Categoria: Saúde

  • PrEP injetável: conheça o primeiro medicamento contra o HIV que dura dois meses

    PrEP injetável: conheça o primeiro medicamento contra o HIV que dura dois meses

    Você já imaginou se proteger do HIV com apenas uma injeção a cada dois meses? Essa é a proposta do primeiro medicamento injetável contra o vírus, que acaba de ser aprovado pela Anvisa.

    O Apretude (cabotegravir) é um antirretroviral que bloqueia a multiplicação do HIV no organismo e reduz a chance de contaminação de outras células. Ele é indicado para pessoas que não têm o vírus, mas que estão mais expostas ao risco de contrair o HIV, por causa de suas condições sociais. Essas pessoas podem usar o medicamento como PrEP (profilaxia pré-exposição), uma estratégia de prevenção que envolve o uso de remédios antes da exposição ao vírus.

    O Apretude é mais eficaz que os remédios orais, que precisam ser tomados diariamente. O novo medicamento injetável tem ação prolongada, fazendo efeito a médio e longo prazo por meio da aplicação de uma injeção muscular. A dose inicial é de duas injeções, uma em cada nádega, seguida de uma injeção a cada dois meses. O medicamento deve ser aplicado por um profissional de saúde em um serviço especializado.

    O PrEP não previne outras ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) e só deve ser usado por pessoas com soronegativo, após consulta a um profissional de saúde. O Ministério da Saúde disponibiliza uma lista de serviços que ofertam a PrEP no seu site. O Apretude ainda não está disponível no SUS, mas a expectativa é que ele seja incorporado ao programa nacional de combate ao HIV em breve.

    O registro do Apretude é um avanço na luta contra o HIV, que afeta cerca de 38 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 920 mil pessoas vivam com o vírus. A PrEP injetável pode ser uma alternativa mais conveniente e eficiente para quem quer se proteger do HIV e ter uma vida sexual mais segura e saudável.

    O Apretude (cabotegravir) é um antirretroviral que bloqueia a multiplicação do HIV no organismo e reduz a chance de contaminação de outras células. Ele é indicado para pessoas que não têm o vírus, mas que estão mais expostas ao risco de contrair o HIV, por causa de suas condições sociais. Essas pessoas podem usar o medicamento como PrEP (profilaxia pré-exposição), uma estratégia de prevenção que envolve o uso de remédios antes da exposição ao vírus.

    O Apretude é mais eficaz que os remédios orais, que precisam ser tomados diariamente. O novo medicamento injetável tem ação prolongada, fazendo efeito a médio e longo prazo por meio da aplicação de uma injeção muscular. A dose inicial é de duas injeções, uma em cada nádega, seguida de uma injeção a cada dois meses. O medicamento deve ser aplicado por um profissional de saúde em um serviço especializado.

    O PrEP não previne outras ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) e só deve ser usado por pessoas com soronegativo, após consulta a um profissional de saúde. O Ministério da Saúde disponibiliza uma lista de serviços que ofertam a PrEP no seu site. O Apretude ainda não está disponível no SUS, mas a expectativa é que ele seja incorporado ao programa nacional de combate ao HIV em breve.

    O registro do Apretude é um avanço na luta contra o HIV, que afeta cerca de 38 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 920 mil pessoas vivam com o vírus. A PrEP injetável pode ser uma alternativa mais conveniente e eficiente para quem quer se proteger do HIV e ter uma vida sexual mais segura e saudável.

  • Polivitamínicos: o que você precisa saber antes de começar a tomar

    Polivitamínicos: o que você precisa saber antes de começar a tomar

    Os polivitamínicos e suplementos alimentares têm sido amplamente promovidos como formas de fortalecer o sistema imunológico e prevenir doenças. No entanto, a realidade é que o consumo excessivo desses produtos pode não trazer os benefícios esperados e, em alguns casos, até prejudicar a saúde.

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    Neste artigo, discutiremos a relação entre polivitamínicos e a imunidade do corpo, com base em informações apresentadas no canal “Física e Afins”.

    Os polivitamínicos são suplementos alimentares que contêm uma variedade de vitaminas e minerais essenciais para o corpo. Eles são projetados para complementar a alimentação e fornecer nutrientes que podem estar em falta na dieta. No entanto, a propagação exagerada de desinformação levou muitas pessoas a acreditar que esses suplementos podem transformar o sistema imunológico em uma fortaleza invencível, protegendo-as de doenças. No entanto, essa visão simplista e exagerada não leva em consideração a importância do equilíbrio no sistema imunológico.

    O sistema imunológico é complexo e envolve uma rede de células, órgãos e moléculas que trabalham juntos para proteger o corpo. Um sistema imunológico equilibrado é essencial para a saúde. Ter um sistema imunológico muito forte pode realmente ser problemático e está associado a problemas de saúde, como reações autoimunes. Portanto, o objetivo não é ter um sistema imunológico fraco ou excessivamente forte, mas sim alcançar um equilíbrio saudável.

