Autor: Hermano Oliveira

  • Pesquisadores revelam mecanismos guiados por RNA que determinam o destino celular

    Pesquisadores revelam mecanismos guiados por RNA que determinam o destino celular

    Uma equipe de pesquisadores da Austrália descobriu como as células embrionárias decidem seu futuro papel no organismo, usando técnicas avançadas de imagem. Eles observaram que diferentes tipos de RNA se distribuem de forma assimétrica nas células, influenciando sua capacidade de se transformar em tecidos diferentes.

    O estudo foi publicado na revista Nature Communications e pode contribuir para o avanço da medicina regenerativa.

    O desenvolvimento embrionário é um processo complexo e misterioso, que envolve a diferenciação celular, ou seja, a especialização das células em funções específicas. Os pesquisadores se concentraram em um momento crítico desse processo, quando o embrião tem apenas 16 células e precisa escolher quais delas vão originar o próprio embrião ou tecidos extraembrionários, como a placenta.

    Eles descobriram que essa escolha é facilitada pela organização interna das células, que apresentam uma divisão entre os lados apical e basal. O lado apical contém a maioria dos RNAs mensageiros (mRNAs) e dos RNAs transportadores (tRNAs), que são responsáveis pela produção de proteínas. O lado basal contém a maioria dos RNAs ribossômicos (rRNAs), que são os componentes dos ribossomos, as máquinas celulares que sintetizam as proteínas.

    Essa distribuição assimétrica de RNA determina o destino das células filhas: as que recebem o lado apical, com mais capacidade de produzir proteínas, se especializam em formar a placenta. As que recebem o lado basal, com menos atividade traducional, mantêm sua pluripotência, ou seja, sua capacidade de se transformar em qualquer tipo de célula do organismo adulto.

    “Assim como na vida real, as células podem influenciar a direção do seu próprio futuro se organizando cedo. Nossa pesquisa pode abrir novas formas de prever e direcionar as decisões de destino celular”, disse a pesquisadora líder Drª Jennifer Zenker.

    O estudo pode ajudar a entender melhor o desenvolvimento embrionário e os defeitos congênitos, além de desenvolver novos tratamentos baseados em células-tronco para diversas doenças e condições.

    Fonte: Link.

    O estudo foi publicado na revista Nature Communications e pode contribuir para o avanço da medicina regenerativa.

    O desenvolvimento embrionário é um processo complexo e misterioso, que envolve a diferenciação celular, ou seja, a especialização das células em funções específicas. Os pesquisadores se concentraram em um momento crítico desse processo, quando o embrião tem apenas 16 células e precisa escolher quais delas vão originar o próprio embrião ou tecidos extraembrionários, como a placenta.

    Eles descobriram que essa escolha é facilitada pela organização interna das células, que apresentam uma divisão entre os lados apical e basal. O lado apical contém a maioria dos RNAs mensageiros (mRNAs) e dos RNAs transportadores (tRNAs), que são responsáveis pela produção de proteínas. O lado basal contém a maioria dos RNAs ribossômicos (rRNAs), que são os componentes dos ribossomos, as máquinas celulares que sintetizam as proteínas.

    Essa distribuição assimétrica de RNA determina o destino das células filhas: as que recebem o lado apical, com mais capacidade de produzir proteínas, se especializam em formar a placenta. As que recebem o lado basal, com menos atividade traducional, mantêm sua pluripotência, ou seja, sua capacidade de se transformar em qualquer tipo de célula do organismo adulto.

    “Assim como na vida real, as células podem influenciar a direção do seu próprio futuro se organizando cedo. Nossa pesquisa pode abrir novas formas de prever e direcionar as decisões de destino celular”, disse a pesquisadora líder Drª Jennifer Zenker.

    O estudo pode ajudar a entender melhor o desenvolvimento embrionário e os defeitos congênitos, além de desenvolver novos tratamentos baseados em células-tronco para diversas doenças e condições.

    Fonte: Link.

  • Pix lidera pagamentos digitais e reduz uso de dinheiro em espécie

    Pix lidera pagamentos digitais e reduz uso de dinheiro em espécie

    O Pix, sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central (BC), se consolidou como o principal meio de pagamento digital no Brasil em apenas dois anos de existência. Segundo relatório divulgado pelo BC nesta quarta-feira (31/5), o Pix foi responsável por 29% de todas as transações registradas em 2022, contra 16% do total em 2021.

    O relatório mostrou também que os brasileiros estão usando cada vez menos o dinheiro em espécie para fazer pagamentos do dia a dia. Em 2019, os saques de dinheiro em caixas eletrônicos e agências somaram R$ 3 trilhões. Em 2020, o total caiu para R$ 2,5 trilhões e para R$ 2,1 trilhões, em 2021 e 2022. Já as transações por meio do Pix somaram R$ 180 milhões em 2020, subindo para R$ 9,43 bilhões no ano seguinte e para R$ 24,05 bilhões em 2022.

    O estudo indicou ainda que os brasileiros preferem usar transferências bancárias (inter e intrabancárias) para transações de valores mais altos, que responderam por cerca de 65% de todo o volume financeiro de 2022. Em termos de valor, o Pix foi responsável por 12% das transações.

    O BC destacou que o Pix e os cartões (especialmente o pré-pago) têm um papel importante na inclusão financeira, ao permitir que pessoas que não tinham nenhum relacionamento com o sistema financeiro possam fazer pagamentos digitais de forma rápida e segura. O relatório apontou também o crescimento “expressivo da quantidade de transações com cartões de débito e pré-pago”, influenciado pela expansão de instituições financeiras.

    O Pix é um sistema que permite fazer pagamentos e transferências a qualquer hora do dia, todos os dias da semana, sem custo para pessoas físicas. Para usar o Pix, basta ter uma conta corrente, poupança ou de pagamento em uma instituição financeira participante e cadastrar uma chave Pix, que pode ser o número de celular, o e-mail, o CPF ou um código aleatório.

    O relatório mostrou também que os brasileiros estão usando cada vez menos o dinheiro em espécie para fazer pagamentos do dia a dia. Em 2019, os saques de dinheiro em caixas eletrônicos e agências somaram R$ 3 trilhões. Em 2020, o total caiu para R$ 2,5 trilhões e para R$ 2,1 trilhões, em 2021 e 2022. Já as transações por meio do Pix somaram R$ 180 milhões em 2020, subindo para R$ 9,43 bilhões no ano seguinte e para R$ 24,05 bilhões em 2022.

