Autor: Hermano Oliveira

  • Estudo mostra relação entre urbanização e saúde cardiometabólica dos povos indígenas no Brasil

    Estudo mostra relação entre urbanização e saúde cardiometabólica dos povos indígenas no Brasil

    Um estudo publicado na revista The Lancet mostrou que a urbanização está associada a um aumento da prevalência de obesidade, hipertensão e mortalidade cardiovascular entre os povos indígenas brasileiros.

    Os pesquisadores analisaram dados de revisões sistemáticas e meta-análises, do censo brasileiro e de registros nacionais de saúde, além do impacto do desmatamento da Amazônia.

    O estudo revelou que os povos indígenas que vivem em regiões mais urbanizadas, com menor cobertura florestal, apresentam maiores níveis de pressão arterial, índice de massa corporal e risco cardiovascular do que aqueles que vivem em regiões mais preservadas e tradicionais. Os autores também observaram uma tendência de aumento desses fatores de risco ao longo do tempo, acompanhando as mudanças no estilo de vida e na alimentação dos indígenas.

    Os resultados sugerem que a urbanização tem um efeito negativo sobre a saúde cardiometaólica dos povos indígenas brasileiros, que já enfrentam diversas desigualdades e vulnerabilidades sociais e sanitárias. Os autores defendem a necessidade de políticas públicas que respeitem e valorizem a diversidade cultural e ambiental dos povos indígenas, bem como garantam o seu acesso à saúde de qualidade e à proteção de seus territórios.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores analisaram dados de revisões sistemáticas e meta-análises, do censo brasileiro e de registros nacionais de saúde, além do impacto do desmatamento da Amazônia.

    O estudo revelou que os povos indígenas que vivem em regiões mais urbanizadas, com menor cobertura florestal, apresentam maiores níveis de pressão arterial, índice de massa corporal e risco cardiovascular do que aqueles que vivem em regiões mais preservadas e tradicionais. Os autores também observaram uma tendência de aumento desses fatores de risco ao longo do tempo, acompanhando as mudanças no estilo de vida e na alimentação dos indígenas.

    Os resultados sugerem que a urbanização tem um efeito negativo sobre a saúde cardiometaólica dos povos indígenas brasileiros, que já enfrentam diversas desigualdades e vulnerabilidades sociais e sanitárias. Os autores defendem a necessidade de políticas públicas que respeitem e valorizem a diversidade cultural e ambiental dos povos indígenas, bem como garantam o seu acesso à saúde de qualidade e à proteção de seus territórios.

    Fonte: Link.

  • Como a indústria de alimentos ultraprocessados influencia a política e a saúde em países emergentes

    Como a indústria de alimentos ultraprocessados influencia a política e a saúde em países emergentes

    A indústria de alimentos ultraprocessados, também conhecida como junk food, é responsável por uma grande parte do consumo alimentar e da carga de doenças não transmissíveis (DNTs) em países emergentes, como China, Brasil, Índia, Indonésia, México e África do Sul.

    Esses países são alvos preferenciais das empresas de bebidas e alimentos ultraprocessados, que aproveitam as oportunidades criadas pelas reformas de mercado, o aumento da classe média, o desejo de investimento estrangeiro e a maior disponibilidade de produtos baratos e saborosos.

    No entanto, esses produtos têm um alto custo para a saúde pública e o meio ambiente. O consumo excessivo de açúcar, sal e gordura está associado a um maior risco de obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. Além disso, a produção e o transporte desses alimentos geram emissões de gases de efeito estufa, desmatamento, perda de biodiversidade e poluição.

    Diante desse cenário, seria esperado que os governos adotassem medidas regulatórias para restringir as práticas da indústria de alimentos ultraprocessados, como a publicidade, a rotulagem, a tributação e a oferta em ambientes escolares. No entanto, isso nem sempre acontece. Por quê?

    Um livro recente do cientista político Eduardo J Gómez busca responder essa questão. Em “Junk Food Politics: How Beverage and Fast Food Industries Are Reshaping Emerging Economies”, o autor analisa seis estudos de caso de países emergentes e propõe um novo modelo analítico chamado “Política Industrial e Instituições Complementares” (IPCI).

    Segundo Gómez, a indústria de alimentos ultraprocessados usa uma série de táticas para influenciar a política e reestruturar a sociedade em seu favor. Essas táticas incluem: lobby, financiamento de campanhas eleitorais, filantropia corporativa, parcerias público-privadas, cooptação de cientistas e organizações da sociedade civil, desinformação e negação das evidências científicas.

    Essas táticas só são possíveis graças às “Instituições Complementares”: políticos e líderes que “buscam e aceitam as indústrias de alimentos ultraprocessados como parceiros vitais para ajudá-los a alcançar seus objetivos políticos, econômicos e sociais alternativos”. Esses objetivos podem ser: gerar empregos, aumentar o crescimento econômico, reduzir a pobreza, melhorar a segurança alimentar ou promover o desenvolvimento rural.

    Gómez argumenta que esse quadro resulta em um aumento da legitimidade e da influência da indústria de alimentos ultraprocessados e em uma estagnação da ação regulatória. Isso explica por que alguns países emergentes têm sido mais bem-sucedidos do que outros na implementação de políticas públicas para prevenir as DNTs relacionadas à alimentação.

    O livro é uma contribuição importante para entender os determinantes comerciais da saúde e as barreiras políticas para enfrentar o problema da junk food. O autor oferece uma perspectiva crítica e histórica sobre o papel das corporações transnacionais na conformação das economias emergentes e seus impactos na saúde global.

    Esses países são alvos preferenciais das empresas de bebidas e alimentos ultraprocessados, que aproveitam as oportunidades criadas pelas reformas de mercado, o aumento da classe média, o desejo de investimento estrangeiro e a maior disponibilidade de produtos baratos e saborosos.