    Uma alimentação adequada, rica em alimentos nutritivos, é fundamental para o funcionamento eficiente do sistema imunológico. Alimentos como ovos, carnes brancas e vermelhas, frutas cítricas, oleaginosas e folhas verdes são excelentes fontes de vitaminas essenciais para o sistema imunológico. No entanto, seguir uma dieta balanceada e equilibrada, com orientação de um nutricionista, é mais do que suficiente para a maioria das pessoas manter uma imunidade saudável.

    A suplementação de vitaminas só deve ser considerada quando há uma deficiência comprovada, seja por meio de exames ou indicação médica. No entanto, os polivitamínicos geralmente contêm doses gerais de nutrientes, que podem não ser adequadas para as necessidades individuais. Por exemplo, pessoas com deficiência de vitamina D podem precisar de doses mais altas do que as encontradas nos polivitamínicos convencionais. Portanto, a suplementação deve ser direcionada e ajustada às necessidades específicas de cada indivíduo.

    Em resumo, a ideia de que os polivitamínicos são a solução para fortalecer o sistema imunológico e evitar doenças é simplista demais. O equilíbrio é fundamental, e isso pode ser alcançado por meio de uma dieta saudável e estilo de vida adequado. A consulta a profissionais de saúde, como nutricionistas e médicos, é fundamental para avaliar a necessidade real de suplementação e evitar riscos à saúde.

    Portanto, antes de iniciar qualquer suplementação vitamínica, é importante buscar orientação médica e fazer exames para identificar deficiências específicas. Evite cair na armadilha de acreditar que uma pílula mágica pode transformar seu sistema imunológico em uma fortaleza indestrutível. Cuide da sua saúde por meio de hábitos alimentares saudáveis e um estilo de vida equilibrado.

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    Neste artigo, discutiremos a relação entre polivitamínicos e a imunidade do corpo, com base em informações apresentadas no canal “Física e Afins”.

    Os polivitamínicos são suplementos alimentares que contêm uma variedade de vitaminas e minerais essenciais para o corpo. Eles são projetados para complementar a alimentação e fornecer nutrientes que podem estar em falta na dieta. No entanto, a propagação exagerada de desinformação levou muitas pessoas a acreditar que esses suplementos podem transformar o sistema imunológico em uma fortaleza invencível, protegendo-as de doenças. No entanto, essa visão simplista e exagerada não leva em consideração a importância do equilíbrio no sistema imunológico.

    O sistema imunológico é complexo e envolve uma rede de células, órgãos e moléculas que trabalham juntos para proteger o corpo. Um sistema imunológico equilibrado é essencial para a saúde. Ter um sistema imunológico muito forte pode realmente ser problemático e está associado a problemas de saúde, como reações autoimunes. Portanto, o objetivo não é ter um sistema imunológico fraco ou excessivamente forte, mas sim alcançar um equilíbrio saudável.

    Uma alimentação adequada, rica em alimentos nutritivos, é fundamental para o funcionamento eficiente do sistema imunológico. Alimentos como ovos, carnes brancas e vermelhas, frutas cítricas, oleaginosas e folhas verdes são excelentes fontes de vitaminas essenciais para o sistema imunológico. No entanto, seguir uma dieta balanceada e equilibrada, com orientação de um nutricionista, é mais do que suficiente para a maioria das pessoas manter uma imunidade saudável.

    A suplementação de vitaminas só deve ser considerada quando há uma deficiência comprovada, seja por meio de exames ou indicação médica. No entanto, os polivitamínicos geralmente contêm doses gerais de nutrientes, que podem não ser adequadas para as necessidades individuais. Por exemplo, pessoas com deficiência de vitamina D podem precisar de doses mais altas do que as encontradas nos polivitamínicos convencionais. Portanto, a suplementação deve ser direcionada e ajustada às necessidades específicas de cada indivíduo.

    Em resumo, a ideia de que os polivitamínicos são a solução para fortalecer o sistema imunológico e evitar doenças é simplista demais. O equilíbrio é fundamental, e isso pode ser alcançado por meio de uma dieta saudável e estilo de vida adequado. A consulta a profissionais de saúde, como nutricionistas e médicos, é fundamental para avaliar a necessidade real de suplementação e evitar riscos à saúde.

    Portanto, antes de iniciar qualquer suplementação vitamínica, é importante buscar orientação médica e fazer exames para identificar deficiências específicas. Evite cair na armadilha de acreditar que uma pílula mágica pode transformar seu sistema imunológico em uma fortaleza indestrutível. Cuide da sua saúde por meio de hábitos alimentares saudáveis e um estilo de vida equilibrado.

  • Colírio de atropina em baixa dose não reduz a miopia em crianças, diz estudo

    Colírio de atropina em baixa dose não reduz a miopia em crianças, diz estudo

    Um estudo clínico randomizado publicado na revista Ophthalmology não encontrou evidências de que colírios de atropina em baixa dose sejam eficazes para retardar a progressão da miopia em crianças.

    A miopia é um problema de visão que afeta cerca de 30% da população mundial e pode aumentar o risco de doenças oculares graves.

