Categoria: Economia

  • Quem são os super-ricos do Brasil?

    Quem são os super-ricos do Brasil?

    Você já se perguntou quem são as pessoas mais ricas do Brasil? Quanto elas possuem de fortuna e como elas a construíram?

    A revista Forbes, especializada em negócios e economia, publica anualmente uma lista dos bilionários do mundo, ou seja, das pessoas que possuem mais de US$ 1 bilhão em patrimônio. Neste artigo, vamos conhecer os dez brasileiros que aparecem nessa lista em 2022 e descobrir um pouco mais sobre suas trajetórias e seus negócios.

    Jorge Paulo Lemann

    O primeiro lugar entre os super-ricos do Brasil é ocupado por Jorge Paulo Lemann, com uma fortuna estimada em US$ 15,4 bilhões. Lemann é empresário e investidor, sendo o principal acionista da AB InBev, a maior empresa cervejeira do mundo, que produz marcas como Budweiser, Stella Artois e Corona. Lemann também é sócio-fundador da 3G Capital, uma empresa de investimentos que controla empresas como Burger King, Kraft Heinz e Lojas Americanas. Além disso, Lemann é um dos fundadores da Fundação Estudar, uma organização sem fins lucrativos que oferece bolsas de estudo para jovens talentos brasileiros.

    Eduardo Saverin

    O segundo lugar na lista é de Eduardo Saverin, com um patrimônio de US$ 10,6 bilhões. Saverin é cofundador do Facebook, a maior rede social do mundo, que conta com mais de 2 bilhões de usuários. Saverin foi um dos responsáveis pela criação e pelo financiamento inicial da plataforma, junto com Mark Zuckerberg e outros colegas da Universidade Harvard. Em 2012, Saverin renunciou à sua cidadania americana e se mudou para Singapura, onde vive atualmente. Saverin também é um investidor anjo, que apoia startups de tecnologia na Ásia e no Brasil.

    Marcel Hermann Telles

    O terceiro lugar pertence a Marcel Hermann Telles, com uma fortuna de US$ 10,3 bilhões. Telles é investidor e acionista da AB InBev, assim como Lemann. Telles começou sua carreira no Banco Garantia, fundado por Lemann, onde se destacou pela sua habilidade em gerir empresas. Em 1989, Telles participou da compra da Brahma, uma das maiores cervejarias do Brasil na época. Em 1999, a Brahma se fundiu com a Antarctica, formando a AmBev. Em 2004, a AmBev se uniu com a belga Interbrew, criando a InBev. Em 2008, a InBev adquiriu a americana Anheuser-Busch, dando origem à AB InBev.

    Jorge Neval Moll Filho

    O quarto lugar na lista é de Jorge Neval Moll Filho, com um patrimônio de US$ 9,8 bilhões. Moll é cardiologista e empresário, fundador da Rede D’Or, a maior rede de hospitais privados do Brasil. Moll abriu seu primeiro hospital em 1977, no Rio de Janeiro. Hoje, a Rede D’Or conta com mais de 50 hospitais em sete estados brasileiros. Em 2010, Moll vendeu parte de sua participação na Rede D’Or para o fundo soberano de Cingapura (GIC) e para o fundo americano Carlyle. Em 2015, Moll criou o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), uma instituição dedicada à pesquisa científica e à formação de profissionais da saúde.

    Carlos Alberto Sicupira

    O quinto lugar é ocupado por Carlos Alberto Sicupira, com uma fortuna de US$ 8,5 bilhões. Sicupira é investidor e acionista da AB InBev, assim como Lemann e Telles. Sicupira também começou sua carreira no Banco Garantia e foi um dos responsáveis pela expansão da Brahma no mercado brasileiro. Sicupira também é sócio-fundador da 3G Capital e acionista de empresas como Lojas Americanas e B2W Digital. Além disso, Sicupira é um dos fundadores da Fundação Brava, uma organização sem fins lucrativos que apoia projetos de melhoria da gestão pública no Brasil.

    Irmãos Safra

    O sexto lugar na lista é dividido entre os irmãos Safra, com uma fortuna de US$ 7,7 bilhões cada um. Eles são herdeiros do banqueiro Joseph Safra, que faleceu em 2020. Joseph Safra foi o fundador do Banco Safra, um dos maiores bancos privados do Brasil, especializado em serviços financeiros para clientes de alta renda. Joseph Safra também era dono do J. Safra Sarasin, um banco suíço, e do Safra National Bank of New York, um banco americano. Os irmãos Safra são Alberto, David, Esther e Jacob. Eles administram o império financeiro da família, que tem origem na Síria e no Líbano.

    Lucia Maggi

    O sétimo lugar na lista é de Lucia Maggi, com uma fortuna de US$ 6,9 bilhões. Lucia é cofundadora do grupo Amaggi, o maior produtor de soja do Brasil. Lucia é viúva de André Maggi, que começou a plantar soja em Mato Grosso na década de 1970. Hoje, o grupo Amaggi possui mais de 250 mil hectares de terras cultivadas e exporta para mais de 20 países. O grupo Amaggi também atua nos setores de energia, logística e navegação. Lucia é mãe de Blairo Maggi, que foi governador de Mato Grosso e ministro da Agricultura.

    André Esteves

    O oitavo lugar pertence a André Esteves, com uma fortuna de US$ 5,8 bilhões. Esteves é presidente do conselho do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina. Esteves começou sua carreira no Banco Pactual, onde se tornou sócio aos 24 anos e presidente aos 36 anos. Em 2006, o Banco Pactual foi vendido para o banco suíço UBS. Em 2009, Esteves liderou a compra de volta do banco, que passou a se chamar BTG Pactual. Em 2015, Esteves foi preso acusado de envolvimento na Operação Lava Jato, mas foi solto em 2016 após ser inocentado das acusações.

    Luiza Trajano

    O nono lugar na lista é ocupado por Luiza Trajano, com uma fortuna de US$ 5,6 bilhões. Trajano é empresária e presidente do conselho de administração do Magazine Luiza, uma das maiores redes varejistas do Brasil. Trajano assumiu o comando da empresa em 1991, quando tinha apenas 29 anos. Desde então, ela transformou o Magazine Luiza em uma potência do comércio eletrônico e da inovação digital. Trajano também é fundadora do Grupo Mulheres do Brasil, um movimento social que reúne mais de 40 mil mulheres que atuam em diversas áreas para promover a igualdade de gênero e a cidadania.

    Alexandre Behring

    O décimo lugar na lista é de Alexandre Behring, com uma fortuna de US$ 5,4 bilhões. Behring é empresário e sócio-fundador da 3G Capital, junto com Lemann, Telles e Sicupira. Behring é o presidente do conselho da Kraft Heinz, uma das maiores empresas de alimentos do mundo. Behring também é presidente do conselho da Restaurant Brands International (RBI), a empresa que controla as redes de fast-food Burger King, Tim Hortons e Popeyes. Além disso, Behring é acionista e diretor da AB InBev e da Lojas Americanas.

