Categoria: Saúde

  • Ultraprocessados: como eles prejudicam a saúde e o meio ambiente no Brasil

    Ultraprocessados: como eles prejudicam a saúde e o meio ambiente no Brasil

    Refrigerantes, sucos artificiais, biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, salsichas, nuggets, macarrão instantâneo e sorvetes podem ser prejudiciais à saúde e ao meio ambiente por vários motivos.

    Os alimentos ultraprocessados são aqueles que passam por muitas etapas de industrialização e contêm vários aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e conservantes. Eles também têm poucos nutrientes, como vitaminas, minerais e fibras. Esses alimentos são muito consumidos pelos brasileiros e têm um grande impacto na saúde e no meio ambiente.

    Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) revelou que os ultraprocessados representam quase 60% das calorias ingeridas pela população brasileira. Além disso, eles são responsáveis por mais da metade das emissões de gases de efeito estufa associadas à alimentação no país. Os pesquisadores usaram dados de uma pesquisa nacional sobre consumo alimentar realizada em 2008-2009 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Os ultraprocessados são classificados de acordo com um sistema chamado NOVA, que divide os alimentos em quatro grupos: naturais ou minimamente processados (como frutas, verduras, ovos e leite), ingredientes culinários (como óleos, açúcar e sal), processados (como queijos, pães e carnes salgadas) e ultraprocessados (como refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos e nuggets).

    O consumo excessivo de ultraprocessados está relacionado ao aumento do risco de doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes tipo 2 e câncer. Essas doenças são as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Os ultraprocessados também afetam a biodiversidade e a cultura alimentar dos povos.

    Para reduzir o consumo de ultraprocessados e melhorar a qualidade da alimentação, os especialistas recomendam seguir algumas orientações: preferir os alimentos naturais ou minimamente processados aos processados ou ultraprocessados; evitar os produtos com muitos ingredientes desconhecidos ou impronunciáveis; ler os rótulos dos alimentos com atenção; cozinhar mais em casa; valorizar a diversidade dos alimentos regionais; apoiar a agricultura familiar; participar de movimentos sociais pela soberania alimentar.

    Os alimentos ultraprocessados são aqueles que passam por muitas etapas de industrialização e contêm vários aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e conservantes. Eles também têm poucos nutrientes, como vitaminas, minerais e fibras. Esses alimentos são muito consumidos pelos brasileiros e têm um grande impacto na saúde e no meio ambiente.

    Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) revelou que os ultraprocessados representam quase 60% das calorias ingeridas pela população brasileira. Além disso, eles são responsáveis por mais da metade das emissões de gases de efeito estufa associadas à alimentação no país. Os pesquisadores usaram dados de uma pesquisa nacional sobre consumo alimentar realizada em 2008-2009 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Os ultraprocessados são classificados de acordo com um sistema chamado NOVA, que divide os alimentos em quatro grupos: naturais ou minimamente processados (como frutas, verduras, ovos e leite), ingredientes culinários (como óleos, açúcar e sal), processados (como queijos, pães e carnes salgadas) e ultraprocessados (como refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos e nuggets).

    O consumo excessivo de ultraprocessados está relacionado ao aumento do risco de doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes tipo 2 e câncer. Essas doenças são as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Os ultraprocessados também afetam a biodiversidade e a cultura alimentar dos povos.

    Para reduzir o consumo de ultraprocessados e melhorar a qualidade da alimentação, os especialistas recomendam seguir algumas orientações: preferir os alimentos naturais ou minimamente processados aos processados ou ultraprocessados; evitar os produtos com muitos ingredientes desconhecidos ou impronunciáveis; ler os rótulos dos alimentos com atenção; cozinhar mais em casa; valorizar a diversidade dos alimentos regionais; apoiar a agricultura familiar; participar de movimentos sociais pela soberania alimentar.

  • 5 coisas que o seu cocô pode te contar sobre a sua saúde

    5 coisas que o seu cocô pode te contar sobre a sua saúde

    Formato, cheiro e cor do seu cocô dizem muito sobre a sua saúde.

