Categoria: AWRB

  • Pescador faz cesariana em tubarão e encontra algo surpreendente

    Um pescador australiano fez cesárea a um tubarão morto que tinha pescado por acidente e encontrou no ventre do animal algo que ainda se movia.

    Após fazer a cesárea improvisada que durou nove minutos, Mathew Orlov, de 49 anos, encontrou 98 bebês do tubarão fêmea, que devolveu ao mar, informou o Daily Mail.

    Segundo o australiano, o animal já estava morto quando o puxou para dentro do barco, tendo marcas de ter sido atacado por um outro tubarão maior. Por Sputnik Brasil

  • Entenda os diferentes tipos de vírus da gripe que circulam pelo Brasil

    Este ano, até 7 de abril, o Brasil contabilizou 286 casos de influenza, comumente conhecida como gripe. Desse total, 117 casos e 16 óbitos foram provocados pelo vírus H1N1, responsável pela pandemia de 2009. Já o H3N2, menos conhecido, registrou, até o momento, 71 casos e 12 mortes no país. Há poucos meses, uma mutação desse mesmo vírus provocou a morte de centenas de pessoas no Hemisfério Norte, sobretudo nos Estados Unidos.

    Em entrevista à Agência Brasil, o infectologista e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, explicou que a principal característica do vírus influenza é sua capacidade de sofrer pequenas mutações e causar epidemias que atingem entre 10% e 15% da população mundial todos os anos. Para o especialista, entretanto, não há motivo para pânico.

    Às vésperas do início da temporada de inverno no Brasil, ele alertou para a importância da vacinação, sobretudo para os que integram os chamados grupos de risco. “Assim que a campanha começar, as pessoas devem procurar a vacina e se proteger antes da entrada da estação do vírus”, explicou.

    O Ministério da Saúde informou que a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe deve começar na segunda quinzena deste mês. Idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, puérperas (mulheres com até 45 dias pós-parto), trabalhadores da área de saúde, professores, detentos, profissionais do sistema prisional e indígenas compõem o público-alvo.

    Confira os principais trechos da entrevista com o especialista:

    Agência Brasil: Quais vírus do tipo influenza circulam no país neste momento?
    Renato Kfouri: Existem dois grandes tipos de vírus influenza que acometem humanos: A e B que, por sua vez, possuem diversos subtipos. Eles sofrem pequenas variações todos os anos e é essa capacidade de fazer mutações leves que os faz chegar, no ano seguinte, causando uma epidemia, como se a população não reconhecesse aquilo como uma doença que já teve e acabe adoecendo novamente.

    O Brasil é um país continental e, por essa razão, temos variações em relação aos subtipos de influenza que circulam neste momento. Goiânia, por exemplo, abriu a temporada com predomínio de circulação de H1N1. Já em São Paulo, temos casos confirmados e, inclusive, óbitos relacionados ao H3N2. Há, portanto, dentro de um país tão grande quanto o nosso, variações de regiões onde a epidemia anual pode se dar com mais intensidade por um tipo de vírus ou por outro.

    Agência Brasil: A exemplo do Hemisfério Norte, teremos, no Brasil, uma situação fora do comum?
    Kfouri: A cada ano, a gente experimenta estações de vírus influenza por vezes mais graves, por vezes mais simples. Este ano, ainda estamos começando nossa temporada. Ainda há poucos casos para se chegar à conclusão de que será uma temporada de predomínio de uma ou de outra variante e com que gravidade.

    No Hemisfério Norte, o que circulou na última temporada foi um H3N2 que tinha sofrido uma mutação maior em relação à circulação de anos anteriores e foi, talvez, desde a pandemia de 2009, a pior temporada de influenza que o hemisfério e, especialmente, os Estados Unidos vivenciaram. O que não quer dizer que isso vai se dar também aqui na América Latina. As temporadas dependem muito da migração do vírus, das condições climáticas. Só o acompanhamento da evolução desses casos nos permitirá dizer se essa será uma temporada de predomínio de circulação de H1N1 ou de H3N2.

