Autor: Hermano Oliveira

  • Anvisa renova autorização de uso emergencial de vacinas e medicamentos contra Covid-19

    Anvisa renova autorização de uso emergencial de vacinas e medicamentos contra Covid-19

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a prorrogação da validade das Autorizações de Uso Emergencial (AUEs) de vacinas e medicamentos para Covid-19 por mais um ano. A medida foi publicada nesta segunda-feira (5/6) e permite que os produtos aprovados durante a pandemia continuem sendo utilizados, desde que tenham sido fabricados até o dia…

    Entre os produtos que tiveram a autorização renovada estão as vacinas Comirnaty bivalente BA.1 e BA.4/BA.5, da Pfizer/BioNTech, e a CoronaVac, do Instituto Butantan/Sinovac, além dos medicamentos Sotrovimabe, Lagevrio (Molnupiravir) e Paxlovid (Nirmatrelvir + Ritonavir).

    A Anvisa explicou que a prorrogação foi necessária porque o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), declarado pelo Ministério da Saúde em maio, encerraria automaticamente as AUEs. No entanto, a agência reconheceu que os produtos mantêm sua eficácia e segurança e seguem com avaliação positiva na relação benefícios x riscos.

    Para continuarem a ser fabricados após 21 de maio, esses produtos precisam ter seu registro definitivo solicitado pelas empresas. Até o momento, as vacinas CoronaVac e Comirnaty bivalente BA.4/BA.5, além do medicamento Paxlovid, já possuem pedido de registro em análise na Anvisa.

    A agência também definiu novas regras para novos pedidos de AUE para vacinas e medicamentos. Entre as mudanças, está a determinação de que novas avaliações de uso emergencial se darão para as vacinas indicadas pelo Ministério da Saúde como necessárias para apoiar o programa de vacinação no Brasil. Além disso, a Anvisa considerará os relatórios de aprovação dos produtos das autoridades reguladoras internacionais reconhecidas pela agência.

    Entre os produtos que tiveram a autorização renovada estão as vacinas Comirnaty bivalente BA.1 e BA.4/BA.5, da Pfizer/BioNTech, e a CoronaVac, do Instituto Butantan/Sinovac, além dos medicamentos Sotrovimabe, Lagevrio (Molnupiravir) e Paxlovid (Nirmatrelvir + Ritonavir).

    A Anvisa explicou que a prorrogação foi necessária porque o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), declarado pelo Ministério da Saúde em maio, encerraria automaticamente as AUEs. No entanto, a agência reconheceu que os produtos mantêm sua eficácia e segurança e seguem com avaliação positiva na relação benefícios x riscos.

    Para continuarem a ser fabricados após 21 de maio, esses produtos precisam ter seu registro definitivo solicitado pelas empresas. Até o momento, as vacinas CoronaVac e Comirnaty bivalente BA.4/BA.5, além do medicamento Paxlovid, já possuem pedido de registro em análise na Anvisa.

    A agência também definiu novas regras para novos pedidos de AUE para vacinas e medicamentos. Entre as mudanças, está a determinação de que novas avaliações de uso emergencial se darão para as vacinas indicadas pelo Ministério da Saúde como necessárias para apoiar o programa de vacinação no Brasil. Além disso, a Anvisa considerará os relatórios de aprovação dos produtos das autoridades reguladoras internacionais reconhecidas pela agência.

  • Por que ainda não existe um medicamento eficaz contra a Covid-19?

    Por que ainda não existe um medicamento eficaz contra a Covid-19?

    A pandemia de Covid-19, causada pelo novo coronavírus, já matou mais de 5 milhões de pessoas no mundo e continua a desafiar a ciência na busca por tratamentos eficazes. Embora as vacinas tenham se mostrado a melhor forma de prevenir a doença e reduzir as complicações, ainda há uma grande demanda por medicamentos que possam…

    No entanto, encontrar um remédio seguro e eficiente contra a Covid-19 não é uma tarefa simples. Segundo uma reportagem da revista Pesquisa Fapesp, publicada em junho de 2023, há diversos obstáculos que dificultam o desenvolvimento e a aprovação de novos fármacos para a doença. Entre eles, estão:

    • A complexidade do vírus e da resposta imunológica do organismo humano;
    • A falta de conhecimento sobre os mecanismos moleculares envolvidos na infecção e na inflamação;
    • A escassez de modelos animais adequados para testar os candidatos a medicamentos;
    • A necessidade de realizar ensaios clínicos rigorosos e éticos com milhares de voluntários;
    • A pressão política e social por resultados rápidos e milagrosos.

    A reportagem da Pesquisa Fapesp entrevistou vários pesquisadores brasileiros que estão envolvidos na busca por medicamentos contra a Covid-19, tanto por meio do reposicionamento de fármacos já existentes quanto pela descoberta de novas moléculas com potencial antiviral. Eles relataram os avanços e os desafios que enfrentam nesse campo, bem como as perspectivas para o futuro.

    Um dos exemplos citados na reportagem é o da nitazoxanida, um antiparasitário que foi testado em pacientes com Covid-19 no Brasil, mas que não mostrou eficácia significativa em reduzir a carga viral ou a duração dos sintomas. Outro caso é o da proxalutamida, um antiandrogênico que foi apontado como promissor em um estudo preliminar feito na Amazônia, mas que ainda precisa ser confirmado em ensaios clínicos maiores e mais robustos.

    Além desses casos, a reportagem também aborda outras iniciativas de pesquisa que estão em andamento no país, como o desenvolvimento de anticorpos monoclonais, de peptídeos sintéticos e de inibidores de proteases do vírus. Essas estratégias visam bloquear a entrada ou a replicação do coronavírus nas células humanas, impedindo assim a progressão da doença.

    A reportagem conclui que, apesar das dificuldades, há motivos para otimismo na busca por medicamentos contra a Covid-19. Ela destaca que a pandemia estimulou a colaboração entre cientistas de diferentes áreas e instituições, bem como o investimento em infraestrutura e inovação. Além disso, ela ressalta que os conhecimentos adquiridos sobre o coronavírus podem servir para enfrentar outras doenças virais emergentes no futuro.

