Categoria: Economia

  • BYD vai produzir carros elétricos e híbridos flex na Bahia

    BYD vai produzir carros elétricos e híbridos flex na Bahia

    A BYD, uma das maiores fabricantes de carros elétricos do mundo, anunciou que vai produzir dois modelos de veículos movidos a energia limpa na Bahia.

    A empresa chinesa vai ocupar a antiga fábrica da Ford em Camaçari, que foi fechada em janeiro de 2021, gerando uma crise econômica e social na região. O investimento previsto é de R$ 3 bilhões e a expectativa é de gerar 4 mil empregos diretos e indiretos.

    Além da produção de carros elétricos, a BYD também vai instalar um centro de pesquisa e desenvolvimento no estado, focado em motores híbridos flex, que podem funcionar com etanol. Essa tecnologia é uma demanda do mercado brasileiro, que tem uma forte produção de biocombustíveis. O presidente Lula foi um dos responsáveis por convencer os executivos da BYD a investir nesse segmento, durante uma visita à China em julho de 2023.

    O primeiro carro que vai utilizar o motor híbrido flex da BYD será o Song Plus DM-i, um SUV médio que foi o híbrido mais vendido pela empresa na China em julho de 2023. O modelo tem autonomia de até 1.000 km e pode ser recarregado em uma tomada comum, sem a necessidade de um carregador especial. O Song Plus DM-i deve chegar ao mercado brasileiro no segundo semestre de 2024, com um preço competitivo em relação aos concorrentes.

    A BYD é uma empresa que atua em diversos setores relacionados à energia limpa, como baterias, painéis solares, ônibus elétricos e trens. No Brasil, a empresa já tem fábricas em Campinas (SP), onde produz ônibus elétricos e painéis solares, e em Manaus (AM), onde fabrica baterias. A chegada da BYD na Bahia representa um avanço para o desenvolvimento sustentável do país e uma oportunidade para os consumidores que buscam alternativas mais econômicas e ecológicas para a mobilidade urbana.

    A empresa chinesa vai ocupar a antiga fábrica da Ford em Camaçari, que foi fechada em janeiro de 2021, gerando uma crise econômica e social na região. O investimento previsto é de R$ 3 bilhões e a expectativa é de gerar 4 mil empregos diretos e indiretos.

    Além da produção de carros elétricos, a BYD também vai instalar um centro de pesquisa e desenvolvimento no estado, focado em motores híbridos flex, que podem funcionar com etanol. Essa tecnologia é uma demanda do mercado brasileiro, que tem uma forte produção de biocombustíveis. O presidente Lula foi um dos responsáveis por convencer os executivos da BYD a investir nesse segmento, durante uma visita à China em julho de 2023.

    O primeiro carro que vai utilizar o motor híbrido flex da BYD será o Song Plus DM-i, um SUV médio que foi o híbrido mais vendido pela empresa na China em julho de 2023. O modelo tem autonomia de até 1.000 km e pode ser recarregado em uma tomada comum, sem a necessidade de um carregador especial. O Song Plus DM-i deve chegar ao mercado brasileiro no segundo semestre de 2024, com um preço competitivo em relação aos concorrentes.

    A BYD é uma empresa que atua em diversos setores relacionados à energia limpa, como baterias, painéis solares, ônibus elétricos e trens. No Brasil, a empresa já tem fábricas em Campinas (SP), onde produz ônibus elétricos e painéis solares, e em Manaus (AM), onde fabrica baterias. A chegada da BYD na Bahia representa um avanço para o desenvolvimento sustentável do país e uma oportunidade para os consumidores que buscam alternativas mais econômicas e ecológicas para a mobilidade urbana.

  • Novo imposto sindical: o que é, como vai funcionar e por que é polêmico

    Novo imposto sindical: o que é, como vai funcionar e por que é polêmico

    Um novo imposto sindical está sendo planejado pelo governo federal, que pode afetar milhões de trabalhadores brasileiros.

    A proposta é que a contribuição seja obrigatória e vinculada a acordos salariais entre patrões e empregados, com intermediação dos sindicatos. O valor da taxa seria definido em assembleias e teria um limite de até 1% do rendimento anual do trabalhador. Isso significa que, dependendo do salário, o trabalhador poderia pagar até três dias e meio de trabalho por ano para o sindicato.

