Autor: Rafaela Maia

  • PL das Fake News: moderação humana é essencial para garantir a liberdade de expressão na internet?

    PL das Fake News: moderação humana é essencial para garantir a liberdade de expressão na internet?

    O Projeto de Lei 2630/2020, conhecido como PL das Fake News, tem como objetivo combater a disseminação de conteúdos falsos ou prejudiciais nas plataformas digitais. Mas como definir o que é falso ou prejudicial? E quem deve fazer essa definição?

    Essas são algumas das questões que foram debatidas em uma audiência pública na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (10), com a participação de especialistas em direito digital, comunicação e tecnologia.

    Um dos pontos mais polêmicos do projeto de lei é o que trata da responsabilização das plataformas pelo conteúdo publicado por seus usuários. O texto prevê que as plataformas devem adotar medidas para identificar e remover conteúdos que violem a lei ou os direitos humanos, bem como informar os usuários sobre os critérios e procedimentos adotados.

    No entanto, os especialistas alertam que essa responsabilização não pode ser feita de forma automatizada, por meio de algoritmos ou inteligência artificial, pois isso pode gerar censura, discriminação e violação da privacidade. Eles defendem que a moderação de conteúdo deve ser feita por humanos, com transparência, participação e controle social.

    Segundo Marcelo Bechara, advogado e ex-conselheiro do Conselho Nacional de Comunicação Social, a moderação humana é fundamental para garantir a liberdade de expressão na internet. Ele afirma que os algoritmos não são capazes de compreender o contexto, a intenção e o humor dos usuários, e podem acabar excluindo conteúdos legítimos ou mantendo conteúdos ilícitos.

    “Não podemos deixar que as máquinas decidam o que podemos ou não falar na internet. Precisamos de pessoas qualificadas e independentes para fazer essa análise, com base em critérios claros e públicos. E precisamos também de mecanismos de recurso e revisão das decisões, para garantir o contraditório e a ampla defesa”, disse Bechara.

    Já Carlos Affonso Souza, professor de direito da UERJ e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio), ressaltou que a moderação humana deve ser feita com respeito à diversidade e à pluralidade de opiniões. Ele afirmou que as plataformas devem ter equipes multidisciplinares e representativas da sociedade brasileira, para evitar vieses ou preconceitos na hora de avaliar os conteúdos.

    “Não podemos ter uma moderação monolítica ou uniforme, que desconsidere as especificidades culturais, regionais e sociais do nosso país. Precisamos de uma moderação que reconheça a riqueza e a complexidade da nossa comunicação online, e que proteja os direitos fundamentais dos usuários”, afirmou Souza.

    Os especialistas também destacaram a importância da educação digital e da promoção do jornalismo profissional como formas de combater as fake news. Eles defenderam que as plataformas devem investir em iniciativas de alfabetização midiática e informacional, para capacitar os usuários a identificar e verificar as fontes e os dados das informações que recebem. Além disso, eles sugeriram que as plataformas devem remunerar adequadamente os produtores de conteúdo jornalístico e artístico, para valorizar o trabalho qualificado e independente.

    O PL das Fake News ainda está em discussão na Câmara dos Deputados, e deve ser votado em breve no plenário. O projeto já foi aprovado no Senado em 2020, mas pode sofrer alterações na Câmara. Caso isso ocorra, ele terá que voltar ao Senado para uma nova análise.

    Essas são algumas das questões que foram debatidas em uma audiência pública na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (10), com a participação de especialistas em direito digital, comunicação e tecnologia.

    Um dos pontos mais polêmicos do projeto de lei é o que trata da responsabilização das plataformas pelo conteúdo publicado por seus usuários. O texto prevê que as plataformas devem adotar medidas para identificar e remover conteúdos que violem a lei ou os direitos humanos, bem como informar os usuários sobre os critérios e procedimentos adotados.

    No entanto, os especialistas alertam que essa responsabilização não pode ser feita de forma automatizada, por meio de algoritmos ou inteligência artificial, pois isso pode gerar censura, discriminação e violação da privacidade. Eles defendem que a moderação de conteúdo deve ser feita por humanos, com transparência, participação e controle social.

    Segundo Marcelo Bechara, advogado e ex-conselheiro do Conselho Nacional de Comunicação Social, a moderação humana é fundamental para garantir a liberdade de expressão na internet. Ele afirma que os algoritmos não são capazes de compreender o contexto, a intenção e o humor dos usuários, e podem acabar excluindo conteúdos legítimos ou mantendo conteúdos ilícitos.

    “Não podemos deixar que as máquinas decidam o que podemos ou não falar na internet. Precisamos de pessoas qualificadas e independentes para fazer essa análise, com base em critérios claros e públicos. E precisamos também de mecanismos de recurso e revisão das decisões, para garantir o contraditório e a ampla defesa”, disse Bechara.

    Já Carlos Affonso Souza, professor de direito da UERJ e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio), ressaltou que a moderação humana deve ser feita com respeito à diversidade e à pluralidade de opiniões. Ele afirmou que as plataformas devem ter equipes multidisciplinares e representativas da sociedade brasileira, para evitar vieses ou preconceitos na hora de avaliar os conteúdos.

    “Não podemos ter uma moderação monolítica ou uniforme, que desconsidere as especificidades culturais, regionais e sociais do nosso país. Precisamos de uma moderação que reconheça a riqueza e a complexidade da nossa comunicação online, e que proteja os direitos fundamentais dos usuários”, afirmou Souza.