    No entanto, esses produtos têm um alto custo para a saúde pública e o meio ambiente. O consumo excessivo de açúcar, sal e gordura está associado a um maior risco de obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. Além disso, a produção e o transporte desses alimentos geram emissões de gases de efeito estufa, desmatamento, perda de biodiversidade e poluição.

    Diante desse cenário, seria esperado que os governos adotassem medidas regulatórias para restringir as práticas da indústria de alimentos ultraprocessados, como a publicidade, a rotulagem, a tributação e a oferta em ambientes escolares. No entanto, isso nem sempre acontece. Por quê?

    Um livro recente do cientista político Eduardo J Gómez busca responder essa questão. Em “Junk Food Politics: How Beverage and Fast Food Industries Are Reshaping Emerging Economies”, o autor analisa seis estudos de caso de países emergentes e propõe um novo modelo analítico chamado “Política Industrial e Instituições Complementares” (IPCI).

    Segundo Gómez, a indústria de alimentos ultraprocessados usa uma série de táticas para influenciar a política e reestruturar a sociedade em seu favor. Essas táticas incluem: lobby, financiamento de campanhas eleitorais, filantropia corporativa, parcerias público-privadas, cooptação de cientistas e organizações da sociedade civil, desinformação e negação das evidências científicas.

    Essas táticas só são possíveis graças às “Instituições Complementares”: políticos e líderes que “buscam e aceitam as indústrias de alimentos ultraprocessados como parceiros vitais para ajudá-los a alcançar seus objetivos políticos, econômicos e sociais alternativos”. Esses objetivos podem ser: gerar empregos, aumentar o crescimento econômico, reduzir a pobreza, melhorar a segurança alimentar ou promover o desenvolvimento rural.

    Gómez argumenta que esse quadro resulta em um aumento da legitimidade e da influência da indústria de alimentos ultraprocessados e em uma estagnação da ação regulatória. Isso explica por que alguns países emergentes têm sido mais bem-sucedidos do que outros na implementação de políticas públicas para prevenir as DNTs relacionadas à alimentação.

    O livro é uma contribuição importante para entender os determinantes comerciais da saúde e as barreiras políticas para enfrentar o problema da junk food. O autor oferece uma perspectiva crítica e histórica sobre o papel das corporações transnacionais na conformação das economias emergentes e seus impactos na saúde global.

  • Exposição ao chumbo, cádmio e arsênico podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares

    Exposição ao chumbo, cádmio e arsênico podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares

    Você sabia que a exposição crônica a baixos níveis de chumbo, cádmio e arsênico pode prejudicar a sua saúde do coração?

    Esses metais, considerados contaminantes, não têm nenhuma função no corpo humano e são encontrados em itens comuns do dia a dia, como tintas, produtos de tabaco, água, solo, alimentos e eletrônicos.

    Um novo estudo publicado na revista Journal of the American Heart Association, da Associação Americana do Coração, revisou as evidências que ligam a exposição crônica a esses metais ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, como doença arterial coronariana, acidente vascular cerebral e doença arterial periférica.

    Segundo os autores do estudo, a exposição a esses metais interfere em funções biológicas essenciais e afeta a maioria das populações em escala global. Eles destacam as implicações clínicas e de saúde pública da exposição aos metais contaminantes.

    “Estudos populacionais amplos indicam que mesmo a exposição a baixos níveis de metais contaminantes é quase universal e contribui para o ônus das doenças cardiovasculares, especialmente ataques cardíacos, derrames, doenças das artérias das pernas e morte prematura por causas cardíacas”, disse Gervasio A. Lamas, MD, FAHA, presidente do grupo de redação da declaração e presidente de medicina e chefe da Divisão de Cardiologia da Universidade Columbia no Mount Sinai Medical Center em Miami Beach, Flórida.

    “Após a exposição, o chumbo e o cádmio se acumulam no corpo e permanecem nos ossos e órgãos por décadas. Nos Estados Unidos, um grande estudo sugeriu que mais de 450 mil mortes anuais poderiam ser atribuídas à exposição ao chumbo”, disse a vice-presidente do grupo de redação da declaração Ana Navas-Acien, MD, PhD, professora de ciências da saúde ambiental na Escola Mailman de Saúde Pública da Universidade Columbia e diretora do Programa Superfund Northern Plains da Universidade Columbia em Nova York.

    A exposição aos metais contaminantes ocorre na maioria das vezes involuntariamente, por meio de atividades cotidianas. O chumbo pode ser encontrado em uma variedade de itens, como tintas em casas antigas (tinta à base de chumbo foi proibida nos Estados Unidos em 1978), produtos de tabaco, fumaça passiva, alimentos contaminados (água subterrânea e algumas cerâmicas e utensílios de cozinha são fontes de contaminação por chumbo nos alimentos), tubulações de água, especiarias, cosméticos, eletrônicos e emissões industriais.

    O cádmio pode ser encontrado em fertilizantes fosfatados usados na agricultura; baterias recarregáveis; plásticos; cigarros; alimentos cultivados em solos contaminados; mariscos; grãos integrais; vegetais folhosos verdes; batatas; fígado e rins.

    O arsênico pode ser encontrado na água subterrânea; pesticidas; herbicidas; fungicidas; madeira tratada com pressão; galinha; arroz; suco de maçã; algas marinhas; peixes e frutos do mar.

    Os metais contaminantes são absorvidos pelo trato respiratório e/ou gastrointestinal. Pessoas que vivem em bairros de baixa renda costumam ter alta exposição a esses metais.

    Uma abordagem multifacetada para reduzir os riscos cardiovasculares dos metais contaminantes pode incluir medidas de saúde pública, como monitoramento e remediação ambiental; teste individual; avaliação adicional das consequências da exposição aos metais e desenvolvimento de tratamentos.