    No entanto, encontrar um remédio seguro e eficiente contra a Covid-19 não é uma tarefa simples. Segundo uma reportagem da revista Pesquisa Fapesp, publicada em junho de 2023, há diversos obstáculos que dificultam o desenvolvimento e a aprovação de novos fármacos para a doença. Entre eles, estão:

    • A complexidade do vírus e da resposta imunológica do organismo humano;
    • A falta de conhecimento sobre os mecanismos moleculares envolvidos na infecção e na inflamação;
    • A escassez de modelos animais adequados para testar os candidatos a medicamentos;
    • A necessidade de realizar ensaios clínicos rigorosos e éticos com milhares de voluntários;
    • A pressão política e social por resultados rápidos e milagrosos.

    A reportagem da Pesquisa Fapesp entrevistou vários pesquisadores brasileiros que estão envolvidos na busca por medicamentos contra a Covid-19, tanto por meio do reposicionamento de fármacos já existentes quanto pela descoberta de novas moléculas com potencial antiviral. Eles relataram os avanços e os desafios que enfrentam nesse campo, bem como as perspectivas para o futuro.

    Um dos exemplos citados na reportagem é o da nitazoxanida, um antiparasitário que foi testado em pacientes com Covid-19 no Brasil, mas que não mostrou eficácia significativa em reduzir a carga viral ou a duração dos sintomas. Outro caso é o da proxalutamida, um antiandrogênico que foi apontado como promissor em um estudo preliminar feito na Amazônia, mas que ainda precisa ser confirmado em ensaios clínicos maiores e mais robustos.

    Além desses casos, a reportagem também aborda outras iniciativas de pesquisa que estão em andamento no país, como o desenvolvimento de anticorpos monoclonais, de peptídeos sintéticos e de inibidores de proteases do vírus. Essas estratégias visam bloquear a entrada ou a replicação do coronavírus nas células humanas, impedindo assim a progressão da doença.

    A reportagem conclui que, apesar das dificuldades, há motivos para otimismo na busca por medicamentos contra a Covid-19. Ela destaca que a pandemia estimulou a colaboração entre cientistas de diferentes áreas e instituições, bem como o investimento em infraestrutura e inovação. Além disso, ela ressalta que os conhecimentos adquiridos sobre o coronavírus podem servir para enfrentar outras doenças virais emergentes no futuro.

  • Cepal propõe estratégia para financiar transição ecológica no Brasil

    Cepal propõe estratégia para financiar transição ecológica no Brasil

    Um estudo da Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (Cepal) lançado nesta segunda-feira (5) no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro, apresenta uma proposta para financiar a transição do Brasil para um modelo de desenvolvimento ecológico, baseado em uma economia de baixo carbono, bioeconomia e economia circular.

    O estudo, intitulado Financiando o Big Push: caminhos para destravar a transição social e ecológica no Brasil, defende que o país precisa mobilizar investimentos complementares que sejam capazes de transformar o padrão de produção e consumo atual em um padrão sustentável. Para isso, sugere a criação de uma Secretaria Especial de Enfrentamento à Mudança do Clima, vinculada à Presidência da República, que coordenaria as políticas e os instrumentos financeiros necessários para alavancar os investimentos verdes.

    O estudo também estabelece seis missões prioritárias para as quais existiriam fundos específicos: agricultura e uso da terra; Amazônia; infraestrutura sustentável; justiça climática; tecnologias limpas; e perdas e danos. Esses fundos seriam alimentados por um novo marco fiscal verde, emissão de títulos verdes, regime tributário verde e captações internacionais e bancos de desenvolvimento.

    A coordenadora do estudo, Camila Gramkow, oficial de Assuntos Econômicos da Cepal, disse que os benefícios socioeconômicos dos investimentos de baixo carbono não são automáticos nem espontâneos e requerem políticas explícitas e dedicadas, em especial políticas de desenvolvimento produtivo. Ela afirmou que o Brasil tem instrumentos, como o Fundo Amazônia e o Fundo Clima, que precisam ser fortalecidos e impulsionados para conseguir mobilizar os recursos necessários.

    O estudo faz uma revisão da experiência de três casos internacionais selecionados: União Europeia, Estados Unidos e Uruguai. Esses casos trazem lições para o Brasil, como a perspectiva de longo prazo, a governança clara liderada pelo estado, a criação de veículos financeiros específicos e a definição de metas claras e explícitas.

    O relatório da Cepal é resultado de uma parceria com a Fundação Friedrich Ebert Stiftung (FES), da Alemanha, e contou com a participação de especialistas brasileiros. O objetivo é contribuir para o debate sobre o papel do financiamento na promoção do desenvolvimento sustentável no Brasil.

    O estudo, intitulado Financiando o Big Push: caminhos para destravar a transição social e ecológica no Brasil, defende que o país precisa mobilizar investimentos complementares que sejam capazes de transformar o padrão de produção e consumo atual em um padrão sustentável. Para isso, sugere a criação de uma Secretaria Especial de Enfrentamento à Mudança do Clima, vinculada à Presidência da República, que coordenaria as políticas e os instrumentos financeiros necessários para alavancar os investimentos verdes.

    O estudo também estabelece seis missões prioritárias para as quais existiriam fundos específicos: agricultura e uso da terra; Amazônia; infraestrutura sustentável; justiça climática; tecnologias limpas; e perdas e danos. Esses fundos seriam alimentados por um novo marco fiscal verde, emissão de títulos verdes, regime tributário verde e captações internacionais e bancos de desenvolvimento.

    A coordenadora do estudo, Camila Gramkow, oficial de Assuntos Econômicos da Cepal, disse que os benefícios socioeconômicos dos investimentos de baixo carbono não são automáticos nem espontâneos e requerem políticas explícitas e dedicadas, em especial políticas de desenvolvimento produtivo. Ela afirmou que o Brasil tem instrumentos, como o Fundo Amazônia e o Fundo Clima, que precisam ser fortalecidos e impulsionados para conseguir mobilizar os recursos necessários.

    O estudo faz uma revisão da experiência de três casos internacionais selecionados: União Europeia, Estados Unidos e Uruguai. Esses casos trazem lições para o Brasil, como a perspectiva de longo prazo, a governança clara liderada pelo estado, a criação de veículos financeiros específicos e a definição de metas claras e explícitas.

