Autor: Rafaela Maia

  • Engenheiro sênior do Google admite que empresa está perdendo a corrida da inteligência artificial

    Engenheiro sênior do Google admite que empresa está perdendo a corrida da inteligência artificial

    A inteligência artificial (IA) é um campo em constante evolução e competitivo, que pode definir o futuro da tecnologia.

    Mas será que o Google, um dos líderes em IA, está conseguindo acompanhar o ritmo das inovações? Segundo um engenheiro sênior de software da empresa, a resposta é não.

    Em um documento interno publicado em abril, Luke Sernau criticou a estratégia do Google em relação à IA e afirmou que a empresa está perdendo sua vantagem para a comunidade de código aberto, onde muitos pesquisadores independentes usam a tecnologia de IA para fazer avanços rápidos e inesperados.

    Sernau argumentou que o Google está focado demais na rivalidade com a startup OpenAI, que tem chamado a atenção com seus modelos gigantes de linguagem natural, como o ChatGPT. No entanto, ele disse que a verdadeira ameaça ao Google vem das comunidades de código aberto, onde os engenheiros estão desenvolvendo modelos que rivalizam com os das grandes empresas de tecnologia e podem ser feitos mais baratos.

    Esses modelos, ele disse, podem ser mais rápidos, mais personalizáveis e mais úteis do que os do Google. Além disso, ele alertou que os clientes não estariam dispostos a pagar por modelos com tecnologia de tão alta qualidade oferecida gratuitamente.

    Sernau sugeriu que o Google deveria mudar seu foco para modelos menores e mais ágeis, que podem ser iterados rapidamente. Ele também defendeu que o Google deveria aprender com e colaborar com o que os outros estão fazendo fora da empresa.

    O documento de Sernau gerou muita repercussão entre os funcionários do Google e foi publicado pela consultoria SemiAnalysis na quinta-feira. O porta-voz do Google não comentou o conteúdo da postagem.

    Fonte: Link.

    Mas será que o Google, um dos líderes em IA, está conseguindo acompanhar o ritmo das inovações? Segundo um engenheiro sênior de software da empresa, a resposta é não.

    Em um documento interno publicado em abril, Luke Sernau criticou a estratégia do Google em relação à IA e afirmou que a empresa está perdendo sua vantagem para a comunidade de código aberto, onde muitos pesquisadores independentes usam a tecnologia de IA para fazer avanços rápidos e inesperados.

    Sernau argumentou que o Google está focado demais na rivalidade com a startup OpenAI, que tem chamado a atenção com seus modelos gigantes de linguagem natural, como o ChatGPT. No entanto, ele disse que a verdadeira ameaça ao Google vem das comunidades de código aberto, onde os engenheiros estão desenvolvendo modelos que rivalizam com os das grandes empresas de tecnologia e podem ser feitos mais baratos.

    Esses modelos, ele disse, podem ser mais rápidos, mais personalizáveis e mais úteis do que os do Google. Além disso, ele alertou que os clientes não estariam dispostos a pagar por modelos com tecnologia de tão alta qualidade oferecida gratuitamente.

    Sernau sugeriu que o Google deveria mudar seu foco para modelos menores e mais ágeis, que podem ser iterados rapidamente. Ele também defendeu que o Google deveria aprender com e colaborar com o que os outros estão fazendo fora da empresa.

    O documento de Sernau gerou muita repercussão entre os funcionários do Google e foi publicado pela consultoria SemiAnalysis na quinta-feira. O porta-voz do Google não comentou o conteúdo da postagem.

    Fonte: Link.

  • Sergei Krikalev: o cosmonauta que ficou no espaço enquanto a União Soviética se desfazia

    Sergei Krikalev: o cosmonauta que ficou no espaço enquanto a União Soviética se desfazia

    Imagine estar a 400 quilômetros de altura, orbitando a Terra a bordo de uma estação espacial, e descobrir que seu país não existe mais.

    Foi o que aconteceu com Sergei Krikalev, um cosmonauta russo que ficou conhecido como “o último cidadão soviético”.

    Em maio de 1991, ele partiu para uma missão de cinco meses na estação Mir, um símbolo do poder espacial da URSS. Mas enquanto ele realizava experimentos e reparos na estação, em solo a situação política se deteriorava rapidamente. Em agosto, houve uma tentativa de golpe contra o presidente Mikhail Gorbachev, que tentava reformar o país com sua política de “Perestroika”.

