Categoria: Saúde

  • Como identificar TOC em crianças e como tratá-lo

    Como identificar TOC em crianças e como tratá-lo

    O TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) é uma doença que afeta não só os adultos, mas também as crianças.

    Ele se caracteriza por pensamentos obsessivos que causam ansiedade e medo, e que são aliviados por comportamentos compulsivos e repetitivos. Esses pensamentos e comportamentos podem interferir na rotina, no aprendizado e na qualidade de vida das crianças.

    Mas como saber se uma criança tem TOC? Quais são os sinais que os pais e os professores devem observar? E o que fazer para ajudar uma criança com TOC?

    Os sintomas do TOC infantil podem variar de acordo com a idade e o estágio de desenvolvimento da criança. Algumas obsessões comuns são: medo de contaminação, medo de acidentes ou de perder pessoas próximas, necessidade de perfeição ou simetria, pensamentos religiosos ou agressivos. As compulsões são ações que a criança faz para tentar neutralizar essas obsessões, como: lavar as mãos, verificar portas ou janelas, repetir palavras ou orações, arrumar objetos, contar ou tocar em coisas.

    Para diagnosticar o TOC, é preciso que as obsessões e/ou as compulsões causem sofrimento ou incômodo à criança ou aos seus familiares, que consumam tempo (pelo menos uma hora por dia) e que limitem as atividades da criança. O diagnóstico é clínico, ou seja, feito por um médico ou psicólogo especializado, sem a necessidade de exames laboratoriais ou radiológicos.

    O tratamento do TOC infantil pode envolver terapia e medicamentos. A terapia cognitivo-comportamental é uma das abordagens mais indicadas, pois ajuda a criança a reconhecer e modificar seus pensamentos e comportamentos disfuncionais. Os medicamentos antidepressivos podem ser prescritos em alguns casos, sempre com orientação médica. O apoio da família e da escola também é fundamental para o sucesso do tratamento.

    O TOC infantil é uma condição séria, mas que tem solução. Quanto mais cedo for identificado e tratado, maiores são as chances de recuperação e de prevenção de complicações futuras. Se você suspeita que seu filho ou aluno possa ter TOC, procure ajuda profissional.

    Ele se caracteriza por pensamentos obsessivos que causam ansiedade e medo, e que são aliviados por comportamentos compulsivos e repetitivos. Esses pensamentos e comportamentos podem interferir na rotina, no aprendizado e na qualidade de vida das crianças.

    Mas como saber se uma criança tem TOC? Quais são os sinais que os pais e os professores devem observar? E o que fazer para ajudar uma criança com TOC?

    Os sintomas do TOC infantil podem variar de acordo com a idade e o estágio de desenvolvimento da criança. Algumas obsessões comuns são: medo de contaminação, medo de acidentes ou de perder pessoas próximas, necessidade de perfeição ou simetria, pensamentos religiosos ou agressivos. As compulsões são ações que a criança faz para tentar neutralizar essas obsessões, como: lavar as mãos, verificar portas ou janelas, repetir palavras ou orações, arrumar objetos, contar ou tocar em coisas.

    Para diagnosticar o TOC, é preciso que as obsessões e/ou as compulsões causem sofrimento ou incômodo à criança ou aos seus familiares, que consumam tempo (pelo menos uma hora por dia) e que limitem as atividades da criança. O diagnóstico é clínico, ou seja, feito por um médico ou psicólogo especializado, sem a necessidade de exames laboratoriais ou radiológicos.

    O tratamento do TOC infantil pode envolver terapia e medicamentos. A terapia cognitivo-comportamental é uma das abordagens mais indicadas, pois ajuda a criança a reconhecer e modificar seus pensamentos e comportamentos disfuncionais. Os medicamentos antidepressivos podem ser prescritos em alguns casos, sempre com orientação médica. O apoio da família e da escola também é fundamental para o sucesso do tratamento.

    O TOC infantil é uma condição séria, mas que tem solução. Quanto mais cedo for identificado e tratado, maiores são as chances de recuperação e de prevenção de complicações futuras. Se você suspeita que seu filho ou aluno possa ter TOC, procure ajuda profissional.

  • Castanhas: conheça os benefícios desse fruto para a sua saúde

    Castanhas: conheça os benefícios desse fruto para a sua saúde

    As castanhas são frutos típicos do outono, que podem ser consumidos assados, cozidos ou crus.

    Além de saborosas, as castanhas também oferecem diversos benefícios para a nossa saúde, pois são ricas em nutrientes como carboidratos, fibras, minerais, vitaminas e antioxidantes.

    Neste post, vamos mostrar alguns dos benefícios das castanhas e como incluí-las na sua alimentação de forma equilibrada.

    • As castanhas são uma boa fonte de energia, pois contêm hidratos de carbono complexos, que são digeridos lentamente e evitam picos de glicose no sangue. Uma pequena porção de castanhas pode saciar a fome e fornecer combustível para o organismo.

    • As castanhas são ricas em fibras alimentares, que ajudam a regular o trânsito intestinal, prevenir a prisão de ventre, reduzir o colesterol e controlar o apetite. As fibras também favorecem a saúde da microbiota intestinal, que está relacionada com a imunidade e o humor.

