Categoria: Saúde

  • Número de atendimentos por hipertensão cresce 44%

    Número de atendimentos por hipertensão cresce 44%

    A hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que afeta milhões de brasileiros e é uma das principais causas de infarto, AVC e insuficiência renal.

    Segundo dados da Agência Brasil, o número de atendimentos por hipertensão cresceu 44% em São Paulo nos primeiros meses de 2023, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

    A hipertensão arterial ocorre quando a pressão do sangue nas artérias é maior do que o normal, fazendo com que o coração tenha que trabalhar mais para bombear o sangue pelo corpo. A pressão arterial é medida em milímetros de mercúrio (mmHg) e considera-se hipertensão quando os valores são iguais ou superiores a 140/90 mmHg.

    A doença é hereditária em 90% dos casos, mas também pode ser influenciada por fatores como obesidade, sedentarismo, tabagismo, estresse, consumo excessivo de sal e álcool, entre outros. Muitas vezes, a hipertensão não causa sintomas, por isso é importante medir a pressão regularmente e consultar um médico cardiologista para fazer o diagnóstico e o tratamento adequados.

    A boa notícia é que a hipertensão arterial pode ser prevenida e controlada com hábitos de vida saudáveis, como manter o peso ideal, praticar atividade física regularmente, reduzir o consumo de sal e alimentos processados, evitar o fumo e o álcool, controlar o estresse e seguir as orientações médicas quanto ao uso de medicamentos.

    A hipertensão arterial é uma doença grave que tem prevenção e tratamento eficazes. Cuide da sua saúde e previna-se!

    Segundo dados da Agência Brasil, o número de atendimentos por hipertensão cresceu 44% em São Paulo nos primeiros meses de 2023, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

    A hipertensão arterial ocorre quando a pressão do sangue nas artérias é maior do que o normal, fazendo com que o coração tenha que trabalhar mais para bombear o sangue pelo corpo. A pressão arterial é medida em milímetros de mercúrio (mmHg) e considera-se hipertensão quando os valores são iguais ou superiores a 140/90 mmHg.

    A doença é hereditária em 90% dos casos, mas também pode ser influenciada por fatores como obesidade, sedentarismo, tabagismo, estresse, consumo excessivo de sal e álcool, entre outros. Muitas vezes, a hipertensão não causa sintomas, por isso é importante medir a pressão regularmente e consultar um médico cardiologista para fazer o diagnóstico e o tratamento adequados.

    A boa notícia é que a hipertensão arterial pode ser prevenida e controlada com hábitos de vida saudáveis, como manter o peso ideal, praticar atividade física regularmente, reduzir o consumo de sal e alimentos processados, evitar o fumo e o álcool, controlar o estresse e seguir as orientações médicas quanto ao uso de medicamentos.

    A hipertensão arterial é uma doença grave que tem prevenção e tratamento eficazes. Cuide da sua saúde e previna-se!

  • Urticária autoimune severa: o que é, sintomas e tratamento

    Urticária autoimune severa: o que é, sintomas e tratamento

    A urticária autoimune severa é uma doença rara que afeta a pele, causando manchas vermelhas, coceira e inchaço.

    Ela é chamada de autoimune porque está relacionada a um desequilíbrio do sistema imunológico, que ataca as próprias células da pele. A urticária autoimune severa pode estar associada a outras doenças autoimunes, como lúpus e doença da tireoide.

    A urticária autoimune severa é diferente da urticária comum, que pode ser causada por alergias ou outros fatores externos. A urticária autoimune severa não tem uma causa específica e pode durar mais de seis semanas, caracterizando-se como crônica. O diagnóstico é feito por meio de exames de sangue e biópsia da pele.

    O tratamento da urticária autoimune severa visa controlar os sintomas e evitar complicações. Os medicamentos mais usados são os anti-histamínicos, que reduzem a coceira e o inchaço, e os corticoides, que diminuem a inflamação. Em alguns casos, podem ser necessários imunossupressores ou imunobiológicos, que agem diretamente no sistema imunológico.

