Autor: Rafaela Maia

  • Estrogênio: um vilão mais poderoso do que se pensava no câncer de mama

    Estrogênio: um vilão mais poderoso do que se pensava no câncer de mama

    O estrogênio é um hormônio sexual feminino que tem diversas funções no organismo, como regular o ciclo menstrual, o desenvolvimento das mamas e a fertilidade.

    No entanto, o estrogênio também pode ser um fator de risco para o câncer de mama, uma das doenças mais comuns entre as mulheres.

    Segundo um estudo publicado na revista Nature em maio de 2023, o estrogênio pode ser o responsável por desencadear casos de câncer de mama que não são explicados pelo modelo clássico de desenvolvimento da doença. Esse modelo envolve uma alteração cromossômica que ativa genes relacionados ao câncer.

    Os pesquisadores da Harvard Medical School analisaram o genoma de 780 tumores de mama e descobriram que um terço deles apresentava um padrão diferente de mutação. Em vez de uma única cópia do cromossomo alterada, eles encontraram duas cópias diferentes fundidas, próximas a regiões onde o estrogênio se liga ao DNA.

    Essa fusão cromossômica resulta em uma estrutura deformada que se rompe durante a divisão celular, deixando fragmentos que contêm genes do câncer para se multiplicar e se ativar.

    Os pesquisadores também realizaram experimentos com células de câncer de mama em laboratório e confirmaram que o estrogênio pode induzir essa rearranjo genômico que leva ao câncer.

    Isso mostra que o papel do estrogênio no câncer de mama é mais direto do que se pensava. Além de estimular a proliferação das células mamárias, ele também pode alterar diretamente o reparo do DNA.

    Essa descoberta pode ter implicações para o tratamento e a prevenção do câncer de mama. Por exemplo, drogas que suprimem o estrogênio, como o tamoxifeno, podem não só reduzir o crescimento do tumor, mas também evitar que ele se forme por meio desse mecanismo.

    Além disso, a detecção da impressão digital genômica da fusão cromossômica pode alertar os oncologistas sobre a recorrência da doença em pacientes com histórico de certos tipos de câncer de mama.

    O estudo também ressalta o valor da sequenciamento do DNA e da análise cuidadosa dos dados para aprofundar a biologia do desenvolvimento do câncer.

    O estrogênio é um hormônio sexual feminino que tem diversas funções no organismo, como regular o ciclo menstrual, o desenvolvimento das mamas e a fertilidade.

    Segundo um estudo publicado na revista Nature em maio de 2023, o estrogênio pode ser o responsável por desencadear casos de câncer de mama que não são explicados pelo modelo clássico de desenvolvimento da doença. Esse modelo envolve uma alteração cromossômica que ativa genes relacionados ao câncer.

    Os pesquisadores da Harvard Medical School analisaram o genoma de 780 tumores de mama e descobriram que um terço deles apresentava um padrão diferente de mutação. Em vez de uma única cópia do cromossomo alterada, eles encontraram duas cópias diferentes fundidas, próximas a regiões onde o estrogênio se liga ao DNA.

    Essa fusão cromossômica resulta em uma estrutura deformada que se rompe durante a divisão celular, deixando fragmentos que contêm genes do câncer para se multiplicar e se ativar.

    Os pesquisadores também realizaram experimentos com células de câncer de mama em laboratório e confirmaram que o estrogênio pode induzir essa rearranjo genômico que leva ao câncer.

    Isso mostra que o papel do estrogênio no câncer de mama é mais direto do que se pensava. Além de estimular a proliferação das células mamárias, ele também pode alterar diretamente o reparo do DNA.

    Essa descoberta pode ter implicações para o tratamento e a prevenção do câncer de mama. Por exemplo, drogas que suprimem o estrogênio, como o tamoxifeno, podem não só reduzir o crescimento do tumor, mas também evitar que ele se forme por meio desse mecanismo.

    Além disso, a detecção da impressão digital genômica da fusão cromossômica pode alertar os oncologistas sobre a recorrência da doença em pacientes com histórico de certos tipos de câncer de mama.

    O estudo também ressalta o valor da sequenciamento do DNA e da análise cuidadosa dos dados para aprofundar a biologia do desenvolvimento do câncer.

  • Como o governo pretende reduzir o Custo Brasil em R$ 1,7 trilhão

    Como o governo pretende reduzir o Custo Brasil em R$ 1,7 trilhão

    O Custo Brasil é um termo que se refere ao conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que encarecem a produção e a prestação de serviços no país.

    Segundo um estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), esse custo representa cerca de 22% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, ou seja, R$ 1,7 trilhão.

    Para enfrentar esse problema, o governo federal quer estabelecer metas para reduzir o Custo Brasil nos próximos anos. O plano de melhorias, segundo a secretária de competitividade e política regulatória do Ministério da Economia, Andreia Macedo, estará no Plano Plurianual (PPA), que deve ser divulgado até agosto.

