Categoria: Economia

  • Quais empresas brasileiras a Nestlé comprou e qual foi o destino delas?

    Quais empresas brasileiras a Nestlé comprou e qual foi o destino delas?

    A Nestlé, uma das maiores empresas de alimentos e bebidas do mundo, anunciou recentemente a compra de duas marcas brasileiras de chocolate: Kopenhagen e Brasil Cacau.

    A operação, que ainda precisa ser aprovada pelo órgão regulador, foi avaliada em cerca de R$ 4,5 bilhões e inclui o controle acionário das empresas e toda a rede de lojas de chocolates e café.

    A aquisição faz parte da estratégia da Nestlé de fortalecer a sua posição no segmento de chocolates premium no Brasil, onde já possui marcas como Alpino, Galak e KitKat. Segundo a empresa, a Kopenhagen e a Brasil Cacau têm um portfólio complementar ao seu e são reconhecidas pela qualidade e tradição no mercado nacional.

    A Nestlé também tem investido em outras categorias de produtos no Brasil, como alimentos e suplementos naturais e biscoitos. Em maio de 2022, a empresa comprou a Puravida, uma empresa que produz alimentos orgânicos, naturais e à base de plantas, bem como suplementos nutricionais “clean label”. A compra foi feita pela Nestlé Health Science (NHSc), unidade de negócios nutrição e suplementos da companhia.

    Em julho de 2019, a Nestlé relançou a marca de biscoitos São Luiz, que estava fora do mercado desde 2002. A marca foi comprada pela Nestlé em 1967 e foi responsável pelo lançamento de produtos que se tornaram famosos, como Bono, Maizena, Negresco e Passatempo. Os biscoitos São Luiz voltaram a ser comercializados em dois formatos (recheado e wafer), nos sabores morango e chocolate.

    A Nestlé é líder no mercado brasileiro de chocolates, com uma participação de cerca de 40%, segundo dados da Euromonitor. A empresa também é dona da marca Garoto, que comprou em 2004 por R$ 1 bilhão. No entanto, a operação foi vetada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que alegou que a fusão prejudicaria a concorrência no setor. Somente em 2022, o Cade aprovou a compra da Garoto pela Nestlé, após a empresa se comprometer a não adquirir ativos que representassem pelo menos 5% do mercado de chocolates no Brasil pelos próximos cinco anos.

    Com essas movimentações, a Nestlé mostra que está atenta às tendências e às oportunidades do mercado brasileiro de alimentos e bebidas, que é um dos maiores do mundo. A empresa tem buscado diversificar o seu portfólio com produtos que atendam às diferentes necessidades e preferências dos consumidores, desde os mais tradicionais até os mais exigentes e saudáveis.

    A operação, que ainda precisa ser aprovada pelo órgão regulador, foi avaliada em cerca de R$ 4,5 bilhões e inclui o controle acionário das empresas e toda a rede de lojas de chocolates e café.

    A aquisição faz parte da estratégia da Nestlé de fortalecer a sua posição no segmento de chocolates premium no Brasil, onde já possui marcas como Alpino, Galak e KitKat. Segundo a empresa, a Kopenhagen e a Brasil Cacau têm um portfólio complementar ao seu e são reconhecidas pela qualidade e tradição no mercado nacional.

    A Nestlé também tem investido em outras categorias de produtos no Brasil, como alimentos e suplementos naturais e biscoitos. Em maio de 2022, a empresa comprou a Puravida, uma empresa que produz alimentos orgânicos, naturais e à base de plantas, bem como suplementos nutricionais “clean label”. A compra foi feita pela Nestlé Health Science (NHSc), unidade de negócios nutrição e suplementos da companhia.

    Em julho de 2019, a Nestlé relançou a marca de biscoitos São Luiz, que estava fora do mercado desde 2002. A marca foi comprada pela Nestlé em 1967 e foi responsável pelo lançamento de produtos que se tornaram famosos, como Bono, Maizena, Negresco e Passatempo. Os biscoitos São Luiz voltaram a ser comercializados em dois formatos (recheado e wafer), nos sabores morango e chocolate.

    A Nestlé é líder no mercado brasileiro de chocolates, com uma participação de cerca de 40%, segundo dados da Euromonitor. A empresa também é dona da marca Garoto, que comprou em 2004 por R$ 1 bilhão. No entanto, a operação foi vetada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que alegou que a fusão prejudicaria a concorrência no setor. Somente em 2022, o Cade aprovou a compra da Garoto pela Nestlé, após a empresa se comprometer a não adquirir ativos que representassem pelo menos 5% do mercado de chocolates no Brasil pelos próximos cinco anos.

    Com essas movimentações, a Nestlé mostra que está atenta às tendências e às oportunidades do mercado brasileiro de alimentos e bebidas, que é um dos maiores do mundo. A empresa tem buscado diversificar o seu portfólio com produtos que atendam às diferentes necessidades e preferências dos consumidores, desde os mais tradicionais até os mais exigentes e saudáveis.

  • A origem da Kopenhagen, a marca que transformou o chocolate em arte no Brasil

    A origem da Kopenhagen, a marca que transformou o chocolate em arte no Brasil

    A Kopenhagen foi fundada em 1928 por um casal de imigrantes dinamarqueses, Anna e David Kopenhagen.

    Eles vieram para o Brasil em busca de oportunidades e trouxeram na bagagem o conhecimento e o talento para fazer chocolates artesanais. Eles abriram sua primeira loja em São Paulo, na Rua Oscar Freire, e começaram a produzir chocolates com ingredientes de alta qualidade, seguindo as receitas originais da Dinamarca.

