Categoria: Saúde

  • Entenda a diferença entre o tratamento preventivo e o tratamento precoce


    O tratamento preventivo contra a Covid-19 ficou conhecido no Brasil após a divulgação de médicos bolsonaristas e do próprio presidente da república. Apesar de parecer bom, o tratamento defendido não funciona.

    Segundo os grupos que o defendem, o tratamento preventivo é feito com medicamentos que supostamente evitaria a contaminação pelo coronavírus.  

    Não existe nenhum medicamento, seja aprovado para uso ou caseiro, que possa fazer isso. Existem medicamentos com essa promessa em fase de testes, mas ainda estão na fase inicial.

    Já o tratamento precoce, na prática significa tratar o paciente diagnosticado com Covid-19 logo nos primeiros sintomas. Se a pessoa apresentar febre, trata-se a febre com medicamentos próprios para isso. E assim, na medida em que os sintomas vão aparecendo, ou de acordo com o histórico do paciente, o médico entra com um tratamento específico.

    O Brasil é um dos poucos países que ainda discute o uso da hidroxicloroquina, remdesivir e da ivermectina no tratamento contra a Covid-19. Esses três medicamentos já passaram por testes em laboratórios de todo o mundo e se revelaram inúteis no tratamento da Covid.

    Médicos e cientistas já descobriram outros medicamentos que têm efeitos positivos comprovados, como o uso de Corticoides, Tocilizumab e sarilumab.

    Quando você ouvir falar em tratamento precoce, tenha sempre em mente o tratamento como um todo, e não o uso de medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid-19.

    Se você quer saber mais sobre o tratamento precoce acesse aqui.


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  • Familiares de pacientes que morreram após uso do “kit covid” na Prevent Senior podem entrar com ação contra a empresa


    A empresa foi autuada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) por não informar aos pacientes que eles estavam recebendo os medicamentos do “kit Covid”.

    Se a infração for confirmada, a multa prevista é de R$ 25 mil por paciente.

    Por se tratar de um dano coletivo, esse valor será multiplicado por um número ainda a ser definido.


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  • Agência Nacional de Saúde autua Prevent Senior por não informar pacientes sobre “kit Covid”


    Se a infração for confirmada, a multa prevista é de R$ 25 mil por paciente. Por se tratar de um dano coletivo, esse valor será multiplicado por um número ainda a ser definido.

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) também investiga se a Prevent Senior coagiu os médicos a prescrever cloroquina, ivermectina e outros medicamentos do “kit Covid”.


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  • Perfil dos internados com Covid-19 muda e hoje atinge pessoas entre 25 e 55 anos


    Durante uma entrevista ao canal CNN Brasil, o secretário municipal de Saúde da cidade de São Paulo, Edson Aparecido, afirmou que jovens são os principais pacientes em tratamento nos hospitais do município.

    “O perfil da pessoa que está internada hoje é o chamado jovem adulto, que foi atingido pela variante Delta, entre 25 e 55 anos”, afirmou o secretário.

    Cerca de 40% dos internados por Covid-19 atualmente já recebeu pelo menos uma dose da vacina, o que impede a evolução da doença para casos agudos e eventual morte.


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  • Quem é Otávio Fakhoury, empresário acusado de financiar divulgação de Fake News


    Segundo documentos obtidos pela CPI da Covid, o empresário Otávio Fakhoury é o principal financiador de uma suposta rede de disseminação de notícias falsas.

    “Em documentos obtidos por esta CPI, o senhor Otávio Fakhoury foi identificado como o maior financiador dos canais de disseminação de notícias falsas, como o Instituto Força Brasil, Terça Livre e Brasil Paralelo. Esses canais estimularam o uso de tratamento precoce sem eficácia comprovada, aglomeração e diversas outras fake news sobre a pandemia”, disse o senador Randolfe Rodrigues.