    O objetivo do governo é fortalecer os sindicatos, que perderam arrecadação com o fim do imposto sindical em 2017, na reforma trabalhista do governo Temer. O imposto sindical era uma taxa de um dia de trabalho por ano, descontada automaticamente da folha de pagamento de todos os trabalhadores. O presidente Lula já manifestou apoio à ideia de um novo modelo de contribuição sindical, que ele diz ser diferente do antigo.

    A proposta, no entanto, tem gerado muita polêmica e críticas de vários setores da sociedade. Alguns argumentam que a contribuição deveria ser voluntária e que os sindicatos deveriam prestar contas de seus gastos e resultados. Outros questionam a legitimidade das assembleias e a representatividade dos sindicatos. Há também quem veja na proposta uma tentativa de aumentar a carga tributária dos trabalhadores e de favorecer os interesses políticos do governo.

    O texto da proposta está em fase avançada de discussão no Ministério do Trabalho e pode ser enviado ao Congresso Nacional em setembro. Se aprovado, o novo imposto sindical entraria em vigor em 2024. Os trabalhadores devem ficar atentos aos seus direitos e aos possíveis impactos dessa medida em seus salários e em suas relações de trabalho.

    A proposta é que a contribuição seja obrigatória e vinculada a acordos salariais entre patrões e empregados, com intermediação dos sindicatos. O valor da taxa seria definido em assembleias e teria um limite de até 1% do rendimento anual do trabalhador. Isso significa que, dependendo do salário, o trabalhador poderia pagar até três dias e meio de trabalho por ano para o sindicato.

    O objetivo do governo é fortalecer os sindicatos, que perderam arrecadação com o fim do imposto sindical em 2017, na reforma trabalhista do governo Temer. O imposto sindical era uma taxa de um dia de trabalho por ano, descontada automaticamente da folha de pagamento de todos os trabalhadores. O presidente Lula já manifestou apoio à ideia de um novo modelo de contribuição sindical, que ele diz ser diferente do antigo.

    A proposta, no entanto, tem gerado muita polêmica e críticas de vários setores da sociedade. Alguns argumentam que a contribuição deveria ser voluntária e que os sindicatos deveriam prestar contas de seus gastos e resultados. Outros questionam a legitimidade das assembleias e a representatividade dos sindicatos. Há também quem veja na proposta uma tentativa de aumentar a carga tributária dos trabalhadores e de favorecer os interesses políticos do governo.

    O texto da proposta está em fase avançada de discussão no Ministério do Trabalho e pode ser enviado ao Congresso Nacional em setembro. Se aprovado, o novo imposto sindical entraria em vigor em 2024. Os trabalhadores devem ficar atentos aos seus direitos e aos possíveis impactos dessa medida em seus salários e em suas relações de trabalho.

  • MEI: o que você precisa saber sobre benefícios, limitações e polêmicas

    MEI: o que você precisa saber sobre benefícios, limitações e polêmicas

    O MEI (microempreendedor individual) é uma forma de formalizar o seu negócio, pagando menos impostos e tendo alguns benefícios.

    Ele foi criado pelo governo para incentivar o empreendedorismo e a geração de renda no Brasil. Mas nem tudo são flores. O MEI também tem algumas desvantagens e críticas. Veja quais são:

    • Limite de faturamento: O MEI só pode ganhar até R$ 81 mil por ano. Se passar disso, ele perde o direito de ser MEI e tem que pagar mais impostos e taxas. Isso pode atrapalhar o crescimento do negócio.

    • Restrições de atividades: O MEI só pode exercer algumas atividades, que estão na lista do governo. Nem todas as profissões podem ser MEIs. Além disso, o MEI não pode ter sociedade ou participação em outra empresa.

    • Requisitos para benefícios: O MEI paga uma taxa mensal fixa, que varia de acordo com o setor de atuação (comércio, indústria ou serviços). Essa taxa inclui a contribuição para a Previdência Social, o ICMS e o ISS. Mas para ter direito aos benefícios previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade, o MEI precisa cumprir alguns requisitos, como ter no mínimo 180 meses de contribuição e estar em dia com as obrigações fiscais.

    • Declaração anual: O MEI precisa fazer a declaração anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI), informando o faturamento bruto do ano anterior. Essa declaração é obrigatória e deve ser feita até o dia 31 de maio de cada ano. Se o MEI não fizer a declaração ou atrasar a entrega, ele pode pagar multa e perder os benefícios do regime.