    A gastroenterologista alemã Giulia Enders lançou um livro no Brasil sobre o que as fezes podem revelar sobre a nossa saúde. Ela explica em cinco pontos principais como observar a cor, o formato, a consistência, o cheiro e a posição do cocô. Segundo ela, esses aspectos podem indicar problemas digestivos, inflamações, infecções ou até mesmo câncer.

    Ela diz que a cor ideal do cocô é marrom-claro e que cores muito escuras ou claras podem ser sinais de alerta. O formato ideal é cilíndrico e macio, sem rachaduras ou pedaços. A consistência deve ser avaliada pela escala de Bristol, que vai de 1 (muito duro) a 7 (muito líquido). O cheiro deve ser suave e não muito forte ou ruim. A posição mais saudável na privada é agachada, pois facilita a evacuação e previne hemorroidas.

    Ela recomenda que as pessoas prestem mais atenção ao seu cocô e procurem um médico se notarem alguma alteração persistente ou preocupante.

    A gastroenterologista alemã Giulia Enders lançou um livro no Brasil sobre o que as fezes podem revelar sobre a nossa saúde. Ela explica em cinco pontos principais como observar a cor, o formato, a consistência, o cheiro e a posição do cocô. Segundo ela, esses aspectos podem indicar problemas digestivos, inflamações, infecções ou até mesmo câncer.

    Ela diz que a cor ideal do cocô é marrom-claro e que cores muito escuras ou claras podem ser sinais de alerta. O formato ideal é cilíndrico e macio, sem rachaduras ou pedaços. A consistência deve ser avaliada pela escala de Bristol, que vai de 1 (muito duro) a 7 (muito líquido). O cheiro deve ser suave e não muito forte ou ruim. A posição mais saudável na privada é agachada, pois facilita a evacuação e previne hemorroidas.

    Ela recomenda que as pessoas prestem mais atenção ao seu cocô e procurem um médico se notarem alguma alteração persistente ou preocupante.

  • 3 receitas caseiras para regular o fluxo menstrual com ingredientes naturais

    3 receitas caseiras para regular o fluxo menstrual com ingredientes naturais

    A perda de fluido menstrual por menstruação varia entre 5 a 80 ml. A perda de mais de 80 ml é considerada sangramento menstrual intenso.

    Existem algumas receitas caseiras que podem ajudar a regular o fluxo menstrual, mas é importante lembrar que cada corpo é diferente e que sempre é recomendável conversar com um profissional de saúde antes de experimentar qualquer tratamento.

    Aqui estão três sugestões:

    1. Chá de folha de framboesa: a folha de framboesa contém nutrientes que podem ajudar a equilibrar os hormônios femininos e regular o fluxo menstrual. Para preparar o chá, basta colocar uma colher de sopa de folhas secas de framboesa em uma xícara de água quente, deixar em infusão por 5 minutos e coar. É recomendável beber o chá durante todo o ciclo menstrual.
    2. Suco de beterraba: a beterraba é rica em ferro, um mineral importante para a saúde menstrual. Para fazer o suco, basta bater uma beterraba média com um pouco de água e beber diariamente durante a semana que antecede a menstruação.
    3. Banho de assento com alecrim: o alecrim é um poderoso anti-inflamatório e pode ajudar a aliviar cólicas menstruais. Para fazer o banho de assento, basta ferver um litro de água com algumas folhas de alecrim por cerca de 10 minutos. Em seguida, coe e despeje o líquido em uma bacia. Sente-se na bacia por cerca de 15 minutos, duas vezes ao dia, durante os dias da menstruação.

    Existem algumas receitas caseiras que podem ajudar a regular o fluxo menstrual, mas é importante lembrar que cada corpo é diferente e que sempre é recomendável conversar com um profissional de saúde antes de experimentar qualquer tratamento.

