Categoria: Economia

  • O que é o Drex, a moeda digital brasileira que promete revolucionar o sistema financeiro

    O que é o Drex, a moeda digital brasileira que promete revolucionar o sistema financeiro

    O Banco Central (BC) está desenvolvendo o Drex, uma versão virtual do real que poderá ser usada para realizar pagamentos, transferências, compras e vendas de forma rápida, barata e segura, sem a necessidade de intermediários financeiros.

    O Drex será uma moeda de curso legal, com as mesmas características e garantias da moeda física, mas com a vantagem de ser totalmente digital.

    Mas como funcionará o Drex? Quais são os benefícios e os desafios dessa nova forma de dinheiro? E quando ele estará disponível para o público? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre o Drex, a moeda digital brasileira que promete revolucionar o sistema financeiro.

    O que é o Drex?

    O Drex é o nome dado à moeda digital brasileira que está sendo desenvolvida pelo BC. O nome é uma abreviação de “digital real”, ou seja, real digital. O Drex será uma representação eletrônica do real, com as mesmas funções e propriedades da moeda física, mas com a diferença de que não existirá em forma de cédulas ou moedas, mas sim em forma de dados armazenados em dispositivos eletrônicos.

    O Drex será emitido e controlado pelo BC, que será o único responsável pela sua criação, distribuição e regulação. O Drex será uma moeda de curso forçado, ou seja, terá aceitação obrigatória em todo o território nacional. O Drex também terá paridade com o real, ou seja, um Drex valerá um real.

    Como funcionará o Drex?

    O Drex funcionará por meio de uma tecnologia chamada Distributed Ledger Technology (DLT), ou tecnologia de registro distribuído. Essa tecnologia permite que as transações sejam registradas e validadas por uma rede de computadores, sem a necessidade de um intermediário centralizado. A DLT garante a segurança, a transparência e a rastreabilidade das operações com o Drex.

    Para usar o Drex, os usuários precisarão ter um dispositivo eletrônico, como um celular ou um computador, que possa se conectar à internet e acessar uma carteira digital. A carteira digital será um aplicativo que permitirá aos usuários armazenar, enviar e receber Drex. A carteira digital também poderá ser integrada a outros serviços financeiros, como bancos, fintechs e plataformas de pagamento.

    As transações com o Drex serão realizadas por meio de códigos QR ou NFC (Near Field Communication), que permitirão a troca de informações entre os dispositivos dos usuários. As transações serão instantâneas e irrevogáveis, ou seja, não poderão ser canceladas ou estornadas depois de confirmadas. As transações também serão anônimas, mas não ilimitadas, ou seja, haverá um limite máximo de valor por operação e por período.

    Quais são os benefícios do Drex?

    O Drex trará uma série de benefícios para os usuários, para o mercado financeiro e para a economia brasileira. Entre eles, podemos destacar:

    • Maior rapidez: as transações com o Drex serão realizadas em segundos, sem depender do horário bancário ou da compensação dos intermediários financeiros.

    • Menor custo: as transações com o Drex serão gratuitas ou terão taxas muito baixas, reduzindo os custos operacionais e aumentando a eficiência do sistema financeiro.

    • Maior segurança: as transações com o Drex serão protegidas pela criptografia e pela validação da rede de computadores, evitando fraudes, falsificações e roubos.

    • Maior inclusão: o Drex permitirá que pessoas e empresas que não têm acesso aos serviços bancários ou que pagam altas taxas por eles possam participar do sistema financeiro de forma simples e acessível.

    • Maior facilidade: o Drex poderá ser usado para comprar e vender produtos e serviços em qualquer país que aceite o Drex, facilitando o comércio internacional e a integração econômica.

    • Maior inovação: o Drex incentivará a criação de novos modelos de negócio e soluções baseadas em tecnologia, estimulando a competição e a diversificação do mercado financeiro.

    Quais são os desafios do Drex?

    O Drex também trará alguns desafios para o BC, para os usuários e para a sociedade. Entre eles, podemos citar:

    • Regulação: o BC terá que definir as regras e os padrões para o funcionamento, a supervisão e a fiscalização do Drex, garantindo a sua estabilidade, a sua confiabilidade e a sua conformidade com as normas legais e internacionais.

    • Educação: os usuários terão que aprender a usar o Drex, entendendo os seus benefícios, os seus riscos e as suas responsabilidades. O BC terá que promover campanhas de conscientização e capacitação para difundir o conhecimento sobre o Drex.

    • Infraestrutura: os usuários terão que ter acesso a dispositivos eletrônicos e à internet para usar o Drex. O BC terá que garantir que a rede de computadores que suporta o Drex seja robusta, resiliente e segura.

    • Privacidade: os usuários terão que proteger os seus dados pessoais e financeiros ao usar o Drex. O BC terá que respeitar o direito à privacidade dos usuários, mas também ter acesso às informações necessárias para combater crimes como lavagem de dinheiro, evasão fiscal e financiamento ao terrorismo.

    • Sustentabilidade: o Drex terá um impacto ambiental menor do que a moeda física, mas também consumirá energia e recursos para funcionar. O BC terá que avaliar o impacto ambiental do Drex e adotar medidas para reduzi-lo.

    Quando o Drex estará disponível?

    O Drex ainda está em fase de testes e deve ser lançado para o público apenas no final de 2024. O BC está estudando os aspectos técnicos, regulatórios, jurídicos e econômicos da moeda digital, bem como os possíveis impactos na sociedade e no meio ambiente. O BC também está dialogando com outros países e organizações internacionais para garantir a interoperabilidade e a conformidade do Drex com os padrões globais.

    O BC já divulgou alguns detalhes sobre o projeto do Drex, como o seu nome, o seu design, o seu funcionamento e os seus objetivos. O BC também já realizou algumas demonstrações públicas do Drex, como a transferência de valores entre dois celulares e a compra de um café com a moeda digital. O BC pretende realizar mais testes e consultas públicas antes de lançar o Drex oficialmente.

    O Drex é a moeda digital brasileira que está sendo desenvolvida pelo BC. Ela será uma versão virtual do real, com as mesmas características e garantias da moeda física, mas sem a necessidade de intermediários financeiros para as transações. O Drex trará benefícios como maior rapidez, menor custo, maior segurança, maior inclusão, maior facilidade e maior inovação para os usuários, para o mercado financeiro e para a economia brasileira. O Drex também trará desafios como regulação, educação, infraestrutura, privacidade e sustentabilidade para o BC, para os usuários e para a sociedade. O Drex ainda está em fase de testes e deve ser lançado para o público apenas no final de 2024.

    O Drex será uma moeda de curso legal, com as mesmas características e garantias da moeda física, mas com a vantagem de ser totalmente digital.

    Mas como funcionará o Drex? Quais são os benefícios e os desafios dessa nova forma de dinheiro? E quando ele estará disponível para o público? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre o Drex, a moeda digital brasileira que promete revolucionar o sistema financeiro.

    O que é o Drex?

    O Drex é o nome dado à moeda digital brasileira que está sendo desenvolvida pelo BC. O nome é uma abreviação de “digital real”, ou seja, real digital. O Drex será uma representação eletrônica do real, com as mesmas funções e propriedades da moeda física, mas com a diferença de que não existirá em forma de cédulas ou moedas, mas sim em forma de dados armazenados em dispositivos eletrônicos.

    O Drex será emitido e controlado pelo BC, que será o único responsável pela sua criação, distribuição e regulação. O Drex será uma moeda de curso forçado, ou seja, terá aceitação obrigatória em todo o território nacional. O Drex também terá paridade com o real, ou seja, um Drex valerá um real.

    Como funcionará o Drex?

