Categoria: Economia

  • Preço da gasolina: Governo quer fiscalizar postos de combustíveis por aumento de preço

    Preço da gasolina: Governo quer fiscalizar postos de combustíveis por aumento de preço

    O governo está tentando fiscalizar os postos de combustíveis que aumentam os preços antes do período determinado pela ANP, além dos que praticam preços abusivos.

    O que determina o preço da gasolina?

    O preço da gasolina é composto por vários fatores, como o custo da matéria-prima (o petróleo), os impostos federais e estaduais, os custos de transporte e distribuição, e a margem de lucro dos postos de revenda.

    O preço do petróleo é definido pelo mercado internacional e varia de acordo com a oferta e a demanda. A Petrobras é a principal empresa responsável pela produção, refino e comercialização do petróleo no Brasil. Ela repassa os reajustes do preço do petróleo para as distribuidoras, que por sua vez repassam para os postos de combustíveis.

    Os impostos federais que incidem sobre a gasolina são a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE), o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). Esses impostos são fixos e representam cerca de 16% do preço final da gasolina.

    Os impostos estaduais que incidem sobre a gasolina são o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Fundo Estadual de Combate à Pobreza (FECP). Esses impostos são variáveis e representam cerca de 29% do preço final da gasolina. Cada estado define a sua própria alíquota de ICMS, que pode variar de 25% a 34%.

    Os custos de transporte e distribuição são os gastos que as distribuidoras e os postos têm para levar a gasolina até o consumidor final. Esses custos dependem da distância, do frete, da infraestrutura e da concorrência. Eles representam cerca de 12% do preço final da gasolina.

    A margem de lucro dos postos de revenda é a diferença entre o preço que eles pagam pela gasolina às distribuidoras e o preço que eles cobram dos consumidores. Essa margem depende da livre negociação entre os agentes do mercado e da concorrência entre os postos. Ela representa cerca de 14% do preço final da gasolina.

    Como o governo fiscaliza os postos de gasolina?

    O governo federal tem o dever de fiscalizar os postos de combustíveis para garantir que eles estejam cumprindo as normas técnicas, tributárias e ambientais. Os órgãos responsáveis por essa fiscalização são a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Receita Federal, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

    A ANP fiscaliza a qualidade, a quantidade e a origem dos combustíveis vendidos pelos postos. Ela verifica se a gasolina está dentro dos padrões estabelecidos pela legislação, se os bicos das bombas estão calibrados corretamente, se há adulteração ou fraude na composição dos combustíveis, se há sonegação fiscal ou evasão de divisas na compra e venda dos produtos.

    A Receita Federal fiscaliza o cumprimento das obrigações tributárias pelos postos. Ela verifica se os impostos federais estão sendo recolhidos adequadamente, se há emissão correta das notas fiscais eletrônicas, se há compatibilidade entre as informações declaradas pelos postos e as informações fornecidas pelas distribuidoras.

    O Inmetro fiscaliza a conformidade metrológica dos instrumentos utilizados pelos postos. Ele verifica se as bombas medidoras estão funcionando corretamente, se há erros na medição do volume dos combustíveis, se há fraudes nos dispositivos eletrônicos ou mecânicos das bombas.

    O Ibama fiscaliza o cumprimento das normas ambientais pelos postos. Ele verifica se há vazamentos ou derramamentos de combustíveis, se há contaminação do solo ou da água, se há emissão de poluentes atmosféricos, se há descarte adequado dos resíduos gerados pela atividade.

    Como você pode denunciar os abusos?

    Se você suspeitar que um posto de gasolina está cobrando um preço abusivo, vendendo um produto adulterado ou sonegando impostos, você pode denunciar aos órgãos competentes. Você pode fazer isso de várias formas, como:

    • Pela internet: Você pode acessar o site do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e preencher um formulário online com os dados do posto e a descrição da irregularidade. Você também pode enviar fotos ou vídeos como provas. O MJSP encaminhará a sua denúncia para a ANP, a Receita Federal, o Inmetro ou o Ibama, conforme o caso.

    • Pelo telefone: Você pode ligar para o número 0800 970 0267 e falar com um atendente da ANP. Você deverá informar o nome e o endereço do posto, o tipo de combustível, o preço cobrado, a data e a hora da compra, e a placa do seu veículo. Você também pode solicitar uma visita técnica da ANP ao posto.

    • Pelo aplicativo: Você pode baixar o aplicativo ANP no Posto no seu celular e fazer a sua denúncia de forma rápida e fácil. Você poderá escanear o QR Code da nota fiscal eletrônica ou digitar o código de acesso da nota. Você também poderá tirar fotos ou gravar vídeos do posto e enviar pelo aplicativo.

    • Pessoalmente: Você pode procurar uma unidade da ANP, da Receita Federal, do Inmetro ou do Ibama na sua cidade ou região e fazer a sua denúncia pessoalmente. Você deverá levar a nota fiscal da compra do combustível e outros documentos que comprovem a irregularidade.

    Sempre que notar algo suspeito você deve denunciar o posto aos órgãos competentes pela internet, pelo telefone, pelo aplicativo ou pessoalmente. Faça seu direito valer a pena!

    O que determina o preço da gasolina?

    O preço da gasolina é composto por vários fatores, como o custo da matéria-prima (o petróleo), os impostos federais e estaduais, os custos de transporte e distribuição, e a margem de lucro dos postos de revenda.

    O preço do petróleo é definido pelo mercado internacional e varia de acordo com a oferta e a demanda. A Petrobras é a principal empresa responsável pela produção, refino e comercialização do petróleo no Brasil. Ela repassa os reajustes do preço do petróleo para as distribuidoras, que por sua vez repassam para os postos de combustíveis.

    Os impostos federais que incidem sobre a gasolina são a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE), o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). Esses impostos são fixos e representam cerca de 16% do preço final da gasolina.

    Os impostos estaduais que incidem sobre a gasolina são o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Fundo Estadual de Combate à Pobreza (FECP). Esses impostos são variáveis e representam cerca de 29% do preço final da gasolina. Cada estado define a sua própria alíquota de ICMS, que pode variar de 25% a 34%.