    A urticária autoimune severa é uma doença que afeta a qualidade de vida dos pacientes, podendo causar desconforto físico e emocional. Por isso, é importante buscar ajuda médica especializada e seguir o tratamento adequado.

    Ela é chamada de autoimune porque está relacionada a um desequilíbrio do sistema imunológico, que ataca as próprias células da pele. A urticária autoimune severa pode estar associada a outras doenças autoimunes, como lúpus e doença da tireoide.

    A urticária autoimune severa é diferente da urticária comum, que pode ser causada por alergias ou outros fatores externos. A urticária autoimune severa não tem uma causa específica e pode durar mais de seis semanas, caracterizando-se como crônica. O diagnóstico é feito por meio de exames de sangue e biópsia da pele.

    O tratamento da urticária autoimune severa visa controlar os sintomas e evitar complicações. Os medicamentos mais usados são os anti-histamínicos, que reduzem a coceira e o inchaço, e os corticoides, que diminuem a inflamação. Em alguns casos, podem ser necessários imunossupressores ou imunobiológicos, que agem diretamente no sistema imunológico.

    A urticária autoimune severa é uma doença que afeta a qualidade de vida dos pacientes, podendo causar desconforto físico e emocional. Por isso, é importante buscar ajuda médica especializada e seguir o tratamento adequado.

  • Reação alérgica grave: o que é, sintomas e como tratar

    Reação alérgica grave: o que é, sintomas e como tratar

    Uma reação alérgica grave é uma resposta inadequada do sistema imunológico a uma substância que normalmente é inofensiva, como um alimento, um medicamento ou um inseto.

    Essa reação pode afetar vários órgãos e sistemas do corpo, causando sintomas como coceira, urticária, inchaço, falta de ar, queda da pressão arterial e perda de consciência. Em alguns casos, a reação alérgica grave pode ser fatal.

    A reação alérgica grave mais grave é a anafilaxia, que ocorre segundos após o contato com o alérgeno e requer atendimento médico imediato. O tratamento da anafilaxia consiste na aplicação de epinefrina, um medicamento que ajuda a reverter os sintomas e a restaurar a circulação sanguínea. Além disso, o paciente deve receber oxigênio, fluidos intravenosos e outros medicamentos para aliviar os sintomas e prevenir complicações.

    A melhor forma de prevenir uma reação alérgica grave é evitar o contato com o alérgeno, que pode ser identificado por meio de testes cutâneos ou exames de sangue. Algumas pessoas também podem se beneficiar de injeções para alergia, que visam dessensibilizar o sistema imunológico ao longo do tempo. As pessoas que já tiveram ou têm risco de ter uma reação alérgica grave devem sempre carregar consigo uma seringa autoinjetável de epinefrina e comprimidos de anti-histamínicos.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Essa reação pode afetar vários órgãos e sistemas do corpo, causando sintomas como coceira, urticária, inchaço, falta de ar, queda da pressão arterial e perda de consciência. Em alguns casos, a reação alérgica grave pode ser fatal.

    A reação alérgica grave mais grave é a anafilaxia, que ocorre segundos após o contato com o alérgeno e requer atendimento médico imediato. O tratamento da anafilaxia consiste na aplicação de epinefrina, um medicamento que ajuda a reverter os sintomas e a restaurar a circulação sanguínea. Além disso, o paciente deve receber oxigênio, fluidos intravenosos e outros medicamentos para aliviar os sintomas e prevenir complicações.