    Os especialistas também destacaram a importância da educação digital e da promoção do jornalismo profissional como formas de combater as fake news. Eles defenderam que as plataformas devem investir em iniciativas de alfabetização midiática e informacional, para capacitar os usuários a identificar e verificar as fontes e os dados das informações que recebem. Além disso, eles sugeriram que as plataformas devem remunerar adequadamente os produtores de conteúdo jornalístico e artístico, para valorizar o trabalho qualificado e independente.

    O PL das Fake News ainda está em discussão na Câmara dos Deputados, e deve ser votado em breve no plenário. O projeto já foi aprovado no Senado em 2020, mas pode sofrer alterações na Câmara. Caso isso ocorra, ele terá que voltar ao Senado para uma nova análise.

  • Bard: o chatbot inteligente do Google que promete superar o ChatGPT

    Bard: o chatbot inteligente do Google que promete superar o ChatGPT

    Você já ouviu falar do Bard? Ele é o novo chatbot inteligente do Google, que usa inteligência artificial (IA) para oferecer respostas às buscas realizadas pelos usuários em seu navegador de pesquisas.

    Mas ele não é apenas um assistente virtual: ele também pode ser usado como uma plataforma para a criatividade, ajudando na criação de conteúdos escritos, como discursos, redações e até mesmo planejamento de festas.

    O Bard é uma evolução de um modelo de linguagem anterior do Google chamado Lamda, que nunca foi totalmente lançado ao público. No entanto, atraiu muita atenção quando um dos engenheiros que trabalhou nele afirmou que suas respostas eram tão convincentes que ele acreditou que o robô era consciente. O Google negou as acusações e o profissional foi demitido.

    O diferencial do Bard em relação ao seu rival viral ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, é que ele pode acessar informações atualizadas da internet e possui um botão “pesquisa no Google” que acessa a busca. Ele também diz quais são as fontes das informações prestadas, como a Wikipedia. Isso torna suas respostas mais confiáveis e transparentes.

    O Bard ainda está em fase de testes e só está disponível em inglês, para determinados usuários com mais de 18 anos. O Google alertou que o Bard teria “limitações”, como compartilhar informações erradas e mostrar certos tipos de viés. Isso ocorre porque ele “aprende” com bancos de dados informações no qual esses vieses podem estar presentes – o que significa que é possível que estereótipos e informações falsas apareçam em suas respostas.

    O diretor de produtos do Google, Jack Krawczyk, disse à BBC que o Bard é “um experimento” e espera que as pessoas o usem como uma “plataforma para a criatividade”. Ele mostrou um exemplo de como ele havia usado Bard para ajudá-lo a planejar a festa de aniversário de seu filho. Ele sugeriu um tema que incorporou o amor de seu filho por coelhos e ginástica, encontrou o endereço de um local que ele mencionou e sugeriu brincadeiras e comidas para a festa.

    “Grande parte da cobertura [da mídia] sobre a inteligência artificial como protagonista”, disse Krawczyk. “Acho que o ser humano é o herói e os grandes modelos de linguagem de IA estão aqui para nos ajudar a impulsionar a criatividade.”

    O Bard é uma das apostas do Google para se manter na liderança do mercado de tecnologia, competindo com empresas como Microsoft, Amazon e Facebook. A expectativa é que ele seja integrado a outros serviços da empresa, como Gmail, YouTube e Google Docs.

    Mas ele não é apenas um assistente virtual: ele também pode ser usado como uma plataforma para a criatividade, ajudando na criação de conteúdos escritos, como discursos, redações e até mesmo planejamento de festas.

    O Bard é uma evolução de um modelo de linguagem anterior do Google chamado Lamda, que nunca foi totalmente lançado ao público. No entanto, atraiu muita atenção quando um dos engenheiros que trabalhou nele afirmou que suas respostas eram tão convincentes que ele acreditou que o robô era consciente. O Google negou as acusações e o profissional foi demitido.

    O diferencial do Bard em relação ao seu rival viral ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, é que ele pode acessar informações atualizadas da internet e possui um botão “pesquisa no Google” que acessa a busca. Ele também diz quais são as fontes das informações prestadas, como a Wikipedia. Isso torna suas respostas mais confiáveis e transparentes.

    O Bard ainda está em fase de testes e só está disponível em inglês, para determinados usuários com mais de 18 anos. O Google alertou que o Bard teria “limitações”, como compartilhar informações erradas e mostrar certos tipos de viés. Isso ocorre porque ele “aprende” com bancos de dados informações no qual esses vieses podem estar presentes – o que significa que é possível que estereótipos e informações falsas apareçam em suas respostas.

    O diretor de produtos do Google, Jack Krawczyk, disse à BBC que o Bard é “um experimento” e espera que as pessoas o usem como uma “plataforma para a criatividade”. Ele mostrou um exemplo de como ele havia usado Bard para ajudá-lo a planejar a festa de aniversário de seu filho. Ele sugeriu um tema que incorporou o amor de seu filho por coelhos e ginástica, encontrou o endereço de um local que ele mencionou e sugeriu brincadeiras e comidas para a festa.

    “Grande parte da cobertura [da mídia] sobre a inteligência artificial como protagonista”, disse Krawczyk. “Acho que o ser humano é o herói e os grandes modelos de linguagem de IA estão aqui para nos ajudar a impulsionar a criatividade.”

    O Bard é uma das apostas do Google para se manter na liderança do mercado de tecnologia, competindo com empresas como Microsoft, Amazon e Facebook. A expectativa é que ele seja integrado a outros serviços da empresa, como Gmail, YouTube e Google Docs.