    O estudo envolveu 256 crianças com idades entre 6 e 12 anos que tinham miopia moderada a alta. Elas foram divididas em dois grupos: um recebeu colírios de atropina a 0,01% e o outro recebeu placebo. Os colírios foram aplicados uma vez por dia em cada olho durante dois anos. Os pesquisadores mediram a mudança na refração ocular, que é a medida da miopia, e no comprimento axial, que é a distância entre a córnea e a retina.

    Os resultados mostraram que não houve diferença significativa entre os dois grupos na mudança da refração ocular ou do comprimento axial após dois anos de tratamento. A refração ocular média diminuiu 1,25 dioptrias no grupo da atropina e 1,38 dioptrias no grupo do placebo. O comprimento axial médio aumentou 0,69 mm no grupo da atropina e 0,73 mm no grupo do placebo.

    Os autores do estudo concluíram que a atropina em baixa dose pode não ser uma opção terapêutica eficaz para retardar a miopia em crianças ou que o efeito pode depender de fatores como a etnia, o grau inicial da miopia e a idade das crianças. Eles sugerem que mais pesquisas sejam feitas para avaliar a segurança e a eficácia de diferentes doses e concentrações de atropina em diferentes populações.

    Fonte: Link.

    A miopia é um problema de visão que afeta cerca de 30% da população mundial e pode aumentar o risco de doenças oculares graves.

    O estudo envolveu 256 crianças com idades entre 6 e 12 anos que tinham miopia moderada a alta. Elas foram divididas em dois grupos: um recebeu colírios de atropina a 0,01% e o outro recebeu placebo. Os colírios foram aplicados uma vez por dia em cada olho durante dois anos. Os pesquisadores mediram a mudança na refração ocular, que é a medida da miopia, e no comprimento axial, que é a distância entre a córnea e a retina.

    Os resultados mostraram que não houve diferença significativa entre os dois grupos na mudança da refração ocular ou do comprimento axial após dois anos de tratamento. A refração ocular média diminuiu 1,25 dioptrias no grupo da atropina e 1,38 dioptrias no grupo do placebo. O comprimento axial médio aumentou 0,69 mm no grupo da atropina e 0,73 mm no grupo do placebo.

    Os autores do estudo concluíram que a atropina em baixa dose pode não ser uma opção terapêutica eficaz para retardar a miopia em crianças ou que o efeito pode depender de fatores como a etnia, o grau inicial da miopia e a idade das crianças. Eles sugerem que mais pesquisas sejam feitas para avaliar a segurança e a eficácia de diferentes doses e concentrações de atropina em diferentes populações.

    Fonte: Link.

  • Monitorar a pressão arterial em casa traz benefícios para a saúde e para o bolso

    Monitorar a pressão arterial em casa traz benefícios para a saúde e para o bolso

    Você sabia que medir a sua pressão arterial em casa pode salvar a sua vida, reduzir os seus gastos com saúde e diminuir as desigualdades no acesso à assistência médica?

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    Essas são as conclusões de um estudo recente que avaliou os efeitos do uso de dispositivos digitais de monitoramento da pressão arterial em casa por pessoas com hipertensão.

    O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, acompanhou mais de 2 mil pacientes hipertensos durante um ano. Os participantes foram divididos em dois grupos: um que recebeu um aparelho digital de medição da pressão arterial para usar em casa e outro que continuou com o tratamento convencional, baseado em consultas periódicas ao médico.

    Os resultados mostraram que o grupo que usou o dispositivo em casa teve uma melhora significativa no controle da pressão arterial, reduzindo o risco de complicações graves como ataques cardíacos e derrames. Além disso, os pacientes que monitoraram a pressão em casa relataram maior satisfação com o tratamento, menor necessidade de visitas ao médico e menor uso de medicamentos anti-hipertensivos.

    O estudo também revelou que o monitoramento da pressão arterial em casa pode contribuir para a equidade na saúde, pois os benefícios foram observados em todos os grupos raciais e étnicos envolvidos na pesquisa. Os autores do estudo afirmam que o uso de dispositivos digitais de monitoramento da pressão arterial em casa é uma estratégia simples, eficaz e acessível para melhorar a saúde cardiovascular da população.

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    Essas são as conclusões de um estudo recente que avaliou os efeitos do uso de dispositivos digitais de monitoramento da pressão arterial em casa por pessoas com hipertensão.

    O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, acompanhou mais de 2 mil pacientes hipertensos durante um ano. Os participantes foram divididos em dois grupos: um que recebeu um aparelho digital de medição da pressão arterial para usar em casa e outro que continuou com o tratamento convencional, baseado em consultas periódicas ao médico.

    Os resultados mostraram que o grupo que usou o dispositivo em casa teve uma melhora significativa no controle da pressão arterial, reduzindo o risco de complicações graves como ataques cardíacos e derrames. Além disso, os pacientes que monitoraram a pressão em casa relataram maior satisfação com o tratamento, menor necessidade de visitas ao médico e menor uso de medicamentos anti-hipertensivos.

    O estudo também revelou que o monitoramento da pressão arterial em casa pode contribuir para a equidade na saúde, pois os benefícios foram observados em todos os grupos raciais e étnicos envolvidos na pesquisa. Os autores do estudo afirmam que o uso de dispositivos digitais de monitoramento da pressão arterial em casa é uma estratégia simples, eficaz e acessível para melhorar a saúde cardiovascular da população.