    O PPA é um instrumento de planejamento governamental que define as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública para um período de quatro anos. Entre as áreas prioritárias para reduzir o Custo Brasil, estão a infraestrutura, a logística, a energia, o ambiente de negócios, a tributação e a desburocratização.

    O objetivo é aumentar a produtividade e a competitividade da economia brasileira, estimular o crescimento sustentável e gerar emprego e renda para a população. Segundo Andreia Macedo, o governo espera que as medidas possam reduzir o Custo Brasil em pelo menos 10% até 2025.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Segundo um estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), esse custo representa cerca de 22% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, ou seja, R$ 1,7 trilhão.

    Para enfrentar esse problema, o governo federal quer estabelecer metas para reduzir o Custo Brasil nos próximos anos. O plano de melhorias, segundo a secretária de competitividade e política regulatória do Ministério da Economia, Andreia Macedo, estará no Plano Plurianual (PPA), que deve ser divulgado até agosto.

    O PPA é um instrumento de planejamento governamental que define as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública para um período de quatro anos. Entre as áreas prioritárias para reduzir o Custo Brasil, estão a infraestrutura, a logística, a energia, o ambiente de negócios, a tributação e a desburocratização.

    O objetivo é aumentar a produtividade e a competitividade da economia brasileira, estimular o crescimento sustentável e gerar emprego e renda para a população. Segundo Andreia Macedo, o governo espera que as medidas possam reduzir o Custo Brasil em pelo menos 10% até 2025.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • FMI elogia planos fiscais do Brasil, mas pede mais ações para reduzir dívida pública

    FMI elogia planos fiscais do Brasil, mas pede mais ações para reduzir dívida pública

    O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou nesta terça-feira (16) um relatório sobre a economia brasileira, no qual afirmou que apoia “fortemente” os planos do governo na área fiscal, mas recomendou esforços “mais ambiciosos” com efeitos além de 2026 para endereçar a queda da dívida pública.

    Segundo o FMI, o novo marco fiscal apresentado pelo governo ao Congresso é um passo importante para reforçar o arcabouço fiscal e ampliar a base tributária. No entanto, o órgão alertou que é preciso enfrentar a rigidez dos gastos e proporcionar flexibilidade para atender novos gastos prioritários.

    O FMI também destacou as previsões para o crescimento da economia brasileira nos próximos anos. Após alta de 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022, o órgão estima avanço de 1,3% neste ano, e 1,4% em 2024. O crescimento deve ganhar força a partir do próximo ano e chegar a 2% no médio prazo.

    Em relação à inflação, o FMI reconheceu que a variação de preços diminuiu rapidamente em relação ao pico atingido no ano passado, mas destacou que o núcleo da inflação continua alto, e que as expectativas passaram a subir de forma gradual. Para o FMI, a inflação brasileira deve convergir para a meta apenas em meados de 2025.

    O relatório ainda apontou os riscos de deterioração da conjuntura econômica brasileira, mas ressaltou os fortes amortecedores que ajudam a resiliência da economia, como a solidez do sistema financeiro, elevadas disponibilidades de caixa e um nível adequado de reservas internacionais.

    Segundo o FMI, o novo marco fiscal apresentado pelo governo ao Congresso é um passo importante para reforçar o arcabouço fiscal e ampliar a base tributária. No entanto, o órgão alertou que é preciso enfrentar a rigidez dos gastos e proporcionar flexibilidade para atender novos gastos prioritários.

    O FMI também destacou as previsões para o crescimento da economia brasileira nos próximos anos. Após alta de 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022, o órgão estima avanço de 1,3% neste ano, e 1,4% em 2024. O crescimento deve ganhar força a partir do próximo ano e chegar a 2% no médio prazo.

    Em relação à inflação, o FMI reconheceu que a variação de preços diminuiu rapidamente em relação ao pico atingido no ano passado, mas destacou que o núcleo da inflação continua alto, e que as expectativas passaram a subir de forma gradual. Para o FMI, a inflação brasileira deve convergir para a meta apenas em meados de 2025.

    O relatório ainda apontou os riscos de deterioração da conjuntura econômica brasileira, mas ressaltou os fortes amortecedores que ajudam a resiliência da economia, como a solidez do sistema financeiro, elevadas disponibilidades de caixa e um nível adequado de reservas internacionais.

  • Fiocruz e Funed obtêm registro da Anvisa para produzir vacina contra meningite

    Fiocruz e Funed obtêm registro da Anvisa para produzir vacina contra meningite

    A meningite é uma doença grave que pode causar sequelas e até a morte. Para prevenir essa infecção, o Brasil conta com o Programa Nacional de Imunizações (PNI), que oferece vacinas gratuitas para a população.

    Uma delas é a vacina meningocócica ACWY conjugada, que protege contra os quatro principais tipos de meningite bacteriana.

    Essa vacina é recomendada para adolescentes de 11 a 14 anos de idade, que são os mais propensos a transmitir a bactéria causadora da doença. Até então, o Brasil dependia da importação dessa vacina de uma farmacêutica estrangeira. Mas isso está prestes a mudar.