    O relatório da Cepal é resultado de uma parceria com a Fundação Friedrich Ebert Stiftung (FES), da Alemanha, e contou com a participação de especialistas brasileiros. O objetivo é contribuir para o debate sobre o papel do financiamento na promoção do desenvolvimento sustentável no Brasil.

  • Apple Vision Pro: óculos de realidade mista é apresentado na WWDC 2023

    Apple Vision Pro: óculos de realidade mista é apresentado na WWDC 2023

    A Apple realizou nesta segunda-feira (5) a sua conferência anual para desenvolvedores, a WWDC 2023, e apresentou diversas novidades para os seus sistemas operacionais e dispositivos. Mas o grande destaque ficou por conta do lançamento dos óculos de realidade mista Apple Vision Pro, um produto que era bastante aguardado pelos fãs da marca.

    O Apple Vision Pro é um dispositivo que combina as funcionalidades de realidade virtual e aumentada, permitindo ao usuário interagir com conteúdos digitais em um ambiente imersivo. O aparelho tem um design elegante e leve, com lentes transparentes e uma armação de metal. Ele se conecta ao iPhone ou ao iPad por meio do iOS 17, que também foi anunciado na WWDC 2023.

    Segundo a Apple, o Vision Pro oferece uma experiência de alta qualidade e baixa latência, com uma resolução de 8K por olho e um campo de visão de 120 graus. O dispositivo também conta com sensores avançados para rastrear os movimentos da cabeça, dos olhos e das mãos do usuário, além de câmeras e microfones para capturar o ambiente externo e permitir a comunicação com outros usuários.

    O Vision Pro também tem suporte à Siri, à App Store e aos principais aplicativos da Apple, como o FaceTime, o Apple Music e o Apple TV+. Além disso, a empresa anunciou que os desenvolvedores poderão criar aplicativos exclusivos para o Vision Pro usando o RealityKit, uma plataforma de desenvolvimento de realidade mista que facilita a criação de conteúdos interativos e realistas.

    O preço do Vision Pro ainda não foi revelado pela Apple, mas especula-se que ele custará cerca de US$ 2 mil. A data de lançamento também não foi divulgada, mas espera-se que ele chegue ao mercado no final de 2023 ou no início de 2024.

    O lançamento do Vision Pro marca a entrada da Apple em uma nova categoria de hardware, que promete revolucionar a forma como as pessoas interagem com a tecnologia. Segundo o CEO da empresa, Tim Cook, o Vision Pro é “o maior lançamento da história da Apple” e “o futuro da computação pessoal”.

    O Apple Vision Pro é um dispositivo que combina as funcionalidades de realidade virtual e aumentada, permitindo ao usuário interagir com conteúdos digitais em um ambiente imersivo. O aparelho tem um design elegante e leve, com lentes transparentes e uma armação de metal. Ele se conecta ao iPhone ou ao iPad por meio do iOS 17, que também foi anunciado na WWDC 2023.

    Segundo a Apple, o Vision Pro oferece uma experiência de alta qualidade e baixa latência, com uma resolução de 8K por olho e um campo de visão de 120 graus. O dispositivo também conta com sensores avançados para rastrear os movimentos da cabeça, dos olhos e das mãos do usuário, além de câmeras e microfones para capturar o ambiente externo e permitir a comunicação com outros usuários.

    O Vision Pro também tem suporte à Siri, à App Store e aos principais aplicativos da Apple, como o FaceTime, o Apple Music e o Apple TV+. Além disso, a empresa anunciou que os desenvolvedores poderão criar aplicativos exclusivos para o Vision Pro usando o RealityKit, uma plataforma de desenvolvimento de realidade mista que facilita a criação de conteúdos interativos e realistas.

    O preço do Vision Pro ainda não foi revelado pela Apple, mas especula-se que ele custará cerca de US$ 2 mil. A data de lançamento também não foi divulgada, mas espera-se que ele chegue ao mercado no final de 2023 ou no início de 2024.

    O lançamento do Vision Pro marca a entrada da Apple em uma nova categoria de hardware, que promete revolucionar a forma como as pessoas interagem com a tecnologia. Segundo o CEO da empresa, Tim Cook, o Vision Pro é “o maior lançamento da história da Apple” e “o futuro da computação pessoal”.

  • O que é o teste do Ursinho Pooh e por que ele não serve para diagnosticar transtornos mentais

    O que é o teste do Ursinho Pooh e por que ele não serve para diagnosticar transtornos mentais

    Você já se perguntou se tem algum transtorno mental como autismo, depressão ou TDAH? Se sim, talvez você tenha se deparado com o teste do Ursinho Pooh, um questionário online que promete identificar traços dessas condições com base em personagens do desenho infantil.

    Mas será que esse teste é confiável e válido? Neste post, vamos explicar o que é o teste do Ursinho Pooh, como ele surgiu e por que ele não deve ser usado como forma de diagnóstico.

    O teste do Ursinho Pooh é baseado em um estudo publicado no ano 2000 no Canadian Medical Association Journal, que relacionava os personagens das histórias do Ursinho Pooh a diferentes diagnósticos psiquiátricos. Por exemplo, o próprio Pooh teria transtorno de déficit de atenção (TDA), o Leitão teria transtorno de ansiedade, o Tigrão teria transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), o Abel teria transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), o Guru teria transtorno do espectro do autismo (TEA), o Bisonho teria depressão e o Cristóvão teria esquizofrenia.

    No entanto, esse estudo tinha um caráter humorístico e não pretendia ser levado a sério como uma forma de avaliação clínica. Os autores afirmaram que se tratava de uma brincadeira para ilustrar os conceitos dos transtornos mentais e que não havia evidências científicas para sustentar as associações feitas entre os personagens e as condições.

    O teste online do Ursinho Pooh surgiu em 2019 e se popularizou na internet como uma forma de autoavaliação. O teste consiste em 33 perguntas sobre comportamentos, sentimentos e pensamentos, que devem ser respondidas em uma escala de concordância ou discordância. Ao final, o teste mostra a porcentagem de cada personagem que corresponde ao perfil do respondente.