    Os custos de transporte e distribuição são os gastos que as distribuidoras e os postos têm para levar a gasolina até o consumidor final. Esses custos dependem da distância, do frete, da infraestrutura e da concorrência. Eles representam cerca de 12% do preço final da gasolina.

    A margem de lucro dos postos de revenda é a diferença entre o preço que eles pagam pela gasolina às distribuidoras e o preço que eles cobram dos consumidores. Essa margem depende da livre negociação entre os agentes do mercado e da concorrência entre os postos. Ela representa cerca de 14% do preço final da gasolina.

    Como o governo fiscaliza os postos de gasolina?

    O governo federal tem o dever de fiscalizar os postos de combustíveis para garantir que eles estejam cumprindo as normas técnicas, tributárias e ambientais. Os órgãos responsáveis por essa fiscalização são a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Receita Federal, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

    A ANP fiscaliza a qualidade, a quantidade e a origem dos combustíveis vendidos pelos postos. Ela verifica se a gasolina está dentro dos padrões estabelecidos pela legislação, se os bicos das bombas estão calibrados corretamente, se há adulteração ou fraude na composição dos combustíveis, se há sonegação fiscal ou evasão de divisas na compra e venda dos produtos.

    A Receita Federal fiscaliza o cumprimento das obrigações tributárias pelos postos. Ela verifica se os impostos federais estão sendo recolhidos adequadamente, se há emissão correta das notas fiscais eletrônicas, se há compatibilidade entre as informações declaradas pelos postos e as informações fornecidas pelas distribuidoras.

    O Inmetro fiscaliza a conformidade metrológica dos instrumentos utilizados pelos postos. Ele verifica se as bombas medidoras estão funcionando corretamente, se há erros na medição do volume dos combustíveis, se há fraudes nos dispositivos eletrônicos ou mecânicos das bombas.

    O Ibama fiscaliza o cumprimento das normas ambientais pelos postos. Ele verifica se há vazamentos ou derramamentos de combustíveis, se há contaminação do solo ou da água, se há emissão de poluentes atmosféricos, se há descarte adequado dos resíduos gerados pela atividade.

    Como você pode denunciar os abusos?

    Se você suspeitar que um posto de gasolina está cobrando um preço abusivo, vendendo um produto adulterado ou sonegando impostos, você pode denunciar aos órgãos competentes. Você pode fazer isso de várias formas, como:

    • Pela internet: Você pode acessar o site do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e preencher um formulário online com os dados do posto e a descrição da irregularidade. Você também pode enviar fotos ou vídeos como provas. O MJSP encaminhará a sua denúncia para a ANP, a Receita Federal, o Inmetro ou o Ibama, conforme o caso.

    • Pelo telefone: Você pode ligar para o número 0800 970 0267 e falar com um atendente da ANP. Você deverá informar o nome e o endereço do posto, o tipo de combustível, o preço cobrado, a data e a hora da compra, e a placa do seu veículo. Você também pode solicitar uma visita técnica da ANP ao posto.

    • Pelo aplicativo: Você pode baixar o aplicativo ANP no Posto no seu celular e fazer a sua denúncia de forma rápida e fácil. Você poderá escanear o QR Code da nota fiscal eletrônica ou digitar o código de acesso da nota. Você também poderá tirar fotos ou gravar vídeos do posto e enviar pelo aplicativo.

    • Pessoalmente: Você pode procurar uma unidade da ANP, da Receita Federal, do Inmetro ou do Ibama na sua cidade ou região e fazer a sua denúncia pessoalmente. Você deverá levar a nota fiscal da compra do combustível e outros documentos que comprovem a irregularidade.

    Sempre que notar algo suspeito você deve denunciar o posto aos órgãos competentes pela internet, pelo telefone, pelo aplicativo ou pessoalmente. Faça seu direito valer a pena!

  • Evergrande: a crise imobiliária que abala a China e o Brasil

    Evergrande: a crise imobiliária que abala a China e o Brasil

    A Evergrande é uma das maiores empresas de construção civil da China, mas está à beira da falência por causa de uma enorme dívida de mais de 300 bilhões de dólares.

    A empresa não conseguiu pagar os juros de seus títulos e está tentando reestruturar suas obrigações com os credores. A crise da Evergrande tem causado pânico nos mercados financeiros e pode ter graves consequências para a economia chinesa e global.

    A origem da crise está na política do governo chinês de controlar o endividamento excessivo no setor imobiliário, que representa cerca de 25% do PIB do país. O governo impôs regras mais rígidas para limitar o crescimento das dívidas das empresas e o aumento dos preços dos imóveis. A Evergrande, que foi fundada em 1996 e se tornou a segunda maior incorporadora do país em 2020, não se adaptou às novas normas e enfrentou problemas de caixa para financiar seus projetos e pagar seus fornecedores, funcionários e clientes.

    A empresa divulgou recentemente seus resultados financeiros atrasados, que mostraram enormes prejuízos em 2021 e 2022, além de uma dívida total de 340 bilhões de dólares, que supera o valor de seus ativos. A empresa também pediu proteção contra credores nos Estados Unidos, sob o Capítulo 15 do código de falências, que se aplica a casos de insolvência envolvendo vários países. Os credores poderão votar em um plano de reestruturação neste mês.

    A crise da Evergrande é considerada um risco sistêmico para a economia chinesa, que já está desacelerando por causa da pandemia e das tensões comerciais com os Estados Unidos. A empresa é responsável por cerca de 2% do PIB da China e emprega mais de 200 mil pessoas. Além disso, a empresa tem milhões de clientes que compraram imóveis na planta e podem não receber suas casas. A empresa também tem impacto nos mercados internacionais, pois tem investidores estrangeiros que compraram seus títulos e ações.