    Os autores do estudo recomendam que as pessoas evitem ou limitem a exposição aos metais contaminantes, especialmente o tabagismo, que é uma fonte importante de cádmio. Eles também sugerem que as pessoas consumam uma dieta equilibrada e rica em antioxidantes, que podem ajudar a proteger contra os danos causados pelos metais.

    Fonte: Link.

    Esses metais, considerados contaminantes, não têm nenhuma função no corpo humano e são encontrados em itens comuns do dia a dia, como tintas, produtos de tabaco, água, solo, alimentos e eletrônicos.

    Um novo estudo publicado na revista Journal of the American Heart Association, da Associação Americana do Coração, revisou as evidências que ligam a exposição crônica a esses metais ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, como doença arterial coronariana, acidente vascular cerebral e doença arterial periférica.

    Segundo os autores do estudo, a exposição a esses metais interfere em funções biológicas essenciais e afeta a maioria das populações em escala global. Eles destacam as implicações clínicas e de saúde pública da exposição aos metais contaminantes.

    “Estudos populacionais amplos indicam que mesmo a exposição a baixos níveis de metais contaminantes é quase universal e contribui para o ônus das doenças cardiovasculares, especialmente ataques cardíacos, derrames, doenças das artérias das pernas e morte prematura por causas cardíacas”, disse Gervasio A. Lamas, MD, FAHA, presidente do grupo de redação da declaração e presidente de medicina e chefe da Divisão de Cardiologia da Universidade Columbia no Mount Sinai Medical Center em Miami Beach, Flórida.

    “Após a exposição, o chumbo e o cádmio se acumulam no corpo e permanecem nos ossos e órgãos por décadas. Nos Estados Unidos, um grande estudo sugeriu que mais de 450 mil mortes anuais poderiam ser atribuídas à exposição ao chumbo”, disse a vice-presidente do grupo de redação da declaração Ana Navas-Acien, MD, PhD, professora de ciências da saúde ambiental na Escola Mailman de Saúde Pública da Universidade Columbia e diretora do Programa Superfund Northern Plains da Universidade Columbia em Nova York.

    A exposição aos metais contaminantes ocorre na maioria das vezes involuntariamente, por meio de atividades cotidianas. O chumbo pode ser encontrado em uma variedade de itens, como tintas em casas antigas (tinta à base de chumbo foi proibida nos Estados Unidos em 1978), produtos de tabaco, fumaça passiva, alimentos contaminados (água subterrânea e algumas cerâmicas e utensílios de cozinha são fontes de contaminação por chumbo nos alimentos), tubulações de água, especiarias, cosméticos, eletrônicos e emissões industriais.

    O cádmio pode ser encontrado em fertilizantes fosfatados usados na agricultura; baterias recarregáveis; plásticos; cigarros; alimentos cultivados em solos contaminados; mariscos; grãos integrais; vegetais folhosos verdes; batatas; fígado e rins.

    O arsênico pode ser encontrado na água subterrânea; pesticidas; herbicidas; fungicidas; madeira tratada com pressão; galinha; arroz; suco de maçã; algas marinhas; peixes e frutos do mar.

    Os metais contaminantes são absorvidos pelo trato respiratório e/ou gastrointestinal. Pessoas que vivem em bairros de baixa renda costumam ter alta exposição a esses metais.

    Uma abordagem multifacetada para reduzir os riscos cardiovasculares dos metais contaminantes pode incluir medidas de saúde pública, como monitoramento e remediação ambiental; teste individual; avaliação adicional das consequências da exposição aos metais e desenvolvimento de tratamentos.

    Os autores do estudo recomendam que as pessoas evitem ou limitem a exposição aos metais contaminantes, especialmente o tabagismo, que é uma fonte importante de cádmio. Eles também sugerem que as pessoas consumam uma dieta equilibrada e rica em antioxidantes, que podem ajudar a proteger contra os danos causados pelos metais.

    Fonte: Link.

  • Beber com moderação pode reduzir o risco de doenças cardíacas, diz estudo

    Beber com moderação pode reduzir o risco de doenças cardíacas, diz estudo

    Um novo estudo publicado na revista Journal of the American College of Cardiology oferece uma explicação para o porquê de beber álcool com moderação pode estar associado a um menor risco de doenças cardíacas.

    Pela primeira vez, os pesquisadores encontraram uma relação entre o consumo de álcool em quantidades leves a moderadas e uma redução a longo prazo do estresse no cérebro. Esse impacto nos sistemas de estresse do cérebro pareceu contribuir significativamente para as reduções de eventos cardiovasculares observadas em bebedores leves a moderados que participaram do estudo.

    O estudo, liderado por investigadores do Massachusetts General Hospital, um membro fundador do sistema de saúde Mass General Brigham, incluiu mais de 50 mil indivíduos inscritos no Biobanco Mass General Brigham. A primeira parte do estudo avaliou a relação entre o consumo de álcool em níveis leves a moderados (uma bebida por dia para mulheres e uma a duas bebidas por dia para homens) e eventos cardiovasculares adversos importantes, após ajustar para uma série de fatores genéticos, clínicos, de estilo de vida e socioeconômicos. Os pesquisadores descobriram que o consumo de álcool em níveis leves a moderados estava associado a uma redução substancial no risco de doenças cardiovasculares, mesmo após levar em conta esses outros fatores.

    A segunda parte do estudo analisou mais de 750 exames de PET e CT do cérebro dos participantes, encontrando que bebedores leves a moderados cujos níveis de estresse diminuíram na amígdala – uma parte do cérebro que reage a estímulos intensos ou ameaçadores – também apresentaram menores níveis de ataques cardíacos ou derrames. Os participantes que tinham um histórico de estresse e ansiedade tiveram ainda maiores benefícios para a saúde: os pesquisadores descobriram que pessoas propensas a altos níveis de estresse e ansiedade que bebiam uma quantidade leve ou moderada tinham o dobro dos efeitos protetores cardíacos do que aqueles sem alto estresse e ansiedade.