    O estudo indicou ainda que os brasileiros preferem usar transferências bancárias (inter e intrabancárias) para transações de valores mais altos, que responderam por cerca de 65% de todo o volume financeiro de 2022. Em termos de valor, o Pix foi responsável por 12% das transações.

    O BC destacou que o Pix e os cartões (especialmente o pré-pago) têm um papel importante na inclusão financeira, ao permitir que pessoas que não tinham nenhum relacionamento com o sistema financeiro possam fazer pagamentos digitais de forma rápida e segura. O relatório apontou também o crescimento “expressivo da quantidade de transações com cartões de débito e pré-pago”, influenciado pela expansão de instituições financeiras.

    O Pix é um sistema que permite fazer pagamentos e transferências a qualquer hora do dia, todos os dias da semana, sem custo para pessoas físicas. Para usar o Pix, basta ter uma conta corrente, poupança ou de pagamento em uma instituição financeira participante e cadastrar uma chave Pix, que pode ser o número de celular, o e-mail, o CPF ou um código aleatório.

  • Surto de sarna afeta famílias indígenas no Maranhão sem acesso a tratamentos

    Surto de sarna afeta famílias indígenas no Maranhão sem acesso a tratamentos

    Famílias indígenas de diversas etnias estão sofrendo com um surto de sarna no Maranhão, uma doença de pele causada por um ácaro que provoca coceira, vermelhidão e feridas. A falta de acesso a tratamentos adequados e a precariedade da assistência básica à saúde nas aldeias são os principais fatores que contribuem para a propagação da…

    Segundo uma reportagem da Agência Pública, publicada em 1° de junho de 2023, o surto de sarna começou em abril deste ano e já atingiu cerca de 300 pessoas nas terras indígenas Araribóia, Cana Brava e Bacurizinho, localizadas no sul do estado. As comunidades afetadas são dos povos Guajajara, Krikati e Gavião.

    A reportagem relata que os indígenas têm dificuldade para conseguir medicamentos, como pomadas e comprimidos, que são distribuídos pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) do Maranhão, órgão vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde. Além disso, muitas aldeias não têm postos de saúde ou profissionais capacitados para atender os casos.

    A sarna é uma doença contagiosa que pode ser transmitida pelo contato direto com pessoas ou objetos infectados. Ela pode causar complicações como infecções bacterianas, anemia e problemas renais. A prevenção envolve medidas de higiene pessoal e coletiva, como lavar as roupas e a roupa de cama com frequência e evitar o compartilhamento de objetos pessoais.

    Os povos indígenas do Maranhão representam menos de 1% da população do estado, mas sofrem com a violação de seus direitos básicos, como a saúde, a educação e a demarcação de suas terras. Eles têm realizado protestos e denúncias para exigir mais atenção do poder público e da sociedade.

    Fonte: Link.

    Segundo uma reportagem da Agência Pública, publicada em 1° de junho de 2023, o surto de sarna começou em abril deste ano e já atingiu cerca de 300 pessoas nas terras indígenas Araribóia, Cana Brava e Bacurizinho, localizadas no sul do estado. As comunidades afetadas são dos povos Guajajara, Krikati e Gavião.

    A reportagem relata que os indígenas têm dificuldade para conseguir medicamentos, como pomadas e comprimidos, que são distribuídos pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) do Maranhão, órgão vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde. Além disso, muitas aldeias não têm postos de saúde ou profissionais capacitados para atender os casos.

    A sarna é uma doença contagiosa que pode ser transmitida pelo contato direto com pessoas ou objetos infectados. Ela pode causar complicações como infecções bacterianas, anemia e problemas renais. A prevenção envolve medidas de higiene pessoal e coletiva, como lavar as roupas e a roupa de cama com frequência e evitar o compartilhamento de objetos pessoais.

    Os povos indígenas do Maranhão representam menos de 1% da população do estado, mas sofrem com a violação de seus direitos básicos, como a saúde, a educação e a demarcação de suas terras. Eles têm realizado protestos e denúncias para exigir mais atenção do poder público e da sociedade.

    Fonte: Link.

  • Gasolina premium: o que é, quando vale a pena e quais as diferenças

    Gasolina premium: o que é, quando vale a pena e quais as diferenças

    Você já se perguntou o que é a gasolina premium e quais são as suas vantagens em relação aos outros tipos de gasolina? Neste post, vamos explicar o que é esse combustível, quando ele realmente faz diferença no desempenho do seu carro e quais são as diferenças entre a gasolina premium, a comum, a aditivada…

    O que é a gasolina premium?

    A gasolina premium é um tipo de combustível vendido no Brasil com um índice de octanagem maior. Por sua vez, a octanagem é um índice usado para classificar o combustível conforme a resistência à detonação, ou seja, a capacidade de resistir à compressão dentro do motor sem explodir antes da hora. Quanto maior a octanagem, maior é a resistência à detonação e menor é o risco de ocorrer a chamada batida de pino, que pode danificar o motor.

    De acordo com a legislação brasileira, a gasolina premium deve ter pelo menos 97 unidades de octanagem pelo índice antidetonante (IAD), enquanto a gasolina comum e a aditivada devem ter pelo menos 87 unidades. Além disso, a gasolina premium tem um percentual menor de etanol anidro na sua composição: 25%, contra 27% das outras gasolinas. Isso significa que ela tem mais energia por litro e pode render mais quilômetros rodados.

    A gasolina premium também se diferencia por ter aditivos detergentes e dispersantes na sua fórmula, que ajudam a limpar e proteger o sistema de injeção e o motor contra o acúmulo de resíduos. Outra vantagem é que ela emite menos enxofre na queima, o que reduz o impacto ambiental e prolonga a vida útil do catalisador.

    Quando vale a pena usar gasolina premium?

    A gasolina premium pode trazer benefícios para qualquer tipo de carro movido a gasolina, mas eles serão mais perceptíveis em modelos com motores superalimentados (turbo ou compressor) ou de alto desempenho (esportivos ou importados), que exigem uma maior taxa de compressão e uma maior resistência à detonação. Nesses casos, a gasolina premium pode melhorar a potência, o torque e o rendimento do motor, além de evitar problemas como falhas na ignição, perda de desempenho e danos ao motor.