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  • Tratamento precoce funciona, mas não tem nada a ver com cloroquina e azitromicina


    O tratamento precoce, defendido pelo presidente Jair Bolsonaro e seus seguidores, virou o centro das atenções quando se trata de combate à pandemia no Brasil.

    Mas o que é o tratamento precoce?

    Na prática significa tratar o paciente diagnosticado com Covid-19 logo nos primeiros sintomas. Se a pessoa apresentar febre, trata-se a febre com medicamentos próprios para isso. E assim, na medida em que os sintomas vão aparecendo, ou de acordo com o histórico do paciente, o médico entra com um tratamento específico.

    E sim, ele funciona e ajudou a reduzir o número de mortes e internações ao longo do ano.

    Medicamentos do tratamento precoce

    O Brasil é um dos poucos países que ainda discute o uso da hidroxicloroquina, remdesivir e da ivermectina no tratamento contra a Covid-19. Esses três medicamentos já passaram por testes em laboratórios de todo o mundo e se revelaram inúteis no tratamento da Covid.

    Médicos e cientistas já descobriram outros medicamentos que têm efeitos positivos comprovados, como o uso de Corticoides, Tocilizumab e sarilumab.

    Além disso, a OMS (Organização Mundial da Saúde) passou a recomendar o uso do Ronaprev para pacientes “que apresentam formas menos graves do coronavírus, mas que tenham risco elevado de hospitalização”, pessoas mais velhas, com o sistema imunológico frágil “com uma forma grave ou crítica que não tenham anticorpos” do vírus após uma infecção ou com as vacinas. Como pode acontecer com os imunodeprimidos, nos quais a vacinação não é eficaz.

    Quando você ouvir falar em tratamento precoce, tenha sempre em mente o tratamento como um todo, e não o uso de medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid-19.


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  • Resistência à insulina pode dobrar o risco de transtorno depressivo grave


    Cientistas da Stanford Medicine associaram a resistência à insulina a um risco maior de desenvolver transtorno depressivo grave.

    “Se você é resistente à insulina, o risco de desenvolver transtorno depressivo grave é o dobro de alguém que não é resistente à insulina, mesmo que você nunca tenha experimentado depressão antes”, disse Natalie Rasgon, professora de psiquiatria e ciências comportamentais.


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  • O que você precisa saber sobre o caso da Prevent Senior


    Segundo as últimas denúncias, a operadora de saúde Prevent Senior, teria adulterado certidões de óbitos de pacientes que receberam tratamento contra a Covid em seus hospitais e morreram por complicações da doença.

    A CPI da Covid ouviu nesta quarta-feira (23) o diretor da Prevent, Pedro Batista. Durante o seu depoimento, Pedro foi questionado pelos senadores sobre supostas adulterações em certidões de óbitos de pacientes da rede.

    Ele não respondeu sobre os prontuários e alegou que os médicos que fizeram as denúncias eram criminosos, pois teriam invadido o sistema da rede. Segundo ele, os médicos tinham a intenção de prejudicar a imagem da Prevent.

    Pedro também disse que a troca do código de diagnóstico, conhecido como CID, acontecia para tirar o paciente do isolamento, mas a causa da morte era mantida na certidão de óbito.

    Luciano Hang e Anthony Wong

    Os senadores receberam uma série de documentos, fornecidos por médicos e ex-médicos da Prevent, onde mostram que as certidões de óbito do médico Anthony Wong e da mãe do empresário Luciano Hang foram fraudadas.

    Segundo os documentos, obtidos pelo canal CNN Brasil, “Wong fez uso dos medicamentos do kit, incluindo hidroxicloroquina + azitromicina e mesmo assim acabou evoluindo para óbito em poucas semanas (…) a médica responsável por todo o tratamento foi a Dra. Nise Yamaguchi, responsável pela prescrição dos medicamentos. Por fim, também deixou de ser noticiado que em descumprimento a obrigação legal de informar às autoridades sobre o óbito de pacientes acometidos pela Covid-19, sua declaração de óbito foi fraudada”.