    O governo chinês tem monitorado a situação e tentado evitar um colapso da Evergrande, mas sem interferir diretamente na empresa. O governo tem incentivado a empresa a negociar com seus credores e a vender alguns de seus ativos para levantar recursos. O governo também tem injetado liquidez no sistema financeiro e oferecido apoio aos bancos e outras empresas afetadas pela crise. O objetivo é evitar uma reação em cadeia que possa provocar uma crise de confiança e uma fuga de capitais.

    A crise da Evergrande é um teste para a capacidade do governo chinês de gerenciar os riscos do setor imobiliário, que é vital para o crescimento econômico e social do país. A crise também é um alerta para os investidores e as autoridades internacionais sobre os desafios e as oportunidades da segunda maior economia do mundo.

    A empresa não conseguiu pagar os juros de seus títulos e está tentando reestruturar suas obrigações com os credores. A crise da Evergrande tem causado pânico nos mercados financeiros e pode ter graves consequências para a economia chinesa e global.

    A origem da crise está na política do governo chinês de controlar o endividamento excessivo no setor imobiliário, que representa cerca de 25% do PIB do país. O governo impôs regras mais rígidas para limitar o crescimento das dívidas das empresas e o aumento dos preços dos imóveis. A Evergrande, que foi fundada em 1996 e se tornou a segunda maior incorporadora do país em 2020, não se adaptou às novas normas e enfrentou problemas de caixa para financiar seus projetos e pagar seus fornecedores, funcionários e clientes.

    A empresa divulgou recentemente seus resultados financeiros atrasados, que mostraram enormes prejuízos em 2021 e 2022, além de uma dívida total de 340 bilhões de dólares, que supera o valor de seus ativos. A empresa também pediu proteção contra credores nos Estados Unidos, sob o Capítulo 15 do código de falências, que se aplica a casos de insolvência envolvendo vários países. Os credores poderão votar em um plano de reestruturação neste mês.

    A crise da Evergrande é considerada um risco sistêmico para a economia chinesa, que já está desacelerando por causa da pandemia e das tensões comerciais com os Estados Unidos. A empresa é responsável por cerca de 2% do PIB da China e emprega mais de 200 mil pessoas. Além disso, a empresa tem milhões de clientes que compraram imóveis na planta e podem não receber suas casas. A empresa também tem impacto nos mercados internacionais, pois tem investidores estrangeiros que compraram seus títulos e ações.

    O governo chinês tem monitorado a situação e tentado evitar um colapso da Evergrande, mas sem interferir diretamente na empresa. O governo tem incentivado a empresa a negociar com seus credores e a vender alguns de seus ativos para levantar recursos. O governo também tem injetado liquidez no sistema financeiro e oferecido apoio aos bancos e outras empresas afetadas pela crise. O objetivo é evitar uma reação em cadeia que possa provocar uma crise de confiança e uma fuga de capitais.

    A crise da Evergrande é um teste para a capacidade do governo chinês de gerenciar os riscos do setor imobiliário, que é vital para o crescimento econômico e social do país. A crise também é um alerta para os investidores e as autoridades internacionais sobre os desafios e as oportunidades da segunda maior economia do mundo.

  • Evergrande e Ibovespa: Como a crise imobiliária na China ameaça economia nacional

    Evergrande e Ibovespa: Como a crise imobiliária na China ameaça economia nacional

    A China enfrenta uma grave crise no setor imobiliário, que pode ter efeitos devastadores para a economia do país e do mundo.

    Dois dos maiores grupos imobiliários da China, o Country Garden e o Evergrande, estão à beira da falência, com dívidas bilionárias e obras paralisadas.

    O setor imobiliário é um dos pilares da economia chinesa, responsável por cerca de 25% do PIB. Milhões de pessoas compram imóveis na China como forma de investimento e poupança. Mas a crise sanitária e a desaceleração econômica reduziram a demanda e os preços dos imóveis, especialmente nas cidades pequenas, onde esses grupos são mais atuantes.

    A situação financeira dos grupos imobiliários afeta não apenas os compradores, que pagam antecipadamente pelos imóveis e correm o risco de não receber as chaves, mas também os investidores, que emprestaram dinheiro para essas empresas. Muitos desses investidores são empresas financeiras ou indivíduos ricos, que podem sofrer grandes perdas se os grupos imobiliários não pagarem suas dívidas.

    A crise imobiliária também pode ter impactos no sistema financeiro da China, que pode estar exposto a riscos ocultos. Um exemplo é o conglomerado Zhongzhi, que gerencia ativos de mais de 100 bilhões de dólares e está com dificuldades para honrar seus compromissos. Se esse conglomerado entrar em default, pode revelar os problemas de outras empresas financeiras que estão envolvidas no setor imobiliário.

    A crise imobiliária na China pode ter consequências imensuráveis para a economia global, já que a China é o maior parceiro comercial de muitos países e um dos principais motores do crescimento mundial. Se a crise se agravar, pode provocar uma queda na confiança dos consumidores e dos mercados, uma redução na demanda por produtos e serviços, uma desvalorização da moeda chinesa e uma fuga de capitais do país.

    Por isso, é importante que o governo chinês tome medidas para evitar um colapso do setor imobiliário e garantir a estabilidade econômica e social do país. Algumas dessas medidas podem ser: criar padrões éticos e regulatórios para o setor, aumentar a transparência e a responsabilidade das empresas, estimular o consumo doméstico e a diversificação econômica, e fortalecer a cooperação internacional.

    Dois dos maiores grupos imobiliários da China, o Country Garden e o Evergrande, estão à beira da falência, com dívidas bilionárias e obras paralisadas.

    O setor imobiliário é um dos pilares da economia chinesa, responsável por cerca de 25% do PIB. Milhões de pessoas compram imóveis na China como forma de investimento e poupança. Mas a crise sanitária e a desaceleração econômica reduziram a demanda e os preços dos imóveis, especialmente nas cidades pequenas, onde esses grupos são mais atuantes.

    A situação financeira dos grupos imobiliários afeta não apenas os compradores, que pagam antecipadamente pelos imóveis e correm o risco de não receber as chaves, mas também os investidores, que emprestaram dinheiro para essas empresas. Muitos desses investidores são empresas financeiras ou indivíduos ricos, que podem sofrer grandes perdas se os grupos imobiliários não pagarem suas dívidas.

