Categoria: AWRB

  • Jair Bolsonaro nega que incentivou ataque contra caravana de Lula

    O Deputado e pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, negou que tenha incentivado o ataque contra a caravana do ex-presidente Lula. Ele ainda sugeriu que os tiros dados contra a caravana foram feitos pelo próprio PT.

    Confira a reportagem completa abaixo. Não deixe de conferir, de segunda a sábado, na programação da W Rádio Brasil, o Conexão News com tudo o que acontece no Brasil e no Mundo. Ouça pelo Site, APP ou no TuneIn.

  • Por que estalar os dedos faz barulho?

    O corpo humano é um dos maiores mistérios da vida, não é mesmo? Cada parte dele tem funções que são intensamente estudadas por profissionais da ciência e ainda assim conseguimos sempre nos surpreender.

    Entre uma das dúvidas que, talvez, alguns de nós já tenhamos tido está o barulho que é feito quando estalamos os dedos, por exemplo.

    Para essa questão, o site Superinteressante apontou seguinte explicação: há uma cavidade no ponto em que dois ossos quaisquer se encontram. E essa cavidade é preenchida por uma substância viscosa, o líquido sinovial. Quando você faz algum movimento brusco – como dobrar os dedos das mãos para trás – você aumenta o espaço livre dentro da junta, mas a quantidade de líquido sinovial continua igual. E aí surge uma bolha.

    Em estudos realizados na Universidade de Alberta, no Canadá, foi pedido para voluntários estalarem os dedos dentro de uma máquina de ressonância magnética. E concluíram depois de análises cuidadosas que o ruído é culpa da formação das bolhas.

    Entretanto, estudos feitos um pouco depois por Vineeth Suja, ex-aluno da École polytechnique de Palaiseau, na França, concluíram que os estalos ainda ficarão sem resposta por um tempo já que os ruídos da formação da bolha não se assemelham a estalos. Como descobriram isso? O professor de biomecânica, Abdul Barakat, colocou uma equipe para comparar gravações de estalos reais com a assinatura sonora que seria esperada do estouro da bolha segundo o modelo matemático. E assim foi descoberto que a formação não gera som alto suficiente.

  • Está comemorando aniversário de casamento? Descubra qual é a sua boda

    Como casar significa dividir uma vida dia após dia com a pessoa amada, nada mais justo que comemorar os anos que passam. E para cada ano de casados há uma boda correspondente, que nada mais é do que uma simbologia para a data.

    Quanto mais tempo de casado, maior é a importância do material representativo, que vai do mais frágil ao mais valorizado.

    Ou seja, logo no primeiro ano o material representativo é o papel, assim: Bodas de Papel. Já aos 75, comemora-se Bodas de Brilhante.

    Está comemorando mais um aniversário de casamento e quer saber qual é a sua boda? Dá uma conferida abaixo:

    1: Bodas de papel – O papel simboliza o primeiro ano do matrimônio por ter o significado da “fragilidade”, típico do começo de qualquer relacionamento.

    2: Bodas de Algodão – Simbolizam a fragilidade dos primeiros anos de matrimônio, ao mesmo tempo que representam a oportunidade e esperança de crescimento e fortificação da relação.

    3: Bodas de Trigo ou Couro – Normalmente chamadas de Bodas de Trigo representam a prosperidade, a fartura, a união e a alegria do relacionamento. O couro, por sua vez, simboliza a proteção que a convivência diária traz para o relacionamento.

    4: Bodas de Flores e frutas ou cera – A cera é produzida pelas abelhas, e as frutas e flores vêm da Natureza. Simbolizam o progresso natural do relacionamento, vitalidade, beleza, bênçãos e saúde.

    5 anos: Bodas de Madeira ou Ferro – São as bodas da durabilidade.

    6 anos: Bodas de Perfume ou Açúcar – O doce sabor da vida se alia ao aroma de felicidade, e assim o perfume e o açúcar foram escolhidos para marcar os 6 anos de vida a dois.

    7 anos: Bodas de Lã ou Latão – Nesta etapa, a união está mais resistente, como a liga metálica, e o casal se sente confortável, tal qual a fibra natural.