    Agência Brasil: Quais as diferenças entre os dois tipos de vírus e qual pode ser considerado mais grave?
    Kfouri: Não há diferença clínica ou uma série histórica de infecções mais graves por um tipo de vírus ou por outro. Isso depende dessa variação que comentamos. Um vírus que muda muito tende a ser muito diferente e a trazer infecções mais sérias porque não encontra uma memória de proteção na população por exposições anteriores.

    Depende muito do tipo de vírus que vai circular. Se houver predomínio de um H3N2 ou um H1N1 muito diferente do que vem circulando até então, as chances de encontrar uma população ainda não exposta e fazer doenças mais graves é maior. Isso teremos que acompanhar durante a estação.

    Agência Brasil: Como fica a vacinação contra a gripe em meio a todo esse cenário?
    Kfouri: Temos casos de influenza registrados durante todo o ano no Brasil, mas a grande concentração se dá agora, final do outono e começo do inverno. Por isso, a vacinação é feita exatamente nessa época que precede a estação do vírus. Vamos vacinar no final de abril esperando que, em maio, a população esteja imunizada. Geralmente, de maio a julho é o período de maior circulação do vírus, mas isso é muito variável de ano para ano. Às vezes, começa um pouco mais cedo, às vezes, um pouco mais tarde. Não é uma coisa matemática.

    Não há que se ter pânico. Há sim que se vacinar – especialmente aqueles pertencentes a grupos de risco, onde a vulnerabilidade os torna casos com maiores chances de evoluir com gravidade. Assim que a campanha começar, as pessoas devem procurar a vacina e se proteger antes da entrada da estação do vírus. Para os que não pertencem aos grupos de risco e não têm a vacina gratuita, a orientação é procurar os serviços particulares e já se imunizar.

    Agência Brasil: Há outros cuidados a serem tomados na prevenção de casos de gripe?
    Kfouri: Além da vacinação, as maneiras importantes de prevenção do vírus da gripe incluem a lavagem frequente de mãos; se estiver doente, evitar ambientes aglomerados e o contágio para outras pessoas; usar sempre lenços descartáveis e desprezar esses lenços; cobrir a boca quando tossir com o antebraço, evitando, com isso, a disseminação do vírus; na impossibilidade da utilização de água e sabão, usar o álcool em gel, que tem uma boa ação para limpeza das mãos; crianças devem ser amamentadas e, se possível, frequentar creches mais tardiamente; não se expor ao cigarro, seja de forma ativa ou como fumante passivo, já que a fumaça é um irritante das vias aéreas e facilita a entrada dos vírus. Esses cuidados são muito importantes também para a prevenção da gripe. Com informações da Agência Brasil

  • Você sabe quais são os benefícios do mel?

    Pouca gente sabe, mas o mel é um dos alimentos mais versáteis quando se trata de benefícios. Ele pode tanto combater resfriados quanto prevenir o envelhecimento da pele. É muito utilizado em tratamentos para a saúde devido às suas propriedades medicinais.

    Pensando nisso, o site “Notícias ao Minuto”, listou todos os benefícios desse adoçante natural poderoso. Veja:

    O mel é bom para dor de garganta

    Como o mel possui ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos, ele ajuda a aliviar a dor de garganta momentaneamente.

    As características que fazem com que ele tenha esta ação antibiótica são: o baixo ph, proporcionando um ambiente ácido que pode inibir o desenvolvimento de muitos micro-organismos, pouca quantidade de água, que não proporciona condições favoráveis para o crescimento das bactérias e ácido glucônico, que contribui para a formação do peróxido de hidrogênio, um poderoso antibactericida.

    Mel é bom para problemas respiratórios

    Pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses micro-organismos estão a Haemophilus influenzae, responsável por infecções respiratórias e sinusites. Mycobacterium tuberculosis, que leva a tuberculose. Klebsiella pneumoniae e Streptococcus pneumoniae, que causam a pneumonia.

    O mel pode ajudar aliviando os sintomas e o desconforto, mas não promove a cura da doença em si. Como sempre, o tratamento dessas doenças deve ser indicado por um especialista.

    Vale também juntar este alimento com o própolis, substância complexa coletada e transformada por abelhas e que possui flavonoides. Os flavonoides apresentam propriedades antibactericida, sendo também coadjuvantes no tratamento de doenças respiratórias.