    A crise imobiliária também pode ter impactos no sistema financeiro da China, que pode estar exposto a riscos ocultos. Um exemplo é o conglomerado Zhongzhi, que gerencia ativos de mais de 100 bilhões de dólares e está com dificuldades para honrar seus compromissos. Se esse conglomerado entrar em default, pode revelar os problemas de outras empresas financeiras que estão envolvidas no setor imobiliário.

    A crise imobiliária na China pode ter consequências imensuráveis para a economia global, já que a China é o maior parceiro comercial de muitos países e um dos principais motores do crescimento mundial. Se a crise se agravar, pode provocar uma queda na confiança dos consumidores e dos mercados, uma redução na demanda por produtos e serviços, uma desvalorização da moeda chinesa e uma fuga de capitais do país.

    Por isso, é importante que o governo chinês tome medidas para evitar um colapso do setor imobiliário e garantir a estabilidade econômica e social do país. Algumas dessas medidas podem ser: criar padrões éticos e regulatórios para o setor, aumentar a transparência e a responsabilidade das empresas, estimular o consumo doméstico e a diversificação econômica, e fortalecer a cooperação internacional.

  • Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria: o que você precisa saber sobre o maior evento de inovação da América Latina

    Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria: o que você precisa saber sobre o maior evento de inovação da América Latina

    O congresso brasileiro de inovação da indústria é um evento que reúne pessoas que se interessam por inovação, ou seja, por criar novas soluções para os problemas e desafios da indústria brasileira.

    O evento acontece a cada dois anos e é organizado pela Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), que é um grupo formado por empresários, governantes, pesquisadores e especialistas em inovação.

    Qual é o objetivo do congresso? O objetivo é discutir e compartilhar experiências sobre como a inovação pode tornar a indústria brasileira mais competitiva e sustentável, ou seja, capaz de produzir mais e melhor, respeitando o meio ambiente e a sociedade. O congresso também busca estimular a criação de políticas públicas que apoiem a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação (PD&I) na indústria.

    Quando e onde será o próximo congresso? O próximo congresso será nos dias 27 e 28 de setembro de 2023, no São Paulo Expo, que é um centro de exposições na cidade de São Paulo. O tema do congresso será “Ecoinovação: rumo à indústria competitiva e sustentável”.

    O que vai acontecer no congresso? O congresso vai contar com várias atividades, como palestras, painéis, exposições, lançamentos e premiações relacionados à inovação e sustentabilidade na indústria. Alguns dos assuntos que serão abordados são: bioeconomia, que é o uso de recursos biológicos para gerar produtos e serviços; energias renováveis, que são fontes de energia limpas e inesgotáveis; descarbonização, que é a redução das emissões de gases que causam o aquecimento global; economia verde, que é um modelo de desenvolvimento que busca harmonizar o crescimento econômico com a preservação ambiental; digitalização, que é a transformação dos processos industriais por meio da tecnologia digital; educação e formação profissional, que são fundamentais para preparar os trabalhadores para as novas demandas do mercado; mercado de capitais e ESG, que são critérios ambientais, sociais e de governança que influenciam as decisões dos investidores.

    Como participar do congresso? Se você tem interesse em participar do congresso, pode se inscrever gratuitamente na plataforma virtual do evento. Lá você poderá acompanhar as atividades ao vivo ou gravadas, interagir com os palestrantes e outros participantes, fazer perguntas e comentários, acessar materiais exclusivos e muito mais. O congresso é uma oportunidade para você conhecer as tendências da inovação no Brasil e no mundo, se inspirar com casos de sucesso, fazer contatos e negócios, e contribuir para o desenvolvimento de um ecossistema de inovação mais forte e dinâmico no país.

    O evento acontece a cada dois anos e é organizado pela Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), que é um grupo formado por empresários, governantes, pesquisadores e especialistas em inovação.

    Qual é o objetivo do congresso? O objetivo é discutir e compartilhar experiências sobre como a inovação pode tornar a indústria brasileira mais competitiva e sustentável, ou seja, capaz de produzir mais e melhor, respeitando o meio ambiente e a sociedade. O congresso também busca estimular a criação de políticas públicas que apoiem a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação (PD&I) na indústria.

    Quando e onde será o próximo congresso? O próximo congresso será nos dias 27 e 28 de setembro de 2023, no São Paulo Expo, que é um centro de exposições na cidade de São Paulo. O tema do congresso será “Ecoinovação: rumo à indústria competitiva e sustentável”.

    O que vai acontecer no congresso? O congresso vai contar com várias atividades, como palestras, painéis, exposições, lançamentos e premiações relacionados à inovação e sustentabilidade na indústria. Alguns dos assuntos que serão abordados são: bioeconomia, que é o uso de recursos biológicos para gerar produtos e serviços; energias renováveis, que são fontes de energia limpas e inesgotáveis; descarbonização, que é a redução das emissões de gases que causam o aquecimento global; economia verde, que é um modelo de desenvolvimento que busca harmonizar o crescimento econômico com a preservação ambiental; digitalização, que é a transformação dos processos industriais por meio da tecnologia digital; educação e formação profissional, que são fundamentais para preparar os trabalhadores para as novas demandas do mercado; mercado de capitais e ESG, que são critérios ambientais, sociais e de governança que influenciam as decisões dos investidores.

    Como participar do congresso? Se você tem interesse em participar do congresso, pode se inscrever gratuitamente na plataforma virtual do evento. Lá você poderá acompanhar as atividades ao vivo ou gravadas, interagir com os palestrantes e outros participantes, fazer perguntas e comentários, acessar materiais exclusivos e muito mais. O congresso é uma oportunidade para você conhecer as tendências da inovação no Brasil e no mundo, se inspirar com casos de sucesso, fazer contatos e negócios, e contribuir para o desenvolvimento de um ecossistema de inovação mais forte e dinâmico no país.

  • O que dá para construir com o salário do Neymar no Al-Hilal?

