Categoria: Áudios

  • Não seja fresco com o Coronavírus!

    No programa de hoje o Girolando explica o porque do nome Bom dia, velhinhos. Muita gente sempre perguntando isso e como ele é muito paciente, vai responder de novo.

    É igual as cagadas do Bolsonaro. Uma fez só não adianta. Tem que repetir!

    Muito bem, se você ainda não ouviu, ouça agora o Bom Dia, Velhinhos!

  • Direito a acessibilidade e mobilidade pode fazer parte da Constituição

    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) analisa na quarta-feira (26) a proposta que inclui na Carta Magna o direito à acessibilidade e à mobilidade (PEC 19/2014).

    A ideia é assegurar a liberdade de deslocamento, principalmente para idosos e pessoas com deficiência.

    Ouça na reportagem da Rádio Senado.

  • Senador quer derrubar decisão do STF que enquadra homofobia como crime de racismo

    Projeto de Decreto Legislativo (PDS 404/2019) do senador Marcos Rogério (DEM-RO) pretende derrubar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que enquadra homofobia e transfobia como crime de racismo para fins de proteção penal.

    O texto aguarda designação de relator na Comissão de Constituição e Justiça.

    Confira na reportagem em áudio da Rádio Senado.

  • Congresso inicia análise de MP que facilita leilão de bens de traficantes

    A Medida Provisória 885/2019 agiliza o leilão de bens apreendidos em operações de combate ao tráfico de drogas, como carros, aviões e joias.

    Uma emenda do senador Angelo Coronel (PSD-BA) prevê que parte do dinheiro seja destinada ao monitoramento das fronteiras pelo Exército.

    O senador também propôs que 5% dos recursos vão para o financiamento de campanhas antidrogas nas escolas.

    Já o senador Flávio Arns (Rede-PR) deseja incluir as comunidades terapêuticas acolhedoras entre os contemplados com o financiamento.

    A reportagem é de Marcella Cunha, da Rádio Senado.

  • Parâmetros para fiscalizar barragens ‘não são suficientes’, admite ministério

    Em audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Brumadinho, a secretária-adjunta de geologia do Ministério das Minas e Energia (MME), Lilia Sant’Agostino, admitiu nesta terça-feira (18), que os parâmetros usados para a fiscalização de barragens no Brasil “não foram suficientes” para evitar as tragédias de Mariana e Brumadinho. A ruptura da barragem de Mariana, em 2015, provocou a morte de 19 pessoas. O desastre de Brumadinho, em janeiro deste ano, fez 232 vítimas confirmadas.

    — Os parâmetros técnicos não foram suficientes. Isso podemos afirmar com toda a certeza. Por que não foram suficientes? Porque não conseguiram prever que isso ia acontecer. O que usávamos de parâmetros tem que ser revisto. Eles não estão bons, não são suficientes. Por negligência? Não. Foi por falta de conhecimento do próprio setor — afirmou.

    Lilia Sant’Agostino reconheceu que a Agência Nacional de Mineração (ANM), criada em 2017 para fiscalizar o setor, precisa ser fortalecida. Ela disse, entretanto, que isso depende de mais recursos do Orçamento. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) concluída em fevereiro classificou a “atuação deficiente” da ANM como “uma situação crônica”. Entre os problemas apontados, estão o quadro técnico deficitário e a limitação orçamentária.

    — Nossa postura é de apoio à ANM. Infelizmente, a questão orçamentária não depende de nós. Depende do Ministério da Economia. O que está na alçada do MME, ele faz. O contingenciamento anunciado em todos os ministérios não atingiu a ANM porque foi redistribuído para outros dez órgãos vinculados ao MME — disse.

    O relator da CPI de Brumadinho, senador Carlos Viana (PSD-MG), anunciou que vai incluir no parecer uma sugestão para fortalecer o trabalho da ANM. O relatório final deve ser lido no dia 2 de julho.

    — Vamos sugerir que a CPRM [Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais], que estava no rol das empresas privatizáveis, seja agregada a ANM. A estrutura da CPRM é, quase em sua totalidade, o que falta à ANM. Poderíamos suprir um problema imediato na pesquisa mineral, reaproveitando a CPRM, que hoje está praticamente esvaziada em termos de projetos futuros. O TCU está com essa sugestão. Essa é uma decisão do Poder Executivo, mas vai constar do relatório — afirmou.

    Carlos Viana criticou o comportamento da companhia Vale S.A., controladora das barragens que romperam em Mariana e Brumadinho. Para o relator, a companhia pautou-se apenas pelo lucro.

    — A única motivação é a questão do bolso. Este comportamento se refletiu de cima a baixo da empresa ao longo do tempo, demonstrando que foi criada uma cultura de riscos desmedidos por conta do lucro. Vimos uma grande preocupação da empresa em cumprir as normas vigentes, mas para não ser multada. Sempre que havia risco de multa, as coisas aconteciam. Se algo não era mandatório na lei, caía a prioridade e caíam os investimentos — criticou.

    A presidente da CPI, senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), disse esperar que os responsáveis pelos desastres de Mariana e Brumadinho sejam punidos.

    — Quem fez tem que pagar. Todo aquele cenário foi devastado porque técnicos não fizeram o que deveriam fazer. Quem deveria supervisionar, não supervisionou. Quem deveria auditar, não auditou. Quem deveria laudar, não laudou. Tudo vira uma página passada, mas isso não é possível — disse.

    Manejo de rejeitos

    A audiência pública contou com a presença do presidente do Conselho Diretor do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Wilson Nélio Brumer. O órgão representa as empresas que atuam no setor mineral para fomentar a inovação e a difusão de práticas mais eficientes. Brumer defendeu mudanças no manejo dos rejeitos. Só em Minas Gerais, a mineração gera 500 milhões de toneladas de resíduos rejeitos por ano.