    Em dezembro, as repúblicas que formavam a União Soviética declararam sua independência e Gorbachev renunciou ao cargo. A URSS deixou de existir oficialmente em 26 de dezembro de 1991. Krikalev, que deveria ter voltado em outubro, ficou preso no espaço por falta de recursos e de uma nave para buscá-lo. Ele só retornou à Terra em março de 1992, depois de passar 311 dias no espaço.

    Ele saiu como soviético e voltou como russo. Durante esse tempo, ele teve que lidar com os efeitos físicos e psicológicos de estar tanto tempo longe de casa e sem saber o que o esperava. Ele também teve que conviver com diferentes colegas que foram e voltaram da estação. Apesar das dificuldades, ele nunca perdeu o ânimo e a paixão pelo espaço.

    Depois dessa missão, ele ainda foi ao espaço outras cinco vezes, participando de programas da NASA e da Estação Espacial Internacional. Ele se tornou um dos humanos com mais tempo acumulado no espaço: 803 dias, 9 horas e 39 minutos.

    Ele se aposentou como cosmonauta em 2009 e atualmente é diretor do Centro de Treinamento de Cosmonautas Yuri Gagarin.

    Foi o que aconteceu com Sergei Krikalev, um cosmonauta russo que ficou conhecido como “o último cidadão soviético”.

    Em maio de 1991, ele partiu para uma missão de cinco meses na estação Mir, um símbolo do poder espacial da URSS. Mas enquanto ele realizava experimentos e reparos na estação, em solo a situação política se deteriorava rapidamente. Em agosto, houve uma tentativa de golpe contra o presidente Mikhail Gorbachev, que tentava reformar o país com sua política de “Perestroika”.

    Em dezembro, as repúblicas que formavam a União Soviética declararam sua independência e Gorbachev renunciou ao cargo. A URSS deixou de existir oficialmente em 26 de dezembro de 1991. Krikalev, que deveria ter voltado em outubro, ficou preso no espaço por falta de recursos e de uma nave para buscá-lo. Ele só retornou à Terra em março de 1992, depois de passar 311 dias no espaço.

    Ele saiu como soviético e voltou como russo. Durante esse tempo, ele teve que lidar com os efeitos físicos e psicológicos de estar tanto tempo longe de casa e sem saber o que o esperava. Ele também teve que conviver com diferentes colegas que foram e voltaram da estação. Apesar das dificuldades, ele nunca perdeu o ânimo e a paixão pelo espaço.

    Depois dessa missão, ele ainda foi ao espaço outras cinco vezes, participando de programas da NASA e da Estação Espacial Internacional. Ele se tornou um dos humanos com mais tempo acumulado no espaço: 803 dias, 9 horas e 39 minutos.

    Ele se aposentou como cosmonauta em 2009 e atualmente é diretor do Centro de Treinamento de Cosmonautas Yuri Gagarin.

  • Como identificar TOC em crianças e como tratá-lo

    Como identificar TOC em crianças e como tratá-lo

    O TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) é uma doença que afeta não só os adultos, mas também as crianças.

    Ele se caracteriza por pensamentos obsessivos que causam ansiedade e medo, e que são aliviados por comportamentos compulsivos e repetitivos. Esses pensamentos e comportamentos podem interferir na rotina, no aprendizado e na qualidade de vida das crianças.

    Mas como saber se uma criança tem TOC? Quais são os sinais que os pais e os professores devem observar? E o que fazer para ajudar uma criança com TOC?

    Os sintomas do TOC infantil podem variar de acordo com a idade e o estágio de desenvolvimento da criança. Algumas obsessões comuns são: medo de contaminação, medo de acidentes ou de perder pessoas próximas, necessidade de perfeição ou simetria, pensamentos religiosos ou agressivos. As compulsões são ações que a criança faz para tentar neutralizar essas obsessões, como: lavar as mãos, verificar portas ou janelas, repetir palavras ou orações, arrumar objetos, contar ou tocar em coisas.

    Para diagnosticar o TOC, é preciso que as obsessões e/ou as compulsões causem sofrimento ou incômodo à criança ou aos seus familiares, que consumam tempo (pelo menos uma hora por dia) e que limitem as atividades da criança. O diagnóstico é clínico, ou seja, feito por um médico ou psicólogo especializado, sem a necessidade de exames laboratoriais ou radiológicos.