  • Novo método de imunoterapia contra o câncer usa gel com células imunes e anticorpo

    Novo método de imunoterapia contra o câncer usa gel com células imunes e anticorpo

    Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo método para aumentar a imunoterapia contra o câncer usando biomateriais que liberam dois tipos de moléculas imunológicas.

    O método consiste em injetar um gel que contém células imunes modificadas geneticamente e um anticorpo que bloqueia um freio imunológico chamado PD-1. O gel protege as células imunes da degradação e permite que elas se multipliquem e migrem para os tumores, onde ativam outras células imunes para atacar o câncer.

    O estudo, publicado na revista Science Advances, mostrou resultados promissores em camundongos com melanoma e câncer de mama, reduzindo o tamanho dos tumores e aumentando a sobrevivência. Os pesquisadores esperam que o método possa ser testado em humanos no futuro e que possa ser combinado com outras formas de imunoterapia.

    A imunoterapia é uma estratégia que visa estimular o sistema imunológico a reconhecer e eliminar as células cancerosas. No entanto, existem vários desafios para tornar essa abordagem mais eficaz e segura, como a baixa persistência das células imunes injetadas, a supressão do ambiente tumoral e os efeitos colaterais sistêmicos.

    O novo método busca superar esses desafios usando um gel biodegradável que libera lentamente as células imunes e o anticorpo. As células imunes são chamadas de CAR-T, pois expressam um receptor quimérico de antígeno (CAR) que as torna capazes de reconhecer um antígeno específico nas células cancerosas. O anticorpo é chamado de anti-PD-1, pois se liga ao receptor PD-1 nas células imunes e impede que ele seja inibido por uma molécula chamada PD-L1 nas células cancerosas.

    Os pesquisadores injetaram o gel sob a pele dos camundongos com tumores em locais distantes. Eles observaram que o gel formou um depósito localizado que durou cerca de duas semanas. Durante esse período, as células CAR-T se proliferaram e migraram para os tumores, onde recrutaram outras células imunes, como as células T auxiliares e as células matadoras naturais (NK). O anticorpo anti-PD-1 também se espalhou pelo corpo e bloqueou o sinal inibitório nas células imunes.

    Os resultados mostraram que o método foi capaz de reduzir significativamente o crescimento dos tumores e aumentar a sobrevida dos camundongos em comparação com os grupos controle que receberam apenas as células CAR-T ou o anticorpo anti-PD-1. Além disso, o método não causou toxicidade sistêmica ou inflamação excessiva.

    Os pesquisadores acreditam que o método pode ser adaptado para diferentes tipos de câncer e diferentes moléculas imunológicas. Eles também esperam que o método possa ser usado em combinação com outras formas de imunoterapia, como as vacinas contra o câncer ou os inibidores de checkpoint imunológico.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e pela Fundação Bill e Melinda Gates.

    Fonte: Link.

    O método consiste em injetar um gel que contém células imunes modificadas geneticamente e um anticorpo que bloqueia um freio imunológico chamado PD-1. O gel protege as células imunes da degradação e permite que elas se multipliquem e migrem para os tumores, onde ativam outras células imunes para atacar o câncer.

    O estudo, publicado na revista Science Advances, mostrou resultados promissores em camundongos com melanoma e câncer de mama, reduzindo o tamanho dos tumores e aumentando a sobrevivência. Os pesquisadores esperam que o método possa ser testado em humanos no futuro e que possa ser combinado com outras formas de imunoterapia.

    A imunoterapia é uma estratégia que visa estimular o sistema imunológico a reconhecer e eliminar as células cancerosas. No entanto, existem vários desafios para tornar essa abordagem mais eficaz e segura, como a baixa persistência das células imunes injetadas, a supressão do ambiente tumoral e os efeitos colaterais sistêmicos.

    O novo método busca superar esses desafios usando um gel biodegradável que libera lentamente as células imunes e o anticorpo. As células imunes são chamadas de CAR-T, pois expressam um receptor quimérico de antígeno (CAR) que as torna capazes de reconhecer um antígeno específico nas células cancerosas. O anticorpo é chamado de anti-PD-1, pois se liga ao receptor PD-1 nas células imunes e impede que ele seja inibido por uma molécula chamada PD-L1 nas células cancerosas.

    Os pesquisadores injetaram o gel sob a pele dos camundongos com tumores em locais distantes. Eles observaram que o gel formou um depósito localizado que durou cerca de duas semanas. Durante esse período, as células CAR-T se proliferaram e migraram para os tumores, onde recrutaram outras células imunes, como as células T auxiliares e as células matadoras naturais (NK). O anticorpo anti-PD-1 também se espalhou pelo corpo e bloqueou o sinal inibitório nas células imunes.

    Os resultados mostraram que o método foi capaz de reduzir significativamente o crescimento dos tumores e aumentar a sobrevida dos camundongos em comparação com os grupos controle que receberam apenas as células CAR-T ou o anticorpo anti-PD-1. Além disso, o método não causou toxicidade sistêmica ou inflamação excessiva.