    • As castanhas contêm minerais importantes para a saúde dos ossos, dos dentes, dos músculos, dos nervos e do sangue. Entre eles, destacam-se o potássio, que regula a pressão arterial e previne cãibras; o ferro, que previne a anemia e transporta oxigênio; o selênio, que protege as células dos radicais livres e fortalece o sistema imunológico; o zinco, que participa da cicatrização e da produção de hormônios; e o magnésio, que relaxa os vasos sanguíneos e melhora o sono.

    • As castanhas possuem vitaminas do complexo B, que atuam no metabolismo energético, na síntese de neurotransmissores e na manutenção do sistema nervoso. Além disso, as castanhas também têm vitamina C, que é um poderoso antioxidante, que combate o envelhecimento precoce, aumenta a resistência às infecções e facilita a absorção de ferro.

    • As castanhas têm um baixo teor de gordura em comparação com outros frutos oleaginosos, como nozes, amêndoas e avelãs. A maior parte da gordura das castanhas é monoinsaturada, que é benéfica para a saúde cardiovascular, pois reduz o colesterol ruim (LDL) e aumenta o bom (HDL).

    • As castanhas contêm aminoácido triptofano, que é precursor da serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar, prazer e relaxamento. O triptofano também ajuda a regular o sono e o apetite, sendo recomendado para pessoas que sofrem de estresse, ansiedade ou depressão.

    Como consumir as castanhas?

    As castanhas podem ser consumidas de diversas formas: assadas no forno ou na brasa, cozidas em água ou leite, cruas depois de descascadas ou trituradas em farinha. Elas podem ser usadas como acompanhamento de pratos salgados ou doces, como sopas, purês, saladas, bolos, tortas e pudins.

    A quantidade recomendada de castanhas varia de acordo com as necessidades individuais de cada pessoa, mas em geral não deve ultrapassar 30 gramas por dia (cerca de 6 unidades). É importante lembrar que as castanhas são calóricas (cerca de 200 kcal por 30 gramas) e devem ser consumidas com moderação e dentro de uma alimentação equilibrada.

    Além de saborosas, as castanhas também oferecem diversos benefícios para a nossa saúde, pois são ricas em nutrientes como carboidratos, fibras, minerais, vitaminas e antioxidantes.

    Neste post, vamos mostrar alguns dos benefícios das castanhas e como incluí-las na sua alimentação de forma equilibrada.

    • As castanhas são uma boa fonte de energia, pois contêm hidratos de carbono complexos, que são digeridos lentamente e evitam picos de glicose no sangue. Uma pequena porção de castanhas pode saciar a fome e fornecer combustível para o organismo.

    • As castanhas são ricas em fibras alimentares, que ajudam a regular o trânsito intestinal, prevenir a prisão de ventre, reduzir o colesterol e controlar o apetite. As fibras também favorecem a saúde da microbiota intestinal, que está relacionada com a imunidade e o humor.

    • As castanhas contêm minerais importantes para a saúde dos ossos, dos dentes, dos músculos, dos nervos e do sangue. Entre eles, destacam-se o potássio, que regula a pressão arterial e previne cãibras; o ferro, que previne a anemia e transporta oxigênio; o selênio, que protege as células dos radicais livres e fortalece o sistema imunológico; o zinco, que participa da cicatrização e da produção de hormônios; e o magnésio, que relaxa os vasos sanguíneos e melhora o sono.

    • As castanhas possuem vitaminas do complexo B, que atuam no metabolismo energético, na síntese de neurotransmissores e na manutenção do sistema nervoso. Além disso, as castanhas também têm vitamina C, que é um poderoso antioxidante, que combate o envelhecimento precoce, aumenta a resistência às infecções e facilita a absorção de ferro.

    • As castanhas têm um baixo teor de gordura em comparação com outros frutos oleaginosos, como nozes, amêndoas e avelãs. A maior parte da gordura das castanhas é monoinsaturada, que é benéfica para a saúde cardiovascular, pois reduz o colesterol ruim (LDL) e aumenta o bom (HDL).

    • As castanhas contêm aminoácido triptofano, que é precursor da serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar, prazer e relaxamento. O triptofano também ajuda a regular o sono e o apetite, sendo recomendado para pessoas que sofrem de estresse, ansiedade ou depressão.

    Como consumir as castanhas?

    As castanhas podem ser consumidas de diversas formas: assadas no forno ou na brasa, cozidas em água ou leite, cruas depois de descascadas ou trituradas em farinha. Elas podem ser usadas como acompanhamento de pratos salgados ou doces, como sopas, purês, saladas, bolos, tortas e pudins.

    A quantidade recomendada de castanhas varia de acordo com as necessidades individuais de cada pessoa, mas em geral não deve ultrapassar 30 gramas por dia (cerca de 6 unidades). É importante lembrar que as castanhas são calóricas (cerca de 200 kcal por 30 gramas) e devem ser consumidas com moderação e dentro de uma alimentação equilibrada.

  • Câncer de bexiga: saiba quais são os sintomas mais comuns e como prevenir

    Câncer de bexiga: saiba quais são os sintomas mais comuns e como prevenir

    O câncer de bexiga é um tipo de tumor que afeta o órgão responsável por armazenar a urina. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), é o nono câncer mais frequente no Brasil, sendo mais comum em homens acima dos 50 anos.