    A marca se tornou famosa por seus produtos icônicos, como o Nhá Benta, um marshmallow coberto de chocolate; o Cherry Brandy, uma cereja ao licor envolta em chocolate amargo; e a Língua de Gato, uma fina camada de chocolate ao leite em formato de língua de gato. Esses e outros produtos conquistaram o paladar dos brasileiros e fizeram da Kopenhagen uma referência em chocolates finos.

    Hoje, a Kopenhagen possui mais de 380 lojas pelo Brasil e também exporta seus chocolates para outros países. A marca também se preocupa com a sustentabilidade e apoia projetos sociais e ambientais, como o Instituto Criar, que capacita jovens para o mercado audiovisual; e o Instituto Chocolovers, que promove a educação e a cidadania de crianças e adolescentes.

    A Kopenhagen é uma marca que se orgulha de sua história e de sua qualidade. Ela é uma prova de que o chocolate pode ser mais do que um doce: pode ser uma arte, uma paixão e uma forma de expressão.

    Eles vieram para o Brasil em busca de oportunidades e trouxeram na bagagem o conhecimento e o talento para fazer chocolates artesanais. Eles abriram sua primeira loja em São Paulo, na Rua Oscar Freire, e começaram a produzir chocolates com ingredientes de alta qualidade, seguindo as receitas originais da Dinamarca.

    A marca se tornou famosa por seus produtos icônicos, como o Nhá Benta, um marshmallow coberto de chocolate; o Cherry Brandy, uma cereja ao licor envolta em chocolate amargo; e a Língua de Gato, uma fina camada de chocolate ao leite em formato de língua de gato. Esses e outros produtos conquistaram o paladar dos brasileiros e fizeram da Kopenhagen uma referência em chocolates finos.

    Hoje, a Kopenhagen possui mais de 380 lojas pelo Brasil e também exporta seus chocolates para outros países. A marca também se preocupa com a sustentabilidade e apoia projetos sociais e ambientais, como o Instituto Criar, que capacita jovens para o mercado audiovisual; e o Instituto Chocolovers, que promove a educação e a cidadania de crianças e adolescentes.

    A Kopenhagen é uma marca que se orgulha de sua história e de sua qualidade. Ela é uma prova de que o chocolate pode ser mais do que um doce: pode ser uma arte, uma paixão e uma forma de expressão.

  • Chocolate em risco: como a crise do cacau pode afetar o seu bolso e o seu paladar

    Chocolate em risco: como a crise do cacau pode afetar o seu bolso e o seu paladar

    A crise do cacau é um problema que afeta a produção e o consumo de chocolate no mundo.

    Ela é causada por vários fatores, como conflitos políticos, dependência de poucos países produtores, aumento da demanda e mudanças climáticas.

    Um dos fatores que contribuiu para a crise foi a invasão da Rússia à Ucrânia em 2022, que provocou uma alta nos preços do petróleo, do carvão e do gás. Isso fez com que os fabricantes de chocolate europeus reduzissem seus pedidos de cacau, temendo não poderem operar suas fábricas.

    Outro fator é a dependência de quatro países da África Ocidental (Costa do Marfim, Gana, Camarões e Nigéria) que produzem cerca de 75% de todo o cacau do mundo. Esses países enfrentam problemas como doenças, chuvas irregulares, árvores envelhecidas, baixos preços e falta de incentivos para os agricultores. Muitos deles abandonam o cultivo do cacau e migram para as cidades ou outros países em busca de melhores oportunidades.

    Além disso, há um aumento da demanda por chocolate em países como a China, onde as vendas dobraram na última década. Os chineses consomem mais cacau do que produzem, o que aumenta a pressão sobre o mercado internacional.

    Por fim, as mudanças climáticas podem afetar as condições de cultivo do cacau e reduzir a área adequada para o plantio. O cacau precisa de um clima quente e úmido para crescer, mas o aquecimento global pode alterar os padrões de temperatura e precipitação.

    Todos esses fatores levaram a uma escassez de cacau no mercado internacional e a um aumento do seu preço, que atingiu um pico de 46 anos em junho de 2023. Isso pode ter impactos negativos para os consumidores, que podem ter que pagar mais caro pelo chocolate, e para os produtores, que podem não ter renda suficiente para sustentar suas famílias.

    Para evitar que a crise se agrave, é preciso tomar medidas urgentes para garantir a sustentabilidade da produção e do consumo de chocolate. Algumas dessas medidas são:

    • Apoiar os agricultores com assistência técnica, financeira e social para melhorar a qualidade e a produtividade do cacau.

    • Diversificar as fontes de fornecimento de cacau e incentivar o cultivo em outros países com potencial agrícola.

    • Promover o consumo responsável de chocolate e reduzir o desperdício.

    • Investir em pesquisa e desenvolvimento para encontrar novas variedades de cacau mais resistentes e adaptadas às mudanças climáticas.

    O chocolate é um alimento delicioso e nutritivo que faz parte da cultura e da história de muitos povos. Não podemos deixar que ele se torne um produto raro e inacessível. Por isso, devemos nos informar sobre a crise do cacau e fazer a nossa parte para preservar esse patrimônio da humanidade.

    Ela é causada por vários fatores, como conflitos políticos, dependência de poucos países produtores, aumento da demanda e mudanças climáticas.