    Os autores do estudo ressaltam que não estão defendendo o uso de álcool para reduzir o risco de ataques cardíacos ou derrames, pois o álcool também tem outros efeitos negativos para a saúde. Eles afirmam que o objetivo é encontrar outras abordagens que possam replicar ou induzir os efeitos cardíacos protetores do álcool sem os impactos adversos do mesmo. Eles sugerem que intervenções que reduzam a atividade do estresse no cérebro, como meditação, exercícios físicos e terapias comportamentais, podem ser alternativas potenciais.

    Fonte: Link.

    Pela primeira vez, os pesquisadores encontraram uma relação entre o consumo de álcool em quantidades leves a moderadas e uma redução a longo prazo do estresse no cérebro. Esse impacto nos sistemas de estresse do cérebro pareceu contribuir significativamente para as reduções de eventos cardiovasculares observadas em bebedores leves a moderados que participaram do estudo.

    O estudo, liderado por investigadores do Massachusetts General Hospital, um membro fundador do sistema de saúde Mass General Brigham, incluiu mais de 50 mil indivíduos inscritos no Biobanco Mass General Brigham. A primeira parte do estudo avaliou a relação entre o consumo de álcool em níveis leves a moderados (uma bebida por dia para mulheres e uma a duas bebidas por dia para homens) e eventos cardiovasculares adversos importantes, após ajustar para uma série de fatores genéticos, clínicos, de estilo de vida e socioeconômicos. Os pesquisadores descobriram que o consumo de álcool em níveis leves a moderados estava associado a uma redução substancial no risco de doenças cardiovasculares, mesmo após levar em conta esses outros fatores.

    A segunda parte do estudo analisou mais de 750 exames de PET e CT do cérebro dos participantes, encontrando que bebedores leves a moderados cujos níveis de estresse diminuíram na amígdala – uma parte do cérebro que reage a estímulos intensos ou ameaçadores – também apresentaram menores níveis de ataques cardíacos ou derrames. Os participantes que tinham um histórico de estresse e ansiedade tiveram ainda maiores benefícios para a saúde: os pesquisadores descobriram que pessoas propensas a altos níveis de estresse e ansiedade que bebiam uma quantidade leve ou moderada tinham o dobro dos efeitos protetores cardíacos do que aqueles sem alto estresse e ansiedade.

    Os autores do estudo ressaltam que não estão defendendo o uso de álcool para reduzir o risco de ataques cardíacos ou derrames, pois o álcool também tem outros efeitos negativos para a saúde. Eles afirmam que o objetivo é encontrar outras abordagens que possam replicar ou induzir os efeitos cardíacos protetores do álcool sem os impactos adversos do mesmo. Eles sugerem que intervenções que reduzam a atividade do estresse no cérebro, como meditação, exercícios físicos e terapias comportamentais, podem ser alternativas potenciais.

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  • Como o etanol pode beneficiar o Brasil e o planeta

    Como o etanol pode beneficiar o Brasil e o planeta

    O etanol é um biocombustível produzido a partir de biomassa, como a cana-de-açúcar, o milho e a celulose. Ele pode ser usado como substituto da gasolina e do diesel em motores flex ou dedicados, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa e a dependência externa de petróleo. Além disso, o etanol contribui para o…

    O Brasil é um dos maiores produtores e consumidores de etanol do mundo, tendo iniciado seu programa de etanol na década de 1970, após os choques do petróleo. Desde então, o país vem aprimorando sua produção e uso do etanol, tanto de primeira geração (a partir do caldo da cana) quanto de segunda geração (a partir da celulose do bagaço e da palha da cana).

    O etanol de segunda geração (E2G) é considerado uma tecnologia promissora para aumentar a oferta e a competitividade do etanol, aproveitando melhor a matéria-prima e reduzindo os custos de produção. O Brasil possui diversas iniciativas nacionais relacionadas à pesquisa e ao desenvolvimento do E2G, envolvendo universidades, empresas, governo e sociedade civil.

    O etanol apresenta diversas vantagens em relação aos combustíveis fósseis, como:

    • É uma fonte renovável de energia, que pode ser produzida localmente a partir de diferentes culturas agrícolas;

    • É um combustível limpo, que emite menos poluentes locais e globais do que a gasolina e o diesel;

    • É um combustível versátil, que pode ser usado puro ou misturado à gasolina em diferentes proporções;

    • É um combustível estratégico, que contribui para a segurança energética e a diversificação da matriz energética nacional.

    Por essas razões, o Brasil deveria incentivar o uso do etanol nas grandes cidades, onde a poluição atmosférica é um grave problema de saúde pública e ambiental. O etanol pode melhorar a qualidade do ar urbano, diminuindo as emissões de monóxido de carbono, hidrocarbonetos, óxidos de nitrogênio e material particulado. Além disso, o etanol pode reduzir as emissões de dióxido de carbono, o principal gás responsável pelo aquecimento global.

    O etanol é um combustível que representa o potencial do Brasil para ser um líder global em energia renovável e sustentável. O país tem condições favoráveis para produzir e consumir etanol de forma eficiente e competitiva, aproveitando sua vocação agrícola e sua experiência tecnológica. O etanol é um combustível que faz bem para o meio ambiente, para a economia e para a sociedade.

    O Brasil é um dos maiores produtores e consumidores de etanol do mundo, tendo iniciado seu programa de etanol na década de 1970, após os choques do petróleo. Desde então, o país vem aprimorando sua produção e uso do etanol, tanto de primeira geração (a partir do caldo da cana) quanto de segunda geração (a partir da celulose do bagaço e da palha da cana).