    O Drex funcionará por meio de uma tecnologia chamada Distributed Ledger Technology (DLT), ou tecnologia de registro distribuído. Essa tecnologia permite que as transações sejam registradas e validadas por uma rede de computadores, sem a necessidade de um intermediário centralizado. A DLT garante a segurança, a transparência e a rastreabilidade das operações com o Drex.

    Para usar o Drex, os usuários precisarão ter um dispositivo eletrônico, como um celular ou um computador, que possa se conectar à internet e acessar uma carteira digital. A carteira digital será um aplicativo que permitirá aos usuários armazenar, enviar e receber Drex. A carteira digital também poderá ser integrada a outros serviços financeiros, como bancos, fintechs e plataformas de pagamento.

    As transações com o Drex serão realizadas por meio de códigos QR ou NFC (Near Field Communication), que permitirão a troca de informações entre os dispositivos dos usuários. As transações serão instantâneas e irrevogáveis, ou seja, não poderão ser canceladas ou estornadas depois de confirmadas. As transações também serão anônimas, mas não ilimitadas, ou seja, haverá um limite máximo de valor por operação e por período.

    Quais são os benefícios do Drex?

    O Drex trará uma série de benefícios para os usuários, para o mercado financeiro e para a economia brasileira. Entre eles, podemos destacar:

    • Maior rapidez: as transações com o Drex serão realizadas em segundos, sem depender do horário bancário ou da compensação dos intermediários financeiros.

    • Menor custo: as transações com o Drex serão gratuitas ou terão taxas muito baixas, reduzindo os custos operacionais e aumentando a eficiência do sistema financeiro.

    • Maior segurança: as transações com o Drex serão protegidas pela criptografia e pela validação da rede de computadores, evitando fraudes, falsificações e roubos.

    • Maior inclusão: o Drex permitirá que pessoas e empresas que não têm acesso aos serviços bancários ou que pagam altas taxas por eles possam participar do sistema financeiro de forma simples e acessível.

    • Maior facilidade: o Drex poderá ser usado para comprar e vender produtos e serviços em qualquer país que aceite o Drex, facilitando o comércio internacional e a integração econômica.

    • Maior inovação: o Drex incentivará a criação de novos modelos de negócio e soluções baseadas em tecnologia, estimulando a competição e a diversificação do mercado financeiro.

    Quais são os desafios do Drex?

    O Drex também trará alguns desafios para o BC, para os usuários e para a sociedade. Entre eles, podemos citar:

    • Regulação: o BC terá que definir as regras e os padrões para o funcionamento, a supervisão e a fiscalização do Drex, garantindo a sua estabilidade, a sua confiabilidade e a sua conformidade com as normas legais e internacionais.

    • Educação: os usuários terão que aprender a usar o Drex, entendendo os seus benefícios, os seus riscos e as suas responsabilidades. O BC terá que promover campanhas de conscientização e capacitação para difundir o conhecimento sobre o Drex.

    • Infraestrutura: os usuários terão que ter acesso a dispositivos eletrônicos e à internet para usar o Drex. O BC terá que garantir que a rede de computadores que suporta o Drex seja robusta, resiliente e segura.

    • Privacidade: os usuários terão que proteger os seus dados pessoais e financeiros ao usar o Drex. O BC terá que respeitar o direito à privacidade dos usuários, mas também ter acesso às informações necessárias para combater crimes como lavagem de dinheiro, evasão fiscal e financiamento ao terrorismo.

    • Sustentabilidade: o Drex terá um impacto ambiental menor do que a moeda física, mas também consumirá energia e recursos para funcionar. O BC terá que avaliar o impacto ambiental do Drex e adotar medidas para reduzi-lo.

    Quando o Drex estará disponível?

    O Drex ainda está em fase de testes e deve ser lançado para o público apenas no final de 2024. O BC está estudando os aspectos técnicos, regulatórios, jurídicos e econômicos da moeda digital, bem como os possíveis impactos na sociedade e no meio ambiente. O BC também está dialogando com outros países e organizações internacionais para garantir a interoperabilidade e a conformidade do Drex com os padrões globais.

    O BC já divulgou alguns detalhes sobre o projeto do Drex, como o seu nome, o seu design, o seu funcionamento e os seus objetivos. O BC também já realizou algumas demonstrações públicas do Drex, como a transferência de valores entre dois celulares e a compra de um café com a moeda digital. O BC pretende realizar mais testes e consultas públicas antes de lançar o Drex oficialmente.

    O Drex é a moeda digital brasileira que está sendo desenvolvida pelo BC. Ela será uma versão virtual do real, com as mesmas características e garantias da moeda física, mas sem a necessidade de intermediários financeiros para as transações. O Drex trará benefícios como maior rapidez, menor custo, maior segurança, maior inclusão, maior facilidade e maior inovação para os usuários, para o mercado financeiro e para a economia brasileira. O Drex também trará desafios como regulação, educação, infraestrutura, privacidade e sustentabilidade para o BC, para os usuários e para a sociedade. O Drex ainda está em fase de testes e deve ser lançado para o público apenas no final de 2024.

  • CPI das criptomoedas convoca celebridades que fizeram propaganda para Atlas Quantum

    CPI das criptomoedas convoca celebridades que fizeram propaganda para Atlas Quantum

    A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga pirâmides financeiras de criptomoedas aprovou a convocação de mais de 150 pessoas para prestar esclarecimentos sobre fraudes com ativos digitais.

    Entre os convocados estão os artistas Tata Werneck, Cauã Reymond e Marcelo Tas, que fizeram propaganda para a Atlas Quantum, uma das empresas acusadas de lesar milhares de investidores.

    A Atlas Quantum era uma empresa que prometia lucros exorbitantes com um suposto “robô milagroso” que operava no mercado de criptomoedas. No entanto, a empresa foi proibida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de ofertar seus produtos em 2019, por considerá-los irregulares. Desde então, a Atlas Quantum deixou de pagar seus clientes, que estimam um prejuízo de até R$7 bilhões.

    Os artistas convocados pela CPI alegam que não sabiam da irregularidade da empresa na época da contratação e que nunca investiram na Atlas Quantum. Marcelo Tas disse que participou como entrevistador de um conteúdo jornalístico patrocinado pela empresa, mas que teve total liberdade editorial para abordar assuntos técnicos sobre blockchain e bitcoin.

    A CPI também investiga outros casos de pirâmides financeiras que usaram criptomoedas como isca, como a Genbit, que enganou 45 mil pessoas, a Rental Coins, conhecida como “Sheik das Criptomoedas”, e a 18k Ronaldinho, que teria relação com o ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e seu irmão. Eles negam envolvimento com a empresa, que também usou indevidamente sua imagem.

    A CPI das criptomoedas tem como objetivo apurar as responsabilidades dos envolvidos nessas fraudes e propor medidas para proteger os consumidores e investidores de golpes semelhantes. A comissão tem prazo até agosto para concluir seus trabalhos e apresentar um relatório final.

    Entre os convocados estão os artistas Tata Werneck, Cauã Reymond e Marcelo Tas, que fizeram propaganda para a Atlas Quantum, uma das empresas acusadas de lesar milhares de investidores.

    A Atlas Quantum era uma empresa que prometia lucros exorbitantes com um suposto “robô milagroso” que operava no mercado de criptomoedas. No entanto, a empresa foi proibida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de ofertar seus produtos em 2019, por considerá-los irregulares. Desde então, a Atlas Quantum deixou de pagar seus clientes, que estimam um prejuízo de até R$7 bilhões.

    Os artistas convocados pela CPI alegam que não sabiam da irregularidade da empresa na época da contratação e que nunca investiram na Atlas Quantum. Marcelo Tas disse que participou como entrevistador de um conteúdo jornalístico patrocinado pela empresa, mas que teve total liberdade editorial para abordar assuntos técnicos sobre blockchain e bitcoin.