    Os sintomas mais comuns do câncer de bexiga são:

    • Sangue na urina, que pode alterar a cor da urina para alaranjado ou vermelho escuro, ou ser detectado apenas em exames laboratoriais;
    • Dor ou queimação ao urinar;
    • Aumento da frequência ou urgência para urinar;
    • Incontinência urinária;
    • Dor na região inferior da barriga;
    • Fadiga, falta de apetite e perda de peso sem motivo aparente.

    Esses sintomas podem ser causados por outras doenças benignas, como infecções, pedras nos rins ou aumento da próstata, mas é importante procurar um médico para investigar a causa e iniciar o tratamento adequado, se necessário.

    O câncer de bexiga pode ser provocado por fatores genéticos ou pela exposição a substâncias tóxicas, como cigarro, pesticidas, corantes e arsênico, que podem entrar no organismo pela alimentação, respiração ou contato com a pele. Essas substâncias podem se acumular na bexiga e causar alterações nas células que revestem o órgão.

    Para prevenir o câncer de bexiga, é recomendado evitar o tabagismo, beber bastante água, ter uma alimentação saudável e equilibrada, usar equipamentos de proteção ao manusear produtos químicos e fazer exames periódicos de urina.

    O diagnóstico do câncer de bexiga é feito por meio de exames físicos, de urina, de imagem (como ultrassom, tomografia ou ressonância) e de cistoscopia, que consiste na introdução de um tubo fino pela uretra para visualizar o interior da bexiga. Em alguns casos, pode ser necessária uma biópsia para confirmar se há células malignas.

    O tratamento do câncer de bexiga depende do estágio da doença, do tipo e tamanho do tumor, da idade e das condições gerais do paciente. As opções incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. Quanto mais cedo for diagnosticado e tratado, maiores são as chances de cura.

    Os sintomas mais comuns do câncer de bexiga são:

    • Sangue na urina, que pode alterar a cor da urina para alaranjado ou vermelho escuro, ou ser detectado apenas em exames laboratoriais;
    • Dor ou queimação ao urinar;
    • Aumento da frequência ou urgência para urinar;
    • Incontinência urinária;
    • Dor na região inferior da barriga;
    • Fadiga, falta de apetite e perda de peso sem motivo aparente.

    Esses sintomas podem ser causados por outras doenças benignas, como infecções, pedras nos rins ou aumento da próstata, mas é importante procurar um médico para investigar a causa e iniciar o tratamento adequado, se necessário.

    O câncer de bexiga pode ser provocado por fatores genéticos ou pela exposição a substâncias tóxicas, como cigarro, pesticidas, corantes e arsênico, que podem entrar no organismo pela alimentação, respiração ou contato com a pele. Essas substâncias podem se acumular na bexiga e causar alterações nas células que revestem o órgão.

    Para prevenir o câncer de bexiga, é recomendado evitar o tabagismo, beber bastante água, ter uma alimentação saudável e equilibrada, usar equipamentos de proteção ao manusear produtos químicos e fazer exames periódicos de urina.

    O diagnóstico do câncer de bexiga é feito por meio de exames físicos, de urina, de imagem (como ultrassom, tomografia ou ressonância) e de cistoscopia, que consiste na introdução de um tubo fino pela uretra para visualizar o interior da bexiga. Em alguns casos, pode ser necessária uma biópsia para confirmar se há células malignas.

    O tratamento do câncer de bexiga depende do estágio da doença, do tipo e tamanho do tumor, da idade e das condições gerais do paciente. As opções incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. Quanto mais cedo for diagnosticado e tratado, maiores são as chances de cura.

  • Como a poluição pode afetar a sua saúde e causar cansaço

    Como a poluição pode afetar a sua saúde e causar cansaço

    A poluição do ar é o quarto principal fator de risco para doenças, atrás somente de pressão alta, má alimentação e tabagismo.

    A má qualidade do ar pode causar diversos problemas de saúde, como irritação nas mucosas, problemas respiratórios, doenças cardiovasculares, câncer e até mesmo alterações no desenvolvimento dos bebês.

    A poluição do ar é causada principalmente pela emissão de gases e partículas provenientes da queima de combustíveis fósseis pelos veículos e pelas indústrias. Esses poluentes podem penetrar nas vias aéreas e nos pulmões, causando inflamação, estresse oxidativo e danos aos tecidos. Além disso, alguns poluentes podem entrar na corrente sanguínea e afetar outros órgãos e sistemas do corpo.

    Um dos sintomas que a poluição pode causar é o cansaço. Isso acontece porque a poluição reduz a capacidade de transporte de oxigênio pelo sangue, o que leva à diminuição da oxigenação dos tecidos e à fadiga muscular. A poluição também pode interferir no sono, na concentração e no humor, prejudicando a qualidade de vida das pessoas.

    Para evitar os efeitos nocivos da poluição, é importante adotar algumas medidas de proteção, como:

    • Evitar atividades físicas ao ar livre nos horários e locais de maior concentração de poluentes;
    • Usar máscaras ou lenços para cobrir o nariz e a boca quando exposto à poluição;
    • Manter as janelas fechadas nos ambientes internos, principalmente nos dias mais secos e poluídos;
    • Beber bastante água para hidratar as mucosas e facilitar a eliminação de toxinas;
    • Consumir alimentos ricos em antioxidantes, como frutas, verduras e legumes, para combater os radicais livres gerados pela poluição;
    • Procurar um médico se apresentar sintomas como cansaço, fraqueza, dor no peito ou problemas respiratórios.