    Um dos fatores que contribuiu para a crise foi a invasão da Rússia à Ucrânia em 2022, que provocou uma alta nos preços do petróleo, do carvão e do gás. Isso fez com que os fabricantes de chocolate europeus reduzissem seus pedidos de cacau, temendo não poderem operar suas fábricas.

    Outro fator é a dependência de quatro países da África Ocidental (Costa do Marfim, Gana, Camarões e Nigéria) que produzem cerca de 75% de todo o cacau do mundo. Esses países enfrentam problemas como doenças, chuvas irregulares, árvores envelhecidas, baixos preços e falta de incentivos para os agricultores. Muitos deles abandonam o cultivo do cacau e migram para as cidades ou outros países em busca de melhores oportunidades.

    Além disso, há um aumento da demanda por chocolate em países como a China, onde as vendas dobraram na última década. Os chineses consomem mais cacau do que produzem, o que aumenta a pressão sobre o mercado internacional.

    Por fim, as mudanças climáticas podem afetar as condições de cultivo do cacau e reduzir a área adequada para o plantio. O cacau precisa de um clima quente e úmido para crescer, mas o aquecimento global pode alterar os padrões de temperatura e precipitação.

    Todos esses fatores levaram a uma escassez de cacau no mercado internacional e a um aumento do seu preço, que atingiu um pico de 46 anos em junho de 2023. Isso pode ter impactos negativos para os consumidores, que podem ter que pagar mais caro pelo chocolate, e para os produtores, que podem não ter renda suficiente para sustentar suas famílias.

    Para evitar que a crise se agrave, é preciso tomar medidas urgentes para garantir a sustentabilidade da produção e do consumo de chocolate. Algumas dessas medidas são:

    • Apoiar os agricultores com assistência técnica, financeira e social para melhorar a qualidade e a produtividade do cacau.

    • Diversificar as fontes de fornecimento de cacau e incentivar o cultivo em outros países com potencial agrícola.

    • Promover o consumo responsável de chocolate e reduzir o desperdício.

    • Investir em pesquisa e desenvolvimento para encontrar novas variedades de cacau mais resistentes e adaptadas às mudanças climáticas.

    O chocolate é um alimento delicioso e nutritivo que faz parte da cultura e da história de muitos povos. Não podemos deixar que ele se torne um produto raro e inacessível. Por isso, devemos nos informar sobre a crise do cacau e fazer a nossa parte para preservar esse patrimônio da humanidade.

  • Como o Brasil se tornou um dos principais destinos dos imigrantes africanos

    Como o Brasil se tornou um dos principais destinos dos imigrantes africanos

    O Brasil é um dos países que mais recebe imigrantes africanos no mundo.

    Segundo dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Brasil acolheu mais de 200 mil africanos entre 2000 e 2015, sendo o quarto país com maior número de imigrantes do continente africano, atrás apenas dos Estados Unidos, da França e do Reino Unido.

    Mas o que faz do Brasil um destino tão atraente para os africanos? Quais são os benefícios e os desafios de viver no país?

    Economia e emprego

    Uma das principais motivações dos imigrantes africanos é a busca por oportunidades de trabalho e renda. O Brasil tem uma economia crescente e um alto nível de emprego, especialmente nos setores de serviços, indústria e agricultura. O país também tem uma demanda por mão de obra qualificada em áreas como saúde, educação e tecnologia.

    O Brasil tem uma legislação migratória flexível, que facilita a entrada e a regularização de estrangeiros no país. O Brasil também oferece asilo para pessoas que fogem de conflitos e perseguições em seus países de origem. Além disso, o Brasil tem acordos de cooperação com vários países africanos, que permitem a concessão de vistos especiais para estudantes, professores, pesquisadores, artistas e profissionais.

    História e cultura

    O Brasil tem uma história de laços culturais e afetivos com a África, pois foi o maior destino do tráfico negreiro durante a época colonial. Hoje, o Brasil tem a maior população de origem africana fora da África, cerca de 56% dos brasileiros se identificam como negros. A presença africana é marcante na cultura, na música, na dança, na culinária, no carnaval, entre outras manifestações artísticas.

    Os imigrantes africanos encontram no Brasil uma sociedade diversa e multicultural, que acolhe e respeita as diferenças étnicas, religiosas e culturais. Os africanos também contribuem para a riqueza cultural do país, trazendo suas tradições, seus idiomas, seus saberes e suas expressões.

    Desafios e perspectivas

    Apesar das vantagens de viver no Brasil, os imigrantes africanos também enfrentam desafios e dificuldades. Um deles é a barreira linguística, pois muitos africanos não falam português ou têm dificuldade em se comunicar. Outro é a questão da documentação, pois muitos chegam ao país sem documentos ou com documentos irregulares, o que dificulta o acesso a serviços públicos e privados.

    Além disso, os imigrantes africanos sofrem com o preconceito, a discriminação e a violência por parte de alguns setores da sociedade brasileira. Muitos são vítimas de racismo, xenofobia e intolerância religiosa. Muitos também são explorados no mercado de trabalho, recebendo salários baixos e condições precárias.

    Apesar desses obstáculos, os imigrantes africanos têm esperança e otimismo em relação ao seu futuro no Brasil. Eles buscam integrar-se à sociedade brasileira, participando de atividades sociais, culturais e políticas. Eles também buscam manter sua identidade africana, valorizando sua origem e sua cultura.