    No entanto, nem sempre os benefícios da gasolina premium compensam o seu custo mais elevado em relação às outras gasolinas. Por isso, antes de optar por esse combustível, é importante verificar se o seu carro realmente precisa dele ou se ele pode funcionar bem com as gasolinas comuns ou aditivadas. Uma forma de saber isso é consultar o manual do proprietário do veículo e verificar qual é a octanagem mínima recomendada pelo fabricante.

    Quais são as diferenças entre gasolina premium, comum, aditivada e podium?

    Além da gasolina premium, existem outros tipos de gasolina disponíveis no mercado brasileiro: a comum, a aditivada e a podium. Veja as principais diferenças entre elas:

    • Gasolina comum: é a mais simples e barata das gasolinas. Não possui aditivos detergentes ou dispersantes na sua composição, o que pode favorecer o acúmulo de sujeira no motor e no sistema de injeção ao longo do tempo. Tem 87 unidades de octanagem pelo IAD e 27% de etanol anidro na sua mistura.

    • Gasolina aditivada: é uma gasolina comum que recebe aditivos detergentes e dispersantes na sua fórmula, que ajudam a limpar e proteger o motor e o sistema de injeção contra os resíduos da combustão. Tem as mesmas características da gasolina comum em relação à octanagem e ao percentual de etanol anidro, mas tem um custo um pouco maior.

    • Gasolina podium: é uma gasolina especial desenvolvida pela Petrobras que se destaca por ter a maior octanagem do mercado brasileiro e mundial: 102 unidades pelo IAD. Além disso, tem apenas 30 ppm (partes por milhão) de enxofre na sua composição, o que reduz ainda mais as emissões poluentes e aumenta a durabilidade do catalisador. Assim como a gasolina premium, tem 25% de etanol anidro na sua mistura e aditivos detergentes e dispersantes na sua fórmula. É indicada para carros de alta performance que exigem um combustível de qualidade superior.

    O que é a gasolina premium?

    A gasolina premium é um tipo de combustível vendido no Brasil com um índice de octanagem maior. Por sua vez, a octanagem é um índice usado para classificar o combustível conforme a resistência à detonação, ou seja, a capacidade de resistir à compressão dentro do motor sem explodir antes da hora. Quanto maior a octanagem, maior é a resistência à detonação e menor é o risco de ocorrer a chamada batida de pino, que pode danificar o motor.

    De acordo com a legislação brasileira, a gasolina premium deve ter pelo menos 97 unidades de octanagem pelo índice antidetonante (IAD), enquanto a gasolina comum e a aditivada devem ter pelo menos 87 unidades. Além disso, a gasolina premium tem um percentual menor de etanol anidro na sua composição: 25%, contra 27% das outras gasolinas. Isso significa que ela tem mais energia por litro e pode render mais quilômetros rodados.

    A gasolina premium também se diferencia por ter aditivos detergentes e dispersantes na sua fórmula, que ajudam a limpar e proteger o sistema de injeção e o motor contra o acúmulo de resíduos. Outra vantagem é que ela emite menos enxofre na queima, o que reduz o impacto ambiental e prolonga a vida útil do catalisador.

    Quando vale a pena usar gasolina premium?

    A gasolina premium pode trazer benefícios para qualquer tipo de carro movido a gasolina, mas eles serão mais perceptíveis em modelos com motores superalimentados (turbo ou compressor) ou de alto desempenho (esportivos ou importados), que exigem uma maior taxa de compressão e uma maior resistência à detonação. Nesses casos, a gasolina premium pode melhorar a potência, o torque e o rendimento do motor, além de evitar problemas como falhas na ignição, perda de desempenho e danos ao motor.

    No entanto, nem sempre os benefícios da gasolina premium compensam o seu custo mais elevado em relação às outras gasolinas. Por isso, antes de optar por esse combustível, é importante verificar se o seu carro realmente precisa dele ou se ele pode funcionar bem com as gasolinas comuns ou aditivadas. Uma forma de saber isso é consultar o manual do proprietário do veículo e verificar qual é a octanagem mínima recomendada pelo fabricante.

    Quais são as diferenças entre gasolina premium, comum, aditivada e podium?

    Além da gasolina premium, existem outros tipos de gasolina disponíveis no mercado brasileiro: a comum, a aditivada e a podium. Veja as principais diferenças entre elas:

    • Gasolina comum: é a mais simples e barata das gasolinas. Não possui aditivos detergentes ou dispersantes na sua composição, o que pode favorecer o acúmulo de sujeira no motor e no sistema de injeção ao longo do tempo. Tem 87 unidades de octanagem pelo IAD e 27% de etanol anidro na sua mistura.

    • Gasolina aditivada: é uma gasolina comum que recebe aditivos detergentes e dispersantes na sua fórmula, que ajudam a limpar e proteger o motor e o sistema de injeção contra os resíduos da combustão. Tem as mesmas características da gasolina comum em relação à octanagem e ao percentual de etanol anidro, mas tem um custo um pouco maior.

    • Gasolina podium: é uma gasolina especial desenvolvida pela Petrobras que se destaca por ter a maior octanagem do mercado brasileiro e mundial: 102 unidades pelo IAD. Além disso, tem apenas 30 ppm (partes por milhão) de enxofre na sua composição, o que reduz ainda mais as emissões poluentes e aumenta a durabilidade do catalisador. Assim como a gasolina premium, tem 25% de etanol anidro na sua mistura e aditivos detergentes e dispersantes na sua fórmula. É indicada para carros de alta performance que exigem um combustível de qualidade superior.
  • Como os flavonoides podem prevenir a perda de memória relacionada à idade

    Como os flavonoides podem prevenir a perda de memória relacionada à idade

    A perda de memória é um problema comum entre os idosos, mas será que ela pode ser evitada ou revertida com uma alimentação adequada? Um estudo de grande escala liderado por pesquisadores da Columbia e do Brigham and Women’s Hospital/Harvard é o primeiro a estabelecer que uma dieta pobre em flavonoides – nutrientes encontrados em…

    Os flavonoides são compostos bioativos que têm efeitos benéficos sobre a saúde vascular e cerebral. Eles são encontrados em alimentos como maçãs, uvas, chá verde, cacau e vinho tinto. O estudo descobriu que a ingestão de flavanóis entre os adultos mais velhos acompanha os escores em testes projetados para detectar a perda de memória devido ao envelhecimento normal e que a reposição desses componentes dietéticos em adultos levemente deficientes em flavanóis com mais de 60 anos melhora o desempenho nesses testes.

