem seus hospedeiros se suicidarem

    Você já ouviu falar dos vermes de crina? Eles são um grupo de animais invertebrados que pertencem ao filo Nematoda, o mesmo dos nematóides.

    Mas ao contrário dos nematóides, que são geralmente microscópicos, os vermes de crina podem atingir até um metro de comprimento. Eles também têm um ciclo de vida muito peculiar: eles infectam certos insetos, como grilos e gafanhotos, e os fazem pular na água e se afogarem. Depois, eles saem do corpo do hospedeiro e acasalam na água.

    Mas como eles conseguem manipular o comportamento do hospedeiro? E como eles evoluíram para ser tão diferentes dos outros animais? Essas são algumas das perguntas que os cientistas tentaram responder ao sequenciar os genomas de duas espécies de vermes de crina, uma de água doce (Spinochordodes tellinii) e outra marinha (Nectonema zealandica).

    Os resultados foram surpreendentes: os vermes de crina perderam cerca de 30% dos genes encontrados em todos os outros animais, incluindo os genes que controlam o desenvolvimento dos cílios. Os cílios são estruturas semelhantes a pelos que cobrem as células de muitos animais e servem para diversas funções, como locomoção, alimentação e percepção sensorial. A perda dos genes dos cílios provavelmente aconteceu em um ancestral comum das duas linhagens de vermes de crina há milhões de anos.

    Os cientistas especulam que a perda genética pode estar relacionada à adaptação ao parasitismo e à manipulação do comportamento do hospedeiro. Os vermes de crina podem usar outras formas de comunicação química ou mecânica para interagir com seus hospedeiros e com o ambiente. Além disso, eles podem ter simplificado seu metabolismo e sua fisiologia ao depender dos recursos do hospedeiro.

    Os dados genômicos podem ajudar a entender melhor a evolução do parasitismo e a manipulação do comportamento do hospedeiro em nematomorfos e seus parentes próximos. Eles também podem revelar novas pistas sobre a origem e a diversidade dos animais.

    Mas ao contrário dos nematóides, que são geralmente microscópicos, os vermes de crina podem atingir até um metro de comprimento. Eles também têm um ciclo de vida muito peculiar: eles infectam certos insetos, como grilos e gafanhotos, e os fazem pular na água e se afogarem. Depois, eles saem do corpo do hospedeiro e acasalam na água.

    Mas como eles conseguem manipular o comportamento do hospedeiro? E como eles evoluíram para ser tão diferentes dos outros animais? Essas são algumas das perguntas que os cientistas tentaram responder ao sequenciar os genomas de duas espécies de vermes de crina, uma de água doce (Spinochordodes tellinii) e outra marinha (Nectonema zealandica).

    Os resultados foram surpreendentes: os vermes de crina perderam cerca de 30% dos genes encontrados em todos os outros animais, incluindo os genes que controlam o desenvolvimento dos cílios. Os cílios são estruturas semelhantes a pelos que cobrem as células de muitos animais e servem para diversas funções, como locomoção, alimentação e percepção sensorial. A perda dos genes dos cílios provavelmente aconteceu em um ancestral comum das duas linhagens de vermes de crina há milhões de anos.

    Os cientistas especulam que a perda genética pode estar relacionada à adaptação ao parasitismo e à manipulação do comportamento do hospedeiro. Os vermes de crina podem usar outras formas de comunicação química ou mecânica para interagir com seus hospedeiros e com o ambiente. Além disso, eles podem ter simplificado seu metabolismo e sua fisiologia ao depender dos recursos do hospedeiro.

    Os dados genômicos podem ajudar a entender melhor a evolução do parasitismo e a manipulação do comportamento do hospedeiro em nematomorfos e seus parentes próximos. Eles também podem revelar novas pistas sobre a origem e a diversidade dos animais.

  • Os riscos do Durateston: como esse medicamento pode prejudicar a sua saúde física e mental

    Os riscos do Durateston: como esse medicamento pode prejudicar a sua saúde física e mental

    Durateston é um medicamento que contém quatro tipos de testosterona, um hormônio masculino. Ele é usado para tratar a deficiência de testosterona em homens, mas também pode ser usado por fisiculturistas e atletas que buscam aumentar o desempenho e a massa muscular.

    No entanto, o uso de Durateston sem orientação médica pode trazer sérios riscos à saúde, como:

    • Problemas no fígado, como hepatite, cirrose e câncer;

    • Problemas no coração, como hipertensão, arritmia e infarto;

    • Problemas no sangue, como aumento do colesterol ruim, diminuição do colesterol bom e trombose;

    • Problemas na próstata, como aumento benigno ou maligno;

    • Problemas na pele, como acne, oleosidade e queda de cabelo;

    • Problemas psicológicos, como agressividade, irritabilidade e depressão;

    • Problemas sexuais, como impotência, diminuição da libido e infertilidade;

    • Problemas no sistema imunológico, como maior suscetibilidade a infecções.

    Portanto, antes de usar Durateston, consulte um médico e faça exames periódicos para avaliar os possíveis efeitos colaterais. Lembre-se que o uso indevido de esteroides anabolizantes pode comprometer a sua saúde e a sua qualidade de vida.

    No entanto, o uso de Durateston sem orientação médica pode trazer sérios riscos à saúde, como:

    • Problemas no fígado, como hepatite, cirrose e câncer;

    • Problemas no coração, como hipertensão, arritmia e infarto;

    • Problemas no sangue, como aumento do colesterol ruim, diminuição do colesterol bom e trombose;

    • Problemas na próstata, como aumento benigno ou maligno;

    • Problemas na pele, como acne, oleosidade e queda de cabelo;

    • Problemas psicológicos, como agressividade, irritabilidade e depressão;

    • Problemas sexuais, como impotência, diminuição da libido e infertilidade;

    • Problemas no sistema imunológico, como maior suscetibilidade a infecções.

    Portanto, antes de usar Durateston, consulte um médico e faça exames periódicos para avaliar os possíveis efeitos colaterais. Lembre-se que o uso indevido de esteroides anabolizantes pode comprometer a sua saúde e a sua qualidade de vida.