    O tratamento do TOC infantil pode envolver terapia e medicamentos. A terapia cognitivo-comportamental é uma das abordagens mais indicadas, pois ajuda a criança a reconhecer e modificar seus pensamentos e comportamentos disfuncionais. Os medicamentos antidepressivos podem ser prescritos em alguns casos, sempre com orientação médica. O apoio da família e da escola também é fundamental para o sucesso do tratamento.

    O TOC infantil é uma condição séria, mas que tem solução. Quanto mais cedo for identificado e tratado, maiores são as chances de recuperação e de prevenção de complicações futuras. Se você suspeita que seu filho ou aluno possa ter TOC, procure ajuda profissional.

    Ele se caracteriza por pensamentos obsessivos que causam ansiedade e medo, e que são aliviados por comportamentos compulsivos e repetitivos. Esses pensamentos e comportamentos podem interferir na rotina, no aprendizado e na qualidade de vida das crianças.

    Mas como saber se uma criança tem TOC? Quais são os sinais que os pais e os professores devem observar? E o que fazer para ajudar uma criança com TOC?

    Os sintomas do TOC infantil podem variar de acordo com a idade e o estágio de desenvolvimento da criança. Algumas obsessões comuns são: medo de contaminação, medo de acidentes ou de perder pessoas próximas, necessidade de perfeição ou simetria, pensamentos religiosos ou agressivos. As compulsões são ações que a criança faz para tentar neutralizar essas obsessões, como: lavar as mãos, verificar portas ou janelas, repetir palavras ou orações, arrumar objetos, contar ou tocar em coisas.

    Para diagnosticar o TOC, é preciso que as obsessões e/ou as compulsões causem sofrimento ou incômodo à criança ou aos seus familiares, que consumam tempo (pelo menos uma hora por dia) e que limitem as atividades da criança. O diagnóstico é clínico, ou seja, feito por um médico ou psicólogo especializado, sem a necessidade de exames laboratoriais ou radiológicos.

    O tratamento do TOC infantil pode envolver terapia e medicamentos. A terapia cognitivo-comportamental é uma das abordagens mais indicadas, pois ajuda a criança a reconhecer e modificar seus pensamentos e comportamentos disfuncionais. Os medicamentos antidepressivos podem ser prescritos em alguns casos, sempre com orientação médica. O apoio da família e da escola também é fundamental para o sucesso do tratamento.

    O TOC infantil é uma condição séria, mas que tem solução. Quanto mais cedo for identificado e tratado, maiores são as chances de recuperação e de prevenção de complicações futuras. Se você suspeita que seu filho ou aluno possa ter TOC, procure ajuda profissional.

  • Castanhas: conheça os benefícios desse fruto para a sua saúde

    Castanhas: conheça os benefícios desse fruto para a sua saúde

    As castanhas são frutos típicos do outono, que podem ser consumidos assados, cozidos ou crus.

    Além de saborosas, as castanhas também oferecem diversos benefícios para a nossa saúde, pois são ricas em nutrientes como carboidratos, fibras, minerais, vitaminas e antioxidantes.

    Neste post, vamos mostrar alguns dos benefícios das castanhas e como incluí-las na sua alimentação de forma equilibrada.

    • As castanhas são uma boa fonte de energia, pois contêm hidratos de carbono complexos, que são digeridos lentamente e evitam picos de glicose no sangue. Uma pequena porção de castanhas pode saciar a fome e fornecer combustível para o organismo.

    • As castanhas são ricas em fibras alimentares, que ajudam a regular o trânsito intestinal, prevenir a prisão de ventre, reduzir o colesterol e controlar o apetite. As fibras também favorecem a saúde da microbiota intestinal, que está relacionada com a imunidade e o humor.

    • As castanhas contêm minerais importantes para a saúde dos ossos, dos dentes, dos músculos, dos nervos e do sangue. Entre eles, destacam-se o potássio, que regula a pressão arterial e previne cãibras; o ferro, que previne a anemia e transporta oxigênio; o selênio, que protege as células dos radicais livres e fortalece o sistema imunológico; o zinco, que participa da cicatrização e da produção de hormônios; e o magnésio, que relaxa os vasos sanguíneos e melhora o sono.

