Categoria: Economia

  • Preço dos alimentos da Páscoa sobe 14,8% em 2023

    Preço dos alimentos da Páscoa sobe 14,8% em 2023

    Segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas), a cesta de produtos típicos da Páscoa está 14,8% mais cara neste ano do que em 2022.

    O bacalhau foi um dos itens que mais contribuíram para o aumento, com alta de 7,4% nos últimos 12 meses.

    Outros produtos que também ficaram mais caros foram a couve (21,5%), a batata-inglesa (18,4%), a sardinha em conserva (16,4%), o azeite (15,6%) e a azeitona em conserva (14,4%).

    A Apas recomenda que os consumidores antecipem as compras e pesquisem os preços para economizar.

    Fonte: Agência Brasil

    O bacalhau foi um dos itens que mais contribuíram para o aumento, com alta de 7,4% nos últimos 12 meses.

    Outros produtos que também ficaram mais caros foram a couve (21,5%), a batata-inglesa (18,4%), a sardinha em conserva (16,4%), o azeite (15,6%) e a azeitona em conserva (14,4%).

    A Apas recomenda que os consumidores antecipem as compras e pesquisem os preços para economizar.

    Fonte: Agência Brasil

  • Como conseguir um emprego em tempos de crise: 5 dicas práticas

    Como conseguir um emprego em tempos de crise: 5 dicas práticas

    A crise econômica afetou milhões de pessoas não só no Brasil, mas em todo o mundo. Pessoas que perderam seus empregos ou tiveram sua renda reduzida.

    Nesse cenário, encontrar uma nova oportunidade de trabalho pode ser um desafio. Mas não é impossível. Veja algumas dicas para aumentar suas chances de conseguir um emprego em tempos de crise:

    1. Atualize seu currículo e seu perfil nas redes sociais profissionais. Destaque suas habilidades, experiências e resultados relevantes para a vaga que você deseja. Use palavras-chave que chamem a atenção dos recrutadores e mostrem seu diferencial.

    2. Amplie sua rede de contatos. Aproveite as plataformas digitais para se conectar com pessoas da sua área de atuação, participar de grupos, eventos e cursos online. Assim, você pode ficar por dentro das novidades do mercado, trocar ideias e receber indicações de vagas.

    3. Busque capacitação constante. A crise também é uma oportunidade de aprender coisas novas e se adaptar às mudanças. Invista em cursos online, livros, podcasts e outros recursos que possam ampliar seus conhecimentos e competências. Isso pode fazer a diferença na hora da entrevista.

    4. Seja flexível e criativo. Em tempos de crise, é preciso estar aberto a novas possibilidades e soluções. Talvez você precise mudar de área, de cidade ou de salário. Ou talvez você possa aproveitar seus talentos para criar seu próprio negócio ou trabalhar como freelancer. O importante é não desistir e buscar alternativas.

    5. Cuide da sua saúde mental e emocional. A crise pode gerar estresse, ansiedade e frustração, o que pode afetar sua autoestima e sua motivação. Por isso, é fundamental cuidar do seu bem-estar, praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável e reservar um tempo para relaxar e se divertir.

    Nesse cenário, encontrar uma nova oportunidade de trabalho pode ser um desafio. Mas não é impossível. Veja algumas dicas para aumentar suas chances de conseguir um emprego em tempos de crise:

    1. Atualize seu currículo e seu perfil nas redes sociais profissionais. Destaque suas habilidades, experiências e resultados relevantes para a vaga que você deseja. Use palavras-chave que chamem a atenção dos recrutadores e mostrem seu diferencial.

    2. Amplie sua rede de contatos. Aproveite as plataformas digitais para se conectar com pessoas da sua área de atuação, participar de grupos, eventos e cursos online. Assim, você pode ficar por dentro das novidades do mercado, trocar ideias e receber indicações de vagas.

    3. Busque capacitação constante. A crise também é uma oportunidade de aprender coisas novas e se adaptar às mudanças. Invista em cursos online, livros, podcasts e outros recursos que possam ampliar seus conhecimentos e competências. Isso pode fazer a diferença na hora da entrevista.

