Categoria: Saúde

  • Durateston: o que é, para que serve e quais os efeitos colaterais

    Durateston: o que é, para que serve e quais os efeitos colaterais

    Durateston é um medicamento injetável que contém quatro tipos de testosterona, um hormônio masculino.

    Ele é usado para tratar a deficiência de testosterona em homens, que pode causar sintomas como impotência, infertilidade, baixa libido, perda de massa muscular e óssea, entre outros.

    Durateston é um esteroide anabolizante, ou seja, ele aumenta a síntese de proteínas nos tecidos e estimula o crescimento muscular. Por isso, ele também é usado por alguns atletas e fisiculturistas que buscam melhorar o desempenho físico e a aparência.

    No entanto, o uso de Durateston sem indicação médica pode trazer sérios riscos à saúde, como problemas cardíacos, hepáticos, renais, psiquiátricos e hormonais. Além disso, ele pode causar efeitos colaterais indesejados, como acne, queda de cabelo, ginecomastia (aumento das mamas nos homens), atrofia testicular, alterações de humor, agressividade e dependência.

    Portanto, antes de usar Durateston, consulte um médico endocrinologista ou urologista para avaliar a necessidade e a dosagem adequada do medicamento. Não se automedique nem use Durateston por conta própria. Lembre-se que a saúde é o bem mais importante que você tem.

    Ele é usado para tratar a deficiência de testosterona em homens, que pode causar sintomas como impotência, infertilidade, baixa libido, perda de massa muscular e óssea, entre outros.

    Durateston é um esteroide anabolizante, ou seja, ele aumenta a síntese de proteínas nos tecidos e estimula o crescimento muscular. Por isso, ele também é usado por alguns atletas e fisiculturistas que buscam melhorar o desempenho físico e a aparência.

    No entanto, o uso de Durateston sem indicação médica pode trazer sérios riscos à saúde, como problemas cardíacos, hepáticos, renais, psiquiátricos e hormonais. Além disso, ele pode causar efeitos colaterais indesejados, como acne, queda de cabelo, ginecomastia (aumento das mamas nos homens), atrofia testicular, alterações de humor, agressividade e dependência.

    Portanto, antes de usar Durateston, consulte um médico endocrinologista ou urologista para avaliar a necessidade e a dosagem adequada do medicamento. Não se automedique nem use Durateston por conta própria. Lembre-se que a saúde é o bem mais importante que você tem.

  • Vacinação contra a poliomielite: como evitar o tiro pela culatra

    Vacinação contra a poliomielite: como evitar o tiro pela culatra

    A poliomielite é uma doença grave que afeta principalmente crianças menores de cinco anos. Ela é causada por um vírus que invade o sistema nervoso e pode causar paralisia e até mesmo a morte.

    Embora não exista cura para a poliomielite, ela pode ser prevenida por meio da vacinação.

    Desde 1988, quando a Iniciativa Global de Erradicação da Pólio (GPEI) foi lançada, o número de casos de poliomielite caiu em mais de 99%, de cerca de 350 mil por ano para apenas 33 em 2018. No entanto, a erradicação completa da doença ainda enfrenta vários desafios, entre eles o risco de que a própria vacinação cause novos surtos da doença.

    Isso acontece porque a vacina oral viva atenuada (OPV), que é a mais usada no mundo, contém uma forma enfraquecida do vírus da poliomielite. Embora essa vacina seja segura, barata e fácil de administrar, ela pode reverter para uma forma virulenta e causar poliomielite derivada da vacina (VDPV) em pessoas não imunizadas ou com baixa imunidade. Além disso, o vírus da OPV pode ser excretado nas fezes dos vacinados e se espalhar no meio ambiente, infectando outras pessoas.

    Segundo um artigo publicado na revista The Lancet, a OPV foi responsável por 96% dos casos de poliomielite registrados em 2019. Por isso, os autores do artigo defendem que é necessário reduzir o uso da OPV e aumentar o uso da vacina inativada injetável (IPV), que é feita com o vírus morto e não pode causar VDPV. No entanto, a IPV é mais cara e mais difícil de administrar do que a OPV, o que requer recursos financeiros e logísticos adicionais.

    Além da transição gradual da OPV para a IPV, o artigo também recomenda outras medidas para evitar que a vacinação cause poliomielite em nome da sua erradicação. Entre elas estão:

    • Fortalecer a vigilância epidemiológica para detectar rapidamente os casos de VDPV e monitorar a circulação do vírus da OPV no ambiente.

    • Melhorar a resposta aos surtos de VDPV, usando estratégias diferenciadas de acordo com o tipo e a extensão do surto.

    • Aumentar a conscientização e a aceitação da vacinação nas comunidades afetadas pela poliomielite, combatendo a desinformação e a resistência à imunização.

    A erradicação da poliomielite é um objetivo nobre e possível, mas requer cuidado e responsabilidade. A vacinação é uma ferramenta poderosa para prevenir a doença, mas também pode causar danos se não for usada adequadamente. Por isso, é preciso garantir que as vacinas sejam seguras, eficazes e acessíveis para todos.

    Embora não exista cura para a poliomielite, ela pode ser prevenida por meio da vacinação.

    Desde 1988, quando a Iniciativa Global de Erradicação da Pólio (GPEI) foi lançada, o número de casos de poliomielite caiu em mais de 99%, de cerca de 350 mil por ano para apenas 33 em 2018. No entanto, a erradicação completa da doença ainda enfrenta vários desafios, entre eles o risco de que a própria vacinação cause novos surtos da doença.