    • Emissão de nota fiscal: O MEI precisa emitir nota fiscal sempre que vender produtos ou prestar serviços para pessoas jurídicas ou para consumidores finais de outros estados. A emissão da nota fiscal é importante para comprovar a receita do MEI e evitar problemas com a fiscalização.

    • Precarização do trabalho: Alguns especialistas criticam o MEI por ser uma forma de precarização do trabalho, pois muitos trabalhadores são obrigados a se tornar MEIs para prestar serviços para empresas sem vínculo empregatício. Isso significa que eles não têm direitos trabalhistas, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego. Além disso, eles ficam sujeitos à instabilidade e à concorrência no mercado.

    • Eficácia como política pública: Outros especialistas questionam a eficácia do MEI como política pública de incentivo ao empreendedorismo e à geração de renda. Eles argumentam que muitos MEIs são empreendedores por necessidade, que atuam em atividades de baixo valor agregado e que têm dificuldades para se formalizar, se capacitar e se desenvolver. Eles também apontam que o MEI não resolve os problemas estruturais da economia brasileira, como a alta carga tributária, a burocracia, a falta de crédito e a infraestrutura precária.

    Ele foi criado pelo governo para incentivar o empreendedorismo e a geração de renda no Brasil. Mas nem tudo são flores. O MEI também tem algumas desvantagens e críticas. Veja quais são:

    • Limite de faturamento: O MEI só pode ganhar até R$ 81 mil por ano. Se passar disso, ele perde o direito de ser MEI e tem que pagar mais impostos e taxas. Isso pode atrapalhar o crescimento do negócio.

    • Restrições de atividades: O MEI só pode exercer algumas atividades, que estão na lista do governo. Nem todas as profissões podem ser MEIs. Além disso, o MEI não pode ter sociedade ou participação em outra empresa.

    • Requisitos para benefícios: O MEI paga uma taxa mensal fixa, que varia de acordo com o setor de atuação (comércio, indústria ou serviços). Essa taxa inclui a contribuição para a Previdência Social, o ICMS e o ISS. Mas para ter direito aos benefícios previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade, o MEI precisa cumprir alguns requisitos, como ter no mínimo 180 meses de contribuição e estar em dia com as obrigações fiscais.

    • Declaração anual: O MEI precisa fazer a declaração anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI), informando o faturamento bruto do ano anterior. Essa declaração é obrigatória e deve ser feita até o dia 31 de maio de cada ano. Se o MEI não fizer a declaração ou atrasar a entrega, ele pode pagar multa e perder os benefícios do regime.

    • Emissão de nota fiscal: O MEI precisa emitir nota fiscal sempre que vender produtos ou prestar serviços para pessoas jurídicas ou para consumidores finais de outros estados. A emissão da nota fiscal é importante para comprovar a receita do MEI e evitar problemas com a fiscalização.

    • Precarização do trabalho: Alguns especialistas criticam o MEI por ser uma forma de precarização do trabalho, pois muitos trabalhadores são obrigados a se tornar MEIs para prestar serviços para empresas sem vínculo empregatício. Isso significa que eles não têm direitos trabalhistas, como férias, 13º salário, FGTS e seguro-desemprego. Além disso, eles ficam sujeitos à instabilidade e à concorrência no mercado.

    • Eficácia como política pública: Outros especialistas questionam a eficácia do MEI como política pública de incentivo ao empreendedorismo e à geração de renda. Eles argumentam que muitos MEIs são empreendedores por necessidade, que atuam em atividades de baixo valor agregado e que têm dificuldades para se formalizar, se capacitar e se desenvolver. Eles também apontam que o MEI não resolve os problemas estruturais da economia brasileira, como a alta carga tributária, a burocracia, a falta de crédito e a infraestrutura precária.
  • Você sabia que o TDAH pode dar direito a um benefício do INSS?

    Você sabia que o TDAH pode dar direito a um benefício do INSS?

    O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma condição neurológica que afeta a capacidade de concentração, organização, planejamento e controle dos impulsos.

    As pessoas com TDAH podem enfrentar dificuldades na escola, no trabalho e nas relações sociais.

    Mas você sabia que o TDAH pode dar direito a um benefício assistencial do INSS? Esse benefício é chamado de BPC-LOAS e é destinado às pessoas com deficiência ou idosas que não têm condições de se sustentar ou de serem sustentadas pela família.