    4. Seja flexível e criativo. Em tempos de crise, é preciso estar aberto a novas possibilidades e soluções. Talvez você precise mudar de área, de cidade ou de salário. Ou talvez você possa aproveitar seus talentos para criar seu próprio negócio ou trabalhar como freelancer. O importante é não desistir e buscar alternativas.

    5. Cuide da sua saúde mental e emocional. A crise pode gerar estresse, ansiedade e frustração, o que pode afetar sua autoestima e sua motivação. Por isso, é fundamental cuidar do seu bem-estar, praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável e reservar um tempo para relaxar e se divertir.
  • Criação de empregos cai 31,56% em fevereiro em relação a 2022

    Criação de empregos cai 31,56% em fevereiro em relação a 2022

    O Brasil criou 241.700 empregos formais em fevereiro de 2023, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (29) pelo Ministério da Economia.

    O resultado representa uma queda de 31,56% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram abertas 353.100 vagas.

    O saldo de fevereiro é a diferença entre as contratações (1.433.500) e as demissões (1.191.800) no período. Apesar da redução na comparação anual, o número é positivo pelo décimo mês consecutivo e o melhor para o mês desde 2019.

    O resultado representa uma queda de 31,56% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram abertas 353.100 vagas.

    O saldo de fevereiro é a diferença entre as contratações (1.433.500) e as demissões (1.191.800) no período. Apesar da redução na comparação anual, o número é positivo pelo décimo mês consecutivo e o melhor para o mês desde 2019.

  • Energia solar ganha isenção fiscal: saiba como aproveitar

    Energia solar ganha isenção fiscal: saiba como aproveitar

    O governo federal anunciou que a energia solar será incluída no benefício de isenção fiscal para a indústria e o comércio.

    A medida visa estimular o uso de fontes renováveis e reduzir os custos de energia elétrica.

    Segundo o Ministério da Economia, a isenção será válida até 2025 e abrangerá os equipamentos e componentes necessários para a geração de energia solar fotovoltaica.

    Para ter direito ao benefício, é preciso aderir ao Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra), que devolve parte dos tributos pagos na cadeia produtiva.

    A expectativa é que a medida incentive a produção nacional de equipamentos solares e aumente a competitividade do setor. Além disso, a energia solar traz benefícios ambientais, como a redução das emissões de gases de efeito estufa e a preservação dos recursos hídricos.

    A medida visa estimular o uso de fontes renováveis e reduzir os custos de energia elétrica.

    Segundo o Ministério da Economia, a isenção será válida até 2025 e abrangerá os equipamentos e componentes necessários para a geração de energia solar fotovoltaica.

    Para ter direito ao benefício, é preciso aderir ao Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra), que devolve parte dos tributos pagos na cadeia produtiva.

    A expectativa é que a medida incentive a produção nacional de equipamentos solares e aumente a competitividade do setor. Além disso, a energia solar traz benefícios ambientais, como a redução das emissões de gases de efeito estufa e a preservação dos recursos hídricos.

  • Emprego: quais são as áreas que mais contratam profissionais no Brasil

    Emprego: quais são as áreas que mais contratam profissionais no Brasil

    Se você está em busca de uma recolocação no mercado de trabalho ou de uma transição de carreira, é importante saber quais são as áreas que mais contratam profissionais no Brasil.

    Segundo o Guia Salarial da Robert Half, uma consultoria de Recursos Humanos, as profissões em alta para 2023 estão ligadas à tecnologia, engenharia, finanças, vendas e marketing.

    Essas áreas se beneficiam do reaquecimento da economia e da transformação digital, que exigem profissionais qualificados e atualizados. Além disso, elas oferecem bons salários, que podem ultrapassar R$ 30 mil em alguns casos. Por outro lado, os profissionais que estão iniciando suas carreiras podem encontrar mais dificuldades para se inserir no mercado, pois as empresas buscam experiência e especialização.

    Entre as profissões que mais vão contratar em 2023, destacam-se:

    • Cientista de dados: responsável por coletar, analisar e interpretar dados para gerar insights e soluções para os negócios. É uma das carreiras mais valorizadas do momento, com salário médio de R$ 15 mil e podendo chegar a R$ 26.700.