    Mel é bom para o intestino

    O mel pode ser um importante aliado na manutenção da microbiota intestinal (conhecida como flora intestinal), que são bactérias benéficas que carregamos ali. Contribuindo assim para um melhor trânsito intestinal, a consistência normal das fezes, prevenção de diarreia e constipação.

    Com a microbiota boa, quando a pessoa consumir fibras, as bactérias do bem transformam as fibras em ácidos graxos de cadeia curta, que impedem que os micro-organismos ruins do intestino invadam a corrente sanguínea e se espalhem pelo nosso corpo, criando uma defesa indireta.

    Todos estes benefícios ocorrem porque ele possui carboidratos não digeríveis e oligossacarídeos que são prebióticos, ou seja, contribuem para a manutenção da microbiota intestinal. Além disso, pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses microrganismos estão: Escherichia coli, causadora de diarreia e infecções urinárias e Salmonella species, que pode levar a diarreia.

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    Mel é bom para a pele

    O mel é rico em antioxidantes, como ácidos fenólicos, os flavonoides e os carotenoides. Por isso, o alimento contribui para a diminuição dos radicais livres e, assim previne o envelhecimento precoce, contribuindo para uma pele mais bonita e saudável. O produto pode ser ingerido ou utilizado em cosméticos como sabonetes e cremes.

    Ao ser passado na pele, pesquisas realizadas como na Universidade de Ouagadougou de Burkina Faso, observaram que ele pode agir como cicatrizante de feridas e tratar casos de úlceras, queimaduras e abscessos na pele. Os micro-organismo staphylococcus aureus e salmonela typhimurium, ambos causadores de infecções em ferimentos, são sensíveis a ação antibacteriana do mel.

    Mel possui ação antioxidante

    Isto faz com que o mel ajude a diminuir os radicais livres e assim contribua para evitar o envelhecimento celular, proporcionando uma pele mais bonita e saudável e prevenindo doenças como o Alzheimer, cardiovasculares, entres outras.

    Mel diminui os riscos de infecção urinária

    Alguns estudos apontaram que bactérias causadoras de certas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses microrganismos estão a streptococcus faecalis, proteus species e pseudomonas aeruginosa, todas elas podem causar a infecção urinária.

    Mel melhora o sono e ajuda a relaxar

    O mel estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar. O alimento é um carboidrato fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, que é o hormônio responsável por baixar os níveis de estresse do organismo, melhorando o bem-estar.

  • Confira 6 mitos e verdades sobre o café

    A bebida preferida e indispensável da vida adulta carrega consigo muitas curiosidades. Café tira mesmo o sono? Pode ser tomado com remédio?

    Para responder essas e outras questões, o Gerente de Produtos da empresa ‘Electrolux’, separou uma lista dos 7 7 principais mitos e verdade sobre essa bebida, que é a segunda mais consumida no Brasil, perdendo apenas para a água. Veja:

    1) O café coado tem mais sabor que o espresso?

    Mito. Quando o café é preparado como espresso, o sabor fica mais forte que o coado, por causa da forma que é feita em que o pó é prensado no filtro. Por outro lado, o gosto do café coado permanece acentuado por mais tempo que o espresso. Por isso, o recomendável é que o café espresso seja ingerido logo após o seu preparo.

    2) Café tira mesmo o sono?

    Verdade. O café possui a cafeína que é uma substância presente também em outros alimentos. Ela age como um estimulante no cérebro, dificultando o sono e combatendo a fadiga, o que faz com que o consumidor da bebida se atente mais nas suas atividades – por um tempo determinado. Isso muda de pessoa para pessoa, por causa do sistema nervoso de cada um e como ele reage a essa substância.

    3) Cafeína em excesso faz mal?

    Verdade. Tudo que ingerimos em excesso não faz bem para a nossa saúde. Isso não é diferente com o café. Segundo a “Food and Chemical Toxicology”, a quantidade máxima recomendada de consumo de cafeína por dia é de 400ml, ou três xícaras de 150ml por dia.

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    4) Café dá dor de cabeça?

    Mito. A cafeína é uma substância presente em diversos medicamentos que combatem a dor de cabeça. Se a bebida causa dor de cabeça em algumas pessoas, isso pode acontecer porque seu sistema nervoso já é hiperativo e a cafeína reforça isso.