    Isso acontece porque a vacina oral viva atenuada (OPV), que é a mais usada no mundo, contém uma forma enfraquecida do vírus da poliomielite. Embora essa vacina seja segura, barata e fácil de administrar, ela pode reverter para uma forma virulenta e causar poliomielite derivada da vacina (VDPV) em pessoas não imunizadas ou com baixa imunidade. Além disso, o vírus da OPV pode ser excretado nas fezes dos vacinados e se espalhar no meio ambiente, infectando outras pessoas.

    Segundo um artigo publicado na revista The Lancet, a OPV foi responsável por 96% dos casos de poliomielite registrados em 2019. Por isso, os autores do artigo defendem que é necessário reduzir o uso da OPV e aumentar o uso da vacina inativada injetável (IPV), que é feita com o vírus morto e não pode causar VDPV. No entanto, a IPV é mais cara e mais difícil de administrar do que a OPV, o que requer recursos financeiros e logísticos adicionais.

    Além da transição gradual da OPV para a IPV, o artigo também recomenda outras medidas para evitar que a vacinação cause poliomielite em nome da sua erradicação. Entre elas estão:

    • Fortalecer a vigilância epidemiológica para detectar rapidamente os casos de VDPV e monitorar a circulação do vírus da OPV no ambiente.

    • Melhorar a resposta aos surtos de VDPV, usando estratégias diferenciadas de acordo com o tipo e a extensão do surto.

    • Aumentar a conscientização e a aceitação da vacinação nas comunidades afetadas pela poliomielite, combatendo a desinformação e a resistência à imunização.

    A erradicação da poliomielite é um objetivo nobre e possível, mas requer cuidado e responsabilidade. A vacinação é uma ferramenta poderosa para prevenir a doença, mas também pode causar danos se não for usada adequadamente. Por isso, é preciso garantir que as vacinas sejam seguras, eficazes e acessíveis para todos.

  • Como tratar o transtorno do uso de opioides em adolescentes

    Como tratar o transtorno do uso de opioides em adolescentes

    O transtorno do uso de opioides (MOUD) é uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo adolescentes. O uso de opioides pode causar dependência, overdose e morte, além de prejudicar a saúde física e mental dos usuários.

    Felizmente, existe um tratamento eficaz para ajudar as pessoas a lidar com o uso de opioides: o uso de medicamentos para o transtorno do uso de opioides (MOUD).

    O que é MOUD?

    MOUD é um tratamento baseado em evidências que usa medicamentos para reduzir os desejos e sintomas de abstinência dos usuários de opioides, ou para bloquear o efeito que eles teriam se decidissem usar opioides. Existem três tipos principais de medicamentos usados no MOUD:

    • Buprenorfina: um opioide parcial que se liga aos mesmos receptores que os opioides, mas com menos efeitos. Isso ajuda a aliviar a abstinência e a prevenir a overdose.

    • Metadona: um opioide completo que também se liga aos receptores opioides, mas por mais tempo. Isso ajuda a reduzir os desejos e a estabilizar os usuários.

    • Naltrexona: um antagonista opioide que bloqueia os receptores opioides, impedindo que os usuários sintam qualquer efeito se usarem opioides.

    MOUD é seguro e eficaz?

    Vários estudos mostraram que MOUD é seguro e eficaz para tratar o transtorno do uso de opioides em adultos e adolescentes. MOUD pode ajudar a reduzir o uso de opioides, as overdoses, as infecções, os crimes e os custos de saúde. MOUD também pode melhorar a qualidade de vida, a adesão ao tratamento, a retenção escolar e o funcionamento familiar dos usuários.

    MOUD é recomendado como tratamento de primeira linha para jovens com transtorno do uso de opioides por várias organizações médicas, como a Academia Americana de Pediatria, o Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas e a Organização Mundial da Saúde.

    Por que MOUD é pouco usado entre os adolescentes?

    Apesar dos benefícios do MOUD, ele é pouco usado entre os adolescentes. Apenas uma pequena fração dos jovens que precisam de tratamento para o transtorno do uso de opioides recebe MOUD. Existem vários obstáculos que impedem a adoção mais ampla do MOUD para jovens, tais como:

    • Falta de treinamento entre os pediatras: muitos médicos que atendem adolescentes não estão familiarizados ou confortáveis com o MOUD, ou não têm as licenças necessárias para prescrever os medicamentos.

    • Cobertura limitada de seguro: muitos planos de saúde não cobrem o custo total do MOUD, ou impõem restrições ou requisitos desnecessários para acessá-lo.

    • Preferências por tratamentos não medicamentosos: muitos pais, adolescentes ou provedores de cuidados preferem abordagens baseadas em abstinência ou terapia comportamental, sem reconhecer os benefícios do MOUD.

    • Estigma e discriminação: muitas pessoas veem o MOUD como uma forma de substituir uma droga por outra, ou como um sinal de fraqueza ou falha moral. Isso pode levar ao isolamento social, à vergonha ou ao medo dos usuários.

    Como aumentar o acesso ao MOUD para adolescentes?

    Para aumentar o acesso ao MOUD para adolescentes, é preciso haver uma mudança de atitude e de política em relação ao transtorno do uso de opioides e ao seu tratamento. Algumas medidas que podem ajudar são:

    • Fornecer educação e treinamento aos pediatras sobre o MOUD, seus benefícios e seus desafios.