    O que dá para construir com o salário do Neymar no Al-Hilal?

    Neymar é um dos jogadores de futebol mais famosos e bem pagos do mundo. Recentemente, ele surpreendeu a todos ao trocar o Paris Saint-Germain, da França, pelo Al-Hilal, da Arábia Saudita, em um contrato milionário.

    Mas você sabe o que dá para construir com o salário do Neymar no Al-Hilal? Neste artigo, vamos comparar o valor que ele vai receber por mês com o preço dos imóveis no Brasil.

    O salário do Neymar no Al-Hilal

    De acordo com as notícias, Neymar foi oficialmente anunciado no Al-Hilal, clube da Arábia Saudita, com um contrato de duas temporadas que prevê um salário de € 320 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão) . Isso significa que ele vai ganhar cerca de R$ 70,8 milhões por mês, ou R$ 2,4 milhões por dia. Esse valor é equivalente a mais de 14 mil salários mínimos no Brasil, que em 2023 é de R$ 5.000.

    O preço dos imóveis no Brasil

    Para saber o que dá para construir com o salário do Neymar no Al-Hilal, vamos usar como referência o Índice FipeZap, que acompanha os preços de imóveis residenciais e comerciais no Brasil. Segundo esse índice, o preço médio do metro quadrado dos imóveis à venda no país foi de R$ 7.941 em fevereiro de 2023 . Esse valor varia de acordo com a localização, o tipo e o tamanho do imóvel.

    O que dá para construir com o salário do Neymar no Al-Hilal?

    Considerando o preço médio do metro quadrado dos imóveis à venda no Brasil, com o salário mensal do Neymar no Al-Hilal seria possível comprar cerca de 8.914 metros quadrados de imóveis no Brasil, ou seja, cerca de 89 apartamentos de 100 metros quadrados cada. Esses apartamentos poderiam ser distribuídos em diferentes cidades ou regiões do país, dependendo da preferência do jogador.

    Entre as capitais avaliadas pelo índice FipeZap, São Paulo registrou o maior preço médio do metro quadrado, com R$ 9.787 . Nessa cidade, com o salário mensal do Neymar no Al-Hilal seria possível comprar cerca de 7.233 metros quadrados de imóveis, ou seja, cerca de 72 apartamentos de 100 metros quadrados cada. Esses apartamentos poderiam ser localizados em bairros nobres como Jardins, Itaim Bibi ou Vila Nova Conceição.

    Já entre as capitais com o menor preço médio do metro quadrado, João Pessoa se destacou com R$ 4.331 . Nessa cidade, com o salário mensal do Neymar no Al-Hilal seria possível comprar cerca de 16.345 metros quadrados de imóveis, ou seja, cerca de 163 apartamentos de 100 metros quadrados cada. Esses apartamentos poderiam ser situados em áreas próximas ao mar como Cabo Branco, Tambaú ou Manaíra.

    O salário do Neymar no Al-Hilal é impressionante e permite que ele possa construir uma verdadeira fortuna em imóveis no Brasil. No entanto, é importante lembrar que esse valor também está sujeito a impostos e taxas que podem reduzir o seu poder de compra. Além disso, há outros fatores que podem influenciar na decisão de investir em imóveis, como a qualidade de vida, a segurança e a rentabilidade.

    Mas você sabe o que dá para construir com o salário do Neymar no Al-Hilal? Neste artigo, vamos comparar o valor que ele vai receber por mês com o preço dos imóveis no Brasil.

    O salário do Neymar no Al-Hilal

    De acordo com as notícias, Neymar foi oficialmente anunciado no Al-Hilal, clube da Arábia Saudita, com um contrato de duas temporadas que prevê um salário de € 320 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão) . Isso significa que ele vai ganhar cerca de R$ 70,8 milhões por mês, ou R$ 2,4 milhões por dia. Esse valor é equivalente a mais de 14 mil salários mínimos no Brasil, que em 2023 é de R$ 5.000.

    O preço dos imóveis no Brasil

    Para saber o que dá para construir com o salário do Neymar no Al-Hilal, vamos usar como referência o Índice FipeZap, que acompanha os preços de imóveis residenciais e comerciais no Brasil. Segundo esse índice, o preço médio do metro quadrado dos imóveis à venda no país foi de R$ 7.941 em fevereiro de 2023 . Esse valor varia de acordo com a localização, o tipo e o tamanho do imóvel.

    O que dá para construir com o salário do Neymar no Al-Hilal?

    Considerando o preço médio do metro quadrado dos imóveis à venda no Brasil, com o salário mensal do Neymar no Al-Hilal seria possível comprar cerca de 8.914 metros quadrados de imóveis no Brasil, ou seja, cerca de 89 apartamentos de 100 metros quadrados cada. Esses apartamentos poderiam ser distribuídos em diferentes cidades ou regiões do país, dependendo da preferência do jogador.

    Entre as capitais avaliadas pelo índice FipeZap, São Paulo registrou o maior preço médio do metro quadrado, com R$ 9.787 . Nessa cidade, com o salário mensal do Neymar no Al-Hilal seria possível comprar cerca de 7.233 metros quadrados de imóveis, ou seja, cerca de 72 apartamentos de 100 metros quadrados cada. Esses apartamentos poderiam ser localizados em bairros nobres como Jardins, Itaim Bibi ou Vila Nova Conceição.

    Já entre as capitais com o menor preço médio do metro quadrado, João Pessoa se destacou com R$ 4.331 . Nessa cidade, com o salário mensal do Neymar no Al-Hilal seria possível comprar cerca de 16.345 metros quadrados de imóveis, ou seja, cerca de 163 apartamentos de 100 metros quadrados cada. Esses apartamentos poderiam ser situados em áreas próximas ao mar como Cabo Branco, Tambaú ou Manaíra.

    O salário do Neymar no Al-Hilal é impressionante e permite que ele possa construir uma verdadeira fortuna em imóveis no Brasil. No entanto, é importante lembrar que esse valor também está sujeito a impostos e taxas que podem reduzir o seu poder de compra. Além disso, há outros fatores que podem influenciar na decisão de investir em imóveis, como a qualidade de vida, a segurança e a rentabilidade.

