Categoria: Economia

  • Renda básica universal e inteligência artificial: entenda essa relação e como ela pode mudar o mundo

    Renda básica universal e inteligência artificial: entenda essa relação e como ela pode mudar o mundo

    A renda básica universal é um programa de transferência de renda que garante um valor mínimo de dinheiro para todos os cidadãos de um país ou região, independentemente da sua situação financeira ou emprego. 

    A ideia tem sido discutida em vários países e tem sido testada em alguns lugares, como no Alasca, onde os residentes recebem uma parcela anual do lucro do petróleo do estado.

    Na era da inteligência artificial, os debates e experiências da Renda Básica Universal ganham cada vez mais espaço.

    Até 2024, 7 milhões de vagas de emprego serão extintas, 45% das atividades remuneradas estarão automatizadas e 37% das funções no mercado de trabalho irão desaparecer.

    Alguns países que já implementaram ou estão em processo de implementação incluem:

    • Finlândia: Em 2017, a Finlândia iniciou um programa piloto de renda básica universal para 2.000 desempregados. O programa durou dois anos e foi encerrado em 2019.
    • Canadá: A província de Ontário iniciou um programa piloto de renda básica universal em 2017. O programa foi encerrado em 2018 pelo governo provincial.
    • Índia: Em 2019, o estado indiano de Sikkim anunciou que iria implementar um programa de renda básica universal para todos os seus cidadãos adultos até 2022.

    A Renda Básica Universal é o direito de todas as pessoas participarem da riqueza produzida pela nação. É incondicional, todos recebem o mesmo valor e têm o direito de usar como quiser e precisa ser.

    A inteligência artificial pode ser uma ferramenta para ajudar a implementar a renda básica universal. A IA pode ser usada para automatizar processos e reduzir custos, o que pode tornar a renda básica universal mais viável.

    A ideia tem sido discutida em vários países e tem sido testada em alguns lugares, como no Alasca, onde os residentes recebem uma parcela anual do lucro do petróleo do estado.

    Na era da inteligência artificial, os debates e experiências da Renda Básica Universal ganham cada vez mais espaço.

    Até 2024, 7 milhões de vagas de emprego serão extintas, 45% das atividades remuneradas estarão automatizadas e 37% das funções no mercado de trabalho irão desaparecer.

    Alguns países que já implementaram ou estão em processo de implementação incluem:

    • Finlândia: Em 2017, a Finlândia iniciou um programa piloto de renda básica universal para 2.000 desempregados. O programa durou dois anos e foi encerrado em 2019.
    • Canadá: A província de Ontário iniciou um programa piloto de renda básica universal em 2017. O programa foi encerrado em 2018 pelo governo provincial.
    • Índia: Em 2019, o estado indiano de Sikkim anunciou que iria implementar um programa de renda básica universal para todos os seus cidadãos adultos até 2022.

    A Renda Básica Universal é o direito de todas as pessoas participarem da riqueza produzida pela nação. É incondicional, todos recebem o mesmo valor e têm o direito de usar como quiser e precisa ser.

    A inteligência artificial pode ser uma ferramenta para ajudar a implementar a renda básica universal. A IA pode ser usada para automatizar processos e reduzir custos, o que pode tornar a renda básica universal mais viável.

  • O que é Renda Básica Universal e por que ela é essencial para enfrentar os desafios da inteligência artificial

    O que é Renda Básica Universal e por que ela é essencial para enfrentar os desafios da inteligência artificial

    A renda básica universal é um programa de transferência de renda que garante um valor mínimo de dinheiro para todos os cidadãos de um país ou região, independentemente da sua situação financeira ou emprego. 

    A ideia tem sido discutida em vários países e tem sido testada em alguns lugares, como no Alasca, onde os residentes recebem uma parcela anual do lucro do petróleo do estado.

    Na era da inteligência artificial, os debates e experiências da Renda Básica Universal ganham cada vez mais espaço.