    Os pesquisadores acreditam que o método pode ser adaptado para diferentes tipos de câncer e diferentes moléculas imunológicas. Eles também esperam que o método possa ser usado em combinação com outras formas de imunoterapia, como as vacinas contra o câncer ou os inibidores de checkpoint imunológico.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e pela Fundação Bill e Melinda Gates.

    Fonte: Link.

  • Infecções fúngicas do cérebro: o que são, como se transmitem e como se prevenir

    Infecções fúngicas do cérebro: o que são, como se transmitem e como se prevenir

    Milhões de pessoas na África estão em risco de contrair infecções fúngicas mortais que afetam o cérebro, principalmente devido à epidemia de HIV e à falta de recursos para diagnóstico e tratamento.

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    Essa é a conclusão de um relatório publicado pela Sociedade Internacional de Micologia Humana e Animal (ISHAM).

    O relatório alerta que as infecções fúngicas do sistema nervoso central (SNC) são uma das principais causas de morte entre os pacientes com HIV na África, mas recebem pouca atenção dos governos e organizações de saúde. As doenças fúngicas mais comuns que afetam o cérebro são a meningite criptocócica e a pneumonia por Pneumocystis jirovecii, que são causadas por fungos oportunistas que aproveitam a baixa imunidade dos pacientes.

    Além do HIV, outros fatores que contribuem para o aumento das ameaças fúngicas na África são as mudanças climáticas, que favorecem o crescimento e a dispersão de alguns fungos patogênicos, as doenças imunossupressoras, como o câncer e o diabetes, os avanços médicos, que permitem a sobrevivência de pacientes mais vulneráveis, o uso indiscriminado de antibióticos, que alteram a flora bacteriana e facilitam as infecções fúngicas, e a pandemia de covid-19, que sobrecarrega os sistemas de saúde e dificulta o acesso aos cuidados necessários.

    O relatório também aponta os desafios para o diagnóstico e o tratamento das infecções fúngicas do SNC na África. A maioria dos países não dispõe de laboratórios bem equipados, medicamentos antifúngicos eficazes e baratos e dados epidemiológicos sobre as infecções fúngicas. Além disso, algumas cepas fúngicas desenvolveram resistência aos medicamentos disponíveis, tornando o tratamento mais difícil e caro.

    Os autores do relatório pedem uma maior conscientização sobre o problema das infecções fúngicas do SNC na África e uma maior cooperação entre os países e as organizações internacionais para melhorar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento dessas doenças. Eles também defendem mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos antifúngicos e vacinas.

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    Essa é a conclusão de um relatório publicado pela Sociedade Internacional de Micologia Humana e Animal (ISHAM).

    O relatório alerta que as infecções fúngicas do sistema nervoso central (SNC) são uma das principais causas de morte entre os pacientes com HIV na África, mas recebem pouca atenção dos governos e organizações de saúde. As doenças fúngicas mais comuns que afetam o cérebro são a meningite criptocócica e a pneumonia por Pneumocystis jirovecii, que são causadas por fungos oportunistas que aproveitam a baixa imunidade dos pacientes.

    Além do HIV, outros fatores que contribuem para o aumento das ameaças fúngicas na África são as mudanças climáticas, que favorecem o crescimento e a dispersão de alguns fungos patogênicos, as doenças imunossupressoras, como o câncer e o diabetes, os avanços médicos, que permitem a sobrevivência de pacientes mais vulneráveis, o uso indiscriminado de antibióticos, que alteram a flora bacteriana e facilitam as infecções fúngicas, e a pandemia de covid-19, que sobrecarrega os sistemas de saúde e dificulta o acesso aos cuidados necessários.

    O relatório também aponta os desafios para o diagnóstico e o tratamento das infecções fúngicas do SNC na África. A maioria dos países não dispõe de laboratórios bem equipados, medicamentos antifúngicos eficazes e baratos e dados epidemiológicos sobre as infecções fúngicas. Além disso, algumas cepas fúngicas desenvolveram resistência aos medicamentos disponíveis, tornando o tratamento mais difícil e caro.

    Os autores do relatório pedem uma maior conscientização sobre o problema das infecções fúngicas do SNC na África e uma maior cooperação entre os países e as organizações internacionais para melhorar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento dessas doenças. Eles também defendem mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos antifúngicos e vacinas.

  • Estudo revela os danos à saúde causados pelo uso indiscriminado de ivermectina e hidroxicloroquina na pandemia

    Estudo revela os danos à saúde causados pelo uso indiscriminado de ivermectina e hidroxicloroquina na pandemia

    Você já deve ter ouvido falar que a ivermectina e a hidroxicloroquina podem curar ou prevenir a COVID-19? Se sim, cuidado! Esses medicamentos podem causar mais mal do que bem se usados sem orientação médica.

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    Um artigo publicado na revista Cadernos de Saúde Pública analisou as possíveis intoxicações resultantes do uso indiscriminado desses medicamentos durante a pandemia. Os autores revisaram a literatura científica sobre os efeitos adversos desses medicamentos e os dados de notificações de intoxicações no Brasil.