  • IBGE: Inflação em abril é de 0,61%, influenciada pela alta de remédios

    IBGE: Inflação em abril é de 0,61%, influenciada pela alta de remédios

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,61% em abril, 0,10 ponto percentual (p.p.) abaixo do registrado em março (0,71%).

    A alta acumulada da inflação no ano é de 2,72% enquanto nos últimos 12 meses é de 4,18%. Em abril do ano passado, a variação havia sido de 1,06%.

    O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Segundo o levantamento, todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados apresentaram alta, com destaque para Saúde e cuidados pessoais, que teve o maior impacto (0,19 p.p.) e a maior variação (1,49%).

    “O resultado nesse grupo foi influenciado pela alta nos produtos farmacêuticos, justificada pela autorização do reajuste de até 5,60% nos preços dos medicamentos, a partir de 31 de março”, disse, em nota, o analista da pesquisa, André Almeida.

    Já os preços nos planos de saúde tiveram alta de 1,20%. “Houve incorporação das frações mensais dos reajustes dos planos novos e antigos para o ciclo de 2022 a 2023”, acrescentou o pesquisador.

    Os itens de higiene pessoal apresentaram desaceleração de 0,76% em março para 0,56% em abril, influenciados, principalmente, pelos perfumes (-1,09%).

    Outro grupo que contribuiu para o resultado de abril (com 0,15 p.p.) foi o de alimentação e bebidas, com aceleração de 0,05% em março para 0,71%. A principal colaboração foi da alimentação no domicílio, que havia apresentado deflação no mês anterior (-0,14%) e teve alta de 0,73% em abril. Impactaram os preços do tomate (10,64%), do leite longa vida (4,96%) e do queijo (1,97%).

    Entre os alimentos com preços em queda, destaque para a cebola (-7,01%) e o óleo de soja (-4,44%). Já a alimentação fora do domicílio variou 0,66%, acima da variação de março (0,60%). O lanche desacelerou de 1,09% para 0,93%, enquanto a refeição saiu de 0,41% para 0,51%.

    A inflação no grupo de transportes desacelerou e teve alta de 0,56%, contribuindo com 0,12 p.p. para o IPCA de abril. Em março, a variação havia sido de 2,11%. “Contribuíram para esse resultado a queda de 0,44% dos combustíveis, que haviam registrado alta de 7,01% em março”, afirmou Almeida.

    Apenas o etanol (0,92%) subiu no mês enquanto óleo diesel (-2,25%), gás veicular (-0,83%) e gasolina (-0,52%) tiveram queda nos preços.

    Ainda em Transportes, as passagens aéreas subiram 11,97% em abril, após queda de 5,32% em março, e foram o subitem com maior impacto na inflação geral (0,07 p.p.). Já as tarifas de metrô subiram 1,24%, pressionadas pelo reajuste de 6,15% no Rio de Janeiro a partir do dia 12 de abril. O ônibus urbano teve alta de 1,11%. Os preços dos ônibus intermunicipais caíram 0,25%.

    Em relação aos índices regionais, todas as áreas tiveram alta em abril, com destaque para Campo Grande (0.89%), cujos preços foram pressionados pela energia elétrica residencial (6.11%).

    A alta acumulada da inflação no ano é de 2,72% enquanto nos últimos 12 meses é de 4,18%. Em abril do ano passado, a variação havia sido de 1,06%.

    O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Segundo o levantamento, todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados apresentaram alta, com destaque para Saúde e cuidados pessoais, que teve o maior impacto (0,19 p.p.) e a maior variação (1,49%).

    “O resultado nesse grupo foi influenciado pela alta nos produtos farmacêuticos, justificada pela autorização do reajuste de até 5,60% nos preços dos medicamentos, a partir de 31 de março”, disse, em nota, o analista da pesquisa, André Almeida.

    Já os preços nos planos de saúde tiveram alta de 1,20%. “Houve incorporação das frações mensais dos reajustes dos planos novos e antigos para o ciclo de 2022 a 2023”, acrescentou o pesquisador.

    Os itens de higiene pessoal apresentaram desaceleração de 0,76% em março para 0,56% em abril, influenciados, principalmente, pelos perfumes (-1,09%).

    Outro grupo que contribuiu para o resultado de abril (com 0,15 p.p.) foi o de alimentação e bebidas, com aceleração de 0,05% em março para 0,71%. A principal colaboração foi da alimentação no domicílio, que havia apresentado deflação no mês anterior (-0,14%) e teve alta de 0,73% em abril. Impactaram os preços do tomate (10,64%), do leite longa vida (4,96%) e do queijo (1,97%).

    Entre os alimentos com preços em queda, destaque para a cebola (-7,01%) e o óleo de soja (-4,44%). Já a alimentação fora do domicílio variou 0,66%, acima da variação de março (0,60%). O lanche desacelerou de 1,09% para 0,93%, enquanto a refeição saiu de 0,41% para 0,51%.

    A inflação no grupo de transportes desacelerou e teve alta de 0,56%, contribuindo com 0,12 p.p. para o IPCA de abril. Em março, a variação havia sido de 2,11%. “Contribuíram para esse resultado a queda de 0,44% dos combustíveis, que haviam registrado alta de 7,01% em março”, afirmou Almeida.

    Apenas o etanol (0,92%) subiu no mês enquanto óleo diesel (-2,25%), gás veicular (-0,83%) e gasolina (-0,52%) tiveram queda nos preços.