    • As castanhas possuem vitaminas do complexo B, que atuam no metabolismo energético, na síntese de neurotransmissores e na manutenção do sistema nervoso. Além disso, as castanhas também têm vitamina C, que é um poderoso antioxidante, que combate o envelhecimento precoce, aumenta a resistência às infecções e facilita a absorção de ferro.

    • As castanhas têm um baixo teor de gordura em comparação com outros frutos oleaginosos, como nozes, amêndoas e avelãs. A maior parte da gordura das castanhas é monoinsaturada, que é benéfica para a saúde cardiovascular, pois reduz o colesterol ruim (LDL) e aumenta o bom (HDL).

    • As castanhas contêm aminoácido triptofano, que é precursor da serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar, prazer e relaxamento. O triptofano também ajuda a regular o sono e o apetite, sendo recomendado para pessoas que sofrem de estresse, ansiedade ou depressão.

    Como consumir as castanhas?

    As castanhas podem ser consumidas de diversas formas: assadas no forno ou na brasa, cozidas em água ou leite, cruas depois de descascadas ou trituradas em farinha. Elas podem ser usadas como acompanhamento de pratos salgados ou doces, como sopas, purês, saladas, bolos, tortas e pudins.

    A quantidade recomendada de castanhas varia de acordo com as necessidades individuais de cada pessoa, mas em geral não deve ultrapassar 30 gramas por dia (cerca de 6 unidades). É importante lembrar que as castanhas são calóricas (cerca de 200 kcal por 30 gramas) e devem ser consumidas com moderação e dentro de uma alimentação equilibrada.

    Além de saborosas, as castanhas também oferecem diversos benefícios para a nossa saúde, pois são ricas em nutrientes como carboidratos, fibras, minerais, vitaminas e antioxidantes.

    Neste post, vamos mostrar alguns dos benefícios das castanhas e como incluí-las na sua alimentação de forma equilibrada.

    • As castanhas são uma boa fonte de energia, pois contêm hidratos de carbono complexos, que são digeridos lentamente e evitam picos de glicose no sangue. Uma pequena porção de castanhas pode saciar a fome e fornecer combustível para o organismo.

    • As castanhas são ricas em fibras alimentares, que ajudam a regular o trânsito intestinal, prevenir a prisão de ventre, reduzir o colesterol e controlar o apetite. As fibras também favorecem a saúde da microbiota intestinal, que está relacionada com a imunidade e o humor.

    • As castanhas contêm minerais importantes para a saúde dos ossos, dos dentes, dos músculos, dos nervos e do sangue. Entre eles, destacam-se o potássio, que regula a pressão arterial e previne cãibras; o ferro, que previne a anemia e transporta oxigênio; o selênio, que protege as células dos radicais livres e fortalece o sistema imunológico; o zinco, que participa da cicatrização e da produção de hormônios; e o magnésio, que relaxa os vasos sanguíneos e melhora o sono.

    • As castanhas possuem vitaminas do complexo B, que atuam no metabolismo energético, na síntese de neurotransmissores e na manutenção do sistema nervoso. Além disso, as castanhas também têm vitamina C, que é um poderoso antioxidante, que combate o envelhecimento precoce, aumenta a resistência às infecções e facilita a absorção de ferro.

    • As castanhas têm um baixo teor de gordura em comparação com outros frutos oleaginosos, como nozes, amêndoas e avelãs. A maior parte da gordura das castanhas é monoinsaturada, que é benéfica para a saúde cardiovascular, pois reduz o colesterol ruim (LDL) e aumenta o bom (HDL).

    • As castanhas contêm aminoácido triptofano, que é precursor da serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar, prazer e relaxamento. O triptofano também ajuda a regular o sono e o apetite, sendo recomendado para pessoas que sofrem de estresse, ansiedade ou depressão.

    Como consumir as castanhas?

    As castanhas podem ser consumidas de diversas formas: assadas no forno ou na brasa, cozidas em água ou leite, cruas depois de descascadas ou trituradas em farinha. Elas podem ser usadas como acompanhamento de pratos salgados ou doces, como sopas, purês, saladas, bolos, tortas e pudins.

    A quantidade recomendada de castanhas varia de acordo com as necessidades individuais de cada pessoa, mas em geral não deve ultrapassar 30 gramas por dia (cerca de 6 unidades). É importante lembrar que as castanhas são calóricas (cerca de 200 kcal por 30 gramas) e devem ser consumidas com moderação e dentro de uma alimentação equilibrada.