    Eles descobriram que a ivermectina e a hidroxicloroquina podem causar problemas como náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, tontura, alterações visuais, arritmias cardíacas, convulsões e até coma. Além disso, o uso desses medicamentos sem evidência de eficácia e segurança pode aumentar o risco de intoxicações graves e até fatais, além de gerar resistência parasitária e bacteriana.

    Os autores alertaram que as autoridades de saúde devem orientar a população sobre os riscos do uso indiscriminado desses medicamentos e fiscalizar sua prescrição e dispensação. Eles também enfatizaram que a melhor forma de prevenir e tratar a COVID-19 é seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, como usar máscara, manter o distanciamento social, higienizar as mãos e se vacinar.

    Portanto, não se deixe enganar por falsas promessas de cura milagrosa. A ivermectina e a hidroxicloroquina podem ser perigosas para a sua saúde se usadas sem critério. Consulte sempre o seu médico antes de tomar qualquer medicamento.

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    Um artigo publicado na revista Cadernos de Saúde Pública analisou as possíveis intoxicações resultantes do uso indiscriminado desses medicamentos durante a pandemia. Os autores revisaram a literatura científica sobre os efeitos adversos desses medicamentos e os dados de notificações de intoxicações no Brasil.

    Eles descobriram que a ivermectina e a hidroxicloroquina podem causar problemas como náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, tontura, alterações visuais, arritmias cardíacas, convulsões e até coma. Além disso, o uso desses medicamentos sem evidência de eficácia e segurança pode aumentar o risco de intoxicações graves e até fatais, além de gerar resistência parasitária e bacteriana.

    Os autores alertaram que as autoridades de saúde devem orientar a população sobre os riscos do uso indiscriminado desses medicamentos e fiscalizar sua prescrição e dispensação. Eles também enfatizaram que a melhor forma de prevenir e tratar a COVID-19 é seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, como usar máscara, manter o distanciamento social, higienizar as mãos e se vacinar.

    Portanto, não se deixe enganar por falsas promessas de cura milagrosa. A ivermectina e a hidroxicloroquina podem ser perigosas para a sua saúde se usadas sem critério. Consulte sempre o seu médico antes de tomar qualquer medicamento.

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  • Como o álcool, a melatonina e o zolpidem afetam o seu sono

    Como o álcool, a melatonina e o zolpidem afetam o seu sono

    O sono é um processo fisiológico que envolve vários estágios, cada um com funções específicas para o organismo. Durante o sono, ocorrem processos de restauração, consolidação da memória, regulação hormonal e imunológica, entre outros.

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    No entanto, muitas pessoas têm dificuldade para dormir bem e recorrem a substâncias que podem afetar o sono de formas diferentes. Neste post, vamos falar sobre três delas: o álcool, a melatonina e o zolpidem.

    O álcool é uma substância depressora do sistema nervoso central que pode causar sonolência e facilitar o início do sono. No entanto, o álcool também pode prejudicar a qualidade do sono, pois interfere nos ciclos e estágios do sono. O álcool pode causar fragmentação do sono, ou seja, despertares frequentes durante a noite, e reduzir a quantidade de sono REM, que é o estágio mais profundo e restaurador do sono. Além disso, o álcool pode provocar ronco, apneia do sono, desidratação e ressaca.

    A melatonina é um hormônio produzido pela glândula pineal que regula o ciclo circadiano, ou seja, o ritmo biológico de 24 horas que determina quando dormimos e acordamos. A melatonina é liberada à noite, em resposta à escuridão, e sinaliza ao cérebro que é hora de dormir. A melatonina pode ajudar a induzir o sono em pessoas que sofrem de distúrbios do ritmo circadiano, como jet lag, trabalho noturno ou insônia. A melatonina também pode ter efeitos antioxidantes e imunomoduladores. No entanto, a melatonina não é uma solução mágica para o sono e deve ser usada com cautela e orientação médica. A melatonina pode interagir com outros medicamentos, causar sonhos vívidos e alterar os níveis hormonais.

    O zolpidem é um medicamento hipnótico que pertence à classe dos benzodiazepínicos. O zolpidem atua nos receptores GABA do cérebro, que são responsáveis pela inibição da atividade neuronal. O zolpidem pode facilitar o início do sono em pessoas com insônia crônica ou ocasional. No entanto, o zolpidem também pode causar efeitos colaterais indesejados, como sonolência diurna, amnésia, alucinações, sonambulismo e dependência. O zolpidem deve ser usado somente sob prescrição médica e por períodos curtos.

    Como você pode ver, existem substâncias que podem afetar o sono de formas diferentes. Algumas podem ser úteis em situações específicas, mas outras podem ser prejudiciais para a saúde. O ideal é buscar hábitos saudáveis de higiene do sono, como ter uma rotina regular de dormir e acordar, evitar luzes e ruídos no quarto, evitar cafeína e nicotina à noite, praticar exercícios físicos moderados durante o dia e relaxar antes de dormir.

    Assim, você poderá desfrutar dos benefícios de um sono reparador e melhorar a sua qualidade de vida. Boa noite!

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    No entanto, muitas pessoas têm dificuldade para dormir bem e recorrem a substâncias que podem afetar o sono de formas diferentes. Neste post, vamos falar sobre três delas: o álcool, a melatonina e o zolpidem.