    Esses são os dez super-ricos do Brasil em 2022, segundo a Forbes. Eles são donos ou sócios de empresas que atuam em diversos setores da economia e que têm impacto na vida de milhões de pessoas. Eles também são filantropos ou ativistas sociais que apoiam causas importantes para o desenvolvimento do país.

    A revista Forbes, especializada em negócios e economia, publica anualmente uma lista dos bilionários do mundo, ou seja, das pessoas que possuem mais de US$ 1 bilhão em patrimônio. Neste artigo, vamos conhecer os dez brasileiros que aparecem nessa lista em 2022 e descobrir um pouco mais sobre suas trajetórias e seus negócios.

    Jorge Paulo Lemann

    O primeiro lugar entre os super-ricos do Brasil é ocupado por Jorge Paulo Lemann, com uma fortuna estimada em US$ 15,4 bilhões. Lemann é empresário e investidor, sendo o principal acionista da AB InBev, a maior empresa cervejeira do mundo, que produz marcas como Budweiser, Stella Artois e Corona. Lemann também é sócio-fundador da 3G Capital, uma empresa de investimentos que controla empresas como Burger King, Kraft Heinz e Lojas Americanas. Além disso, Lemann é um dos fundadores da Fundação Estudar, uma organização sem fins lucrativos que oferece bolsas de estudo para jovens talentos brasileiros.

    Eduardo Saverin

    O segundo lugar na lista é de Eduardo Saverin, com um patrimônio de US$ 10,6 bilhões. Saverin é cofundador do Facebook, a maior rede social do mundo, que conta com mais de 2 bilhões de usuários. Saverin foi um dos responsáveis pela criação e pelo financiamento inicial da plataforma, junto com Mark Zuckerberg e outros colegas da Universidade Harvard. Em 2012, Saverin renunciou à sua cidadania americana e se mudou para Singapura, onde vive atualmente. Saverin também é um investidor anjo, que apoia startups de tecnologia na Ásia e no Brasil.

    Marcel Hermann Telles

    O terceiro lugar pertence a Marcel Hermann Telles, com uma fortuna de US$ 10,3 bilhões. Telles é investidor e acionista da AB InBev, assim como Lemann. Telles começou sua carreira no Banco Garantia, fundado por Lemann, onde se destacou pela sua habilidade em gerir empresas. Em 1989, Telles participou da compra da Brahma, uma das maiores cervejarias do Brasil na época. Em 1999, a Brahma se fundiu com a Antarctica, formando a AmBev. Em 2004, a AmBev se uniu com a belga Interbrew, criando a InBev. Em 2008, a InBev adquiriu a americana Anheuser-Busch, dando origem à AB InBev.

    Jorge Neval Moll Filho

    O quarto lugar na lista é de Jorge Neval Moll Filho, com um patrimônio de US$ 9,8 bilhões. Moll é cardiologista e empresário, fundador da Rede D’Or, a maior rede de hospitais privados do Brasil. Moll abriu seu primeiro hospital em 1977, no Rio de Janeiro. Hoje, a Rede D’Or conta com mais de 50 hospitais em sete estados brasileiros. Em 2010, Moll vendeu parte de sua participação na Rede D’Or para o fundo soberano de Cingapura (GIC) e para o fundo americano Carlyle. Em 2015, Moll criou o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), uma instituição dedicada à pesquisa científica e à formação de profissionais da saúde.

    Carlos Alberto Sicupira

    O quinto lugar é ocupado por Carlos Alberto Sicupira, com uma fortuna de US$ 8,5 bilhões. Sicupira é investidor e acionista da AB InBev, assim como Lemann e Telles. Sicupira também começou sua carreira no Banco Garantia e foi um dos responsáveis pela expansão da Brahma no mercado brasileiro. Sicupira também é sócio-fundador da 3G Capital e acionista de empresas como Lojas Americanas e B2W Digital. Além disso, Sicupira é um dos fundadores da Fundação Brava, uma organização sem fins lucrativos que apoia projetos de melhoria da gestão pública no Brasil.

    Irmãos Safra

    O sexto lugar na lista é dividido entre os irmãos Safra, com uma fortuna de US$ 7,7 bilhões cada um. Eles são herdeiros do banqueiro Joseph Safra, que faleceu em 2020. Joseph Safra foi o fundador do Banco Safra, um dos maiores bancos privados do Brasil, especializado em serviços financeiros para clientes de alta renda. Joseph Safra também era dono do J. Safra Sarasin, um banco suíço, e do Safra National Bank of New York, um banco americano. Os irmãos Safra são Alberto, David, Esther e Jacob. Eles administram o império financeiro da família, que tem origem na Síria e no Líbano.

    Lucia Maggi

    O sétimo lugar na lista é de Lucia Maggi, com uma fortuna de US$ 6,9 bilhões. Lucia é cofundadora do grupo Amaggi, o maior produtor de soja do Brasil. Lucia é viúva de André Maggi, que começou a plantar soja em Mato Grosso na década de 1970. Hoje, o grupo Amaggi possui mais de 250 mil hectares de terras cultivadas e exporta para mais de 20 países. O grupo Amaggi também atua nos setores de energia, logística e navegação. Lucia é mãe de Blairo Maggi, que foi governador de Mato Grosso e ministro da Agricultura.

    André Esteves

    O oitavo lugar pertence a André Esteves, com uma fortuna de US$ 5,8 bilhões. Esteves é presidente do conselho do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina. Esteves começou sua carreira no Banco Pactual, onde se tornou sócio aos 24 anos e presidente aos 36 anos. Em 2006, o Banco Pactual foi vendido para o banco suíço UBS. Em 2009, Esteves liderou a compra de volta do banco, que passou a se chamar BTG Pactual. Em 2015, Esteves foi preso acusado de envolvimento na Operação Lava Jato, mas foi solto em 2016 após ser inocentado das acusações.

    Luiza Trajano

    O nono lugar na lista é ocupado por Luiza Trajano, com uma fortuna de US$ 5,6 bilhões. Trajano é empresária e presidente do conselho de administração do Magazine Luiza, uma das maiores redes varejistas do Brasil. Trajano assumiu o comando da empresa em 1991, quando tinha apenas 29 anos. Desde então, ela transformou o Magazine Luiza em uma potência do comércio eletrônico e da inovação digital. Trajano também é fundadora do Grupo Mulheres do Brasil, um movimento social que reúne mais de 40 mil mulheres que atuam em diversas áreas para promover a igualdade de gênero e a cidadania.

    Alexandre Behring

    O décimo lugar na lista é de Alexandre Behring, com uma fortuna de US$ 5,4 bilhões. Behring é empresário e sócio-fundador da 3G Capital, junto com Lemann, Telles e Sicupira. Behring é o presidente do conselho da Kraft Heinz, uma das maiores empresas de alimentos do mundo. Behring também é presidente do conselho da Restaurant Brands International (RBI), a empresa que controla as redes de fast-food Burger King, Tim Hortons e Popeyes. Além disso, Behring é acionista e diretor da AB InBev e da Lojas Americanas.

    Esses são os dez super-ricos do Brasil em 2022, segundo a Forbes. Eles são donos ou sócios de empresas que atuam em diversos setores da economia e que têm impacto na vida de milhões de pessoas. Eles também são filantropos ou ativistas sociais que apoiam causas importantes para o desenvolvimento do país.