    A CPI também investiga outros casos de pirâmides financeiras que usaram criptomoedas como isca, como a Genbit, que enganou 45 mil pessoas, a Rental Coins, conhecida como “Sheik das Criptomoedas”, e a 18k Ronaldinho, que teria relação com o ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e seu irmão. Eles negam envolvimento com a empresa, que também usou indevidamente sua imagem.

    A CPI das criptomoedas tem como objetivo apurar as responsabilidades dos envolvidos nessas fraudes e propor medidas para proteger os consumidores e investidores de golpes semelhantes. A comissão tem prazo até agosto para concluir seus trabalhos e apresentar um relatório final.

  • Mercado Livre lança serviço de streaming gratuito no Brasil

    Mercado Livre lança serviço de streaming gratuito no Brasil

    O Mercado Livre, maior plataforma de comércio eletrônico da América Latina, anunciou o lançamento do Mercado Play, um serviço de streaming que dá acesso gratuito a cerca de 1.600 títulos, com 6.000 horas de conteúdo.

    O serviço foi lançado este mês no Brasil, o maior mercado da empresa, presente em 18 países da região.

    O Mercado Play é uma iniciativa do Mercado Livre em parceria com as plataformas Disney+, Star+, HBO Max e Paramount+, que darão acesso gratuito a parte do seu conteúdo para os usuários do Mercado Livre. Além disso, o Mercado Livre também vai comercializar pacotes de assinatura destes canais com descontos para seus clientes.

    O objetivo do serviço é atingir os 77 milhões de usuários brasileiros do Mercado Livre, oferecendo conteúdo gratuito e pago de filmes, séries, documentários e reality shows. O Mercado Play também terá produções originais e exclusivas, ainda não divulgadas pela empresa.

    O lançamento do Mercado Play é uma forma de o Mercado Livre diversificar seus negócios e aumentar sua receita, além de competir com outras plataformas de streaming, como Netflix, Amazon Prime Video e Globoplay. Em 2022, o Mercado Livre atingiu US$ 34,4 bilhões em vendas e uma receita líquida de US$ 10,5 bilhões. No segundo trimestre deste ano, o lucro líquido subiu 113%, chegando a US$ 261,9 milhões.

    Já a Netflix registrou lucro líquido de US$ 1,48 bilhão no segundo trimestre, alta de 3,3% na comparação anual. A plataforma de streaming somou receitas de US$ 8,18 bilhões entre abril e junho, aumento de 2,7% sobre o mesmo período de 2022. A Netflix tem cerca de 209 milhões de assinantes no mundo, sendo 38 milhões na América Latina.

    O Mercado Play está disponível para os usuários do Mercado Livre que possuem o aplicativo da empresa instalado em seus dispositivos móveis. O serviço também pode ser acessado pelo site do Mercado Livre ou por dispositivos como smart TVs e consoles de videogame. O Mercado Play oferece até quatro telas simultâneas por usuário e permite baixar os conteúdos para assistir offline.

    O serviço foi lançado este mês no Brasil, o maior mercado da empresa, presente em 18 países da região.

    O Mercado Play é uma iniciativa do Mercado Livre em parceria com as plataformas Disney+, Star+, HBO Max e Paramount+, que darão acesso gratuito a parte do seu conteúdo para os usuários do Mercado Livre. Além disso, o Mercado Livre também vai comercializar pacotes de assinatura destes canais com descontos para seus clientes.

    O objetivo do serviço é atingir os 77 milhões de usuários brasileiros do Mercado Livre, oferecendo conteúdo gratuito e pago de filmes, séries, documentários e reality shows. O Mercado Play também terá produções originais e exclusivas, ainda não divulgadas pela empresa.

    O lançamento do Mercado Play é uma forma de o Mercado Livre diversificar seus negócios e aumentar sua receita, além de competir com outras plataformas de streaming, como Netflix, Amazon Prime Video e Globoplay. Em 2022, o Mercado Livre atingiu US$ 34,4 bilhões em vendas e uma receita líquida de US$ 10,5 bilhões. No segundo trimestre deste ano, o lucro líquido subiu 113%, chegando a US$ 261,9 milhões.

    Já a Netflix registrou lucro líquido de US$ 1,48 bilhão no segundo trimestre, alta de 3,3% na comparação anual. A plataforma de streaming somou receitas de US$ 8,18 bilhões entre abril e junho, aumento de 2,7% sobre o mesmo período de 2022. A Netflix tem cerca de 209 milhões de assinantes no mundo, sendo 38 milhões na América Latina.

    O Mercado Play está disponível para os usuários do Mercado Livre que possuem o aplicativo da empresa instalado em seus dispositivos móveis. O serviço também pode ser acessado pelo site do Mercado Livre ou por dispositivos como smart TVs e consoles de videogame. O Mercado Play oferece até quatro telas simultâneas por usuário e permite baixar os conteúdos para assistir offline.

  • Petrobras paga R$ 14,9 bilhões em dividendos e adota nova política

    Petrobras paga R$ 14,9 bilhões em dividendos e adota nova política

    A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (4) o pagamento de R$ 14,9 bilhões em dividendos aos acionistas, referentes ao exercício de 2023.

    O valor será pago em duas parcelas, sendo a primeira de R$ 10,3 bilhões em 21 de novembro e a segunda de R$ 4,6 bilhões em 15 de dezembro de 2023.

    O anúncio foi baseado no balanço do segundo trimestre deste ano, quando a empresa teve lucro de R$ 28,8 bilhões, o maior da história da companhia. O resultado foi impulsionado pela alta do preço do petróleo no mercado internacional e pela recuperação da demanda por combustíveis no Brasil.

    A Petrobras também adotou uma nova política de dividendos, que reduz o valor pago aos acionistas de 60% para 45% do fluxo de caixa livre. Segundo a empresa, a mudança visa aumentar a flexibilidade financeira e permitir uma melhor alocação de capital.

    A nova política abre a possibilidade de criação de um programa de recompra de ações, que consiste na aquisição de papéis da própria empresa no mercado. A Petrobras informou que avaliará a viabilidade dessa medida, que pode gerar valor para os acionistas ao reduzir o número de ações em circulação.

    As ações da Petrobras reagiram positivamente ao anúncio dos dividendos e da nova política. Os papéis preferenciais (PETR4) fecharam em alta de 2,34%, cotados a R$ 29,30. Já os ordinários (PETR3) subiram 1,97%, negociados a R$ 31,00.

    O valor será pago em duas parcelas, sendo a primeira de R$ 10,3 bilhões em 21 de novembro e a segunda de R$ 4,6 bilhões em 15 de dezembro de 2023.

    O anúncio foi baseado no balanço do segundo trimestre deste ano, quando a empresa teve lucro de R$ 28,8 bilhões, o maior da história da companhia. O resultado foi impulsionado pela alta do preço do petróleo no mercado internacional e pela recuperação da demanda por combustíveis no Brasil.

    A Petrobras também adotou uma nova política de dividendos, que reduz o valor pago aos acionistas de 60% para 45% do fluxo de caixa livre. Segundo a empresa, a mudança visa aumentar a flexibilidade financeira e permitir uma melhor alocação de capital.

    A nova política abre a possibilidade de criação de um programa de recompra de ações, que consiste na aquisição de papéis da própria empresa no mercado. A Petrobras informou que avaliará a viabilidade dessa medida, que pode gerar valor para os acionistas ao reduzir o número de ações em circulação.