  • Aumento gasolina: 5 motivos para utilizar o etanol no lugar do combustível

    Aumento gasolina: 5 motivos para utilizar o etanol no lugar do combustível

    O etanol é um combustível renovável, produzido a partir da cana-de-açúcar, que pode substituir a gasolina nos veículos flex.

    Mas quais são as vantagens de optar pelo álcool na hora de abastecer? Veja a seguir cinco motivos para utilizar o etanol no lugar da gasolina.

    1. Economia

    O etanol pode ser mais econômico do que a gasolina, dependendo do preço e do consumo do veículo. Uma forma simples de comparar é usar a regra dos 70%: se o preço do etanol for menor ou igual a 70% do preço da gasolina, vale a pena abastecer com álcool. Isso porque o etanol tem um rendimento menor do que a gasolina, cerca de 30% a menos.

    Segundo levantamento da Ticket Log, em julho de 2023, abastecer com etanol era vantajoso em sete estados: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e São Paulo. Além disso, a Petrobras anunciou nesta terça-feira (15) um aumento nos preços da gasolina e do diesel nas refinarias, o que pode tornar o etanol ainda mais competitivo.

    2. Sustentabilidade

    O etanol é considerado um combustível sustentável, pois contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Isso porque o ciclo de vida do etanol é neutro em carbono: o CO2 que é liberado na queima do combustível é absorvido pela cana-de-açúcar durante o seu crescimento.

    Além disso, o etanol tem um menor teor de enxofre e de outros poluentes do que a gasolina, o que melhora a qualidade do ar e reduz os impactos na saúde humana e no meio ambiente.

    3. Desempenho

    O etanol tem uma maior octanagem do que a gasolina, ou seja, uma maior resistência à detonação. Isso significa que o etanol permite uma maior taxa de compressão no motor, o que resulta em uma maior potência e torque. Por isso, muitos motoristas preferem o etanol pela sensação de melhor desempenho do veículo.

    4. Segurança

    O etanol tem uma menor volatilidade do que a gasolina, ou seja, uma menor tendência a evaporar. Isso reduz o risco de incêndio e explosão em caso de vazamento ou acidente. Além disso, o etanol tem uma menor toxicidade do que a gasolina, o que diminui os danos em caso de ingestão ou contato com a pele.

    5. Independência energética

    O etanol é um combustível nacional, produzido em larga escala no Brasil desde os anos 1970, como parte do Programa Nacional do Álcool (Proálcool). O uso do etanol reduz a dependência do país da importação de petróleo e seus derivados, contribuindo para a soberania e a segurança energética nacional.

    O etanol é um combustível que oferece diversas vantagens em relação à gasolina, como economia, sustentabilidade, desempenho, segurança e independência energética. Por isso, vale a pena considerar o uso do álcool na hora de abastecer o seu veículo flex.

    Mas quais são as vantagens de optar pelo álcool na hora de abastecer? Veja a seguir cinco motivos para utilizar o etanol no lugar da gasolina.

    1. Economia

    O etanol pode ser mais econômico do que a gasolina, dependendo do preço e do consumo do veículo. Uma forma simples de comparar é usar a regra dos 70%: se o preço do etanol for menor ou igual a 70% do preço da gasolina, vale a pena abastecer com álcool. Isso porque o etanol tem um rendimento menor do que a gasolina, cerca de 30% a menos.

    Segundo levantamento da Ticket Log, em julho de 2023, abastecer com etanol era vantajoso em sete estados: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e São Paulo. Além disso, a Petrobras anunciou nesta terça-feira (15) um aumento nos preços da gasolina e do diesel nas refinarias, o que pode tornar o etanol ainda mais competitivo.

    2. Sustentabilidade

    O etanol é considerado um combustível sustentável, pois contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Isso porque o ciclo de vida do etanol é neutro em carbono: o CO2 que é liberado na queima do combustível é absorvido pela cana-de-açúcar durante o seu crescimento.

    Além disso, o etanol tem um menor teor de enxofre e de outros poluentes do que a gasolina, o que melhora a qualidade do ar e reduz os impactos na saúde humana e no meio ambiente.

    3. Desempenho

    O etanol tem uma maior octanagem do que a gasolina, ou seja, uma maior resistência à detonação. Isso significa que o etanol permite uma maior taxa de compressão no motor, o que resulta em uma maior potência e torque. Por isso, muitos motoristas preferem o etanol pela sensação de melhor desempenho do veículo.

    4. Segurança

    O etanol tem uma menor volatilidade do que a gasolina, ou seja, uma menor tendência a evaporar. Isso reduz o risco de incêndio e explosão em caso de vazamento ou acidente. Além disso, o etanol tem uma menor toxicidade do que a gasolina, o que diminui os danos em caso de ingestão ou contato com a pele.

    5. Independência energética

    O etanol é um combustível nacional, produzido em larga escala no Brasil desde os anos 1970, como parte do Programa Nacional do Álcool (Proálcool). O uso do etanol reduz a dependência do país da importação de petróleo e seus derivados, contribuindo para a soberania e a segurança energética nacional.

    O etanol é um combustível que oferece diversas vantagens em relação à gasolina, como economia, sustentabilidade, desempenho, segurança e independência energética. Por isso, vale a pena considerar o uso do álcool na hora de abastecer o seu veículo flex.

  • Powershoring: Como o Brasil pode se tornar um referencial na economia sustentável

    Powershoring: Como o Brasil pode se tornar um referencial na economia sustentável

    O Brasil tem potencial para se tornar um líder na neoindustrialização verde, que combina inovação e sustentabilidade.

    Foi o que afirmou o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, em uma conferência promovida pela CNI nesta terça-feira (15).

    Alckmin destacou que o país pode compensar as emissões de carbono com suas florestas tropicais, especialmente a Amazônia, que é a maior e mais importante do mundo. Ele também citou o papel do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) na pesquisa e criação de novos produtos com matéria prima da região, que podem gerar emprego e renda.