    O Brasil é um país acolhedor para os africanos, que encontram aqui oportunidades de crescimento pessoal e profissional. O Brasil também é um país beneficiado pela presença dos africanos, que enriquecem sua cultura e sua economia. O Brasil e a África têm muito em comum e muito a aprender um com o outro.

    Segundo dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Brasil acolheu mais de 200 mil africanos entre 2000 e 2015, sendo o quarto país com maior número de imigrantes do continente africano, atrás apenas dos Estados Unidos, da França e do Reino Unido.

    Mas o que faz do Brasil um destino tão atraente para os africanos? Quais são os benefícios e os desafios de viver no país?

    Economia e emprego

    Uma das principais motivações dos imigrantes africanos é a busca por oportunidades de trabalho e renda. O Brasil tem uma economia crescente e um alto nível de emprego, especialmente nos setores de serviços, indústria e agricultura. O país também tem uma demanda por mão de obra qualificada em áreas como saúde, educação e tecnologia.

    O Brasil tem uma legislação migratória flexível, que facilita a entrada e a regularização de estrangeiros no país. O Brasil também oferece asilo para pessoas que fogem de conflitos e perseguições em seus países de origem. Além disso, o Brasil tem acordos de cooperação com vários países africanos, que permitem a concessão de vistos especiais para estudantes, professores, pesquisadores, artistas e profissionais.

    História e cultura

    O Brasil tem uma história de laços culturais e afetivos com a África, pois foi o maior destino do tráfico negreiro durante a época colonial. Hoje, o Brasil tem a maior população de origem africana fora da África, cerca de 56% dos brasileiros se identificam como negros. A presença africana é marcante na cultura, na música, na dança, na culinária, no carnaval, entre outras manifestações artísticas.

    Os imigrantes africanos encontram no Brasil uma sociedade diversa e multicultural, que acolhe e respeita as diferenças étnicas, religiosas e culturais. Os africanos também contribuem para a riqueza cultural do país, trazendo suas tradições, seus idiomas, seus saberes e suas expressões.

    Desafios e perspectivas

    Apesar das vantagens de viver no Brasil, os imigrantes africanos também enfrentam desafios e dificuldades. Um deles é a barreira linguística, pois muitos africanos não falam português ou têm dificuldade em se comunicar. Outro é a questão da documentação, pois muitos chegam ao país sem documentos ou com documentos irregulares, o que dificulta o acesso a serviços públicos e privados.

    Além disso, os imigrantes africanos sofrem com o preconceito, a discriminação e a violência por parte de alguns setores da sociedade brasileira. Muitos são vítimas de racismo, xenofobia e intolerância religiosa. Muitos também são explorados no mercado de trabalho, recebendo salários baixos e condições precárias.

    Apesar desses obstáculos, os imigrantes africanos têm esperança e otimismo em relação ao seu futuro no Brasil. Eles buscam integrar-se à sociedade brasileira, participando de atividades sociais, culturais e políticas. Eles também buscam manter sua identidade africana, valorizando sua origem e sua cultura.

    O Brasil é um país acolhedor para os africanos, que encontram aqui oportunidades de crescimento pessoal e profissional. O Brasil também é um país beneficiado pela presença dos africanos, que enriquecem sua cultura e sua economia. O Brasil e a África têm muito em comum e muito a aprender um com o outro.

  • STF valida lei que permite desapropriação de terras produtivas

    STF valida lei que permite desapropriação de terras produtivas

    O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que a Lei da Reforma Agrária, que permite a desapropriação de terras produtivas que não cumpram a função social, é constitucional.

    A decisão foi tomada na última quinta-feira, 31 de agosto, em resposta a uma ação da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), que questionava a validade da lei.

    A CNA alegava que a lei violava o direito de propriedade e o princípio da livre iniciativa, ao permitir que o governo desapropriasse terras produtivas sem justa causa. A CNA defendia que apenas as terras improdutivas poderiam ser desapropriadas para fins de reforma agrária.

    O STF, porém, entendeu que a propriedade rural deve ser usada de forma socialmente adequada, conforme previsto na Constituição. Segundo o STF, a propriedade rural deve atender, ao mesmo tempo, quatro requisitos: aproveitamento racional e adequado, utilização adequada dos recursos naturais, cumprimento da legislação trabalhista e exploração que favoreça o bem-estar dos proprietários e trabalhadores.

    O STF também afirmou que a desapropriação é uma forma de indenizar o proprietário pela perda da propriedade, e não uma punição. O valor da indenização deve ser fixado em títulos da dívida agrária, com cláusula de preservação do valor real.

    A decisão do STF foi comemorada por movimentos sociais ligados à reforma agrária, que consideram a lei um instrumento importante para garantir o acesso à terra e combater a concentração fundiária no país. Já a CNA lamentou o resultado do julgamento e disse que vai recorrer da decisão.

    A decisão foi tomada na última quinta-feira, 31 de agosto, em resposta a uma ação da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), que questionava a validade da lei.

    A CNA alegava que a lei violava o direito de propriedade e o princípio da livre iniciativa, ao permitir que o governo desapropriasse terras produtivas sem justa causa. A CNA defendia que apenas as terras improdutivas poderiam ser desapropriadas para fins de reforma agrária.

    O STF, porém, entendeu que a propriedade rural deve ser usada de forma socialmente adequada, conforme previsto na Constituição. Segundo o STF, a propriedade rural deve atender, ao mesmo tempo, quatro requisitos: aproveitamento racional e adequado, utilização adequada dos recursos naturais, cumprimento da legislação trabalhista e exploração que favoreça o bem-estar dos proprietários e trabalhadores.