    O etanol de segunda geração (E2G) é considerado uma tecnologia promissora para aumentar a oferta e a competitividade do etanol, aproveitando melhor a matéria-prima e reduzindo os custos de produção. O Brasil possui diversas iniciativas nacionais relacionadas à pesquisa e ao desenvolvimento do E2G, envolvendo universidades, empresas, governo e sociedade civil.

    O etanol apresenta diversas vantagens em relação aos combustíveis fósseis, como:

    • É uma fonte renovável de energia, que pode ser produzida localmente a partir de diferentes culturas agrícolas;

    • É um combustível limpo, que emite menos poluentes locais e globais do que a gasolina e o diesel;

    • É um combustível versátil, que pode ser usado puro ou misturado à gasolina em diferentes proporções;

    • É um combustível estratégico, que contribui para a segurança energética e a diversificação da matriz energética nacional.

    Por essas razões, o Brasil deveria incentivar o uso do etanol nas grandes cidades, onde a poluição atmosférica é um grave problema de saúde pública e ambiental. O etanol pode melhorar a qualidade do ar urbano, diminuindo as emissões de monóxido de carbono, hidrocarbonetos, óxidos de nitrogênio e material particulado. Além disso, o etanol pode reduzir as emissões de dióxido de carbono, o principal gás responsável pelo aquecimento global.

    O etanol é um combustível que representa o potencial do Brasil para ser um líder global em energia renovável e sustentável. O país tem condições favoráveis para produzir e consumir etanol de forma eficiente e competitiva, aproveitando sua vocação agrícola e sua experiência tecnológica. O etanol é um combustível que faz bem para o meio ambiente, para a economia e para a sociedade.

  • Mielina defeituosa aumenta o risco de Alzheimer na velhice, diz estudo

    Mielina defeituosa aumenta o risco de Alzheimer na velhice, diz estudo

    Um novo estudo publicado na revista Nature revelou que a mielina, a camada isolante que envolve as células nervosas do cérebro, se degrada com a idade e contribui para o desenvolvimento da doença de Alzheimer. Os pesquisadores do Instituto Max Planck de Ciências Multidisciplinares em Göttingen, na Alemanha, mostraram que a mielina defeituosa acelera o…

    A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa no mundo e afeta principalmente os idosos. O principal fator de risco para a doença é a idade, embora não se saiba exatamente por quê. Sabe-se que a mielina garante a comunicação rápida entre as células nervosas e apoia o seu metabolismo. “A mielina intacta é essencial para o funcionamento normal do cérebro. Nós mostramos que as alterações relacionadas à idade na mielina promovem mudanças patológicas na doença de Alzheimer”, diz Klaus-Armin Nave, diretor do instituto e líder do estudo.

    Os cientistas examinaram diferentes modelos de ratos com Alzheimer, nos quais as placas de amilóide beta se formam de maneira semelhante aos pacientes humanos. No entanto, eles estudaram ratos que tinham também defeitos na mielina, que também ocorrem no cérebro humano em idade avançada. Eles observaram que os ratos com mielina defeituosa tinham mais placas de amilóide beta do que os ratos normais. A mielina defeituosa estressava as fibras nervosas, fazendo com que elas inchassem e produzissem mais peptídeos de amilóide beta.

    Ao mesmo tempo, os defeitos na mielina chamavam a atenção das células da micróglia, que são responsáveis por monitorar e limpar o cérebro de qualquer sinal de dano. Normalmente, as células da micróglia detectam e eliminam as placas de amilóide beta, impedindo que elas se acumulem. No entanto, quando as células da micróglia se deparavam com a mielina defeituosa e as placas de amilóide beta, elas priorizavam a remoção dos restos de mielina enquanto as placas continuavam a se acumular. Os pesquisadores suspeitam que as células da micróglia sejam “distraindas” ou sobrecarregadas pelo dano na mielina e, assim, não consigam responder adequadamente às placas.

    Os resultados do estudo mostram, pela primeira vez, que a mielina defeituosa no cérebro envelhecido aumenta o risco de deposição dos peptídeos de amilóide beta. “Esperamos que isso leve a novas terapias. Se conseguíssemos retardar o dano relacionado à idade na mielina, isso poderia também prevenir ou retardar a doença de Alzheimer”, diz Nave.

    Fonte: Link.

    A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa no mundo e afeta principalmente os idosos. O principal fator de risco para a doença é a idade, embora não se saiba exatamente por quê. Sabe-se que a mielina garante a comunicação rápida entre as células nervosas e apoia o seu metabolismo. “A mielina intacta é essencial para o funcionamento normal do cérebro. Nós mostramos que as alterações relacionadas à idade na mielina promovem mudanças patológicas na doença de Alzheimer”, diz Klaus-Armin Nave, diretor do instituto e líder do estudo.

    Os cientistas examinaram diferentes modelos de ratos com Alzheimer, nos quais as placas de amilóide beta se formam de maneira semelhante aos pacientes humanos. No entanto, eles estudaram ratos que tinham também defeitos na mielina, que também ocorrem no cérebro humano em idade avançada. Eles observaram que os ratos com mielina defeituosa tinham mais placas de amilóide beta do que os ratos normais. A mielina defeituosa estressava as fibras nervosas, fazendo com que elas inchassem e produzissem mais peptídeos de amilóide beta.

    Ao mesmo tempo, os defeitos na mielina chamavam a atenção das células da micróglia, que são responsáveis por monitorar e limpar o cérebro de qualquer sinal de dano. Normalmente, as células da micróglia detectam e eliminam as placas de amilóide beta, impedindo que elas se acumulem. No entanto, quando as células da micróglia se deparavam com a mielina defeituosa e as placas de amilóide beta, elas priorizavam a remoção dos restos de mielina enquanto as placas continuavam a se acumular. Os pesquisadores suspeitam que as células da micróglia sejam “distraindas” ou sobrecarregadas pelo dano na mielina e, assim, não consigam responder adequadamente às placas.