    Duas instituições públicas brasileiras, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e a Fundação Ezequiel Dias (Funed), acabam de receber o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a produção nacional da vacina meningocócica ACWY conjugada. O registro é fruto de uma parceria entre as duas instituições e a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), que detém a tecnologia do imunizante.

    Essa parceria visa garantir o abastecimento do PNI com a vacina e reduzir a dependência de insumos internacionais. Além disso, fortalece o Complexo Econômico Industrial da Saúde (Ceis) e o Sistema Único de Saúde (SUS) do país. A transferência de tecnologia será feita em quatro etapas, até que as instituições nacionais possam produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) da vacina.

    Esse é mais um passo na estratégia da Fiocruz de atualizar e ampliar seu portfólio de vacinas, em consonância com as prioridades do Ministério da Saúde. A Funed também se beneficia com o acordo, pois aumenta sua capacidade de produção de produtos biológicos, especialmente no campo das meningites. A GSK, por sua vez, reforça seu compromisso com a saúde pública brasileira, fornecendo imunizantes para o PNI há mais de 30 anos.

    A vacinação é uma das principais estratégias de prevenção de doenças e promoção da saúde. Com essa iniciativa, o Brasil avança na busca pela autossuficiência nacional na área da saúde e pelo acesso à imunização para todos.

    Fonte: Link.

    Uma delas é a vacina meningocócica ACWY conjugada, que protege contra os quatro principais tipos de meningite bacteriana.

    Essa vacina é recomendada para adolescentes de 11 a 14 anos de idade, que são os mais propensos a transmitir a bactéria causadora da doença. Até então, o Brasil dependia da importação dessa vacina de uma farmacêutica estrangeira. Mas isso está prestes a mudar.

    Duas instituições públicas brasileiras, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e a Fundação Ezequiel Dias (Funed), acabam de receber o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a produção nacional da vacina meningocócica ACWY conjugada. O registro é fruto de uma parceria entre as duas instituições e a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), que detém a tecnologia do imunizante.

    Essa parceria visa garantir o abastecimento do PNI com a vacina e reduzir a dependência de insumos internacionais. Além disso, fortalece o Complexo Econômico Industrial da Saúde (Ceis) e o Sistema Único de Saúde (SUS) do país. A transferência de tecnologia será feita em quatro etapas, até que as instituições nacionais possam produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) da vacina.

    Esse é mais um passo na estratégia da Fiocruz de atualizar e ampliar seu portfólio de vacinas, em consonância com as prioridades do Ministério da Saúde. A Funed também se beneficia com o acordo, pois aumenta sua capacidade de produção de produtos biológicos, especialmente no campo das meningites. A GSK, por sua vez, reforça seu compromisso com a saúde pública brasileira, fornecendo imunizantes para o PNI há mais de 30 anos.

    A vacinação é uma das principais estratégias de prevenção de doenças e promoção da saúde. Com essa iniciativa, o Brasil avança na busca pela autossuficiência nacional na área da saúde e pelo acesso à imunização para todos.

    Fonte: Link.

  • Adoçantes artificiais fazem mal à saúde? Veja o que diz a OMS

    Adoçantes artificiais fazem mal à saúde? Veja o que diz a OMS

    Você costuma usar adoçante no lugar do açúcar para tentar emagrecer ou evitar o diabetes? Se sim, você pode estar cometendo um engano. Segundo uma nova diretriz da Organização Mundial de Saúde (OMS), os adoçantes artificiais devem ser usados apenas por quem já tem diabetes e em quantidades mínimas.

    A OMS analisou uma série de estudos sobre os efeitos dos adoçantes artificiais na saúde e concluiu que eles não ajudam a emagrecer nem a prevenir o diabetes. Pelo contrário, eles podem aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, além de reduzir a expectativa de vida.

    Os adoçantes artificiais são substâncias químicas que imitam o sabor do açúcar, mas sem fornecer calorias ou nutrientes. Eles são encontrados em diversos produtos industrializados, como refrigerantes, sucos, balas, bolos e biscoitos. Entre os mais comuns estão o acesulfame K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, estévia e seus derivados.

    Segundo Francesco Branca, diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, as pessoas deveriam reduzir o consumo de açúcares livres (aqueles que são adicionados aos alimentos ou bebidas) e optar por alimentos com açúcares naturais, como frutas, ou alimentos e bebidas sem açúcar.

    “Adoçantes artificiais não são fatores dietéticos essenciais e não têm valor nutricional. As pessoas devem reduzir completamente a doçura da dieta, começando cedo na vida, para melhorar sua saúde”, afirma o especialista.

    A recomendação da OMS é que os adultos consumam no máximo 25 gramas de açúcar por dia (o equivalente a seis colheres de chá). Já os adoçantes artificiais devem ser usados com moderação e apenas por quem tem diabetes diagnosticado.

    Para Levimar Araújo, presidente do departamento de Diabetes Mellitus da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a posição da OMS vai ao encontro do que os médicos já observam há algum tempo.