    A melhor forma de prevenir uma reação alérgica grave é evitar o contato com o alérgeno, que pode ser identificado por meio de testes cutâneos ou exames de sangue. Algumas pessoas também podem se beneficiar de injeções para alergia, que visam dessensibilizar o sistema imunológico ao longo do tempo. As pessoas que já tiveram ou têm risco de ter uma reação alérgica grave devem sempre carregar consigo uma seringa autoinjetável de epinefrina e comprimidos de anti-histamínicos.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Enfermeira: a nova série da Netflix que conta a história real de uma enfermeira assassina

    Enfermeira: a nova série da Netflix que conta a história real de uma enfermeira assassina

    Se você gosta de séries de suspense e drama baseadas em fatos reais, você precisa conhecer Enfermeira, a nova minissérie da Netflix que estreou no dia 27 de abril.

    Com apenas quatro episódios, a produção dinamarquesa narra o caso de Christina Aistrup Hansen, uma enfermeira que foi condenada por quatro tentativas de homicídio em 2017, após ser denunciada por uma colega de trabalho que suspeitava que ela estava envenenando pacientes em um hospital na Dinamarca.

    A série é inspirada no livro The Nurse: The True Story Behind One of Scandinavia’s Most Notorious Criminal Trials, da jornalista Kristian Corfixen, que acompanhou o julgamento e entrevistou os envolvidos no caso. A trama mostra como Pernille Kurzmann, uma enfermeira recém-chegada ao hospital, começa a desconfiar dos atos de Christina, sua amiga e mentora, e decide investigar as mortes misteriosas que ocorrem na unidade.

    Enfermeira é um thriller psicológico que explora as motivações e as consequências de uma enfermeira que perde o controle de suas ações e coloca em risco a vida de seus pacientes. A série conta com um elenco formado por atrizes e atores dinamarqueses, como Fanny Louise Bernth, Josephine Park, Peter Zandersen e Dick Kaysø. A direção é de Kasper Barfoed, conhecido por filmes e séries para a TV na Dinamarca.

    Se você se interessou pela história de Enfermeira, não deixe de assistir à série na Netflix e conhecer mais sobre esse caso real que chocou a Escandinávia.

    Com apenas quatro episódios, a produção dinamarquesa narra o caso de Christina Aistrup Hansen, uma enfermeira que foi condenada por quatro tentativas de homicídio em 2017, após ser denunciada por uma colega de trabalho que suspeitava que ela estava envenenando pacientes em um hospital na Dinamarca.

    A série é inspirada no livro The Nurse: The True Story Behind One of Scandinavia’s Most Notorious Criminal Trials, da jornalista Kristian Corfixen, que acompanhou o julgamento e entrevistou os envolvidos no caso. A trama mostra como Pernille Kurzmann, uma enfermeira recém-chegada ao hospital, começa a desconfiar dos atos de Christina, sua amiga e mentora, e decide investigar as mortes misteriosas que ocorrem na unidade.

    Enfermeira é um thriller psicológico que explora as motivações e as consequências de uma enfermeira que perde o controle de suas ações e coloca em risco a vida de seus pacientes. A série conta com um elenco formado por atrizes e atores dinamarqueses, como Fanny Louise Bernth, Josephine Park, Peter Zandersen e Dick Kaysø. A direção é de Kasper Barfoed, conhecido por filmes e séries para a TV na Dinamarca.

    Se você se interessou pela história de Enfermeira, não deixe de assistir à série na Netflix e conhecer mais sobre esse caso real que chocou a Escandinávia.

  • Piso salarial da enfermagem: quem votou contra e por quê?

    Piso salarial da enfermagem: quem votou contra e por quê?

    O piso salarial dos profissionais de enfermagem é uma demanda histórica da categoria, que ganhou força durante a pandemia de covid-19.

    Em maio de 2022, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 2564/20, que estabelece o valor de R$ 4.750 para enfermeiros, e valores proporcionais para técnicos, auxiliares e parteiras. No entanto, a lei ainda não entrou em vigor, pois foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que acatou uma ação direta de inconstitucionalidade movida por entidades representativas de hospitais e clínicas privadas.

    A decisão do STF foi confirmada em setembro de 2022, por 7 votos a 4, sob o argumento de que o piso salarial da enfermagem viola o princípio da separação dos poderes e fere a autonomia dos estados e municípios para legislar sobre o assunto. Além disso, os ministros alegaram que a lei não prevê fontes de custeio para o aumento salarial da categoria.