    As ações da Petrobras reagiram positivamente ao anúncio dos dividendos e da nova política. Os papéis preferenciais (PETR4) fecharam em alta de 2,34%, cotados a R$ 29,30. Já os ordinários (PETR3) subiram 1,97%, negociados a R$ 31,00.

  • Prazo para sacar cota do PIS/Pasep termina neste sábado

    Prazo para sacar cota do PIS/Pasep termina neste sábado

    Quem trabalhou com carteira assinada entre 1971 e 1988 e ainda não sacou os valores da cota do PIS/Pasep tem até este sábado, 5 de agosto de 2023, para retirar o dinheiro.

    Caso contrário, o valor vai para o Tesouro Nacional, mas pode ser resgatado em até cinco anos, mediante solicitação.

    O PIS é o Programa de Integração Social, destinado aos trabalhadores do setor privado, e o Pasep é o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, voltado para os servidores públicos. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas dos trabalhadores, que funcionavam como uma poupança.

    O saque das cotas foi liberado em 2017 pelo governo federal, como uma medida para estimular a economia. Desde então, mais de 18 milhões de trabalhadores já sacaram os valores, totalizando cerca de R$ 40 bilhões.

    Segundo a Caixa Econômica Federal, responsável pelo pagamento do PIS, ainda há R$ 6,5 bilhões disponíveis para 6,3 milhões de cotistas. Já o Banco do Brasil, que paga o Pasep, informou que há R$ 2 bilhões para 1,7 milhão de cotistas.

    O valor médio das cotas é de R$ 2,3 mil, mas depende do tempo e do salário do trabalhador no período. Quem sacar agora receberá o valor corrigido pela inflação e pelos juros.

    Para saber se tem direito ao saque, o trabalhador pode consultar os sites da Caixa ([1]) e do Banco do Brasil ([2]), ou ligar para os telefones 0800-726-0207 (Caixa) e 0800-729-0001 (BB).

    O saque pode ser feito pelo aplicativo do FGTS, pela internet ou nas agências da Caixa (para o PIS) ou do Banco do Brasil (para o PASEP). É preciso ter em mãos o número do PIS/Pasep, o CPF e um documento de identidade.

    Os herdeiros podem sacar os valores, mas precisam apresentar documentos que comprovem o direito, como certidão ou declaração de dependentes habilitados à pensão por morte expedida pelo INSS, atestado fornecido pela entidade empregadora (no caso de servidor público) ou alvará judicial designando o sucessor/representante legal.

    Caso contrário, o valor vai para o Tesouro Nacional, mas pode ser resgatado em até cinco anos, mediante solicitação.

    O PIS é o Programa de Integração Social, destinado aos trabalhadores do setor privado, e o Pasep é o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, voltado para os servidores públicos. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas dos trabalhadores, que funcionavam como uma poupança.

    O saque das cotas foi liberado em 2017 pelo governo federal, como uma medida para estimular a economia. Desde então, mais de 18 milhões de trabalhadores já sacaram os valores, totalizando cerca de R$ 40 bilhões.

    Segundo a Caixa Econômica Federal, responsável pelo pagamento do PIS, ainda há R$ 6,5 bilhões disponíveis para 6,3 milhões de cotistas. Já o Banco do Brasil, que paga o Pasep, informou que há R$ 2 bilhões para 1,7 milhão de cotistas.

    O valor médio das cotas é de R$ 2,3 mil, mas depende do tempo e do salário do trabalhador no período. Quem sacar agora receberá o valor corrigido pela inflação e pelos juros.

    Para saber se tem direito ao saque, o trabalhador pode consultar os sites da Caixa ([1]) e do Banco do Brasil ([2]), ou ligar para os telefones 0800-726-0207 (Caixa) e 0800-729-0001 (BB).

    O saque pode ser feito pelo aplicativo do FGTS, pela internet ou nas agências da Caixa (para o PIS) ou do Banco do Brasil (para o PASEP). É preciso ter em mãos o número do PIS/Pasep, o CPF e um documento de identidade.

    Os herdeiros podem sacar os valores, mas precisam apresentar documentos que comprovem o direito, como certidão ou declaração de dependentes habilitados à pensão por morte expedida pelo INSS, atestado fornecido pela entidade empregadora (no caso de servidor público) ou alvará judicial designando o sucessor/representante legal.

  • Quem são os líderes mundiais em energia renovável?

    Quem são os líderes mundiais em energia renovável?

    A energia renovável é aquela que vem de fontes naturais que não se esgotam e que não emitem gases de efeito estufa, como o sol, o vento, a água, a biomassa e o calor da Terra.

    A utilização de energias renováveis é essencial para a sustentabilidade do planeta e para a transição energética global, que visa reduzir a dependência dos combustíveis fósseis, como o petróleo, o carvão e o gás natural.

    Mas quais são os países que estão na frente nessa transição? Quais são os que mais produzem, consomem e investem em energia renovável? Quais são os que têm as políticas públicas mais favoráveis ao desenvolvimento desse setor? Essas são perguntas complexas, que não têm uma resposta única, pois dependem de vários critérios e indicadores.

    Um dos relatórios mais abrangentes sobre o tema é o Relatório da Situação Global das Renováveis 2022, publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). Segundo esse relatório, a China é o maior produtor e consumidor de energia renovável do mundo, seguida pelos Estados Unidos, Índia e Japão. A China também é o maior produtor, exportador e instalador de painéis solares, turbinas eólicas, baterias e veículos elétricos de todo o mundo.

    No entanto, o relatório também alerta que a transição energética global não está acontecendo no ritmo necessário para evitar os piores cenários das mudanças climáticas. Em meados de 2022, o mundo estava passando por sua maior crise energética jamais registrada, com preços recordes dos combustíveis fósseis e ameaça de pobreza energética para bilhões de pessoas. Apesar das evidências de que as energias renováveis são a fonte de energia mais acessível para melhorar a resiliência e apoiar a descarbonização, os governos em todo o mundo continuam a recorrer a subsídios de combustíveis fósseis para manter as contas de energia sob controle.

    Por isso, é importante olhar também para outros países que têm uma alta participação das energias renováveis no seu mix energético, ou seja, na proporção entre as diferentes fontes de energia que abastecem o país. Nesse aspecto, destacam-se países como a Islândia, que produz quase 100% da sua energia a partir de fontes renováveis, principalmente geotérmica e hidroelétrica. A Noruega também tem uma alta participação de energias renováveis, principalmente hidroelétrica, que representa cerca de 95% da sua produção elétrica.

    O Brasil é outro país que é referência no campo da energia limpa e renovável, pois tem uma matriz energética diversificada e predominantemente renovável. Cerca de 83% da eletricidade brasileira vem de fontes renováveis, principalmente hidroelétrica, eólica, solar e biomassa. O Brasil também é líder na produção e uso de biocombustíveis, como etanol e biodiesel.

    Esses países mostram que é possível ter um desenvolvimento econômico e social baseado em fontes limpas e sustentáveis de energia. No entanto, ainda há muitos desafios a serem superados, como a integração das redes elétricas, o armazenamento da energia intermitente, a redução dos custos e dos impactos ambientais e sociais das tecnologias renováveis. Além disso, é preciso aumentar a cooperação internacional e o financiamento para apoiar os países em desenvolvimento na sua transição energética.

    A energia renovável é o futuro da humanidade. Mas para que esse futuro seja possível, é preciso que todos os países se comprometam com metas ambiciosas e ações concretas para acelerar a transição energética global. Só assim poderemos garantir um planeta mais saudável e justo para as gerações presentes e futuras.

    A utilização de energias renováveis é essencial para a sustentabilidade do planeta e para a transição energética global, que visa reduzir a dependência dos combustíveis fósseis, como o petróleo, o carvão e o gás natural.