    O presidente em exercício ressaltou ainda os exemplos do biodiesel e do etanol como combustíveis sustentáveis que substituem o diesel e a gasolina, reduzindo a poluição. Ele disse que o Brasil não importa mais óleo diesel e que tem a gasolina mais verde do mundo, com 27% de etanol.

    Além disso, Alckmin defendeu a necessidade de criar padrões éticos, transparência e educação para o desenvolvimento da inteligência artificial, que é uma das áreas mais promissoras da inovação. Ele também enfatizou a importância de investir em pesquisa e inovação para competir no mercado global.

    O presidente em exercício concluiu que o Brasil tem uma grande oportunidade de se tornar um referencial na neoindustrialização verde, que é o futuro da economia mundial. Ele disse que o governo e a indústria devem trabalhar juntos para aproveitar esse potencial e gerar benefícios para o país e para o planeta.

    Foi o que afirmou o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, em uma conferência promovida pela CNI nesta terça-feira (15).

    Alckmin destacou que o país pode compensar as emissões de carbono com suas florestas tropicais, especialmente a Amazônia, que é a maior e mais importante do mundo. Ele também citou o papel do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) na pesquisa e criação de novos produtos com matéria prima da região, que podem gerar emprego e renda.

    O presidente em exercício ressaltou ainda os exemplos do biodiesel e do etanol como combustíveis sustentáveis que substituem o diesel e a gasolina, reduzindo a poluição. Ele disse que o Brasil não importa mais óleo diesel e que tem a gasolina mais verde do mundo, com 27% de etanol.

    Além disso, Alckmin defendeu a necessidade de criar padrões éticos, transparência e educação para o desenvolvimento da inteligência artificial, que é uma das áreas mais promissoras da inovação. Ele também enfatizou a importância de investir em pesquisa e inovação para competir no mercado global.

    O presidente em exercício concluiu que o Brasil tem uma grande oportunidade de se tornar um referencial na neoindustrialização verde, que é o futuro da economia mundial. Ele disse que o governo e a indústria devem trabalhar juntos para aproveitar esse potencial e gerar benefícios para o país e para o planeta.

  • Gasolina: mesmo com o aumento, combustível ainda tem defasagem em relação ao preço internacional

    Gasolina: mesmo com o aumento, combustível ainda tem defasagem em relação ao preço internacional

    A Petrobras anunciou um aumento de 16,3% no preço da gasolina nas refinarias, que passa a valer a partir de quarta-feira (16).

    A Petrobras segue uma política de paridade com os preços externos, que leva em conta a cotação do petróleo, o câmbio e os custos de importação.

    A empresa brasileira de energia, tem mantido os preços dos combustíveis abaixo das cotações internacionais, mesmo com o aumento global do petróleo. Notavelmente, a gasolina está 45% mais barata e o diesel, 31% mais acessível nas refinarias da estatal. Essa estratégia tem como objetivo mitigar os impactos diretos das flutuações internacionais nos bolsos dos consumidores.

    No entanto, essa diferença entre os preços internos e externos não é isenta de consequências. A redução das importações de combustíveis e os problemas no abastecimento interno têm sido evidentes. Postos de 11 Estados brasileiros enfrentam dificuldades para adquirir diesel, revelando os desafios causados pela defasagem de preços.

    Para lidar com essas questões, a Petrobras implementou uma nova política de preços em maio, buscando maior estabilidade. Essa política leva em consideração diferentes referências, além do Preço de Paridade de Importação (PPI). Apesar de não ter reajustado os preços desde 1º de julho, a estatal mantém a flexibilidade para fazer ajustes quando necessário.

    A Petrobras enfrenta o desafio de equilibrar preços acessíveis para os consumidores brasileiros enquanto se adapta às dinâmicas globais do mercado de energia. A nova política de preços é um passo em direção a uma abordagem mais estratégica, buscando minimizar os impactos negativos e garantir um suprimento estável de combustíveis no país.

    A Petrobras segue uma política de paridade com os preços externos, que leva em conta a cotação do petróleo, o câmbio e os custos de importação.

    A empresa brasileira de energia, tem mantido os preços dos combustíveis abaixo das cotações internacionais, mesmo com o aumento global do petróleo. Notavelmente, a gasolina está 45% mais barata e o diesel, 31% mais acessível nas refinarias da estatal. Essa estratégia tem como objetivo mitigar os impactos diretos das flutuações internacionais nos bolsos dos consumidores.

    No entanto, essa diferença entre os preços internos e externos não é isenta de consequências. A redução das importações de combustíveis e os problemas no abastecimento interno têm sido evidentes. Postos de 11 Estados brasileiros enfrentam dificuldades para adquirir diesel, revelando os desafios causados pela defasagem de preços.

    Para lidar com essas questões, a Petrobras implementou uma nova política de preços em maio, buscando maior estabilidade. Essa política leva em consideração diferentes referências, além do Preço de Paridade de Importação (PPI). Apesar de não ter reajustado os preços desde 1º de julho, a estatal mantém a flexibilidade para fazer ajustes quando necessário.

    A Petrobras enfrenta o desafio de equilibrar preços acessíveis para os consumidores brasileiros enquanto se adapta às dinâmicas globais do mercado de energia. A nova política de preços é um passo em direção a uma abordagem mais estratégica, buscando minimizar os impactos negativos e garantir um suprimento estável de combustíveis no país.

  • Apagão no Brasil: O que causou o blackout que atingiu 18 estados e o DF

    Apagão no Brasil: O que causou o blackout que atingiu 18 estados e o DF

    Na manhã desta terça-feira (15), um apagão no Brasil atingiu várias cidades, causando transtornos e prejuízos para os consumidores.

    Um problema na rede de operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) causou o apagão elétrico que atingiu pelo menos 18 estados e o Distrito Federal. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que a interrupção ocorreu devido à abertura da interligação Norte/Sudeste, às 8h31, e que as causas ainda estão sendo investigadas.