    • Ampliar a cobertura do seguro para o MOUD, eliminando as barreiras burocráticas ou financeiras.

    • Oferecer opções flexíveis e individualizadas de tratamento, combinando o MOUD com outras intervenções psicossociais ou familiares.

    • Combater o estigma e a discriminação em relação ao MOUD, promovendo uma cultura de compaixão, apoio e respeito aos usuários.

    MOUD é uma ferramenta poderosa para ajudar os adolescentes a superar o transtorno do uso de opioides e a recuperar o controle de suas vidas. Se você ou alguém que você conhece está lutando contra o uso de opioides, procure ajuda profissional e considere o MOUD como uma opção de tratamento.

    Felizmente, existe um tratamento eficaz para ajudar as pessoas a lidar com o uso de opioides: o uso de medicamentos para o transtorno do uso de opioides (MOUD).

    O que é MOUD?

    MOUD é um tratamento baseado em evidências que usa medicamentos para reduzir os desejos e sintomas de abstinência dos usuários de opioides, ou para bloquear o efeito que eles teriam se decidissem usar opioides. Existem três tipos principais de medicamentos usados no MOUD:

    • Buprenorfina: um opioide parcial que se liga aos mesmos receptores que os opioides, mas com menos efeitos. Isso ajuda a aliviar a abstinência e a prevenir a overdose.

    • Metadona: um opioide completo que também se liga aos receptores opioides, mas por mais tempo. Isso ajuda a reduzir os desejos e a estabilizar os usuários.

    • Naltrexona: um antagonista opioide que bloqueia os receptores opioides, impedindo que os usuários sintam qualquer efeito se usarem opioides.

    MOUD é seguro e eficaz?

    Vários estudos mostraram que MOUD é seguro e eficaz para tratar o transtorno do uso de opioides em adultos e adolescentes. MOUD pode ajudar a reduzir o uso de opioides, as overdoses, as infecções, os crimes e os custos de saúde. MOUD também pode melhorar a qualidade de vida, a adesão ao tratamento, a retenção escolar e o funcionamento familiar dos usuários.

    MOUD é recomendado como tratamento de primeira linha para jovens com transtorno do uso de opioides por várias organizações médicas, como a Academia Americana de Pediatria, o Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas e a Organização Mundial da Saúde.

    Por que MOUD é pouco usado entre os adolescentes?

    Apesar dos benefícios do MOUD, ele é pouco usado entre os adolescentes. Apenas uma pequena fração dos jovens que precisam de tratamento para o transtorno do uso de opioides recebe MOUD. Existem vários obstáculos que impedem a adoção mais ampla do MOUD para jovens, tais como:

    • Falta de treinamento entre os pediatras: muitos médicos que atendem adolescentes não estão familiarizados ou confortáveis com o MOUD, ou não têm as licenças necessárias para prescrever os medicamentos.

    • Cobertura limitada de seguro: muitos planos de saúde não cobrem o custo total do MOUD, ou impõem restrições ou requisitos desnecessários para acessá-lo.

    • Preferências por tratamentos não medicamentosos: muitos pais, adolescentes ou provedores de cuidados preferem abordagens baseadas em abstinência ou terapia comportamental, sem reconhecer os benefícios do MOUD.

    • Estigma e discriminação: muitas pessoas veem o MOUD como uma forma de substituir uma droga por outra, ou como um sinal de fraqueza ou falha moral. Isso pode levar ao isolamento social, à vergonha ou ao medo dos usuários.

    Como aumentar o acesso ao MOUD para adolescentes?

    Para aumentar o acesso ao MOUD para adolescentes, é preciso haver uma mudança de atitude e de política em relação ao transtorno do uso de opioides e ao seu tratamento. Algumas medidas que podem ajudar são:

    • Fornecer educação e treinamento aos pediatras sobre o MOUD, seus benefícios e seus desafios.

    • Ampliar a cobertura do seguro para o MOUD, eliminando as barreiras burocráticas ou financeiras.

    • Oferecer opções flexíveis e individualizadas de tratamento, combinando o MOUD com outras intervenções psicossociais ou familiares.

    • Combater o estigma e a discriminação em relação ao MOUD, promovendo uma cultura de compaixão, apoio e respeito aos usuários.

    MOUD é uma ferramenta poderosa para ajudar os adolescentes a superar o transtorno do uso de opioides e a recuperar o controle de suas vidas. Se você ou alguém que você conhece está lutando contra o uso de opioides, procure ajuda profissional e considere o MOUD como uma opção de tratamento.

  • PrEP injetável: conheça o primeiro medicamento contra o HIV que dura dois meses

    PrEP injetável: conheça o primeiro medicamento contra o HIV que dura dois meses

    Você já imaginou se proteger do HIV com apenas uma injeção a cada dois meses? Essa é a proposta do primeiro medicamento injetável contra o vírus, que acaba de ser aprovado pela Anvisa.

    O Apretude (cabotegravir) é um antirretroviral que bloqueia a multiplicação do HIV no organismo e reduz a chance de contaminação de outras células. Ele é indicado para pessoas que não têm o vírus, mas que estão mais expostas ao risco de contrair o HIV, por causa de suas condições sociais. Essas pessoas podem usar o medicamento como PrEP (profilaxia pré-exposição), uma estratégia de prevenção que envolve o uso de remédios antes da exposição ao vírus.