    Ainda em Transportes, as passagens aéreas subiram 11,97% em abril, após queda de 5,32% em março, e foram o subitem com maior impacto na inflação geral (0,07 p.p.). Já as tarifas de metrô subiram 1,24%, pressionadas pelo reajuste de 6,15% no Rio de Janeiro a partir do dia 12 de abril. O ônibus urbano teve alta de 1,11%. Os preços dos ônibus intermunicipais caíram 0,25%.

    Em relação aos índices regionais, todas as áreas tiveram alta em abril, com destaque para Campo Grande (0.89%), cujos preços foram pressionados pela energia elétrica residencial (6.11%).

  • Mortalidade por doença hepática relacionada ao álcool aumentou durante a pandemia de COVID-19

    Mortalidade por doença hepática relacionada ao álcool aumentou durante a pandemia de COVID-19

    Um estudo realizado por pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts (MGH) e publicado na revista JAMA Health Forum revelou que as mortes por doença hepática relacionada ao álcool (ALD) aumentaram 23% nos Estados Unidos de 2019 a 2020, em meio à pandemia de COVID-19.

    O estudo também mostrou que as populações indígenas americanas e nativas do Alasca (AIAN) foram as mais afetadas, com uma taxa de mortalidade seis vezes maior do que a dos brancos.

    Os autores do estudo atribuem esse aumento ao consumo excessivo de álcool durante a pandemia, que foi agravado por fatores como estresse, isolamento social, desemprego e falta de acesso a serviços de saúde. Eles alertam que o consumo de álcool não mostrou sinais de diminuição mesmo com o recuo da pandemia e que isso pode ter consequências graves para a saúde pública a longo prazo.

    A doença hepática relacionada ao álcool é caracterizada pelo deterioração progressiva do fígado e perda de função e é agora a principal indicação para transplante de fígado nos Estados Unidos. O fígado é responsável por metabolizar o álcool e eliminar toxinas do organismo, mas quando há um consumo excessivo e prolongado de álcool, o órgão pode sofrer inflamação, fibrose, cirrose e câncer.

    Os pesquisadores usaram dados do banco de dados WONDER Multiple Cause of Death do CDC para analisar as tendências de mortalidade por ALD em todos os estados e grupos raciais ou étnicos. Eles descobriram que as maiores taxas de mortalidade ocorreram em Wyoming, Dakota do Sul e Novo México – estados com algumas das maiores concentrações de populações AIAN. Eles também observaram que essas populações sofrem com uma falha sistêmica de assistência médica e falta de recursos críticos, que exigem uma ação urgente dos líderes políticos.

    Os autores do estudo recomendam que sejam tomadas medidas para aumentar a conscientização sobre os riscos do consumo de álcool, implementar programas de prevenção e rastreamento universal e alocar recursos para agências como o Indian Health Service, que fornece serviços de saúde abrangentes para cerca de 2,6 milhões de índios americanos e nativos do Alasca em 574 tribos reconhecidas federalmente em 37 estados.

    Fonte: Link1, Link 2, Link 3.

    O estudo também mostrou que as populações indígenas americanas e nativas do Alasca (AIAN) foram as mais afetadas, com uma taxa de mortalidade seis vezes maior do que a dos brancos.

    Os autores do estudo atribuem esse aumento ao consumo excessivo de álcool durante a pandemia, que foi agravado por fatores como estresse, isolamento social, desemprego e falta de acesso a serviços de saúde. Eles alertam que o consumo de álcool não mostrou sinais de diminuição mesmo com o recuo da pandemia e que isso pode ter consequências graves para a saúde pública a longo prazo.

    A doença hepática relacionada ao álcool é caracterizada pelo deterioração progressiva do fígado e perda de função e é agora a principal indicação para transplante de fígado nos Estados Unidos. O fígado é responsável por metabolizar o álcool e eliminar toxinas do organismo, mas quando há um consumo excessivo e prolongado de álcool, o órgão pode sofrer inflamação, fibrose, cirrose e câncer.

    Os pesquisadores usaram dados do banco de dados WONDER Multiple Cause of Death do CDC para analisar as tendências de mortalidade por ALD em todos os estados e grupos raciais ou étnicos. Eles descobriram que as maiores taxas de mortalidade ocorreram em Wyoming, Dakota do Sul e Novo México – estados com algumas das maiores concentrações de populações AIAN. Eles também observaram que essas populações sofrem com uma falha sistêmica de assistência médica e falta de recursos críticos, que exigem uma ação urgente dos líderes políticos.

    Os autores do estudo recomendam que sejam tomadas medidas para aumentar a conscientização sobre os riscos do consumo de álcool, implementar programas de prevenção e rastreamento universal e alocar recursos para agências como o Indian Health Service, que fornece serviços de saúde abrangentes para cerca de 2,6 milhões de índios americanos e nativos do Alasca em 574 tribos reconhecidas federalmente em 37 estados.

    Fonte: Link1, Link 2, Link 3.

  • Trabalho remoto: uma solução para cidades com problemas de mobilidade urbana

    Trabalho remoto: uma solução para cidades com problemas de mobilidade urbana

    O trabalho remoto, ou teletrabalho, é toda atividade profissional realizada a distância, com auxílio das tecnologias de informação e comunicação.

    Essa modalidade de trabalho vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, especialmente após a pandemia de Covid-19, que impôs restrições de circulação e contato social.

    Uma das vantagens do trabalho remoto é que ele pode contribuir para melhorar a mobilidade urbana nas cidades, reduzindo o trânsito, a poluição e os acidentes. Além disso, o trabalho remoto pode trazer benefícios para os trabalhadores, como economia de tempo e dinheiro, maior flexibilidade e autonomia, melhor qualidade de vida e bem-estar.

    Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o trabalho remoto pode retirar até 22 milhões de pessoas das ruas diariamente no Brasil. Isso significa uma redução de cerca de 15% no fluxo de veículos nas cidades. A pesquisa também aponta que o trabalho remoto pode gerar uma economia anual de R$ 52 bilhões para os trabalhadores e de R$ 40 bilhões para as empresas.

    No entanto, para que o trabalho remoto seja efetivo e sustentável, é preciso que haja uma infraestrutura adequada de internet, equipamentos e ferramentas digitais, além de uma legislação clara e uma cultura organizacional favorável. Também é importante que os trabalhadores remotos tenham disciplina, organização e cuidado com a saúde física e mental.

    O trabalho remoto é uma tendência irreversível e uma oportunidade para transformar a realidade das cidades com baixa mobilidade urbana. Por isso, é fundamental que os profissionais se preparem para esse novo cenário e que as empresas invistam em políticas e práticas que estimulem e apoiem essa modalidade de trabalho.

    Essa modalidade de trabalho vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, especialmente após a pandemia de Covid-19, que impôs restrições de circulação e contato social.

    Uma das vantagens do trabalho remoto é que ele pode contribuir para melhorar a mobilidade urbana nas cidades, reduzindo o trânsito, a poluição e os acidentes. Além disso, o trabalho remoto pode trazer benefícios para os trabalhadores, como economia de tempo e dinheiro, maior flexibilidade e autonomia, melhor qualidade de vida e bem-estar.

    Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o trabalho remoto pode retirar até 22 milhões de pessoas das ruas diariamente no Brasil. Isso significa uma redução de cerca de 15% no fluxo de veículos nas cidades. A pesquisa também aponta que o trabalho remoto pode gerar uma economia anual de R$ 52 bilhões para os trabalhadores e de R$ 40 bilhões para as empresas.

    No entanto, para que o trabalho remoto seja efetivo e sustentável, é preciso que haja uma infraestrutura adequada de internet, equipamentos e ferramentas digitais, além de uma legislação clara e uma cultura organizacional favorável. Também é importante que os trabalhadores remotos tenham disciplina, organização e cuidado com a saúde física e mental.

    O trabalho remoto é uma tendência irreversível e uma oportunidade para transformar a realidade das cidades com baixa mobilidade urbana. Por isso, é fundamental que os profissionais se preparem para esse novo cenário e que as empresas invistam em políticas e práticas que estimulem e apoiem essa modalidade de trabalho.

  • Governo Lula libera mais de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares em dois dias

    Governo Lula libera mais de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares em dois dias

    O governo do presidente Lula está abrindo a carteira para tentar acalmar sua base de apoio no Congresso, após sofrer importantes derrotas nas votações do marco do saneamento básico e do PL das Fake News.

    Segundo o site O Antagonista, o Palácio do Planalto repassou mais de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares a deputados e senadores em apenas dois dias.

    Na terça-feira (9), foram liberados R$ 712 milhões em emendas, um valor recorde para um único dia. Na quarta-feira (10), foram mais R$ 434 milhões. Ao todo, o governo distribuiu R$ 1,146 bilhão, o equivalente a 70% do valor destinado a emendas em quatro meses.

    A maior parte dos recursos foi empenhada pelo Ministério da Saúde, que destinou R$ 1,1 bilhão para ações de combate à pandemia de Covid-19 nos estados e municípios. As emendas parlamentares são verbas que os congressistas podem indicar para obras e serviços em suas bases eleitorais.

    O governo Lula espera que a liberação das emendas ajude a garantir o apoio dos parlamentares para aprovar as reformas tributária e administrativa, que são consideradas prioritárias para a recuperação da economia brasileira.

    Segundo o site O Antagonista, o Palácio do Planalto repassou mais de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares a deputados e senadores em apenas dois dias.

    Na terça-feira (9), foram liberados R$ 712 milhões em emendas, um valor recorde para um único dia. Na quarta-feira (10), foram mais R$ 434 milhões. Ao todo, o governo distribuiu R$ 1,146 bilhão, o equivalente a 70% do valor destinado a emendas em quatro meses.

    A maior parte dos recursos foi empenhada pelo Ministério da Saúde, que destinou R$ 1,1 bilhão para ações de combate à pandemia de Covid-19 nos estados e municípios. As emendas parlamentares são verbas que os congressistas podem indicar para obras e serviços em suas bases eleitorais.

    O governo Lula espera que a liberação das emendas ajude a garantir o apoio dos parlamentares para aprovar as reformas tributária e administrativa, que são consideradas prioritárias para a recuperação da economia brasileira.

  • Vacinação infantil contra Covid-19 avança lentamente no Brasil

    Vacinação infantil contra Covid-19 avança lentamente no Brasil

    A vacinação contra a Covid-19 em crianças de 3 e 4 anos no Brasil ainda está longe de atingir a meta de imunizar cerca de 5,9 milhões de crianças nessa faixa etária.

    Segundo dados do Vacinômetro Covid-19 (Ministério da Saúde), apenas 16% das crianças de 3 e 4 anos tomaram as duas doses da vacina até abril de 2023, quatro meses após a aprovação do uso emergencial da Coronavac nessa faixa etária pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, apenas 38.510 crianças receberam a dose de reforço recomendada pelo Ministério da Saúde, preferencialmente com a vacina Pfizer.