    Lembre-se: a poluição é um problema de saúde pública que afeta a todos. Por isso, é importante também contribuir para a redução das emissões de poluentes, optando por meios de transporte alternativos ou coletivos, economizando energia elétrica e reciclando o lixo.

    A má qualidade do ar pode causar diversos problemas de saúde, como irritação nas mucosas, problemas respiratórios, doenças cardiovasculares, câncer e até mesmo alterações no desenvolvimento dos bebês.

    A poluição do ar é causada principalmente pela emissão de gases e partículas provenientes da queima de combustíveis fósseis pelos veículos e pelas indústrias. Esses poluentes podem penetrar nas vias aéreas e nos pulmões, causando inflamação, estresse oxidativo e danos aos tecidos. Além disso, alguns poluentes podem entrar na corrente sanguínea e afetar outros órgãos e sistemas do corpo.

    Um dos sintomas que a poluição pode causar é o cansaço. Isso acontece porque a poluição reduz a capacidade de transporte de oxigênio pelo sangue, o que leva à diminuição da oxigenação dos tecidos e à fadiga muscular. A poluição também pode interferir no sono, na concentração e no humor, prejudicando a qualidade de vida das pessoas.

    Para evitar os efeitos nocivos da poluição, é importante adotar algumas medidas de proteção, como:

    • Evitar atividades físicas ao ar livre nos horários e locais de maior concentração de poluentes;
    • Usar máscaras ou lenços para cobrir o nariz e a boca quando exposto à poluição;
    • Manter as janelas fechadas nos ambientes internos, principalmente nos dias mais secos e poluídos;
    • Beber bastante água para hidratar as mucosas e facilitar a eliminação de toxinas;
    • Consumir alimentos ricos em antioxidantes, como frutas, verduras e legumes, para combater os radicais livres gerados pela poluição;
    • Procurar um médico se apresentar sintomas como cansaço, fraqueza, dor no peito ou problemas respiratórios.

    Lembre-se: a poluição é um problema de saúde pública que afeta a todos. Por isso, é importante também contribuir para a redução das emissões de poluentes, optando por meios de transporte alternativos ou coletivos, economizando energia elétrica e reciclando o lixo.

  • Nestlé investe na Garoto e amplia produção de chocolates no Brasil

    Nestlé investe na Garoto e amplia produção de chocolates no Brasil

    A Nestlé anunciou que vai investir R$ 430 milhões na fábrica da Garoto, em Vila Velha (ES), para aumentar a produção de chocolates.

    O objetivo é ampliar em cerca de 10% a capacidade da unidade, que é uma das 10 maiores fábricas de chocolate do mundo. Os investimentos serão realizados entre 2023 e 2024 e vão gerar 1.000 empregos, entre diretos e indiretos, na fase de obras.

    A Garoto é uma das marcas de chocolate mais queridas do Brasil, criada há mais de 91 anos. A empresa faz parte do grupo Nestlé desde 2002, quando foi comprada por US$ 250 milhões. A aquisição foi contestada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que alegou que a operação geraria concentração excessiva no mercado de chocolates. A Nestlé recorreu à Justiça e o caso ainda não foi resolvido.

    A ampliação da fábrica da Garoto faz parte da estratégia da Nestlé de fortalecer sua presença no segmento de chocolates no Brasil, que é o quarto maior consumidor mundial do produto. A empresa espera aumentar suas vendas e sua participação de mercado com a oferta de produtos de qualidade e com o sabor inconfundível do cacau.

    O objetivo é ampliar em cerca de 10% a capacidade da unidade, que é uma das 10 maiores fábricas de chocolate do mundo. Os investimentos serão realizados entre 2023 e 2024 e vão gerar 1.000 empregos, entre diretos e indiretos, na fase de obras.

    A Garoto é uma das marcas de chocolate mais queridas do Brasil, criada há mais de 91 anos. A empresa faz parte do grupo Nestlé desde 2002, quando foi comprada por US$ 250 milhões. A aquisição foi contestada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que alegou que a operação geraria concentração excessiva no mercado de chocolates. A Nestlé recorreu à Justiça e o caso ainda não foi resolvido.

    A ampliação da fábrica da Garoto faz parte da estratégia da Nestlé de fortalecer sua presença no segmento de chocolates no Brasil, que é o quarto maior consumidor mundial do produto. A empresa espera aumentar suas vendas e sua participação de mercado com a oferta de produtos de qualidade e com o sabor inconfundível do cacau.

  • Novo medicamento promete retardar Alzheimer em 35%, diz estudo

    Novo medicamento promete retardar Alzheimer em 35%, diz estudo

    A doença de Alzheimer é uma das formas mais comuns de demência, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

    Ela causa perda progressiva de memória, raciocínio e outras funções cognitivas, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares.

    Até agora, não há cura para o Alzheimer, mas uma nova esperança surge com um medicamento experimental desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly and Co. Segundo um estudo em estágio final, publicado nesta quarta-feira (3), o medicamento chamado donanemab conseguiu retardar o declínio cognitivo em 35% em pacientes com Alzheimer inicial.