    Porém, esse teste não tem nenhuma validade ou confiabilidade para diagnosticar transtornos mentais. Primeiro, porque ele se baseia em uma interpretação livre e distorcida do estudo original, que já era uma sátira. Segundo, porque ele não leva em conta os critérios clínicos estabelecidos pelos manuais diagnósticos, como o DSM-5 ou a CID-10. Terceiro, porque ele não considera o contexto, a história e as características individuais de cada pessoa, que são essenciais para uma avaliação adequada.

    Portanto, se você fez o teste do Ursinho Pooh e se identificou com algum personagem, não se preocupe nem se assuste. Isso não significa que você tenha algum transtorno mental ou que precise de tratamento. O teste é apenas uma brincadeira e não deve ser levado a sério. Se você tem alguma dúvida ou preocupação sobre sua saúde mental, procure ajuda profissional qualificada e não confie em testes online sem embasamento científico.

    Mas será que esse teste é confiável e válido? Neste post, vamos explicar o que é o teste do Ursinho Pooh, como ele surgiu e por que ele não deve ser usado como forma de diagnóstico.

    O teste do Ursinho Pooh é baseado em um estudo publicado no ano 2000 no Canadian Medical Association Journal, que relacionava os personagens das histórias do Ursinho Pooh a diferentes diagnósticos psiquiátricos. Por exemplo, o próprio Pooh teria transtorno de déficit de atenção (TDA), o Leitão teria transtorno de ansiedade, o Tigrão teria transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), o Abel teria transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), o Guru teria transtorno do espectro do autismo (TEA), o Bisonho teria depressão e o Cristóvão teria esquizofrenia.

    No entanto, esse estudo tinha um caráter humorístico e não pretendia ser levado a sério como uma forma de avaliação clínica. Os autores afirmaram que se tratava de uma brincadeira para ilustrar os conceitos dos transtornos mentais e que não havia evidências científicas para sustentar as associações feitas entre os personagens e as condições.

    O teste online do Ursinho Pooh surgiu em 2019 e se popularizou na internet como uma forma de autoavaliação. O teste consiste em 33 perguntas sobre comportamentos, sentimentos e pensamentos, que devem ser respondidas em uma escala de concordância ou discordância. Ao final, o teste mostra a porcentagem de cada personagem que corresponde ao perfil do respondente.

    Porém, esse teste não tem nenhuma validade ou confiabilidade para diagnosticar transtornos mentais. Primeiro, porque ele se baseia em uma interpretação livre e distorcida do estudo original, que já era uma sátira. Segundo, porque ele não leva em conta os critérios clínicos estabelecidos pelos manuais diagnósticos, como o DSM-5 ou a CID-10. Terceiro, porque ele não considera o contexto, a história e as características individuais de cada pessoa, que são essenciais para uma avaliação adequada.

    Portanto, se você fez o teste do Ursinho Pooh e se identificou com algum personagem, não se preocupe nem se assuste. Isso não significa que você tenha algum transtorno mental ou que precise de tratamento. O teste é apenas uma brincadeira e não deve ser levado a sério. Se você tem alguma dúvida ou preocupação sobre sua saúde mental, procure ajuda profissional qualificada e não confie em testes online sem embasamento científico.

  • Pesquisadores criam pele eletrônica que pode devolver o tato a amputados

    Pesquisadores criam pele eletrônica que pode devolver o tato a amputados

    Uma nova tecnologia de pele eletrônica pode ser capaz de restaurar o sentido do tato em pessoas que perderam um membro ou sofrem de alguma condição que afeta a sensibilidade da pele. A pele eletrônica é macia, flexível e pode detectar o toque, a temperatura e a pressão, transmitindo esses estímulos ao cérebro por meio…

    A inovação pode ter aplicações na medicina regenerativa, na robótica e na realidade virtual.

    A pele eletrônica foi desenvolvida por pesquisadores liderados por Wang et al, que publicaram seus resultados na revista Science Advances. Eles conseguiram superar o problema da alta voltagem que limitava os dispositivos eletrônicos flexíveis anteriores, criando um isolante de três camadas que reduz a voltagem necessária para menos de 10 V. Eles também construíram uma rede de transistores sinápticos de estado sólido para transportar os sinais elétricos da pele eletrônica ao córtex somatossensorial, a região do cérebro responsável pelo processamento das sensações.

    Os pesquisadores testaram a pele eletrônica em ratos vivos e observaram uma ativação significativa do córtex somatossensorial e uma resposta muscular rápida aos estímulos. Eles esperam que essa tecnologia possa ser usada no futuro para devolver o quinto sentido a milhões de amputados e pessoas com doenças que comprometem a sensação de toque. Além disso, a pele eletrônica poderia ser usada em máquinas operadas por humanos ou em robôs para melhorar sua interação com o ambiente.

    A inovação pode ter aplicações na medicina regenerativa, na robótica e na realidade virtual.

    A pele eletrônica foi desenvolvida por pesquisadores liderados por Wang et al, que publicaram seus resultados na revista Science Advances. Eles conseguiram superar o problema da alta voltagem que limitava os dispositivos eletrônicos flexíveis anteriores, criando um isolante de três camadas que reduz a voltagem necessária para menos de 10 V. Eles também construíram uma rede de transistores sinápticos de estado sólido para transportar os sinais elétricos da pele eletrônica ao córtex somatossensorial, a região do cérebro responsável pelo processamento das sensações.

    Os pesquisadores testaram a pele eletrônica em ratos vivos e observaram uma ativação significativa do córtex somatossensorial e uma resposta muscular rápida aos estímulos. Eles esperam que essa tecnologia possa ser usada no futuro para devolver o quinto sentido a milhões de amputados e pessoas com doenças que comprometem a sensação de toque. Além disso, a pele eletrônica poderia ser usada em máquinas operadas por humanos ou em robôs para melhorar sua interação com o ambiente.

  • Nasa quer mais relatos de óvnis e lança aplicativo para coleta de dados

    Nasa quer mais relatos de óvnis e lança aplicativo para coleta de dados

    A Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa) está interessada em investigar os fenômenos aéreos não identificados (UAPs), popularmente conhecidos como óvnis ou UFOs. Para isso, a agência anunciou que vai iniciar um estudo científico sobre esses objetos, com o objetivo de identificar, caracterizar e compreender melhor essas ocorrências.