    Aqui estão três sugestões:

    1. Chá de folha de framboesa: a folha de framboesa contém nutrientes que podem ajudar a equilibrar os hormônios femininos e regular o fluxo menstrual. Para preparar o chá, basta colocar uma colher de sopa de folhas secas de framboesa em uma xícara de água quente, deixar em infusão por 5 minutos e coar. É recomendável beber o chá durante todo o ciclo menstrual.
    2. Suco de beterraba: a beterraba é rica em ferro, um mineral importante para a saúde menstrual. Para fazer o suco, basta bater uma beterraba média com um pouco de água e beber diariamente durante a semana que antecede a menstruação.
    3. Banho de assento com alecrim: o alecrim é um poderoso anti-inflamatório e pode ajudar a aliviar cólicas menstruais. Para fazer o banho de assento, basta ferver um litro de água com algumas folhas de alecrim por cerca de 10 minutos. Em seguida, coe e despeje o líquido em uma bacia. Sente-se na bacia por cerca de 15 minutos, duas vezes ao dia, durante os dias da menstruação.
  • O que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas

    O que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas

    O padrão de consumo e a dosagem de álcool são fatores importantes para determinar os benefícios ou malefícios à saúde.

    O consumo de bebidas alcoólicas é um comportamento comum em muitas culturas ao redor do mundo. Embora muitas pessoas possam desfrutar de uma bebida ocasionalmente, é importante entender os efeitos que o consumo de álcool pode ter em nosso corpo e nossa saúde geral.

    Antes de discutirmos o que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas, é importante definir o que é considerado uma “bebida padrão”. Nos Estados Unidos, uma bebida padrão é definida como 12 onças (355 ml) de cerveja com teor alcoólico de cerca de 5%, 5 onças (148 ml) de vinho com teor alcoólico de cerca de 12% ou 1,5 onças (44 ml) de destilado (como uísque, gin ou vodka) com teor alcoólico de cerca de 40%.

    O consumo moderado de álcool, definido como até uma bebida por dia para mulheres e até duas bebidas por dia para homens, tem sido associado a alguns benefícios à saúde. Por exemplo, estudos sugerem que o consumo moderado de álcool pode ajudar a diminuir o risco de doenças cardíacas, especialmente em pessoas mais velhas. Também foi sugerido que o consumo moderado de álcool pode ajudar a prevenir certos tipos de derrame cerebral e até mesmo reduzir o risco de diabetes tipo 2.

    No entanto, é importante notar que esses benefícios só são observados em pessoas que consomem álcool de forma moderada e regular. Além disso, os benefícios parecem ser mais proeminentes em populações mais velhas e com maior risco de doenças cardíacas.

    Por outro lado, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos significativos na saúde. O consumo excessivo de álcool pode levar a uma série de problemas de saúde, incluindo doenças hepáticas, pancreatite, pressão alta, acidente vascular cerebral e certos tipos de câncer. Além disso, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos na saúde mental, incluindo aumento do risco de depressão e ansiedade.

    O consumo excessivo de álcool também pode levar a problemas de comportamento e sociais, incluindo violência, acidentes de trânsito e problemas legais.

    Além disso, é importante notar que a definição de consumo “excessivo” de álcool pode variar de acordo com o indivíduo e a situação. A quantidade de álcool que é considerada excessiva pode depender de fatores como idade, sexo, peso, tolerância e saúde geral.

    Em resumo, o consumo moderado de álcool pode ter alguns benefícios à saúde, especialmente em populações mais velhas e com maior risco de doenças cardíacas. No entanto, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos significativos na saúde física e mental, bem como no comportamento e na sociedade em geral. Portanto, é importante consumir álcool com moderação e estar ciente dos efeitos que o álcool pode ter em nosso corpo e em nossa saúde geral.

    O consumo de bebidas alcoólicas é um comportamento comum em muitas culturas ao redor do mundo. Embora muitas pessoas possam desfrutar de uma bebida ocasionalmente, é importante entender os efeitos que o consumo de álcool pode ter em nosso corpo e nossa saúde geral.

    Antes de discutirmos o que a ciência diz sobre o consumo de bebidas alcoólicas, é importante definir o que é considerado uma “bebida padrão”. Nos Estados Unidos, uma bebida padrão é definida como 12 onças (355 ml) de cerveja com teor alcoólico de cerca de 5%, 5 onças (148 ml) de vinho com teor alcoólico de cerca de 12% ou 1,5 onças (44 ml) de destilado (como uísque, gin ou vodka) com teor alcoólico de cerca de 40%.