  • Como a poluição pode afetar a sua saúde e causar cansaço

    Como a poluição pode afetar a sua saúde e causar cansaço

    A poluição do ar é o quarto principal fator de risco para doenças, atrás somente de pressão alta, má alimentação e tabagismo.

    A má qualidade do ar pode causar diversos problemas de saúde, como irritação nas mucosas, problemas respiratórios, doenças cardiovasculares, câncer e até mesmo alterações no desenvolvimento dos bebês.

    A poluição do ar é causada principalmente pela emissão de gases e partículas provenientes da queima de combustíveis fósseis pelos veículos e pelas indústrias. Esses poluentes podem penetrar nas vias aéreas e nos pulmões, causando inflamação, estresse oxidativo e danos aos tecidos. Além disso, alguns poluentes podem entrar na corrente sanguínea e afetar outros órgãos e sistemas do corpo.

    Um dos sintomas que a poluição pode causar é o cansaço. Isso acontece porque a poluição reduz a capacidade de transporte de oxigênio pelo sangue, o que leva à diminuição da oxigenação dos tecidos e à fadiga muscular. A poluição também pode interferir no sono, na concentração e no humor, prejudicando a qualidade de vida das pessoas.

    Para evitar os efeitos nocivos da poluição, é importante adotar algumas medidas de proteção, como:

    • Evitar atividades físicas ao ar livre nos horários e locais de maior concentração de poluentes;
    • Usar máscaras ou lenços para cobrir o nariz e a boca quando exposto à poluição;
    • Manter as janelas fechadas nos ambientes internos, principalmente nos dias mais secos e poluídos;
    • Beber bastante água para hidratar as mucosas e facilitar a eliminação de toxinas;
    • Consumir alimentos ricos em antioxidantes, como frutas, verduras e legumes, para combater os radicais livres gerados pela poluição;
    • Procurar um médico se apresentar sintomas como cansaço, fraqueza, dor no peito ou problemas respiratórios.

    Lembre-se: a poluição é um problema de saúde pública que afeta a todos. Por isso, é importante também contribuir para a redução das emissões de poluentes, optando por meios de transporte alternativos ou coletivos, economizando energia elétrica e reciclando o lixo.

    A má qualidade do ar pode causar diversos problemas de saúde, como irritação nas mucosas, problemas respiratórios, doenças cardiovasculares, câncer e até mesmo alterações no desenvolvimento dos bebês.

    A poluição do ar é causada principalmente pela emissão de gases e partículas provenientes da queima de combustíveis fósseis pelos veículos e pelas indústrias. Esses poluentes podem penetrar nas vias aéreas e nos pulmões, causando inflamação, estresse oxidativo e danos aos tecidos. Além disso, alguns poluentes podem entrar na corrente sanguínea e afetar outros órgãos e sistemas do corpo.

    Um dos sintomas que a poluição pode causar é o cansaço. Isso acontece porque a poluição reduz a capacidade de transporte de oxigênio pelo sangue, o que leva à diminuição da oxigenação dos tecidos e à fadiga muscular. A poluição também pode interferir no sono, na concentração e no humor, prejudicando a qualidade de vida das pessoas.

    Para evitar os efeitos nocivos da poluição, é importante adotar algumas medidas de proteção, como:

    • Evitar atividades físicas ao ar livre nos horários e locais de maior concentração de poluentes;
    • Usar máscaras ou lenços para cobrir o nariz e a boca quando exposto à poluição;
    • Manter as janelas fechadas nos ambientes internos, principalmente nos dias mais secos e poluídos;
    • Beber bastante água para hidratar as mucosas e facilitar a eliminação de toxinas;
    • Consumir alimentos ricos em antioxidantes, como frutas, verduras e legumes, para combater os radicais livres gerados pela poluição;
    • Procurar um médico se apresentar sintomas como cansaço, fraqueza, dor no peito ou problemas respiratórios.

    Lembre-se: a poluição é um problema de saúde pública que afeta a todos. Por isso, é importante também contribuir para a redução das emissões de poluentes, optando por meios de transporte alternativos ou coletivos, economizando energia elétrica e reciclando o lixo.

  • Heineken anuncia investimento de R$ 1,2 bilhão em fábrica sustentável em Pernambuco

    Heineken anuncia investimento de R$ 1,2 bilhão em fábrica sustentável em Pernambuco

    A Heineken, segunda maior fabricante de cerveja do Brasil, anunciou que vai investir R$ 1,2 bilhão na sua fábrica em Igarassu, Pernambuco.