    O donanemab é um anticorpo monoclonal que se liga à proteína beta-amilóide, que se acumula no cérebro dos pacientes com Alzheimer, formando placas que prejudicam as células nervosas. Ao se ligar à beta-amilóide, o donanemab ajuda a remover essas placas do cérebro, reduzindo os danos causados pela doença.

    O estudo envolveu 1.182 pessoas com Alzheimer em estágio inicial, que tinham depósitos de beta-amilóide e níveis intermediários de outra proteína ligada à doença, chamada tau. Os participantes foram divididos em dois grupos: um recebeu o donanemab por via intravenosa a cada quatro semanas e outro recebeu um placebo.

    Os resultados mostraram que o grupo que recebeu o donanemab teve uma melhora significativa em uma escala que mede a progressão da demência, chamada Escala de Avaliação Clínica de Demência (CDR-SB). O benefício foi de 35% em comparação com o grupo placebo.

    Os pesquisadores também avaliaram o efeito do donanemab em 552 pacientes com altos níveis de tau e descobriram que, quando ambos os grupos foram combinados, o donanemab retardou a progressão em 29%.

    O donanemab é o terceiro medicamento a mostrar que a remoção de amilóides do cérebro beneficia os pacientes com Alzheimer. Os outros dois são o lecanemab, da Eisai Co Ltd e da Biogen Inc, e o aducanumab, da Biogen Inc. Ambos estão sendo revisados pela agência regulatória dos Estados Unidos (FDA) para possível aprovação.

    O estudo da Lilly é considerado o mais forte até agora a apoiar a teoria de que reduzir os níveis de amilóides no cérebro pode ser uma chave para vencer o Alzheimer. No entanto, ainda há muitas questões a serem respondidas sobre a segurança e a eficácia desses medicamentos a longo prazo.

    O donanemab causou alguns efeitos colaterais nos pacientes, como inchaço cerebral e dores de cabeça. Além disso, o estudo foi interrompido precocemente após atingir seu objetivo principal, o que pode limitar a confiabilidade dos dados.

    Os especialistas afirmam que são necessários mais estudos para confirmar os benefícios do donanemab e compará-lo com outros medicamentos da mesma classe. Eles também alertam que os medicamentos não são uma cura para o Alzheimer, mas apenas uma forma de retardar seu avanço.

    Enquanto isso, os pacientes e seus familiares devem manter as medidas preventivas e terapêuticas recomendadas pelos médicos, como exercícios físicos e mentais, alimentação saudável e controle de fatores de risco como hipertensão e diabetes.

    Fonte: Link.

    Ela causa perda progressiva de memória, raciocínio e outras funções cognitivas, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares.

    Até agora, não há cura para o Alzheimer, mas uma nova esperança surge com um medicamento experimental desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly and Co. Segundo um estudo em estágio final, publicado nesta quarta-feira (3), o medicamento chamado donanemab conseguiu retardar o declínio cognitivo em 35% em pacientes com Alzheimer inicial.

    O donanemab é um anticorpo monoclonal que se liga à proteína beta-amilóide, que se acumula no cérebro dos pacientes com Alzheimer, formando placas que prejudicam as células nervosas. Ao se ligar à beta-amilóide, o donanemab ajuda a remover essas placas do cérebro, reduzindo os danos causados pela doença.

    O estudo envolveu 1.182 pessoas com Alzheimer em estágio inicial, que tinham depósitos de beta-amilóide e níveis intermediários de outra proteína ligada à doença, chamada tau. Os participantes foram divididos em dois grupos: um recebeu o donanemab por via intravenosa a cada quatro semanas e outro recebeu um placebo.

    Os resultados mostraram que o grupo que recebeu o donanemab teve uma melhora significativa em uma escala que mede a progressão da demência, chamada Escala de Avaliação Clínica de Demência (CDR-SB). O benefício foi de 35% em comparação com o grupo placebo.

    Os pesquisadores também avaliaram o efeito do donanemab em 552 pacientes com altos níveis de tau e descobriram que, quando ambos os grupos foram combinados, o donanemab retardou a progressão em 29%.

    O donanemab é o terceiro medicamento a mostrar que a remoção de amilóides do cérebro beneficia os pacientes com Alzheimer. Os outros dois são o lecanemab, da Eisai Co Ltd e da Biogen Inc, e o aducanumab, da Biogen Inc. Ambos estão sendo revisados pela agência regulatória dos Estados Unidos (FDA) para possível aprovação.

    O estudo da Lilly é considerado o mais forte até agora a apoiar a teoria de que reduzir os níveis de amilóides no cérebro pode ser uma chave para vencer o Alzheimer. No entanto, ainda há muitas questões a serem respondidas sobre a segurança e a eficácia desses medicamentos a longo prazo.

    O donanemab causou alguns efeitos colaterais nos pacientes, como inchaço cerebral e dores de cabeça. Além disso, o estudo foi interrompido precocemente após atingir seu objetivo principal, o que pode limitar a confiabilidade dos dados.

    Os especialistas afirmam que são necessários mais estudos para confirmar os benefícios do donanemab e compará-lo com outros medicamentos da mesma classe. Eles também alertam que os medicamentos não são uma cura para o Alzheimer, mas apenas uma forma de retardar seu avanço.

    Enquanto isso, os pacientes e seus familiares devem manter as medidas preventivas e terapêuticas recomendadas pelos médicos, como exercícios físicos e mentais, alimentação saudável e controle de fatores de risco como hipertensão e diabetes.