    Segundo o ONS, o problema interrompeu a transmissão de 16 mil megawatts (MW) de carga, o que levou à falta de energia em estados do Norte, do Nordeste e do Sudeste. 

    A recomposição já foi iniciada em todas as regiões e até às 9h16, 6 mil MW já haviam sido restaurados. A equipe do Ministério de Minas e Energia (MME) está trabalhando para que a carga seja plenamente restabelecida o mais breve possível. O ministro Alexandre Silveira determinou a criação de uma sala de situação e acompanha o processo de retomada, bem como a apuração das causas do incidente.

    O ministro está em Assunção, no Paraguai, onde acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na posse do novo presidente do Paraguai, Santiago Peña. Brasil e Paraguai compartilham a gestão da usina hidrelétrica de Itaipu, na fronteira entre os países.

    O apagão elétrico é um dos maiores registrados no país nos últimos anos.

    Muitas pessoas relataram que tiveram equipamentos elétricos danificados pela falta de energia, como geladeiras, computadores, televisores e micro-ondas.

    Se você foi afetado pelo apagão e teve algum equipamento elétrico danificado, não deixe de pedir o seu ressarcimento junto à empresa de energia da sua cidade. Você tem direito a esse benefício como consumidor e pode evitar maiores prejuízos.

    Um problema na rede de operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) causou o apagão elétrico que atingiu pelo menos 18 estados e o Distrito Federal. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que a interrupção ocorreu devido à abertura da interligação Norte/Sudeste, às 8h31, e que as causas ainda estão sendo investigadas.

    Segundo o ONS, o problema interrompeu a transmissão de 16 mil megawatts (MW) de carga, o que levou à falta de energia em estados do Norte, do Nordeste e do Sudeste. 

    A recomposição já foi iniciada em todas as regiões e até às 9h16, 6 mil MW já haviam sido restaurados. A equipe do Ministério de Minas e Energia (MME) está trabalhando para que a carga seja plenamente restabelecida o mais breve possível. O ministro Alexandre Silveira determinou a criação de uma sala de situação e acompanha o processo de retomada, bem como a apuração das causas do incidente.

    O ministro está em Assunção, no Paraguai, onde acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na posse do novo presidente do Paraguai, Santiago Peña. Brasil e Paraguai compartilham a gestão da usina hidrelétrica de Itaipu, na fronteira entre os países.

    O apagão elétrico é um dos maiores registrados no país nos últimos anos.

    Muitas pessoas relataram que tiveram equipamentos elétricos danificados pela falta de energia, como geladeiras, computadores, televisores e micro-ondas.

    Se você foi afetado pelo apagão e teve algum equipamento elétrico danificado, não deixe de pedir o seu ressarcimento junto à empresa de energia da sua cidade. Você tem direito a esse benefício como consumidor e pode evitar maiores prejuízos.

  • Apagão: Como pedir ressarcimento por danos causados em equipamentos elétricos

    Apagão: Como pedir ressarcimento por danos causados em equipamentos elétricos

    Na manhã desta terça-feira (15), um apagão atingiu várias cidades do Brasil, causando transtornos e prejuízos para os consumidores.

    Muitas pessoas relataram que tiveram equipamentos elétricos danificados pela falta de energia, como geladeiras, computadores, televisores e micro-ondas. Mas será que é possível pedir ressarcimento por esses danos? A resposta é sim, mas há alguns procedimentos que devem ser seguidos.

    O primeiro passo é entrar em contato com a operadora de energia elétrica responsável pelo fornecimento na sua região. No caso do Paraná, a empresa é a Copel, que disponibiliza os seguintes canais de atendimento: site, aplicativo, telefone 0800 51 00 116 ou agências presenciais. O consumidor deve informar o número da unidade consumidora, o equipamento danificado, a data e o horário do ocorrido e um telefone para contato.

    O prazo para fazer a solicitação de ressarcimento é de cinco anos a partir da data do dano. A Copel pode realizar uma inspeção no equipamento danificado para verificar se o problema foi causado pelo apagão. O resultado do pedido será comunicado em até 15 dias após a vistoria ou o registro da solicitação.

    Se o pedido for aceito, o pagamento do ressarcimento ocorre em até 20 dias, a partir da data da aceitação. O valor pode ser pago em dinheiro, depósito bancário, crédito na fatura ou conserto ou substituição do equipamento.

    Portanto, se você foi afetado pelo apagão e teve algum equipamento elétrico danificado, não deixe de pedir o seu ressarcimento junto à Copel. Você tem direito a esse benefício como consumidor e pode evitar maiores prejuízos.

    Muitas pessoas relataram que tiveram equipamentos elétricos danificados pela falta de energia, como geladeiras, computadores, televisores e micro-ondas. Mas será que é possível pedir ressarcimento por esses danos? A resposta é sim, mas há alguns procedimentos que devem ser seguidos.

    O primeiro passo é entrar em contato com a operadora de energia elétrica responsável pelo fornecimento na sua região. No caso do Paraná, a empresa é a Copel, que disponibiliza os seguintes canais de atendimento: site, aplicativo, telefone 0800 51 00 116 ou agências presenciais. O consumidor deve informar o número da unidade consumidora, o equipamento danificado, a data e o horário do ocorrido e um telefone para contato.

    O prazo para fazer a solicitação de ressarcimento é de cinco anos a partir da data do dano. A Copel pode realizar uma inspeção no equipamento danificado para verificar se o problema foi causado pelo apagão. O resultado do pedido será comunicado em até 15 dias após a vistoria ou o registro da solicitação.

    Se o pedido for aceito, o pagamento do ressarcimento ocorre em até 20 dias, a partir da data da aceitação. O valor pode ser pago em dinheiro, depósito bancário, crédito na fatura ou conserto ou substituição do equipamento.

    Portanto, se você foi afetado pelo apagão e teve algum equipamento elétrico danificado, não deixe de pedir o seu ressarcimento junto à Copel. Você tem direito a esse benefício como consumidor e pode evitar maiores prejuízos.