  • Fundos exclusivos: o que são, como funcionam e quem pode investir

    Fundos exclusivos: o que são, como funcionam e quem pode investir

    Fundos exclusivos são uma modalidade de investimento que permite a um único investidor ou a um grupo restrito de familiares aplicar seu patrimônio em um portfólio personalizado, com gestão profissional e vantagens tributárias e sucessórias.

    Mas como funcionam os fundos exclusivos? Quais são as suas vantagens e desvantagens? E quem pode investir neles? Neste artigo, vamos responder a essas perguntas e explicar tudo o que você precisa saber sobre essa opção de investimento.

    O que são fundos exclusivos?

    Fundos exclusivos são fundos de investimento criados para atender a um único investidor qualificado com patrimônio elevado. Eles funcionam como um condomínio fechado de aplicações financeiras, com gestão profissional e personalizada, de acordo com o perfil e os objetivos do investidor.

    Os fundos exclusivos oferecem algumas vantagens, como:

    • Tratamento tributário diferenciado: atualmente, os fundos exclusivos não estão sujeitos ao come-cotas, uma antecipação do Imposto de Renda que incide sobre os fundos tradicionais duas vezes ao ano. No entanto, essa situação pode mudar com a proposta de reforma tributária do governo, que prevê a cobrança de 15% a 20% sobre os rendimentos dos fundos exclusivos em forma de come-cotas.

    • Gestão personalizada e qualificada: os fundos exclusivos permitem que o investidor participe ativamente da construção do portfólio, escolhendo os ativos que melhor se adequam ao seu perfil de risco e expectativa de rentabilidade. Além disso, o investidor conta com o auxílio de um gestor profissional dedicado, que pode acessar produtos financeiros mais restritos e sofisticados.

    • Estrutura operacional simplificada: os fundos exclusivos possuem um CNPJ próprio, o que facilita a movimentação dos recursos e reduz a burocracia na hora de declarar o Imposto de Renda. O investidor também pode optar por terceirizar alguns serviços, como a administração, a custódia e a auditoria do fundo.

    • Otimização do planejamento sucessório: os fundos exclusivos permitem que o investidor defina previamente as regras de sucessão dos recursos em caso de falecimento, evitando o processo de inventário e seus custos associados. O investidor também pode incluir até 20 cotistas no fundo, geralmente familiares, criando um fundo restrito.

    As desvantagens dos fundos exclusivos são:

    • Perda da isenção em certos investimentos: alguns ativos financeiros são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). No entanto, ao investir nesses ativos por meio de um fundo exclusivo, o investidor perde essa isenção e passa a pagar imposto sobre os rendimentos.

    • Custo do serviço: os fundos exclusivos exigem um alto investimento inicial para sua constituição e manutenção, além das taxas cobradas pelo gestor e pelos demais prestadores de serviço. Por isso, eles são recomendados para investidores com patrimônio acima de R$ 10 milhões.

    Como funcionam os fundos exclusivos?

    Os fundos exclusivos funcionam da mesma forma que os fundos comuns, sendo regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e seguindo as normas da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Eles podem ser classificados em abertos ou fechados, conforme a possibilidade ou não de resgate das cotas antes do vencimento do fundo.

    Para investir em um fundo exclusivo, é preciso ser um investidor qualificado, ou seja, ter pelo menos R$ 1 milhão em aplicações financeiras ou uma certificação reconhecida pela CVM. Além disso, é preciso contratar um gestor profissional para administrar o fundo e definir a política de investimento e a estratégia operacional.

    Vale a pena investir em um fundo exclusivo?

    Investir em um fundo exclusivo pode valer a pena se você tiver um patrimônio elevado e quiser ter mais controle sobre seus investimentos, além de aproveitar as vantagens tributárias e sucessórias. No entanto, é preciso estar atento aos custos envolvidos e às possíveis mudanças na legislação.

    Antes de investir em um fundo exclusivo, é recomendável consultar um especialista em investimentos para avaliar se essa modalidade é adequada ao seu perfil e aos seus objetivos. Além disso, é importante diversificar sua carteira de investimentos, buscando outras opções que possam oferecer rentabilidade, segurança e liquidez.

    Mas como funcionam os fundos exclusivos? Quais são as suas vantagens e desvantagens? E quem pode investir neles? Neste artigo, vamos responder a essas perguntas e explicar tudo o que você precisa saber sobre essa opção de investimento.

    O que são fundos exclusivos?

    Fundos exclusivos são fundos de investimento criados para atender a um único investidor qualificado com patrimônio elevado. Eles funcionam como um condomínio fechado de aplicações financeiras, com gestão profissional e personalizada, de acordo com o perfil e os objetivos do investidor.

    Os fundos exclusivos oferecem algumas vantagens, como:

    • Tratamento tributário diferenciado: atualmente, os fundos exclusivos não estão sujeitos ao come-cotas, uma antecipação do Imposto de Renda que incide sobre os fundos tradicionais duas vezes ao ano. No entanto, essa situação pode mudar com a proposta de reforma tributária do governo, que prevê a cobrança de 15% a 20% sobre os rendimentos dos fundos exclusivos em forma de come-cotas.

    • Gestão personalizada e qualificada: os fundos exclusivos permitem que o investidor participe ativamente da construção do portfólio, escolhendo os ativos que melhor se adequam ao seu perfil de risco e expectativa de rentabilidade. Além disso, o investidor conta com o auxílio de um gestor profissional dedicado, que pode acessar produtos financeiros mais restritos e sofisticados.

    • Estrutura operacional simplificada: os fundos exclusivos possuem um CNPJ próprio, o que facilita a movimentação dos recursos e reduz a burocracia na hora de declarar o Imposto de Renda. O investidor também pode optar por terceirizar alguns serviços, como a administração, a custódia e a auditoria do fundo.

    • Otimização do planejamento sucessório: os fundos exclusivos permitem que o investidor defina previamente as regras de sucessão dos recursos em caso de falecimento, evitando o processo de inventário e seus custos associados. O investidor também pode incluir até 20 cotistas no fundo, geralmente familiares, criando um fundo restrito.

    As desvantagens dos fundos exclusivos são:

    • Perda da isenção em certos investimentos: alguns ativos financeiros são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). No entanto, ao investir nesses ativos por meio de um fundo exclusivo, o investidor perde essa isenção e passa a pagar imposto sobre os rendimentos.

    • Custo do serviço: os fundos exclusivos exigem um alto investimento inicial para sua constituição e manutenção, além das taxas cobradas pelo gestor e pelos demais prestadores de serviço. Por isso, eles são recomendados para investidores com patrimônio acima de R$ 10 milhões.

    Como funcionam os fundos exclusivos?

    Os fundos exclusivos funcionam da mesma forma que os fundos comuns, sendo regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e seguindo as normas da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Eles podem ser classificados em abertos ou fechados, conforme a possibilidade ou não de resgate das cotas antes do vencimento do fundo.