    • Gerente de supply chain: responsável por planejar e gerenciar toda a cadeia de suprimentos de uma empresa, desde a compra de matérias-primas até a entrega do produto final ao cliente. É uma função estratégica, que visa otimizar os processos, reduzir custos e aumentar a satisfação dos clientes. O salário médio é de R$ 18 mil e pode alcançar R$ 30 mil.

    • Engenheiro de aplicação/vendas: responsável por apresentar soluções técnicas aos clientes, demonstrando os benefícios e diferenciais dos produtos ou serviços da empresa. É uma profissão que une conhecimentos de engenharia e de vendas, sendo muito requisitada em diversos segmentos. O salário médio é de R$ 10 mil e pode chegar a R$ 18 mil.

    • Gerente de marketing digital: responsável por planejar e executar as estratégias de marketing online da empresa, utilizando ferramentas como redes sociais, e-mail marketing, SEO, Google Ads, entre outras. É uma profissão que exige criatividade, análise de dados e atualização constante. O salário médio é de R$ 12 mil e pode atingir R$ 25 mil.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Segundo o Guia Salarial da Robert Half, uma consultoria de Recursos Humanos, as profissões em alta para 2023 estão ligadas à tecnologia, engenharia, finanças, vendas e marketing.

    Essas áreas se beneficiam do reaquecimento da economia e da transformação digital, que exigem profissionais qualificados e atualizados. Além disso, elas oferecem bons salários, que podem ultrapassar R$ 30 mil em alguns casos. Por outro lado, os profissionais que estão iniciando suas carreiras podem encontrar mais dificuldades para se inserir no mercado, pois as empresas buscam experiência e especialização.

    Entre as profissões que mais vão contratar em 2023, destacam-se:

    • Cientista de dados: responsável por coletar, analisar e interpretar dados para gerar insights e soluções para os negócios. É uma das carreiras mais valorizadas do momento, com salário médio de R$ 15 mil e podendo chegar a R$ 26.700.

    • Gerente de supply chain: responsável por planejar e gerenciar toda a cadeia de suprimentos de uma empresa, desde a compra de matérias-primas até a entrega do produto final ao cliente. É uma função estratégica, que visa otimizar os processos, reduzir custos e aumentar a satisfação dos clientes. O salário médio é de R$ 18 mil e pode alcançar R$ 30 mil.

    • Engenheiro de aplicação/vendas: responsável por apresentar soluções técnicas aos clientes, demonstrando os benefícios e diferenciais dos produtos ou serviços da empresa. É uma profissão que une conhecimentos de engenharia e de vendas, sendo muito requisitada em diversos segmentos. O salário médio é de R$ 10 mil e pode chegar a R$ 18 mil.

    • Gerente de marketing digital: responsável por planejar e executar as estratégias de marketing online da empresa, utilizando ferramentas como redes sociais, e-mail marketing, SEO, Google Ads, entre outras. É uma profissão que exige criatividade, análise de dados e atualização constante. O salário médio é de R$ 12 mil e pode atingir R$ 25 mil.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Recuperação judicial: o que é e como funciona na legislação brasileira

    Recuperação judicial: o que é e como funciona na legislação brasileira

    A recuperação judicial é um mecanismo previsto na Lei 11.101/2005, que tem como objetivo permitir que empresas em dificuldades financeiras possam se reestruturar e continuar operando, evitando a falência.

    Para solicitar a recuperação judicial, a empresa deve apresentar à justiça um plano de recuperação, que deve conter as medidas que serão adotadas para superar a crise, como renegociação de dívidas, redução de custos, venda de ativos, etc. O plano deve ser aprovado pelos credores em uma assembleia geral.

    A recuperação judicial tem duração máxima de dois anos, podendo ser prorrogada por mais um ano em casos excepcionais. Durante esse período, a empresa fica protegida de execuções e penhoras, e deve cumprir as obrigações previstas no plano.

    A recuperação judicial é uma alternativa para evitar a falência, que é a situação em que a empresa não tem condições de pagar seus credores e tem seus bens liquidados para quitar as dívidas. A recuperação judicial visa preservar a atividade econômica, os empregos e os interesses dos credores.