    O álcool é uma substância depressora do sistema nervoso central que pode causar sonolência e facilitar o início do sono. No entanto, o álcool também pode prejudicar a qualidade do sono, pois interfere nos ciclos e estágios do sono. O álcool pode causar fragmentação do sono, ou seja, despertares frequentes durante a noite, e reduzir a quantidade de sono REM, que é o estágio mais profundo e restaurador do sono. Além disso, o álcool pode provocar ronco, apneia do sono, desidratação e ressaca.

    A melatonina é um hormônio produzido pela glândula pineal que regula o ciclo circadiano, ou seja, o ritmo biológico de 24 horas que determina quando dormimos e acordamos. A melatonina é liberada à noite, em resposta à escuridão, e sinaliza ao cérebro que é hora de dormir. A melatonina pode ajudar a induzir o sono em pessoas que sofrem de distúrbios do ritmo circadiano, como jet lag, trabalho noturno ou insônia. A melatonina também pode ter efeitos antioxidantes e imunomoduladores. No entanto, a melatonina não é uma solução mágica para o sono e deve ser usada com cautela e orientação médica. A melatonina pode interagir com outros medicamentos, causar sonhos vívidos e alterar os níveis hormonais.

    O zolpidem é um medicamento hipnótico que pertence à classe dos benzodiazepínicos. O zolpidem atua nos receptores GABA do cérebro, que são responsáveis pela inibição da atividade neuronal. O zolpidem pode facilitar o início do sono em pessoas com insônia crônica ou ocasional. No entanto, o zolpidem também pode causar efeitos colaterais indesejados, como sonolência diurna, amnésia, alucinações, sonambulismo e dependência. O zolpidem deve ser usado somente sob prescrição médica e por períodos curtos.

    Como você pode ver, existem substâncias que podem afetar o sono de formas diferentes. Algumas podem ser úteis em situações específicas, mas outras podem ser prejudiciais para a saúde. O ideal é buscar hábitos saudáveis de higiene do sono, como ter uma rotina regular de dormir e acordar, evitar luzes e ruídos no quarto, evitar cafeína e nicotina à noite, praticar exercícios físicos moderados durante o dia e relaxar antes de dormir.

    Assim, você poderá desfrutar dos benefícios de um sono reparador e melhorar a sua qualidade de vida. Boa noite!

  • Estudo descobre proteína que pode ajudar a combater a resistência aos medicamentos do câncer de pulmão

    Estudo descobre proteína que pode ajudar a combater a resistência aos medicamentos do câncer de pulmão

    Um dos maiores desafios no tratamento do câncer é a resistência aos medicamentos, que ocorre quando as células tumorais se adaptam e sobrevivem à terapia alvo.

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    Um novo estudo, publicado na revista Nature, revela como os tumores pulmonares podem desenvolver essa resistência ao longo do tempo, e sugere uma possível forma de combatê-la.

    Os pesquisadores analisaram amostras de tumores de pacientes com câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC), que é o tipo mais comum de câncer de pulmão. Eles descobriram que uma proteína chamada APOBEC3A estava envolvida na geração de mutações nas células tumorais, tornando-as resistentes aos medicamentos que visam anormalidades genéticas específicas.

    O APOBEC3A é uma enzima que normalmente ajuda a proteger o DNA de vírus e bactérias, mas também pode causar danos ao DNA das células humanas. Os pesquisadores mostraram que o APOBEC3A era ativado em resposta ao estresse celular causado pela terapia alvo, e que sua inibição reduzia a resistência aos medicamentos em modelos animais.

    Esse achado abre uma nova perspectiva para o tratamento do CPNPC, que é responsável por cerca de 85% dos casos de câncer de pulmão. Os pesquisadores esperam obter mais informações sobre os mecanismos pelos quais o APOBEC causa resistência aos medicamentos, o que pode ajudar a desenvolver um medicamento para inibir sua expressão ou atividade.

    O estudo também destaca a importância de monitorar as mudanças genéticas nos tumores ao longo do tempo, para ajustar a terapia de acordo com as características do tumor. Terapias que visam anormalidades genéticas específicas em tumores revolucionaram as possibilidades de tratamento nas últimas duas décadas, mas ainda há muito a ser feito para melhorar os resultados dos pacientes com câncer.

    Fonte: Link.

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    Um novo estudo, publicado na revista Nature, revela como os tumores pulmonares podem desenvolver essa resistência ao longo do tempo, e sugere uma possível forma de combatê-la.

    Os pesquisadores analisaram amostras de tumores de pacientes com câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC), que é o tipo mais comum de câncer de pulmão. Eles descobriram que uma proteína chamada APOBEC3A estava envolvida na geração de mutações nas células tumorais, tornando-as resistentes aos medicamentos que visam anormalidades genéticas específicas.

    O APOBEC3A é uma enzima que normalmente ajuda a proteger o DNA de vírus e bactérias, mas também pode causar danos ao DNA das células humanas. Os pesquisadores mostraram que o APOBEC3A era ativado em resposta ao estresse celular causado pela terapia alvo, e que sua inibição reduzia a resistência aos medicamentos em modelos animais.