    Para investir em um fundo exclusivo, é preciso ser um investidor qualificado, ou seja, ter pelo menos R$ 1 milhão em aplicações financeiras ou uma certificação reconhecida pela CVM. Além disso, é preciso contratar um gestor profissional para administrar o fundo e definir a política de investimento e a estratégia operacional.

    Vale a pena investir em um fundo exclusivo?

    Investir em um fundo exclusivo pode valer a pena se você tiver um patrimônio elevado e quiser ter mais controle sobre seus investimentos, além de aproveitar as vantagens tributárias e sucessórias. No entanto, é preciso estar atento aos custos envolvidos e às possíveis mudanças na legislação.

    Antes de investir em um fundo exclusivo, é recomendável consultar um especialista em investimentos para avaliar se essa modalidade é adequada ao seu perfil e aos seus objetivos. Além disso, é importante diversificar sua carteira de investimentos, buscando outras opções que possam oferecer rentabilidade, segurança e liquidez.

  • Lula cobra imposto dos “super-ricos” para aumentar isenção do IR

    Lula cobra imposto dos “super-ricos” para aumentar isenção do IR

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na segunda-feira (28) uma medida provisória (MP) que cria uma nova tributação para os chamados “fundos exclusivos”, que são investimentos voltados para pessoas com alto poder aquisitivo e que têm benefícios fiscais.

    Segundo o governo, a medida visa tornar mais justa e igualitária a distribuição da carga tributária no país, já que esses fundos são utilizados por cerca de 0,1% dos contribuintes, mas representam 10% do patrimônio total aplicado em fundos de investimento no Brasil.

    Os fundos exclusivos são aqueles que exigem um investimento mínimo de R$ 10 milhões por cotista e que têm isenção do chamado “come-cotas”, que é um imposto semestral cobrado sobre os rendimentos dos fundos de investimento.

    Com a MP, esses fundos passarão a ser tributados da mesma forma que os demais fundos abertos, ou seja, terão incidência do come-cotas e do Imposto de Renda (IR) na fonte, conforme a tabela regressiva, que varia de 15% a 22,5%, dependendo do prazo de aplicação.

    A expectativa do governo é arrecadar R$ 24 bilhões entre 2023 e 2026 com a nova tributação, que servirá como compensação para o aumento da faixa de isenção do IR para as pessoas físicas que recebem até R$ 2.640 mensais, anunciado na semana passada pelo presidente Lula.

    A medida já havia sido tentada pelos ex-presidentes Michel Temer e Jair Bolsonaro, e pelo ministro da Economia Paulo Guedes, mas enfrentou resistência no Congresso Nacional, principalmente por parte dos parlamentares ligados ao setor financeiro.

    Agora, a MP terá que ser analisada pelos deputados e senadores em até 120 dias, caso contrário perderá a validade. O governo espera contar com o apoio da maioria dos partidos, especialmente os de esquerda e centro-esquerda, que defendem uma reforma tributária mais progressiva.

    Especialistas em economia e tributação veem com bons olhos a medida, que consideram um avanço na direção de reduzir as desigualdades sociais e econômicas no país. Eles argumentam que os fundos exclusivos são uma forma de elisão fiscal, ou seja, de evitar o pagamento de impostos por meio de brechas legais.

    Segundo eles, essa prática favorece os mais ricos em detrimento dos mais pobres, que pagam proporcionalmente mais impostos sobre o consumo e a renda. Além disso, eles afirmam que a tributação dos fundos exclusivos pode estimular o investimento produtivo e a geração de empregos, em vez da especulação financeira.

    Segundo o governo, a medida visa tornar mais justa e igualitária a distribuição da carga tributária no país, já que esses fundos são utilizados por cerca de 0,1% dos contribuintes, mas representam 10% do patrimônio total aplicado em fundos de investimento no Brasil.

    Os fundos exclusivos são aqueles que exigem um investimento mínimo de R$ 10 milhões por cotista e que têm isenção do chamado “come-cotas”, que é um imposto semestral cobrado sobre os rendimentos dos fundos de investimento.

    Com a MP, esses fundos passarão a ser tributados da mesma forma que os demais fundos abertos, ou seja, terão incidência do come-cotas e do Imposto de Renda (IR) na fonte, conforme a tabela regressiva, que varia de 15% a 22,5%, dependendo do prazo de aplicação.

    A expectativa do governo é arrecadar R$ 24 bilhões entre 2023 e 2026 com a nova tributação, que servirá como compensação para o aumento da faixa de isenção do IR para as pessoas físicas que recebem até R$ 2.640 mensais, anunciado na semana passada pelo presidente Lula.

    A medida já havia sido tentada pelos ex-presidentes Michel Temer e Jair Bolsonaro, e pelo ministro da Economia Paulo Guedes, mas enfrentou resistência no Congresso Nacional, principalmente por parte dos parlamentares ligados ao setor financeiro.

    Agora, a MP terá que ser analisada pelos deputados e senadores em até 120 dias, caso contrário perderá a validade. O governo espera contar com o apoio da maioria dos partidos, especialmente os de esquerda e centro-esquerda, que defendem uma reforma tributária mais progressiva.

    Especialistas em economia e tributação veem com bons olhos a medida, que consideram um avanço na direção de reduzir as desigualdades sociais e econômicas no país. Eles argumentam que os fundos exclusivos são uma forma de elisão fiscal, ou seja, de evitar o pagamento de impostos por meio de brechas legais.

    Segundo eles, essa prática favorece os mais ricos em detrimento dos mais pobres, que pagam proporcionalmente mais impostos sobre o consumo e a renda. Além disso, eles afirmam que a tributação dos fundos exclusivos pode estimular o investimento produtivo e a geração de empregos, em vez da especulação financeira.

  • É possível ficar rico com apostas online?

    É possível ficar rico com apostas online?

    Muitas pessoas sonham em ganhar dinheiro com apostas online, principalmente em futebol, o esporte mais popular do Brasil.

    Mas será que é realmente possível ficar rico apostando na internet? A resposta não é simples e depende de vários fatores, como o nível de apostas, a sorte, a estratégia, a gestão de banca e o controle emocional.

    De acordo com o site Sites de Apostas, um dos maiores portais sobre o assunto no Brasil, é possível ficar rico apostando em futebol, mas isso não é algo que acontece da noite para o dia. Eles afirmam que “Um apostador casual pode achar que um par de centenas de lucro o tornará rico, enquanto milhares em lucro não será realmente o suficiente para outro.” Ou seja, tudo depende do que cada um considera ser rico e do quanto está disposto a investir nas apostas.

    No entanto, o site APWin, uma plataforma de cursos e consultoria em apostas esportivas, diz que ficar rico com apostas esportivas é um mito e que muitos tipsters (profissionais que dão dicas de apostas) vendem ilusões sobre isso. Eles alertam que “Apostas esportivas são investimentos de renda variável de alto risco. Além disso, você só conseguirá ter lucro no longo prazo, respeitando uma gestão de banca adequada e tendo controle emocional.” Isso significa que as apostas online não são uma forma fácil e rápida de ganhar dinheiro, mas sim um hobby que exige dedicação e conhecimento.