    “A melhora entre os participantes do estudo com dietas pobres em flavonoides foi substancial e levanta a possibilidade de usar dietas ou suplementos ricos em flavonoides para melhorar a função cognitiva em adultos mais velhos”, diz Adam Brickman, PhD, professor de neuropsicologia na Columbia University Vagelos College of Physicians and Surgeons e co-líder do estudo.

    O achado também apoia a ideia emergente de que o cérebro envelhecido requer nutrientes específicos para uma saúde ótima, assim como o cérebro em desenvolvimento requer nutrientes específicos para um desenvolvimento adequado. “A identificação de nutrientes críticos para o desenvolvimento adequado do sistema nervoso de um bebê foi uma conquista marcante da ciência da nutrição do século 20”, diz o autor sênior do estudo, Scott Small, MD, professor Boris and Rose Katz de Neurologia na Columbia University Vagelos College of Physicians and Surgeons. “Neste século, à medida que estamos vivendo mais tempo, a pesquisa está começando a revelar que diferentes nutrientes são necessários para fortalecer nossas mentes envelhecidas. Nosso estudo, que se baseia em biomarcadores do consumo de flavonoides, pode ser usado como um modelo por outros pesquisadores para identificar nutrientes adicionais e necessários”.

    A perda de memória relacionada à idade está ligada a mudanças no hipocampo

    O estudo atual se baseia em mais de 15 anos de pesquisa no laboratório de Small ligando a perda de memória relacionada à idade a mudanças no giro denteado, uma área específica dentro do hipocampo do cérebro – uma região vital para aprender novas memórias – e mostrando que os flavonoides melhoraram a função nesta região cerebral. Pesquisas adicionais, em camundongos, descobriram que os flavanóis – particularmente uma substância bioativa nos flavanóis chamada epicatequina – melhoraram a memória ao estimular o crescimento de neurônios e vasos sanguíneos no hipocampo.

    Em seguida, a equipe de Small testou suplementos de flavonoides em pessoas. Um pequeno estudo confirmou que o giro denteado está ligado ao envelhecimento cognitivo. Um segundo ensaio, maior, mostrou que os flavonóis melhoraram a memória ao agir seletivamente nesta região cerebral e tiveram o maior impacto naqueles que começaram com uma dieta de baixa qualidade.

    Fonte: Link.

    Os flavonoides são compostos bioativos que têm efeitos benéficos sobre a saúde vascular e cerebral. Eles são encontrados em alimentos como maçãs, uvas, chá verde, cacau e vinho tinto. O estudo descobriu que a ingestão de flavanóis entre os adultos mais velhos acompanha os escores em testes projetados para detectar a perda de memória devido ao envelhecimento normal e que a reposição desses componentes dietéticos em adultos levemente deficientes em flavanóis com mais de 60 anos melhora o desempenho nesses testes.

    “A melhora entre os participantes do estudo com dietas pobres em flavonoides foi substancial e levanta a possibilidade de usar dietas ou suplementos ricos em flavonoides para melhorar a função cognitiva em adultos mais velhos”, diz Adam Brickman, PhD, professor de neuropsicologia na Columbia University Vagelos College of Physicians and Surgeons e co-líder do estudo.

    O achado também apoia a ideia emergente de que o cérebro envelhecido requer nutrientes específicos para uma saúde ótima, assim como o cérebro em desenvolvimento requer nutrientes específicos para um desenvolvimento adequado. “A identificação de nutrientes críticos para o desenvolvimento adequado do sistema nervoso de um bebê foi uma conquista marcante da ciência da nutrição do século 20”, diz o autor sênior do estudo, Scott Small, MD, professor Boris and Rose Katz de Neurologia na Columbia University Vagelos College of Physicians and Surgeons. “Neste século, à medida que estamos vivendo mais tempo, a pesquisa está começando a revelar que diferentes nutrientes são necessários para fortalecer nossas mentes envelhecidas. Nosso estudo, que se baseia em biomarcadores do consumo de flavonoides, pode ser usado como um modelo por outros pesquisadores para identificar nutrientes adicionais e necessários”.

    A perda de memória relacionada à idade está ligada a mudanças no hipocampo

    O estudo atual se baseia em mais de 15 anos de pesquisa no laboratório de Small ligando a perda de memória relacionada à idade a mudanças no giro denteado, uma área específica dentro do hipocampo do cérebro – uma região vital para aprender novas memórias – e mostrando que os flavonoides melhoraram a função nesta região cerebral. Pesquisas adicionais, em camundongos, descobriram que os flavanóis – particularmente uma substância bioativa nos flavanóis chamada epicatequina – melhoraram a memória ao estimular o crescimento de neurônios e vasos sanguíneos no hipocampo.

    Em seguida, a equipe de Small testou suplementos de flavonoides em pessoas. Um pequeno estudo confirmou que o giro denteado está ligado ao envelhecimento cognitivo. Um segundo ensaio, maior, mostrou que os flavonóis melhoraram a memória ao agir seletivamente nesta região cerebral e tiveram o maior impacto naqueles que começaram com uma dieta de baixa qualidade.

    Fonte: Link.

  • Como a inteligência artificial pode ajudar a combater infecções resistentes a antibióticos

    Como a inteligência artificial pode ajudar a combater infecções resistentes a antibióticos

    Infecções causadas por bactérias que não respondem aos antibióticos são um problema grave de saúde pública. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), elas podem matar até 10 milhões de pessoas por ano até 2050. Por isso, é urgente encontrar novas formas de combater esses microrganismos.

    Uma das possibilidades é usar a inteligência artificial (IA) para descobrir novos medicamentos que possam atacar as bactérias resistentes. É o que fez um grupo de cientistas dos Estados Unidos e da China, que publicou um estudo na revista Nature Communications.

    Os pesquisadores usaram uma técnica chamada aprendizado profundo, que permite que os computadores aprendam com grandes quantidades de dados. Eles treinaram uma rede neural artificial para analisar as estruturas químicas de mais de 1,5 milhão de compostos e identificar quais tinham potencial para matar bactérias.