    5) Crianças podem tomar café?

    Depende da idade. O café é uma bebida que pode dificultar a absorção de algumas substâncias importantes para uma criança em crescimento. É recomendado que antes dos seis anos de idade, a criança não consuma a bebida. Depois disso, ela pode ser até apresentada para os pequenos, mas com muita moderação.

    6) Não pode tomar medicamentos com café

    Verdade. O café pode inviabilizar as reações químicas propostas pelas substâncias em medicamentos. Por essa razão, não é recomendável tomar comprimidos com a bebida.

  • Fim do mundo outra vez: falta menos de duas semanas para o apocalipse

    Algumas teorias sugerem que o ‘fim do mundo’ estaria mais perto do que imaginamos e que tal pode começar já em abril de 2018.

    Os adeptos das teorias de conspiração afirmam que o começo do fim do nosso planeta será em 23 de abril de 2018. As previsões são baseadas em uma passagem bíblica do Livro das Revelações (Apocalipse) que supostamente fala da segunda vinda de Jesus Cristo.

    “E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça. E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz”, diz o verso 12, capítulos 1 e 2 do livro de Apocalipse.

    Segundo os adeptos da teoria, a mulher da passagem seria a constelação de Virgem. Em 23 de abril, o Sol e a Lua estarão em Virgem, assim como o planeta Júpiter, que representa o Messias. Embora esse alinhamento aconteça a cada 12 anos, outro alinhamento planetário simultâneo, que representa o Leão de Judá, vaticina que esta será a última vez.

    Além disso, o sistema planetário mitológico conhecido como Planeta X ou Nibiru surgirá no céu em 23 de abril, explicou o adepto destas teorias David Meade ao jornal britânico Express. Quando o planeta passar perto da Terra em outubro, ele provocará o “começo do fim”, que resultará em enormes erupções vulcânicas por causa de sua força gravitacional, assegurou ele.

    No entanto, segundo os cientistas, é mais provável que isso não passe de fantasias. A NASA rejeitou a existência do Planeta X em 2010, quando teóricos afirmaram que tal planeta atingiria a Terra em 2012.

    “Não há fundamento para essas anunciações. Se Nibiru, ou o Planeta X, fosse real e se direcionasse a um choque com a Terra […], os astrônomos teriam monitorado isso pelo menos durante a última década e agora seria possível ver o tal planeta a olho nu. Obviamente, isso não existe”, explicou a agência espacial dos EUA.

    Outro amante destas teorias, Jonathan Sarfati, disse que o alinhamento celestial, que supostamente marca o fim dos dias, também é extremamente raro.

    “O fenômeno aconteceu quatro vezes no último milênio e ainda estamos aqui”, comentou ele. Por Sputnik Brasil

  • Cheques de qualquer valor serão compensados em um dia útil a partir de amanhã

    A partir de amanhã (16), cheques de qualquer valor passarão a serem compensados em um dia útil. Hoje, os cheques de até R$ 299,99 demoram dois dias úteis para “cair” na conta das pessoas físicas, empresas, ou favorecidos. O novo prazo para a compensação nos cheques segue determinação da circular 3.859, publicada pelo Banco Central em novembro do ano passado.

    De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a alteração no prazo foi possível após implementação da compensação por imagem, em 2011. O processo por imagem reduziu o tempo e os gastos com transporte, eliminando as trocas físicas que antes eram feitas.

    Outro fator que contribuiu para a redução no prazo de compensação, segundo os bancos, foi queda no número de cheques liquidados no país. Em 2017, foram compensados 494 milhões de cheques, 85% menos que o registrado 1995, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques.

    Mudanças em relação ao cheque especial também vão ocorrer, mas a partir de 1º de julho. Pelas novas regras, as instituições financeiras terão de oferecer ao consumidor uma alternativa mais barata para parcelamento do saldo devedor do cheque especial.

    Quando o consumidor “entrar” no cheque especial, o banco deverá comunicá-lo imediatamente, por meio de alerta, sobre a contratação do produto e que se trata de uma modalidade de crédito de uso temporário.