    Os resultados do estudo mostram, pela primeira vez, que a mielina defeituosa no cérebro envelhecido aumenta o risco de deposição dos peptídeos de amilóide beta. “Esperamos que isso leve a novas terapias. Se conseguíssemos retardar o dano relacionado à idade na mielina, isso poderia também prevenir ou retardar a doença de Alzheimer”, diz Nave.

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  • Shoppings esperam aumento de 5,2% nas vendas do Dia dos Namorados

    Shoppings esperam aumento de 5,2% nas vendas do Dia dos Namorados

    O Dia dos Namorados deve movimentar cerca de R$ 4,6 bilhões em vendas nos shoppings do Brasil, segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). O valor representa um crescimento de 5,2% em relação ao ano passado.

    A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 31 de maio de 2023, com shoppings de todo o país. A maioria (85%) tem expectativas positivas para a data, que é considerada a terceira mais importante do varejo.

    O ticket médio esperado é de R$ 190 por compra. Os produtos mais procurados devem ser chocolates, doces e joias para as mulheres, e relógios, acessórios, calçados e artigos esportivos para os homens. Perfumaria e vestuário também devem ter boa saída para ambos os públicos.

    Além das vendas, os shoppings também esperam um aumento do fluxo de visitantes. Segundo a pesquisa, 66% dos entrevistados acreditam que haverá mais pessoas circulando nos centros comerciais do que em 2022. A média de crescimento estimada é de 6,8%.

    O presidente da Abrasce, Glauco Humai, afirma que os shoppings estão otimistas com a data, apesar do cenário econômico desafiador. Ele diz que a inflação e o momento econômico podem limitar o consumo, mas que os shoppings já percebem uma melhora nas vendas e no fluxo de frequentadores.

    “A expectativa é que o Dia dos Namorados seja um marco para a retomada do setor, que vem se recuperando gradualmente desde o ano passado”, diz Humai.

    A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 31 de maio de 2023, com shoppings de todo o país. A maioria (85%) tem expectativas positivas para a data, que é considerada a terceira mais importante do varejo.

    O ticket médio esperado é de R$ 190 por compra. Os produtos mais procurados devem ser chocolates, doces e joias para as mulheres, e relógios, acessórios, calçados e artigos esportivos para os homens. Perfumaria e vestuário também devem ter boa saída para ambos os públicos.

    Além das vendas, os shoppings também esperam um aumento do fluxo de visitantes. Segundo a pesquisa, 66% dos entrevistados acreditam que haverá mais pessoas circulando nos centros comerciais do que em 2022. A média de crescimento estimada é de 6,8%.

    O presidente da Abrasce, Glauco Humai, afirma que os shoppings estão otimistas com a data, apesar do cenário econômico desafiador. Ele diz que a inflação e o momento econômico podem limitar o consumo, mas que os shoppings já percebem uma melhora nas vendas e no fluxo de frequentadores.

    “A expectativa é que o Dia dos Namorados seja um marco para a retomada do setor, que vem se recuperando gradualmente desde o ano passado”, diz Humai.

  • Como a realidade mista pode revolucionar a medicina

    Como a realidade mista pode revolucionar a medicina

    A realidade mista é uma tecnologia que combina elementos do mundo real e do mundo digital, criando uma experiência imersiva e interativa para o usuário. Ela pode ser usada para diversos fins, mas um dos mais promissores é na área da medicina.

    Com dispositivos como o Apple Vision Pro, que é um headset de realidade mista sem fio e holográfico, os médicos podem usar a realidade mista para identificar doenças e lesões, planejar e realizar cirurgias, treinar e colaborar com outros profissionais e até mesmo tratar pacientes à distância.

    Um dos benefícios da realidade mista na medicina é que ela permite visualizar o corpo humano em três dimensões, com detalhes e precisão. Assim, os médicos podem estudar a anatomia, ver como os órgãos funcionam, simular procedimentos e antecipar possíveis complicações.

    Além disso, a realidade mista facilita o compartilhamento de informações e a comunicação entre os médicos. Por meio de aplicativos como o Dynamics 365 Remote Assist, da Microsoft, os médicos podem transmitir sua visão em tempo real da cirurgia, receber orientações e feedbacks de colegas remotos e até mesmo realizar operações conjuntas com outros especialistas.

    A realidade mista também pode ser usada para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Por exemplo, ela pode ajudar a reduzir a dor e a ansiedade durante os tratamentos, oferecendo distrações ou estímulos positivos. Ela também pode auxiliar na reabilitação física e mental, proporcionando exercícios personalizados e motivadores.

    A tecnologia por trás da realidade mista envolve diversos componentes, como sensores de movimento, câmeras, microfones, alto-falantes, telas transparentes e processadores. Esses componentes permitem que o dispositivo reconheça o ambiente, rastreie as mãos e os olhos do usuário, projete imagens holográficas e responda aos comandos de voz ou gestos.

    Para que a realidade mista funcione bem na medicina, é preciso que ela seja segura, confiável e precisa. Por isso, é importante que os dispositivos sejam testados e validados antes de serem usados em situações reais. Além disso, é necessário que os médicos sejam treinados e capacitados para usar a tecnologia de forma adequada.

    A realidade mista na medicina é uma tendência que está se tornando cada vez mais presente e acessível. Ela oferece diversas vantagens para os médicos e para os pacientes, como maior eficiência, qualidade e segurança. No entanto, ela também traz alguns desafios, como questões éticas, legais e sociais.

    Por isso, é fundamental que os desenvolvedores de aplicativos para realidade mista na medicina estejam atentos às necessidades e expectativas dos usuários finais. Eles devem criar soluções que sejam úteis, intuitivas e responsivas. Eles também devem respeitar as normas e regulamentações do setor de saúde.