    O Apretude é mais eficaz que os remédios orais, que precisam ser tomados diariamente. O novo medicamento injetável tem ação prolongada, fazendo efeito a médio e longo prazo por meio da aplicação de uma injeção muscular. A dose inicial é de duas injeções, uma em cada nádega, seguida de uma injeção a cada dois meses. O medicamento deve ser aplicado por um profissional de saúde em um serviço especializado.

    O PrEP não previne outras ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) e só deve ser usado por pessoas com soronegativo, após consulta a um profissional de saúde. O Ministério da Saúde disponibiliza uma lista de serviços que ofertam a PrEP no seu site. O Apretude ainda não está disponível no SUS, mas a expectativa é que ele seja incorporado ao programa nacional de combate ao HIV em breve.

    O registro do Apretude é um avanço na luta contra o HIV, que afeta cerca de 38 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 920 mil pessoas vivam com o vírus. A PrEP injetável pode ser uma alternativa mais conveniente e eficiente para quem quer se proteger do HIV e ter uma vida sexual mais segura e saudável.

    O Apretude (cabotegravir) é um antirretroviral que bloqueia a multiplicação do HIV no organismo e reduz a chance de contaminação de outras células. Ele é indicado para pessoas que não têm o vírus, mas que estão mais expostas ao risco de contrair o HIV, por causa de suas condições sociais. Essas pessoas podem usar o medicamento como PrEP (profilaxia pré-exposição), uma estratégia de prevenção que envolve o uso de remédios antes da exposição ao vírus.

    O Apretude é mais eficaz que os remédios orais, que precisam ser tomados diariamente. O novo medicamento injetável tem ação prolongada, fazendo efeito a médio e longo prazo por meio da aplicação de uma injeção muscular. A dose inicial é de duas injeções, uma em cada nádega, seguida de uma injeção a cada dois meses. O medicamento deve ser aplicado por um profissional de saúde em um serviço especializado.

    O PrEP não previne outras ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) e só deve ser usado por pessoas com soronegativo, após consulta a um profissional de saúde. O Ministério da Saúde disponibiliza uma lista de serviços que ofertam a PrEP no seu site. O Apretude ainda não está disponível no SUS, mas a expectativa é que ele seja incorporado ao programa nacional de combate ao HIV em breve.

    O registro do Apretude é um avanço na luta contra o HIV, que afeta cerca de 38 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 920 mil pessoas vivam com o vírus. A PrEP injetável pode ser uma alternativa mais conveniente e eficiente para quem quer se proteger do HIV e ter uma vida sexual mais segura e saudável.

  • Polivitamínicos: o que você precisa saber antes de começar a tomar

    Polivitamínicos: o que você precisa saber antes de começar a tomar

    Os polivitamínicos e suplementos alimentares têm sido amplamente promovidos como formas de fortalecer o sistema imunológico e prevenir doenças. No entanto, a realidade é que o consumo excessivo desses produtos pode não trazer os benefícios esperados e, em alguns casos, até prejudicar a saúde.

    via GIPHY

    Neste artigo, discutiremos a relação entre polivitamínicos e a imunidade do corpo, com base em informações apresentadas no canal “Física e Afins”.

    Os polivitamínicos são suplementos alimentares que contêm uma variedade de vitaminas e minerais essenciais para o corpo. Eles são projetados para complementar a alimentação e fornecer nutrientes que podem estar em falta na dieta. No entanto, a propagação exagerada de desinformação levou muitas pessoas a acreditar que esses suplementos podem transformar o sistema imunológico em uma fortaleza invencível, protegendo-as de doenças. No entanto, essa visão simplista e exagerada não leva em consideração a importância do equilíbrio no sistema imunológico.

    O sistema imunológico é complexo e envolve uma rede de células, órgãos e moléculas que trabalham juntos para proteger o corpo. Um sistema imunológico equilibrado é essencial para a saúde. Ter um sistema imunológico muito forte pode realmente ser problemático e está associado a problemas de saúde, como reações autoimunes. Portanto, o objetivo não é ter um sistema imunológico fraco ou excessivamente forte, mas sim alcançar um equilíbrio saudável.

    Uma alimentação adequada, rica em alimentos nutritivos, é fundamental para o funcionamento eficiente do sistema imunológico. Alimentos como ovos, carnes brancas e vermelhas, frutas cítricas, oleaginosas e folhas verdes são excelentes fontes de vitaminas essenciais para o sistema imunológico. No entanto, seguir uma dieta balanceada e equilibrada, com orientação de um nutricionista, é mais do que suficiente para a maioria das pessoas manter uma imunidade saudável.

    A suplementação de vitaminas só deve ser considerada quando há uma deficiência comprovada, seja por meio de exames ou indicação médica. No entanto, os polivitamínicos geralmente contêm doses gerais de nutrientes, que podem não ser adequadas para as necessidades individuais. Por exemplo, pessoas com deficiência de vitamina D podem precisar de doses mais altas do que as encontradas nos polivitamínicos convencionais. Portanto, a suplementação deve ser direcionada e ajustada às necessidades específicas de cada indivíduo.

    Em resumo, a ideia de que os polivitamínicos são a solução para fortalecer o sistema imunológico e evitar doenças é simplista demais. O equilíbrio é fundamental, e isso pode ser alcançado por meio de uma dieta saudável e estilo de vida adequado. A consulta a profissionais de saúde, como nutricionistas e médicos, é fundamental para avaliar a necessidade real de suplementação e evitar riscos à saúde.