    “O estudo chama a atenção de que a gente deve reduzir ao máximo tanto a quantidade de açúcar quanto de alimentos artificiais no dia a dia, utilizando-os o mínimo possível”, diz o especialista. “O que a gente vê por aí são pessoas que substituem o açúcar pelo adoçante, mas continuam consumindo alimentos extremamente açucarados, com excesso de adoçante que, por ser um produto químico, também faz mal à saúde quando usado em excesso”, completa.

    Segundo o médico, as pessoas devem olhar para seus hábitos alimentares de maneira ampla, buscando comer mais alimentos naturais e em composições equilibradas. Ou seja, além de evitar adoçar o cafezinho com açúcar ou adoçante, deve-se prestar atenção aos rótulos de alimentos industrializados que são ricos em adoçantes químicos artificiais.

    Fonte: Link.

    A OMS analisou uma série de estudos sobre os efeitos dos adoçantes artificiais na saúde e concluiu que eles não ajudam a emagrecer nem a prevenir o diabetes. Pelo contrário, eles podem aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, além de reduzir a expectativa de vida.

    Os adoçantes artificiais são substâncias químicas que imitam o sabor do açúcar, mas sem fornecer calorias ou nutrientes. Eles são encontrados em diversos produtos industrializados, como refrigerantes, sucos, balas, bolos e biscoitos. Entre os mais comuns estão o acesulfame K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, estévia e seus derivados.

    Segundo Francesco Branca, diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, as pessoas deveriam reduzir o consumo de açúcares livres (aqueles que são adicionados aos alimentos ou bebidas) e optar por alimentos com açúcares naturais, como frutas, ou alimentos e bebidas sem açúcar.

    “Adoçantes artificiais não são fatores dietéticos essenciais e não têm valor nutricional. As pessoas devem reduzir completamente a doçura da dieta, começando cedo na vida, para melhorar sua saúde”, afirma o especialista.

    A recomendação da OMS é que os adultos consumam no máximo 25 gramas de açúcar por dia (o equivalente a seis colheres de chá). Já os adoçantes artificiais devem ser usados com moderação e apenas por quem tem diabetes diagnosticado.

    Para Levimar Araújo, presidente do departamento de Diabetes Mellitus da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a posição da OMS vai ao encontro do que os médicos já observam há algum tempo.

    “O estudo chama a atenção de que a gente deve reduzir ao máximo tanto a quantidade de açúcar quanto de alimentos artificiais no dia a dia, utilizando-os o mínimo possível”, diz o especialista. “O que a gente vê por aí são pessoas que substituem o açúcar pelo adoçante, mas continuam consumindo alimentos extremamente açucarados, com excesso de adoçante que, por ser um produto químico, também faz mal à saúde quando usado em excesso”, completa.

    Segundo o médico, as pessoas devem olhar para seus hábitos alimentares de maneira ampla, buscando comer mais alimentos naturais e em composições equilibradas. Ou seja, além de evitar adoçar o cafezinho com açúcar ou adoçante, deve-se prestar atenção aos rótulos de alimentos industrializados que são ricos em adoçantes químicos artificiais.

    Fonte: Link.

  • Brasil confirma primeiros casos de gripe aviária em aves silvestres no ES

    Brasil confirma primeiros casos de gripe aviária em aves silvestres no ES

    A gripe aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta aves domésticas e silvestres, podendo causar graves prejuízos econômicos para a avicultura comercial e riscos à saúde pública.

    O vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) pode ser transmitido por aves migratórias que entram em contato com aves locais, seja de subsistência, produção ou silvestres.

    O Brasil nunca registrou casos de IAAP em seu território, mas recentemente o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou a identificação dos dois primeiros casos da doença em duas aves marinhas da espécie Trinta-réis-de-bando, resgatadas no litoral do Espírito Santo. Esses foram os primeiros casos da doença registrados no Brasil.

    Segundo o Mapa, as aves não fazem parte do sistema de produção avícola e não há risco de contaminação nas fábricas de frangos e ovos ou de afetar o abastecimento interno. Os alimentos podem ser consumidos com segurança. Além disso, o ministério ressalta que a situação não muda o reconhecimento do Brasil como país livre da gripe aviária pela Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).

    Apesar disso, o Mapa declarou estado de alerta e intensificou as medidas de prevenção e vigilância da doença no país, em atenção ao aumento dos casos de IAAP na América do Sul. Países vizinhos como Colômbia, Equador, Venezuela, Peru e Chile já notificaram focos da doença em aves silvestres e domésticas. O período de maior migração de aves do Hemisfério Norte para a América do Sul vai de novembro a abril.

    O Mapa orienta os produtores a reforçarem as medidas de biosseguridade nas granjas e a notificarem imediatamente qualquer suspeita da doença aos serviços veterinários oficiais ou pela internet na plataforma e-Sisbravet. A influenza aviária de alta patogenicidade é caracterizada principalmente pela alta mortalidade de aves que pode ser acompanhada por sinais clínicos, tais como andar cambaleante; torcicolo; dificuldade respiratória e diarreia.