    8 anos: Bodas de Papoula ou Barro – Os 8 anos são marcados pela papoula, associada ao rejuvenescimento e à fertilidade, e o barro, cuja principal característica é ser maleável.

    9 anos: Bodas de Cerâmica ou Vime – A delicadeza e aparente fragilidade do vime se unem à força e estabilidade da cerâmica e simbolizam os 9 anos de união matrimonial.

    10 anos: Bodas de Estanho – Conhecido por ser maleável, o estanho indica o que leva uma relação pra frente. Comemore a data com aquela viagem dos seus sonhos.

    11 anos: Bodas de Aço – O elemento que garante estabilidade foi escolhido para a 11ª comemoração. Mesmo sob forte impacto, o aço deforma, mas não se rompe.

    12 anos: Bodas de Ônix – Suavidade, sutileza, riqueza e cuidado na relação são a simbologia da pedra que significa lealdade e fidelidade.

    13 anos: Bodas de Renda ou Linho – Uma das tradições na comemoração das bodas é presentear com o material correspondente, Neste caso, o linho e a renda.

    14 anos: Bodas de Marfim – A lógica dos materiais associados às bodas é que quanto mais tempo o casal permanece junto, mais nobre é o elemento.

    15 anos: Bodas de Cristal – Quinze anos merecem uma comemoração especial, como um final de semana num resort ou spa paradisíaco.

    16 anos: Bodas de Turmalina – As turmalinas (podem ser rosa, azul, verde, melancia ou preta) acabam com medos e condições negativas da vida.

    17 anos: Bodas de Rosa – No aniversário de 17 anos de casamento, é hora de caprichar no buquê de rosas, a flor que é o símbolo universal do amor.

    18 anos: Bodas de Turquesa – A pedra protege contra poluição de ambientes. É considerada sagrada para os budistas tibetanos.

    19 anos: Bodas de Água-marinha ou Cretone – Uma das pedras mais belas, a água-marinha traz paz e alegria aos relacionamentos e suaviza os problemas emocionais.

    20 anos: Bodas de Platina – Que tal marcar os 20 anos de vida matrimonial com uma sessão de fotos do casal? Escolha um lugar especial.

    21 anos: Bodas de Zircão – Simbolizando a 21ª comemoração, o zircão, da família da zircônia, é um mineral notável de coloração natural, substituto popular do diamante.

    22 anos: Bodas de Louça – O material é interpretado como um vasilhame onde se pode acomodar líquidos ou sólidos. Significa que o casal suporta muitas coisas junto.

    23 anos: Bodas de Palha – A palha tem diversos usos, desde o artesanato até como combustível. Indica que marido e mulher podem construir muitas coisas pela frente.

    24 anos: Bodas de Opala – A pedra é usada para reviver lembranças e faz com que a beleza interior aflore. Não chega a ter uma cor definida.

    25 anos: Bodas de Prata – Hora de renovar os votos e fazer uma festa de arromba. É costume trocar a aliança por uma nova.

    26 anos: Bodas de Alexandrita – Se seu marido for um romântico convicto, poderá surpreender com uma bela joia preciosa e de grande valor.

    27 anos: Bodas de Crisopázio – A pedra que marca o 27º aniversário é a variedade mais valiosa do quartzo cripto/microcristalino. Vale mais uma joia para a esposa.

    28 anos: Bodas de Hematita – Frequentemente chamada de diamante-negro, a pedra que representa os 28 anos de união é conhecida por aumentar a coragem.

    29 anos: Bodas de Erva – Quem nunca recorreu a um chazinho para a cura de problemas físicos, emocionais ou espirituais?

    30 anos: Bodas de Pérola – Para coroar o aniversário de 30 anos, duas sugestões: um belo colar para a esposa e uma viagem para a Disney com os filhos e netos.

    40 anos: Bodas de Esmeralda – Não é pra qualquer um. Por isso, nada como comemorar em grande estilo, a bordo de um elegante cruzeiro.

    45 anos: Bodas de Safira ou Platina – Muito difícil de oxidar, sólida, maleável e altamente estável é a platina, que junto com a safira marca o 45º aniversário.

    50 anos: Bodas de Ouro – Uma das comemorações mais tradicionais. A data merece uma grande festa, com renovação dos votos e troca de alianças.