    Para ter direito ao BPC-LOAS, é preciso comprovar que o TDAH causa um impedimento de longo prazo (mínimo de 2 anos) que dificulta a participação na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Além disso, é necessário que a renda familiar por pessoa seja igual ou menor que 1/4 do salário mínimo atual e que esteja cadastrado no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

    O valor do benefício é de um salário mínimo mensal e não dá direito ao 13º salário. O benefício pode ser solicitado pelo Meu INSS, pelo telefone 135 ou em uma agência do INSS.

    Se você tem TDAH ou conhece alguém que tenha, fique atento aos seus direitos e procure um advogado especializado em direito previdenciário para orientá-lo sobre como requerer o benefício assistencial BPC-LOAS.

    As pessoas com TDAH podem enfrentar dificuldades na escola, no trabalho e nas relações sociais.

    Mas você sabia que o TDAH pode dar direito a um benefício assistencial do INSS? Esse benefício é chamado de BPC-LOAS e é destinado às pessoas com deficiência ou idosas que não têm condições de se sustentar ou de serem sustentadas pela família.

    Para ter direito ao BPC-LOAS, é preciso comprovar que o TDAH causa um impedimento de longo prazo (mínimo de 2 anos) que dificulta a participação na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Além disso, é necessário que a renda familiar por pessoa seja igual ou menor que 1/4 do salário mínimo atual e que esteja cadastrado no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

    O valor do benefício é de um salário mínimo mensal e não dá direito ao 13º salário. O benefício pode ser solicitado pelo Meu INSS, pelo telefone 135 ou em uma agência do INSS.

    Se você tem TDAH ou conhece alguém que tenha, fique atento aos seus direitos e procure um advogado especializado em direito previdenciário para orientá-lo sobre como requerer o benefício assistencial BPC-LOAS.

  • Quem tem TDAH tem direito a aposentadoria?

    Quem tem TDAH tem direito a aposentadoria?

    Você sabia que existe uma doença chamada TDAH, que afeta a capacidade de se concentrar e se organizar?

    O TDAH é a sigla para Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, e é uma condição neurológica que pode causar dificuldades na escola, no trabalho e na vida social. Algumas pessoas com TDAH podem ter impulsividade, hiperatividade, distração, esquecimento e procrastinação.

    Mas será que quem tem TDAH tem direito a algum benefício do governo?

    A resposta é: depende. O TDAH não é considerado uma doença que dá direito à aposentadoria, mas pode dar direito ao BPC-LOAS, que é um benefício assistencial pago pelo governo federal. O BPC-LOAS é destinado às pessoas com deficiência ou idosos que comprovem ter renda familiar inferior a ¼ do salário mínimo. Para solicitar o BPC-LOAS, é preciso ter um diagnóstico médico de TDAH e um requerimento junto ao INSS, que pode ser acompanhado por um advogado especialista em direito previdenciário.

    Se você tem TDAH ou conhece alguém que tenha, saiba que existem tratamentos e estratégias para lidar com os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O TDAH não é uma desculpa para o fracasso, mas sim um desafio a ser superado. Com apoio profissional, familiar e social, as pessoas com TDAH podem desenvolver suas potencialidades e alcançar seus objetivos.

    O TDAH é a sigla para Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, e é uma condição neurológica que pode causar dificuldades na escola, no trabalho e na vida social. Algumas pessoas com TDAH podem ter impulsividade, hiperatividade, distração, esquecimento e procrastinação.

    Mas será que quem tem TDAH tem direito a algum benefício do governo?

    A resposta é: depende. O TDAH não é considerado uma doença que dá direito à aposentadoria, mas pode dar direito ao BPC-LOAS, que é um benefício assistencial pago pelo governo federal. O BPC-LOAS é destinado às pessoas com deficiência ou idosos que comprovem ter renda familiar inferior a ¼ do salário mínimo. Para solicitar o BPC-LOAS, é preciso ter um diagnóstico médico de TDAH e um requerimento junto ao INSS, que pode ser acompanhado por um advogado especialista em direito previdenciário.

    Se você tem TDAH ou conhece alguém que tenha, saiba que existem tratamentos e estratégias para lidar com os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O TDAH não é uma desculpa para o fracasso, mas sim um desafio a ser superado. Com apoio profissional, familiar e social, as pessoas com TDAH podem desenvolver suas potencialidades e alcançar seus objetivos.