    O site NaTelinha, especializado em entretenimento e cultura, também concorda que ficar rico com apostas online não é fácil e que é preciso ter uma boa estratégia de jogo, fazer um controle de banca e ter disciplina. Eles explicam que “Apostas online devem ser encaradas como uma forma de entretenimento, em que é possível ganhar dinheiro, mas de forma consciente, pois há também riscos envolvidos.” Portanto, é importante não se deixar levar pela emoção e pela ganância nas apostas online.

    Para quem quer se aventurar nas apostas online e ter sucesso, o site PossoApostar oferece algumas dicas valiosas, como estudar os mercados, analisar as estatísticas, comparar as odds (probabilidades) e seguir as melhores fontes de informação. Eles também ressaltam que “Não existe nenhum esquema para ficar rico com as apostas rapidamente. Para encontrar sucesso, você precisa de muito trabalho.”

    Em resumo, ficar rico com apostas online é possível, mas não é algo garantido nem fácil. É preciso ter paciência, persistência e prudência nas apostas online. E lembre-se sempre de apostar com responsabilidade e diversão.

    Mas será que é realmente possível ficar rico apostando na internet? A resposta não é simples e depende de vários fatores, como o nível de apostas, a sorte, a estratégia, a gestão de banca e o controle emocional.

    De acordo com o site Sites de Apostas, um dos maiores portais sobre o assunto no Brasil, é possível ficar rico apostando em futebol, mas isso não é algo que acontece da noite para o dia. Eles afirmam que “Um apostador casual pode achar que um par de centenas de lucro o tornará rico, enquanto milhares em lucro não será realmente o suficiente para outro.” Ou seja, tudo depende do que cada um considera ser rico e do quanto está disposto a investir nas apostas.

    No entanto, o site APWin, uma plataforma de cursos e consultoria em apostas esportivas, diz que ficar rico com apostas esportivas é um mito e que muitos tipsters (profissionais que dão dicas de apostas) vendem ilusões sobre isso. Eles alertam que “Apostas esportivas são investimentos de renda variável de alto risco. Além disso, você só conseguirá ter lucro no longo prazo, respeitando uma gestão de banca adequada e tendo controle emocional.” Isso significa que as apostas online não são uma forma fácil e rápida de ganhar dinheiro, mas sim um hobby que exige dedicação e conhecimento.

    O site NaTelinha, especializado em entretenimento e cultura, também concorda que ficar rico com apostas online não é fácil e que é preciso ter uma boa estratégia de jogo, fazer um controle de banca e ter disciplina. Eles explicam que “Apostas online devem ser encaradas como uma forma de entretenimento, em que é possível ganhar dinheiro, mas de forma consciente, pois há também riscos envolvidos.” Portanto, é importante não se deixar levar pela emoção e pela ganância nas apostas online.

    Para quem quer se aventurar nas apostas online e ter sucesso, o site PossoApostar oferece algumas dicas valiosas, como estudar os mercados, analisar as estatísticas, comparar as odds (probabilidades) e seguir as melhores fontes de informação. Eles também ressaltam que “Não existe nenhum esquema para ficar rico com as apostas rapidamente. Para encontrar sucesso, você precisa de muito trabalho.”

    Em resumo, ficar rico com apostas online é possível, mas não é algo garantido nem fácil. É preciso ter paciência, persistência e prudência nas apostas online. E lembre-se sempre de apostar com responsabilidade e diversão.

  • Por que os carros são tão caros no Brasil?

    Por que os carros são tão caros no Brasil?

    Se você já comprou ou pensou em comprar um carro no Brasil, provavelmente já se perguntou por que os preços são tão altos.

    Um carro popular que custa cerca de R$ 20 mil nos Estados Unidos pode chegar a custar mais de R$ 50 mil no Brasil. Mas quais são os motivos que fazem os carros serem tão caros no país? Neste artigo, vamos explicar alguns dos principais fatores que influenciam o preço dos veículos no Brasil.

    Carga tributária excessiva

    Um dos principais fatores que encarecem os carros no Brasil é a carga tributária excessiva. Os impostos que incidem sobre os carros no Brasil são muito altos, variando de 33% a 47% do valor final do produto. Isso significa que quase metade do preço de um carro é composto por impostos.

    Além disso, há impostos em toda a cadeia produtiva, como na matéria-prima, mão de obra, equipamentos, espaço, etc. Isso encarece o custo de produção e gera um efeito de “imposto sobre imposto”. Ou seja, cada etapa da produção paga impostos sobre o valor já acrescido de impostos da etapa anterior.

    Falta de competitividade

    Outro fator que contribui para o preço elevado dos carros no Brasil é a falta de competitividade do mercado automotivo brasileiro. O mercado é dominado por poucas montadoras, que têm uma posição confortável e não enfrentam muita concorrência. Isso permite que elas estabeleçam os preços que os consumidores devem pagar, sem se preocupar muito com a qualidade ou a inovação .

    Além disso, as barreiras tarifárias e burocráticas dificultam a entrada de novos concorrentes, especialmente os importados. Os carros importados pagam uma alíquota de 35% de Imposto de Importação, além de outros impostos como IPI, ICMS, PIS e COFINS. Isso faz com que os carros importados sejam muito mais caros do que os nacionais, reduzindo a oferta e a variedade de opções para os consumidores.

    Margem de lucro maior do que no exterior

    Um terceiro fator que explica o preço alto dos carros no Brasil é a margem de lucro maior do que no exterior. As montadoras brasileiras têm uma margem de lucro maior do que as de outros países, aproveitando-se da demanda reprimida e da falta de opções dos consumidores. Segundo um estudo da consultoria Roland Berger, a margem média de lucro das montadoras no Brasil é de 10%, enquanto nos Estados Unidos é de 3% e na Europa é de 2%.

    Isso significa que as montadoras ganham mais dinheiro vendendo menos carros no Brasil do que vendendo mais carros em outros mercados. Por exemplo, em 2022, a Volkswagen vendeu cerca de 3 milhões de carros na China e teve um lucro operacional de US$ 4 bilhões. No mesmo ano, a Volkswagen vendeu cerca de 300 mil carros no Brasil e teve um lucro operacional de US$ 1 bilhão. Ou seja, a Volkswagen ganhou um quarto do lucro da China vendendo apenas um décimo dos carros.

    Consumidores dispostos a pagar mais

    Um quarto fator que contribui para o preço alto dos carros no Brasil é o comportamento dos consumidores. Os brasileiros têm uma cultura do carro próprio, que é visto como um símbolo de status e de pertencimento a uma classe social. Muitos consumidores se sujeitam a pagar caro por um carro porque estão acostumados com essa realidade ou porque querem seguir o comportamento da maioria .

    Além disso, muitos consumidores não têm uma referência de um preço justo, pois o Brasil não teve uma estabilidade econômica por longos períodos. Assim, eles acabam aceitando pagar mais por um carro do que pagariam em outros países, sem questionar ou comparar os preços.

    Como vimos, existem vários fatores que fazem os carros serem tão caros no Brasil. Alguns desses fatores são estruturais, como a carga tributária e a falta de competitividade. Outros são conjunturais, como a margem de lucro e o comportamento dos consumidores. Para que os preços dos carros sejam mais justos e acessíveis, é preciso que haja uma reforma tributária, uma abertura comercial, uma maior concorrência e uma maior conscientização dos consumidores.