    55 anos: Bodas de Ametista – É a pedra da espiritualidade e evolução da alma por meio do amor incondicional. Perfeita para quem atingiu a histórica data.

    60 anos: Bodas de Diamante – Marca histórica para muitos casais, a data merece uma comemoração com filhos, netos e amigos. E claro, uma bela joia!.

    65 anos: Bodas de Pérola Negra – Lindas e exóticas, as pérolas negras são as mais raras pérolas encontradas na natureza.

    70 anos: Bodas de Vinho – A analogia é simples: alguns vinhos ficam melhores quanto mais envelhecidos. Muitos chegam a ser mais valiosos que um diamante.

    75 anos: Bodas de Brilhante – Com a expectativa de vida crescendo, é possível que muitos casais cheguem a esta marca. A comemoração? Um belo almoço em casa com toda a família.

  • Menino ganha festa de aniversário com tema de jornal da Globo

    Seguindo da contramão da maioria das crianças que preferem temas de festa animados como da Galinha Pintadinha ou Patati Patatá, Bernardo Cortez, de 2 anos, teve uma festa toda decorada com o tema do jornal da Rede Globo, SPTV.

    O interesse pelo factual do garoto chega assusta de tão inusitado, mas quem teve a ideia mesmo foi a mãe Sirley Cortez, que explicou que não podia fazer a festa com outro tema, já que o filho é viciado no programa jornalístico: “Aniversário de 2 anos do Bernardo não podia ter outro tema. Quando dá a hora, ele para tudo que está fazendo pra assistir o #SP1 e o #SP2”.

    Combinando com a decoração, até as lembracinhas produzidas remetem ao programa.

    Veja um vídeo que a mãe gravou do filho assistindo ao jornal:

    Resta apenas saber se Bernardo terá vocação no futuro para sentar na bancada de um jornal como esse, por exemplo.

  • Ovos de Páscoa estão mais caros? 41% dos brasileiros dizem que sim

    Apesar de algumas pesquisas indicarem que o preço dos ovos de páscoa não subiram neste ano, a principal reclamação do consumidor ao item é justamente o sobre o valor. Segundo uma pesquisa do SPC Brasil, 41% dos brasileiro acham que os ovos de páscoa estão mais caros em 2018.

    Ouça a reportagem completa abaixo. Não deixe de conferir, de segunda a sábado, na programação da W Rádio Brasil, o Conexão News com os principais fatos que acontecem no Brasil e no Mundo. Ouça pelo Site, APP ou no TuneIn.

  • Polícia Federal prende José Yunes em São Paulo; defesa alega ilegalidade

    A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta (29), em São Paulo, o advogado José Yunes, ex-assessor da Presidência da República.

    Apesar de a PF dizer que não se manifestará sobre a prisão, a defesa do advogado classificou como ilegal a prisão de Yunes.

    O advogado de defesa de José Yunes afirmou em nota que “É inaceitável a prisão de um advogado com mais de 50 anos de advocacia, que sempre que intimado ou mesmo espontaneamente compareceu a todos os atos para colaborar. O advogado de Yunes, José Luís de Oliveira Lima, afirma que a prisão ilegal é uma violência contra José Yunes e contra a cidadania”.

    Em novembro do ano passado, Yunes prestou depoimento à Polícia Federal no âmbito do inquérito que investiga o decreto presidencial que aumentou o prazo dos contratos de concessão de áreas portuárias, beneficiando as atuais empresas concessionárias. A polícia investiga se houve propina por parte da empresa Rodrimar para a edição do decreto.

    Em 2016, Yunes pediu demissão do cargo de assessor especial da presidência da República depois de ser acusado nas delações da Odebrecht de receber propina da empreiteira para o MDB na eleição de 2014.

    O partido afirma que as doações da Odebrecht foram todas legais e registradas na justiça.

    Já o presidente Temer sempre negou as acusações sobre o decreto dos portos. Por: Radioagência Nacional

  • BC libera dinheiro para bancos e injeta R$ 26 bilhões na economia

    A partir de abril, os bancos vão ter mais dinheiro para emprestarem. O Banco Central (BC) reduziu de 40% para 25% a parcela do compulsório dos depósitos à vista que as instituições financeiras são obrigadas a recolher à autoridade monetária. A parcela dos depósitos na poupança rural caiu de 21% para 20%.