    O consumo moderado de álcool, definido como até uma bebida por dia para mulheres e até duas bebidas por dia para homens, tem sido associado a alguns benefícios à saúde. Por exemplo, estudos sugerem que o consumo moderado de álcool pode ajudar a diminuir o risco de doenças cardíacas, especialmente em pessoas mais velhas. Também foi sugerido que o consumo moderado de álcool pode ajudar a prevenir certos tipos de derrame cerebral e até mesmo reduzir o risco de diabetes tipo 2.

    No entanto, é importante notar que esses benefícios só são observados em pessoas que consomem álcool de forma moderada e regular. Além disso, os benefícios parecem ser mais proeminentes em populações mais velhas e com maior risco de doenças cardíacas.

    Por outro lado, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos significativos na saúde. O consumo excessivo de álcool pode levar a uma série de problemas de saúde, incluindo doenças hepáticas, pancreatite, pressão alta, acidente vascular cerebral e certos tipos de câncer. Além disso, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos na saúde mental, incluindo aumento do risco de depressão e ansiedade.

    O consumo excessivo de álcool também pode levar a problemas de comportamento e sociais, incluindo violência, acidentes de trânsito e problemas legais.

    Além disso, é importante notar que a definição de consumo “excessivo” de álcool pode variar de acordo com o indivíduo e a situação. A quantidade de álcool que é considerada excessiva pode depender de fatores como idade, sexo, peso, tolerância e saúde geral.

    Em resumo, o consumo moderado de álcool pode ter alguns benefícios à saúde, especialmente em populações mais velhas e com maior risco de doenças cardíacas. No entanto, o consumo excessivo de álcool pode ter efeitos negativos significativos na saúde física e mental, bem como no comportamento e na sociedade em geral. Portanto, é importante consumir álcool com moderação e estar ciente dos efeitos que o álcool pode ter em nosso corpo e em nossa saúde geral.

  • Proteína klotho: o que é e como ela protege os neurônios do envelhecimento

    Proteína klotho: o que é e como ela protege os neurônios do envelhecimento

    A proteína klotho tem uma ação antienvelhecimento e protege os neurônios da inflamação e da morte celular.

    O processo de envelhecimento celular envolve vários fatores e afeta diferentes sistemas do organismo. Um deles é o sistema nervoso, que pode sofrer com a inflamação crônica e a morte de neurônios ao longo dos anos.

    Mas você sabia que existe uma proteína capaz de combater esses efeitos nocivos e até mesmo retardar o envelhecimento? Ela se chama klotho e foi descoberta em 1997 por pesquisadores japoneses.

    Neste artigo, você vai conhecer melhor o que é a proteína klotho, como ela atua no organismo e quais são os benefícios dela para a saúde cerebral. Confira!

    O que é a proteína klotho?

    A proteína klotho é uma molécula produzida principalmente pelos rins e pelo cérebro. Ela recebeu esse nome em homenagem à Cloto, uma das três Moiras da mitologia grega, responsável por tecer o fio da vida.

    A klotho tem um papel importante na regulação do metabolismo do cálcio e do fósforo, na modulação da resposta imune e na manutenção da homeostase celular. Além disso, ela tem uma ação antienvelhecimento, pois ajuda a prevenir o estresse oxidativo, a inflamação crônica e a morte celular programada (apoptose).

    A concentração de klotho no organismo varia ao longo da vida. Ela aumenta significativamente após o nascimento e na idade adulta, mas diminui conforme avança a idade. Essa redução está associada ao surgimento de doenças relacionadas ao envelhecimento, como diabetes, hipertensão arterial, doença renal crônica e doença de Alzheimer.

    Como a proteína klotho protege os neurônios?

    A atividade protetora e anti-inflamatória da proteína klotho no sistema nervoso já havia sido observada antes nas áreas renal, vascular e pulmonar. Agora, um estudo realizado por pesquisadores brasileiros mostrou que ela também evita a morte de neurônios causada pela inflamação.

    O estudo foi publicado na revista científica Neurobiology of Aging em fevereiro de 2023. Os autores são pesquisadores da Universidade Federal do ABC (UFABC), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

    Os pesquisadores utilizaram camundongos geneticamente modificados para não produzir klotho ou para produzi-la em excesso. Eles induziram uma inflamação cerebral nos animais por meio da injeção de lipopolissacarídeo (LPS), um componente bacteriano que desencadeia uma resposta imune intensa.

