Categoria: Tecnologia

  • Spotify pode lançar plano Supremium com áudio lossless de 24-bits e audiobooks

    Spotify pode lançar plano Supremium com áudio lossless de 24-bits e audiobooks

    O Spotify, um dos maiores serviços de streaming de música do mundo, pode estar preparando uma novidade para os seus usuários mais exigentes.

    Segundo uma análise do código do aplicativo feita pelo site 9to5Google, o Spotify está testando um novo plano de assinatura chamado Supremium, que ofereceria áudio lossless de 24-bits, ou seja, sem perdas de qualidade por compressão.

    O áudio lossless é um formato que preserva todos os detalhes da gravação original, proporcionando uma experiência sonora mais fiel e imersiva. Atualmente, o Spotify oferece áudio de até 320 kbps no seu plano Premium, que custa R$ 16,90 por mês no Brasil. O novo plano Supremium teria um preço mais elevado, de US$ 19,99 mensais no exterior, o equivalente a cerca de R$ 110 na cotação atual.

    Além da qualidade superior do som, o Supremium também ofereceria recursos adicionais aos assinantes, como ferramentas de mixagem, geração de playlists com inteligência artificial, estatísticas de audição e mais horas de audiolivros por mês. Esses recursos seriam exclusivos do plano Supremium e não estariam disponíveis nos planos existentes.

    No entanto, as descobertas no código do aplicativo não foram confirmadas pelo Spotify, que disse não comentar especulações. Portanto, não há garantia de que o plano Supremium será lançado oficialmente ou quando isso aconteceria. Se os planos forem verdadeiros, o Supremium seria um diferencial competitivo para o Spotify em relação aos seus concorrentes, como Apple Music, Amazon Music e Deezer, que ainda não oferecem áudio lossless no Brasil.

    Segundo uma análise do código do aplicativo feita pelo site 9to5Google, o Spotify está testando um novo plano de assinatura chamado Supremium, que ofereceria áudio lossless de 24-bits, ou seja, sem perdas de qualidade por compressão.

    O áudio lossless é um formato que preserva todos os detalhes da gravação original, proporcionando uma experiência sonora mais fiel e imersiva. Atualmente, o Spotify oferece áudio de até 320 kbps no seu plano Premium, que custa R$ 16,90 por mês no Brasil. O novo plano Supremium teria um preço mais elevado, de US$ 19,99 mensais no exterior, o equivalente a cerca de R$ 110 na cotação atual.

    Além da qualidade superior do som, o Supremium também ofereceria recursos adicionais aos assinantes, como ferramentas de mixagem, geração de playlists com inteligência artificial, estatísticas de audição e mais horas de audiolivros por mês. Esses recursos seriam exclusivos do plano Supremium e não estariam disponíveis nos planos existentes.

    No entanto, as descobertas no código do aplicativo não foram confirmadas pelo Spotify, que disse não comentar especulações. Portanto, não há garantia de que o plano Supremium será lançado oficialmente ou quando isso aconteceria. Se os planos forem verdadeiros, o Supremium seria um diferencial competitivo para o Spotify em relação aos seus concorrentes, como Apple Music, Amazon Music e Deezer, que ainda não oferecem áudio lossless no Brasil.

  • Um novo sistema baseado em ASP para expressar e computar preferências

    Um novo sistema baseado em ASP para expressar e computar preferências

    Um novo sistema que permite expressar e resolver preferências entre diferentes soluções de problemas lógicos foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Potsdam, na Alemanha.

    O sistema, chamado asprin, é baseado em uma linguagem de programação chamada ASP (Answer Set Programming), que é usada para modelar problemas complexos de forma declarativa.

    As preferências são usadas para escolher entre as soluções possíveis de um problema, de acordo com alguns critérios de qualidade ou satisfação. Por exemplo, se quisermos planejar uma viagem, podemos ter preferências sobre o custo, a duração, o destino, etc. Asprin permite especificar essas preferências de forma flexível e geral, usando uma linguagem que pode expressar diferentes tipos de preferências, como ordinais, cardinais, qualitativas, quantitativas, etc.

    Asprin também oferece métodos eficientes para decidir quais soluções são preferidas sobre outras, e para computar as soluções mais preferidas. Os pesquisadores analisaram a complexidade dos problemas envolvidos e propuseram algoritmos que são corretos e completos. Eles também compararam o desempenho de asprin com outras implementações existentes, e mostraram que asprin é competitivo e às vezes até mais rápido.

    Asprin é implementado como uma extensão do clingo, um dos sistemas mais populares e poderosos de ASP. Asprin usa a API do clingo para interagir com ele e aproveitar suas funcionalidades. Asprin também pode integrar diferentes abordagens à preferência que foram propostas na literatura, usando sua linguagem de modelagem de primeira ordem.

    O sistema asprin é uma contribuição importante para o campo da programação lógica e da inteligência artificial, pois oferece uma ferramenta prática e versátil para lidar com preferências em problemas lógicos. O sistema pode ter aplicações em diversas áreas, como planejamento, otimização, tomada de decisão, etc. Os pesquisadores esperam que asprin seja útil para a comunidade científica e para os usuários finais que querem resolver seus problemas com preferências.