    O objetivo é desenvolver ações sustentáveis na unidade, que deve gerar 1 mil novos empregos.

    A fábrica de Igarassu é uma das 15 que a empresa possui no país e foi inaugurada em 2019. Segundo o comunicado do governo estadual, o investimento vai permitir a ampliação da capacidade produtiva e a implantação de projetos de eficiência energética e hídrica.

    A Heineken vem registrando um bom desempenho no mercado brasileiro, com crescimento acima da média e aumento de preços. No primeiro trimestre de 2023, a receita líquida da companhia nas Américas subiu 24% em relação ao mesmo período de 2022, impulsionada pelo Brasil e pelo México.

    O investimento em Pernambuco faz parte da estratégia da Heineken de reforçar sua presença no Nordeste, uma região com grande potencial de consumo e concorrência acirrada. A empresa também busca se posicionar como uma referência em sustentabilidade, alinhada aos objetivos globais de redução de emissões e uso de energia renovável.

    O objetivo é desenvolver ações sustentáveis na unidade, que deve gerar 1 mil novos empregos.

    A fábrica de Igarassu é uma das 15 que a empresa possui no país e foi inaugurada em 2019. Segundo o comunicado do governo estadual, o investimento vai permitir a ampliação da capacidade produtiva e a implantação de projetos de eficiência energética e hídrica.

    A Heineken vem registrando um bom desempenho no mercado brasileiro, com crescimento acima da média e aumento de preços. No primeiro trimestre de 2023, a receita líquida da companhia nas Américas subiu 24% em relação ao mesmo período de 2022, impulsionada pelo Brasil e pelo México.

    O investimento em Pernambuco faz parte da estratégia da Heineken de reforçar sua presença no Nordeste, uma região com grande potencial de consumo e concorrência acirrada. A empresa também busca se posicionar como uma referência em sustentabilidade, alinhada aos objetivos globais de redução de emissões e uso de energia renovável.

  • Nestlé investe na Garoto e amplia produção de chocolates no Brasil

    Nestlé investe na Garoto e amplia produção de chocolates no Brasil

    A Nestlé anunciou que vai investir R$ 430 milhões na fábrica da Garoto, em Vila Velha (ES), para aumentar a produção de chocolates.

    O objetivo é ampliar em cerca de 10% a capacidade da unidade, que é uma das 10 maiores fábricas de chocolate do mundo. Os investimentos serão realizados entre 2023 e 2024 e vão gerar 1.000 empregos, entre diretos e indiretos, na fase de obras.

    A Garoto é uma das marcas de chocolate mais queridas do Brasil, criada há mais de 91 anos. A empresa faz parte do grupo Nestlé desde 2002, quando foi comprada por US$ 250 milhões. A aquisição foi contestada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que alegou que a operação geraria concentração excessiva no mercado de chocolates. A Nestlé recorreu à Justiça e o caso ainda não foi resolvido.

    A ampliação da fábrica da Garoto faz parte da estratégia da Nestlé de fortalecer sua presença no segmento de chocolates no Brasil, que é o quarto maior consumidor mundial do produto. A empresa espera aumentar suas vendas e sua participação de mercado com a oferta de produtos de qualidade e com o sabor inconfundível do cacau.

    O objetivo é ampliar em cerca de 10% a capacidade da unidade, que é uma das 10 maiores fábricas de chocolate do mundo. Os investimentos serão realizados entre 2023 e 2024 e vão gerar 1.000 empregos, entre diretos e indiretos, na fase de obras.

    A Garoto é uma das marcas de chocolate mais queridas do Brasil, criada há mais de 91 anos. A empresa faz parte do grupo Nestlé desde 2002, quando foi comprada por US$ 250 milhões. A aquisição foi contestada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que alegou que a operação geraria concentração excessiva no mercado de chocolates. A Nestlé recorreu à Justiça e o caso ainda não foi resolvido.

    A ampliação da fábrica da Garoto faz parte da estratégia da Nestlé de fortalecer sua presença no segmento de chocolates no Brasil, que é o quarto maior consumidor mundial do produto. A empresa espera aumentar suas vendas e sua participação de mercado com a oferta de produtos de qualidade e com o sabor inconfundível do cacau.