    Depois, eles testaram os candidatos mais promissores em laboratório e encontraram um que se mostrou eficaz contra quatro tipos de bactérias resistentes a antibióticos, incluindo a temida Staphylococcus aureus, causadora de infecções na pele e no sangue.

    O composto, chamado halicina, é derivado de um medicamento usado para tratar diabetes tipo 2. Ele atua de forma diferente dos antibióticos convencionais, interferindo na capacidade das bactérias de manter o equilíbrio elétrico nas suas membranas celulares.

    Os cientistas também testaram o halicina em ratos infectados com uma cepa resistente de Acinetobacter baumannii, uma bactéria que pode causar pneumonia e infecções urinárias. Eles observaram que o composto conseguiu curar os animais em 24 horas.

    Os resultados são animadores, mas ainda são necessários mais testes para verificar a segurança e a eficácia do halicina em humanos. Além disso, os pesquisadores pretendem usar a IA para explorar outras fontes de novos medicamentos, como plantas medicinais e microbiomas.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Uma das possibilidades é usar a inteligência artificial (IA) para descobrir novos medicamentos que possam atacar as bactérias resistentes. É o que fez um grupo de cientistas dos Estados Unidos e da China, que publicou um estudo na revista Nature Communications.

    Os pesquisadores usaram uma técnica chamada aprendizado profundo, que permite que os computadores aprendam com grandes quantidades de dados. Eles treinaram uma rede neural artificial para analisar as estruturas químicas de mais de 1,5 milhão de compostos e identificar quais tinham potencial para matar bactérias.

    Depois, eles testaram os candidatos mais promissores em laboratório e encontraram um que se mostrou eficaz contra quatro tipos de bactérias resistentes a antibióticos, incluindo a temida Staphylococcus aureus, causadora de infecções na pele e no sangue.

    O composto, chamado halicina, é derivado de um medicamento usado para tratar diabetes tipo 2. Ele atua de forma diferente dos antibióticos convencionais, interferindo na capacidade das bactérias de manter o equilíbrio elétrico nas suas membranas celulares.

    Os cientistas também testaram o halicina em ratos infectados com uma cepa resistente de Acinetobacter baumannii, uma bactéria que pode causar pneumonia e infecções urinárias. Eles observaram que o composto conseguiu curar os animais em 24 horas.

    Os resultados são animadores, mas ainda são necessários mais testes para verificar a segurança e a eficácia do halicina em humanos. Além disso, os pesquisadores pretendem usar a IA para explorar outras fontes de novos medicamentos, como plantas medicinais e microbiomas.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Candida auris, o superfungo mortal que gerou surto em Pernambuco

    Candida auris, o superfungo mortal que gerou surto em Pernambuco

    Você já ouviu falar do superfungo Candida auris? Trata-se de um fungo que pode causar infecções graves e até fatais em pessoas com baixa imunidade. Ele é resistente a muitos medicamentos antifúngicos e pode se espalhar facilmente em ambientes hospitalares.

    Esse fungo foi identificado pela primeira vez em 2009 no Japão e desde então já foi encontrado em mais de 30 países, incluindo o Brasil. Em Pernambuco, um surto de Candida auris foi registrado em dois hospitais públicos, com 18 casos confirmados e seis mortes.

    Mas o que torna esse fungo tão perigoso e como se prevenir dele? Veja a seguir as principais informações sobre o superfungo mortal:

    • O Candida auris pode infectar diferentes partes do corpo, como a pele, o sangue, os órgãos internos e o sistema nervoso. Os sintomas podem variar de acordo com o local da infecção, mas podem incluir febre, calafrios, dor, vermelhidão e secreção.
    • O fungo pode ser transmitido pelo contato direto com pessoas ou superfícies contaminadas. Ele pode sobreviver por semanas em objetos como roupas de cama, equipamentos médicos e termômetros. Por isso, é importante seguir as medidas de higiene e proteção nos hospitais, como lavar as mãos, usar luvas e máscaras e evitar visitas desnecessárias.
    • O diagnóstico do Candida auris é difícil porque ele pode ser confundido com outros tipos de fungos. Além disso, ele não responde a muitos dos antifúngicos disponíveis no mercado. Por isso, é preciso fazer testes laboratoriais específicos e usar medicamentos de última geração para tratá-lo.
    • A melhor forma de prevenir o superfungo é fortalecer o sistema imunológico, evitando doenças crônicas como diabetes, câncer e HIV. Também é recomendado evitar o uso indiscriminado de antibióticos e antifúngicos, pois eles podem favorecer o surgimento de micro-organismos resistentes.

    O superfungo Candida auris é uma ameaça à saúde pública que requer atenção e cuidado. Se você tiver algum sintoma suspeito ou tiver contato com alguém que tenha sido infectado pelo fungo, procure um médico imediatamente.

    Esse fungo foi identificado pela primeira vez em 2009 no Japão e desde então já foi encontrado em mais de 30 países, incluindo o Brasil. Em Pernambuco, um surto de Candida auris foi registrado em dois hospitais públicos, com 18 casos confirmados e seis mortes.

    Mas o que torna esse fungo tão perigoso e como se prevenir dele? Veja a seguir as principais informações sobre o superfungo mortal:

    • O Candida auris pode infectar diferentes partes do corpo, como a pele, o sangue, os órgãos internos e o sistema nervoso. Os sintomas podem variar de acordo com o local da infecção, mas podem incluir febre, calafrios, dor, vermelhidão e secreção.
    • O fungo pode ser transmitido pelo contato direto com pessoas ou superfícies contaminadas. Ele pode sobreviver por semanas em objetos como roupas de cama, equipamentos médicos e termômetros. Por isso, é importante seguir as medidas de higiene e proteção nos hospitais, como lavar as mãos, usar luvas e máscaras e evitar visitas desnecessárias.
    • O diagnóstico do Candida auris é difícil porque ele pode ser confundido com outros tipos de fungos. Além disso, ele não responde a muitos dos antifúngicos disponíveis no mercado. Por isso, é preciso fazer testes laboratoriais específicos e usar medicamentos de última geração para tratá-lo.
    • A melhor forma de prevenir o superfungo é fortalecer o sistema imunológico, evitando doenças crônicas como diabetes, câncer e HIV. Também é recomendado evitar o uso indiscriminado de antibióticos e antifúngicos, pois eles podem favorecer o surgimento de micro-organismos resistentes.