    Para a poupança comum as demais modalidades de depósito, a alíquota passou de 24,5% para 20%.

    De acordo com o BC, a mudança libera R$ 25,7 bilhões no sistema financeiro e faz os compulsórios retornar aos níveis anteriores aos da crise financeira global de 2008.

    O compulsório é a parcela dos depósitos que os bancos são obrigados a manter em uma conta no Banco Central. Ele ajuda a regular regular a quantidade de dinheiro em circulação na economia. Por: Rádioagência Nacional

  • Lucro das estatais cresce 214% em 2017, diz Planejamento

    O lucro líquido das cinco maiores empresas estatais do país (Petrobras, Eletrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES) foi de R$ 28,3 bilhões em 2017, um crescimento de 214,1% em relação ao ano anterior. O balanço está no boletim das estatais, divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Ministério do Planejamento, durante coletiva de imprensa.

    O resultado se deve principalmente à recuperação de caixa da Petrobras, que depois de registrar três anos consecutivos de prejuízo (em 2016 foram R$ 13 bilhões a menos), obteve lucro de R$ 377 milhões no ano passado, puxando o rendimento global das empresas públicas para cima.

    Para Fernando Ribeiro Soares, titular da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) do Ministério do Planejamento, os números refletem a política de redução de custos adotada pelo governo desde 2016, que incluiu privatizações (desinvestimentos) e planos de demissão voluntária. “Na hora em que as empresas deixaram um leque grande de atividades e passaram a focar naquilo que elas fazem de melhor, o resultado apareceu. Reduziu-se o custo e aumentou-se a produtividade, acabou que isso se demonstrou no resultado. Claramente é o que se está fazendo no caso da Petrobras”, destacou.

    Redução

    Desde 2016, o governo diminuiu de 154 para 146 o número de estatais federais no país, por meio da extinção, venda ou incorporação de empresas por outras. Do total existente, 98 são estatais não-dependentes do Tesouro Nacional e estão sob controle indireto da União. As outras 48 empresas públicas são de controle direto, sendo que 30 não-dependem do Tesouro e outras 18 são dependentes do orçamento público federal.

    A grande maioria das estatais, no entanto, registrou baixo percentual de investimento em 2017, com média geral de 59% de execução, algo em torno de R$ 50,3 bilhões, puxados principalmente por Petrobras e Eletrobras. Os baixos investimentos, de acordo com Fernando Soares, foram resultado da necessidade de redução do endividamento das empresas e dos planos de privatização em curso.

    “É ruim, porque a gente gostaria de mais investimento, mas eu acredito que é uma atitude estratégica necessária para o momento. Quando a alavancagem [endividamento] dessas empresas estiver em níveis adequados, esses investimentos serão retomados”, ponderou o secretário. No ano passado, o endividamento das estatais ficou em R$ 412 bilhões, uma redução de 24,3% em relação a 2015, quando o endividamento chegou R$ 544 bi, o maior da série histórica.

    No caso das 18 empresas públicas dependentes do Tesouro Nacional, o secretário destacou uma redução de gastos de R$ 2 bilhões entre 2016 e 2017.

    Pessoal

    O Boletim das Estatais também traz números atualizados sobre o quadro de pessoal das empresas públicas federais. Em 2017, elas encerraram o ano com um total de 504.444 empregados. O número representa uma redução de pouco mais de 28 mil postos de trabalho (5,39%) em relação ao ano anterior. A grande maioria desses desligamentos se deve à implementação de programas de demissão voluntária, responsáveis por 90,2% da redução. As estatais que mais demitiram no ano passado foram os Correios (7.488), Caixa (7.324), Petrobras (4.060) e Banco do Brasil (3.198).