    A realidade mista na medicina é uma oportunidade para inovar e transformar a forma como cuidamos da nossa saúde. Ela pode nos ajudar a diagnosticar melhor, tratar melhor e viver melhor.

    Com dispositivos como o Apple Vision Pro, que é um headset de realidade mista sem fio e holográfico, os médicos podem usar a realidade mista para identificar doenças e lesões, planejar e realizar cirurgias, treinar e colaborar com outros profissionais e até mesmo tratar pacientes à distância.

    Um dos benefícios da realidade mista na medicina é que ela permite visualizar o corpo humano em três dimensões, com detalhes e precisão. Assim, os médicos podem estudar a anatomia, ver como os órgãos funcionam, simular procedimentos e antecipar possíveis complicações.

    Além disso, a realidade mista facilita o compartilhamento de informações e a comunicação entre os médicos. Por meio de aplicativos como o Dynamics 365 Remote Assist, da Microsoft, os médicos podem transmitir sua visão em tempo real da cirurgia, receber orientações e feedbacks de colegas remotos e até mesmo realizar operações conjuntas com outros especialistas.

    A realidade mista também pode ser usada para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Por exemplo, ela pode ajudar a reduzir a dor e a ansiedade durante os tratamentos, oferecendo distrações ou estímulos positivos. Ela também pode auxiliar na reabilitação física e mental, proporcionando exercícios personalizados e motivadores.

    A tecnologia por trás da realidade mista envolve diversos componentes, como sensores de movimento, câmeras, microfones, alto-falantes, telas transparentes e processadores. Esses componentes permitem que o dispositivo reconheça o ambiente, rastreie as mãos e os olhos do usuário, projete imagens holográficas e responda aos comandos de voz ou gestos.

    Para que a realidade mista funcione bem na medicina, é preciso que ela seja segura, confiável e precisa. Por isso, é importante que os dispositivos sejam testados e validados antes de serem usados em situações reais. Além disso, é necessário que os médicos sejam treinados e capacitados para usar a tecnologia de forma adequada.

    A realidade mista na medicina é uma tendência que está se tornando cada vez mais presente e acessível. Ela oferece diversas vantagens para os médicos e para os pacientes, como maior eficiência, qualidade e segurança. No entanto, ela também traz alguns desafios, como questões éticas, legais e sociais.

    Por isso, é fundamental que os desenvolvedores de aplicativos para realidade mista na medicina estejam atentos às necessidades e expectativas dos usuários finais. Eles devem criar soluções que sejam úteis, intuitivas e responsivas. Eles também devem respeitar as normas e regulamentações do setor de saúde.

    A realidade mista na medicina é uma oportunidade para inovar e transformar a forma como cuidamos da nossa saúde. Ela pode nos ajudar a diagnosticar melhor, tratar melhor e viver melhor.

  • Apple Vision Pro: o futuro da realidade mista está mais perto do que você imagina

    Apple Vision Pro: o futuro da realidade mista está mais perto do que você imagina

    A Apple surpreendeu o mundo ao anunciar, na última segunda-feira (5), o seu primeiro produto de realidade mista: o Apple Vision Pro. Trata-se de um par de óculos que permite visualizar conteúdos digitais como se eles estivessem integrados ao ambiente físico, criando uma experiência imersiva e interativa. O aparelho promete revolucionar o modo como trabalhamos,…

    O Apple Vision Pro é equipado com um display 4K de tecnologia microLED, que oferece uma qualidade de imagem impressionante, com 23 milhões de pixels no total. Ele também conta com dois chips de fabricação própria da Apple: o M2, responsável pelo processamento geral do dispositivo, e o R2, que garante uma percepção espacial precisa e realista. Além disso, o Vision Pro possui sensores que detectam os movimentos dos olhos e das mãos do usuário, permitindo uma interação intuitiva e natural com os conteúdos. Há ainda um controle por voz, via Siri, e um botão para tirar fotos em 3D.

    O Vision Pro funciona com o novo sistema operacional visionOS, que traz uma série de recursos e aplicativos adaptados para a realidade mista. É possível usar o Safari para navegar na web, o Notes para criar listas e lembretes, o Messages para conversar com amigos e familiares, e o FaceTime para fazer chamadas de vídeo em tamanho real. Também é possível assistir a filmes, séries e jogos em uma tela gigante, com áudio espacial que cria uma sensação de imersão. E ainda é possível reviver as suas memórias com fotos e vídeos em 3D, que se tornam mais vivos e emocionantes.

    Apesar de todas essas novidades, nem todo mundo está otimista com o lançamento do Apple Vision Pro. Alguns analistas e consumidores consideram o produto caro demais (US$ 3.499 nos Estados Unidos), pesado demais (cerca de 500 gramas) e limitado demais (apenas duas horas de bateria). Eles também questionam a utilidade e a praticidade de um dispositivo que exige um fio para conectar a bateria externa e que pode causar desconforto ou enjoos em alguns usuários.

    No entanto, essa não é a primeira vez que a Apple enfrenta críticas e ceticismo em relação aos seus produtos. Quando lançou o iPhone em 2007, muitos duvidaram do sucesso do smartphone que dispensava os botões físicos e apostava na tela sensível ao toque. Quando lançou o iPad em 2010, muitos acharam que o tablet era apenas um iPhone grande e desnecessário. E quando lançou o Apple Watch em 2015, muitos não viram vantagens em ter um relógio inteligente no pulso.

    Em todos esses casos, a Apple provou que estava certa ao criar produtos inovadores que mudaram os hábitos e as expectativas das pessoas em relação à tecnologia. E é provável que isso se repita com o Apple Vision Pro, que inaugura uma nova era da computação espacial. O aparelho pode não ser perfeito ou acessível para todos agora, mas certamente abre as portas para um futuro em que a realidade mista será cada vez mais presente e relevante em nossas vidas.