    Fonte: Link.

  • Alimentos que podem causar câncer: saiba quais evitar

    Alimentos que podem causar câncer: saiba quais evitar

    O câncer é uma das doenças mais temidas e que atinge milhões de pessoas no mundo todo.

    Muitos fatores podem contribuir para o seu desenvolvimento, incluindo a alimentação. Alguns alimentos podem conter substâncias cancerígenas, que são capazes de alterar o DNA das células e provocar a sua multiplicação descontrolada. Neste post, vamos listar alguns alimentos que podem causar câncer e que devem ser evitados ou consumidos com moderação.

    • Farinha branca: quando os grãos de trigo são refinados, eles perdem os seus nutrientes naturais e recebem um gás de cloro para ficarem mais brancos. Esse produto químico é tóxico e pode causar danos ao organismo. Além disso, a farinha branca aumenta os níveis de açúcar e insulina no sangue, favorecendo o crescimento das células cancerígenas.
    • Carnes processadas: são aquelas que passam por processos de conservação, como salga, cura, defumação ou adição de conservantes químicos, como o nitrato de sódio. Essas carnes contêm alcatrão, a mesma substância presente na fumaça do cigarro, que é comprovadamente cancerígena. As carnes processadas estão associadas ao câncer de boca, esôfago, estômago, cólon e reto.
    • Álcool: o consumo excessivo de bebidas alcoólicas aumenta o risco de vários tipos de câncer, como o de boca, faringe, laringe, esôfago, fígado, mama e cólon. O álcool pode danificar o DNA das células e interferir no metabolismo de outras substâncias nocivas.
    • Refrigerante: além de conter muito açúcar e corantes artificiais, os refrigerantes também possuem ácido fosfórico, que pode alterar o pH do sangue e facilitar a proliferação das células cancerígenas. Alguns refrigerantes também contêm 4-metilimidazol (4-MEI), um composto químico que pode causar câncer em animais.
    • Café: apesar de ter alguns benefícios para a saúde, o café também pode ter efeitos negativos se consumido em excesso. O café contém acrilamida, uma substância que se forma quando os grãos são torrados em altas temperaturas. A acrilamida é considerada potencialmente cancerígena pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
    • Carne vermelha: o consumo elevado de carne vermelha pode aumentar o risco de câncer de cólon e reto. Isso pode ocorrer por causa da presença de ferro heme, que pode gerar radicais livres e danificar o DNA das células. Além disso, as carnes grelhadas ou fritas podem formar compostos chamados aminas heterocíclicas (AHCs) e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), que são carcinogênicos.
    • Frutas não orgânicas: as frutas cultivadas com agrotóxicos podem conter resíduos desses produtos químicos na sua casca ou na sua polpa. Os agrotóxicos podem causar diversos tipos de câncer, como o de mama, próstata, pulmão e linfoma. As frutas mais contaminadas são as maçãs, as uvas, os morangos e as batatas.
    • Alimentos diet: muitas pessoas pensam que os alimentos diet são mais saudáveis do que os normais, mas isso nem sempre é verdade. Os alimentos diet podem conter adoçantes artificiais, como o aspartame e a sacarina, que podem causar câncer em animais. Esses adoçantes também podem alterar a flora intestinal e favorecer o desenvolvimento de tumores. Além disso, os alimentos diet podem ter outros ingredientes prejudiciais à saúde, como gorduras trans, sódio e corantes.

    Esses são alguns exemplos de alimentos que podem causar câncer e que devem ser evitados ou consumidos com moderação. A melhor forma de prevenir a doença é ter uma alimentação equilibrada, rica em alimentos de origem vegetal, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas. Esses alimentos contêm fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, que protegem as células dos danos causados pelos radicais livres. Também é importante manter o peso adequado, praticar atividade física regularmente e não fumar.

    Muitos fatores podem contribuir para o seu desenvolvimento, incluindo a alimentação. Alguns alimentos podem conter substâncias cancerígenas, que são capazes de alterar o DNA das células e provocar a sua multiplicação descontrolada. Neste post, vamos listar alguns alimentos que podem causar câncer e que devem ser evitados ou consumidos com moderação.