    Fonte: Link 1.

    Para solicitar a recuperação judicial, a empresa deve apresentar à justiça um plano de recuperação, que deve conter as medidas que serão adotadas para superar a crise, como renegociação de dívidas, redução de custos, venda de ativos, etc. O plano deve ser aprovado pelos credores em uma assembleia geral.

    A recuperação judicial tem duração máxima de dois anos, podendo ser prorrogada por mais um ano em casos excepcionais. Durante esse período, a empresa fica protegida de execuções e penhoras, e deve cumprir as obrigações previstas no plano.

    A recuperação judicial é uma alternativa para evitar a falência, que é a situação em que a empresa não tem condições de pagar seus credores e tem seus bens liquidados para quitar as dívidas. A recuperação judicial visa preservar a atividade econômica, os empregos e os interesses dos credores.

    Fonte: Link 1.

  • Empresários brasileiros querem que governo Lula tome medidas contra Shein, Shopee e AliExpress

    Empresários brasileiros querem que governo Lula tome medidas contra Shein, Shopee e AliExpress

    Os sites chineses de varejo online, como Shein, Shopee e AliExpress, têm conquistado cada vez mais consumidores brasileiros com seus preços baixos e variedade de produtos.

    Mas essa expansão tem gerado críticas e protestos de empresários nacionais, que acusam as plataformas de praticar um “contrabando digital” e evasão fiscal, ao se aproveitarem de brechas nas regras e fraudarem vendas para evitar a cobrança de impostos de importação.

    O empresário Luciano Hang, presidente da rede Havan, é um dos que lideram essa campanha contra os sites chineses e cobra medidas que combatam a suposta concorrência desleal.

    O governo afirmou que está analisando a questão e que deve apresentar propostas em breve. As plataformas chinesas, por sua vez, dizem que cumprem as leis e normas locais e que seus serviços beneficiam o consumidor brasileiro.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    https://www.moneytimes.com.br/shein-shopee-e-aliexpress-lula-e-congresso-querem-cobrar-impostos-de-e-commerce-chines/

    Mas essa expansão tem gerado críticas e protestos de empresários nacionais, que acusam as plataformas de praticar um “contrabando digital” e evasão fiscal, ao se aproveitarem de brechas nas regras e fraudarem vendas para evitar a cobrança de impostos de importação.

    O empresário Luciano Hang, presidente da rede Havan, é um dos que lideram essa campanha contra os sites chineses e cobra medidas que combatam a suposta concorrência desleal.

    O governo afirmou que está analisando a questão e que deve apresentar propostas em breve. As plataformas chinesas, por sua vez, dizem que cumprem as leis e normas locais e que seus serviços beneficiam o consumidor brasileiro.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    https://www.moneytimes.com.br/shein-shopee-e-aliexpress-lula-e-congresso-querem-cobrar-impostos-de-e-commerce-chines/

  • Grupo Petrópolis entra em recuperação judicial e atribui dificuldade a juros altos

    Grupo Petrópolis entra em recuperação judicial e atribui dificuldade a juros altos

    O Grupo Petrópolis, dono das cervejas Itaipava, Crystal e Petra, entre outras, entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça do Rio de Janeiro na segunda-feira (27).

    A empresa alega que enfrenta uma crise de liquidez há 18 meses, decorrente da redução de receita e do aumento dos juros básicos da economia, que hoje é de 13,75%.

    As dívidas da companhia somam R$ 4,2 bilhões, sendo 48% financeiras e 52% com fornecedores e terceiros. A Justiça deferiu uma medida cautelar para antecipar os efeitos da recuperação judicial e nomeou os administradores judiciais.

    Fonte: G1

    A empresa alega que enfrenta uma crise de liquidez há 18 meses, decorrente da redução de receita e do aumento dos juros básicos da economia, que hoje é de 13,75%.

    As dívidas da companhia somam R$ 4,2 bilhões, sendo 48% financeiras e 52% com fornecedores e terceiros. A Justiça deferiu uma medida cautelar para antecipar os efeitos da recuperação judicial e nomeou os administradores judiciais.