  • Entenda por que o setor industrial demostrou apoio a MP 1.147/22

    Entenda por que o setor industrial demostrou apoio a MP 1.147/22

    A Medida Provisória 1.147/22, publicada em 29 de novembro de 2022, propõe a redução das taxas de juros do BNDES para projetos de inovação.

    A medida tem o apoio de pelo menos oito entidades do setor industrial, que veem na iniciativa uma oportunidade de aumentar a competitividade e a produtividade das empresas brasileiras.

    Segundo a MP, os projetos de inovação poderão ter acesso a financiamentos com juros equivalentes à Taxa de Longo Prazo (TLP), que é atualmente de 6,75% ao ano. Essa taxa é bem menor do que a praticada pelo BNDES para outros tipos de projetos, que variam entre 9% e 12% ao ano.

    A medida também prevê a possibilidade de carência de até 48 meses para o início do pagamento dos empréstimos, além de prazos mais longos para a amortização da dívida.

    O objetivo da MP é estimular o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) nas empresas brasileiras, especialmente nas micro, pequenas e médias. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Brasil investe apenas 1,3% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em PD&I, enquanto países como Coreia do Sul, Israel e Alemanha investem mais de 3%.

    Entre as entidades que manifestaram apoio à MP estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes).

    Para essas entidades, a redução dos juros do BNDES para projetos de inovação é uma medida estratégica para o desenvolvimento econômico e social do país, pois pode contribuir para a geração de empregos qualificados, o aumento das exportações, a melhoria da qualidade dos produtos e serviços e a solução de problemas ambientais e sociais.

    A MP 1.147/22 ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

    A medida tem o apoio de pelo menos oito entidades do setor industrial, que veem na iniciativa uma oportunidade de aumentar a competitividade e a produtividade das empresas brasileiras.

    Segundo a MP, os projetos de inovação poderão ter acesso a financiamentos com juros equivalentes à Taxa de Longo Prazo (TLP), que é atualmente de 6,75% ao ano. Essa taxa é bem menor do que a praticada pelo BNDES para outros tipos de projetos, que variam entre 9% e 12% ao ano.

    A medida também prevê a possibilidade de carência de até 48 meses para o início do pagamento dos empréstimos, além de prazos mais longos para a amortização da dívida.

    O objetivo da MP é estimular o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) nas empresas brasileiras, especialmente nas micro, pequenas e médias. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Brasil investe apenas 1,3% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em PD&I, enquanto países como Coreia do Sul, Israel e Alemanha investem mais de 3%.

    Entre as entidades que manifestaram apoio à MP estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes).

    Para essas entidades, a redução dos juros do BNDES para projetos de inovação é uma medida estratégica para o desenvolvimento econômico e social do país, pois pode contribuir para a geração de empregos qualificados, o aumento das exportações, a melhoria da qualidade dos produtos e serviços e a solução de problemas ambientais e sociais.

    A MP 1.147/22 ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

  • Taxa Selic se mantém em 13,75% ao ano: entenda o que isso significa para a economia

    Taxa Selic se mantém em 13,75% ao ano: entenda o que isso significa para a economia

    A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. Ela é usada pelo Banco Central (BC) como um instrumento para controlar a inflação e influencia todas as outras taxas de juros do país, como as de empréstimos, financiamentos e aplicações financeiras.

    Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada nos dias 2 e 3 de maio, o BC decidiu manter a taxa Selic em 13,75% ao ano, resistindo à pressão do governo, que defendia uma redução dos juros para estimular a atividade econômica.

    Segundo o BC, a decisão foi unânime e levou em conta o cenário externo, que apresenta riscos e incertezas, e o cenário interno, que ainda mostra uma inflação elevada e resistente.

    Na reunião de março, o BC já havia reafirmado que seguiria vigilante, “avaliando se a estratégia de manutenção da taxa básica de juros por período prolongado” seria capaz de “assegurar a convergência da inflação” para o centro da meta, que é de 4,5% ao ano.

    A manutenção da taxa Selic em um patamar alto tem como objetivo desestimular o consumo e o crédito, reduzindo assim a demanda por bens e serviços e, consequentemente, a pressão sobre os preços.

    No entanto, essa política também tem efeitos negativos sobre a economia, como o aumento do endividamento das famílias e das empresas, a redução do investimento produtivo e o desaquecimento da atividade econômica.