    • Farinha branca: quando os grãos de trigo são refinados, eles perdem os seus nutrientes naturais e recebem um gás de cloro para ficarem mais brancos. Esse produto químico é tóxico e pode causar danos ao organismo. Além disso, a farinha branca aumenta os níveis de açúcar e insulina no sangue, favorecendo o crescimento das células cancerígenas.
    • Carnes processadas: são aquelas que passam por processos de conservação, como salga, cura, defumação ou adição de conservantes químicos, como o nitrato de sódio. Essas carnes contêm alcatrão, a mesma substância presente na fumaça do cigarro, que é comprovadamente cancerígena. As carnes processadas estão associadas ao câncer de boca, esôfago, estômago, cólon e reto.
    • Álcool: o consumo excessivo de bebidas alcoólicas aumenta o risco de vários tipos de câncer, como o de boca, faringe, laringe, esôfago, fígado, mama e cólon. O álcool pode danificar o DNA das células e interferir no metabolismo de outras substâncias nocivas.
    • Refrigerante: além de conter muito açúcar e corantes artificiais, os refrigerantes também possuem ácido fosfórico, que pode alterar o pH do sangue e facilitar a proliferação das células cancerígenas. Alguns refrigerantes também contêm 4-metilimidazol (4-MEI), um composto químico que pode causar câncer em animais.
    • Café: apesar de ter alguns benefícios para a saúde, o café também pode ter efeitos negativos se consumido em excesso. O café contém acrilamida, uma substância que se forma quando os grãos são torrados em altas temperaturas. A acrilamida é considerada potencialmente cancerígena pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
    • Carne vermelha: o consumo elevado de carne vermelha pode aumentar o risco de câncer de cólon e reto. Isso pode ocorrer por causa da presença de ferro heme, que pode gerar radicais livres e danificar o DNA das células. Além disso, as carnes grelhadas ou fritas podem formar compostos chamados aminas heterocíclicas (AHCs) e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), que são carcinogênicos.
    • Frutas não orgânicas: as frutas cultivadas com agrotóxicos podem conter resíduos desses produtos químicos na sua casca ou na sua polpa. Os agrotóxicos podem causar diversos tipos de câncer, como o de mama, próstata, pulmão e linfoma. As frutas mais contaminadas são as maçãs, as uvas, os morangos e as batatas.
    • Alimentos diet: muitas pessoas pensam que os alimentos diet são mais saudáveis do que os normais, mas isso nem sempre é verdade. Os alimentos diet podem conter adoçantes artificiais, como o aspartame e a sacarina, que podem causar câncer em animais. Esses adoçantes também podem alterar a flora intestinal e favorecer o desenvolvimento de tumores. Além disso, os alimentos diet podem ter outros ingredientes prejudiciais à saúde, como gorduras trans, sódio e corantes.

    Esses são alguns exemplos de alimentos que podem causar câncer e que devem ser evitados ou consumidos com moderação. A melhor forma de prevenir a doença é ter uma alimentação equilibrada, rica em alimentos de origem vegetal, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas. Esses alimentos contêm fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, que protegem as células dos danos causados pelos radicais livres. Também é importante manter o peso adequado, praticar atividade física regularmente e não fumar.

  • Maconha sintética: o que é, como é feita e quais os riscos

    Maconha sintética: o que é, como é feita e quais os riscos

    A maconha sintética é uma droga ilícita que tenta imitar os efeitos da maconha natural, mas com uma potência muito maior e mais perigosa.

    Ela é feita em laboratórios clandestinos, onde substâncias químicas são misturadas e pulverizadas sobre ervas secas ou papéis. Esses produtos são vendidos com nomes como K2, Spice, K4 e K9, mas existem mais de 300 tipos diferentes de canabinoides sintéticos.

    O uso da maconha sintética pode causar diversos problemas de saúde, tanto físicos quanto mentais. Entre eles estão:

    • Confusão, agitação, alucinações e psicose
    • Hipertensão arterial, taquicardia e infarto
    • Visão borrada, sudorese, convulsões e insuficiência renal
    • Vômitos, hipertermia e destruição das fibras musculares

    Além disso, a maconha sintética pode provocar dependência e síndrome de abstinência. Como a composição química da droga varia muito, é difícil saber a dose e o efeito que ela vai causar em cada pessoa. Por isso, ela é considerada uma droga imprevisível e potencialmente fatal.

    A maconha sintética é ilegal no Brasil e em vários países do mundo. Seu consumo deve ser evitado a todo custo, pois pode trazer sérias consequências para a saúde e a vida dos usuários.

    Ela é feita em laboratórios clandestinos, onde substâncias químicas são misturadas e pulverizadas sobre ervas secas ou papéis. Esses produtos são vendidos com nomes como K2, Spice, K4 e K9, mas existem mais de 300 tipos diferentes de canabinoides sintéticos.

    O uso da maconha sintética pode causar diversos problemas de saúde, tanto físicos quanto mentais. Entre eles estão:

    • Confusão, agitação, alucinações e psicose
    • Hipertensão arterial, taquicardia e infarto
    • Visão borrada, sudorese, convulsões e insuficiência renal
    • Vômitos, hipertermia e destruição das fibras musculares

    Além disso, a maconha sintética pode provocar dependência e síndrome de abstinência. Como a composição química da droga varia muito, é difícil saber a dose e o efeito que ela vai causar em cada pessoa. Por isso, ela é considerada uma droga imprevisível e potencialmente fatal.

    A maconha sintética é ilegal no Brasil e em vários países do mundo. Seu consumo deve ser evitado a todo custo, pois pode trazer sérias consequências para a saúde e a vida dos usuários.

  • Celular pode reduzir risco de tumor cerebral, sugere estudo

    Celular pode reduzir risco de tumor cerebral, sugere estudo

    Você sabia que usar o celular pode ter um efeito protetor contra um tipo de tumor cerebral?

    É o que indica um estudo científico que analisou a relação entre o uso de celular e o risco de três tipos de tumores no cérebro: glioma, meningioma e neuroma acústico.

    O estudo usou dados de outros estudos que compararam pessoas que tinham esses tumores com pessoas que não tinham. O resultado foi que não houve uma associação significativa entre o uso de celular e o risco de glioma e neuroma acústico, mas houve uma associação inversa entre o uso de celular e o risco de meningioma, ou seja, as pessoas que usavam mais celular tinham menos chance de ter meningioma.