    Os resultados mostraram que os camundongos sem klotho apresentaram maior perda de neurônios no hipocampo – uma região cerebral envolvida na memória – do que os camundongos normais ou com excesso de klotho. Além disso, eles tiveram pior desempenho em testes comportamentais que avaliaram sua capacidade cognitiva.

    Os pesquisadores também analisaram os mecanismos moleculares envolvidos na proteção conferida pela klotho aos neurônios. Eles descobriram que essa proteína ativa uma via sinalizadora chamada AKT/mTORC1/S6K1/4EBP1/eIF4E/PPARγ/PGC-1α/NRF2/HO-1/GCLC/GSH/GPX4/FERROSTATIN-1/FERROPTOSIS-INHIBITION.

    Essa via promove a síntese de antioxidantes endógenos (como glutationa), reduz o acúmulo de ferro nos neurônios (um fator que favorece o estresse oxidativo).

    Com informações da Agência Fapesp.

    O processo de envelhecimento celular envolve vários fatores e afeta diferentes sistemas do organismo. Um deles é o sistema nervoso, que pode sofrer com a inflamação crônica e a morte de neurônios ao longo dos anos.

    Mas você sabia que existe uma proteína capaz de combater esses efeitos nocivos e até mesmo retardar o envelhecimento? Ela se chama klotho e foi descoberta em 1997 por pesquisadores japoneses.

    Neste artigo, você vai conhecer melhor o que é a proteína klotho, como ela atua no organismo e quais são os benefícios dela para a saúde cerebral. Confira!

    O que é a proteína klotho?

    A proteína klotho é uma molécula produzida principalmente pelos rins e pelo cérebro. Ela recebeu esse nome em homenagem à Cloto, uma das três Moiras da mitologia grega, responsável por tecer o fio da vida.

    A klotho tem um papel importante na regulação do metabolismo do cálcio e do fósforo, na modulação da resposta imune e na manutenção da homeostase celular. Além disso, ela tem uma ação antienvelhecimento, pois ajuda a prevenir o estresse oxidativo, a inflamação crônica e a morte celular programada (apoptose).

    A concentração de klotho no organismo varia ao longo da vida. Ela aumenta significativamente após o nascimento e na idade adulta, mas diminui conforme avança a idade. Essa redução está associada ao surgimento de doenças relacionadas ao envelhecimento, como diabetes, hipertensão arterial, doença renal crônica e doença de Alzheimer.

    Como a proteína klotho protege os neurônios?

    A atividade protetora e anti-inflamatória da proteína klotho no sistema nervoso já havia sido observada antes nas áreas renal, vascular e pulmonar. Agora, um estudo realizado por pesquisadores brasileiros mostrou que ela também evita a morte de neurônios causada pela inflamação.

    O estudo foi publicado na revista científica Neurobiology of Aging em fevereiro de 2023. Os autores são pesquisadores da Universidade Federal do ABC (UFABC), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

    Os pesquisadores utilizaram camundongos geneticamente modificados para não produzir klotho ou para produzi-la em excesso. Eles induziram uma inflamação cerebral nos animais por meio da injeção de lipopolissacarídeo (LPS), um componente bacteriano que desencadeia uma resposta imune intensa.

    Os resultados mostraram que os camundongos sem klotho apresentaram maior perda de neurônios no hipocampo – uma região cerebral envolvida na memória – do que os camundongos normais ou com excesso de klotho. Além disso, eles tiveram pior desempenho em testes comportamentais que avaliaram sua capacidade cognitiva.

    Os pesquisadores também analisaram os mecanismos moleculares envolvidos na proteção conferida pela klotho aos neurônios. Eles descobriram que essa proteína ativa uma via sinalizadora chamada AKT/mTORC1/S6K1/4EBP1/eIF4E/PPARγ/PGC-1α/NRF2/HO-1/GCLC/GSH/GPX4/FERROSTATIN-1/FERROPTOSIS-INHIBITION.