    Portanto, antes de iniciar qualquer suplementação vitamínica, é importante buscar orientação médica e fazer exames para identificar deficiências específicas. Evite cair na armadilha de acreditar que uma pílula mágica pode transformar seu sistema imunológico em uma fortaleza indestrutível. Cuide da sua saúde por meio de hábitos alimentares saudáveis e um estilo de vida equilibrado.

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    Neste artigo, discutiremos a relação entre polivitamínicos e a imunidade do corpo, com base em informações apresentadas no canal “Física e Afins”.

    Os polivitamínicos são suplementos alimentares que contêm uma variedade de vitaminas e minerais essenciais para o corpo. Eles são projetados para complementar a alimentação e fornecer nutrientes que podem estar em falta na dieta. No entanto, a propagação exagerada de desinformação levou muitas pessoas a acreditar que esses suplementos podem transformar o sistema imunológico em uma fortaleza invencível, protegendo-as de doenças. No entanto, essa visão simplista e exagerada não leva em consideração a importância do equilíbrio no sistema imunológico.

    O sistema imunológico é complexo e envolve uma rede de células, órgãos e moléculas que trabalham juntos para proteger o corpo. Um sistema imunológico equilibrado é essencial para a saúde. Ter um sistema imunológico muito forte pode realmente ser problemático e está associado a problemas de saúde, como reações autoimunes. Portanto, o objetivo não é ter um sistema imunológico fraco ou excessivamente forte, mas sim alcançar um equilíbrio saudável.

    Uma alimentação adequada, rica em alimentos nutritivos, é fundamental para o funcionamento eficiente do sistema imunológico. Alimentos como ovos, carnes brancas e vermelhas, frutas cítricas, oleaginosas e folhas verdes são excelentes fontes de vitaminas essenciais para o sistema imunológico. No entanto, seguir uma dieta balanceada e equilibrada, com orientação de um nutricionista, é mais do que suficiente para a maioria das pessoas manter uma imunidade saudável.

    A suplementação de vitaminas só deve ser considerada quando há uma deficiência comprovada, seja por meio de exames ou indicação médica. No entanto, os polivitamínicos geralmente contêm doses gerais de nutrientes, que podem não ser adequadas para as necessidades individuais. Por exemplo, pessoas com deficiência de vitamina D podem precisar de doses mais altas do que as encontradas nos polivitamínicos convencionais. Portanto, a suplementação deve ser direcionada e ajustada às necessidades específicas de cada indivíduo.

    Em resumo, a ideia de que os polivitamínicos são a solução para fortalecer o sistema imunológico e evitar doenças é simplista demais. O equilíbrio é fundamental, e isso pode ser alcançado por meio de uma dieta saudável e estilo de vida adequado. A consulta a profissionais de saúde, como nutricionistas e médicos, é fundamental para avaliar a necessidade real de suplementação e evitar riscos à saúde.

    Portanto, antes de iniciar qualquer suplementação vitamínica, é importante buscar orientação médica e fazer exames para identificar deficiências específicas. Evite cair na armadilha de acreditar que uma pílula mágica pode transformar seu sistema imunológico em uma fortaleza indestrutível. Cuide da sua saúde por meio de hábitos alimentares saudáveis e um estilo de vida equilibrado.

  • Colírio de atropina em baixa dose não reduz a miopia em crianças, diz estudo

    Colírio de atropina em baixa dose não reduz a miopia em crianças, diz estudo

    Um estudo clínico randomizado publicado na revista Ophthalmology não encontrou evidências de que colírios de atropina em baixa dose sejam eficazes para retardar a progressão da miopia em crianças.

    A miopia é um problema de visão que afeta cerca de 30% da população mundial e pode aumentar o risco de doenças oculares graves.

    O estudo envolveu 256 crianças com idades entre 6 e 12 anos que tinham miopia moderada a alta. Elas foram divididas em dois grupos: um recebeu colírios de atropina a 0,01% e o outro recebeu placebo. Os colírios foram aplicados uma vez por dia em cada olho durante dois anos. Os pesquisadores mediram a mudança na refração ocular, que é a medida da miopia, e no comprimento axial, que é a distância entre a córnea e a retina.

    Os resultados mostraram que não houve diferença significativa entre os dois grupos na mudança da refração ocular ou do comprimento axial após dois anos de tratamento. A refração ocular média diminuiu 1,25 dioptrias no grupo da atropina e 1,38 dioptrias no grupo do placebo. O comprimento axial médio aumentou 0,69 mm no grupo da atropina e 0,73 mm no grupo do placebo.

    Os autores do estudo concluíram que a atropina em baixa dose pode não ser uma opção terapêutica eficaz para retardar a miopia em crianças ou que o efeito pode depender de fatores como a etnia, o grau inicial da miopia e a idade das crianças. Eles sugerem que mais pesquisas sejam feitas para avaliar a segurança e a eficácia de diferentes doses e concentrações de atropina em diferentes populações.

    Fonte: Link.

    A miopia é um problema de visão que afeta cerca de 30% da população mundial e pode aumentar o risco de doenças oculares graves.