    Até 2024, 7 milhões de vagas de emprego serão extintas, 45% das atividades remuneradas estarão automatizadas e 37% das funções no mercado de trabalho irão desaparecer.

    Alguns países que já implementaram ou estão em processo de implementação incluem:

    • Finlândia: Em 2017, a Finlândia iniciou um programa piloto de renda básica universal para 2.000 desempregados. O programa durou dois anos e foi encerrado em 2019.
    • Canadá: A província de Ontário iniciou um programa piloto de renda básica universal em 2017. O programa foi encerrado em 2018 pelo governo provincial.
    • Índia: Em 2019, o estado indiano de Sikkim anunciou que iria implementar um programa de renda básica universal para todos os seus cidadãos adultos até 2022.

    A Renda Básica Universal é o direito de todas as pessoas participarem da riqueza produzida pela nação. É incondicional, todos recebem o mesmo valor e têm o direito de usar como quiser e precisa ser.

    A inteligência artificial pode ser uma ferramenta para ajudar a implementar a renda básica universal. A IA pode ser usada para automatizar processos e reduzir custos, o que pode tornar a renda básica universal mais viável.

    A ideia tem sido discutida em vários países e tem sido testada em alguns lugares, como no Alasca, onde os residentes recebem uma parcela anual do lucro do petróleo do estado.

    Na era da inteligência artificial, os debates e experiências da Renda Básica Universal ganham cada vez mais espaço.

    Até 2024, 7 milhões de vagas de emprego serão extintas, 45% das atividades remuneradas estarão automatizadas e 37% das funções no mercado de trabalho irão desaparecer.

    Alguns países que já implementaram ou estão em processo de implementação incluem:

    • Finlândia: Em 2017, a Finlândia iniciou um programa piloto de renda básica universal para 2.000 desempregados. O programa durou dois anos e foi encerrado em 2019.
    • Canadá: A província de Ontário iniciou um programa piloto de renda básica universal em 2017. O programa foi encerrado em 2018 pelo governo provincial.
    • Índia: Em 2019, o estado indiano de Sikkim anunciou que iria implementar um programa de renda básica universal para todos os seus cidadãos adultos até 2022.

    A Renda Básica Universal é o direito de todas as pessoas participarem da riqueza produzida pela nação. É incondicional, todos recebem o mesmo valor e têm o direito de usar como quiser e precisa ser.

    A inteligência artificial pode ser uma ferramenta para ajudar a implementar a renda básica universal. A IA pode ser usada para automatizar processos e reduzir custos, o que pode tornar a renda básica universal mais viável.

  • Gasolina e Etanol terão alíquota única de R$ 1,22 em 1º de junho

    Gasolina e Etanol terão alíquota única de R$ 1,22 em 1º de junho

    A partir de 1º de junho, os combustíveis terão uma alíquota única do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passará a ser de R$ 1,22 por litro para a gasolina e o álcool anidro.

    A medida faz parte do pacote fiscal anunciado pelo governo federal em março para equilibrar as contas públicas. Segundo o Ministério da Economia, a elevação da alíquota deve gerar uma arrecadação extra de R$ 6,2 bilhões em 2023.

    A gasolina e o álcool anidro são os principais componentes da gasolina comum vendida nos postos de combustíveis. O álcool anidro é misturado à gasolina em uma proporção de 27%. Com o aumento da alíquota, o preço final da gasolina para o consumidor deve subir cerca de R$ 0,33 por litro, segundo cálculos da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis).

    O governo justificou o aumento da alíquota como uma forma de compensar a redução de impostos sobre o diesel e o gás de cozinha, que foram zerados por dois meses pelo presidente Jair Bolsonaro. A medida foi uma resposta à pressão dos caminhoneiros, que ameaçavam fazer uma greve por causa do alto custo do diesel.