    A gripe aviária não é transmitida pelo consumo de carne de frango ou ovos, mas pode infectar humanos por meio do contato com aves infectadas, vivas ou mortas. Por isso, não se deve tocar ou recolher aves doentes, pois o vírus fica presente em fezes e secreções respiratórias dos animais.

    A Embrapa Suínos e Aves disponibiliza em seu site informações básicas sobre a influenza aviária para produtores, viajantes e extensionistas, além de um plano de contingência para a doença.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    O vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) pode ser transmitido por aves migratórias que entram em contato com aves locais, seja de subsistência, produção ou silvestres.

    O Brasil nunca registrou casos de IAAP em seu território, mas recentemente o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou a identificação dos dois primeiros casos da doença em duas aves marinhas da espécie Trinta-réis-de-bando, resgatadas no litoral do Espírito Santo. Esses foram os primeiros casos da doença registrados no Brasil.

    Segundo o Mapa, as aves não fazem parte do sistema de produção avícola e não há risco de contaminação nas fábricas de frangos e ovos ou de afetar o abastecimento interno. Os alimentos podem ser consumidos com segurança. Além disso, o ministério ressalta que a situação não muda o reconhecimento do Brasil como país livre da gripe aviária pela Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).

    Apesar disso, o Mapa declarou estado de alerta e intensificou as medidas de prevenção e vigilância da doença no país, em atenção ao aumento dos casos de IAAP na América do Sul. Países vizinhos como Colômbia, Equador, Venezuela, Peru e Chile já notificaram focos da doença em aves silvestres e domésticas. O período de maior migração de aves do Hemisfério Norte para a América do Sul vai de novembro a abril.

    O Mapa orienta os produtores a reforçarem as medidas de biosseguridade nas granjas e a notificarem imediatamente qualquer suspeita da doença aos serviços veterinários oficiais ou pela internet na plataforma e-Sisbravet. A influenza aviária de alta patogenicidade é caracterizada principalmente pela alta mortalidade de aves que pode ser acompanhada por sinais clínicos, tais como andar cambaleante; torcicolo; dificuldade respiratória e diarreia.

    A gripe aviária não é transmitida pelo consumo de carne de frango ou ovos, mas pode infectar humanos por meio do contato com aves infectadas, vivas ou mortas. Por isso, não se deve tocar ou recolher aves doentes, pois o vírus fica presente em fezes e secreções respiratórias dos animais.

    A Embrapa Suínos e Aves disponibiliza em seu site informações básicas sobre a influenza aviária para produtores, viajantes e extensionistas, além de um plano de contingência para a doença.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Fezolinetant: o novo medicamento para tratar os fogachos da menopausa

    Fezolinetant: o novo medicamento para tratar os fogachos da menopausa

    A menopausa é uma fase da vida das mulheres que traz muitas mudanças hormonais e físicas. Uma das mais incômodas são os fogachos, aquelas ondas de calor repentinas que causam suor e desconforto.

    Muitas mulheres recorrem à terapia hormonal para aliviar esses sintomas, mas essa opção pode ter efeitos colaterais indesejados, como risco de câncer de mama e trombose.

    Por isso, pesquisadores têm buscado outras formas de tratar os fogachos sem interferir nos hormônios femininos. Uma delas é o fezolinetant, um medicamento que age no cérebro, bloqueando a ação de um neurotransmissor chamado neuroquinina B. Esse neurotransmissor está envolvido na regulação da temperatura corporal e aumenta durante a menopausa.

    O fezolinetant foi testado em ensaios clínicos com mais de 2 mil mulheres na pós-menopausa que sofriam de fogachos moderados a graves. Os resultados mostraram que o medicamento reduziu significativamente a frequência e a intensidade dos fogachos, melhorando a qualidade de vida das participantes. Além disso, o fezolinetant teve poucos efeitos colaterais, sendo bem tolerado pelas mulheres.

    Com base nesses dados, a FDA (Food and Drug Administration), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou o fezolinetant como o primeiro tratamento não hormonal para os fogachos da menopausa. O medicamento deve chegar ao mercado americano em 2023, sob o nome comercial de Kyzatrex.

    O fezolinetant representa uma nova esperança para as mulheres que sofrem com os fogachos e não querem ou não podem usar hormônios. No entanto, ainda são necessários mais estudos para avaliar os efeitos do medicamento a longo prazo e em diferentes grupos populacionais.

    Fonte: Link.

    Muitas mulheres recorrem à terapia hormonal para aliviar esses sintomas, mas essa opção pode ter efeitos colaterais indesejados, como risco de câncer de mama e trombose.

    Por isso, pesquisadores têm buscado outras formas de tratar os fogachos sem interferir nos hormônios femininos. Uma delas é o fezolinetant, um medicamento que age no cérebro, bloqueando a ação de um neurotransmissor chamado neuroquinina B. Esse neurotransmissor está envolvido na regulação da temperatura corporal e aumenta durante a menopausa.