    O atraso na vacinação infantil contra a Covid-19 é preocupante, uma vez que a doença já causou a morte de centenas de crianças menores de 5 anos no país desde o início da pandemia. De acordo com o estudo VAX*SIM, coordenado pelo Observatório de Saúde na Infância (Observa Infância), iniciativa conjunta da Fiocruz e do Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (Unifase), o Brasil registrava uma média de 2 mortes diárias por Covid-19 entre crianças menores de 5 anos até junho de 2022. Desde a aprovação da Pfizer pediátrica pela Anvisa, em 16 de setembro, 26 crianças menores de 5 anos já morreram em decorrência da doença, o equivalente a dois óbitos a cada três dias.

    A vacinação infantil contra a Covid-19 é fundamental para proteger as crianças e reduzir a circulação do vírus na população. Além disso, a vacinação infantil pode contribuir para a retomada das atividades escolares presenciais, que foram severamente afetadas pela pandemia. Por isso, é importante que os pais e responsáveis levem as crianças aos postos de saúde para receberem as doses necessárias da vacina e que sigam as orientações das autoridades sanitárias sobre os intervalos entre as doses e a necessidade de reforço.

    Fonte: Link.

    Segundo dados do Vacinômetro Covid-19 (Ministério da Saúde), apenas 16% das crianças de 3 e 4 anos tomaram as duas doses da vacina até abril de 2023, quatro meses após a aprovação do uso emergencial da Coronavac nessa faixa etária pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, apenas 38.510 crianças receberam a dose de reforço recomendada pelo Ministério da Saúde, preferencialmente com a vacina Pfizer.

    O atraso na vacinação infantil contra a Covid-19 é preocupante, uma vez que a doença já causou a morte de centenas de crianças menores de 5 anos no país desde o início da pandemia. De acordo com o estudo VAX*SIM, coordenado pelo Observatório de Saúde na Infância (Observa Infância), iniciativa conjunta da Fiocruz e do Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto (Unifase), o Brasil registrava uma média de 2 mortes diárias por Covid-19 entre crianças menores de 5 anos até junho de 2022. Desde a aprovação da Pfizer pediátrica pela Anvisa, em 16 de setembro, 26 crianças menores de 5 anos já morreram em decorrência da doença, o equivalente a dois óbitos a cada três dias.

    A vacinação infantil contra a Covid-19 é fundamental para proteger as crianças e reduzir a circulação do vírus na população. Além disso, a vacinação infantil pode contribuir para a retomada das atividades escolares presenciais, que foram severamente afetadas pela pandemia. Por isso, é importante que os pais e responsáveis levem as crianças aos postos de saúde para receberem as doses necessárias da vacina e que sigam as orientações das autoridades sanitárias sobre os intervalos entre as doses e a necessidade de reforço.

    Fonte: Link.

  • Tuberculose pode afetar a resposta imunológica e a resistência do HIV

    Tuberculose pode afetar a resposta imunológica e a resistência do HIV

    Você sabia que a tuberculose é a coinfecção mais comum em pessoas que vivem com HIV? Essa doença pode ter um impacto significativo na resposta imunológica e nas características do vírus que circula no organismo dessas pessoas.

    É o que mostra uma nova pesquisa realizada pelo Boston Medical Center e publicada na revista iScience.

    O estudo comparou amostras de pessoas recém-diagnosticadas com HIV que tinham ou não tuberculose. Os resultados mostraram que as pessoas com tuberculose tinham respostas de anticorpos contra o HIV mais amplas e potentes, além de diferenças nas sequências do HIV que indicavam maior resistência aos anticorpos.

    Isso significa que a tuberculose pode interferir na eficácia de estratégias de prevenção e tratamento baseadas em anticorpos. Vacinas que visam estimular anticorpos e anticorpos que são usados como terapia para o HIV podem falhar mais facilmente nessas pessoas.

    “É fundamental entendermos a relação entre a tuberculose e o HIV, pois essa doença é extremamente comum, especialmente em regiões do mundo com altos níveis de transmissão do HIV”, disse Manish Sagar, MD, um dos autores do estudo.

    Os pesquisadores também destacam que esse estudo tem implicações para as estratégias de vacinação contra o HIV, pois elas buscam gerar anticorpos que possam bloquear o vírus após a exposição. Gerar anticorpos amplos e potentes contra o HIV é um desafio enorme. Mas a tuberculose pode revelar pistas biológicas de como essa doença aumenta as respostas de anticorpos contra o HIV, o que pode ser usado para desenvolver novas abordagens para estimular esses anticorpos.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    É o que mostra uma nova pesquisa realizada pelo Boston Medical Center e publicada na revista iScience.

    O estudo comparou amostras de pessoas recém-diagnosticadas com HIV que tinham ou não tuberculose. Os resultados mostraram que as pessoas com tuberculose tinham respostas de anticorpos contra o HIV mais amplas e potentes, além de diferenças nas sequências do HIV que indicavam maior resistência aos anticorpos.

    Isso significa que a tuberculose pode interferir na eficácia de estratégias de prevenção e tratamento baseadas em anticorpos. Vacinas que visam estimular anticorpos e anticorpos que são usados como terapia para o HIV podem falhar mais facilmente nessas pessoas.

    “É fundamental entendermos a relação entre a tuberculose e o HIV, pois essa doença é extremamente comum, especialmente em regiões do mundo com altos níveis de transmissão do HIV”, disse Manish Sagar, MD, um dos autores do estudo.