    Essa via promove a síntese de antioxidantes endógenos (como glutationa), reduz o acúmulo de ferro nos neurônios (um fator que favorece o estresse oxidativo).

    Com informações da Agência Fapesp.

  • Como a Covid-19 aumentou as mortes maternas por causas evitáveis no Brasil

    Como a Covid-19 aumentou as mortes maternas por causas evitáveis no Brasil

    Brasil pode falhar na meta de redução de emissões, diz Ministério da Saúde.

    Após um aumento recorde nas mortes maternas por Covid-19 em 2020, o Brasil voltou a registrar um alto número de óbitos de gestantes e puérperas por causas evitáveis em 2021. Segundo dados do Ministério da Saúde, foram 1.039 mortes maternas entre janeiro e outubro do ano passado, sendo que 45% delas poderiam ter sido prevenidas com assistência adequada.

    Entre as principais causas de morte estão hemorragias, hipertensão, infecções e abortos inseguros. Esses problemas já eram conhecidos antes da pandemia, mas se agravaram com a sobrecarga do sistema de saúde e o medo das mulheres de procurar atendimento.

    Para especialistas, é preciso melhorar a qualidade da assistência pré-natal, parto e pós-parto, além de garantir o acesso à contracepção e ao aborto legal. Eles também defendem que as gestantes sejam priorizadas na vacinação contra a Covid-19, já que elas têm maior risco de complicações pela doença.

    Após um aumento recorde nas mortes maternas por Covid-19 em 2020, o Brasil voltou a registrar um alto número de óbitos de gestantes e puérperas por causas evitáveis em 2021. Segundo dados do Ministério da Saúde, foram 1.039 mortes maternas entre janeiro e outubro do ano passado, sendo que 45% delas poderiam ter sido prevenidas com assistência adequada.

    Entre as principais causas de morte estão hemorragias, hipertensão, infecções e abortos inseguros. Esses problemas já eram conhecidos antes da pandemia, mas se agravaram com a sobrecarga do sistema de saúde e o medo das mulheres de procurar atendimento.

    Para especialistas, é preciso melhorar a qualidade da assistência pré-natal, parto e pós-parto, além de garantir o acesso à contracepção e ao aborto legal. Eles também defendem que as gestantes sejam priorizadas na vacinação contra a Covid-19, já que elas têm maior risco de complicações pela doença.

  • HIV no Brasil: 1 milhão de pessoas vivem com o vírus e novas infecções aumentaram 198% em 10 anos

    HIV no Brasil: 1 milhão de pessoas vivem com o vírus e novas infecções aumentaram 198% em 10 anos

    Tratamento reduz casos graves e óbitos relacionados ao HIV

    Embora os casos de Aids tenham diminuído em 18,5% nos últimos dez anos, o número de novas infecções aumentou 198% no mesmo período.

    A terapia antirretroviral (TARV) tem sido essencial para o controle do HIV e a prevenção da Aids. Embora os medicamentos TARV estejam disponíveis no SUS e sejam geralmente tomados com apenas um ou dois comprimidos por dia, os jovens ainda estão em risco, com o aumento de casos entre homens de 14 a 29 anos.

    Além disso, existe uma desigualdade racial quando se trata de mortes por Aids: enquanto as mortes de pessoas brancas caíram 20,8%, as mortes de pessoas negras aumentaram 10,3%.

    É importante seguir estratégias de prevenção, como o uso de preservativos e a adesão à Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e à Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que estão disponíveis em postos de saúde em todo o Brasil.

    Com informações do jornal O Globo.

    Embora os casos de Aids tenham diminuído em 18,5% nos últimos dez anos, o número de novas infecções aumentou 198% no mesmo período.

    A terapia antirretroviral (TARV) tem sido essencial para o controle do HIV e a prevenção da Aids. Embora os medicamentos TARV estejam disponíveis no SUS e sejam geralmente tomados com apenas um ou dois comprimidos por dia, os jovens ainda estão em risco, com o aumento de casos entre homens de 14 a 29 anos.

    Além disso, existe uma desigualdade racial quando se trata de mortes por Aids: enquanto as mortes de pessoas brancas caíram 20,8%, as mortes de pessoas negras aumentaram 10,3%.