    Fonte: Agência Brasil

    A medida faz parte do pacote fiscal anunciado pelo governo federal em março para equilibrar as contas públicas. Segundo o Ministério da Economia, a elevação da alíquota deve gerar uma arrecadação extra de R$ 6,2 bilhões em 2023.

    A gasolina e o álcool anidro são os principais componentes da gasolina comum vendida nos postos de combustíveis. O álcool anidro é misturado à gasolina em uma proporção de 27%. Com o aumento da alíquota, o preço final da gasolina para o consumidor deve subir cerca de R$ 0,33 por litro, segundo cálculos da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis).

    O governo justificou o aumento da alíquota como uma forma de compensar a redução de impostos sobre o diesel e o gás de cozinha, que foram zerados por dois meses pelo presidente Jair Bolsonaro. A medida foi uma resposta à pressão dos caminhoneiros, que ameaçavam fazer uma greve por causa do alto custo do diesel.

    Fonte: Agência Brasil

  • Marmitas: uma opção econômica e saudável em tempos de inflação

    Marmitas: uma opção econômica e saudável em tempos de inflação

    A inflação dos alimentos no Brasil em 2023 continua a pesar no bolso dos consumidores, que buscam alternativas para economizar e se alimentar melhor.

    Uma delas é levar marmita para o trabalho, uma prática que vem ganhando cada vez mais adeptos nos últimos anos.

    Segundo dados do Ministério da Economia, o número de empresários do ramo de alimentação para consumo domiciliar, que inclui as marmitas e outras refeições embaladas, cresceu 134% entre 2014 e 2019, passando de 102,1 mil para 239,8 mil. A maioria desses empreendedores são microempreendedores individuais (MEI), que representam 94% do segmento.

    As marmitas oferecem diversas vantagens para quem quer economizar e se alimentar melhor. Além de serem mais baratas do que comer fora, elas permitem controlar a qualidade e a quantidade dos alimentos, evitando o desperdício e o consumo excessivo de calorias, gorduras e sódio. As marmitas também podem atender a necessidades específicas de dieta, como restrições alimentares ou opções vegetarianas e veganas.

    Para quem quer entrar nesse mercado, é preciso seguir algumas normas sanitárias e de segurança alimentar, como manter a higiene do local de preparo, armazenar e transportar os alimentos adequadamente e informar os ingredientes e a data de validade das refeições. Também é importante investir em embalagens práticas e atrativas, diversificar o cardápio e oferecer opções personalizadas para os clientes.

    As marmitas são uma tendência que veio para ficar, pois atendem a uma demanda crescente por praticidade, economia e saúde. Com planejamento, criatividade e bom tempero, é possível se destacar nesse mercado e conquistar uma clientela fiel.

    Uma delas é levar marmita para o trabalho, uma prática que vem ganhando cada vez mais adeptos nos últimos anos.

    Segundo dados do Ministério da Economia, o número de empresários do ramo de alimentação para consumo domiciliar, que inclui as marmitas e outras refeições embaladas, cresceu 134% entre 2014 e 2019, passando de 102,1 mil para 239,8 mil. A maioria desses empreendedores são microempreendedores individuais (MEI), que representam 94% do segmento.

    As marmitas oferecem diversas vantagens para quem quer economizar e se alimentar melhor. Além de serem mais baratas do que comer fora, elas permitem controlar a qualidade e a quantidade dos alimentos, evitando o desperdício e o consumo excessivo de calorias, gorduras e sódio. As marmitas também podem atender a necessidades específicas de dieta, como restrições alimentares ou opções vegetarianas e veganas.

    Para quem quer entrar nesse mercado, é preciso seguir algumas normas sanitárias e de segurança alimentar, como manter a higiene do local de preparo, armazenar e transportar os alimentos adequadamente e informar os ingredientes e a data de validade das refeições. Também é importante investir em embalagens práticas e atrativas, diversificar o cardápio e oferecer opções personalizadas para os clientes.