    Um carro popular que custa cerca de R$ 20 mil nos Estados Unidos pode chegar a custar mais de R$ 50 mil no Brasil. Mas quais são os motivos que fazem os carros serem tão caros no país? Neste artigo, vamos explicar alguns dos principais fatores que influenciam o preço dos veículos no Brasil.

    Carga tributária excessiva

    Um dos principais fatores que encarecem os carros no Brasil é a carga tributária excessiva. Os impostos que incidem sobre os carros no Brasil são muito altos, variando de 33% a 47% do valor final do produto. Isso significa que quase metade do preço de um carro é composto por impostos.

    Além disso, há impostos em toda a cadeia produtiva, como na matéria-prima, mão de obra, equipamentos, espaço, etc. Isso encarece o custo de produção e gera um efeito de “imposto sobre imposto”. Ou seja, cada etapa da produção paga impostos sobre o valor já acrescido de impostos da etapa anterior.

    Falta de competitividade

    Outro fator que contribui para o preço elevado dos carros no Brasil é a falta de competitividade do mercado automotivo brasileiro. O mercado é dominado por poucas montadoras, que têm uma posição confortável e não enfrentam muita concorrência. Isso permite que elas estabeleçam os preços que os consumidores devem pagar, sem se preocupar muito com a qualidade ou a inovação .

    Além disso, as barreiras tarifárias e burocráticas dificultam a entrada de novos concorrentes, especialmente os importados. Os carros importados pagam uma alíquota de 35% de Imposto de Importação, além de outros impostos como IPI, ICMS, PIS e COFINS. Isso faz com que os carros importados sejam muito mais caros do que os nacionais, reduzindo a oferta e a variedade de opções para os consumidores.

    Margem de lucro maior do que no exterior

    Um terceiro fator que explica o preço alto dos carros no Brasil é a margem de lucro maior do que no exterior. As montadoras brasileiras têm uma margem de lucro maior do que as de outros países, aproveitando-se da demanda reprimida e da falta de opções dos consumidores. Segundo um estudo da consultoria Roland Berger, a margem média de lucro das montadoras no Brasil é de 10%, enquanto nos Estados Unidos é de 3% e na Europa é de 2%.

    Isso significa que as montadoras ganham mais dinheiro vendendo menos carros no Brasil do que vendendo mais carros em outros mercados. Por exemplo, em 2022, a Volkswagen vendeu cerca de 3 milhões de carros na China e teve um lucro operacional de US$ 4 bilhões. No mesmo ano, a Volkswagen vendeu cerca de 300 mil carros no Brasil e teve um lucro operacional de US$ 1 bilhão. Ou seja, a Volkswagen ganhou um quarto do lucro da China vendendo apenas um décimo dos carros.

    Consumidores dispostos a pagar mais

    Um quarto fator que contribui para o preço alto dos carros no Brasil é o comportamento dos consumidores. Os brasileiros têm uma cultura do carro próprio, que é visto como um símbolo de status e de pertencimento a uma classe social. Muitos consumidores se sujeitam a pagar caro por um carro porque estão acostumados com essa realidade ou porque querem seguir o comportamento da maioria .

    Além disso, muitos consumidores não têm uma referência de um preço justo, pois o Brasil não teve uma estabilidade econômica por longos períodos. Assim, eles acabam aceitando pagar mais por um carro do que pagariam em outros países, sem questionar ou comparar os preços.

    Como vimos, existem vários fatores que fazem os carros serem tão caros no Brasil. Alguns desses fatores são estruturais, como a carga tributária e a falta de competitividade. Outros são conjunturais, como a margem de lucro e o comportamento dos consumidores. Para que os preços dos carros sejam mais justos e acessíveis, é preciso que haja uma reforma tributária, uma abertura comercial, uma maior concorrência e uma maior conscientização dos consumidores.

  • Preço do etanol sobe em 15 Estados e no DF

    Preço do etanol sobe em 15 Estados e no DF

    O preço do etanol hidratado, combustível derivado da cana-de-açúcar, subiu em 15 Estados e no Distrito Federal na semana encerrada no sábado (26), segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

    O preço médio nacional do etanol subiu 1,39%, de R$ 3,61 para R$ 3,66 o litro.

    O etanol é considerado mais vantajoso do que a gasolina quando o seu preço equivale a até 70% do preço da gasolina. Segundo a ANP, o etanol está mais competitivo em relação à gasolina em sete unidades da federação: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal. A paridade média nacional é de 62,24%.

    Em São Paulo, maior produtor e consumidor de etanol do país, o preço médio do etanol subiu 1,67%, de R$ 3,29 para R$ 3,35 o litro. A gasolina, por sua vez, subiu 0,64%, de R$ 5,65 para R$ 5,69 o litro. Assim, o etanol equivale a 58,88% do preço da gasolina no Estado .

    O preço médio nacional do etanol subiu 1,39%, de R$ 3,61 para R$ 3,66 o litro.

    O etanol é considerado mais vantajoso do que a gasolina quando o seu preço equivale a até 70% do preço da gasolina. Segundo a ANP, o etanol está mais competitivo em relação à gasolina em sete unidades da federação: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal. A paridade média nacional é de 62,24%.

    Em São Paulo, maior produtor e consumidor de etanol do país, o preço médio do etanol subiu 1,67%, de R$ 3,29 para R$ 3,35 o litro. A gasolina, por sua vez, subiu 0,64%, de R$ 5,65 para R$ 5,69 o litro. Assim, o etanol equivale a 58,88% do preço da gasolina no Estado .

  • Araxá sedia a maior feira de queijos artesanais do Brasil e premia os melhores produtores

    Araxá sedia a maior feira de queijos artesanais do Brasil e premia os melhores produtores

    A cidade de Araxá, no Alto Paranaíba, recebeu entre os dias 23 e 26 de agosto a ExpoQueijo Brasil 2023, a maior feira de queijos artesanais do país.

    O evento contou com a participação de 410 produtores de diversas regiões do Brasil, que apresentaram 1,3 mil tipos de queijos para o público e para os jurados do concurso internacional que premiou as melhores variedades.

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, esteve presente na abertura da feira e elogiou a qualidade dos produtos mineiros. Ele destacou as políticas de valorização dos queijos artesanais promovidas pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e seus parceiros, como o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

    “Minas Gerais é o maior produtor de queijos artesanais do Brasil, com mais de 9 mil toneladas por ano. Temos uma diversidade incrível de sabores, aromas e texturas, que são reconhecidos nacional e internacionalmente. O Governo de Minas tem apoiado os produtores com ações para simplificar a vida de quem produz, garantir a qualidade e a segurança dos produtos, capacitar os profissionais e agregar valor à cadeia produtiva. A ExpoQueijo Brasil é uma oportunidade para mostrar ao mundo o potencial dos nossos queijos”, afirmou Zema.