    Segundo a Febraban, o valor do limite de crédito do cheque especial deverá ser informado nos extratos de forma clara de modo a não ser confundido com valores mantidos em depósito pelo consumidor na conta-corrente. Com informações da Agência Brasil

  • Paulistanos podem se vacinar contra febre amarela neste sábado

    Neste sábado (14), mais de 80 postos de vacinação estão abertos na cidade de São Paulo para tentar atingir a meta de vacinar 95% da população paulistana contra a febre amarela até 30 de maio, data prevista para o término da campanha. Até quarta-feira (11), 6.340.952 pessoas tinham sido vacinadas na cidade, o que representa 54,2% do público-alvo.

    No posto de saúde Vila Nova Jaguaré, na zona oeste da cidade, a movimentação era tranquila pela manhã. Renata de Oliveira Venditi, 38 anos, soube da abertura dos postos em reportagem na televisão e decidiu se vacinar. Ela contou que o filho e o marido se vacinaram em janeiro, mas como os locais de vacinação estavam lotados, ela decidiu aguardar. “Antes a fila estava enorme. Esperei diminuir a fila. Para o próximo verão já estou prevenida. Foi rapidinho, não demorou nem cinco minutos, só preenchi o formulário e tomei a vacina”, disse.

    O casal Juliano Silva de Almeida, 32 anos, e Carolina Curvelo Santi, 33 anos, decidiram se vacinar hoje porque vão viajar para Ilhabela, no litoral paulista. Eles contaram que não procuraram os postos antes porque não moram em área de risco e porque os postos estavam lotados.

    “Vim tomar hoje por motivo de viagem. Vamos para Ilhabela. Não tomamos antes porque moramos em uma área tranquila [bairro Bela Vista, em Osasco]. Também tem a falta de tempo, estava tudo muito cheio antes. Agora está bem mais tranquilo para tomar a vacina”, disse Juliano. “Eu não estava com tanto medo, não vi tanta urgência em tomar a vacina e por falta de tempo também, estava tudo muito cheio”, completou Carolina.

    Parques

    Neste sábado, a prefeitura de São Paulo reabriu o Parque da Independência, localizado na zona sul da cidade, e o Parque do Carmo, na região leste. Os dois foram fechados em fevereiro e março, respectivamente, depois que foram encontrados macacos mortos, infectados por febre amarela silvestre.

    A lista com as unidades de plantão neste sábado está publicadas no site da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo. Com informações da Agência Brasil.

  • Beber mais de cinco drinques por semana pode encurtar a sua vida

    Uma taça de vinho ou uma lata de cerveja por dia não faz mal a ninguém, pelo contrário, os médicos até recomendam ingerir essa quantidade de álcool. Mas de acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Cambridge, beber mais do que isso pode tirar anos de sua vida.

    O estudo mostra que a ingestão diária de certa quantidade de álcool está associado a um risco maior de acidente vascular cerebral, aneurisma fatal, insuficiência cardíaca e morte. Os autores dizem que suas descobertas desafiam a crença generalizada de que o consumo moderado é benéfico para a saúde cardiovascular.

    “O consumo de álcool está associado a um risco ligeiramente menor de ataques cardíacos não fatais, mas isso deve ser equilibrado com o maior risco associado a outras doenças cardiovasculares graves – e potencialmente fatais”, disse uma das pesquisadoras.

    O estudo comparou os hábitos de saúde e bebida de mais de 600.000 pessoas em 19 países do mundo e controlou a idade, tabagismo, histórico de diabetes, nível de instrução e ocupação.

    O limite superior de segurança para beber era de cerca de cinco doses por semana (100g de álcool puro, 12,5 unidades ou pouco mais de cinco litros de cerveja ABV de 4% ou cinco copos de 175ml de vinho ABV de 13%). No entanto, beber acima desse limite foi relacionado à menor expectativa de vida. Por exemplo, tomar 10 ou mais doses por semana estava ligado a uma expectativa de vida de um a dois anos a menos. Ter ingerido 18 bebidas ou mais por semana, foi associado de quatro a cinco anos de expectativa de vida mais curta.

    Por outro lado, o consumo de álcool foi associado a um risco ligeiramente menor de ataques cardíacos não fatais.