    Já no caso da mãe de Luciano Hang, os documentos desmentem o empresário. Em vídeo publicado em suas redes sociais, ele afirmava que sua mãe não havia recebido o tratamento precoce.

    “A alegação do Sr. Luciano Hang é que sua mãe teria supostamente falecido por não ter tido a oportunidade de utilizar os medicamentos do Kit – o que não condiz com as informações do prontuário. O prontuário médico da Sra. Regina Hang prova que não só utilizou o kit, como repetiu o tratamento durante a internação e que mesmo após ter falecido por complicações da doença, a declaração de óbito foi fraudada”.

    Pedro Batista confirmou que atendeu Anthony Wong, mas se recusou a revelar a causa da morte.

    O empresário Luciano Hang chamou as reportagens sobre o assunto de “canalhice” e disse ter confiança na Prevent Senior.

    “Como qualquer filho, quando minha mãe ficou doente, eu fui para a guerra com todas as armas que eu tinha. É esse o meu crime? Minha mãe tinha 82 anos, fazia parte do grupo de risco, ficava em casa e mesmo assim pegou a doença. Ela era cardíaca, tinha diabetes, insuficiência renal, sobrepeso e outras comorbidades. Tomava dezenas de medicamentos diariamente, por isso não fizemos tratamento preventivo, aquele realizado antes de contrair o vírus. Quando os sintomas apareceram levamos para São Paulo e a doença evoluiu rápido. Lutamos com ela por mais de um mês, nesse tempo o Covid passou, mas ficaram as complicações por conta das comorbidades e, por isso, infelizmente ela se foi”, disse Hang em nota.

    “Tenho total confiança nos procedimentos adotados pelo Prevent Senior e que tudo que era possível foi feito. Deixei claro a causa do falecimento de minha mãe em várias manifestações públicas e nas redes sociais, nunca foi segredo. Lamento que um assunto tão delicado seja usado como artifício político para me atingir, pelo simples fato de eu não concordar com as ideias de alguns membros que fazem parte dessa CPI. Medem os outros pela própria régua. Só quem perde uma mãe sabe a dor que é”, completou.

    A médica Nise Yamaguchi disse que as informações divulgadas estavam incorretas, e que não prescreveu qualquer tratamento precoce à Anthony Wong, “o visitei somente após a sua intubação, não sendo a médica responsável pela sua internação na Prevent Senior”.

    Médicos procuram auxílio jurídico

    Os 12 médicos da Prevent Senior que fizeram a denúncia pediram auxílio jurídico após ameaças da empresa.

    Segundo o Sindicato dos Médicos do Estado de SP, alguns profissionais foram coagidos a assinarem um documento assumindo a responsabilidade pelas receitas de medicamentos sem eficácia para o tratamento da Covid-19.

    A advogada do grupo, Bruna Morato, esclarece que os médicos querem;

    – que a operadora reconheça publicamente que o estudo elaborado pela rede foi inconclusivo;

    – que a operadora reconheça publicamente que não havia autonomia médica nos hospitais, já que os médicos alegam que teriam sido obrigados a aplicar medicamentos sem comprovação;

    – que a operadora se responsabilizasse sobre eventuais processos que os médicos sofressem de pacientes ou familiares.

    Em breve nota divulgada à imprensa, a Prevent Senior disse apenas que vai pedir ao Ministério Público “que apure as denúncias infundadas” e que tomará todas as medidas judiciais cabíveis contra os denunciantes.

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  • Diretor da Prevent Senior diz que não houve testagem em massa com cloroquina no tratamento da Covid-19


    O diretor-executivo da Prevent Senior, Pedro Benedito, negou irregularidades na indicação do “tratamento precoce” de seus usuários. Ele denunciou que os dados enviados à CPI da Covid foram obtidos de forma criminosa por médicos já desligados da empresa.

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