  • Como consultar o CNPJ na Receita Federal

    Como consultar o CNPJ na Receita Federal

    O CNPJ, sigla de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, é um número que identifica as empresas e outras organizações no Brasil.

    O CNPJ é como se fosse o CPF das empresas, e serve para vários fins, como pagar impostos, abrir contas bancárias, emitir notas fiscais, etc.

    Mas como consultar o CNPJ de uma empresa? Existem várias formas de fazer isso pela internet, mas uma das mais simples é usar o site da receita federal. Lá, você pode digitar o número do CNPJ que você quer saber mais informações e clicar em “Consultar”. Você vai ver um documento com os dados da empresa, como nome, endereço, atividade econômica, situação cadastral, data de abertura, etc. Você pode imprimir ou salvar esse documento em PDF.

    Além do site da receita federal, existem outros sites que oferecem o serviço de consulta de CNPJ, como o Portal Receita, o Serasa Experian ou o Canaltech. Esses sites podem ter informações adicionais ou diferentes sobre as empresas, como protestos, empresas canceladas ou ativas, etc. Mas cuidado: alguns desses sites podem cobrar pelo serviço ou exigir um cadastro prévio.

    Consultar o CNPJ de uma empresa pode ser útil para várias situações, como verificar a idoneidade de um fornecedor, fazer uma pesquisa de mercado, evitar fraudes ou golpes, etc. Por isso, é bom saber como fazer isso de forma rápida e fácil pela internet.

    O CNPJ é como se fosse o CPF das empresas, e serve para vários fins, como pagar impostos, abrir contas bancárias, emitir notas fiscais, etc.

    Mas como consultar o CNPJ de uma empresa? Existem várias formas de fazer isso pela internet, mas uma das mais simples é usar o site da receita federal. Lá, você pode digitar o número do CNPJ que você quer saber mais informações e clicar em “Consultar”. Você vai ver um documento com os dados da empresa, como nome, endereço, atividade econômica, situação cadastral, data de abertura, etc. Você pode imprimir ou salvar esse documento em PDF.

    Além do site da receita federal, existem outros sites que oferecem o serviço de consulta de CNPJ, como o Portal Receita, o Serasa Experian ou o Canaltech. Esses sites podem ter informações adicionais ou diferentes sobre as empresas, como protestos, empresas canceladas ou ativas, etc. Mas cuidado: alguns desses sites podem cobrar pelo serviço ou exigir um cadastro prévio.

    Consultar o CNPJ de uma empresa pode ser útil para várias situações, como verificar a idoneidade de um fornecedor, fazer uma pesquisa de mercado, evitar fraudes ou golpes, etc. Por isso, é bom saber como fazer isso de forma rápida e fácil pela internet.

  • Governo quer voltar a cobrar imposto sindical dos trabalhadores

    Governo quer voltar a cobrar imposto sindical dos trabalhadores

    O presidente Lula pretende enviar ao Congresso um projeto de lei que recria a cobrança obrigatória do imposto sindical, que foi extinto em 2017 pela reforma trabalhista. 

    A proposta, que ainda está em estudo pelo Ministério do Trabalho, prevê que a taxa seja vinculada aos acordos de reajuste salarial negociados pelos sindicatos e limitada a até 1% do rendimento anual do trabalhador.

    O imposto sindical era descontado anualmente de um dia de trabalho de cada empregado e repartido entre as entidades sindicais. Com a reforma trabalhista, a contribuição passou a ser opcional, o que provocou uma queda de 98% na arrecadação dos sindicatos, segundo o Dieese.

    O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defende que o novo modelo é diferente do anterior, pois será decidido em assembleia pelos próprios trabalhadores. Ele argumenta que quem não quiser pagar, terá que votar contra na assembleia. Ele também conta com o apoio de Lula, que sempre foi favorável aos sindicatos.

    As centrais sindicais apoiam a proposta como uma forma de financiar os sindicatos e garantir os direitos dos trabalhadores. Elas afirmam que a contribuição será um dos pontos discutidos nas negociações trabalhistas, junto com questões como aumentos salariais e benefícios.

