Categoria: Saúde

  • Popularizar colonoscopia é a melhor forma de prevenir o câncer de intestino, dizem especialistas

    A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) debateu nesta terça-feira (26) a política de prevenção ao câncer de intestino.

    Especialistas no assunto defenderam a popularização do exame de colonoscopia como a melhor forma de reduzir a mortalidade desse tipo de câncer, que apresenta uma média 36 mil novos casos por ano no Brasil.

    O senador Styvenson Valentim (Pode-RN) destacou a necessidade de corrigir a tabela do SUS.

    As informações na reportagem de Maurício de Santi, da Rádio Senado.

  • Cientistas estão próximos de descobrirem a origem da dor crônica

    Um novo estudo produziu evidências da origem da dor crônica em humanos, revelando vários novos alvos para o tratamento da dor.

    O artigo examinou os gânglios da raiz dorsal humana, células nervosas especializadas agrupadas perto da base da espinha removida de pacientes com câncer submetidos à cirurgia.

    Confira na reportagem.

  • Mais um: Terceiro paciente pode ter sido curado do vírus HIV

    Dois dias depois que cientistas anunciaram que uma segunda pessoa foi curada do curada do vírus HIV após receber um tratamento experimental de transplante de medula óssea, um terceiro paciente também teria sido totalmente curado da doença.

    O anúncio foi feito na terça-feira (5) durante a Conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunista que ocorreu em Seattle, nos Estados Unidos.

    Confira na reportagem de Flávio Gomes.

  • Como o sistema imunológico mantém a microbiota intestinal saudável

    Pesquisadores descobriram um mecanismo crítico que controla reações imunes contra microrganismos no intestino. Os resultados do estudo internacional podem contribuir para o desenvolvimento de novas terapias para a doença inflamatória crônica do intestino. Confira na reportagem de Flávio Assunção.

  • Vacina contra o vírus ebola deve ser lançada em breve

    A Organização Mundial de Saúde prevê agora que há suprimentos adequados para a produção de uma vacina experimental contra o Ebola.

    Segundo o Dr. Peter Salama, vice-diretor geral de prontidão e resposta a emergências da OMS, a vacina definitiva contra o vírus Ebola poderá ser fabricada em breve.

    “Acredito que teremos vacina suficiente para parar este surto, a menos que algo muito dramático mude”.

    Salama disse que os últimos testes realizados mostraram que a atual vacina é “altamente eficaz”.

    A vacina é fabricada pela Merck e mostrou-se extremamente eficaz durante um teste clínico feito na Guiné, no final da enorme crise do Ebola na África Ocidental de 2014-2016.

    As informações foram divulgadas no StatNews.com

  • Risco de suicídio em pessoas com autismo é maior

    Pesquisadores dos EUA realizaram o primeiro estudo populacional sobre suicídio em indivíduos com autismo. O estudo retrospectivo de 20 anos descobriu que, para indivíduos com autismo, particularmente mulheres, o risco de suicídio aumentou com o tempo em comparação com seus pares não autistas.

    A pesquisa foi publicada hoje no ScienceDaily.

  • Aumento nos casos de sífilis no Rio preocupa autoridades

    Autoridades do Rio de Janeiro estão preocupadas com o número de casos de sífilis no estado.

    Segundo o último levantamento, houve um aumento de quase 50% entre 2016 e 2017. Dos casos, a maioria dos contaminados são homens com idade entre 20 e 29 anos.

    Segundo a secretaria de saúde do Rio, este é um sinal de alerta para todo o Brasil.

    “Isso é algo que a gente tem que procurar entender o que teria acontecido, se há um relaxamento em relação as formas de prevenção, como o uso de preservativos, ou se se efetivamente a gente hoje vem diagnosticando mais”, disse Alexandre Chieppe.

    O governo tem distribuído 15 milhões de preservativos por ano no estado, além disso, há também campanhas nos postos de saúde.

    A sífilis é uma infecção causada por uma bactéria. A doença se divide em fases:

    Na primeira, que dura de 4 a 8 semanas, o sintoma é uma ferida indolor na área infectada.

    Na segunda, com duração de até 6 meses, os machucados se espalham pelo corpo.

    Se não for tratada, os sintomas podem desaparecer e a doença ficar escondido no organismo por até 40 anos. Por fim ela retorna mais potente deformando pernas, rosto e cérebro.

    O contágio acontece por relação sexual ou pela transmissão da gestante para o feto. No Rio o número de casos preocupa, pois houve um aumento de mais de 40% em apenas um ano.

    Basta um simples exame de sangue, disponível nos postos de saúde, para detectar a sífilis. O resultado sai em apenas 15 minutos.

    Vale lembrar que a sífilis tem cura e o tratamento pode ser feito no posto de saúde.

  • Família contrai Doença de Chagas após consumir açaí

    Sete pessoas de uma mesma família foram diagnosticadas com doença de chagas na região de Marajó, no Pará.

    A Secretaria de Saúde confirmou que a contaminação aconteceu pelo consumo de Açaí.