    O STF também afirmou que a desapropriação é uma forma de indenizar o proprietário pela perda da propriedade, e não uma punição. O valor da indenização deve ser fixado em títulos da dívida agrária, com cláusula de preservação do valor real.

    A decisão do STF foi comemorada por movimentos sociais ligados à reforma agrária, que consideram a lei um instrumento importante para garantir o acesso à terra e combater a concentração fundiária no país. Já a CNA lamentou o resultado do julgamento e disse que vai recorrer da decisão.

  • Diesel fica mais caro para financiar programa de renovação da frota

    Diesel fica mais caro para financiar programa de renovação da frota

    O governo do presidente Lula anunciou nesta segunda-feira (4) um aumento do imposto federal PIS/COFINS sobre o diesel, que estava zerado desde janeiro de 2023.

    O objetivo é compensar a perda de arrecadação com o programa de renovação da frota de veículos, que oferece descontos na compra de carros novos.

    O aumento do imposto será de 11 centavos por litro a partir desta terça-feira (5) e de mais 3 centavos em outubro, totalizando 14 centavos. Com isso, o preço médio do diesel nas bombas deve subir de R$ 4,50 para R$ 4,64 nesta terça-feira e para R$ 4,67 em outubro, segundo cálculos da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis).

    O diesel é o combustível mais consumido no Brasil, principalmente pelo setor de transporte rodoviário. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o consumo médio de diesel no país foi de 2,6 bilhões de litros por mês em 2023.

    O programa de renovação da frota foi lançado em janeiro de 2023 pelo governo Lula, com o objetivo de estimular a indústria automotiva e reduzir a poluição. O programa permite que os proprietários de veículos com mais de 15 anos de fabricação troquem seus carros por modelos novos com desconto de até R$ 10 mil. O governo subsidia parte do desconto e também isenta o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros novos.

    Segundo o Ministério da Economia, o programa já beneficiou mais de 1 milhão de consumidores e gerou uma arrecadação adicional de R$ 2 bilhões em impostos estaduais e municipais. No entanto, o programa também provocou uma queda na arrecadação federal do PIS/COFINS sobre os combustíveis, que é uma das principais fontes de receita da União.

    Para equilibrar as contas públicas, o governo decidiu reonerar o diesel, que representa cerca de 60% do consumo total de combustíveis no país. O aumento do imposto deve gerar uma receita extra de R$ 4 bilhões até o final do ano, segundo o Ministério da Economia.

    A medida foi criticada pelos representantes dos caminhoneiros, que ameaçaram fazer uma nova greve nacional contra o aumento do preço do diesel. Em maio de 2018, os caminhoneiros paralisaram o país por dez dias, causando desabastecimento e prejuízos à economia. Na época, o governo Temer atendeu às reivindicações da categoria.

    O governo Lula afirmou que está aberto ao diálogo com os caminhoneiros e que vai manter os demais benefícios concedidos à categoria, como a tabela mínima do frete e a redução do preço do óleo diesel nas refinarias da Petrobras. O governo também disse que vai monitorar o impacto do aumento do imposto sobre a inflação e o crescimento econômico.

    O objetivo é compensar a perda de arrecadação com o programa de renovação da frota de veículos, que oferece descontos na compra de carros novos.

    O aumento do imposto será de 11 centavos por litro a partir desta terça-feira (5) e de mais 3 centavos em outubro, totalizando 14 centavos. Com isso, o preço médio do diesel nas bombas deve subir de R$ 4,50 para R$ 4,64 nesta terça-feira e para R$ 4,67 em outubro, segundo cálculos da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis).

    O diesel é o combustível mais consumido no Brasil, principalmente pelo setor de transporte rodoviário. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o consumo médio de diesel no país foi de 2,6 bilhões de litros por mês em 2023.

    O programa de renovação da frota foi lançado em janeiro de 2023 pelo governo Lula, com o objetivo de estimular a indústria automotiva e reduzir a poluição. O programa permite que os proprietários de veículos com mais de 15 anos de fabricação troquem seus carros por modelos novos com desconto de até R$ 10 mil. O governo subsidia parte do desconto e também isenta o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros novos.

    Segundo o Ministério da Economia, o programa já beneficiou mais de 1 milhão de consumidores e gerou uma arrecadação adicional de R$ 2 bilhões em impostos estaduais e municipais. No entanto, o programa também provocou uma queda na arrecadação federal do PIS/COFINS sobre os combustíveis, que é uma das principais fontes de receita da União.

    Para equilibrar as contas públicas, o governo decidiu reonerar o diesel, que representa cerca de 60% do consumo total de combustíveis no país. O aumento do imposto deve gerar uma receita extra de R$ 4 bilhões até o final do ano, segundo o Ministério da Economia.

    A medida foi criticada pelos representantes dos caminhoneiros, que ameaçaram fazer uma nova greve nacional contra o aumento do preço do diesel. Em maio de 2018, os caminhoneiros paralisaram o país por dez dias, causando desabastecimento e prejuízos à economia. Na época, o governo Temer atendeu às reivindicações da categoria.

    O governo Lula afirmou que está aberto ao diálogo com os caminhoneiros e que vai manter os demais benefícios concedidos à categoria, como a tabela mínima do frete e a redução do preço do óleo diesel nas refinarias da Petrobras. O governo também disse que vai monitorar o impacto do aumento do imposto sobre a inflação e o crescimento econômico.