    Mas quais são os países que estão na frente nessa transição? Quais são os que mais produzem, consomem e investem em energia renovável? Quais são os que têm as políticas públicas mais favoráveis ao desenvolvimento desse setor? Essas são perguntas complexas, que não têm uma resposta única, pois dependem de vários critérios e indicadores.

    Um dos relatórios mais abrangentes sobre o tema é o Relatório da Situação Global das Renováveis 2022, publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). Segundo esse relatório, a China é o maior produtor e consumidor de energia renovável do mundo, seguida pelos Estados Unidos, Índia e Japão. A China também é o maior produtor, exportador e instalador de painéis solares, turbinas eólicas, baterias e veículos elétricos de todo o mundo.

    No entanto, o relatório também alerta que a transição energética global não está acontecendo no ritmo necessário para evitar os piores cenários das mudanças climáticas. Em meados de 2022, o mundo estava passando por sua maior crise energética jamais registrada, com preços recordes dos combustíveis fósseis e ameaça de pobreza energética para bilhões de pessoas. Apesar das evidências de que as energias renováveis são a fonte de energia mais acessível para melhorar a resiliência e apoiar a descarbonização, os governos em todo o mundo continuam a recorrer a subsídios de combustíveis fósseis para manter as contas de energia sob controle.

    Por isso, é importante olhar também para outros países que têm uma alta participação das energias renováveis no seu mix energético, ou seja, na proporção entre as diferentes fontes de energia que abastecem o país. Nesse aspecto, destacam-se países como a Islândia, que produz quase 100% da sua energia a partir de fontes renováveis, principalmente geotérmica e hidroelétrica. A Noruega também tem uma alta participação de energias renováveis, principalmente hidroelétrica, que representa cerca de 95% da sua produção elétrica.

    O Brasil é outro país que é referência no campo da energia limpa e renovável, pois tem uma matriz energética diversificada e predominantemente renovável. Cerca de 83% da eletricidade brasileira vem de fontes renováveis, principalmente hidroelétrica, eólica, solar e biomassa. O Brasil também é líder na produção e uso de biocombustíveis, como etanol e biodiesel.

    Esses países mostram que é possível ter um desenvolvimento econômico e social baseado em fontes limpas e sustentáveis de energia. No entanto, ainda há muitos desafios a serem superados, como a integração das redes elétricas, o armazenamento da energia intermitente, a redução dos custos e dos impactos ambientais e sociais das tecnologias renováveis. Além disso, é preciso aumentar a cooperação internacional e o financiamento para apoiar os países em desenvolvimento na sua transição energética.

    A energia renovável é o futuro da humanidade. Mas para que esse futuro seja possível, é preciso que todos os países se comprometam com metas ambiciosas e ações concretas para acelerar a transição energética global. Só assim poderemos garantir um planeta mais saudável e justo para as gerações presentes e futuras.

  • Reforma tributária pode afetar cesta básica e agronegócio, alertam especialistas

    Reforma tributária pode afetar cesta básica e agronegócio, alertam especialistas

    A reforma tributária aprovada pela Câmara dos Deputados pode ter um impacto negativo sobre a cesta básica e o agronegócio, dois setores essenciais para a economia brasileira.

    Isso porque a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) prevê a criação de uma contribuição sobre produtos primários e semielaborados que poderá ser cobrada pelos estados até 2043 para financiar a infraestrutura.

    A contribuição seria de 1% sobre o valor dos produtos, o que pode encarecer a cesta básica, que é composta de itens como arroz, feijão, leite, carne e ovos. A PEC busca isentar a cesta básica do futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que unificaria os atuais PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. No entanto, a isenção não se estenderia à nova contribuição.

    Além disso, a medida prejudicaria o agronegócio, um dos setores que mais participou das negociações da reforma tributária. A contribuição também encareceria as exportações de produtos agropecuários, que representam cerca de 20% do total das vendas externas do Brasil. Isso afastaria o país do mercado internacional e reduziria sua competitividade.

    A PEC da reforma tributária ainda precisa ser analisada pelo Senado, que pode alterar ou rejeitar o texto. Os defensores da contribuição argumentam que ela é necessária para garantir recursos para os estados investirem em obras de infraestrutura, que são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do país. No entanto, os críticos afirmam que ela é injusta, regressiva e contrária ao princípio da simplificação tributária.

    Isso porque a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) prevê a criação de uma contribuição sobre produtos primários e semielaborados que poderá ser cobrada pelos estados até 2043 para financiar a infraestrutura.

    A contribuição seria de 1% sobre o valor dos produtos, o que pode encarecer a cesta básica, que é composta de itens como arroz, feijão, leite, carne e ovos. A PEC busca isentar a cesta básica do futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que unificaria os atuais PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. No entanto, a isenção não se estenderia à nova contribuição.

    Além disso, a medida prejudicaria o agronegócio, um dos setores que mais participou das negociações da reforma tributária. A contribuição também encareceria as exportações de produtos agropecuários, que representam cerca de 20% do total das vendas externas do Brasil. Isso afastaria o país do mercado internacional e reduziria sua competitividade.

    A PEC da reforma tributária ainda precisa ser analisada pelo Senado, que pode alterar ou rejeitar o texto. Os defensores da contribuição argumentam que ela é necessária para garantir recursos para os estados investirem em obras de infraestrutura, que são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do país. No entanto, os críticos afirmam que ela é injusta, regressiva e contrária ao princípio da simplificação tributária.

  • Dropshipping o que é: uma oportunidade ou uma furada?

    Dropshipping o que é: uma oportunidade ou uma furada?

    Você já pensou em ter o seu próprio negócio online, sem precisar de estoque, funcionários ou aluguel? Essa é a proposta do dropshipping, uma modalidade de e-commerce que vem ganhando popularidade nos últimos anos.

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    Mas será que o dropshipping é realmente uma boa ideia? Ou será que é uma furada que só vai te fazer perder tempo e dinheiro?

    O que é dropshipping?

    Dropshipping é uma forma de vender produtos pela internet sem ter que lidar com a logística de armazenamento, embalagem e envio. Em vez disso, você faz parceria com fornecedores terceirizados que cuidam dessas etapas por você. Assim, você só precisa criar uma loja virtual, escolher os produtos que quer vender, divulgar para os clientes e receber os pedidos. Quando alguém compra algo da sua loja, você repassa o pedido para o fornecedor, que envia o produto diretamente para o cliente final. Você ganha a diferença entre o preço que cobrou do cliente e o preço que pagou ao fornecedor.

    Quais são as vantagens do dropshipping?

    O dropshipping tem algumas vantagens que podem atrair quem quer empreender online, como:

    • Baixo investimento inicial: você não precisa comprar os produtos antecipadamente, nem gastar com estoque, transporte ou infraestrutura.

    • Flexibilidade: você pode trabalhar de qualquer lugar, a qualquer hora, e escolher os produtos que mais se adequam ao seu público-alvo e ao seu nicho de mercado.

    • Escalabilidade: você pode aumentar o seu catálogo de produtos e o seu volume de vendas sem aumentar os seus custos fixos.

    Quais são os desafios do dropshipping?

    No entanto, o dropshipping também tem alguns desafios que devem ser levados em conta antes de se aventurar nesse ramo, como:

    • Dependência dos fornecedores: você não tem controle sobre a qualidade, a disponibilidade e o prazo de entrega dos produtos que vende. Se o fornecedor atrasar, enviar um produto errado ou defeituoso, ou até mesmo te dar um golpe, você pode ter problemas com os clientes e com a sua reputação.

    • Concorrência acirrada: como o dropshipping é fácil de começar, muitas pessoas estão vendendo os mesmos produtos que você, muitas vezes com preços mais baixos. Para se destacar, você precisa oferecer um diferencial competitivo, seja no atendimento, na garantia, na personalização ou na experiência de compra.