    Fonte: G1

  • Reforma tributária: o que é, quais os problemas e por que é necessária

    Reforma tributária: o que é, quais os problemas e por que é necessária

    A reforma tributária é uma das principais agendas do governo federal e do Congresso Nacional para 2023.

    O objetivo é simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, que hoje é considerado complexo, burocrático e oneroso para as empresas e os contribuintes.

    Quais os principais problemas do atual modelo?

    O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, equivalente a 33% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, o sistema é composto por dezenas de tributos federais, estaduais e municipais, que geram custos administrativos e jurídicos para as empresas e os cidadãos.

    Segundo um estudo do Movimento Brasil Competitivo (MBC), o Custo Brasil consome cerca de R$ 1,5 trilhão por ano das empresas, sendo que 43% desse valor se refere ao custo tributário. O levantamento mostra que as empresas brasileiras gastam 38% mais dos seus lucros para pagar impostos do que as da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Outro problema é a regressividade do sistema tributário, que onera mais os mais pobres do que os mais ricos. Isso ocorre porque a maior parte da arrecadação vem dos impostos sobre o consumo, que incidem sobre todos os cidadãos independentemente da renda. Já os impostos sobre a renda e o patrimônio têm uma participação menor na arrecadação e são menos progressivos do que em outros países.

    Por que o Brasil precisa de uma reforma tributária?

    A reforma tributária é necessária para tornar o sistema tributário mais simples, transparente, justo e eficiente. Com isso, espera-se aumentar a competitividade das empresas brasileiras, estimular o crescimento econômico, gerar emprego e renda para a população e reduzir as desigualdades sociais.

    Quais são as propostas em discussão?

    Atualmente, existem duas propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso: a PEC 45/2019, na Câmara dos Deputados, e a PEC 110/2019, no Senado Federal. Ambas propõem a extinção de vários tributos sobre o consumo (como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) e a criação de um único imposto sobre bens e serviços (IBS), nos moldes de um imposto sobre valor agregado (IVA).

    Além disso, o governo federal apresentou duas fases da sua proposta de reforma tributária: a primeira trata da unificação do PIS e da Cofins em uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota única de 12%; a segunda trata da reforma do Imposto de Renda para pessoas físicas e jurídicas, com atualização da tabela progressiva, redução da alíquota geral das empresas de 15% para 10%, criação de um imposto sobre dividendos de 20% e permissão para atualização dos valores dos imóveis com incidência de 5% de imposto sobre a diferença.

    As propostas ainda estão em debate nas comissões especiais do Congresso e devem passar por votações nas duas casas legislativas antes de serem sancionadas pelo presidente da República.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    O objetivo é simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, que hoje é considerado complexo, burocrático e oneroso para as empresas e os contribuintes.

    Quais os principais problemas do atual modelo?

    O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, equivalente a 33% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, o sistema é composto por dezenas de tributos federais, estaduais e municipais, que geram custos administrativos e jurídicos para as empresas e os cidadãos.

    Segundo um estudo do Movimento Brasil Competitivo (MBC), o Custo Brasil consome cerca de R$ 1,5 trilhão por ano das empresas, sendo que 43% desse valor se refere ao custo tributário. O levantamento mostra que as empresas brasileiras gastam 38% mais dos seus lucros para pagar impostos do que as da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Outro problema é a regressividade do sistema tributário, que onera mais os mais pobres do que os mais ricos. Isso ocorre porque a maior parte da arrecadação vem dos impostos sobre o consumo, que incidem sobre todos os cidadãos independentemente da renda. Já os impostos sobre a renda e o patrimônio têm uma participação menor na arrecadação e são menos progressivos do que em outros países.

    Por que o Brasil precisa de uma reforma tributária?

    A reforma tributária é necessária para tornar o sistema tributário mais simples, transparente, justo e eficiente. Com isso, espera-se aumentar a competitividade das empresas brasileiras, estimular o crescimento econômico, gerar emprego e renda para a população e reduzir as desigualdades sociais.

    Quais são as propostas em discussão?