    No entanto, esse efeito protetor do celular desaparecia quando o tempo de uso era maior que 10 ou 11 anos.

    Os autores concluíram que o uso de celular pode diminuir o risco de meningioma, mas que são necessários mais estudos para entender melhor essa relação e o possível mecanismo envolvido.

    Fonte: Link.

    É o que indica um estudo científico que analisou a relação entre o uso de celular e o risco de três tipos de tumores no cérebro: glioma, meningioma e neuroma acústico.

    O estudo usou dados de outros estudos que compararam pessoas que tinham esses tumores com pessoas que não tinham. O resultado foi que não houve uma associação significativa entre o uso de celular e o risco de glioma e neuroma acústico, mas houve uma associação inversa entre o uso de celular e o risco de meningioma, ou seja, as pessoas que usavam mais celular tinham menos chance de ter meningioma.

    No entanto, esse efeito protetor do celular desaparecia quando o tempo de uso era maior que 10 ou 11 anos.

    Os autores concluíram que o uso de celular pode diminuir o risco de meningioma, mas que são necessários mais estudos para entender melhor essa relação e o possível mecanismo envolvido.

    Fonte: Link.

  • Novos antivirais podem combater Zika, Chikungunya, dengue e Ebola

    Novos antivirais podem combater Zika, Chikungunya, dengue e Ebola

    Um novo estudo identificou possíveis agentes antivirais de amplo espectro que podem combater múltiplas famílias de vírus de RNA que continuam a representar uma ameaça significativa para futuras pandemias.

    Os pesquisadores testaram mais de 12 mil compostos químicos contra quatro vírus diferentes: Zika, Chikungunya, dengue e Ebola. Eles descobriram que 38 desses compostos tinham atividade antiviral contra pelo menos três dos quatro vírus.

    Os compostos antivirais são substâncias que podem impedir ou reduzir a replicação dos vírus nas células hospedeiras. Eles podem ser usados para tratar ou prevenir infecções virais, mas também para desenvolver vacinas. No entanto, a maioria dos antivirais existentes é específica para um único tipo de vírus, o que limita a sua eficácia contra novos patógenos que possam surgir.

    Por isso, os cientistas estão buscando antivirais de amplo espectro, que possam atingir múltiplos alvos virais ao mesmo tempo. Esses antivirais podem ser mais úteis para combater doenças infecciosas emergentes, que são causadas por vírus desconhecidos ou que sofrem mutações frequentes.

    O estudo, publicado na revista Nature Communications, é uma colaboração entre pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco (UCSF), do Instituto Gladstone e do Instituto de Pesquisa Scripps. Eles usaram uma plataforma de triagem automatizada para testar os compostos químicos contra os quatro vírus em células humanas cultivadas em laboratório.

    Os resultados mostraram que alguns dos compostos antivirais tinham mecanismos de ação comuns, como interferir na entrada do vírus na célula, na síntese do RNA viral ou na montagem das partículas virais. Outros compostos tinham mecanismos específicos para cada vírus, como bloquear proteínas virais essenciais ou ativar respostas imunes celulares.

    Os pesquisadores destacam que os compostos antivirais identificados no estudo são candidatos promissores para o desenvolvimento de novos medicamentos ou vacinas contra doenças infecciosas emergentes. Eles também esperam que a plataforma de triagem possa ser usada para testar outros vírus de RNA que possam representar ameaças futuras à saúde pública.

    Os pesquisadores testaram mais de 12 mil compostos químicos contra quatro vírus diferentes: Zika, Chikungunya, dengue e Ebola. Eles descobriram que 38 desses compostos tinham atividade antiviral contra pelo menos três dos quatro vírus.

    Os compostos antivirais são substâncias que podem impedir ou reduzir a replicação dos vírus nas células hospedeiras. Eles podem ser usados para tratar ou prevenir infecções virais, mas também para desenvolver vacinas. No entanto, a maioria dos antivirais existentes é específica para um único tipo de vírus, o que limita a sua eficácia contra novos patógenos que possam surgir.

    Por isso, os cientistas estão buscando antivirais de amplo espectro, que possam atingir múltiplos alvos virais ao mesmo tempo. Esses antivirais podem ser mais úteis para combater doenças infecciosas emergentes, que são causadas por vírus desconhecidos ou que sofrem mutações frequentes.

    O estudo, publicado na revista Nature Communications, é uma colaboração entre pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco (UCSF), do Instituto Gladstone e do Instituto de Pesquisa Scripps. Eles usaram uma plataforma de triagem automatizada para testar os compostos químicos contra os quatro vírus em células humanas cultivadas em laboratório.

    Os resultados mostraram que alguns dos compostos antivirais tinham mecanismos de ação comuns, como interferir na entrada do vírus na célula, na síntese do RNA viral ou na montagem das partículas virais. Outros compostos tinham mecanismos específicos para cada vírus, como bloquear proteínas virais essenciais ou ativar respostas imunes celulares.

    Os pesquisadores destacam que os compostos antivirais identificados no estudo são candidatos promissores para o desenvolvimento de novos medicamentos ou vacinas contra doenças infecciosas emergentes. Eles também esperam que a plataforma de triagem possa ser usada para testar outros vírus de RNA que possam representar ameaças futuras à saúde pública.