    Fernando Soares também citou a redução de outras despesas administrativas e reajustes salariais “mais restritivos” adotados pelas empresas públicas no ano passado, “como manda o cenário atual”. Dos 22 processos de negociação coletiva entre sindicatos e estatais que o Ministério do Planejamento monitorou em 2017, somente sete resultaram em ganho real no salário dos empregados. Em 14 convenções coletivas, os reajustes salariais apenas fizeram a correção da inflação (em quatro empresas) ou ficaram até mesmo abaixo do índice geral de preços (em 11). Por: EBC

  • Brasil ocupa 161° lugar em ranking da presença de mulheres no Poder Executivo

    O Brasil ocupa a 161ª posição no Ranking de Presença Feminina no Poder Executivo, dentre os 186 países analisados pelo Projeto Mulheres Inspiradoras (PMI) – 2018. O ranking é baseado em um índice que sintetiza dados que medem a representatividade feminina nas chefias de governo; a representatividade nas chefias de Estado; o número e a proporção de habitantes governados por mulheres e a proporção de cargos em ministérios ocupados por lideranças femininas.

    Os dados do projeto são baseados em informações das Nações Unidas, do Banco Mundial e do instituto de pesquisas The Heritage Foundation. A análise considerou 186 países reconhecidos pela ONU. Também foram coletados dados específicos em consulados e espaços oficiais dos países participantes. No caso do Brasil, foram considerados dados primários e públicos do Tribunal Superior Eleitoral, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Sead).

    Dez primeiros colocados

    Segundo o ranking atual, os dez primeiros países com presença política de lideranças femininas no Executivo são: Nova Zelândia, Chile, Reino Unido, Suíça, Ilhas Marshall, Myanmar, Islândia, Noruega, Peru e Alemanha. Todos eles tinham mulheres como chefes de Governo, sendo que cinco dessas nações também contam com mulheres chefes de Estado. Mas, mesmo nesses dez países mais bem colocados, a média de mulheres em ministérios é de 28,5%, o que está longe de representar o percentual de mulheres na população mundial, que é de pouco menos da metade do total. De acordo com as Nações Unidas, existem no mundo 101,8 homens para cada 100 mulheres.

    Quando comparados continentes, o que está melhor posicionado é a Europa, onde as mulheres ocupam 20,4% das cadeiras de chefias de Governo totais. O mesmo ocorre com a proporção média europeia de mulheres ocupantes de cargos político-administrativos de primeiro escalão: elas estão em 24,7% dessas posições no continente. As Américas juntas estão na segunda posição, seguida pela Ásia e pela África subsaariana, conforme divisão territorial estabelecida na pesquisa. Em último lugar, está o Norte da África, onde não há mulher como chefe de Governo.

    De acordo com o PMI, a média mundial de representatividade feminina em chefias de Governo é de 7,53%. Já a proporção de mulheres que ocupam cargos em ministérios é de 18,4%. “Nós estamos mostrando que 92% dos chefes de Governo no mundo são do sexo masculino. A representatividade das mulheres é muito baixa”, enfatiza Marlene Machado, diretora executiva do projeto. Uma situação que encontra eco na história: desde 1940 até hoje, detalha o estudo, apenas 135 mulheres foram chefes de Governo, em 73 países.

    Outro elemento histórico que ajuda a explicar a situação é o acesso ao voto. A Nova Zelândia, primeira colocada no ranking, é também a que detém o direito ao voto feminino há mais tempo: 125 anos. Lá, o direito foi garantido apenas quatro anos após os homens terem votado pela primeira vez. Austrália, Finlândia e Noruega vêm logo em seguida com 124, 112 e 105 anos de direito ao voto feminino, respectivamente. No Brasil, os homens votam desde 189, mas as mulheres só passaram a votar e poder serem votadas em 1932, há 86 anos. A diferença do tempo de homens e mulheres como votantes aqui é de 41 anos.

    Brasil distante da igualdade

    No ano passado, o Brasil estava em 115° lugar no ranking mundial. Agora, o resultado mostra que a inserção das mulheres brasileiras em cargos de chefia é uma das piores no mundo e a pior da América Latina. A desigualdade fica nítida quando analisadas as eleições presidenciais, para governo dos estados e também para as prefeituras das capitais, bem como a composição ministerial e dos secretariados, segundo a pesquisa.

    As mulheres eram três dos 11 postulantes à Presidência da República nas últimas eleições no Brasil. A vencedora, Dilma Rousseff, foi a única mulher a ocupar o cargo, o que ocorreu em 2010 e em 2014. Nos ministérios, a participação das mulheres era de 4% do total em 2016. Hoje é ainda menor: 96,5% dos cargos de ministro estão ocupados por homens, segundo o PMI.