    A suspensão do piso salarial da enfermagem gerou indignação e protestos por parte dos profissionais, que alegam que a medida é uma forma de reconhecimento e valorização do trabalho realizado na linha de frente do combate à pandemia. Segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o Brasil tem cerca de 2,5 milhões de profissionais de enfermagem, sendo que mais de 1.500 morreram em decorrência da covid-19.

    Na Câmara dos Deputados, o projeto de lei do piso salarial da enfermagem teve ampla aprovação, com 449 votos favoráveis e apenas 12 contrários. Os votos contrários foram registrados por deputados do Novo, do PP, do PL e do União Brasil. Entre eles, estão Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, e Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara. Os parlamentares que votaram contra o piso salarial da enfermagem argumentaram que a medida é inviável financeiramente e que poderia gerar desemprego e aumento dos custos da saúde.

    A lei do piso salarial da enfermagem ainda depende de uma decisão definitiva do STF, que deve analisar o mérito da ação direta de inconstitucionalidade. Enquanto isso, os profissionais de enfermagem seguem reivindicando seus direitos e esperando por uma solução que garanta melhores condições de trabalho e remuneração.

    Em maio de 2022, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 2564/20, que estabelece o valor de R$ 4.750 para enfermeiros, e valores proporcionais para técnicos, auxiliares e parteiras. No entanto, a lei ainda não entrou em vigor, pois foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que acatou uma ação direta de inconstitucionalidade movida por entidades representativas de hospitais e clínicas privadas.

    A decisão do STF foi confirmada em setembro de 2022, por 7 votos a 4, sob o argumento de que o piso salarial da enfermagem viola o princípio da separação dos poderes e fere a autonomia dos estados e municípios para legislar sobre o assunto. Além disso, os ministros alegaram que a lei não prevê fontes de custeio para o aumento salarial da categoria.

    A suspensão do piso salarial da enfermagem gerou indignação e protestos por parte dos profissionais, que alegam que a medida é uma forma de reconhecimento e valorização do trabalho realizado na linha de frente do combate à pandemia. Segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o Brasil tem cerca de 2,5 milhões de profissionais de enfermagem, sendo que mais de 1.500 morreram em decorrência da covid-19.

    Na Câmara dos Deputados, o projeto de lei do piso salarial da enfermagem teve ampla aprovação, com 449 votos favoráveis e apenas 12 contrários. Os votos contrários foram registrados por deputados do Novo, do PP, do PL e do União Brasil. Entre eles, estão Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, e Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara. Os parlamentares que votaram contra o piso salarial da enfermagem argumentaram que a medida é inviável financeiramente e que poderia gerar desemprego e aumento dos custos da saúde.

    A lei do piso salarial da enfermagem ainda depende de uma decisão definitiva do STF, que deve analisar o mérito da ação direta de inconstitucionalidade. Enquanto isso, os profissionais de enfermagem seguem reivindicando seus direitos e esperando por uma solução que garanta melhores condições de trabalho e remuneração.

  • Zolpidem: o que é, para que serve e quais os riscos do uso prolongado

    Zolpidem: o que é, para que serve e quais os riscos do uso prolongado

    Zolpidem é um medicamento hipnótico que atua no cérebro para induzir o sono em pessoas que sofrem de insônia.

    Ele é vendido sob prescrição médica e deve ser usado por um curto período de tempo, no máximo quatro semanas, pois pode causar dependência, tolerância e efeitos colaterais graves.

    O zolpidem age rapidamente, cerca de 30 minutos após a ingestão do comprimido, e melhora a qualidade do sono. No entanto, ele não é indicado para o tratamento da ansiedade, pois tem um efeito apenas sedativo. Além disso, ele pode provocar reações adversas como sonolência, dor de cabeça, tontura, diarreia, náusea, vômito, agitação, pesadelos, amnésia anterógrada e sonambulismo.