    O Apple Vision Pro é equipado com um display 4K de tecnologia microLED, que oferece uma qualidade de imagem impressionante, com 23 milhões de pixels no total. Ele também conta com dois chips de fabricação própria da Apple: o M2, responsável pelo processamento geral do dispositivo, e o R2, que garante uma percepção espacial precisa e realista. Além disso, o Vision Pro possui sensores que detectam os movimentos dos olhos e das mãos do usuário, permitindo uma interação intuitiva e natural com os conteúdos. Há ainda um controle por voz, via Siri, e um botão para tirar fotos em 3D.

    O Vision Pro funciona com o novo sistema operacional visionOS, que traz uma série de recursos e aplicativos adaptados para a realidade mista. É possível usar o Safari para navegar na web, o Notes para criar listas e lembretes, o Messages para conversar com amigos e familiares, e o FaceTime para fazer chamadas de vídeo em tamanho real. Também é possível assistir a filmes, séries e jogos em uma tela gigante, com áudio espacial que cria uma sensação de imersão. E ainda é possível reviver as suas memórias com fotos e vídeos em 3D, que se tornam mais vivos e emocionantes.

    Apesar de todas essas novidades, nem todo mundo está otimista com o lançamento do Apple Vision Pro. Alguns analistas e consumidores consideram o produto caro demais (US$ 3.499 nos Estados Unidos), pesado demais (cerca de 500 gramas) e limitado demais (apenas duas horas de bateria). Eles também questionam a utilidade e a praticidade de um dispositivo que exige um fio para conectar a bateria externa e que pode causar desconforto ou enjoos em alguns usuários.

    No entanto, essa não é a primeira vez que a Apple enfrenta críticas e ceticismo em relação aos seus produtos. Quando lançou o iPhone em 2007, muitos duvidaram do sucesso do smartphone que dispensava os botões físicos e apostava na tela sensível ao toque. Quando lançou o iPad em 2010, muitos acharam que o tablet era apenas um iPhone grande e desnecessário. E quando lançou o Apple Watch em 2015, muitos não viram vantagens em ter um relógio inteligente no pulso.

    Em todos esses casos, a Apple provou que estava certa ao criar produtos inovadores que mudaram os hábitos e as expectativas das pessoas em relação à tecnologia. E é provável que isso se repita com o Apple Vision Pro, que inaugura uma nova era da computação espacial. O aparelho pode não ser perfeito ou acessível para todos agora, mas certamente abre as portas para um futuro em que a realidade mista será cada vez mais presente e relevante em nossas vidas.

  • Contratação PJ: quais são as obrigações da empresa contratante?

    Contratação PJ: quais são as obrigações da empresa contratante?

    A contratação de profissionais como pessoa jurídica (PJ) é uma modalidade que vem ganhando espaço no mercado de trabalho, especialmente após a pandemia de Covid-19. Muitas empresas optam por esse regime para reduzir custos e ter mais flexibilidade na gestão de equipes. Mas será que essa forma de contratação é vantajosa para todos os envolvidos?…

    O contrato PJ é aquele estabelecido entre duas pessoas jurídicas, ou seja, entre uma empresa e um profissional que possui um CNPJ, como o MEI, por exemplo. Nesse caso, não há vínculo empregatício entre as partes, nem os direitos trabalhistas previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS, INSS, etc. O que vale são as regras definidas no contrato de prestação de serviços, que deve especificar o objeto, o prazo, o valor e a forma de pagamento, entre outras cláusulas.

    A empresa contratante tem algumas obrigações legais ao contratar um profissional PJ, como:

    • Respeitar a autonomia e a impessoalidade do prestador de serviços, sem exigir exclusividade, subordinação ou controle de jornada;
    • Pagar o valor acordado no contrato dentro do prazo estipulado;
    • Emitir uma nota fiscal de serviços tomados para cada pagamento realizado ao prestador de serviços;
    • Recolher o imposto sobre serviços (ISS) retido na fonte, quando houver essa previsão na legislação municipal;
    • Não praticar a pejotização, que é a contratação irregular de um profissional PJ que deveria ser um empregado CLT.

    A empresa contratante deve ficar atenta ao cumprimento dessas obrigações para evitar problemas com a fiscalização trabalhista e tributária. Além disso, deve avaliar se a contratação PJ é realmente vantajosa para o seu negócio e para o profissional contratado, levando em conta os benefícios e os riscos dessa modalidade.

    O contrato PJ é aquele estabelecido entre duas pessoas jurídicas, ou seja, entre uma empresa e um profissional que possui um CNPJ, como o MEI, por exemplo. Nesse caso, não há vínculo empregatício entre as partes, nem os direitos trabalhistas previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS, INSS, etc. O que vale são as regras definidas no contrato de prestação de serviços, que deve especificar o objeto, o prazo, o valor e a forma de pagamento, entre outras cláusulas.

    A empresa contratante tem algumas obrigações legais ao contratar um profissional PJ, como:

    • Respeitar a autonomia e a impessoalidade do prestador de serviços, sem exigir exclusividade, subordinação ou controle de jornada;
    • Pagar o valor acordado no contrato dentro do prazo estipulado;
    • Emitir uma nota fiscal de serviços tomados para cada pagamento realizado ao prestador de serviços;
    • Recolher o imposto sobre serviços (ISS) retido na fonte, quando houver essa previsão na legislação municipal;
    • Não praticar a pejotização, que é a contratação irregular de um profissional PJ que deveria ser um empregado CLT.

    A empresa contratante deve ficar atenta ao cumprimento dessas obrigações para evitar problemas com a fiscalização trabalhista e tributária. Além disso, deve avaliar se a contratação PJ é realmente vantajosa para o seu negócio e para o profissional contratado, levando em conta os benefícios e os riscos dessa modalidade.