    Esse achado abre uma nova perspectiva para o tratamento do CPNPC, que é responsável por cerca de 85% dos casos de câncer de pulmão. Os pesquisadores esperam obter mais informações sobre os mecanismos pelos quais o APOBEC causa resistência aos medicamentos, o que pode ajudar a desenvolver um medicamento para inibir sua expressão ou atividade.

    O estudo também destaca a importância de monitorar as mudanças genéticas nos tumores ao longo do tempo, para ajustar a terapia de acordo com as características do tumor. Terapias que visam anormalidades genéticas específicas em tumores revolucionaram as possibilidades de tratamento nas últimas duas décadas, mas ainda há muito a ser feito para melhorar os resultados dos pacientes com câncer.

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  • O que explica o crescimento da fome no Brasil e no mundo em pleno século 21

    O que explica o crescimento da fome no Brasil e no mundo em pleno século 21

    A fome é um problema grave que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Segundo um relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado em julho de 2021, o número de brasileiros que passam por alguma privação alimentar bateu os 70,3 milhões, o que significa que uma em…

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    A fome, definida como subalimentação crônica, assola 10,1 milhões de brasileiros, mas registrou queda em relação ao período de 2014 a 2016. Ainda assim, o país está longe de atingir a meta de erradicar a fome até 2030, estabelecida pela Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU.

    A piora da situação alimentar no Brasil é atribuída à pandemia de covid-19, que provocou uma crise econômica e social sem precedentes, mas também a eventos climáticos extremos, como secas e inundações, e conflitos violentos, como o que ocorre na região do semiárido nordestino.

    No cenário global, o quadro também é preocupante. O número de pessoas passando fome ao redor do globo cresceu em 122 milhões desde 2019 e totaliza, hoje, 735 milhões. O pior quadro é na África, com uma a cada cinco pessoas passando fome. A Ásia também concentra a maior parte dos famintos do mundo, com 418 milhões.

    As causas da fome no mundo são complexas e multifatoriais, mas incluem a pobreza extrema, a desigualdade social, a instabilidade política, os conflitos armados, as mudanças climáticas, as perdas e desperdícios de alimentos, a falta de acesso à água potável e ao saneamento básico, entre outras.

    Diante desse cenário alarmante, é urgente que os governos e a sociedade civil tomem medidas efetivas para combater a fome e garantir o direito humano à alimentação adequada. Algumas ações possíveis são: fortalecer os programas de transferência de renda e de segurança alimentar; promover o desenvolvimento rural sustentável; apoiar a agricultura familiar e agroecológica; reduzir as emissões de gases de efeito estufa; prevenir e resolver os conflitos; ampliar a cooperação internacional; conscientizar e mobilizar a população sobre o tema.

    A fome é um problema que afeta não apenas a saúde e a dignidade das pessoas, mas também o desenvolvimento econômico e social dos países. Por isso, é preciso agir agora para evitar que mais vidas sejam perdidas ou comprometidas pela falta de comida. A fome não é uma fatalidade, mas uma violação dos direitos humanos que pode e deve ser superada.

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    A fome, definida como subalimentação crônica, assola 10,1 milhões de brasileiros, mas registrou queda em relação ao período de 2014 a 2016. Ainda assim, o país está longe de atingir a meta de erradicar a fome até 2030, estabelecida pela Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU.

    A piora da situação alimentar no Brasil é atribuída à pandemia de covid-19, que provocou uma crise econômica e social sem precedentes, mas também a eventos climáticos extremos, como secas e inundações, e conflitos violentos, como o que ocorre na região do semiárido nordestino.

    No cenário global, o quadro também é preocupante. O número de pessoas passando fome ao redor do globo cresceu em 122 milhões desde 2019 e totaliza, hoje, 735 milhões. O pior quadro é na África, com uma a cada cinco pessoas passando fome. A Ásia também concentra a maior parte dos famintos do mundo, com 418 milhões.

    As causas da fome no mundo são complexas e multifatoriais, mas incluem a pobreza extrema, a desigualdade social, a instabilidade política, os conflitos armados, as mudanças climáticas, as perdas e desperdícios de alimentos, a falta de acesso à água potável e ao saneamento básico, entre outras.

    Diante desse cenário alarmante, é urgente que os governos e a sociedade civil tomem medidas efetivas para combater a fome e garantir o direito humano à alimentação adequada. Algumas ações possíveis são: fortalecer os programas de transferência de renda e de segurança alimentar; promover o desenvolvimento rural sustentável; apoiar a agricultura familiar e agroecológica; reduzir as emissões de gases de efeito estufa; prevenir e resolver os conflitos; ampliar a cooperação internacional; conscientizar e mobilizar a população sobre o tema.

    A fome é um problema que afeta não apenas a saúde e a dignidade das pessoas, mas também o desenvolvimento econômico e social dos países. Por isso, é preciso agir agora para evitar que mais vidas sejam perdidas ou comprometidas pela falta de comida. A fome não é uma fatalidade, mas uma violação dos direitos humanos que pode e deve ser superada.