    • Necessidade de investir em marketing: para atrair e fidelizar os clientes, você precisa investir em estratégias de marketing digital, como SEO, redes sociais, e-mail marketing e anúncios pagos. Isso requer tempo, dinheiro e conhecimento.

    • Responsabilidade legal e fiscal: mesmo que você não tenha um estoque próprio, você ainda é responsável por emitir notas fiscais, recolher impostos e cumprir as normas do Código de Defesa do Consumidor. Você também precisa ter um CNPJ e um contrato com os fornecedores.

    Os cursos de dropshipping valem a pena?

    Na internet, existem vários cursos que prometem ensinar como fazer dropshipping e ganhar muito dinheiro em pouco tempo. No entanto, muitos desses cursos são uma furada, pois:

    • Cobram preços abusivos por conteúdos superficiais ou desatualizados.

    • Usam depoimentos falsos ou manipulados para iludir os alunos.

    • Não oferecem suporte ou garantia de resultados.

    • Indicam fornecedores duvidosos ou inexistentes.

    • Ensinam técnicas ilegais ou antiéticas de venda.

    Portanto, antes de comprar um curso de dropshipping, é preciso pesquisar bem sobre a reputação do instrutor, o conteúdo do curso, as avaliações dos alunos e as condições de pagamento. Além disso, é preciso ter em mente que nenhum curso vai te dar uma fórmula mágica para o sucesso. O dropshipping exige planejamento, pesquisa, dedicação e trabalho duro.

    Dropshipping é uma forma legítima e legal de fazer negócios online, mas não é tão simples quanto parece. É preciso estar atento aos riscos e aos desafios envolvidos nessa modalidade de e-commerce. Além disso, é preciso ter cuidado com os cursos de dropshipping que prometem milagres, mas que na verdade são uma furada. O dropshipping pode ser uma oportunidade de negócio, mas só para quem está disposto a estudar, se preparar e se esforçar.

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    Mas será que o dropshipping é realmente uma boa ideia? Ou será que é uma furada que só vai te fazer perder tempo e dinheiro?

    O que é dropshipping?

    Dropshipping é uma forma de vender produtos pela internet sem ter que lidar com a logística de armazenamento, embalagem e envio. Em vez disso, você faz parceria com fornecedores terceirizados que cuidam dessas etapas por você. Assim, você só precisa criar uma loja virtual, escolher os produtos que quer vender, divulgar para os clientes e receber os pedidos. Quando alguém compra algo da sua loja, você repassa o pedido para o fornecedor, que envia o produto diretamente para o cliente final. Você ganha a diferença entre o preço que cobrou do cliente e o preço que pagou ao fornecedor.

    Quais são as vantagens do dropshipping?

    O dropshipping tem algumas vantagens que podem atrair quem quer empreender online, como:

    • Baixo investimento inicial: você não precisa comprar os produtos antecipadamente, nem gastar com estoque, transporte ou infraestrutura.

    • Flexibilidade: você pode trabalhar de qualquer lugar, a qualquer hora, e escolher os produtos que mais se adequam ao seu público-alvo e ao seu nicho de mercado.

    • Escalabilidade: você pode aumentar o seu catálogo de produtos e o seu volume de vendas sem aumentar os seus custos fixos.

    Quais são os desafios do dropshipping?

    No entanto, o dropshipping também tem alguns desafios que devem ser levados em conta antes de se aventurar nesse ramo, como:

    • Dependência dos fornecedores: você não tem controle sobre a qualidade, a disponibilidade e o prazo de entrega dos produtos que vende. Se o fornecedor atrasar, enviar um produto errado ou defeituoso, ou até mesmo te dar um golpe, você pode ter problemas com os clientes e com a sua reputação.

    • Concorrência acirrada: como o dropshipping é fácil de começar, muitas pessoas estão vendendo os mesmos produtos que você, muitas vezes com preços mais baixos. Para se destacar, você precisa oferecer um diferencial competitivo, seja no atendimento, na garantia, na personalização ou na experiência de compra.

    • Necessidade de investir em marketing: para atrair e fidelizar os clientes, você precisa investir em estratégias de marketing digital, como SEO, redes sociais, e-mail marketing e anúncios pagos. Isso requer tempo, dinheiro e conhecimento.

    • Responsabilidade legal e fiscal: mesmo que você não tenha um estoque próprio, você ainda é responsável por emitir notas fiscais, recolher impostos e cumprir as normas do Código de Defesa do Consumidor. Você também precisa ter um CNPJ e um contrato com os fornecedores.

    Os cursos de dropshipping valem a pena?

    Na internet, existem vários cursos que prometem ensinar como fazer dropshipping e ganhar muito dinheiro em pouco tempo. No entanto, muitos desses cursos são uma furada, pois:

    • Cobram preços abusivos por conteúdos superficiais ou desatualizados.

    • Usam depoimentos falsos ou manipulados para iludir os alunos.

    • Não oferecem suporte ou garantia de resultados.

    • Indicam fornecedores duvidosos ou inexistentes.

    • Ensinam técnicas ilegais ou antiéticas de venda.

    Portanto, antes de comprar um curso de dropshipping, é preciso pesquisar bem sobre a reputação do instrutor, o conteúdo do curso, as avaliações dos alunos e as condições de pagamento. Além disso, é preciso ter em mente que nenhum curso vai te dar uma fórmula mágica para o sucesso. O dropshipping exige planejamento, pesquisa, dedicação e trabalho duro.

    Dropshipping é uma forma legítima e legal de fazer negócios online, mas não é tão simples quanto parece. É preciso estar atento aos riscos e aos desafios envolvidos nessa modalidade de e-commerce. Além disso, é preciso ter cuidado com os cursos de dropshipping que prometem milagres, mas que na verdade são uma furada. O dropshipping pode ser uma oportunidade de negócio, mas só para quem está disposto a estudar, se preparar e se esforçar.

  • Governo isenta imposto de importação para compras online do exterior até US$ 50

    Governo isenta imposto de importação para compras online do exterior até US$ 50

    A partir desta terça-feira (1º), os consumidores brasileiros poderão comprar produtos online do exterior sem pagar imposto de importação até o valor de US$ 50.

    A medida vale para as empresas que aderirem ao programa Remessa Conforme, da Receita Federal, que visa agilizar a liberação dos produtos nas alfândegas. O ICMS de 17% será cobrado antes da chegada da carga ao Brasil, evitando atrasos e burocracia.

    A isenção de imposto para compras online do exterior é uma das ações do governo federal para estimular o comércio eletrônico e facilitar o acesso dos consumidores a produtos estrangeiros. Segundo o Ministério da Economia, a medida pode beneficiar cerca de 20 milhões de compradores online por ano, que movimentam cerca de US$ 2 bilhões em importações.

    No entanto, a medida também gerou críticas e preocupações por parte dos comerciantes e industriais brasileiros, que temem perder competitividade frente às grandes varejistas internacionais, como Shein, Shopee, AliExpress, entre outras, que oferecem produtos mais baratos e variados. Além disso, há o risco de aumento da sonegação fiscal, da pirataria e da concorrência desleal.

    Para monitorar e avaliar o programa Remessa Conforme, o governo determinou que a Receita Federal elabore relatórios bimestrais de avaliação do programa para acompanhar a adesão das empresas, apontar resultados e propor alterações na alíquota diferenciada de isenção. O objetivo é garantir que a medida seja benéfica tanto para os consumidores quanto para os produtores nacionais.

    A medida vale para as empresas que aderirem ao programa Remessa Conforme, da Receita Federal, que visa agilizar a liberação dos produtos nas alfândegas. O ICMS de 17% será cobrado antes da chegada da carga ao Brasil, evitando atrasos e burocracia.