    O estudo envolveu 256 crianças com idades entre 6 e 12 anos que tinham miopia moderada a alta. Elas foram divididas em dois grupos: um recebeu colírios de atropina a 0,01% e o outro recebeu placebo. Os colírios foram aplicados uma vez por dia em cada olho durante dois anos. Os pesquisadores mediram a mudança na refração ocular, que é a medida da miopia, e no comprimento axial, que é a distância entre a córnea e a retina.

    Os resultados mostraram que não houve diferença significativa entre os dois grupos na mudança da refração ocular ou do comprimento axial após dois anos de tratamento. A refração ocular média diminuiu 1,25 dioptrias no grupo da atropina e 1,38 dioptrias no grupo do placebo. O comprimento axial médio aumentou 0,69 mm no grupo da atropina e 0,73 mm no grupo do placebo.

    Os autores do estudo concluíram que a atropina em baixa dose pode não ser uma opção terapêutica eficaz para retardar a miopia em crianças ou que o efeito pode depender de fatores como a etnia, o grau inicial da miopia e a idade das crianças. Eles sugerem que mais pesquisas sejam feitas para avaliar a segurança e a eficácia de diferentes doses e concentrações de atropina em diferentes populações.

    Fonte: Link.

  • Monitorar a pressão arterial em casa traz benefícios para a saúde e para o bolso

    Monitorar a pressão arterial em casa traz benefícios para a saúde e para o bolso

    Você sabia que medir a sua pressão arterial em casa pode salvar a sua vida, reduzir os seus gastos com saúde e diminuir as desigualdades no acesso à assistência médica?

    via GIPHY

    Essas são as conclusões de um estudo recente que avaliou os efeitos do uso de dispositivos digitais de monitoramento da pressão arterial em casa por pessoas com hipertensão.

    O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, acompanhou mais de 2 mil pacientes hipertensos durante um ano. Os participantes foram divididos em dois grupos: um que recebeu um aparelho digital de medição da pressão arterial para usar em casa e outro que continuou com o tratamento convencional, baseado em consultas periódicas ao médico.

    Os resultados mostraram que o grupo que usou o dispositivo em casa teve uma melhora significativa no controle da pressão arterial, reduzindo o risco de complicações graves como ataques cardíacos e derrames. Além disso, os pacientes que monitoraram a pressão em casa relataram maior satisfação com o tratamento, menor necessidade de visitas ao médico e menor uso de medicamentos anti-hipertensivos.

    O estudo também revelou que o monitoramento da pressão arterial em casa pode contribuir para a equidade na saúde, pois os benefícios foram observados em todos os grupos raciais e étnicos envolvidos na pesquisa. Os autores do estudo afirmam que o uso de dispositivos digitais de monitoramento da pressão arterial em casa é uma estratégia simples, eficaz e acessível para melhorar a saúde cardiovascular da população.

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    Essas são as conclusões de um estudo recente que avaliou os efeitos do uso de dispositivos digitais de monitoramento da pressão arterial em casa por pessoas com hipertensão.

    O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, acompanhou mais de 2 mil pacientes hipertensos durante um ano. Os participantes foram divididos em dois grupos: um que recebeu um aparelho digital de medição da pressão arterial para usar em casa e outro que continuou com o tratamento convencional, baseado em consultas periódicas ao médico.

    Os resultados mostraram que o grupo que usou o dispositivo em casa teve uma melhora significativa no controle da pressão arterial, reduzindo o risco de complicações graves como ataques cardíacos e derrames. Além disso, os pacientes que monitoraram a pressão em casa relataram maior satisfação com o tratamento, menor necessidade de visitas ao médico e menor uso de medicamentos anti-hipertensivos.

    O estudo também revelou que o monitoramento da pressão arterial em casa pode contribuir para a equidade na saúde, pois os benefícios foram observados em todos os grupos raciais e étnicos envolvidos na pesquisa. Os autores do estudo afirmam que o uso de dispositivos digitais de monitoramento da pressão arterial em casa é uma estratégia simples, eficaz e acessível para melhorar a saúde cardiovascular da população.

  • Novo método de imunoterapia contra o câncer usa gel com células imunes e anticorpo

    Novo método de imunoterapia contra o câncer usa gel com células imunes e anticorpo

    Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo método para aumentar a imunoterapia contra o câncer usando biomateriais que liberam dois tipos de moléculas imunológicas.

    O método consiste em injetar um gel que contém células imunes modificadas geneticamente e um anticorpo que bloqueia um freio imunológico chamado PD-1. O gel protege as células imunes da degradação e permite que elas se multipliquem e migrem para os tumores, onde ativam outras células imunes para atacar o câncer.

    O estudo, publicado na revista Science Advances, mostrou resultados promissores em camundongos com melanoma e câncer de mama, reduzindo o tamanho dos tumores e aumentando a sobrevivência. Os pesquisadores esperam que o método possa ser testado em humanos no futuro e que possa ser combinado com outras formas de imunoterapia.

    A imunoterapia é uma estratégia que visa estimular o sistema imunológico a reconhecer e eliminar as células cancerosas. No entanto, existem vários desafios para tornar essa abordagem mais eficaz e segura, como a baixa persistência das células imunes injetadas, a supressão do ambiente tumoral e os efeitos colaterais sistêmicos.

    O novo método busca superar esses desafios usando um gel biodegradável que libera lentamente as células imunes e o anticorpo. As células imunes são chamadas de CAR-T, pois expressam um receptor quimérico de antígeno (CAR) que as torna capazes de reconhecer um antígeno específico nas células cancerosas. O anticorpo é chamado de anti-PD-1, pois se liga ao receptor PD-1 nas células imunes e impede que ele seja inibido por uma molécula chamada PD-L1 nas células cancerosas.