    Um dos desafios para essa pesquisa é a falta de dados de qualidade e confiáveis sobre os avistamentos de óvnis. Segundo um relatório divulgado pelo governo dos EUA em junho de 2021, não há evidência convincente de vida extraterrestre associada a esses objetos, mas também não há explicação para mais de 140 casos relatados por pilotos militares e civis.

    Para tentar solucionar esse problema, a Nasa quer contar com a colaboração da população. Em uma reunião pública realizada em maio de 2023, o astrofísico David Spergel, que lidera o grupo de trabalho da agência formado em 2022 para examinar as informações existentes sobre os UAPs, sugeriu a criação de um aplicativo de celular que permitiria a coleta de dados.

    “Existem de três a quatro bilhões de telefones celulares no mundo”, disse Spergel. “Os telefones celulares não gravam apenas imagens, estamos todos acostumados com câmeras de celulares, mas eles medem o campo magnético local, são gravitômetros, medem som codificam uma quantidade enorme de informações sobre o ambiente ao seu redor”, argumentou o cientista.

    “Se você tem algo visto por vários telefones celulares, com bons dados de registro de data e hora, em vários ângulos, pode inferir a localização e a velocidade desse objeto”, disse Spergel. “Na maioria das vezes, isso dirá que é um avião, é um balão, seja o que for. E se for algo novo, você tem dados de alta qualidade e uniformemente selecionados que podem ser usados.”, complementou.

    Com a ferramenta, os dados podem ser combinados com informações coletadas pelos radares oficiais e dados obtidos a partir de outros sensores, para poder filtrar o que realmente é importante eliminando o que pode ser normal, como um balão, por exemplo. Assim, a agência conseguiria ter acesso a um número muito maior de dados, com potencial para novas descobertas.

    A Nasa também quer encorajar os pilotos comerciais e militares a relatarem mais as anomalias que observam no céu, sem temer constrangimento ou estigma. “Os pilotos comerciais, por exemplo, relutam muito em relatar anomalias. E um de nossos objetivos, e ter a Nasa desempenhando um papel, é remover o estigma e obter dados de alta qualidade”, disse Spergel.

    O estudo da Nasa sobre os UAPs deve durar cerca de nove meses e contar com a participação de 15 a 17 especialistas em ciência, dados, inteligência artificial e segurança aeroespacial. A expectativa é que o relatório final seja publicado em julho de 2023.

    Um dos desafios para essa pesquisa é a falta de dados de qualidade e confiáveis sobre os avistamentos de óvnis. Segundo um relatório divulgado pelo governo dos EUA em junho de 2021, não há evidência convincente de vida extraterrestre associada a esses objetos, mas também não há explicação para mais de 140 casos relatados por pilotos militares e civis.

    Para tentar solucionar esse problema, a Nasa quer contar com a colaboração da população. Em uma reunião pública realizada em maio de 2023, o astrofísico David Spergel, que lidera o grupo de trabalho da agência formado em 2022 para examinar as informações existentes sobre os UAPs, sugeriu a criação de um aplicativo de celular que permitiria a coleta de dados.

    “Existem de três a quatro bilhões de telefones celulares no mundo”, disse Spergel. “Os telefones celulares não gravam apenas imagens, estamos todos acostumados com câmeras de celulares, mas eles medem o campo magnético local, são gravitômetros, medem som codificam uma quantidade enorme de informações sobre o ambiente ao seu redor”, argumentou o cientista.

    “Se você tem algo visto por vários telefones celulares, com bons dados de registro de data e hora, em vários ângulos, pode inferir a localização e a velocidade desse objeto”, disse Spergel. “Na maioria das vezes, isso dirá que é um avião, é um balão, seja o que for. E se for algo novo, você tem dados de alta qualidade e uniformemente selecionados que podem ser usados.”, complementou.

    Com a ferramenta, os dados podem ser combinados com informações coletadas pelos radares oficiais e dados obtidos a partir de outros sensores, para poder filtrar o que realmente é importante eliminando o que pode ser normal, como um balão, por exemplo. Assim, a agência conseguiria ter acesso a um número muito maior de dados, com potencial para novas descobertas.

    A Nasa também quer encorajar os pilotos comerciais e militares a relatarem mais as anomalias que observam no céu, sem temer constrangimento ou estigma. “Os pilotos comerciais, por exemplo, relutam muito em relatar anomalias. E um de nossos objetivos, e ter a Nasa desempenhando um papel, é remover o estigma e obter dados de alta qualidade”, disse Spergel.

    O estudo da Nasa sobre os UAPs deve durar cerca de nove meses e contar com a participação de 15 a 17 especialistas em ciência, dados, inteligência artificial e segurança aeroespacial. A expectativa é que o relatório final seja publicado em julho de 2023.

  • Aumento de H1N1 em adultos preocupa autoridades de saúde no Brasil

    Aumento de H1N1 em adultos preocupa autoridades de saúde no Brasil

    O Brasil está enfrentando um aumento do número de casos de gripe em adultos, principalmente causada pelo vírus influenza A, subtipo H1N1. Segundo o Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado no dia 1º de junho, cerca de 31% dos casos positivos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na população a partir de 15 anos estavam associados…

    O H1N1 é um vírus que pode ser prevenido pela vacina contra a gripe, que está disponível gratuitamente para toda a população com mais de seis meses de idade no Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, apenas 40% do público-alvo tomou a vacina até o final de maio, o que levou à prorrogação da campanha nacional de vacinação em ao menos sete estados, entre eles Rio de Janeiro e São Paulo.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alerta para a importância da imunização, especialmente diante da pandemia de coronavírus, que ainda não está controlada no país. “A vacina contra a gripe é uma forma de proteger a saúde individual e coletiva, reduzindo o risco de complicações e óbitos por influenza e também evitando sobrecarga do sistema de saúde”, afirma.

    Além dos adultos, as crianças também estão sofrendo com o aumento de infecções respiratórias, principalmente pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que é responsável por quadros graves de bronquiolite e pneumonia. O VSR vem crescendo desde abril e atinge principalmente as crianças até quatro anos de idade, sendo mais grave nas menores de dois anos. O vírus não tem vacina e nem tratamento específico, apenas medidas de suporte.