    O fezolinetant foi testado em ensaios clínicos com mais de 2 mil mulheres na pós-menopausa que sofriam de fogachos moderados a graves. Os resultados mostraram que o medicamento reduziu significativamente a frequência e a intensidade dos fogachos, melhorando a qualidade de vida das participantes. Além disso, o fezolinetant teve poucos efeitos colaterais, sendo bem tolerado pelas mulheres.

    Com base nesses dados, a FDA (Food and Drug Administration), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou o fezolinetant como o primeiro tratamento não hormonal para os fogachos da menopausa. O medicamento deve chegar ao mercado americano em 2023, sob o nome comercial de Kyzatrex.

    O fezolinetant representa uma nova esperança para as mulheres que sofrem com os fogachos e não querem ou não podem usar hormônios. No entanto, ainda são necessários mais estudos para avaliar os efeitos do medicamento a longo prazo e em diferentes grupos populacionais.

    Fonte: Link.

  • O que é a IAG – Inteligência Artificial Geral e por que ela está se tornando um Deus?

    O que é a IAG – Inteligência Artificial Geral e por que ela está se tornando um Deus?

    Você já ouviu falar em inteligência artificial geral (IAG)? Esse é um termo usado para se referir a um tipo de inteligência artificial que pode realizar qualquer tarefa intelectual que os humanos podem fazer e superar suas capacidades.

    Por exemplo, uma IAG poderia entender e falar qualquer idioma, resolver qualquer problema matemático, criar obras de arte, inventar novas tecnologias e até mesmo ter consciência de si mesma.

    A IAG ainda não existe, mas muitos pesquisadores e empresas estão trabalhando para desenvolvê-la. Alguns acreditam que a IAG poderia ser uma força benéfica para a humanidade, trazendo avanços científicos, sociais e econômicos. Outros, porém, alertam que a IAG poderia ser perigosa ou até mesmo divina, pois poderia escapar do nosso controle ou compreensão e ameaçar a nossa existência.

    Um investidor de inteligência artificial, Ian Hogarth, escreveu um artigo para o Financial Times em que expressa sua preocupação com o desenvolvimento acelerado da IAG. Ele contou que um pesquisador de aprendizado de máquina lhe disse que “a partir de agora” estamos à beira de desenvolver a IAG, uma afirmação que o deixou chocado. Ele observou que essa não é uma visão universal, pois as estimativas variam de uma década a meio século ou mais para que a IAG se torne realidade.

    Hogarth disse que se sentiu indignado ao pensar no mundo em que seu filho de quatro anos poderia crescer. “Pareceu-me profundamente errado que decisões consequenciais potencialmente afetando toda a vida na Terra pudessem ser tomadas por um pequeno grupo de empresas privadas sem supervisão democrática”, escreveu ele. Ele questionou se as pessoas que estão correndo para construir a primeira IAG real têm um plano para desacelerar e deixar que o resto do mundo tenha uma palavra a dizer.

    Hogarth admitiu que se sente parte dessa comunidade, como alguém que financiou e apoiou a pesquisa em inteligência artificial. Mas ele também afirmou que a IAG não é apenas uma sigla, mas algo muito maior e mais perigoso. “Uma sigla de três letras não capta a enormidade do que a IAG representaria, então vou me referir a ela como o que é: IA divina”, declarou ele. “Um computador superinteligente que aprende e se desenvolve autonomamente, que entende seu ambiente sem a necessidade de supervisão e que pode transformar o mundo ao seu redor.”

    Hogarth alertou que a IA divina poderia ser uma força além do nosso controle ou compreensão, e uma que poderia trazer a obsolescência ou destruição da raça humana. Ele sugeriu que precisamos de um debate público e global sobre os riscos e benefícios da IAG, bem como de mecanismos de governança e responsabilidade para garantir sua segurança e ética.

    Por exemplo, uma IAG poderia entender e falar qualquer idioma, resolver qualquer problema matemático, criar obras de arte, inventar novas tecnologias e até mesmo ter consciência de si mesma.

    A IAG ainda não existe, mas muitos pesquisadores e empresas estão trabalhando para desenvolvê-la. Alguns acreditam que a IAG poderia ser uma força benéfica para a humanidade, trazendo avanços científicos, sociais e econômicos. Outros, porém, alertam que a IAG poderia ser perigosa ou até mesmo divina, pois poderia escapar do nosso controle ou compreensão e ameaçar a nossa existência.

    Um investidor de inteligência artificial, Ian Hogarth, escreveu um artigo para o Financial Times em que expressa sua preocupação com o desenvolvimento acelerado da IAG. Ele contou que um pesquisador de aprendizado de máquina lhe disse que “a partir de agora” estamos à beira de desenvolver a IAG, uma afirmação que o deixou chocado. Ele observou que essa não é uma visão universal, pois as estimativas variam de uma década a meio século ou mais para que a IAG se torne realidade.