    Os pesquisadores injetaram o gel sob a pele dos camundongos com tumores em locais distantes. Eles observaram que o gel formou um depósito localizado que durou cerca de duas semanas. Durante esse período, as células CAR-T se proliferaram e migraram para os tumores, onde recrutaram outras células imunes, como as células T auxiliares e as células matadoras naturais (NK). O anticorpo anti-PD-1 também se espalhou pelo corpo e bloqueou o sinal inibitório nas células imunes.

    Os resultados mostraram que o método foi capaz de reduzir significativamente o crescimento dos tumores e aumentar a sobrevida dos camundongos em comparação com os grupos controle que receberam apenas as células CAR-T ou o anticorpo anti-PD-1. Além disso, o método não causou toxicidade sistêmica ou inflamação excessiva.

    Os pesquisadores acreditam que o método pode ser adaptado para diferentes tipos de câncer e diferentes moléculas imunológicas. Eles também esperam que o método possa ser usado em combinação com outras formas de imunoterapia, como as vacinas contra o câncer ou os inibidores de checkpoint imunológico.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e pela Fundação Bill e Melinda Gates.

    Fonte: Link.

    O método consiste em injetar um gel que contém células imunes modificadas geneticamente e um anticorpo que bloqueia um freio imunológico chamado PD-1. O gel protege as células imunes da degradação e permite que elas se multipliquem e migrem para os tumores, onde ativam outras células imunes para atacar o câncer.

    O estudo, publicado na revista Science Advances, mostrou resultados promissores em camundongos com melanoma e câncer de mama, reduzindo o tamanho dos tumores e aumentando a sobrevivência. Os pesquisadores esperam que o método possa ser testado em humanos no futuro e que possa ser combinado com outras formas de imunoterapia.

    A imunoterapia é uma estratégia que visa estimular o sistema imunológico a reconhecer e eliminar as células cancerosas. No entanto, existem vários desafios para tornar essa abordagem mais eficaz e segura, como a baixa persistência das células imunes injetadas, a supressão do ambiente tumoral e os efeitos colaterais sistêmicos.

    O novo método busca superar esses desafios usando um gel biodegradável que libera lentamente as células imunes e o anticorpo. As células imunes são chamadas de CAR-T, pois expressam um receptor quimérico de antígeno (CAR) que as torna capazes de reconhecer um antígeno específico nas células cancerosas. O anticorpo é chamado de anti-PD-1, pois se liga ao receptor PD-1 nas células imunes e impede que ele seja inibido por uma molécula chamada PD-L1 nas células cancerosas.

    Os pesquisadores injetaram o gel sob a pele dos camundongos com tumores em locais distantes. Eles observaram que o gel formou um depósito localizado que durou cerca de duas semanas. Durante esse período, as células CAR-T se proliferaram e migraram para os tumores, onde recrutaram outras células imunes, como as células T auxiliares e as células matadoras naturais (NK). O anticorpo anti-PD-1 também se espalhou pelo corpo e bloqueou o sinal inibitório nas células imunes.

    Os resultados mostraram que o método foi capaz de reduzir significativamente o crescimento dos tumores e aumentar a sobrevida dos camundongos em comparação com os grupos controle que receberam apenas as células CAR-T ou o anticorpo anti-PD-1. Além disso, o método não causou toxicidade sistêmica ou inflamação excessiva.

    Os pesquisadores acreditam que o método pode ser adaptado para diferentes tipos de câncer e diferentes moléculas imunológicas. Eles também esperam que o método possa ser usado em combinação com outras formas de imunoterapia, como as vacinas contra o câncer ou os inibidores de checkpoint imunológico.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e pela Fundação Bill e Melinda Gates.

    Fonte: Link.

  • Infecções fúngicas do cérebro: o que são, como se transmitem e como se prevenir

    Infecções fúngicas do cérebro: o que são, como se transmitem e como se prevenir

    Milhões de pessoas na África estão em risco de contrair infecções fúngicas mortais que afetam o cérebro, principalmente devido à epidemia de HIV e à falta de recursos para diagnóstico e tratamento.

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    Essa é a conclusão de um relatório publicado pela Sociedade Internacional de Micologia Humana e Animal (ISHAM).

    O relatório alerta que as infecções fúngicas do sistema nervoso central (SNC) são uma das principais causas de morte entre os pacientes com HIV na África, mas recebem pouca atenção dos governos e organizações de saúde. As doenças fúngicas mais comuns que afetam o cérebro são a meningite criptocócica e a pneumonia por Pneumocystis jirovecii, que são causadas por fungos oportunistas que aproveitam a baixa imunidade dos pacientes.

    Além do HIV, outros fatores que contribuem para o aumento das ameaças fúngicas na África são as mudanças climáticas, que favorecem o crescimento e a dispersão de alguns fungos patogênicos, as doenças imunossupressoras, como o câncer e o diabetes, os avanços médicos, que permitem a sobrevivência de pacientes mais vulneráveis, o uso indiscriminado de antibióticos, que alteram a flora bacteriana e facilitam as infecções fúngicas, e a pandemia de covid-19, que sobrecarrega os sistemas de saúde e dificulta o acesso aos cuidados necessários.