    É importante seguir estratégias de prevenção, como o uso de preservativos e a adesão à Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e à Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que estão disponíveis em postos de saúde em todo o Brasil.

    Com informações do jornal O Globo.

  • O que é uma vacina bivalente?

    O que é uma vacina bivalente?

    As vacinas bivalentes são uma ferramenta importante na prevenção de doenças infecciosas e são usadas em todo o mundo para proteger as pessoas de uma variedade de doenças.

    Uma vacina bivalente é uma vacina que protege contra dois tipos específicos de um patógeno. Por exemplo, uma vacina bivalente contra o vírus do papiloma humano (HPV) protege contra dois tipos diferentes de HPV que são responsáveis ​​por muitos casos de câncer cervical e outras doenças associadas ao HPV.

    As vacinas bivalentes são diferentes das vacinas multivalentes, que protegem contra três ou mais tipos diferentes de um patógeno. As vacinas bivalentes e multivalentes podem ser administradas como uma única injeção ou como parte de uma série de doses para fornecer proteção completa contra o patógeno.

    As vacinas bivalentes são uma ferramenta importante na prevenção de doenças infecciosas e são usadas em todo o mundo para proteger as pessoas de uma variedade de doenças, incluindo HPV, hepatite B e febre tifoide.

    Uma vacina bivalente é uma vacina que protege contra dois tipos específicos de um patógeno. Por exemplo, uma vacina bivalente contra o vírus do papiloma humano (HPV) protege contra dois tipos diferentes de HPV que são responsáveis ​​por muitos casos de câncer cervical e outras doenças associadas ao HPV.

    As vacinas bivalentes são diferentes das vacinas multivalentes, que protegem contra três ou mais tipos diferentes de um patógeno. As vacinas bivalentes e multivalentes podem ser administradas como uma única injeção ou como parte de uma série de doses para fornecer proteção completa contra o patógeno.

    As vacinas bivalentes são uma ferramenta importante na prevenção de doenças infecciosas e são usadas em todo o mundo para proteger as pessoas de uma variedade de doenças, incluindo HPV, hepatite B e febre tifoide.

  • Qual o melhor jeito de emagrecer segundo a ciência?

    Qual o melhor jeito de emagrecer segundo a ciência?

    É importante ter em mente que o emagrecimento saudável é um processo gradual e sustentável, por isso, mudanças realistas e orientação profissional são fundamentais.

    Existem várias maneiras cientificamente comprovadas para emagrecer, mas é importante lembrar que o melhor jeito varia de acordo com cada indivíduo. Aqui estão algumas estratégias geralmente recomendadas para perda de peso saudável:

    1. Reduzir a ingestão de calorias: Para emagrecer, é necessário que você consuma menos calorias do que gasta. A redução de calorias pode ser alcançada através de uma combinação de mudanças na dieta e no estilo de vida.
    2. Fazer exercícios físicos: O exercício físico é uma parte importante da perda de peso e manutenção da saúde. Além de ajudar a queimar calorias, o exercício aumenta o metabolismo e ajuda a manter a massa muscular.
    3. Comer alimentos saudáveis: Comer alimentos saudáveis como frutas, verduras, legumes, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis ajudará a garantir que você obtenha os nutrientes necessários para uma boa saúde, além de ajudar a manter a saciedade.
    4. Evitar alimentos processados e ricos em açúcar: Alimentos processados e ricos em açúcar são geralmente ricos em calorias e pobres em nutrientes, o que pode levar a um aumento de peso. É importante limitar a ingestão desses alimentos.
    5. Dormir bem: A privação do sono pode aumentar o risco de ganho de peso, pois pode afetar os hormônios que controlam o apetite e o metabolismo. Dormir bem é importante para manter um peso saudável.
    6. Procurar ajuda profissional: Se você está tendo dificuldade em emagrecer, pode ser útil procurar a ajuda de um profissional da saúde, como um nutricionista, médico ou treinador pessoal.

    Lembre-se que emagrecer de forma saudável é um processo gradual e pode levar tempo. É importante fazer mudanças realistas e sustentáveis na dieta e no estilo de vida, e não esperar resultados imediatos. Consulte sempre um profissional da saúde antes de iniciar qualquer programa de perda de peso ou mudança na dieta.