    As confederações patronais, por outro lado, criticam a proposta como uma forma de onerar os trabalhadores e as empresas. Elas consideram a taxa muito alta e questionam a vinculação entre a contribuição sindical e os reajustes salariais. Elas temem que isso dificulte as negociações trabalhistas e prejudique a competitividade das empresas.

    O projeto deve ser apresentado ao presidente até o final de agosto e enviado ao Congresso até setembro. Um grupo de trabalho formado por representantes do ministério, sindicatos trabalhistas e entidades patronais está discutindo os detalhes da proposta. Uma nova reunião deve ser realizada nesta semana.

    A proposta, que ainda está em estudo pelo Ministério do Trabalho, prevê que a taxa seja vinculada aos acordos de reajuste salarial negociados pelos sindicatos e limitada a até 1% do rendimento anual do trabalhador.

    O imposto sindical era descontado anualmente de um dia de trabalho de cada empregado e repartido entre as entidades sindicais. Com a reforma trabalhista, a contribuição passou a ser opcional, o que provocou uma queda de 98% na arrecadação dos sindicatos, segundo o Dieese.

    O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defende que o novo modelo é diferente do anterior, pois será decidido em assembleia pelos próprios trabalhadores. Ele argumenta que quem não quiser pagar, terá que votar contra na assembleia. Ele também conta com o apoio de Lula, que sempre foi favorável aos sindicatos.

    As centrais sindicais apoiam a proposta como uma forma de financiar os sindicatos e garantir os direitos dos trabalhadores. Elas afirmam que a contribuição será um dos pontos discutidos nas negociações trabalhistas, junto com questões como aumentos salariais e benefícios.

    As confederações patronais, por outro lado, criticam a proposta como uma forma de onerar os trabalhadores e as empresas. Elas consideram a taxa muito alta e questionam a vinculação entre a contribuição sindical e os reajustes salariais. Elas temem que isso dificulte as negociações trabalhistas e prejudique a competitividade das empresas.

    O projeto deve ser apresentado ao presidente até o final de agosto e enviado ao Congresso até setembro. Um grupo de trabalho formado por representantes do ministério, sindicatos trabalhistas e entidades patronais está discutindo os detalhes da proposta. Uma nova reunião deve ser realizada nesta semana.

  • Como os ultra-ricos usam seus iates como escritórios remotos

    Como os ultra-ricos usam seus iates como escritórios remotos

    A pandemia mudou a forma como muitas pessoas trabalham e se divertem. Para os ultra-ricos, uma das opções é usar seus iates como escritórios remotos e escapadas.

    Eles podem aproveitar o luxo e a privacidade de navegar pelos mares, enquanto mantêm contato com seus negócios em terra.

    Mas para trabalhar a partir de iate, é preciso ter uma tecnologia de comunicação confiável e rápida. Por isso, os novos iates são projetados para acomodar as necessidades do trabalho e do lazer, bem como as de diferentes gerações.

    Eles têm escritórios domésticos completos, acesso à água e espaço para exercícios.

    A demanda por iates aumentou durante a pandemia, mas também enfrentou alguns desafios, como a invasão da Rússia à Ucrânia em 2022, que afetou os clientes russos.

    O trabalho a partir de iate é uma tendência que veio para ficar, pois reflete uma mudança na forma como os donos de iates usam seus bens. Eles não querem apenas ostentar sua riqueza, mas também aproveitar seu tempo e sua liberdade.

    Eles podem aproveitar o luxo e a privacidade de navegar pelos mares, enquanto mantêm contato com seus negócios em terra.

    Mas para trabalhar a partir de iate, é preciso ter uma tecnologia de comunicação confiável e rápida. Por isso, os novos iates são projetados para acomodar as necessidades do trabalho e do lazer, bem como as de diferentes gerações.

    Eles têm escritórios domésticos completos, acesso à água e espaço para exercícios.

    A demanda por iates aumentou durante a pandemia, mas também enfrentou alguns desafios, como a invasão da Rússia à Ucrânia em 2022, que afetou os clientes russos.

    O trabalho a partir de iate é uma tendência que veio para ficar, pois reflete uma mudança na forma como os donos de iates usam seus bens. Eles não querem apenas ostentar sua riqueza, mas também aproveitar seu tempo e sua liberdade.

  • O cientista que defende o modelo brasileiro de agricultura sustentável para a África e outros países

    O cientista que defende o modelo brasileiro de agricultura sustentável para a África e outros países

    A agricultura brasileira pode servir de exemplo para outros países que enfrentam problemas de fome, pobreza e degradação ambiental. 