    O relatório também aponta os desafios para o diagnóstico e o tratamento das infecções fúngicas do SNC na África. A maioria dos países não dispõe de laboratórios bem equipados, medicamentos antifúngicos eficazes e baratos e dados epidemiológicos sobre as infecções fúngicas. Além disso, algumas cepas fúngicas desenvolveram resistência aos medicamentos disponíveis, tornando o tratamento mais difícil e caro.

    Os autores do relatório pedem uma maior conscientização sobre o problema das infecções fúngicas do SNC na África e uma maior cooperação entre os países e as organizações internacionais para melhorar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento dessas doenças. Eles também defendem mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos antifúngicos e vacinas.

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    Essa é a conclusão de um relatório publicado pela Sociedade Internacional de Micologia Humana e Animal (ISHAM).

    O relatório alerta que as infecções fúngicas do sistema nervoso central (SNC) são uma das principais causas de morte entre os pacientes com HIV na África, mas recebem pouca atenção dos governos e organizações de saúde. As doenças fúngicas mais comuns que afetam o cérebro são a meningite criptocócica e a pneumonia por Pneumocystis jirovecii, que são causadas por fungos oportunistas que aproveitam a baixa imunidade dos pacientes.

    Além do HIV, outros fatores que contribuem para o aumento das ameaças fúngicas na África são as mudanças climáticas, que favorecem o crescimento e a dispersão de alguns fungos patogênicos, as doenças imunossupressoras, como o câncer e o diabetes, os avanços médicos, que permitem a sobrevivência de pacientes mais vulneráveis, o uso indiscriminado de antibióticos, que alteram a flora bacteriana e facilitam as infecções fúngicas, e a pandemia de covid-19, que sobrecarrega os sistemas de saúde e dificulta o acesso aos cuidados necessários.

    O relatório também aponta os desafios para o diagnóstico e o tratamento das infecções fúngicas do SNC na África. A maioria dos países não dispõe de laboratórios bem equipados, medicamentos antifúngicos eficazes e baratos e dados epidemiológicos sobre as infecções fúngicas. Além disso, algumas cepas fúngicas desenvolveram resistência aos medicamentos disponíveis, tornando o tratamento mais difícil e caro.

    Os autores do relatório pedem uma maior conscientização sobre o problema das infecções fúngicas do SNC na África e uma maior cooperação entre os países e as organizações internacionais para melhorar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento dessas doenças. Eles também defendem mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos antifúngicos e vacinas.

  • Estudo revela os danos à saúde causados pelo uso indiscriminado de ivermectina e hidroxicloroquina na pandemia

    Estudo revela os danos à saúde causados pelo uso indiscriminado de ivermectina e hidroxicloroquina na pandemia

    Você já deve ter ouvido falar que a ivermectina e a hidroxicloroquina podem curar ou prevenir a COVID-19? Se sim, cuidado! Esses medicamentos podem causar mais mal do que bem se usados sem orientação médica.

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    Um artigo publicado na revista Cadernos de Saúde Pública analisou as possíveis intoxicações resultantes do uso indiscriminado desses medicamentos durante a pandemia. Os autores revisaram a literatura científica sobre os efeitos adversos desses medicamentos e os dados de notificações de intoxicações no Brasil.

    Eles descobriram que a ivermectina e a hidroxicloroquina podem causar problemas como náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, tontura, alterações visuais, arritmias cardíacas, convulsões e até coma. Além disso, o uso desses medicamentos sem evidência de eficácia e segurança pode aumentar o risco de intoxicações graves e até fatais, além de gerar resistência parasitária e bacteriana.

    Os autores alertaram que as autoridades de saúde devem orientar a população sobre os riscos do uso indiscriminado desses medicamentos e fiscalizar sua prescrição e dispensação. Eles também enfatizaram que a melhor forma de prevenir e tratar a COVID-19 é seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, como usar máscara, manter o distanciamento social, higienizar as mãos e se vacinar.

    Portanto, não se deixe enganar por falsas promessas de cura milagrosa. A ivermectina e a hidroxicloroquina podem ser perigosas para a sua saúde se usadas sem critério. Consulte sempre o seu médico antes de tomar qualquer medicamento.

    Fonte: Link.

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    Um artigo publicado na revista Cadernos de Saúde Pública analisou as possíveis intoxicações resultantes do uso indiscriminado desses medicamentos durante a pandemia. Os autores revisaram a literatura científica sobre os efeitos adversos desses medicamentos e os dados de notificações de intoxicações no Brasil.

    Eles descobriram que a ivermectina e a hidroxicloroquina podem causar problemas como náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, tontura, alterações visuais, arritmias cardíacas, convulsões e até coma. Além disso, o uso desses medicamentos sem evidência de eficácia e segurança pode aumentar o risco de intoxicações graves e até fatais, além de gerar resistência parasitária e bacteriana.

    Os autores alertaram que as autoridades de saúde devem orientar a população sobre os riscos do uso indiscriminado desses medicamentos e fiscalizar sua prescrição e dispensação. Eles também enfatizaram que a melhor forma de prevenir e tratar a COVID-19 é seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, como usar máscara, manter o distanciamento social, higienizar as mãos e se vacinar.

    Portanto, não se deixe enganar por falsas promessas de cura milagrosa. A ivermectina e a hidroxicloroquina podem ser perigosas para a sua saúde se usadas sem critério. Consulte sempre o seu médico antes de tomar qualquer medicamento.

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