    De acordo com o Boletim InfoGripe, 19 estados e 14 capitais apresentam sinal de crescimento de SRAG, que pode ser causada por diversos vírus respiratórios. A recomendação é procurar atendimento médico em caso de sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade para respirar, e seguir as medidas de prevenção, como lavar as mãos, usar máscara e evitar aglomerações.

    Fonte: Link.

    O H1N1 é um vírus que pode ser prevenido pela vacina contra a gripe, que está disponível gratuitamente para toda a população com mais de seis meses de idade no Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, apenas 40% do público-alvo tomou a vacina até o final de maio, o que levou à prorrogação da campanha nacional de vacinação em ao menos sete estados, entre eles Rio de Janeiro e São Paulo.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alerta para a importância da imunização, especialmente diante da pandemia de coronavírus, que ainda não está controlada no país. “A vacina contra a gripe é uma forma de proteger a saúde individual e coletiva, reduzindo o risco de complicações e óbitos por influenza e também evitando sobrecarga do sistema de saúde”, afirma.

    Além dos adultos, as crianças também estão sofrendo com o aumento de infecções respiratórias, principalmente pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que é responsável por quadros graves de bronquiolite e pneumonia. O VSR vem crescendo desde abril e atinge principalmente as crianças até quatro anos de idade, sendo mais grave nas menores de dois anos. O vírus não tem vacina e nem tratamento específico, apenas medidas de suporte.

    De acordo com o Boletim InfoGripe, 19 estados e 14 capitais apresentam sinal de crescimento de SRAG, que pode ser causada por diversos vírus respiratórios. A recomendação é procurar atendimento médico em caso de sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade para respirar, e seguir as medidas de prevenção, como lavar as mãos, usar máscara e evitar aglomerações.

    Fonte: Link.

  • 5 óculos de realidade virtual que você precisa conhecer

    5 óculos de realidade virtual que você precisa conhecer

    A realidade virtual é uma tecnologia que permite criar e explorar mundos virtuais imersivos, usando um dispositivo que cobre os olhos e rastreia os movimentos da cabeça. Com um óculos de realidade virtual, você pode jogar, assistir filmes, visitar lugares e até interagir com outras pessoas em ambientes 3D.

    Existem vários modelos de óculos de realidade virtual disponíveis no mercado, cada um com suas características, vantagens e desvantagens. Neste post, vamos apresentar 6 óculos de realidade virtual que fazem sucesso e que você precisa conhecer. Confira!

    1. Meta Quest 2

    O Meta Quest 2 é o sucessor do Oculus Quest, um dos óculos de realidade virtual mais populares do mundo. O Meta Quest 2 é um dispositivo independente, ou seja, não precisa de um PC ou console para funcionar. Ele tem um processador Snapdragon XR2, 6 GB de RAM e até 256 GB de armazenamento interno.

    O Meta Quest 2 tem uma resolução de 1832 x 1920 pixels por olho, uma taxa de atualização de até 120 Hz e um campo de visão de 90 graus. Ele também oferece 6 graus de liberdade (6DOF), o que significa que ele rastreia não só os movimentos da cabeça, mas também do corpo todo. Além disso, ele vem com dois controles dedicados que permitem interagir com os jogos e aplicativos.

    O Meta Quest 2 tem uma biblioteca variada de conteúdo, com mais de 200 títulos disponíveis na loja oficial. Alguns dos jogos mais famosos são Beat Saber, Superhot VR, Resident Evil 4 VR e The Walking Dead: Saints & Sinners. O Meta Quest 2 também permite conectar-se a um PC via cabo ou Wi-Fi para acessar jogos mais avançados, como Half-Life: Alyx e No Man’s Sky.

    2. HP Reverb G2

    O HP Reverb G2 é um óculos de realidade virtual desenvolvido em parceria com a Microsoft e a Valve. Ele é um dispositivo tethered, ou seja, precisa ser conectado a um PC para funcionar. Ele tem um design ergonômico e confortável, com fones de ouvido integrados que oferecem som espacial.

    O HP Reverb G2 tem uma resolução impressionante de 2160 x 2160 pixels por olho, uma taxa de atualização de 90 Hz e um campo de visão de 114 graus. Ele também oferece 6 graus de liberdade (6DOF), usando quatro câmeras embutidas para rastrear os movimentos da cabeça e do corpo. Além disso, ele vem com dois controles dedicados que são compatíveis com o Windows Mixed Reality e o SteamVR.

    O HP Reverb G2 tem acesso a uma grande variedade de conteúdo, tanto na loja do Windows Mixed Reality quanto na loja do SteamVR. Alguns dos jogos mais populares são Half-Life: Alyx, Boneworks, Skyrim VR e Star Wars: Squadrons. O HP Reverb G2 também permite usar aplicativos como o Virtual Desktop e o Bigscreen para usar o PC em uma tela gigante.

    3. Valve Index

    O Valve Index é o óculos de realidade virtual da Valve, a empresa por trás da plataforma Steam e de jogos como Half-Life, Portal e Dota. O Valve Index é um dispositivo tethered, ou seja, precisa ser conectado a um PC para funcionar. Ele tem um design robusto e sofisticado, com fones de ouvido que ficam suspensos sobre as orelhas.

    O Valve Index tem uma resolução de 1440 x 1600 pixels por olho, uma taxa de atualização ajustável entre 80 e 144 Hz e um campo de visão ajustável entre 58 e 70 graus. Ele também oferece 6 graus de liberdade (6DOF), usando duas estações base externas para rastrear os movimentos da cabeça e do corpo com precisão. Além disso, ele vem com dois controles inovadores que detectam os movimentos dos dedos.

    O Valve Index tem acesso a todo o conteúdo disponível na loja do SteamVR, que é a maior e mais diversificada do mercado. Alguns dos jogos mais aclamados são Half-Life: Alyx, Beat Saber, The Walking Dead: Saints & Sinners e Medal of Honor: Above and Beyond. O Valve Index também permite usar aplicativos como o Google Earth VR e o Tilt Brush para explorar e criar em realidade virtual.