    Atualmente, existem duas propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso: a PEC 45/2019, na Câmara dos Deputados, e a PEC 110/2019, no Senado Federal. Ambas propõem a extinção de vários tributos sobre o consumo (como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) e a criação de um único imposto sobre bens e serviços (IBS), nos moldes de um imposto sobre valor agregado (IVA).

    Além disso, o governo federal apresentou duas fases da sua proposta de reforma tributária: a primeira trata da unificação do PIS e da Cofins em uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota única de 12%; a segunda trata da reforma do Imposto de Renda para pessoas físicas e jurídicas, com atualização da tabela progressiva, redução da alíquota geral das empresas de 15% para 10%, criação de um imposto sobre dividendos de 20% e permissão para atualização dos valores dos imóveis com incidência de 5% de imposto sobre a diferença.

    As propostas ainda estão em debate nas comissões especiais do Congresso e devem passar por votações nas duas casas legislativas antes de serem sancionadas pelo presidente da República.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

  • Brasil é um dos países que mais perdem e desperdiçam alimentos no mundo

    Brasil é um dos países que mais perdem e desperdiçam alimentos no mundo

    Segundo uma pesquisa do World Resources Institute (WRI) Brasil, anualmente, são desperdiçados 41 mil toneladas de alimentos no país. Isso equivale a cerca de 6% de toda a produção nacional.

    O desperdício de alimentos tem impactos negativos não só para a economia, mas também para o meio ambiente e a segurança alimentar. Além de desperdiçar recursos naturais, como água e energia, que são usados na produção, transporte e armazenamento dos alimentos, o descarte inadequado gera emissões de gases de efeito estufa, contribuindo para as mudanças climáticas. Por outro lado, milhões de pessoas sofrem com a fome e a desnutrição no Brasil, especialmente em um contexto de pandemia e crise econômica.

    Segundo especialistas, para reduzir o desperdício de alimentos no Brasil, é preciso atuar em diferentes etapas da cadeia produtiva, desde o campo até o consumidor final. Algumas medidas possíveis são:

    • Melhorar a infraestrutura e a logística de transporte e armazenamento dos alimentos, evitando perdas por danos ou deterioração.
    • Promover a educação alimentar e a conscientização dos consumidores sobre o valor dos alimentos e as formas de aproveitá-los integralmente, evitando o descarte desnecessário.
    • Incentivar o consumo responsável e o planejamento das compras e do cardápio, evitando comprar ou cozinhar mais do que o necessário.
    • Doar os alimentos excedentes ou impróprios para o consumo humano para instituições sociais ou para a alimentação animal, seguindo as normas sanitárias.
    • Compostar os resíduos orgânicos que não podem ser aproveitados, transformando-os em adubo para a agricultura.

    O desperdício de alimentos tem impactos negativos não só para a economia, mas também para o meio ambiente e a segurança alimentar. Além de desperdiçar recursos naturais, como água e energia, que são usados na produção, transporte e armazenamento dos alimentos, o descarte inadequado gera emissões de gases de efeito estufa, contribuindo para as mudanças climáticas. Por outro lado, milhões de pessoas sofrem com a fome e a desnutrição no Brasil, especialmente em um contexto de pandemia e crise econômica.

    Segundo especialistas, para reduzir o desperdício de alimentos no Brasil, é preciso atuar em diferentes etapas da cadeia produtiva, desde o campo até o consumidor final. Algumas medidas possíveis são:

    • Melhorar a infraestrutura e a logística de transporte e armazenamento dos alimentos, evitando perdas por danos ou deterioração.
    • Promover a educação alimentar e a conscientização dos consumidores sobre o valor dos alimentos e as formas de aproveitá-los integralmente, evitando o descarte desnecessário.
    • Incentivar o consumo responsável e o planejamento das compras e do cardápio, evitando comprar ou cozinhar mais do que o necessário.
    • Doar os alimentos excedentes ou impróprios para o consumo humano para instituições sociais ou para a alimentação animal, seguindo as normas sanitárias.
    • Compostar os resíduos orgânicos que não podem ser aproveitados, transformando-os em adubo para a agricultura.