Categoria: Meio Ambiente

  • Levantamento mostra que Ministério do Meio Ambiente gastou apenas R$ 105 mil com políticas ambientais


    De acordo com o estudo, a quantia investida pelo ministério corresponde apenas a 0,4% do orçamento autorizado.

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  • Prefeito de Barão de Melgaço (MT) decreta estado de emergência após mais de 40 mil hectares de mata queimados


    Norma autoriza a mobilização de todos os órgãos municipais para combaterem as chamas.

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    Fonte: Brasil 61


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  • Visão do mundo sobre incêndios na Amazônia é distorcida, diz Mourão

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    Fonte: Agência Brasil


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  • Institutos de meteorologia preveem neve no Sul do país nos próximos dias

    A neve deve ocorrer, principalmente, em áreas mais altas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

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  • Queimadas e fumaça tomam conta do céu de vários estados brasileiros

    Com o tempo seco, focos de incêndio são difíceis de controlar

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    Fonte: Agência Brasil


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  • Plano Setorial para Recursos do Mar é aprovado por comissão interministerial

    O documento serve de guia para pesquisas científicas no ambiente marinho e para a exploração sustentável de recursos

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    Fonte: Brasil 61


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  • Santa Bárbara do Tugúrio terá que modificar descarte de lixão

    Decisão do TJMG, publicada na última semana, mantém condenação a gestores do município por problemas com lixão a céu abe

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    Fonte: Brasil 61


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  • Produtores podem ficar sem sementes e genes animais de origem estrangeira se Brasil não ratificar Protocolo de Nagoya

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  • Ambientalistas criticam política ambiental de Bolsonaro

    Ambientalistas e parlamentares criticaram nesta quinta-feira (6) a política ambiental do presidente Jair Bolsonaro, durante sessão especial do Plenário para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente. O evento integra o “Junho Verde”, iniciativa do Senado para a conscientização sobre a importância de preservação ambiental.

    Os convidados questionaram medidas anunciadas ou defendidas pelo Poder Executivo, como fim de demarcações de terras e permissão para mineração em áreas indígenas; flexibilização de licenciamentos ambientais; sucateamento de órgãos de defesa ambiental; alterações no Código Florestal (Lei 12.651, de 2012); e mudanças no Fundo Amazônia. Para Carlos Rittl, secretário-geral do Observatório do Clima, o Brasil “vive tempos de obscurantismo e negacionismo”.

    — Isso faz com algumas das mais altas autoridades do governo desmontem deliberadamente um legado de 30 anos de governança ambiental no Brasil, construído com imensa contribuição do Parlamento brasileiro. O Brasil sofreu prejuízos de R$ 278 bilhões nos últimos dez anos em função de eventos climáticos extremos. De 2013 a 2017, 2.706 municípios sofreram com secas severas. No mesmo período, 1.726 sofreram com alagamentos. Mudanças climáticas são reais, causam impactos — afirmou.

    A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) lembrou que, antes de assumir a Presidência da República, Jair Bolsonaro admitiu a possibilidade de acabar com o Ministério do Meio Ambiente.

    — Lá atrás, quando houve a possibilidade de não termos o Ministério do Meio Ambiente, já foi um sinal do que poderíamos ter para frente em relação à questão ambiental. Como não dar um grito de alerta em relação ao que estamos vivendo? Um dos grandes orgulhos do povo brasileiro é a defesa do meio ambiente e das nossas riquezas naturais. Precisamos evitar retrocessos, mas não temos muito a comemorar porque nos últimos dias não vimos nenhuma ação mais direta em relação à proteção da biodiversidade, a questão da Amazônia e a proteção dos nossos rios — lamentou.

    A deputada Joenia Wapichana (Rede-RR), da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas, disse que a demarcação das terras dos povos tradicionais “influencia diretamente” na proteção do meio ambiente. Ela criticou a disposição do governo de flexibilizar as regras para os licenciamentos ambientais.

    — A flexibilização coloca vidas em risco. Em Brumadinho, foi alertado que existia perigo de rompimento nas barragens. Não à mineração e não à flexibilização dos licenciamentos ambientais. O Brasil precisa mudar esse comportamento de ter um discurso “negacionista” em relação aos riscos ambientais e à proteção do meio ambiente — disse.