    Essa é a proposta do cientista indiano-americano Rattan Lal, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2007 e o Prêmio Mundial da Alimentação em 2020.

    Ele defende que o programa brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que incentiva práticas conservacionistas e sustentáveis, seja replicado em regiões como a savana africana, que tem características semelhantes ao Cerrado brasileiro.

    Lal afirma que a agricultura pode contribuir para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, sequestrar carbono no solo, preservar a biodiversidade e recuperar áreas degradadas. Para isso, ele sugere que os produtores sejam recompensados por praticar uma agricultura melhor, que respeite o solo como um ser vivente e que use os insumos com eficiência e moderação.

    Ele também destaca o papel moral e estratégico do Brasil em ajudar os países que sofrem com a fome, a guerra e a instabilidade, compartilhando sua capacidade científica e tecnológica na agricultura tropical. Segundo ele, isso pode elevar o prestígio do Brasil e torná-lo um líder mundial.

    Essa é a proposta do cientista indiano-americano Rattan Lal, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2007 e o Prêmio Mundial da Alimentação em 2020.

    Ele defende que o programa brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que incentiva práticas conservacionistas e sustentáveis, seja replicado em regiões como a savana africana, que tem características semelhantes ao Cerrado brasileiro.

    Lal afirma que a agricultura pode contribuir para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, sequestrar carbono no solo, preservar a biodiversidade e recuperar áreas degradadas. Para isso, ele sugere que os produtores sejam recompensados por praticar uma agricultura melhor, que respeite o solo como um ser vivente e que use os insumos com eficiência e moderação.

    Ele também destaca o papel moral e estratégico do Brasil em ajudar os países que sofrem com a fome, a guerra e a instabilidade, compartilhando sua capacidade científica e tecnológica na agricultura tropical. Segundo ele, isso pode elevar o prestígio do Brasil e torná-lo um líder mundial.

  • 123 milhas: entenda o que está acontecendo e o que fazer se você comprou passagens

    123 milhas: entenda o que está acontecendo e o que fazer se você comprou passagens

    A empresa 123 Milhas anunciou a suspensão temporária de sua linha promocional de passagens aéreas, que oferecia datas flexíveis de embarque.

    A medida afeta os clientes que compraram pacotes para viajar entre setembro e dezembro de 2023. A empresa alega que a decisão foi tomada por causa das condições adversas do mercado.

    Os clientes que já receberam as passagens emitidas não serão prejudicados e poderão viajar normalmente. Já os que ainda não receberam terão o valor pago devolvido em forma de vouchers, que poderão ser usados para comprar outros produtos na 123 Milhas. Os vouchers terão uma correção monetária de 150% do CDI e poderão ser solicitados pelos canais oficiais da empresa.

    No entanto, os consumidores que se sentirem lesados podem recorrer à Justiça e aos órgãos de defesa do consumidor para exigir o reembolso em dinheiro. Segundo a advogada Renata Abalém, o contrato de adesão não pode sobrepor a legislação, que garante o direito de escolha do cliente em caso de falha na prestação de serviços. Ela também orienta os clientes a tentarem renegociar as despesas com hospedagem, alimentação e passeios que foram contratadas por fora da 123 Milhas.

    A medida afeta os clientes que compraram pacotes para viajar entre setembro e dezembro de 2023. A empresa alega que a decisão foi tomada por causa das condições adversas do mercado.

    Os clientes que já receberam as passagens emitidas não serão prejudicados e poderão viajar normalmente. Já os que ainda não receberam terão o valor pago devolvido em forma de vouchers, que poderão ser usados para comprar outros produtos na 123 Milhas. Os vouchers terão uma correção monetária de 150% do CDI e poderão ser solicitados pelos canais oficiais da empresa.

    No entanto, os consumidores que se sentirem lesados podem recorrer à Justiça e aos órgãos de defesa do consumidor para exigir o reembolso em dinheiro. Segundo a advogada Renata Abalém, o contrato de adesão não pode sobrepor a legislação, que garante o direito de escolha do cliente em caso de falha na prestação de serviços. Ela também orienta os clientes a tentarem renegociar as despesas com hospedagem, alimentação e passeios que foram contratadas por fora da 123 Milhas.