    O superfungo Candida auris é uma ameaça à saúde pública que requer atenção e cuidado. Se você tiver algum sintoma suspeito ou tiver contato com alguém que tenha sido infectado pelo fungo, procure um médico imediatamente.

  • Detox iônico: o que é, como funciona e quais os riscos

    Detox iônico: o que é, como funciona e quais os riscos

    Detox iônico é um tratamento alternativo que promete desintoxicar o corpo através dos pés, usando um aparelho que emite correntes elétricas na água salgada. Segundo os defensores do método, a água muda de cor de acordo com as toxinas eliminadas, como metais pesados, vírus, bactérias e radiações.

    No entanto, não há evidências científicas que comprovem os benefícios ou a segurança do detox iônico. Na verdade, a mudança de cor da água é causada pela reação química entre os eletrodos de cobre e de aço e o sal, sem relação com as toxinas do corpo.

    O detox iônico pode ser perigoso para pessoas com problemas cardíacos, diabetes, pressão alta, implantes metálicos, feridas nos pés ou alergia ao cobre. Além disso, o aparelho pode estar contaminado com bactérias ou fungos, causando infecções.

    A melhor forma de desintoxicar o corpo é através de uma alimentação saudável, rica em frutas, verduras, legumes e água. Alguns alimentos que podem ajudar nesse processo são o alho, o limão, o gengibre e a salsinha. Eles possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e diuréticas, que favorecem a eliminação de toxinas pelos rins e pelo fígado.

    Portanto, antes de se submeter ao detox iônico, consulte um médico e um nutricionista para avaliar os riscos e as alternativas mais eficazes e seguras para a sua saúde.

    No entanto, não há evidências científicas que comprovem os benefícios ou a segurança do detox iônico. Na verdade, a mudança de cor da água é causada pela reação química entre os eletrodos de cobre e de aço e o sal, sem relação com as toxinas do corpo.

    O detox iônico pode ser perigoso para pessoas com problemas cardíacos, diabetes, pressão alta, implantes metálicos, feridas nos pés ou alergia ao cobre. Além disso, o aparelho pode estar contaminado com bactérias ou fungos, causando infecções.

    A melhor forma de desintoxicar o corpo é através de uma alimentação saudável, rica em frutas, verduras, legumes e água. Alguns alimentos que podem ajudar nesse processo são o alho, o limão, o gengibre e a salsinha. Eles possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e diuréticas, que favorecem a eliminação de toxinas pelos rins e pelo fígado.

    Portanto, antes de se submeter ao detox iônico, consulte um médico e um nutricionista para avaliar os riscos e as alternativas mais eficazes e seguras para a sua saúde.

  • O que a pesquisa da Ipsos revela sobre a religiosidade dos brasileiros

    O que a pesquisa da Ipsos revela sobre a religiosidade dos brasileiros

    O Brasil é o país do mundo que mais acredita em Deus ou em um poder maior, segundo uma pesquisa realizada pela Ipsos em 26 países.

    A pesquisa Global Religion 2023, divulgada em maio de 2023, mostra que 89% dos brasileiros têm alguma crença religiosa, empatando com a África do Sul no topo do ranking. A média global é de 61%.

    Mas o que isso significa para a sociedade brasileira? Quais são os benefícios e os desafios de ter uma população tão religiosa? E como o Brasil se compara com outros países em termos de diversidade e tolerância religiosa? Neste post, vamos analisar alguns dos principais dados e reflexões da pesquisa da Ipsos.

    Os brasileiros acreditam no paraíso e no inferno

    Além de acreditar em Deus ou em um poder maior, os brasileiros também têm uma forte crença na existência do paraíso e do inferno. Segundo a pesquisa da Ipsos, 79% dos brasileiros acreditam no paraíso, empatando com o Peru em primeiro lugar. Já 66% dos brasileiros acreditam no inferno, ficando atrás apenas da Turquia, com 76%.

    Esses números mostram que os brasileiros têm uma visão dualista da vida após a morte, baseada na recompensa ou no castigo eterno. Essa visão pode influenciar o comportamento moral e ético dos indivíduos e das instituições, bem como as relações entre diferentes grupos religiosos.

    Por outro lado, os países mais céticos em relação ao paraíso e ao inferno são a Bélgica, com 22% e 16%, respectivamente, a França, com 31% e 23%, e o Japão, com 28% e 25%. Esses países tendem a ter uma cultura mais secularizada e pluralista, onde a religião tem menos peso na esfera pública e privada.

    Os brasileiros se apoiam na fé para superar crises

    Outro dado interessante da pesquisa da Ipsos é que os brasileiros se apoiam na fé para superar crises, como doenças, conflitos e desastres. De acordo com o estudo, 90% dos brasileiros afirmam que Deus ou forças maiores os permitem superar esses desafios, liderando o ranking mundial.

    Isso indica que os brasileiros têm uma alta resiliência espiritual, ou seja, a capacidade de usar os recursos da fé para lidar com situações adversas. A fé pode oferecer conforto, esperança, sentido e comunidade para as pessoas que enfrentam dificuldades.

    No entanto, isso também pode gerar uma certa passividade ou conformismo diante dos problemas sociais e políticos. Além disso, pode haver um risco de fanatismo ou fundamentalismo religioso, quando as pessoas usam a fé como uma forma de negar ou combater outras visões de mundo.

    Em contraste, os países que menos se apoiam na fé para superar crises são o Japão (37%), a Coreia do Sul (50%) e a Suécia (56%). Esses países tendem a ter um maior desenvolvimento humano e social, onde as pessoas contam com mais apoio do Estado e da sociedade civil para enfrentar as adversidades.

    Os brasileiros seguem alguma religião, mas nem todos frequentam locais de culto

    A pesquisa da Ipsos também revela que os brasileiros seguem alguma religião, mas nem todos frequentam locais de culto. Segundo o levantamento, 76% dos brasileiros afirmam seguir alguma religião, ficando em quarto lugar no ranking mundial. A Índia lidera com 99%, seguida pela Tailândia (98%) e pela Malásia (94%). A média global é de 67%.

    No Brasil, a maior parte dos que dizem ter uma religião se denomina cristã (70%). Dentro do cristianismo, há uma grande diversidade de denominações e expressões religiosas. O catolicismo ainda é predominante (50%), mas vem perdendo espaço para o protestantismo (20%), especialmente para as igrejas evangélicas pentecostais.