    Fonte: Link.

    O sistema, chamado asprin, é baseado em uma linguagem de programação chamada ASP (Answer Set Programming), que é usada para modelar problemas complexos de forma declarativa.

    As preferências são usadas para escolher entre as soluções possíveis de um problema, de acordo com alguns critérios de qualidade ou satisfação. Por exemplo, se quisermos planejar uma viagem, podemos ter preferências sobre o custo, a duração, o destino, etc. Asprin permite especificar essas preferências de forma flexível e geral, usando uma linguagem que pode expressar diferentes tipos de preferências, como ordinais, cardinais, qualitativas, quantitativas, etc.

    Asprin também oferece métodos eficientes para decidir quais soluções são preferidas sobre outras, e para computar as soluções mais preferidas. Os pesquisadores analisaram a complexidade dos problemas envolvidos e propuseram algoritmos que são corretos e completos. Eles também compararam o desempenho de asprin com outras implementações existentes, e mostraram que asprin é competitivo e às vezes até mais rápido.

    Asprin é implementado como uma extensão do clingo, um dos sistemas mais populares e poderosos de ASP. Asprin usa a API do clingo para interagir com ele e aproveitar suas funcionalidades. Asprin também pode integrar diferentes abordagens à preferência que foram propostas na literatura, usando sua linguagem de modelagem de primeira ordem.

    O sistema asprin é uma contribuição importante para o campo da programação lógica e da inteligência artificial, pois oferece uma ferramenta prática e versátil para lidar com preferências em problemas lógicos. O sistema pode ter aplicações em diversas áreas, como planejamento, otimização, tomada de decisão, etc. Os pesquisadores esperam que asprin seja útil para a comunidade científica e para os usuários finais que querem resolver seus problemas com preferências.

    Fonte: Link.

  • Cities Skylines e outros jogos eletrônicos podem fazer bem para o cérebro, dizem estudos

    Cities Skylines e outros jogos eletrônicos podem fazer bem para o cérebro, dizem estudos

    Passar horas jogando seu jogo favorito no computador ou no celular pode trazer benefícios para o seu cérebro, de acordo com vários estudos científicos.

    Pesquisadores da Universidade de Genebra, na Suíça, descobriram que jogar jogos de ação pode melhorar a capacidade de atenção, percepção, cognição espacial e memória de trabalho dos jogadores . Essas habilidades são importantes para diversas tarefas do dia a dia, como dirigir, ler, aprender e resolver problemas.

    Jogos de ação são aqueles que envolvem tomar decisões rápidas, navegar em diferentes ambientes e encontrar alvos visuais, como “Call of Duty”, “Battlefield” ou “Unreal Tournament”. Os pesquisadores compararam o desempenho de jogadores experientes e novatos em uma série de testes cognitivos e observaram que os jogadores experientes tinham vantagens significativas em relação aos novatos .

    Mas não são apenas os jogos de ação que podem fazer bem para o cérebro. Jogos como Cities Skylines também podem estimular a criatividade, o planejamento, a resolução de problemas e a administração de recursos dos jogadores . Cities Skylines é um jogo de simulação de cidades que permite ao jogador construir e gerenciar sua própria metrópole, lidando com aspectos como energia, água, transporte, zonas, bairros e políticas . O jogo é bastante complexo e fiel à realidade, exigindo que o jogador preste atenção aos detalhes e às necessidades dos moradores. Além disso, o jogo oferece suporte a modificações e personalizações, o que aumenta as possibilidades de criação e diversão .

    Os jogos eletrônicos podem ser uma forma de entretenimento, mas também de aprendizado e desenvolvimento. Eles podem exercitar o cérebro de maneiras diferentes e desafiadoras, além de proporcionar momentos de relaxamento e diversão. Portanto, não se sinta mal por jogar seu jogo preferido. Apenas lembre-se de manter um equilíbrio entre o tempo dedicado aos jogos e às outras atividades da sua vida.

    Pesquisadores da Universidade de Genebra, na Suíça, descobriram que jogar jogos de ação pode melhorar a capacidade de atenção, percepção, cognição espacial e memória de trabalho dos jogadores . Essas habilidades são importantes para diversas tarefas do dia a dia, como dirigir, ler, aprender e resolver problemas.

    Jogos de ação são aqueles que envolvem tomar decisões rápidas, navegar em diferentes ambientes e encontrar alvos visuais, como “Call of Duty”, “Battlefield” ou “Unreal Tournament”. Os pesquisadores compararam o desempenho de jogadores experientes e novatos em uma série de testes cognitivos e observaram que os jogadores experientes tinham vantagens significativas em relação aos novatos .