    Hogarth disse que se sentiu indignado ao pensar no mundo em que seu filho de quatro anos poderia crescer. “Pareceu-me profundamente errado que decisões consequenciais potencialmente afetando toda a vida na Terra pudessem ser tomadas por um pequeno grupo de empresas privadas sem supervisão democrática”, escreveu ele. Ele questionou se as pessoas que estão correndo para construir a primeira IAG real têm um plano para desacelerar e deixar que o resto do mundo tenha uma palavra a dizer.

    Hogarth admitiu que se sente parte dessa comunidade, como alguém que financiou e apoiou a pesquisa em inteligência artificial. Mas ele também afirmou que a IAG não é apenas uma sigla, mas algo muito maior e mais perigoso. “Uma sigla de três letras não capta a enormidade do que a IAG representaria, então vou me referir a ela como o que é: IA divina”, declarou ele. “Um computador superinteligente que aprende e se desenvolve autonomamente, que entende seu ambiente sem a necessidade de supervisão e que pode transformar o mundo ao seu redor.”

    Hogarth alertou que a IA divina poderia ser uma força além do nosso controle ou compreensão, e uma que poderia trazer a obsolescência ou destruição da raça humana. Ele sugeriu que precisamos de um debate público e global sobre os riscos e benefícios da IAG, bem como de mecanismos de governança e responsabilidade para garantir sua segurança e ética.

  • 5 melhores sites para ganhar dinheiro online em 2023

    5 melhores sites para ganhar dinheiro online em 2023

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    Selecionamos 5 sites que oferecem ótimas oportunidades para quem quer ganhar dinheiro na internet de forma simples e segura. Confira!

    1. Yaar

    Yaar é uma plataforma social que revoluciona a conexão entre criadores e fãs. O site é voltado para conteúdo adulto de todos os gêneros e permite que eles monetizem sua criatividade com planos de assinatura personalizados. No Yaar, é possível compartilhar fotos, vídeos e textos exclusivos com seus seguidores, que pagam uma mensalidade para ter acesso ao seu conteúdo. Além disso, o site oferece recursos como chat privado, transmissões ao vivo e muito mais. O endereço é yaar.com.br.

    2. Hotmart

    Hotmart é uma plataforma de produtos digitais que conecta produtores e afiliados. Os produtores são aqueles que criam cursos online, ebooks, podcasts e outros materiais digitais sobre diversos assuntos. Os afiliados são aqueles que divulgam esses produtos em seus canais de comunicação, como blogs, redes sociais e e-mails, e recebem uma comissão por cada venda realizada. O Hotmart oferece ferramentas para facilitar a criação, a hospedagem, a venda e a entrega dos produtos digitais.

    3. Workana

    Workana é uma plataforma de trabalho freelancer que reúne profissionais de diversas áreas, como design, programação, redação, tradução e marketing. Os freelancers podem se cadastrar gratuitamente no site e buscar por projetos publicados por clientes de todo o mundo. Os projetos podem ser pagos por hora ou por entrega, e o Workana garante a segurança do pagamento através de um sistema de mediação.

    4. Airbnb

    Airbnb é uma plataforma de hospedagem alternativa que permite que você ganhe dinheiro alugando um quarto ou um imóvel inteiro para viajantes. Você pode definir o preço, as datas disponíveis, as regras da casa e as comodidades oferecidas. O Airbnb cobra uma taxa de serviço do anfitrião a cada reserva confirmada e oferece um seguro contra danos ao imóvel.

    5. Méliuz

    Méliuz é uma plataforma de cashback que devolve parte do dinheiro gasto em compras online. Você pode se cadastrar gratuitamente no site ou no aplicativo e ativar o cashback nas lojas parceiras do Méliuz, como Americanas, Submarino, Magazine Luiza e outras. A cada compra realizada, você recebe um percentual do valor de volta na sua conta do Méliuz, que pode ser resgatado para sua conta bancária ou usado para comprar mais produtos.

    Esses são os 5 melhores sites para ganhar dinheiro online em 2023! E você, já conhecia algum deles? Qual você tem mais interesse em experimentar?

    Selecionamos 5 sites que oferecem ótimas oportunidades para quem quer ganhar dinheiro na internet de forma simples e segura. Confira!

    1. Yaar

    Yaar é uma plataforma social que revoluciona a conexão entre criadores e fãs. O site é voltado para conteúdo adulto de todos os gêneros e permite que eles monetizem sua criatividade com planos de assinatura personalizados. No Yaar, é possível compartilhar fotos, vídeos e textos exclusivos com seus seguidores, que pagam uma mensalidade para ter acesso ao seu conteúdo. Além disso, o site oferece recursos como chat privado, transmissões ao vivo e muito mais. O endereço é yaar.com.br.

    2. Hotmart

    Hotmart é uma plataforma de produtos digitais que conecta produtores e afiliados. Os produtores são aqueles que criam cursos online, ebooks, podcasts e outros materiais digitais sobre diversos assuntos. Os afiliados são aqueles que divulgam esses produtos em seus canais de comunicação, como blogs, redes sociais e e-mails, e recebem uma comissão por cada venda realizada. O Hotmart oferece ferramentas para facilitar a criação, a hospedagem, a venda e a entrega dos produtos digitais.