    O uso prolongado ou abusivo do zolpidem pode aumentar o risco de câncer, morte ou ambos. Esse risco maior também foi encontrado com outros soníferos prescritos. Por isso, é muito importante tomar apenas a dose indicada pelo médico e evitar o uso de outras substâncias que podem potencializar os efeitos do zolpidem, como álcool, opioides, benzodiazepínicos ou outros fármacos hipnóticos sedativos.

    Se você tem insônia ocasional ou transitória, o zolpidem pode ser útil para situações em que você está passando por um evento muito estressante e não consegue dormir. Mas se você tem insônia crônica ou outros problemas de saúde mental, o zolpidem não é a solução adequada. Nesse caso, procure um médico para avaliar as causas da sua dificuldade para dormir e indicar o melhor tratamento.

    Ele é vendido sob prescrição médica e deve ser usado por um curto período de tempo, no máximo quatro semanas, pois pode causar dependência, tolerância e efeitos colaterais graves.

    O zolpidem age rapidamente, cerca de 30 minutos após a ingestão do comprimido, e melhora a qualidade do sono. No entanto, ele não é indicado para o tratamento da ansiedade, pois tem um efeito apenas sedativo. Além disso, ele pode provocar reações adversas como sonolência, dor de cabeça, tontura, diarreia, náusea, vômito, agitação, pesadelos, amnésia anterógrada e sonambulismo.

    O uso prolongado ou abusivo do zolpidem pode aumentar o risco de câncer, morte ou ambos. Esse risco maior também foi encontrado com outros soníferos prescritos. Por isso, é muito importante tomar apenas a dose indicada pelo médico e evitar o uso de outras substâncias que podem potencializar os efeitos do zolpidem, como álcool, opioides, benzodiazepínicos ou outros fármacos hipnóticos sedativos.

    Se você tem insônia ocasional ou transitória, o zolpidem pode ser útil para situações em que você está passando por um evento muito estressante e não consegue dormir. Mas se você tem insônia crônica ou outros problemas de saúde mental, o zolpidem não é a solução adequada. Nesse caso, procure um médico para avaliar as causas da sua dificuldade para dormir e indicar o melhor tratamento.

  • Chikungunya: como se prevenir da doença que cresceu 50% no Brasil em 2023

    Chikungunya: como se prevenir da doença que cresceu 50% no Brasil em 2023

    A chikungunya é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e a zika. Os sintomas mais comuns são febre alta, dor e inchaço nas articulações, manchas vermelhas na pele e cansaço excessivo.

    Em alguns casos, a doença pode evoluir para uma forma crônica, com dor persistente nas articulações e outras complicações.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, até o dia 20 de abril de 2023 foram registrados 80.823 casos prováveis de chikungunya no país, em quase 2 mil municípios, com 17 óbitos confirmados e 31 em investigação. Isso representa um aumento de 50% em relação ao mesmo período do ano passado.

    A região Sudeste apresenta o maior coeficiente de incidência da doença, sendo os estados mais afetados Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo. Em Minas Gerais, foram confirmados 11 óbitos pela doença e outros 13 estão em investigação.

    Como não existe vacina nem tratamento específico para a chikungunya, a melhor forma de prevenção é evitar a picada do mosquito. Para isso, é importante eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti nas casas e na vizinhança, como locais com água parada (vasos de plantas, pneus, garrafas etc.), usar repelentes e roupas que cubram a pele e instalar telas nas janelas.

    Se você apresentar sintomas de chikungunya, procure um médico para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado. O tratamento consiste em aliviar os sintomas com medicamentos antitérmicos e analgésicos, além de repouso e hidratação. Evite usar medicamentos anti-inflamatórios sem orientação médica, pois eles podem aumentar o risco de sangramentos.