    O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, participou da sessão especial e rebateu as críticas. Ele disse que “o governo não nega a existência de mudanças climáticas” e “mantém inalteradas políticas assumidas em gestões anteriores em relação ao tema”. Salles afirmou ainda que o Poder Executivo não pretende extinguir unidades de conservação, mas defendeu “eficiência do processo de licenciamento ambiental”. Para o ministro, o governo federal não sucateia órgãos como Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

    — A frase que tem sido dita do desmonte é absolutamente inverídica. Ao contrário, o desmonte foi herdado de gestões anteriores. Quem recebeu a fragilidade orçamentária fui eu. Quem recebeu um deficit gigantesco de funcionários fui eu. Quem recebeu frotas sucateadas e prédios abandonadas, fui eu. Portanto, se houve desmonte, desmonte houve antes, não agora — afirmou.

    Logo após o pronunciamento, Ricardo Salles deixou o Plenário sob vaias de ambientalistas. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) classificou a postura do ministro de abandonar a sessão como “indignidade misturada com covardia”. Para o parlamentar, a política ambiental de Jair Bolsonaro ofende acordos e tratados internacionais para o combate às mudanças climáticas, o que faz do Brasil “motivo de vergonha mundial”.

    — O cara-de-pau do ministro esquece de dizer que a intenção desse governo é destinar o Fundo da Amazônia para quem desmatou o meio ambiente, grileiros, ruralistas. Nunca a verdade foi tão violentada nesse Plenário como no dia de hoje. Nunca vi tanto ato de covardia, como no dia de hoje. O ministro teria feito talvez um ato melhor se nem aqui tivesse comparecido. Para comparecer, vomitar mentiras e sair fugidio, covardemente, era melhor não ter vindo — disse.

    Legislação ambiental

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também participou da sessão solene. Ela defendeu a cooperação internacional e a adoção de uma legislação homogênea entre os países para o combate efetivo dos crimes ambientais.

    — Quantos rios precisarão morrer? Quantas vidas deverão estar extintas? Quanta gente poderá migrar até que o apelo seja efetivamente ouvido e todos assumam a defesa ambiental do planeta? Um dos maiores desafios do Ministério Público é garantir a efetiva responsabilização pelos crimes cometidos contra o meio ambiente. Como temos que atuar com base na legislação nacional, a punição é muitas vezes restrita, e a reparação local do dano nem sempre condiz com a dimensão do crime, o que prejudica o meio ambiente em solo doméstico e também além — afirmou.

    O governo federal pretende reeditar este mês uma medida provisória (MP 867/2018) que flexibilizava o Código Florestal e perdeu a validade na última segunda-feira (3). O texto prorrogava o prazo de adesão de produtores rurais ao Programa de Regularização Ambiental. Embora não tenha citado especificamente a reedição da MP, o ministro Herman Benjamin, Superior Tribunal de Justiça (STJ), defendeu a legislação ambiental em vigor.

    — Ninguém nunca está totalmente satisfeito com a legislação que tem. Mas não podemos viver em processos permanentes de alteração. E mais ainda de processos permanentes de prolongamento do cumprimento de obrigações. Qualquer um dos bancos brasileiros não dá aos devedores um dia de prazo a mais para cobrar suas obrigações. Em casa, ensinamos nossos filhos que as obrigações devem ser cumpridas. Hoje, quem defende o enfraquecimento da legislação ambiental brasileira não defende o setor produtivo. Quem defende a flexibilização não está defendendo nem o futuro nem o presente do Brasil — afirmou.

    Por Agência Senado 

  • Rede de hotéis vai usar canudos de madeira e proibir os de plástico em 2019

    Uma rede de hotéis em Tóquio, no Japão, anunciou na última terça-feira (11) que a partir de janeiro vai começar a usar canudos de madeira em seu restaurante.

    A ideia é substituir os tradicionais canudos de plástico nos restaurantes e bares da marca até o próximo mês de abril.

    A iniciativa vai de encontro aos esforços globais para reduzir a poluição nos mares causada pelo plástico.

    Os novos canudos descartáveis, que foram desenvolvidos pela The Capitol Hotel Tokyu Co. e pela construtora de casas de madeira Aqurahome Co., são feitos com o curling de madeira de plantação doméstica, que passam por um processo e são fatiados finamente.

    A criação é do jornalista ambiental Yuri Takeda e será usada no restaurante do hotel “ORIGAMI” a partir de 16 de janeiro.

    A decisão ocorreu em meio a grandes empresas como a Starbucks e a Walt Disney, que estão intensificando seus esforços para abandonar os canudos de plástico para proteger o meio ambiente marinho.

    Outras empresas similares começaram a distribuir alternativas como canudos de papel.

    O hotel e a construtora residencial disseram que esperam que o uso de canudos de madeira melhore o entendimento das pessoas sobre a silvicultura sustentável.

    Embora os canudos de madeira sejam bem mais caros do que os canudos de plástico, eles pretendem reduzir o custo expandindo o seu uso.