    4. Playstation VR

    O Playstation VR é o óculos de realidade virtual da Sony, compatível com os consoles Playstation 4 e Playstation 5. Ele tem um design futurista e colorido, com luzes LED que ajudam no rastreamento dos movimentos. Ele também tem fones de ouvido integrados que oferecem som 3D.

    O Playstation VR tem uma resolução de 960 x 1080 pixels por olho, uma taxa de atualização entre 90 e 120 Hz e um campo de visão de cerca de 100 graus. Ele também oferece 6 graus de liberdade (6DOF), usando uma câmera externa para rastrear os movimentos da cabeça e do corpo. Além disso, ele pode ser usado com diferentes controles, como o DualShock 4, o Playstation Move ou o Playstation Aim.

    O Playstation VR tem uma biblioteca exclusiva de conteúdo, com jogos desenvolvidos pela Sony ou por parceiros. Alguns dos jogos mais famosos são Astro Bot: Rescue Mission, Resident Evil 7: Biohazard, Blood & Truth e Iron Man VR. O Playstation VR também permite assistir filmes em Blu-ray ou em serviços de streaming em uma tela virtual.

    5. HTC Vive Flow

    O HTC Vive Flow é o novo óculos de realidade virtual da HTC, lançado em outubro de 2021. Ele é um dispositivo independente, ou seja, não precisa de um PC ou console para funcionar. Ele tem um design leve e compacto, com apenas 189 gramas e lentes dobráveis. Ele também tem fones de ouvido integrados que oferecem som espacial.

    O HTC Vive Flow tem uma resolução de 1600 x 1600 pixels por olho, uma taxa de atualização de 75 Hz e um campo de visão de cerca de 100 graus. Ele também oferece 6 graus de liberdade (6DOF), usando duas câmeras embutidas para rastrear os movimentos da cabeça e do corpo. Além disso, ele vem com um controle remoto simples que permite navegar pelos menus e aplicativos.

    O HTC Vive Flow tem acesso a uma variedade de conteúdo, desde jogos até meditação, na loja do Viveport Infinity, que oferece uma assinatura ilimitada por um preço mensal. Alguns dos aplicativos mais populares são Angry Birds VR: Isle of Pigs, The Blu, Museum of Other Realities e Supernatural. O HTC Vive Flow também permite espelhar a tela do smartphone em realidade virtual, para usar aplicativos como Netflix, YouTube e Spotify.

    Existem vários modelos de óculos de realidade virtual disponíveis no mercado, cada um com suas características, vantagens e desvantagens. Neste post, vamos apresentar 6 óculos de realidade virtual que fazem sucesso e que você precisa conhecer. Confira!

    1. Meta Quest 2

    O Meta Quest 2 é o sucessor do Oculus Quest, um dos óculos de realidade virtual mais populares do mundo. O Meta Quest 2 é um dispositivo independente, ou seja, não precisa de um PC ou console para funcionar. Ele tem um processador Snapdragon XR2, 6 GB de RAM e até 256 GB de armazenamento interno.

    O Meta Quest 2 tem uma resolução de 1832 x 1920 pixels por olho, uma taxa de atualização de até 120 Hz e um campo de visão de 90 graus. Ele também oferece 6 graus de liberdade (6DOF), o que significa que ele rastreia não só os movimentos da cabeça, mas também do corpo todo. Além disso, ele vem com dois controles dedicados que permitem interagir com os jogos e aplicativos.

    O Meta Quest 2 tem uma biblioteca variada de conteúdo, com mais de 200 títulos disponíveis na loja oficial. Alguns dos jogos mais famosos são Beat Saber, Superhot VR, Resident Evil 4 VR e The Walking Dead: Saints & Sinners. O Meta Quest 2 também permite conectar-se a um PC via cabo ou Wi-Fi para acessar jogos mais avançados, como Half-Life: Alyx e No Man’s Sky.

    2. HP Reverb G2

    O HP Reverb G2 é um óculos de realidade virtual desenvolvido em parceria com a Microsoft e a Valve. Ele é um dispositivo tethered, ou seja, precisa ser conectado a um PC para funcionar. Ele tem um design ergonômico e confortável, com fones de ouvido integrados que oferecem som espacial.

    O HP Reverb G2 tem uma resolução impressionante de 2160 x 2160 pixels por olho, uma taxa de atualização de 90 Hz e um campo de visão de 114 graus. Ele também oferece 6 graus de liberdade (6DOF), usando quatro câmeras embutidas para rastrear os movimentos da cabeça e do corpo. Além disso, ele vem com dois controles dedicados que são compatíveis com o Windows Mixed Reality e o SteamVR.

    O HP Reverb G2 tem acesso a uma grande variedade de conteúdo, tanto na loja do Windows Mixed Reality quanto na loja do SteamVR. Alguns dos jogos mais populares são Half-Life: Alyx, Boneworks, Skyrim VR e Star Wars: Squadrons. O HP Reverb G2 também permite usar aplicativos como o Virtual Desktop e o Bigscreen para usar o PC em uma tela gigante.

    3. Valve Index

    O Valve Index é o óculos de realidade virtual da Valve, a empresa por trás da plataforma Steam e de jogos como Half-Life, Portal e Dota. O Valve Index é um dispositivo tethered, ou seja, precisa ser conectado a um PC para funcionar. Ele tem um design robusto e sofisticado, com fones de ouvido que ficam suspensos sobre as orelhas.

    O Valve Index tem uma resolução de 1440 x 1600 pixels por olho, uma taxa de atualização ajustável entre 80 e 144 Hz e um campo de visão ajustável entre 58 e 70 graus. Ele também oferece 6 graus de liberdade (6DOF), usando duas estações base externas para rastrear os movimentos da cabeça e do corpo com precisão. Além disso, ele vem com dois controles inovadores que detectam os movimentos dos dedos.

    O Valve Index tem acesso a todo o conteúdo disponível na loja do SteamVR, que é a maior e mais diversificada do mercado. Alguns dos jogos mais aclamados são Half-Life: Alyx, Beat Saber, The Walking Dead: Saints & Sinners e Medal of Honor: Above and Beyond. O Valve Index também permite usar aplicativos como o Google Earth VR e o Tilt Brush para explorar e criar em realidade virtual.