    Apesar da alta adesão religiosa, apenas 49% dos brasileiros afirmam visitar ao menos uma vez ao mês igrejas, templos ou outros locais de culto. Isso significa que há uma parcela significativa de brasileiros que se consideram religiosos, mas não praticantes. Esses brasileiros podem ter uma religiosidade mais individualizada ou alternativa, sem vínculos institucionais.

    Por outro lado, os países que mais frequentam locais de culto são a Índia (71%), o Peru (60%) e o México (59%). Já os países que menos frequentam são o Japão (5%), a Suécia (7%) e a Holanda (9%).

    A pesquisa da Ipsos mostra que o Brasil é um país muito religioso, tanto em termos de crença quanto de identidade. Os brasileiros têm uma forte fé em Deus ou em um poder maior, no paraíso e no inferno, e na capacidade de superar crises por meio da espiritualidade.

    No entanto, isso também traz alguns desafios para a convivência social e democrática. É preciso respeitar e valorizar a diversidade religiosa do país, garantindo os direitos de todas as crenças e não crenças. É preciso também promover o diálogo inter-religioso e o laicismo do Estado, evitando qualquer forma de intolerância ou violência motivada pela religião.

    A pesquisa da Ipsos é uma fonte rica de informações e reflexões sobre a religiosidade dos brasileiros. Se você quiser saber mais sobre o assunto, confira o relatório completo no site da Ipsos.

    A pesquisa Global Religion 2023, divulgada em maio de 2023, mostra que 89% dos brasileiros têm alguma crença religiosa, empatando com a África do Sul no topo do ranking. A média global é de 61%.

    Mas o que isso significa para a sociedade brasileira? Quais são os benefícios e os desafios de ter uma população tão religiosa? E como o Brasil se compara com outros países em termos de diversidade e tolerância religiosa? Neste post, vamos analisar alguns dos principais dados e reflexões da pesquisa da Ipsos.

    Os brasileiros acreditam no paraíso e no inferno

    Além de acreditar em Deus ou em um poder maior, os brasileiros também têm uma forte crença na existência do paraíso e do inferno. Segundo a pesquisa da Ipsos, 79% dos brasileiros acreditam no paraíso, empatando com o Peru em primeiro lugar. Já 66% dos brasileiros acreditam no inferno, ficando atrás apenas da Turquia, com 76%.

    Esses números mostram que os brasileiros têm uma visão dualista da vida após a morte, baseada na recompensa ou no castigo eterno. Essa visão pode influenciar o comportamento moral e ético dos indivíduos e das instituições, bem como as relações entre diferentes grupos religiosos.

    Por outro lado, os países mais céticos em relação ao paraíso e ao inferno são a Bélgica, com 22% e 16%, respectivamente, a França, com 31% e 23%, e o Japão, com 28% e 25%. Esses países tendem a ter uma cultura mais secularizada e pluralista, onde a religião tem menos peso na esfera pública e privada.

    Os brasileiros se apoiam na fé para superar crises

    Outro dado interessante da pesquisa da Ipsos é que os brasileiros se apoiam na fé para superar crises, como doenças, conflitos e desastres. De acordo com o estudo, 90% dos brasileiros afirmam que Deus ou forças maiores os permitem superar esses desafios, liderando o ranking mundial.

    Isso indica que os brasileiros têm uma alta resiliência espiritual, ou seja, a capacidade de usar os recursos da fé para lidar com situações adversas. A fé pode oferecer conforto, esperança, sentido e comunidade para as pessoas que enfrentam dificuldades.

    No entanto, isso também pode gerar uma certa passividade ou conformismo diante dos problemas sociais e políticos. Além disso, pode haver um risco de fanatismo ou fundamentalismo religioso, quando as pessoas usam a fé como uma forma de negar ou combater outras visões de mundo.

    Em contraste, os países que menos se apoiam na fé para superar crises são o Japão (37%), a Coreia do Sul (50%) e a Suécia (56%). Esses países tendem a ter um maior desenvolvimento humano e social, onde as pessoas contam com mais apoio do Estado e da sociedade civil para enfrentar as adversidades.

    Os brasileiros seguem alguma religião, mas nem todos frequentam locais de culto

    A pesquisa da Ipsos também revela que os brasileiros seguem alguma religião, mas nem todos frequentam locais de culto. Segundo o levantamento, 76% dos brasileiros afirmam seguir alguma religião, ficando em quarto lugar no ranking mundial. A Índia lidera com 99%, seguida pela Tailândia (98%) e pela Malásia (94%). A média global é de 67%.

    No Brasil, a maior parte dos que dizem ter uma religião se denomina cristã (70%). Dentro do cristianismo, há uma grande diversidade de denominações e expressões religiosas. O catolicismo ainda é predominante (50%), mas vem perdendo espaço para o protestantismo (20%), especialmente para as igrejas evangélicas pentecostais.

    Apesar da alta adesão religiosa, apenas 49% dos brasileiros afirmam visitar ao menos uma vez ao mês igrejas, templos ou outros locais de culto. Isso significa que há uma parcela significativa de brasileiros que se consideram religiosos, mas não praticantes. Esses brasileiros podem ter uma religiosidade mais individualizada ou alternativa, sem vínculos institucionais.

    Por outro lado, os países que mais frequentam locais de culto são a Índia (71%), o Peru (60%) e o México (59%). Já os países que menos frequentam são o Japão (5%), a Suécia (7%) e a Holanda (9%).

    A pesquisa da Ipsos mostra que o Brasil é um país muito religioso, tanto em termos de crença quanto de identidade. Os brasileiros têm uma forte fé em Deus ou em um poder maior, no paraíso e no inferno, e na capacidade de superar crises por meio da espiritualidade.

    No entanto, isso também traz alguns desafios para a convivência social e democrática. É preciso respeitar e valorizar a diversidade religiosa do país, garantindo os direitos de todas as crenças e não crenças. É preciso também promover o diálogo inter-religioso e o laicismo do Estado, evitando qualquer forma de intolerância ou violência motivada pela religião.

    A pesquisa da Ipsos é uma fonte rica de informações e reflexões sobre a religiosidade dos brasileiros. Se você quiser saber mais sobre o assunto, confira o relatório completo no site da Ipsos.