    Os autores observam que as diferentes relações entre o consumo de álcool e vários tipos de doenças cardiovasculares, podem estar relacionadas aos efeitos elevadores do álcool na pressão arterial e a fatores relacionados ao colesterol HDL-C (também conhecido como colesterol “bom”). Eles enfatizam que o menor risco de infarto do miocárdio não fatal deve ser considerado no contexto do aumento do risco de várias outras doenças cardiovasculares graves e frequentemente fatais.

    Com o resultado da pesquisa, os cientistas recomendam que homens e mulheres não bebam mais do que seis litros de cerveja ou seis copos de vinho por semana.

  • Polícia identificou local de onde partiram tiros contra caravana de Lula, diz deputado

    O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (RS), disse nesta quinta-feira (12) que a polícia do Paraná informou ter identificado o dono do local de onde teriam partido os tiros que atingiram um dos ônibus da caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Paraná, no dia 27 de março.

    “Hoje a polícia [do Estado do Paraná] informa que conseguiu identificar o local de onde partiram os tiros e sabe já quem é o dono desse estabelecimento de onde ocorreram os disparos de arma de fogo contra a caravana do presidente Lula”, afirmou o deputado.

    Pimenta não citou o nome do responsável, porém disse que há informações de que o homem teria envolvimento em conflitos com integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e já responde por crimes semelhantes aos ocorridos contra a caravana. “Nós queremos comunicar que estamos acompanhando essa investigação e entendemos que deve ser tratada como um atentado”, disse o deputado. As informações foram divulgadas pela Agência Brasil.

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    Na ocasião, dois ônibus foram atingidos por pelo menos três tiros quando a caravana estava na estrada fazendo o trajeto entre as cidades de Quedas do Iguaçú e Laranjeiras do Sul, no Paraná. Um dos veículos estava com profissionais de imprensa e outro levava convidados. O ex-presidente Lula não estava nos veículos atingidos. Ninguém ficou ferido.

    Paulo Pimenta afirmou ainda que o PT acionou a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara para que sejam tomadas providências para proteger a integridade física do jornalista e radialista Marcos Rogério Weber, apresentador da rádio comunitária Palmeira FM, de Palma Sola (SC). Weber foi ameaçado na manhã de hoje por fazendeiros e comerciantes locais por ter criticado os ataques à caravana do ex-presidente. Com informações da Sputnik Brasil

  • Cientistas encontram sinais de catástrofe global no Atlântico

    Cientistas da University College de Londres descobriram que a corrente marítima do Golfo diminuiu significativamente, atingindo o nível mínimo nos últimos 1.600 anos.

    Eles afirmaram que isso pode provocar invernos rigorosos na Europa Ocidental, aumento acelerado do nível do mar e enfraquecimento das chuvas tropicais, segundo as informações reportadas pelo The Guardian.

    A corrente do Golfo entra na circulação meridional do Atlântico, um sistema de correntes que inclui correntes quentes do sul para o norte nas camadas superiores do oceano, e águas frias profundas, que fluem na direção oposta. O aquecimento global impede o resfriamento da água e o derretimento do gelo no Ártico, o que significa que grandes volumes de água doce e consequentemente menos densa, entram no oceano Ártico.

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    Os cientistas analisaram os depósitos no cabo Hatteras no estado norte-americano da Carolina do Norte, que está enfrentando a corrente quente do Golfo e a corrente fria do Labrador. Por causa disso, formam-se vórtices e arenitos de areia perigosos para os navios. Pelo tamanho dos grãos de areia datados, pode-se julgar a força das correntes de um período determinado.

    Acontece que a velocidade da circulação meridional do Atlântico atingiu um recorde de baixa por mais de 1.500 anos, tornando-se 15% mais fraca. Começou a diminuir depois do final do pequeno período glacial nos séculos XIV e XIX. Essa tendência continuou devido ao aquecimento global. Os cientistas também chegaram à conclusão de que a corrente do Golfo se tornará ainda mais fraca, já que a atmosfera da Terra continua a aquecer devido à queima de grandes volumes de combustíveis fósseis pelo homem. Com informações da Sputnik Brasil