    Os pesquisadores também destacam que esse estudo tem implicações para as estratégias de vacinação contra o HIV, pois elas buscam gerar anticorpos que possam bloquear o vírus após a exposição. Gerar anticorpos amplos e potentes contra o HIV é um desafio enorme. Mas a tuberculose pode revelar pistas biológicas de como essa doença aumenta as respostas de anticorpos contra o HIV, o que pode ser usado para desenvolver novas abordagens para estimular esses anticorpos.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Google I/O 2023: as principais novidades do evento de tecnologia

    Google I/O 2023: as principais novidades do evento de tecnologia

    O Google I/O 2023 foi realizado nos dias 10 e 11 de maio e trouxe diversas novidades para os fãs da gigante de Mountain View.

    O evento, que acontece anualmente, é voltado para desenvolvedores e apresenta as últimas inovações em inteligência artificial, sistemas operacionais, dispositivos e serviços do Google. Neste post, vamos destacar as principais novidades anunciadas no Google I/O 2023.

    Android 14: o sistema mais personalizado e seguro

    A grande estrela do evento foi o Android 14, a nova versão do sistema operacional mais usado no mundo. O Android 14 traz um novo design chamado Material You, que permite personalizar o visual do sistema de acordo com o papel de parede escolhido pelo usuário. O sistema também adapta as cores dos menus, widgets e ícones para criar uma harmonia visual.

    Além disso, o Android 14 reforça a privacidade e a segurança dos usuários, com um novo painel que mostra quais aplicativos acessam dados sensíveis, como localização, câmera e microfone. O usuário pode revogar essas permissões a qualquer momento ou usar modos de acesso restrito. O sistema também traz melhorias na performance, na bateria e na conectividade.

    Pixel Fold: o primeiro celular dobrável do Google

    Outra novidade que chamou a atenção foi o Pixel Fold, o primeiro celular dobrável do Google. O aparelho tem uma tela de 7,6 polegadas que se dobra ao meio, transformando-se em um smartphone compacto. O Pixel Fold usa o processador Google Tensor G2, desenvolvido pela própria empresa, e promete uma experiência fluida e inteligente.

    O Pixel Fold também se destaca pela câmera traseira de 108 MP e pela câmera frontal de 32 MP, que ficam escondidas sob a tela quando o aparelho está dobrado. O celular ainda conta com recursos exclusivos do Google Fotos, como o Magic Editor, que usa inteligência artificial para editar as imagens de forma automática ou manual.

    PaLM 2: a inteligência artificial conversacional do Google

    O Google também apresentou o PaLM 2, um modelo de linguagem que usa inteligência artificial para gerar conversas naturais e coerentes sobre diversos temas. O PaLM 2 é capaz de entender o contexto e o propósito da conversa, além de usar outras mídias além do texto, como imagens e vídeos.

    O PaLM 2 será usado para melhorar os serviços do Google que envolvem comunicação, como o Gmail, o Docs, o Chat e o Assistente. O modelo também poderá ser usado por desenvolvedores externos para criar aplicativos e experiências conversacionais.

    Essas foram algumas das principais novidades do Google I/O 2023. O evento ainda trouxe outras inovações em áreas como mapas, compras, fotos, wearables e realidade aumentada. Para saber mais sobre o evento, você pode acessar os sites oficiais do Google I/O e do Android.

    O evento, que acontece anualmente, é voltado para desenvolvedores e apresenta as últimas inovações em inteligência artificial, sistemas operacionais, dispositivos e serviços do Google. Neste post, vamos destacar as principais novidades anunciadas no Google I/O 2023.

    Android 14: o sistema mais personalizado e seguro

    A grande estrela do evento foi o Android 14, a nova versão do sistema operacional mais usado no mundo. O Android 14 traz um novo design chamado Material You, que permite personalizar o visual do sistema de acordo com o papel de parede escolhido pelo usuário. O sistema também adapta as cores dos menus, widgets e ícones para criar uma harmonia visual.

    Além disso, o Android 14 reforça a privacidade e a segurança dos usuários, com um novo painel que mostra quais aplicativos acessam dados sensíveis, como localização, câmera e microfone. O usuário pode revogar essas permissões a qualquer momento ou usar modos de acesso restrito. O sistema também traz melhorias na performance, na bateria e na conectividade.

    Pixel Fold: o primeiro celular dobrável do Google

    Outra novidade que chamou a atenção foi o Pixel Fold, o primeiro celular dobrável do Google. O aparelho tem uma tela de 7,6 polegadas que se dobra ao meio, transformando-se em um smartphone compacto. O Pixel Fold usa o processador Google Tensor G2, desenvolvido pela própria empresa, e promete uma experiência fluida e inteligente.

    O Pixel Fold também se destaca pela câmera traseira de 108 MP e pela câmera frontal de 32 MP, que ficam escondidas sob a tela quando o aparelho está dobrado. O celular ainda conta com recursos exclusivos do Google Fotos, como o Magic Editor, que usa inteligência artificial para editar as imagens de forma automática ou manual.

    PaLM 2: a inteligência artificial conversacional do Google

    O Google também apresentou o PaLM 2, um modelo de linguagem que usa inteligência artificial para gerar conversas naturais e coerentes sobre diversos temas. O PaLM 2 é capaz de entender o contexto e o propósito da conversa, além de usar outras mídias além do texto, como imagens e vídeos.

    O PaLM 2 será usado para melhorar os serviços do Google que envolvem comunicação, como o Gmail, o Docs, o Chat e o Assistente. O modelo também poderá ser usado por desenvolvedores externos para criar aplicativos e experiências conversacionais.

    Essas foram algumas das principais novidades do Google I/O 2023. O evento ainda trouxe outras inovações em áreas como mapas, compras, fotos, wearables e realidade aumentada. Para saber mais sobre o evento, você pode acessar os sites oficiais do Google I/O e do Android.