  • Taxação de 92% deixa compras no AliExpress mais caras e derruba discurso do governo e aliados

    Taxação de 92% deixa compras no AliExpress mais caras e derruba discurso do governo e aliados

    Os brasileiros que gostam de comprar produtos baratos no AliExpress, um dos maiores sites de compras do mundo, terão que pagar mais caro a partir de agora.

    O governo federal anunciou que as compras acima de 50 dólares no site terão uma alíquota de 92% de impostos, sendo 60% de imposto de importação e 17% de ICMS.

    A medida faz parte de um programa chamado Remessa Conforme, criado pelo governo petista, liderado por Lula, que visa regular o comércio eletrônico e equilibrar a competição entre empresas estrangeiras e nacionais. Segundo o Ministério da Economia, o objetivo é evitar a evasão fiscal e a sonegação de impostos, além de proteger a indústria nacional e gerar empregos.

    No entanto, a medida gerou críticas e preocupações por parte dos consumidores e dos varejistas brasileiros, que temem o impacto na economia e na concorrência. Muitos afirmam que os produtos vendidos no AliExpress são mais baratos, variados e de qualidade do que os encontrados no mercado nacional, e que o aumento dos impostos vai prejudicar o poder de compra e a liberdade de escolha dos brasileiros.

    Além disso, alguns especialistas alertam que a medida pode ser considerada uma violação das regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), que proíbe a discriminação entre países membros e a imposição de barreiras comerciais injustificadas. Eles também apontam que o programa Remessa Conforme pode ser ineficaz para combater a sonegação fiscal, pois muitos vendedores do AliExpress podem declarar valores menores ou enviar os produtos como presentes para evitar os impostos.

    O AliExpress é um site de origem chinesa que vende produtos de diversos segmentos, como eletrônicos, roupas, acessórios, brinquedos, cosméticos, entre outros. O site possui mais de 100 milhões de usuários no mundo todo, sendo o Brasil um dos seus principais mercados. Em 2022, o site faturou cerca de 74 bilhões de dólares em vendas globais.

    O governo federal anunciou que as compras acima de 50 dólares no site terão uma alíquota de 92% de impostos, sendo 60% de imposto de importação e 17% de ICMS.

    A medida faz parte de um programa chamado Remessa Conforme, criado pelo governo petista, liderado por Lula, que visa regular o comércio eletrônico e equilibrar a competição entre empresas estrangeiras e nacionais. Segundo o Ministério da Economia, o objetivo é evitar a evasão fiscal e a sonegação de impostos, além de proteger a indústria nacional e gerar empregos.

    No entanto, a medida gerou críticas e preocupações por parte dos consumidores e dos varejistas brasileiros, que temem o impacto na economia e na concorrência. Muitos afirmam que os produtos vendidos no AliExpress são mais baratos, variados e de qualidade do que os encontrados no mercado nacional, e que o aumento dos impostos vai prejudicar o poder de compra e a liberdade de escolha dos brasileiros.

    Além disso, alguns especialistas alertam que a medida pode ser considerada uma violação das regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), que proíbe a discriminação entre países membros e a imposição de barreiras comerciais injustificadas. Eles também apontam que o programa Remessa Conforme pode ser ineficaz para combater a sonegação fiscal, pois muitos vendedores do AliExpress podem declarar valores menores ou enviar os produtos como presentes para evitar os impostos.

    O AliExpress é um site de origem chinesa que vende produtos de diversos segmentos, como eletrônicos, roupas, acessórios, brinquedos, cosméticos, entre outros. O site possui mais de 100 milhões de usuários no mundo todo, sendo o Brasil um dos seus principais mercados. Em 2022, o site faturou cerca de 74 bilhões de dólares em vendas globais.

  • Dicas infalíveis de como ser aprovado no Programa de Estágio Embraer

    Dicas infalíveis de como ser aprovado no Programa de Estágio Embraer

    A Embraer, uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo, está com 350 vagas abertas para estudantes de nível técnico e superior em diversas áreas.

    Os interessados podem se inscrever até o dia 8 de outubro e concorrer a uma oportunidade de aprender e inovar em uma empresa que é referência no setor.

    Quem pode participar?

    Para participar do processo seletivo, os candidatos devem estar cursando Ensino Superior ou Técnico, com matrícula ativa em sua instituição de ensino. As áreas de formação são variadas, como Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharias, Estatística, Física, Matemática, Psicologia, entre outras.

    Não é necessário ter experiência prévia ou qualquer conhecimento na área. A Embraer valoriza a vontade de aprender e a capacidade de se adaptar a novos desafios. Os candidatos devem ter disponibilidade para trabalhar em home office, híbrido ou presencial, dependendo da vaga.

    Quais são os benefícios?

    Os estudantes selecionados receberão bolsa auxílio, vale refeição, vale transporte, auxílio home office, Gympass, convênio médico e odontológico. Além disso, terão a chance de desenvolver suas habilidades e competências em uma empresa que produz aviões e inova em tecnologia.

    Os estagiários terão acesso a treinamentos, mentorias, projetos e feedbacks constantes. Eles também poderão participar de eventos internos e externos, como palestras, workshops e visitas técnicas. A Embraer oferece ainda um plano de carreira para os estagiários que se destacarem e quiserem continuar na empresa após o término do contrato.

    Como se inscrever?