    As marmitas são uma tendência que veio para ficar, pois atendem a uma demanda crescente por praticidade, economia e saúde. Com planejamento, criatividade e bom tempero, é possível se destacar nesse mercado e conquistar uma clientela fiel.

  • O que é arcabouço fiscal e por que ele é importante para a economia brasileira

    O que é arcabouço fiscal e por que ele é importante para a economia brasileira

    O arcabouço fiscal é o conjunto de regras e instituições que orientam a política fiscal de um país.

    O objetivo do arcabouço fiscal é garantir a sustentabilidade das contas públicas, a transparência na gestão dos recursos públicos e a eficiência na alocação dos gastos públicos.

    O arcabouço fiscal pode incluir normas constitucionais, leis complementares, leis ordinárias, decretos e resoluções que definem os limites, os critérios e os procedimentos para a elaboração, a execução e o controle do orçamento público.

    Alguns exemplos de componentes do arcabouço fiscal são a Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias, o Plano Plurianual e a Regra de Ouro.

    Mudanças na regra

    O Brasil está em processo de mudança do seu arcabouço fiscal, que atualmente é baseado no teto de gastos, uma regra que limita o aumento das despesas da União à inflação. O governo Lula, por meio do ministro da Fazenda Fernando Haddad, apresentou uma proposta de novo arcabouço fiscal, que substituirá o teto de gastos por uma regra que limita o crescimento dos gastos a 70% da receita.

    A nova regra fiscal também prevê metas de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida) e mecanismos de ajuste em caso de descumprimento das metas. A proposta visa zerar o déficit público em 2024, alcançar um superávit de 1% do PIB em 2026 e estabilizar a dívida pública no mesmo ano.

    O novo arcabouço fiscal é importante para a economia brasileira porque pode ajudar a melhorar a confiança dos investidores, a reduzir os juros, a controlar a inflação e a aumentar os investimentos em áreas prioritárias, como infraestrutura, saúde e educação. Além disso, o novo arcabouço fiscal pode contribuir para o equilíbrio fiscal intergeracional, evitando que as gerações futuras paguem pela irresponsabilidade fiscal do presente.

    O objetivo do arcabouço fiscal é garantir a sustentabilidade das contas públicas, a transparência na gestão dos recursos públicos e a eficiência na alocação dos gastos públicos.

    O arcabouço fiscal pode incluir normas constitucionais, leis complementares, leis ordinárias, decretos e resoluções que definem os limites, os critérios e os procedimentos para a elaboração, a execução e o controle do orçamento público.

    Alguns exemplos de componentes do arcabouço fiscal são a Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias, o Plano Plurianual e a Regra de Ouro.

    Mudanças na regra

    O Brasil está em processo de mudança do seu arcabouço fiscal, que atualmente é baseado no teto de gastos, uma regra que limita o aumento das despesas da União à inflação. O governo Lula, por meio do ministro da Fazenda Fernando Haddad, apresentou uma proposta de novo arcabouço fiscal, que substituirá o teto de gastos por uma regra que limita o crescimento dos gastos a 70% da receita.

    A nova regra fiscal também prevê metas de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida) e mecanismos de ajuste em caso de descumprimento das metas. A proposta visa zerar o déficit público em 2024, alcançar um superávit de 1% do PIB em 2026 e estabilizar a dívida pública no mesmo ano.

    O novo arcabouço fiscal é importante para a economia brasileira porque pode ajudar a melhorar a confiança dos investidores, a reduzir os juros, a controlar a inflação e a aumentar os investimentos em áreas prioritárias, como infraestrutura, saúde e educação. Além disso, o novo arcabouço fiscal pode contribuir para o equilíbrio fiscal intergeracional, evitando que as gerações futuras paguem pela irresponsabilidade fiscal do presente.

  • Nova Regra Fiscal: o que muda com a proposta de Haddad

    Nova Regra Fiscal: o que muda com a proposta de Haddad

    O governo federal apresentou nesta quinta-feira (30) a proposta de uma nova regra fiscal para substituir o atual teto de gastos, que limita o aumento das despesas públicas à inflação do ano anterior.