  • Como editar mensagens enviadas no WhatsApp

    Como editar mensagens enviadas no WhatsApp

    O WhatsApp é um dos aplicativos de mensagens mais populares do mundo, com mais de 2 bilhões de usuários ativos. A ferramenta permite trocar textos, áudios, fotos, vídeos e documentos com seus contatos de forma rápida e segura.

    Até pouco tempo atrás, a única forma de fazer isso era apagar a mensagem enviada e escrever uma nova, ou enviar uma correção manual usando asteriscos em outra mensagem. Mas isso podia gerar confusão ou desconfiança entre os interlocutores, além de deixar o histórico de conversa incompleto.

    Felizmente, o WhatsApp anunciou uma novidade que promete facilitar a vida dos usuários: a possibilidade de editar as mensagens enviadas em conversas individuais ou em grupos. O recurso foi anunciado pelo CEO da Meta, Mark Zuckerberg, em seu perfil oficial no Facebook, no dia 22 de maio de 2023.

    Com essa função, você pode reescrever o texto de uma mensagem enviada por engano ou com algum erro nas conversas. Segundo o WhatsApp, isso deve evitar que você tenha que deletar um conteúdo já enviado, como ocorria antes.

    A mensagem editada exibe um rótulo logo abaixo de “Mensagem editada às” seguido do último horário de modificação. Cada pessoa tem até 15 minutos para realizar essa ação a partir do momento que enviou a mensagem original.

    Os ajustes ficam registrados em um histórico de edição acessível por qualquer pessoa do grupo. Dessa forma, dá para ver como era o texto antigo e como ele ficou após a correção.

    A ferramenta de edição é ótima para quem costuma enviar mensagens muito grandes, nas quais erros podem passar batidos. Em vez de apagar e recomeçar do zero ou mandar correções manuais usando asterísco em uma nova mensagem, você corrigi a própria mensagem e pronto.

    Para editar uma mensagem no WhatsApp, você deve fazer o seguinte:

    • Pressione e mantenha o dedo sobre a mensagem a ser editada (iPhone) ou selecione a mensagem e toque no ícone de três pontos (Android);
    • Toque na opção “Editar”;
    • Faça as alterações desejadas no texto e toque em “Salvar”;
    • Pronto! A mensagem será atualizada na conversa com o rótulo de edição.

    Como de costume, tanto os conteúdos originais quanto os editados serão protegidos por criptografia de ponta a ponta. Somente pessoas autorizadas, ou seja, incluídas nas conversas, deverão visualizar os textos no mensageiro.

    O recurso está disponível para todos os usuários do WhatsApp, mas será liberado gradualmente ao longo das próximas semanas. Isso significa que o seu app ainda pode não ter suporte às mensagens editadas neste momento mesmo que esteja na versão mais recente disponível nas lojas de Android e iOS.

    A edição de mensagens na versão Web chegou no começo de maio, embora a empresa já tivesse exibido um alerta que antecipava o desembarque do botão. Aparentemente, somente o WhatsApp Beta para Windows ainda não deve ter nada parecido — o que não deve demorar.

    A limitação de tempo é uma forma de manter a autenticidade das conversas, impedindo que o conteúdo seja tirado do contexto muitas horas ou dias depois. A ideia do WhatsApp é permitir que usuários corrijam erros de digitação, em vez de mudar o teor do chat.

    Nem sempre as mensagens saem como o esperado, e às vezes é as editar mensagens.

    Até pouco tempo atrás, a única forma de fazer isso era apagar a mensagem enviada e escrever uma nova, ou enviar uma correção manual usando asteriscos em outra mensagem. Mas isso podia gerar confusão ou desconfiança entre os interlocutores, além de deixar o histórico de conversa incompleto.

    Felizmente, o WhatsApp anunciou uma novidade que promete facilitar a vida dos usuários: a possibilidade de editar as mensagens enviadas em conversas individuais ou em grupos. O recurso foi anunciado pelo CEO da Meta, Mark Zuckerberg, em seu perfil oficial no Facebook, no dia 22 de maio de 2023.

    Com essa função, você pode reescrever o texto de uma mensagem enviada por engano ou com algum erro nas conversas. Segundo o WhatsApp, isso deve evitar que você tenha que deletar um conteúdo já enviado, como ocorria antes.

    A mensagem editada exibe um rótulo logo abaixo de “Mensagem editada às” seguido do último horário de modificação. Cada pessoa tem até 15 minutos para realizar essa ação a partir do momento que enviou a mensagem original.

    Os ajustes ficam registrados em um histórico de edição acessível por qualquer pessoa do grupo. Dessa forma, dá para ver como era o texto antigo e como ele ficou após a correção.

    A ferramenta de edição é ótima para quem costuma enviar mensagens muito grandes, nas quais erros podem passar batidos. Em vez de apagar e recomeçar do zero ou mandar correções manuais usando asterísco em uma nova mensagem, você corrigi a própria mensagem e pronto.

    Para editar uma mensagem no WhatsApp, você deve fazer o seguinte:

    • Pressione e mantenha o dedo sobre a mensagem a ser editada (iPhone) ou selecione a mensagem e toque no ícone de três pontos (Android);
    • Toque na opção “Editar”;
    • Faça as alterações desejadas no texto e toque em “Salvar”;
    • Pronto! A mensagem será atualizada na conversa com o rótulo de edição.

    Como de costume, tanto os conteúdos originais quanto os editados serão protegidos por criptografia de ponta a ponta. Somente pessoas autorizadas, ou seja, incluídas nas conversas, deverão visualizar os textos no mensageiro.

    O recurso está disponível para todos os usuários do WhatsApp, mas será liberado gradualmente ao longo das próximas semanas. Isso significa que o seu app ainda pode não ter suporte às mensagens editadas neste momento mesmo que esteja na versão mais recente disponível nas lojas de Android e iOS.

    A edição de mensagens na versão Web chegou no começo de maio, embora a empresa já tivesse exibido um alerta que antecipava o desembarque do botão. Aparentemente, somente o WhatsApp Beta para Windows ainda não deve ter nada parecido — o que não deve demorar.

    A limitação de tempo é uma forma de manter a autenticidade das conversas, impedindo que o conteúdo seja tirado do contexto muitas horas ou dias depois. A ideia do WhatsApp é permitir que usuários corrijam erros de digitação, em vez de mudar o teor do chat.