    A chikungunya é uma doença séria que pode trazer consequências para a saúde e a qualidade de vida das pessoas. Por isso, é fundamental se prevenir e combater o mosquito transmissor.

    Em alguns casos, a doença pode evoluir para uma forma crônica, com dor persistente nas articulações e outras complicações.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, até o dia 20 de abril de 2023 foram registrados 80.823 casos prováveis de chikungunya no país, em quase 2 mil municípios, com 17 óbitos confirmados e 31 em investigação. Isso representa um aumento de 50% em relação ao mesmo período do ano passado.

    A região Sudeste apresenta o maior coeficiente de incidência da doença, sendo os estados mais afetados Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo. Em Minas Gerais, foram confirmados 11 óbitos pela doença e outros 13 estão em investigação.

    Como não existe vacina nem tratamento específico para a chikungunya, a melhor forma de prevenção é evitar a picada do mosquito. Para isso, é importante eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti nas casas e na vizinhança, como locais com água parada (vasos de plantas, pneus, garrafas etc.), usar repelentes e roupas que cubram a pele e instalar telas nas janelas.

    Se você apresentar sintomas de chikungunya, procure um médico para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado. O tratamento consiste em aliviar os sintomas com medicamentos antitérmicos e analgésicos, além de repouso e hidratação. Evite usar medicamentos anti-inflamatórios sem orientação médica, pois eles podem aumentar o risco de sangramentos.

    A chikungunya é uma doença séria que pode trazer consequências para a saúde e a qualidade de vida das pessoas. Por isso, é fundamental se prevenir e combater o mosquito transmissor.

  • Como a poluição do ar pode aumentar o risco e a gravidade da COVID-19

    Como a poluição do ar pode aumentar o risco e a gravidade da COVID-19

    A poluição do ar é um fator de risco para diversas doenças respiratórias, incluindo a COVID-19.

    A pandemia causada pelo novo coronavírus tem afetado de forma desigual diferentes partes do mundo, e alguns estudos sugerem que a exposição à poluição do ar pode estar relacionada com a maior incidência e mortalidade da COVID-19.

    Uma revisão publicada na revista Integrated Environmental Assessment and Management que resume o impacto da poluição do ar nas infecções e na gravidade da COVID-19 e discute as possíveis estratégias de gestão e os desafios envolvidos.

    A revisão inclui a literatura disponível que investiga a correlação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19. Os estudos analisados indicam que a exposição à poluição do ar, especialmente às partículas finas (PM2.5) e ao dióxido de nitrogênio (NO2), está positivamente correlacionada com as infecções e a mortalidade por COVID-19. Alguns dados indicam que a poluição do ar pode desempenhar um papel importante na transmissão aérea do SARS-CoV-2. Uma alta porcentagem de casos de COVID-19 foi relatada nas áreas mais poluídas, onde os pacientes precisaram de internação hospitalar. Os dados disponíveis também mostram que tanto a poluição do ar de curto prazo quanto a de longo prazo podem aumentar a gravidade da COVID-19.

    No entanto, a maioria dos estudos que mostrou uma ligação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19 não considerou potenciais fatores de confusão durante a análise da correlação. Portanto, mais estudos específicos precisam ser realizados focando em alguns fatores de confusão adicionais, como idade individual, densidade populacional e comorbidades pré-existentes, para determinar o impacto da poluição do ar nas infecções e mortes por COVID-19.

    A revisão conclui que é necessário reduzir os níveis de poluição do ar para proteger a saúde pública e prevenir futuras pandemias respiratórias. Além disso, é preciso melhorar o monitoramento da qualidade do ar e implementar medidas de controle eficazes para mitigar os efeitos adversos da poluição do ar na COVID-19.

    A pandemia causada pelo novo coronavírus tem afetado de forma desigual diferentes partes do mundo, e alguns estudos sugerem que a exposição à poluição do ar pode estar relacionada com a maior incidência e mortalidade da COVID-19.