    3. Workana

    Workana é uma plataforma de trabalho freelancer que reúne profissionais de diversas áreas, como design, programação, redação, tradução e marketing. Os freelancers podem se cadastrar gratuitamente no site e buscar por projetos publicados por clientes de todo o mundo. Os projetos podem ser pagos por hora ou por entrega, e o Workana garante a segurança do pagamento através de um sistema de mediação.

    4. Airbnb

    Airbnb é uma plataforma de hospedagem alternativa que permite que você ganhe dinheiro alugando um quarto ou um imóvel inteiro para viajantes. Você pode definir o preço, as datas disponíveis, as regras da casa e as comodidades oferecidas. O Airbnb cobra uma taxa de serviço do anfitrião a cada reserva confirmada e oferece um seguro contra danos ao imóvel.

    5. Méliuz

    Méliuz é uma plataforma de cashback que devolve parte do dinheiro gasto em compras online. Você pode se cadastrar gratuitamente no site ou no aplicativo e ativar o cashback nas lojas parceiras do Méliuz, como Americanas, Submarino, Magazine Luiza e outras. A cada compra realizada, você recebe um percentual do valor de volta na sua conta do Méliuz, que pode ser resgatado para sua conta bancária ou usado para comprar mais produtos.

    Esses são os 5 melhores sites para ganhar dinheiro online em 2023! E você, já conhecia algum deles? Qual você tem mais interesse em experimentar?

  • Como um gene bacteriano antigo possibilitou a visão dos seres humanos

    Como um gene bacteriano antigo possibilitou a visão dos seres humanos

    Segundo um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, mais de 500 milhões de anos atrás, os primeiros vertebrados adquiriram um gene bacteriano que permitiu a evolução da sua resposta à luz.

    O gene em questão se chama IRBP (sigla em inglês para proteína de ligação de retinoides inter-fotorreceptores) e é essencial para o funcionamento da retina, a camada de células sensíveis à luz que reveste o fundo do olho. O IRBP atua como um transportador de moléculas derivadas da vitamina A entre os fotorreceptores e o epitélio pigmentar da retina, uma fina camada de células que recupera e regenera essas moléculas após a exposição à luz.

    Os pesquisadores descobriram que o IRBP dos vertebrados é muito semelhante a uma classe de genes bacterianos chamados peptidases, cujas proteínas reciclam outras proteínas. Eles propõem que, há mais de 500 milhões de anos, micróbios transferiram um gene de peptidase para um ancestral comum de todos os vertebrados vivos. Uma vez incorporado, o gene perdeu sua função original de reciclagem e se duplicou duas vezes, explicando por que o IRBP tem quatro cópias do DNA peptidase. Além disso, outras mutações transformaram a proteína em uma molécula capaz de escapar das células e servir como um transportador.

    Esse caso ilustra a importância da transferência horizontal de genes, um fenômeno em que organismos adquirem genes de outras espécies. Esses genes podem fornecer novas funções ou melhorar as existentes, favorecendo a adaptação e a diversificação dos seres vivos. No caso do IRBP, os autores sugerem que ele pode ter contribuído para a eficiência e a versatilidade da visão dos vertebrados, permitindo-lhes explorar diferentes ambientes e condições de iluminação.

    Fonte: Link.

    O gene em questão se chama IRBP (sigla em inglês para proteína de ligação de retinoides inter-fotorreceptores) e é essencial para o funcionamento da retina, a camada de células sensíveis à luz que reveste o fundo do olho. O IRBP atua como um transportador de moléculas derivadas da vitamina A entre os fotorreceptores e o epitélio pigmentar da retina, uma fina camada de células que recupera e regenera essas moléculas após a exposição à luz.

    Os pesquisadores descobriram que o IRBP dos vertebrados é muito semelhante a uma classe de genes bacterianos chamados peptidases, cujas proteínas reciclam outras proteínas. Eles propõem que, há mais de 500 milhões de anos, micróbios transferiram um gene de peptidase para um ancestral comum de todos os vertebrados vivos. Uma vez incorporado, o gene perdeu sua função original de reciclagem e se duplicou duas vezes, explicando por que o IRBP tem quatro cópias do DNA peptidase. Além disso, outras mutações transformaram a proteína em uma molécula capaz de escapar das células e servir como um transportador.

    Esse caso ilustra a importância da transferência horizontal de genes, um fenômeno em que organismos adquirem genes de outras espécies. Esses genes podem fornecer novas funções ou melhorar as existentes, favorecendo a adaptação e a diversificação dos seres vivos. No caso do IRBP, os autores sugerem que ele pode ter contribuído para a eficiência e a versatilidade da visão dos vertebrados, permitindo-lhes explorar diferentes ambientes e condições de iluminação.

    Fonte: Link.