  • ChatGPT: como a OpenAI criou o chatbot inteligente que conquistou o mundo

    ChatGPT: como a OpenAI criou o chatbot inteligente que conquistou o mundo

    Neste post, você vai conhecer a história de como a OpenAI desenvolveu o ChatGPT, um chatbot inteligente que se tornou um fenômeno.

    O ChatGPT é um chatbot inteligente que se tornou um fenômeno cultural desde o seu lançamento em novembro de 2022. Desenvolvido pela OpenAI, uma empresa de Inteligência Artificial (IA) de São Francisco, o ChatGPT é capaz de conversar com os usuários sobre diversos assuntos, desde o clima até a poesia. Mas como essa tecnologia foi criada? Quais foram os desafios e as surpresas que os seus criadores enfrentaram? E quais são os próximos passos para aprimorar essa ferramenta?

    ChatGPT: como a OpenAI criou o chatbot inteligente que conquistou o mundo

    A matéria da MIT Technology Review Brasil traz a verdadeira história de como o ChatGPT foi desenvolvido, contada pelas pessoas que o criaram. A reportagem entrevistou quatro membros da equipe da OpenAI: John Schulman, cofundador da empresa; Jan Leike, líder da equipe de alinhamento; Sandhini Agarwal, que trabalha com políticas; e Liam Fedus, cientista que trabalhou no ChatGPT.

    Eles revelaram que o ChatGPT é uma versão aprimorada do GPT-3.5, uma família de grandes modelos de linguagem que a OpenAI já havia lançado anteriormente. O diferencial do ChatGPT é que ele foi treinado com dados de conversação e com feedback humano, o que o tornou mais acessível, útil e alinhado com o que os usuários querem fazer com ele.

    Os entrevistados também contaram que não esperavam que o ChatGPT viralizasse e tivesse tanto sucesso. Eles viram o chatbot como uma “prévia de pesquisa”, uma forma de testar a tecnologia e coletar feedback do público. Eles também admitiram que ficaram surpresos e confusos com a repercussão do chatbot, que trouxe à tona vários problemas já conhecidos, como a veracidade, a toxicidade e o jailbreak (quando os usuários induzem o chatbot a se comportar mal).

    A matéria também mostra como a OpenAI tem lidado com esses problemas, usando técnicas como treinamento adversário e red-teaming para melhorar a segurança e a qualidade do chatbot. Além disso, a reportagem aborda como o sucesso do ChatGPT tem impactado o mercado de IA, gerando parcerias com empresas como Microsoft e Bain, e estimulando uma corrida do ouro em torno de grandes modelos de linguagem.

    O ChatGPT é um exemplo de como a IA pode transformar muitos aspectos da sociedade, mas também de como essa tecnologia ainda é falha e precisa ser constantemente monitorada e aprimorada. A matéria da MIT Technology Review Brasil oferece uma visão privilegiada de como essa revolução está sendo construída por trás dos bastidores.

    O ChatGPT é um chatbot inteligente que se tornou um fenômeno cultural desde o seu lançamento em novembro de 2022. Desenvolvido pela OpenAI, uma empresa de Inteligência Artificial (IA) de São Francisco, o ChatGPT é capaz de conversar com os usuários sobre diversos assuntos, desde o clima até a poesia. Mas como essa tecnologia foi criada? Quais foram os desafios e as surpresas que os seus criadores enfrentaram? E quais são os próximos passos para aprimorar essa ferramenta?

    ChatGPT: como a OpenAI criou o chatbot inteligente que conquistou o mundo

    A matéria da MIT Technology Review Brasil traz a verdadeira história de como o ChatGPT foi desenvolvido, contada pelas pessoas que o criaram. A reportagem entrevistou quatro membros da equipe da OpenAI: John Schulman, cofundador da empresa; Jan Leike, líder da equipe de alinhamento; Sandhini Agarwal, que trabalha com políticas; e Liam Fedus, cientista que trabalhou no ChatGPT.

    Eles revelaram que o ChatGPT é uma versão aprimorada do GPT-3.5, uma família de grandes modelos de linguagem que a OpenAI já havia lançado anteriormente. O diferencial do ChatGPT é que ele foi treinado com dados de conversação e com feedback humano, o que o tornou mais acessível, útil e alinhado com o que os usuários querem fazer com ele.

    Os entrevistados também contaram que não esperavam que o ChatGPT viralizasse e tivesse tanto sucesso. Eles viram o chatbot como uma “prévia de pesquisa”, uma forma de testar a tecnologia e coletar feedback do público. Eles também admitiram que ficaram surpresos e confusos com a repercussão do chatbot, que trouxe à tona vários problemas já conhecidos, como a veracidade, a toxicidade e o jailbreak (quando os usuários induzem o chatbot a se comportar mal).

    A matéria também mostra como a OpenAI tem lidado com esses problemas, usando técnicas como treinamento adversário e red-teaming para melhorar a segurança e a qualidade do chatbot. Além disso, a reportagem aborda como o sucesso do ChatGPT tem impactado o mercado de IA, gerando parcerias com empresas como Microsoft e Bain, e estimulando uma corrida do ouro em torno de grandes modelos de linguagem.

    O ChatGPT é um exemplo de como a IA pode transformar muitos aspectos da sociedade, mas também de como essa tecnologia ainda é falha e precisa ser constantemente monitorada e aprimorada. A matéria da MIT Technology Review Brasil oferece uma visão privilegiada de como essa revolução está sendo construída por trás dos bastidores.