    — No setor siderúrgico, há alguns anos atrás, um grande problema era a chamada escória de alto-forno. Formavam-se montanhas dentro das usinas. Até que, com desenvolvimentos tecnológicos, toda essa escória é utilizada no segmento de cimento. Temos um grande desafio, não apenas com a guarda desses rejeitos, mas em como transformar esses rejeitos em algo que crie produtos. Não existe uma solução, é um conjunto de soluções — afirmou.

    O diretor do Ibram sugeriu a aprovação de uma legislação específica para o licenciamento ambiental de empresas mineradoras, como já ocorre nos setores de petróleo, gás e energia elétrica. Outra recomendação de Wilson Nélio Brumer é a definição de regras claras para a desativação de mineradoras em operação no país.

    — Como fechar uma mina após sua exaustão? Estamos falando de um longo período entre a geologia, a atividade mineral e a conclusão da atividade. Estamos falando às vezes de décadas. É preciso que haja muito planejamento. O fechamento de minas após a exaustão é um tema em que estamos ainda engatinhando. Essa discussão deve acontecer enquanto existe a atividade mineral, porque depois que acaba talvez já seja um pouco tarde — disse.

    Agência Senado 

  • Projeto obriga Sistema S a criar ações de apoio aos idosos

    Projeto de lei (PL 3469/2019) determina que as entidades do chamado Sistema S criem ações de apoio à população idosa, especialmente destinadas às pessoas que precisam de ajuda para as tarefas diárias.

    O projeto é de autoria do senador Jorge Kajuru (PSB-GO) e aguarda relator na Comissão de Direitos Humanos.

    Ouça mais detalhes na reportagem da Rádio Senado.

  • Oposição se mobiliza para garantir despacho gratuito de malas em aviões

    O vice-líder do PT, senador Rogério Carvalho (SE), disse o Senado poderá incluir na Lei Geral do Turismo (Lei 11.771, de 2008) a franquia de malas de 23 quilos em voos nacionais, ou poderá pressionar a Câmara dos Deputados pela votação do projeto já aprovado pelos senadores (PDS 89/2016) que proíbe a taxação da mala.

    Segundo o parlamentar, essas são possíveis respostas para o veto do presidente Jair Bolsonaro, ocorrido nesta segunda-feira (17), à regulamentação de franquia de bagagem inserida por emenda parlamentar na tramitação da Medida Provisória (MP) 863/2018.

    O líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse que o veto vai atrair as pequenas empresas, que poderão atuar no Brasil com a abertura total de capital estrangeiro.

    Segundo Bezerra, a concorrência resultará na redução o preço das passagens aéreas.  A MP autoriza até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas e foi aprovada pelo Congresso Nacional em maio deste ano.

    Repórter da Rádio Senado, Hérica Christian. Ouça o áudio com mais informações.

  • Você pode economizar MUITO com essa dica

    No terceiro episódio do Bom Dia, Velhinhos o Sr. Girolando dá uma dica imperdível para quem quer economizar.

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    Além disso tem a já tradicional playlist pra deixar seu dia muito mais animado.

    O Bom Dia, Velhinhos agora pode ser ouvido quando e onde quiser. O novo formato de Podcast pode ser baixado em qualquer dispositivo com acesso a internet.

    A cada semana um episódio novo com um comentário do Girolando e uma playlist especial para todos os velhinhos.

  • Presidente do Senado nega que Congresso se omitiu sobre homofobia

    Em resposta à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de incluir, na Lei do Racismo (Lei 7.716, de 1989), a punição à discriminação contra homossexuais e transexuais, o presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre, negou omissão do Legislativo ao citar a aprovação pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) de um projeto com o mesmo teor (PL 672/2019).

    O senador Major Olimpio (PSL-SP) avalia que o STF extrapolou. Ele ponderou que a não votação de um uma nova legislação também é papel do Congresso.

    Já o relator do projeto que criminaliza a homofobia, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), afirmou que o projeto passa por ajustes para deixar claro que as manifestações religiosas, desde que não sejam discursos de ódio, não serão enquadradas na nova lei.

    Saiba mais na reportagem de Hérica Christian, da Rádio Senado. Ouça o áudio com mais informações.

  • Foliões de festa junina pagam mais caro por comidas típicas

    Os preços dos produtos utilizados no preparo dos pratos típicos de festas juninas tiveram alta de 9,15% nos 12 meses compreendidos entre junho de 2018 e maio deste ano, ficando bem acima da inflação acumulada no período, de 5,06%.

    De acordo com pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), entre os produtos procurados pelos consumidores para fazer as iguarias do arraial, o vilão foi a batata-inglesa, com alta de 98,13%; seguida da couve, que subiu 24,43%. Esses dois produtos são usados no preparo do caldo verde, muito apreciado nas festas juninas. Outros itens muito usados nesta época, como o leite de côco, teve alta de 17,80%; o salsichão e a salsicha subiram 12,30% e o milho de pipoca aumentou 6,37%.

    O economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV e coordenador do IPC, André Braz, atribui este aumento dos produtos juninos a dois efeitos: o do clima, que acelerou os preços de alimentos ‘in natura’ que estão na lista; e à ação do dólar.

    Para o economista, os preços dos produtos da lista junina não devem continuar em alta. Para ele, até o final deste segundo trimestre os preços dos itens de feira devem estar bem mais em conta, enquanto que os preços dos derivados do milho e do trigo tem uma probabilidade menor de desaceleração, pois dependem das condições da safra e da taxa de câmbio.