    A isenção de imposto para compras online do exterior é uma das ações do governo federal para estimular o comércio eletrônico e facilitar o acesso dos consumidores a produtos estrangeiros. Segundo o Ministério da Economia, a medida pode beneficiar cerca de 20 milhões de compradores online por ano, que movimentam cerca de US$ 2 bilhões em importações.

    No entanto, a medida também gerou críticas e preocupações por parte dos comerciantes e industriais brasileiros, que temem perder competitividade frente às grandes varejistas internacionais, como Shein, Shopee, AliExpress, entre outras, que oferecem produtos mais baratos e variados. Além disso, há o risco de aumento da sonegação fiscal, da pirataria e da concorrência desleal.

    Para monitorar e avaliar o programa Remessa Conforme, o governo determinou que a Receita Federal elabore relatórios bimestrais de avaliação do programa para acompanhar a adesão das empresas, apontar resultados e propor alterações na alíquota diferenciada de isenção. O objetivo é garantir que a medida seja benéfica tanto para os consumidores quanto para os produtores nacionais.

  • As profissões que estão em alta no mercado de trabalho brasileiro em 2023

    As profissões que estão em alta no mercado de trabalho brasileiro em 2023

    O mercado de trabalho brasileiro está em constante mudança, e as profissões que estão em alta hoje podem não ser as mesmas de amanhã.

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    Por isso, é importante estar atento às tendências e às demandas do mercado, para escolher uma carreira que ofereça boas oportunidades de crescimento e remuneração.

    Neste artigo, vamos apresentar algumas das profissões que estão em alta no mercado de trabalho brasileiro em 2023, de acordo com as pesquisas realizadas pelo Bing, o buscador da Microsoft. Essas profissões se destacam por terem uma alta procura, uma boa oferta de vagas e um salário acima da média nacional.

    Técnicos em diversas áreas

    Os técnicos são profissionais qualificados que realizam atividades práticas e operacionais em diferentes setores da economia, como saúde, informática, mecânica, eletrônica, etc. Eles são formados por cursos técnicos ou profissionalizantes, que duram entre um e dois anos, e podem atuar tanto em empresas públicas quanto privadas.

    Os técnicos estão em alta porque são capazes de resolver problemas específicos e complexos, que exigem conhecimento técnico e habilidade prática. Além disso, eles são mais baratos e mais rápidos de formar do que os profissionais de nível superior, o que os torna mais acessíveis para o mercado.

    Segundo o Bing, os técnicos podem ganhar entre R$ 2.000 e R$ 6.000 por mês, dependendo da área e da experiência. Algumas das áreas que mais contratam técnicos são:

    • Técnico em enfermagem: cuida da saúde dos pacientes em hospitais, clínicas e domicílios, sob a supervisão de um enfermeiro.

    • Técnico em informática: instala, configura e mantém sistemas e equipamentos de informática, como computadores, redes, softwares, etc.

    • Técnico em mecânica: projeta, monta e repara máquinas e equipamentos mecânicos, como motores, veículos, máquinas industriais, etc.

    • Técnico em eletrônica: projeta, monta e repara circuitos e dispositivos eletrônicos, como placas, sensores, robôs, etc.

    Engenheiros

    Os engenheiros são profissionais que projetam, planejam, executam e gerenciam obras e sistemas que envolvem ciência e tecnologia. Eles são formados por cursos de graduação em engenharia, que duram entre quatro e seis anos, e podem se especializar em diversas áreas.

    Os engenheiros estão em alta porque são responsáveis por criar soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios da sociedade moderna. Eles atuam em setores estratégicos da economia, como construção civil, agronegócio e tecnologia.

    Segundo o Bing, os engenheiros podem ganhar entre R$ 6.000 e R$ 25.000 por mês, dependendo da especialidade e do cargo. Algumas das áreas que mais contratam engenheiros são:

    • Engenharia civil: projeta, constrói e gerencia obras de infraestrutura urbana e rural, como edifícios, pontes, estradas, barragens, etc.

    • Engenharia agronômica: projeta, implanta e gerencia sistemas de produção agropecuária sustentável, como cultivos agrícolas, criações animais, irrigação, fertilização, etc.

    • Engenharia da computação: projeta, desenvolve e gerencia sistemas computacionais complexos, como softwares, hardwares, redes, inteligência artificial, etc.

    Profissionais de TI

    Os profissionais de TI são aqueles que desenvolvem, implantam e mantêm sistemas e soluções tecnológicas para diversos fins. Eles podem ter formação em cursos superiores ou técnicos relacionados à tecnologia da informação, como ciência da computação, sistemas de informação, análise e desenvolvimento de sistemas, etc.

    Os profissionais de TI estão em alta porque são essenciais para a transformação digital das empresas e para a inovação nos negócios. Eles atuam em áreas como desenvolvimento de software, segurança da informação, big data, cloud computing, internet das coisas, etc.

    Segundo o Bing, os profissionais de TI podem ganhar entre R$ 3.000 e R$ 30.000 por mês, dependendo da função e do nível de conhecimento. Algumas das funções que mais contratam profissionais de TI são:

    • Desenvolvedor de software: cria programas e aplicativos para diferentes plataformas e linguagens de programação, como Java, Python, C#, etc.

    • Analista de segurança da informação: protege os dados e os sistemas de informação contra ataques cibernéticos, como vírus, hackers, phishing, etc.

    • Cientista de dados: analisa e interpreta grandes volumes de dados para gerar insights e soluções para problemas complexos, usando técnicas de estatística, matemática e computação.

    • Arquiteto de cloud computing: projeta e gerencia a infraestrutura de computação em nuvem, que permite o armazenamento e o processamento de dados na internet, usando serviços como AWS, Azure, Google Cloud, etc.

    Profissionais da saúde

    Os profissionais da saúde são aqueles que cuidam da promoção, prevenção e recuperação da saúde das pessoas. Eles podem ter formação em cursos superiores ou técnicos relacionados à área da saúde, como medicina, enfermagem, nutrição, psicologia, fisioterapia, biomedicina, farmácia, etc.

    Os profissionais da saúde estão em alta porque são fundamentais para garantir a qualidade de vida e o bem-estar da população. Eles atuam em ambientes como hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias, escolas, empresas, etc.

    Segundo o Bing, os profissionais da saúde podem ganhar entre R$ 2.000 e R$ 50.000 por mês, dependendo da área e da experiência. Algumas das áreas que mais contratam profissionais da saúde são:

    • Medicina: diagnostica e trata as doenças e os distúrbios do organismo humano, usando métodos clínicos ou cirúrgicos.

    • Enfermagem: auxilia o médico no cuidado dos pacientes em hospitais, clínicas e domicílios.

    • Nutrição: planeja e orienta a alimentação adequada para as diferentes necessidades e condições de saúde das pessoas.

    • Psicologia: estuda e trata os aspectos emocionais, comportamentais e mentais das pessoas.

    • Fisioterapia: previne e trata as disfunções físicas causadas por lesões, doenças ou envelhecimento.

    Vendedores

    Os vendedores são responsáveis por comercializar produtos e serviços para os clientes. Eles podem ter formação em cursos superiores ou técnicos relacionados à área de vendas, marketing ou administração, ou aprender na prática com a experiência.

    Os vendedores estão em alta porque são importantes para gerar receita e fidelizar clientes para as empresas. Eles atuam em segmentos como varejo, indústria, serviços, etc.

    Segundo o Bing, os vendedores podem ganhar entre R$ 1.500 e R$ 15.000 por mês, dependendo do segmento e da comissão. Algumas das funções que mais contratam vendedores são:

    • Vendedor externo: visita os clientes em seus locais de trabalho ou residência para oferecer produtos ou serviços.