    4. Playstation VR

    O Playstation VR é o óculos de realidade virtual da Sony, compatível com os consoles Playstation 4 e Playstation 5. Ele tem um design futurista e colorido, com luzes LED que ajudam no rastreamento dos movimentos. Ele também tem fones de ouvido integrados que oferecem som 3D.

    O Playstation VR tem uma resolução de 960 x 1080 pixels por olho, uma taxa de atualização entre 90 e 120 Hz e um campo de visão de cerca de 100 graus. Ele também oferece 6 graus de liberdade (6DOF), usando uma câmera externa para rastrear os movimentos da cabeça e do corpo. Além disso, ele pode ser usado com diferentes controles, como o DualShock 4, o Playstation Move ou o Playstation Aim.

    O Playstation VR tem uma biblioteca exclusiva de conteúdo, com jogos desenvolvidos pela Sony ou por parceiros. Alguns dos jogos mais famosos são Astro Bot: Rescue Mission, Resident Evil 7: Biohazard, Blood & Truth e Iron Man VR. O Playstation VR também permite assistir filmes em Blu-ray ou em serviços de streaming em uma tela virtual.

    5. HTC Vive Flow

    O HTC Vive Flow é o novo óculos de realidade virtual da HTC, lançado em outubro de 2021. Ele é um dispositivo independente, ou seja, não precisa de um PC ou console para funcionar. Ele tem um design leve e compacto, com apenas 189 gramas e lentes dobráveis. Ele também tem fones de ouvido integrados que oferecem som espacial.

    O HTC Vive Flow tem uma resolução de 1600 x 1600 pixels por olho, uma taxa de atualização de 75 Hz e um campo de visão de cerca de 100 graus. Ele também oferece 6 graus de liberdade (6DOF), usando duas câmeras embutidas para rastrear os movimentos da cabeça e do corpo. Além disso, ele vem com um controle remoto simples que permite navegar pelos menus e aplicativos.

    O HTC Vive Flow tem acesso a uma variedade de conteúdo, desde jogos até meditação, na loja do Viveport Infinity, que oferece uma assinatura ilimitada por um preço mensal. Alguns dos aplicativos mais populares são Angry Birds VR: Isle of Pigs, The Blu, Museum of Other Realities e Supernatural. O HTC Vive Flow também permite espelhar a tela do smartphone em realidade virtual, para usar aplicativos como Netflix, YouTube e Spotify.

  • Pesquisadores revelam mecanismos guiados por RNA que determinam o destino celular

    Pesquisadores revelam mecanismos guiados por RNA que determinam o destino celular

    Uma equipe de pesquisadores da Austrália descobriu como as células embrionárias decidem seu futuro papel no organismo, usando técnicas avançadas de imagem. Eles observaram que diferentes tipos de RNA se distribuem de forma assimétrica nas células, influenciando sua capacidade de se transformar em tecidos diferentes.

    O estudo foi publicado na revista Nature Communications e pode contribuir para o avanço da medicina regenerativa.

    O desenvolvimento embrionário é um processo complexo e misterioso, que envolve a diferenciação celular, ou seja, a especialização das células em funções específicas. Os pesquisadores se concentraram em um momento crítico desse processo, quando o embrião tem apenas 16 células e precisa escolher quais delas vão originar o próprio embrião ou tecidos extraembrionários, como a placenta.

    Eles descobriram que essa escolha é facilitada pela organização interna das células, que apresentam uma divisão entre os lados apical e basal. O lado apical contém a maioria dos RNAs mensageiros (mRNAs) e dos RNAs transportadores (tRNAs), que são responsáveis pela produção de proteínas. O lado basal contém a maioria dos RNAs ribossômicos (rRNAs), que são os componentes dos ribossomos, as máquinas celulares que sintetizam as proteínas.

    Essa distribuição assimétrica de RNA determina o destino das células filhas: as que recebem o lado apical, com mais capacidade de produzir proteínas, se especializam em formar a placenta. As que recebem o lado basal, com menos atividade traducional, mantêm sua pluripotência, ou seja, sua capacidade de se transformar em qualquer tipo de célula do organismo adulto.

    “Assim como na vida real, as células podem influenciar a direção do seu próprio futuro se organizando cedo. Nossa pesquisa pode abrir novas formas de prever e direcionar as decisões de destino celular”, disse a pesquisadora líder Drª Jennifer Zenker.

    O estudo pode ajudar a entender melhor o desenvolvimento embrionário e os defeitos congênitos, além de desenvolver novos tratamentos baseados em células-tronco para diversas doenças e condições.

    Fonte: Link.

    O estudo foi publicado na revista Nature Communications e pode contribuir para o avanço da medicina regenerativa.

    O desenvolvimento embrionário é um processo complexo e misterioso, que envolve a diferenciação celular, ou seja, a especialização das células em funções específicas. Os pesquisadores se concentraram em um momento crítico desse processo, quando o embrião tem apenas 16 células e precisa escolher quais delas vão originar o próprio embrião ou tecidos extraembrionários, como a placenta.

    Eles descobriram que essa escolha é facilitada pela organização interna das células, que apresentam uma divisão entre os lados apical e basal. O lado apical contém a maioria dos RNAs mensageiros (mRNAs) e dos RNAs transportadores (tRNAs), que são responsáveis pela produção de proteínas. O lado basal contém a maioria dos RNAs ribossômicos (rRNAs), que são os componentes dos ribossomos, as máquinas celulares que sintetizam as proteínas.

    Essa distribuição assimétrica de RNA determina o destino das células filhas: as que recebem o lado apical, com mais capacidade de produzir proteínas, se especializam em formar a placenta. As que recebem o lado basal, com menos atividade traducional, mantêm sua pluripotência, ou seja, sua capacidade de se transformar em qualquer tipo de célula do organismo adulto.

    “Assim como na vida real, as células podem influenciar a direção do seu próprio futuro se organizando cedo. Nossa pesquisa pode abrir novas formas de prever e direcionar as decisões de destino celular”, disse a pesquisadora líder Drª Jennifer Zenker.

    O estudo pode ajudar a entender melhor o desenvolvimento embrionário e os defeitos congênitos, além de desenvolver novos tratamentos baseados em células-tronco para diversas doenças e condições.

    Fonte: Link.