    Uma revisão publicada na revista Integrated Environmental Assessment and Management que resume o impacto da poluição do ar nas infecções e na gravidade da COVID-19 e discute as possíveis estratégias de gestão e os desafios envolvidos.

    A revisão inclui a literatura disponível que investiga a correlação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19. Os estudos analisados indicam que a exposição à poluição do ar, especialmente às partículas finas (PM2.5) e ao dióxido de nitrogênio (NO2), está positivamente correlacionada com as infecções e a mortalidade por COVID-19. Alguns dados indicam que a poluição do ar pode desempenhar um papel importante na transmissão aérea do SARS-CoV-2. Uma alta porcentagem de casos de COVID-19 foi relatada nas áreas mais poluídas, onde os pacientes precisaram de internação hospitalar. Os dados disponíveis também mostram que tanto a poluição do ar de curto prazo quanto a de longo prazo podem aumentar a gravidade da COVID-19.

    No entanto, a maioria dos estudos que mostrou uma ligação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19 não considerou potenciais fatores de confusão durante a análise da correlação. Portanto, mais estudos específicos precisam ser realizados focando em alguns fatores de confusão adicionais, como idade individual, densidade populacional e comorbidades pré-existentes, para determinar o impacto da poluição do ar nas infecções e mortes por COVID-19.

    A revisão conclui que é necessário reduzir os níveis de poluição do ar para proteger a saúde pública e prevenir futuras pandemias respiratórias. Além disso, é preciso melhorar o monitoramento da qualidade do ar e implementar medidas de controle eficazes para mitigar os efeitos adversos da poluição do ar na COVID-19.

  • Vacina bivalente contra Covid-19 é ampliada para todos os adultos no Brasil

    Vacina bivalente contra Covid-19 é ampliada para todos os adultos no Brasil

    O governo federal anunciou nesta segunda-feira (24) que vai estender a campanha de vacinação contra Covid-19 com a dose de reforço bivalente para toda a população maior de 18 anos. Cerca de 97 milhões de brasileiros poderão se beneficiar da medida.

    A dose bivalente é indicada para quem já recebeu duas doses de vacinas monovalentes (Coronavac, Astrazeneca ou Pfizer) no esquema primário ou reforço. A última dose deve ter sido aplicada há pelo menos quatro meses. Quem está com a dose atrasada também pode procurar as unidades de saúde.

    Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas têm segurança comprovada, são eficazes e evitam complicações decorrentes da Covid-19. A ampliação tem o objetivo de reforçar a proteção contra a doença e aumentar a cobertura vacinal em todo o país.

    A campanha de imunização com a vacina bivalente começou em fevereiro, voltada para grupos prioritários, como idosos, indígenas, quilombolas, gestantes e profissionais de saúde. Até o dia 20 deste mês, mais de 10 milhões de pessoas já tinham tomado o reforço bivalente.

    Fonte: Link.

    A dose bivalente é indicada para quem já recebeu duas doses de vacinas monovalentes (Coronavac, Astrazeneca ou Pfizer) no esquema primário ou reforço. A última dose deve ter sido aplicada há pelo menos quatro meses. Quem está com a dose atrasada também pode procurar as unidades de saúde.

    Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas têm segurança comprovada, são eficazes e evitam complicações decorrentes da Covid-19. A ampliação tem o objetivo de reforçar a proteção contra a doença e aumentar a cobertura vacinal em todo o país.

    A campanha de imunização com a vacina bivalente começou em fevereiro, voltada para grupos prioritários, como idosos, indígenas, quilombolas, gestantes e profissionais de saúde. Até o dia 20 deste mês, mais de 10 milhões de pessoas já tinham tomado o reforço bivalente.

    Fonte: Link.

  • Cloroquina: como médicos brasileiros manipularam pesquisas para defender o uso do medicamento na pandemia

    Cloroquina: como médicos brasileiros manipularam pesquisas para defender o uso do medicamento na pandemia

    A cloroquina e a hidroxicloroquina são medicamentos que têm sido amplamente divulgados como tratamentos eficazes contra a covid-19, principalmente pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores.