    O processo seletivo acontecerá de forma virtual e os interessados podem realizar suas inscrições até o dia 8 de outubro por meio da plataforma Gupy. Os candidatos passarão por testes online, entrevistas e dinâmicas de grupo. O início das atividades está previsto para janeiro de 2024.

    Como se preparar?

    Para aumentar as chances de sucesso no processo seletivo, é importante que os candidatos se preparem com antecedência. Algumas dicas são:

    • Pesquisar sobre a empresa: conhecer a história, os valores, os produtos e os projetos da Embraer pode ajudar a demonstrar interesse e afinidade com a empresa.

    • Revisar o currículo: destacar as principais experiências acadêmicas, profissionais ou pessoais que tenham relação com a vaga pretendida.

    • Estudar o idioma: ter um bom nível de inglês é um diferencial para trabalhar na Embraer, que tem clientes e parceiros em todo o mundo.

    • Treinar a comunicação: saber se expressar com clareza, objetividade e confiança é essencial para impressionar os recrutadores e mostrar seu potencial.

    • Ser autêntico: mostrar sua personalidade, seus valores e seus objetivos é uma forma de se diferenciar dos demais candidatos e criar uma conexão com a empresa.

    Sobre a Embraer

    A Embraer foi criada em 1969 com o apoio do governo nacional e desde então desenvolve projetos de alta complexidade e inovação em suas aeronaves e novas tecnologias. A empresa tem 18 mil colaboradores e atua em segmentos como aviação comercial, aviação executiva, defesa e segurança e serviços. A Embraer é reconhecida mundialmente pela qualidade e segurança de seus produtos e pela sua capacidade de superar desafios.

    Não perca essa oportunidade de fazer parte dessa história. Inscreva-se já e boa sorte!

    Os interessados podem se inscrever até o dia 8 de outubro e concorrer a uma oportunidade de aprender e inovar em uma empresa que é referência no setor.

    Quem pode participar?

    Para participar do processo seletivo, os candidatos devem estar cursando Ensino Superior ou Técnico, com matrícula ativa em sua instituição de ensino. As áreas de formação são variadas, como Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharias, Estatística, Física, Matemática, Psicologia, entre outras.

    Não é necessário ter experiência prévia ou qualquer conhecimento na área. A Embraer valoriza a vontade de aprender e a capacidade de se adaptar a novos desafios. Os candidatos devem ter disponibilidade para trabalhar em home office, híbrido ou presencial, dependendo da vaga.

    Quais são os benefícios?

    Os estudantes selecionados receberão bolsa auxílio, vale refeição, vale transporte, auxílio home office, Gympass, convênio médico e odontológico. Além disso, terão a chance de desenvolver suas habilidades e competências em uma empresa que produz aviões e inova em tecnologia.

    Os estagiários terão acesso a treinamentos, mentorias, projetos e feedbacks constantes. Eles também poderão participar de eventos internos e externos, como palestras, workshops e visitas técnicas. A Embraer oferece ainda um plano de carreira para os estagiários que se destacarem e quiserem continuar na empresa após o término do contrato.

    Como se inscrever?

    O processo seletivo acontecerá de forma virtual e os interessados podem realizar suas inscrições até o dia 8 de outubro por meio da plataforma Gupy. Os candidatos passarão por testes online, entrevistas e dinâmicas de grupo. O início das atividades está previsto para janeiro de 2024.

    Como se preparar?

    Para aumentar as chances de sucesso no processo seletivo, é importante que os candidatos se preparem com antecedência. Algumas dicas são:

    • Pesquisar sobre a empresa: conhecer a história, os valores, os produtos e os projetos da Embraer pode ajudar a demonstrar interesse e afinidade com a empresa.

    • Revisar o currículo: destacar as principais experiências acadêmicas, profissionais ou pessoais que tenham relação com a vaga pretendida.

    • Estudar o idioma: ter um bom nível de inglês é um diferencial para trabalhar na Embraer, que tem clientes e parceiros em todo o mundo.

    • Treinar a comunicação: saber se expressar com clareza, objetividade e confiança é essencial para impressionar os recrutadores e mostrar seu potencial.

    • Ser autêntico: mostrar sua personalidade, seus valores e seus objetivos é uma forma de se diferenciar dos demais candidatos e criar uma conexão com a empresa.

    Sobre a Embraer

    A Embraer foi criada em 1969 com o apoio do governo nacional e desde então desenvolve projetos de alta complexidade e inovação em suas aeronaves e novas tecnologias. A empresa tem 18 mil colaboradores e atua em segmentos como aviação comercial, aviação executiva, defesa e segurança e serviços. A Embraer é reconhecida mundialmente pela qualidade e segurança de seus produtos e pela sua capacidade de superar desafios.

    Não perca essa oportunidade de fazer parte dessa história. Inscreva-se já e boa sorte!

  • Estágio Embraer: 350 vagas para estudantes sem experiência

    Estágio Embraer: 350 vagas para estudantes sem experiência

    A Embraer, a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo, está com 350 vagas abertas para estudantes de nível técnico e superior em diversas áreas, como engenharia, operações, corporativo e Tech.

    As vagas são para home office, híbrido ou presenciais.

    Quem pode se candidatar?

    Para se candidatar, você não precisa ter experiência prévia, apenas vontade de aprender e conhecimentos adquiridos em aula, projetos ou outras experiências. Você deve estar cursando Ensino Superior, com matrícula ativa em sua faculdade. As áreas de formação são variadas, como Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharias, Estatística, Física, Matemática, Psicologia, entre outras.