    No caso dos governos estaduais, analisando as eleições de 1992 até 2014, o estudo mostra que o melhor ano em representatividade feminina foi 2006, quando três mulheres foram eleitas governadoras. Nas últimas eleições, em 2014, apenas uma mulher foi eleita: Suely Campos, atual governadora de Roraima. O número de cadeiras nos governos estaduais ocupadas por mulheres hoje é o mesmo que o de 24 anos atrás.

    Em Roraima, 27% do secretariado são ocupados por mulheres, o que torna o estado o quarto com maior presença feminina nesses postos. Em primeiro lugar está a Paraíba, com 37,21% de secretarias ocupadas por mulheres, depois Mato Grosso do Sul (30,77%) e Acre (29,17%).

    Prefeitas

    Quanto às prefeituras, foram analisados 5.477 dos 5.570 municípios – diferença decorrente da falta de disponibilização de dados por parte de alguns deles. Ao todo, no Brasil, existem 4.838 prefeitos do sexo masculino e apenas 639 prefeitas mulheres. A pesquisa também aponta que muitas das atuais prefeitas já disputaram reeleição. “Isso mostra que, além de serem poucas candidatas, são poucas as candidatas que têm um desempenho suficiente para se eleger. 70% das candidatas a prefeita não se elegem”, destaca Marlene Machado.

    A partir da análise do crescimento da participação nos pleitos e cargos, o projeto estimou que a igualdade de gênero na titularidade das prefeituras só chegará em 20 anos e meio, ao passo que 47 anos e 9 meses serão necessários para que as mulheres consigam ocupar metade das cadeiras para governadores.

    Para mudar a situação, Marlene defende uma mudança estrutural dos próprios partidos políticos, bem como abertura do debate com a sociedade sobre a participação das mulheres na política. “Eu creio que seria muito importante que as mulheres fizessem parte das direções dos partidos, para que elas também pudessem ter poder de decisões, e mais acesso ao fundo partidário para que elas possam ter uma campanha melhor”, alertou. Por: EBC

  • Como seria a real aparência de Jesus Cristo?

    Muitas obras de cinema e as próprias imagens religiosas utilizadas pelo catolicismo apresentam há séculos que a aparência de Jesus Cristo se caracteriza como um homem branco, alto, de barba grande, cabelos castanhos cumpridos e olhos azuis.

    O motivo disso está relacionado à base ligada ao eurocentrismo, que é o costume antepassado de colocar o continente europeu no centro de tudo e como referência estética. Entretanto, sabe-se que a sua aparência real deve diferenciar-se e muito do que é enaltecido até hoje.

    Muitos especialistas apontam que o verdadeiro Jesus, muito provavelmente era moreno, baixinho e mantinha os cabelos aparados, como os outros judeus de sua época.

    O que não dá para ter certeza já que os registros daquela época eram muito mais voltados em contar os feitos de Jesus, do que em apontar traços da sua aparência física.

    “Nos evangelhos ele não é descrito fisicamente. Nem se era alto ou baixo, bem-apessoado ou forte. A única coisa que se diz é sua idade aproximada, cerca de 30 anos”, comenta a historiadora neozelandesa Joan E. Taylor, escritora do livro ” What Did Jesus Look Like”, que significa “Como Seria a Aparência de Jesus?”.

    Em 2001, para um documentário produzido pela BBC, o especialista forense em reconstruções faciais britânico Richard Neave utilizou conhecimentos científicos para chegar a uma imagem que pode ser considerada próxima da realidade.

    Veja:

    “Certamente ele era moreno, considerando a tez de pessoas daquela região e, principalmente, analisando a fisionomia de homens do deserto, gente que vive sob o sol intenso”, comenta o designer gráfico brasileiro Cícero Moraes, especialista em reconstituição facial forense com trabalhos realizados para universidades estrangeiras.

    Já, algo que desmente a ideia da cabeleireira é um trecho encontrado na Epístola aos Coríntios, em que Paulo escreve: “é uma desonra para o homem ter cabelo comprido”.