    No entanto, diversos estudos científicos já mostraram que essas substâncias não têm benefícios no combate à doença causada pelo novo coronavírus e o uso indiscriminado pode causar efeitos colaterais graves.

    Apesar das evidências contrárias, durante os primeiros meses da pandemia, um grupo de médicos brasileiros se mobilizou nas redes sociais para defender o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina desde os primeiros sintomas da covid-19, o chamado tratamento precoce. Esse grupo, que se autodenomina Brasil Vencendo a Covid, chegou a entregar uma carta ao então presidente Bolsonaro em agosto de 2020, com supostos dados que comprovavam a eficácia do medicamento.

    No entanto, uma análise dos artigos usados pelo grupo para embasar suas afirmações revela que eles foram manipulados, distorcidos ou descontextualizados para favorecer a cloroquina. Alguns dos estudos citados pelo grupo foram retratados por revistas científicas por apresentarem falhas metodológicas ou fraudes. Outros foram realizados com amostras muito pequenas ou sem o rigor necessário para garantir a validade dos resultados.

    Além disso, o grupo ignorou ou desqualificou os estudos que não corroboravam sua tese, como o realizado pela Coalizão Covid-19 Brasil, que testou a hidroxicloroquina e a hidroxicloroquina somada à azitromicina em 667 pacientes com quadros leves ou moderados de covid-19 e não encontrou nenhuma melhora significativa no curso da doença. Esse estudo foi publicado no New England Journal of Medicine, uma das revistas médicas mais prestigiadas do mundo.

    Dessa forma, o grupo Brasil Vencendo a Covid não apenas desrespeitou os princípios éticos e científicos da medicina, como também colocou em risco a saúde e a vida de milhares de pessoas que confiaram em suas informações falsas ou enganosas. A cloroquina e a hidroxicloroquina não são soluções mágicas para a covid-19 e seu uso indiscriminado pode trazer mais danos do que benefícios.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    No entanto, diversos estudos científicos já mostraram que essas substâncias não têm benefícios no combate à doença causada pelo novo coronavírus e o uso indiscriminado pode causar efeitos colaterais graves.

    Apesar das evidências contrárias, durante os primeiros meses da pandemia, um grupo de médicos brasileiros se mobilizou nas redes sociais para defender o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina desde os primeiros sintomas da covid-19, o chamado tratamento precoce. Esse grupo, que se autodenomina Brasil Vencendo a Covid, chegou a entregar uma carta ao então presidente Bolsonaro em agosto de 2020, com supostos dados que comprovavam a eficácia do medicamento.

    No entanto, uma análise dos artigos usados pelo grupo para embasar suas afirmações revela que eles foram manipulados, distorcidos ou descontextualizados para favorecer a cloroquina. Alguns dos estudos citados pelo grupo foram retratados por revistas científicas por apresentarem falhas metodológicas ou fraudes. Outros foram realizados com amostras muito pequenas ou sem o rigor necessário para garantir a validade dos resultados.

    Além disso, o grupo ignorou ou desqualificou os estudos que não corroboravam sua tese, como o realizado pela Coalizão Covid-19 Brasil, que testou a hidroxicloroquina e a hidroxicloroquina somada à azitromicina em 667 pacientes com quadros leves ou moderados de covid-19 e não encontrou nenhuma melhora significativa no curso da doença. Esse estudo foi publicado no New England Journal of Medicine, uma das revistas médicas mais prestigiadas do mundo.

    Dessa forma, o grupo Brasil Vencendo a Covid não apenas desrespeitou os princípios éticos e científicos da medicina, como também colocou em risco a saúde e a vida de milhares de pessoas que confiaram em suas informações falsas ou enganosas. A cloroquina e a hidroxicloroquina não são soluções mágicas para a covid-19 e seu uso indiscriminado pode trazer mais danos do que benefícios.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.