    Quais são os benefícios?

    Os aprovados receberão bolsa auxílio, vale refeição, vale transporte, auxílio home office, Gympass, convênio médico e odontológico. Além disso, terão a oportunidade de aprender com profissionais experientes e participar de projetos de alta complexidade e inovação em uma empresa que é referência no setor aeroespacial.

    Como se inscrever?

    O processo seletivo acontecerá de forma virtual e os interessados podem realizar suas inscrições até o dia 8 de outubro por meio da plataforma Gupy. Os candidatos passarão por testes online, entrevistas e dinâmicas de grupo. O início das atividades está previsto para janeiro de 2024.

    Sobre a Embraer

    A Embraer foi criada em 1969 com o apoio do governo nacional e desde então desenvolve projetos de alta complexidade e inovação em suas aeronaves e novas tecnologias. A empresa tem 18 mil colaboradores e atua em segmentos como aviação comercial, aviação executiva, defesa e segurança e serviços. A Embraer é reconhecida mundialmente pela qualidade e segurança de seus produtos e pela sua capacidade de superar desafios.

    Não perca essa oportunidade de fazer parte dessa história. Inscreva-se já e boa sorte!

    As vagas são para home office, híbrido ou presenciais.

    Quem pode se candidatar?

    Para se candidatar, você não precisa ter experiência prévia, apenas vontade de aprender e conhecimentos adquiridos em aula, projetos ou outras experiências. Você deve estar cursando Ensino Superior, com matrícula ativa em sua faculdade. As áreas de formação são variadas, como Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharias, Estatística, Física, Matemática, Psicologia, entre outras.

    Quais são os benefícios?

    Os aprovados receberão bolsa auxílio, vale refeição, vale transporte, auxílio home office, Gympass, convênio médico e odontológico. Além disso, terão a oportunidade de aprender com profissionais experientes e participar de projetos de alta complexidade e inovação em uma empresa que é referência no setor aeroespacial.

    Como se inscrever?

    O processo seletivo acontecerá de forma virtual e os interessados podem realizar suas inscrições até o dia 8 de outubro por meio da plataforma Gupy. Os candidatos passarão por testes online, entrevistas e dinâmicas de grupo. O início das atividades está previsto para janeiro de 2024.

    Sobre a Embraer

    A Embraer foi criada em 1969 com o apoio do governo nacional e desde então desenvolve projetos de alta complexidade e inovação em suas aeronaves e novas tecnologias. A empresa tem 18 mil colaboradores e atua em segmentos como aviação comercial, aviação executiva, defesa e segurança e serviços. A Embraer é reconhecida mundialmente pela qualidade e segurança de seus produtos e pela sua capacidade de superar desafios.

    Não perca essa oportunidade de fazer parte dessa história. Inscreva-se já e boa sorte!

  • Como emitir nota fiscal MEI com a nova regra?

    Como emitir nota fiscal MEI com a nova regra?

    Os microempreendedores individuais (MEIs) devem ficar atentos às mudanças na emissão de nota fiscal eletrônica (NFS-e).

    A partir de agora, eles devem emitir suas notas pelo portal gov.br/nfse ou pelo aplicativo disponível para Android e iOS. A medida visa simplificar e facilitar o cumprimento de obrigações tributárias.

    Para emitir uma nota fiscal, o MEI deve fazer o cadastro no Portal Nacional de emissão de NFS-e para gerar um código e uma senha. Depois, ele deve informar os dados do cliente, como CPF ou CNPJ, a descrição do serviço prestado e o valor da nota. O sistema irá gerar a nota fiscal eletrônica, que poderá ser enviada por e-mail ou impressa.

    A nova regra foi estabelecida pela Resolução 169/2022 do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) e tem como objetivo padronizar o processo de emissão de notas fiscais em todo o país. A migração do sistema é obrigatória somente para os MEIs, não se aplicando, portanto, a outros tipos de empresas.

    A emissão de nota fiscal é obrigatória para os MEIs que prestam serviços para pessoas jurídicas ou para o governo. Para os MEIs que prestam serviços para pessoas físicas, a emissão é facultativa, exceto quando o cliente solicitar. A nota fiscal serve como comprovante da prestação do serviço e do recolhimento dos impostos.

    A partir de agora, eles devem emitir suas notas pelo portal gov.br/nfse ou pelo aplicativo disponível para Android e iOS. A medida visa simplificar e facilitar o cumprimento de obrigações tributárias.

    Para emitir uma nota fiscal, o MEI deve fazer o cadastro no Portal Nacional de emissão de NFS-e para gerar um código e uma senha. Depois, ele deve informar os dados do cliente, como CPF ou CNPJ, a descrição do serviço prestado e o valor da nota. O sistema irá gerar a nota fiscal eletrônica, que poderá ser enviada por e-mail ou impressa.

    A nova regra foi estabelecida pela Resolução 169/2022 do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) e tem como objetivo padronizar o processo de emissão de notas fiscais em todo o país. A migração do sistema é obrigatória somente para os MEIs, não se aplicando, portanto, a outros tipos de empresas.

    A emissão de nota fiscal é obrigatória para os MEIs que prestam serviços para pessoas jurídicas ou para o governo. Para os MEIs que prestam serviços para pessoas físicas, a emissão é facultativa, exceto quando o cliente solicitar. A nota fiscal serve como comprovante da prestação do serviço e do recolhimento dos impostos.