    Desde o começo do ano foram registrados mais de 200 casos no Estado, o que gerou um alerta para a população não só no Pará, mas em todo o Brasil.

    O consumo de Açaí está ligado à alimentação saudável devido aos seus já comprovados benefícios.

    Consumo pode ser perigoso

    Assim como aconteceu em Curralinho, na região do Marajó, onde sete pessoas da mesma família contraíram a doença de chagas após o consumo do Açaí, casos parecidos podem acontecer em outros lugares do Brasil.

    Segundo o infectologista Agostinho Lameira, é extremamente importante a higienização correta do fruto antes de consumi-lo.

    “O açaí contaminado com fezes de barbeiro, infectado com Trypanosoma cruzi, pode transmitir a doença via oral”.

    A família de Curralinho já está em tratamento e o governo do estado informou que aumentou as ações de prevenção no município, mas a falta de higiene na manipulação do Açaí ainda preocupa.

    Em Belém, apenas 28 dos mais de 260 pontos de venda de Açaí cadastrados estão em condições adequadas, segundo a vigilância em saúde.

    Só neste ano, 223 casos da doença foram confirmados no Pará.

  • Jovem morre 8 anos após comer lesma em desafio de amigos

    Em 2010, o australiano Sam Ballard, então com 19 anos, foi desafiado pelos amigos a comer uma lesma durante uma festa. Sam era um promissor jogador de rúgbi, atlético, saudável e sempre muito ativo, não era comum vê-lo doente.

    Mas após alguns dias depois da festa, ele começou a sentir fortes dores nas pernas e foi com sua mãe ao hospital. Sua mãe pensou se tratar de esclerose múltipla, assim como aconteceu com o pai do jovem.

    Quando ela soube que o filho tinha comido uma lesma, não levou muito a sério, afirmando que “ninguém adoeceu por causa disso”.

    Porém, os médicos detectaram que aquela lesma estava infectada por um parasita perigoso — Angiostrongylus cantonensis, que entrou no organismo do jovem, causando meningite eosinofílica.

    Depois de 420 dias em coma, o rapaz acordou com o corpo paralisado, precisando de ajuda para fazer qualquer coisa.

    No dia 2 de novembro, Sam Ballard faleceu cercado pela família e amigos, comunicou o jornal.

    O parasita Angiostrongylus cantonensis vive em organismo de roedores, mas, às vezes, lesmas também se tornam portadores das larvas. O parasita pode entrar em humanos se forem ingeridos moluscos, caranguejos ou camarões crus ou mal cozidos que estejam infectados, ou através de vegetais mal lavados. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Colesterol bom pode reduzir o risco de demência nas mulheres

    Dois terços das pessoas que vivem com demência são mulheres, e o Australian Bureau of Statistics confirma que agora é a principal causa de morte de mulheres no país. No entanto, existem poucos estudos sobre como a demência progride em mulheres.

    Em um recente estudo, pesquisadores descobriram que o volume de massa cinzenta no cérebro de uma mulher aos 60 anos de idade, pode revelar como estará a sua memória aos 70 anos.

    A massa cinzenta é a parte do cérebro que os corpos das células nervosas controlam. É onde o processamento real acontece, incluindo fala, audição, sentimentos, visão e memória. A matéria branca permite a comunicação de e para áreas de massa cinzenta, bem como entre a massa cinzenta e outras partes do corpo.

    O estudo divulgado no Springer.com, vai de encontro a outro que relata que mulheres que tinham níveis normais de colesterol “bom”, chamado HDL em 1992, tinham menos dano de substância branca em seu cérebro uma década depois quando foram submetidas a ressonância magnética cerebral e cognitiva em 2012. O HDL transporta o colesterol de outras partes do corpo de volta para o fígado.

    Assim, manter níveis saudáveis ​​de colesterol afeta diretamente a estrutura do cérebro.

    “Juntas, essas descobertas mostram que há biomarcadores úteis para a previsão do declínio cognitivo em mulheres idosas saudáveis”, diz a pesquisadora Cassandra Szoeke.

    “Eles constroem um corpo crescente de pesquisas nos ajudando a detectar os sinais de alerta de demência mais cedo. Na verdade, apenas este ano, o Instituto Nacional do Envelhecimento publicou os critérios propostos para diagnosticar a demência e predementos em biomarcadores, como resultados de varredura do cérebro e medidas do fluido corporal dos níveis de proteína ”, diz Szoeke.

    Os pesquisadores já sabiam que o encolhimento do cérebro (ou atrofia) está associado à demência diagnosticada. Esses estudos acrescentam a esse conhecimento, examinando as exposições ao risco e o funcionamento do cérebro ao longo de 20 anos.

    No estudo, as mulheres com alterações na substância branca foram piores nos testes de planejamento e organização, e aquelas com perda de volume da substância cinzenta tiveram pior memória à medida que envelheciam.

    “Sabemos que ter membros da família que têm demência aumenta nossa chance da doença, mas agora temos outras maneiras de prever como nossos cérebros tendem a envelhecer”, completou Szoeke.