    A nova regra fiscal tem como objetivo garantir o equilíbrio das contas públicas e permitir um maior espaço para investimentos em áreas prioritárias.

    A proposta consiste em combinar uma meta de superávit primário (resultado positivo nas contas do governo sem os juros da dívida pública) com um mecanismo de controle das despesas, que serão limitadas a 70% do crescimento da receita primária (arrecadação do governo com impostos e transferências). Além disso, a proposta estabelece um intervalo de valores possíveis para a meta do resultado primário, dando mais flexibilidade ao governo para lidar com as oscilações da economia.

    Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a nova regra fiscal busca sanar as deficiências das regras anteriores, que não conseguiram conter o aumento da dívida pública e nem estimular o crescimento econômico. Haddad afirmou que a proposta é moderna e está em linha com o que vem sendo praticado no mundo desenvolvido e em desenvolvimento.

    A nova regra fiscal prevê zerar o déficit primário da União em 2024, gerar um superávit primário de 0,5% do PIB em 2025 e de 1% do PIB em 2026. Com isso, espera-se estabilizar a dívida pública da União em 2026. A proposta também prevê a revisão periódica das metas fiscais, a cada dois anos, para adequá-las à realidade econômica.

    A proposta do governo foi apresentada aos líderes parlamentares e aos presidentes da Câmara e do Senado, que deverão analisar e votar a medida nas próximas semanas. O governo espera contar com o apoio do Congresso Nacional para aprovar a nova regra fiscal, que considera essencial para retomar o desenvolvimento sustentável do país.

    A nova regra fiscal tem como objetivo garantir o equilíbrio das contas públicas e permitir um maior espaço para investimentos em áreas prioritárias.

    A proposta consiste em combinar uma meta de superávit primário (resultado positivo nas contas do governo sem os juros da dívida pública) com um mecanismo de controle das despesas, que serão limitadas a 70% do crescimento da receita primária (arrecadação do governo com impostos e transferências). Além disso, a proposta estabelece um intervalo de valores possíveis para a meta do resultado primário, dando mais flexibilidade ao governo para lidar com as oscilações da economia.

    Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a nova regra fiscal busca sanar as deficiências das regras anteriores, que não conseguiram conter o aumento da dívida pública e nem estimular o crescimento econômico. Haddad afirmou que a proposta é moderna e está em linha com o que vem sendo praticado no mundo desenvolvido e em desenvolvimento.

    A nova regra fiscal prevê zerar o déficit primário da União em 2024, gerar um superávit primário de 0,5% do PIB em 2025 e de 1% do PIB em 2026. Com isso, espera-se estabilizar a dívida pública da União em 2026. A proposta também prevê a revisão periódica das metas fiscais, a cada dois anos, para adequá-las à realidade econômica.

    A proposta do governo foi apresentada aos líderes parlamentares e aos presidentes da Câmara e do Senado, que deverão analisar e votar a medida nas próximas semanas. O governo espera contar com o apoio do Congresso Nacional para aprovar a nova regra fiscal, que considera essencial para retomar o desenvolvimento sustentável do país.

  • TCU determina que Marinha reembolse valor de Viagra comprado com sobrepreço

    TCU determina que Marinha reembolse valor de Viagra comprado com sobrepreço

    O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou um superfaturamento na aquisição de comprimidos de Viagra pelo Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, entre 2020 e 2021.

    O medicamento é usado para tratar disfunção erétil e hipertensão pulmonar.

    Segundo o TCU, a Marinha pagou R$ 3,65 por cada pílula, enquanto o valor médio no painel de preços do governo federal era de R$ 1,81.

    O prejuízo aos cofres públicos foi de R$ 27.820,80. O TCU ordenou que a Marinha devolva esse valor em até 90 dias.