    O secretário de Agricultura, Antônio Carlos Souza Lima Neto, ressaltou a importância da feira para o desenvolvimento do setor. “A ExpoQueijo Brasil é o principal evento do segmento no país e reúne os principais atores da cadeia produtiva do queijo artesanal. É uma vitrine para os produtores exporem seus produtos, trocarem experiências, ampliarem seus mercados e se atualizarem sobre as novidades e tendências do setor. A Seapa e seus parceiros estão presentes na feira com diversas ações para fortalecer o segmento e fomentar a inovação”, disse.

    O concurso internacional da ExpoQueijo Brasil 2023 contou com a participação de 800 queijos inscritos nas categorias vaca, cabra, ovelha e misto. Os queijos foram avaliados por um júri composto por especialistas nacionais e internacionais, que levaram em conta critérios como aparência, textura, aroma e sabor. Os vencedores receberam troféus, medalhas e certificados, além da oportunidade de terem seus queijos reconhecidos, qualificados e expostos para todo o mundo.

    A ExpoQueijo Brasil 2023 foi realizada no Tauá Grande Hotel Termas de Araxá, com o apoio da Prefeitura Municipal de Araxá, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e da Associação Brasileira dos Produtores de Queijo Artesanal (ABPQA).

    O evento contou com a participação de 410 produtores de diversas regiões do Brasil, que apresentaram 1,3 mil tipos de queijos para o público e para os jurados do concurso internacional que premiou as melhores variedades.

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, esteve presente na abertura da feira e elogiou a qualidade dos produtos mineiros. Ele destacou as políticas de valorização dos queijos artesanais promovidas pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e seus parceiros, como o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

    “Minas Gerais é o maior produtor de queijos artesanais do Brasil, com mais de 9 mil toneladas por ano. Temos uma diversidade incrível de sabores, aromas e texturas, que são reconhecidos nacional e internacionalmente. O Governo de Minas tem apoiado os produtores com ações para simplificar a vida de quem produz, garantir a qualidade e a segurança dos produtos, capacitar os profissionais e agregar valor à cadeia produtiva. A ExpoQueijo Brasil é uma oportunidade para mostrar ao mundo o potencial dos nossos queijos”, afirmou Zema.

    O secretário de Agricultura, Antônio Carlos Souza Lima Neto, ressaltou a importância da feira para o desenvolvimento do setor. “A ExpoQueijo Brasil é o principal evento do segmento no país e reúne os principais atores da cadeia produtiva do queijo artesanal. É uma vitrine para os produtores exporem seus produtos, trocarem experiências, ampliarem seus mercados e se atualizarem sobre as novidades e tendências do setor. A Seapa e seus parceiros estão presentes na feira com diversas ações para fortalecer o segmento e fomentar a inovação”, disse.

    O concurso internacional da ExpoQueijo Brasil 2023 contou com a participação de 800 queijos inscritos nas categorias vaca, cabra, ovelha e misto. Os queijos foram avaliados por um júri composto por especialistas nacionais e internacionais, que levaram em conta critérios como aparência, textura, aroma e sabor. Os vencedores receberam troféus, medalhas e certificados, além da oportunidade de terem seus queijos reconhecidos, qualificados e expostos para todo o mundo.

    A ExpoQueijo Brasil 2023 foi realizada no Tauá Grande Hotel Termas de Araxá, com o apoio da Prefeitura Municipal de Araxá, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e da Associação Brasileira dos Produtores de Queijo Artesanal (ABPQA).

  • C6 Bank oferece energia solar por assinatura em parceria com Nextron

    C6 Bank oferece energia solar por assinatura em parceria com Nextron

    O banco digital C6 Bank anunciou uma parceria com a startup Nextron, que oferece energia solar por assinatura para consumidores residenciais.

    A novidade permite que os clientes do banco tenham acesso a uma fonte de energia renovável, limpa e mais barata, sem a necessidade de instalar painéis fotovoltaicos em suas casas.

    A Nextron é uma empresa que conecta a oferta de energia solar de usinas remotas aos consumidores interessados em reduzir sua pegada de carbono e economizar na conta de luz. A startup atua como uma facilitadora de negócios no mercado de geração distribuída, que permite que os clientes comprem energia de fontes alternativas à rede elétrica convencional.

    Segundo a Nextron, o serviço de energia solar por assinatura pode gerar uma economia média de 15% na conta de luz dos clientes do C6 Bank. Além disso, os clientes também contribuem para a preservação do meio ambiente, evitando a emissão de gases poluentes e o consumo de recursos naturais.

    Para aderir ao serviço, os clientes do C6 Bank devem acessar o aplicativo do banco e escolher a opção “Energia Solar”. Em seguida, devem informar o seu endereço e o seu consumo médio de energia. A Nextron então calcula o valor da assinatura mensal e o desconto estimado na conta de luz. Após a confirmação do cadastro, o cliente passa a receber créditos na sua fatura referentes à energia solar gerada pelas usinas da Nextron.

    A parceria entre o C6 Bank e a Nextron está disponível inicialmente para os clientes dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Goiás. A expectativa é que até o final do ano, o serviço seja ampliado para 15 Estados brasileiros. A Nextron também busca novos geradores para aumentar a capacidade das suas usinas solares e atender à demanda crescente.

    O C6 Bank afirma que a oferta de energia solar por assinatura faz parte da sua linha de sustentabilidade, que tem como objetivo incentivar os clientes a adotarem hábitos mais conscientes e responsáveis. O banco digital também possui outros produtos com apelo ambiental, como o extrato de carbono, que permite ao cliente acompanhar e compensar sua pegada de carbono por meio de doações para projetos socioambientais.

    A novidade permite que os clientes do banco tenham acesso a uma fonte de energia renovável, limpa e mais barata, sem a necessidade de instalar painéis fotovoltaicos em suas casas.

    A Nextron é uma empresa que conecta a oferta de energia solar de usinas remotas aos consumidores interessados em reduzir sua pegada de carbono e economizar na conta de luz. A startup atua como uma facilitadora de negócios no mercado de geração distribuída, que permite que os clientes comprem energia de fontes alternativas à rede elétrica convencional.

    Segundo a Nextron, o serviço de energia solar por assinatura pode gerar uma economia média de 15% na conta de luz dos clientes do C6 Bank. Além disso, os clientes também contribuem para a preservação do meio ambiente, evitando a emissão de gases poluentes e o consumo de recursos naturais.

    Para aderir ao serviço, os clientes do C6 Bank devem acessar o aplicativo do banco e escolher a opção “Energia Solar”. Em seguida, devem informar o seu endereço e o seu consumo médio de energia. A Nextron então calcula o valor da assinatura mensal e o desconto estimado na conta de luz. Após a confirmação do cadastro, o cliente passa a receber créditos na sua fatura referentes à energia solar gerada pelas usinas da Nextron.

    A parceria entre o C6 Bank e a Nextron está disponível inicialmente para os clientes dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Goiás. A expectativa é que até o final do ano, o serviço seja ampliado para 15 Estados brasileiros. A Nextron também busca novos geradores para aumentar a capacidade das suas usinas solares e atender à demanda crescente.