    • Vendedor interno: atende os clientes por telefone ou internet para oferecer produtos ou serviços.

    • Consultor de vendas: assessora os clientes na escolha dos produtos ou serviços mais adequados às suas necessidades e expectativas.

    • Gerente de vendas: coordena e motiva a equipe de vendedores, define as metas e as estratégias de vendas, acompanha os resultados e faz o relacionamento com os fornecedores e os parceiros.

    Essas são apenas algumas das profissões que estão em alta no mercado de trabalho brasileiro em 2023. Existem muitas outras que também oferecem boas oportunidades de carreira e remuneração.

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    Por isso, é importante estar atento às tendências e às demandas do mercado, para escolher uma carreira que ofereça boas oportunidades de crescimento e remuneração.

    Neste artigo, vamos apresentar algumas das profissões que estão em alta no mercado de trabalho brasileiro em 2023, de acordo com as pesquisas realizadas pelo Bing, o buscador da Microsoft. Essas profissões se destacam por terem uma alta procura, uma boa oferta de vagas e um salário acima da média nacional.

    Técnicos em diversas áreas

    Os técnicos são profissionais qualificados que realizam atividades práticas e operacionais em diferentes setores da economia, como saúde, informática, mecânica, eletrônica, etc. Eles são formados por cursos técnicos ou profissionalizantes, que duram entre um e dois anos, e podem atuar tanto em empresas públicas quanto privadas.

    Os técnicos estão em alta porque são capazes de resolver problemas específicos e complexos, que exigem conhecimento técnico e habilidade prática. Além disso, eles são mais baratos e mais rápidos de formar do que os profissionais de nível superior, o que os torna mais acessíveis para o mercado.

    Segundo o Bing, os técnicos podem ganhar entre R$ 2.000 e R$ 6.000 por mês, dependendo da área e da experiência. Algumas das áreas que mais contratam técnicos são:

    • Técnico em enfermagem: cuida da saúde dos pacientes em hospitais, clínicas e domicílios, sob a supervisão de um enfermeiro.

    • Técnico em informática: instala, configura e mantém sistemas e equipamentos de informática, como computadores, redes, softwares, etc.

    • Técnico em mecânica: projeta, monta e repara máquinas e equipamentos mecânicos, como motores, veículos, máquinas industriais, etc.

    • Técnico em eletrônica: projeta, monta e repara circuitos e dispositivos eletrônicos, como placas, sensores, robôs, etc.

    Engenheiros

    Os engenheiros são profissionais que projetam, planejam, executam e gerenciam obras e sistemas que envolvem ciência e tecnologia. Eles são formados por cursos de graduação em engenharia, que duram entre quatro e seis anos, e podem se especializar em diversas áreas.

    Os engenheiros estão em alta porque são responsáveis por criar soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios da sociedade moderna. Eles atuam em setores estratégicos da economia, como construção civil, agronegócio e tecnologia.

    Segundo o Bing, os engenheiros podem ganhar entre R$ 6.000 e R$ 25.000 por mês, dependendo da especialidade e do cargo. Algumas das áreas que mais contratam engenheiros são:

    • Engenharia civil: projeta, constrói e gerencia obras de infraestrutura urbana e rural, como edifícios, pontes, estradas, barragens, etc.

    • Engenharia agronômica: projeta, implanta e gerencia sistemas de produção agropecuária sustentável, como cultivos agrícolas, criações animais, irrigação, fertilização, etc.

    • Engenharia da computação: projeta, desenvolve e gerencia sistemas computacionais complexos, como softwares, hardwares, redes, inteligência artificial, etc.

    Profissionais de TI

    Os profissionais de TI são aqueles que desenvolvem, implantam e mantêm sistemas e soluções tecnológicas para diversos fins. Eles podem ter formação em cursos superiores ou técnicos relacionados à tecnologia da informação, como ciência da computação, sistemas de informação, análise e desenvolvimento de sistemas, etc.

    Os profissionais de TI estão em alta porque são essenciais para a transformação digital das empresas e para a inovação nos negócios. Eles atuam em áreas como desenvolvimento de software, segurança da informação, big data, cloud computing, internet das coisas, etc.

    Segundo o Bing, os profissionais de TI podem ganhar entre R$ 3.000 e R$ 30.000 por mês, dependendo da função e do nível de conhecimento. Algumas das funções que mais contratam profissionais de TI são:

    • Desenvolvedor de software: cria programas e aplicativos para diferentes plataformas e linguagens de programação, como Java, Python, C#, etc.

    • Analista de segurança da informação: protege os dados e os sistemas de informação contra ataques cibernéticos, como vírus, hackers, phishing, etc.

    • Cientista de dados: analisa e interpreta grandes volumes de dados para gerar insights e soluções para problemas complexos, usando técnicas de estatística, matemática e computação.

    • Arquiteto de cloud computing: projeta e gerencia a infraestrutura de computação em nuvem, que permite o armazenamento e o processamento de dados na internet, usando serviços como AWS, Azure, Google Cloud, etc.

    Profissionais da saúde

    Os profissionais da saúde são aqueles que cuidam da promoção, prevenção e recuperação da saúde das pessoas. Eles podem ter formação em cursos superiores ou técnicos relacionados à área da saúde, como medicina, enfermagem, nutrição, psicologia, fisioterapia, biomedicina, farmácia, etc.

    Os profissionais da saúde estão em alta porque são fundamentais para garantir a qualidade de vida e o bem-estar da população. Eles atuam em ambientes como hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias, escolas, empresas, etc.

    Segundo o Bing, os profissionais da saúde podem ganhar entre R$ 2.000 e R$ 50.000 por mês, dependendo da área e da experiência. Algumas das áreas que mais contratam profissionais da saúde são:

    • Medicina: diagnostica e trata as doenças e os distúrbios do organismo humano, usando métodos clínicos ou cirúrgicos.

    • Enfermagem: auxilia o médico no cuidado dos pacientes em hospitais, clínicas e domicílios.

    • Nutrição: planeja e orienta a alimentação adequada para as diferentes necessidades e condições de saúde das pessoas.

    • Psicologia: estuda e trata os aspectos emocionais, comportamentais e mentais das pessoas.

    • Fisioterapia: previne e trata as disfunções físicas causadas por lesões, doenças ou envelhecimento.

    Vendedores

    Os vendedores são responsáveis por comercializar produtos e serviços para os clientes. Eles podem ter formação em cursos superiores ou técnicos relacionados à área de vendas, marketing ou administração, ou aprender na prática com a experiência.

    Os vendedores estão em alta porque são importantes para gerar receita e fidelizar clientes para as empresas. Eles atuam em segmentos como varejo, indústria, serviços, etc.

    Segundo o Bing, os vendedores podem ganhar entre R$ 1.500 e R$ 15.000 por mês, dependendo do segmento e da comissão. Algumas das funções que mais contratam vendedores são:

    • Vendedor externo: visita os clientes em seus locais de trabalho ou residência para oferecer produtos ou serviços.

    • Vendedor interno: atende os clientes por telefone ou internet para oferecer produtos ou serviços.

    • Consultor de vendas: assessora os clientes na escolha dos produtos ou serviços mais adequados às suas necessidades e expectativas.

    • Gerente de vendas: coordena e motiva a equipe de vendedores, define as metas e as estratégias de vendas, acompanha os resultados e faz o relacionamento com os fornecedores e os parceiros.

    Essas são apenas algumas das profissões que estão em alta no mercado de trabalho brasileiro em 2023. Existem muitas outras que também oferecem boas oportunidades de carreira e remuneração.