    A compra de mais de 35 mil comprimidos de Viagra pelas Forças Armadas foi denunciada pelo deputado Elias Vaz (PSB-GO) e pelo senador Jorge Kajuru (PSB-GO) em abril do ano passado.

    O medicamento é usado para tratar disfunção erétil e hipertensão pulmonar.

    Segundo o TCU, a Marinha pagou R$ 3,65 por cada pílula, enquanto o valor médio no painel de preços do governo federal era de R$ 1,81.

    O prejuízo aos cofres públicos foi de R$ 27.820,80. O TCU ordenou que a Marinha devolva esse valor em até 90 dias.

    A compra de mais de 35 mil comprimidos de Viagra pelas Forças Armadas foi denunciada pelo deputado Elias Vaz (PSB-GO) e pelo senador Jorge Kajuru (PSB-GO) em abril do ano passado.

  • Receita Federal cria NF-e Ouro para rastrear operações

    Receita Federal cria NF-e Ouro para rastrear operações

    A partir de 3 de julho de 2023, as operações com ouro, ativo financeiro ou instrumento cambial, deverão ser registradas por meio da Nota Fiscal Eletrônica do Ouro Ativo Financeiro (NF-e Ouro).

    A medida visa coibir o garimpo ilegal e facilitar o controle fiscal sobre as transações com o metal.

    A NF-e Ouro é um documento digital, que tem validade jurídica e autoria garantidas pela autorização prévia da Receita Federal e pela assinatura digital do emitente, que deve possuir um certificado digital emitido por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) e o número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) .

    A emissão da NF-e Ouro será obrigatória para as instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional, autorizadas pelo Banco Central do Brasil a operar com ouro, ativo financeiro ou instrumento cambial, em situações como: primeira aquisição de ouro em bruto; importação; exportação; compra e venda internas; remessa por empresa de mineração de ouro a ser alienado a instituição financeira; entre outras .

    A NF-e Ouro será dispensada nas operações efetuadas nos pregões das bolsas, tendo por objeto ouro custodiado; e nos mercados de balcão, quando a liquidação se processar por meio de sistema especializado de liquidação e custódia, desde que o ouro permaneça custodiado em instituição financeira, lastreando a operação. Nesses casos, as instituições financeiras deverão manter arquivados os documentos relativos às operações que intermediarem.

    A medida visa coibir o garimpo ilegal e facilitar o controle fiscal sobre as transações com o metal.

    A NF-e Ouro é um documento digital, que tem validade jurídica e autoria garantidas pela autorização prévia da Receita Federal e pela assinatura digital do emitente, que deve possuir um certificado digital emitido por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) e o número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) .

    A emissão da NF-e Ouro será obrigatória para as instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional, autorizadas pelo Banco Central do Brasil a operar com ouro, ativo financeiro ou instrumento cambial, em situações como: primeira aquisição de ouro em bruto; importação; exportação; compra e venda internas; remessa por empresa de mineração de ouro a ser alienado a instituição financeira; entre outras .

    A NF-e Ouro será dispensada nas operações efetuadas nos pregões das bolsas, tendo por objeto ouro custodiado; e nos mercados de balcão, quando a liquidação se processar por meio de sistema especializado de liquidação e custódia, desde que o ouro permaneça custodiado em instituição financeira, lastreando a operação. Nesses casos, as instituições financeiras deverão manter arquivados os documentos relativos às operações que intermediarem.

  • Receita de Ovo de Páscoa de micro-ondas

    Receita de Ovo de Páscoa de micro-ondas

    Essa receita é uma ótima opção para economizar nesta Páscoa, presentear seus amigos e familiares e ainda ter a possibilidade de vender e ter uma renda extra.