    O C6 Bank afirma que a oferta de energia solar por assinatura faz parte da sua linha de sustentabilidade, que tem como objetivo incentivar os clientes a adotarem hábitos mais conscientes e responsáveis. O banco digital também possui outros produtos com apelo ambiental, como o extrato de carbono, que permite ao cliente acompanhar e compensar sua pegada de carbono por meio de doações para projetos socioambientais.

  • Bandeira verde na conta de luz é mantida em setembro, diz Aneel

    Bandeira verde na conta de luz é mantida em setembro, diz Aneel

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (25) que vai manter a bandeira tarifária verde em setembro, sem cobrança adicional nas contas de luz dos consumidores.

    A decisão se deve à oferta abundante de energia e às condições favoráveis de geração no país, que permitem a bandeira verde desde abril de 2022.

    A bandeira tarifária é um sistema que indica o custo da geração de energia e repassa mensalmente aos consumidores por meio da conta de luz. O sistema foi criado em 2015 para sinalizar aos consumidores os momentos de maior ou menor demanda por energia e incentivar o uso consciente dos recursos.

    Existem quatro tipos de bandeiras: verde, amarela, vermelha 1 e vermelha 2. A bandeira verde significa que as condições de geração estão favoráveis e não há cobrança extra. A bandeira amarela indica que há um aumento no custo da geração e há uma cobrança adicional de R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos. A bandeira vermelha 1 significa que o custo da geração está muito alto e há uma cobrança extra de R$ 4,00 a cada 100 kWh consumidos. A bandeira vermelha 2 indica que o custo da geração está extremamente alto e há uma cobrança extra de R$ 6,00 a cada 100 kWh consumidos.

    A Aneel também iniciou uma consulta pública para reduzir o valor das bandeiras amarela, vermelha 1 e vermelha 2 em até 36,9%, visando atenuar os impactos nos orçamentos das distribuidoras de energia elétrica. A proposta é que a bandeira amarela passe a ser R$ 0,95 a cada 100 kWh consumidos, a bandeira vermelha 1 passe a ser R$ 2,53 a cada 100 kWh consumidos e a bandeira vermelha 2 passe a ser R$ 3,78 a cada 100 kWh consumidos.

    A consulta pública ficará aberta até o dia 11 de setembro e os interessados podem enviar suas contribuições pelo site da Aneel ou pelo e-mail cp032_2023@aneel.gov.br. A previsão é que a nova tabela entre em vigor em outubro.

    A decisão se deve à oferta abundante de energia e às condições favoráveis de geração no país, que permitem a bandeira verde desde abril de 2022.

    A bandeira tarifária é um sistema que indica o custo da geração de energia e repassa mensalmente aos consumidores por meio da conta de luz. O sistema foi criado em 2015 para sinalizar aos consumidores os momentos de maior ou menor demanda por energia e incentivar o uso consciente dos recursos.

    Existem quatro tipos de bandeiras: verde, amarela, vermelha 1 e vermelha 2. A bandeira verde significa que as condições de geração estão favoráveis e não há cobrança extra. A bandeira amarela indica que há um aumento no custo da geração e há uma cobrança adicional de R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos. A bandeira vermelha 1 significa que o custo da geração está muito alto e há uma cobrança extra de R$ 4,00 a cada 100 kWh consumidos. A bandeira vermelha 2 indica que o custo da geração está extremamente alto e há uma cobrança extra de R$ 6,00 a cada 100 kWh consumidos.

    A Aneel também iniciou uma consulta pública para reduzir o valor das bandeiras amarela, vermelha 1 e vermelha 2 em até 36,9%, visando atenuar os impactos nos orçamentos das distribuidoras de energia elétrica. A proposta é que a bandeira amarela passe a ser R$ 0,95 a cada 100 kWh consumidos, a bandeira vermelha 1 passe a ser R$ 2,53 a cada 100 kWh consumidos e a bandeira vermelha 2 passe a ser R$ 3,78 a cada 100 kWh consumidos.

    A consulta pública ficará aberta até o dia 11 de setembro e os interessados podem enviar suas contribuições pelo site da Aneel ou pelo e-mail cp032_2023@aneel.gov.br. A previsão é que a nova tabela entre em vigor em outubro.

  • Brics quer criar moeda comum para substituir o dólar

    Brics quer criar moeda comum para substituir o dólar

    A ideia é que a moeda seja baseada em uma cesta de moedas nacionais e tenha um valor fixo em relação ao dólar.

    O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta sexta-feira (25) que o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, iniciará estudos para criar uma moeda de referência para substituir o dólar nas trocas comerciais entre os países-membros e outros seis que se integrarão em 2024.

    Segundo ele, a moeda comum facilitaria a vida das pessoas e reduziria os custos de transação. 

    Ele afirmou que ninguém quer mudar a unidade monetária do país, mas sim ter uma alternativa ao dólar, que não foi escolhido por nenhum fórum mundial, mas se impôs após o fim do padrão ouro.

    A moeda ainda não tem um nome oficial, mas é chamada informalmente de R5, uma referência às iniciais dos países do Brics. 

    A área econômica dos países do bloco irá apresentar uma solução na próxima reunião da Cúpula, em 2024, na Rússia.

    A iniciativa do Brics foi criticada pelo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman. Em entrevista à imprensa, ele disse que a moeda americana é global pelo poder da economia dos EUA e que qualquer tentativa de descartá-la seria um erro. Ele questionou qual moeda seria usada pelo Brics e desejou boa sorte.

    O Brics é um grupo de países emergentes que representa cerca de 40% da população mundial e 25% do Produto Interno Bruto (PIB) global. O bloco busca aumentar a cooperação econômica, política e social entre seus membros e fortalecer sua voz no cenário internacional. Em 2024, o Brics irá incorporar mais seis países: Argentina, Indonésia, México, Nigéria, Turquia e Vietnã.

    O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta sexta-feira (25) que o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, iniciará estudos para criar uma moeda de referência para substituir o dólar nas trocas comerciais entre os países-membros e outros seis que se integrarão em 2024.

    Segundo ele, a moeda comum facilitaria a vida das pessoas e reduziria os custos de transação. 

    Ele afirmou que ninguém quer mudar a unidade monetária do país, mas sim ter uma alternativa ao dólar, que não foi escolhido por nenhum fórum mundial, mas se impôs após o fim do padrão ouro.

    A moeda ainda não tem um nome oficial, mas é chamada informalmente de R5, uma referência às iniciais dos países do Brics. 

    A área econômica dos países do bloco irá apresentar uma solução na próxima reunião da Cúpula, em 2024, na Rússia.

    A iniciativa do Brics foi criticada pelo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman. Em entrevista à imprensa, ele disse que a moeda americana é global pelo poder da economia dos EUA e que qualquer tentativa de descartá-la seria um erro. Ele questionou qual moeda seria usada pelo Brics e desejou boa sorte.

    O Brics é um grupo de países emergentes que representa cerca de 40% da população mundial e 25% do Produto Interno Bruto (PIB) global. O bloco busca aumentar a cooperação econômica, política e social entre seus membros e fortalecer sua voz no cenário internacional. Em 2024, o Brics irá incorporar mais seis países: Argentina, Indonésia, México, Nigéria, Turquia e Vietnã.