    Por isso, muitos analistas e agentes econômicos esperam que o BC inicie um ciclo de cortes da taxa Selic ainda neste ano, caso a inflação mostre sinais de arrefecimento e as expectativas se alinhem com as metas.

    Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada nos dias 2 e 3 de maio, o BC decidiu manter a taxa Selic em 13,75% ao ano, resistindo à pressão do governo, que defendia uma redução dos juros para estimular a atividade econômica.

    Segundo o BC, a decisão foi unânime e levou em conta o cenário externo, que apresenta riscos e incertezas, e o cenário interno, que ainda mostra uma inflação elevada e resistente.

    Na reunião de março, o BC já havia reafirmado que seguiria vigilante, “avaliando se a estratégia de manutenção da taxa básica de juros por período prolongado” seria capaz de “assegurar a convergência da inflação” para o centro da meta, que é de 4,5% ao ano.

    A manutenção da taxa Selic em um patamar alto tem como objetivo desestimular o consumo e o crédito, reduzindo assim a demanda por bens e serviços e, consequentemente, a pressão sobre os preços.

    No entanto, essa política também tem efeitos negativos sobre a economia, como o aumento do endividamento das famílias e das empresas, a redução do investimento produtivo e o desaquecimento da atividade econômica.

    Por isso, muitos analistas e agentes econômicos esperam que o BC inicie um ciclo de cortes da taxa Selic ainda neste ano, caso a inflação mostre sinais de arrefecimento e as expectativas se alinhem com as metas.

  • BNDES vai investir em fundos para apoiar pequenas e médias empresas

    BNDES vai investir em fundos para apoiar pequenas e médias empresas

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na terça-feira (2) que vai investir até R$ 1,45 bilhão em fundos de investimento voltados para pequenas e médias empresas.

    O objetivo é estimular o crescimento desses negócios e aumentar a oferta de crédito no mercado.

    Segundo o edital de chamada pública multissetorial, o BNDES vai selecionar até 10 fundos de investimento em participações (FIPs), que são veículos que compram participação acionária em empresas. Os fundos devem ter foco em setores como saúde, educação, tecnologia da informação, energia renovável, saneamento e infraestrutura.

    O BNDES vai aportar até 40% do patrimônio comprometido de cada fundo selecionado, limitado a R$ 150 milhões por fundo. O restante do capital deve ser captado pelos gestores dos fundos junto a outros investidores no mercado.

    Os fundos devem ter prazo de duração de até 15 anos e devem investir em empresas com receita operacional bruta anual de até R$ 300 milhões. Além disso, os fundos devem seguir critérios ambientais, sociais e de governança (ASG) em suas políticas de investimento.

    O edital faz parte da estratégia do BNDES de fomentar o mercado de capitais e apoiar o desenvolvimento de empresas de menor porte, que foram mais afetadas pela crise provocada pela pandemia de Covid-19. O banco espera que os fundos selecionados contribuam para gerar emprego e renda, além de promover inovação e competitividade.

    As propostas dos interessados em participar da seleção devem ser enviadas até o dia 29 de junho. O resultado final será divulgado no dia 15 de dezembro.

    O objetivo é estimular o crescimento desses negócios e aumentar a oferta de crédito no mercado.

    Segundo o edital de chamada pública multissetorial, o BNDES vai selecionar até 10 fundos de investimento em participações (FIPs), que são veículos que compram participação acionária em empresas. Os fundos devem ter foco em setores como saúde, educação, tecnologia da informação, energia renovável, saneamento e infraestrutura.

    O BNDES vai aportar até 40% do patrimônio comprometido de cada fundo selecionado, limitado a R$ 150 milhões por fundo. O restante do capital deve ser captado pelos gestores dos fundos junto a outros investidores no mercado.

    Os fundos devem ter prazo de duração de até 15 anos e devem investir em empresas com receita operacional bruta anual de até R$ 300 milhões. Além disso, os fundos devem seguir critérios ambientais, sociais e de governança (ASG) em suas políticas de investimento.

    O edital faz parte da estratégia do BNDES de fomentar o mercado de capitais e apoiar o desenvolvimento de empresas de menor porte, que foram mais afetadas pela crise provocada pela pandemia de Covid-19. O banco espera que os fundos selecionados contribuam para gerar emprego e renda, além de promover inovação e competitividade.

    As propostas dos interessados em participar da seleção devem ser enviadas até o dia 29 de junho. O resultado final será divulgado no dia 15 de dezembro.