    Você sabia que é possível fazer um delicioso ovo de páscoa de chocolate usando apenas o micro-ondas? Essa é uma receita simples, rápida e econômica, que vai deixar a sua páscoa mais doce e divertida. Veja como fazer:

    Ingredientes:

    • 300 g de chocolate ao leite picado
    • 1 forma de silicone para ovo de páscoa de 250 g

    Modo de preparo:

    1. Coloque o chocolate em um recipiente próprio para micro-ondas e leve ao aparelho por 30 segundos. Retire e mexa bem. Repita o processo até o chocolate derreter completamente.

    2. Despeje o chocolate na forma de silicone, espalhando bem por toda a superfície. Leve à geladeira por cerca de 15 minutos ou até o chocolate endurecer.

    3. Desenforme o ovo com cuidado e decore como preferir. Você pode rechear com brigadeiro, doce de leite, creme de avelã ou outro sabor de sua escolha.

    4. Embale o ovo em papel celofane e guarde na geladeira até a hora de servir ou presentear.

    Pronto! Agora você já sabe como fazer um ovo de páscoa de micro-ondas fácil e delicioso. Aproveite essa receita e surpreenda a sua família e amigos nessa data especial.

    Você sabia que é possível fazer um delicioso ovo de páscoa de chocolate usando apenas o micro-ondas? Essa é uma receita simples, rápida e econômica, que vai deixar a sua páscoa mais doce e divertida. Veja como fazer:

    Ingredientes:

    • 300 g de chocolate ao leite picado
    • 1 forma de silicone para ovo de páscoa de 250 g

    Modo de preparo:

    1. Coloque o chocolate em um recipiente próprio para micro-ondas e leve ao aparelho por 30 segundos. Retire e mexa bem. Repita o processo até o chocolate derreter completamente.

    2. Despeje o chocolate na forma de silicone, espalhando bem por toda a superfície. Leve à geladeira por cerca de 15 minutos ou até o chocolate endurecer.

    3. Desenforme o ovo com cuidado e decore como preferir. Você pode rechear com brigadeiro, doce de leite, creme de avelã ou outro sabor de sua escolha.

    4. Embale o ovo em papel celofane e guarde na geladeira até a hora de servir ou presentear.

    Pronto! Agora você já sabe como fazer um ovo de páscoa de micro-ondas fácil e delicioso. Aproveite essa receita e surpreenda a sua família e amigos nessa data especial.

  • Dívida Pública cresce 1,51% em fevereiro e ultrapassa R$ 5,8 trilhões

    Dívida Pública cresce 1,51% em fevereiro e ultrapassa R$ 5,8 trilhões

    O Tesouro prevê que a Dívida Pública subirá nos próximos meses e deve encerrar 2023 entre R$ 6,4 trilhões e R$ 6,8 trilhões.

    A Dívida Pública é o conjunto de empréstimos que o governo faz para financiar seus gastos. Esses empréstimos podem ser feitos junto a agentes internos (como bancos, empresas e pessoas) ou externos (como organismos internacionais e governos estrangeiros).

    A Dívida Pública tem impacto sobre a economia, pois afeta a taxa de juros, a inflação e o crescimento do país.

    Quanto maior a Dívida Pública, mais o governo precisa pagar de juros aos credores, o que reduz os recursos disponíveis para investir em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

    Além disso, uma Dívida Pública elevada pode gerar desconfiança dos investidores e aumentar o risco de calote, o que encarece o crédito e dificulta o desenvolvimento do país.

    A Dívida Pública é o conjunto de empréstimos que o governo faz para financiar seus gastos. Esses empréstimos podem ser feitos junto a agentes internos (como bancos, empresas e pessoas) ou externos (como organismos internacionais e governos estrangeiros).

    A Dívida Pública tem impacto sobre a economia, pois afeta a taxa de juros, a inflação e o crescimento do país.

    Quanto maior a Dívida Pública, mais o governo precisa pagar de juros aos credores, o que reduz os recursos disponíveis para investir em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

    Além disso, uma Dívida Pública elevada pode gerar desconfiança dos investidores e aumentar o risco de calote, o que encarece o crédito e dificulta o desenvolvimento do país.