    Existem várias maneiras cientificamente comprovadas para emagrecer, mas é importante lembrar que o melhor jeito varia de acordo com cada indivíduo. Aqui estão algumas estratégias geralmente recomendadas para perda de peso saudável:

    1. Reduzir a ingestão de calorias: Para emagrecer, é necessário que você consuma menos calorias do que gasta. A redução de calorias pode ser alcançada através de uma combinação de mudanças na dieta e no estilo de vida.
    2. Fazer exercícios físicos: O exercício físico é uma parte importante da perda de peso e manutenção da saúde. Além de ajudar a queimar calorias, o exercício aumenta o metabolismo e ajuda a manter a massa muscular.
    3. Comer alimentos saudáveis: Comer alimentos saudáveis como frutas, verduras, legumes, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis ajudará a garantir que você obtenha os nutrientes necessários para uma boa saúde, além de ajudar a manter a saciedade.
    4. Evitar alimentos processados e ricos em açúcar: Alimentos processados e ricos em açúcar são geralmente ricos em calorias e pobres em nutrientes, o que pode levar a um aumento de peso. É importante limitar a ingestão desses alimentos.
    5. Dormir bem: A privação do sono pode aumentar o risco de ganho de peso, pois pode afetar os hormônios que controlam o apetite e o metabolismo. Dormir bem é importante para manter um peso saudável.
    6. Procurar ajuda profissional: Se você está tendo dificuldade em emagrecer, pode ser útil procurar a ajuda de um profissional da saúde, como um nutricionista, médico ou treinador pessoal.

    Lembre-se que emagrecer de forma saudável é um processo gradual e pode levar tempo. É importante fazer mudanças realistas e sustentáveis na dieta e no estilo de vida, e não esperar resultados imediatos. Consulte sempre um profissional da saúde antes de iniciar qualquer programa de perda de peso ou mudança na dieta.

  • Descubra qual é a pressão arterial ideal para a sua saúde: guia completo e atualizado

    Descubra qual é a pressão arterial ideal para a sua saúde: guia completo e atualizado

    A hipertensão não tratada pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC), problemas renais e outras condições graves de saúde.

    A pressão arterial ideal varia de acordo com a idade, sexo, histórico médico e outros fatores individuais de cada pessoa. No entanto, de maneira geral, as diretrizes médicas recomendam uma pressão arterial de menos de 120/80 mmHg para adultos.

    A pressão arterial é medida em duas leituras: a pressão sistólica (o número superior) que representa a pressão nas artérias quando o coração está batendo, e a pressão diastólica (o número inferior) que representa a pressão nas artérias quando o coração está em repouso entre as batidas. Portanto, uma pressão arterial ideal seria de 120/80 mmHg ou menos.

    Valores de pressão arterial acima desse limite podem ser considerados pré-hipertensos (pressão arterial elevada), hipertensos leves ou hipertensos moderados, dependendo da gravidade da condição. A hipertensão não tratada pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC), problemas renais e outras condições graves de saúde. Por isso, é importante monitorar regularmente sua pressão arterial e conversar com um médico se ela estiver elevada.

    A pressão arterial ideal varia de acordo com a idade, sexo, histórico médico e outros fatores individuais de cada pessoa. No entanto, de maneira geral, as diretrizes médicas recomendam uma pressão arterial de menos de 120/80 mmHg para adultos.

    A pressão arterial é medida em duas leituras: a pressão sistólica (o número superior) que representa a pressão nas artérias quando o coração está batendo, e a pressão diastólica (o número inferior) que representa a pressão nas artérias quando o coração está em repouso entre as batidas. Portanto, uma pressão arterial ideal seria de 120/80 mmHg ou menos.

    Valores de pressão arterial acima desse limite podem ser considerados pré-hipertensos (pressão arterial elevada), hipertensos leves ou hipertensos moderados, dependendo da gravidade da condição. A hipertensão não tratada pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC), problemas renais e outras condições graves de saúde. Por isso, é importante monitorar regularmente sua pressão arterial e conversar com um médico se ela estiver elevada.