    Mas não são apenas os jogos de ação que podem fazer bem para o cérebro. Jogos como Cities Skylines também podem estimular a criatividade, o planejamento, a resolução de problemas e a administração de recursos dos jogadores . Cities Skylines é um jogo de simulação de cidades que permite ao jogador construir e gerenciar sua própria metrópole, lidando com aspectos como energia, água, transporte, zonas, bairros e políticas . O jogo é bastante complexo e fiel à realidade, exigindo que o jogador preste atenção aos detalhes e às necessidades dos moradores. Além disso, o jogo oferece suporte a modificações e personalizações, o que aumenta as possibilidades de criação e diversão .

    Os jogos eletrônicos podem ser uma forma de entretenimento, mas também de aprendizado e desenvolvimento. Eles podem exercitar o cérebro de maneiras diferentes e desafiadoras, além de proporcionar momentos de relaxamento e diversão. Portanto, não se sinta mal por jogar seu jogo preferido. Apenas lembre-se de manter um equilíbrio entre o tempo dedicado aos jogos e às outras atividades da sua vida.

  • Deepfake: a tecnologia que pode criar imagens e vídeos falsos de pessoas

    Deepfake: a tecnologia que pode criar imagens e vídeos falsos de pessoas

    Você já imaginou ver o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, abraçando e beijando o médico Anthony Fauci, um dos principais especialistas em doenças infecciosas?

    Parece impossível, mas é o que mostra um vídeo criado com a tecnologia de deepfake, que usa algoritmos de inteligência artificial para gerar imagens e vídeos falsos de pessoas fazendo ou dizendo coisas que não fizeram ou disseram na realidade.

    O vídeo, que foi publicado no YouTube em março de 2023, é uma sátira política que brinca com a tensão entre Trump e Fauci, que divergiram sobre as medidas de combate à pandemia de COVID-19. Trump chegou a criticar Fauci por defender o uso de máscaras e vacinas, enquanto Fauci rebateu as acusações de que teria mentido sobre a origem do vírus. O vídeo usa imagens reais dos dois políticos, mas altera seus rostos e vozes para criar uma cena fictícia de reconciliação.

    Mas como funciona a tecnologia de deepfake?

    Basicamente, ela usa redes neurais artificiais, que são sistemas computacionais inspirados no funcionamento do cérebro humano, para aprender a reconhecer padrões faciais e gerar novas imagens a partir de um banco de dados. Uma das técnicas mais usadas é a das redes adversárias generativas (GANs), que treinam um gerador para criar imagens realistas e um discriminador para avaliar a qualidade das imagens geradas. O objetivo é fazer com que o gerador engane o discriminador, produzindo imagens cada vez mais convincentes.

    A tecnologia de deepfake pode ter diversas aplicações, como entretenimento, ativismo, educação ou pesquisa. Por exemplo, ela pode ser usada para criar vídeos educativos com personalidades históricas, como Albert Einstein ou Martin Luther King Jr., ou para produzir filmes com atores falecidos, como Carrie Fisher ou Chadwick Boseman. Ela também pode ser usada para fins sociais, como para denunciar violações de direitos humanos ou para promover causas ambientais.

    No entanto, a tecnologia de deepfake também traz riscos e desafios, especialmente no que diz respeito à ética e à veracidade das informações. Ela pode ser usada para criar conteúdo falso para diversos propósitos, como extorsão, difamação, manipulação ou desinformação. Por exemplo, ela pode ser usada para criar vídeos pornográficos com pessoas sem o seu consentimento, para forjar provas criminais ou para espalhar notícias falsas sobre eventos políticos ou sociais.

    Diante desses perigos, há esforços para detectar e regular o uso de deepfakes, tanto por parte de empresas como de pesquisadores. Por exemplo, o Facebook lançou em 2020 um desafio global para desenvolver algoritmos capazes de identificar vídeos falsos. A Adobe também criou uma ferramenta chamada Content Authenticity Initiative, que visa rastrear a origem e a autoria das imagens digitais. Além disso, há pesquisadores que estão trabalhando em métodos para analisar as inconsistências nos vídeos falsos, como o professor Hany Farid da Universidade da Califórnia em Berkeley, ou para criar leis e normas para proteger as vítimas dos deepfakes, como a professora Cynthia Rudin da Universidade Duke.

    A tecnologia de deepfake é uma das mais impressionantes e controversas da atualidade. Ela mostra o potencial e os limites da inteligência artificial, que pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal. Por isso, é importante estar atento e informado sobre os seus usos e consequências, e buscar sempre fontes confiáveis e verificadas antes de compartilhar ou acreditar em qualquer conteúdo digital.

    Parece impossível, mas é o que mostra um vídeo criado com a tecnologia de deepfake, que usa algoritmos de inteligência artificial para gerar imagens e vídeos falsos de pessoas fazendo ou dizendo coisas que não fizeram ou disseram na realidade.

    O vídeo, que foi publicado no YouTube em março de 2023, é uma sátira política que brinca com a tensão entre Trump e Fauci, que divergiram sobre as medidas de combate à pandemia de COVID-19. Trump chegou a criticar Fauci por defender o uso de máscaras e vacinas, enquanto Fauci rebateu as acusações de que teria mentido sobre a origem do vírus. O vídeo usa imagens reais dos dois políticos, mas altera seus rostos e vozes para criar uma cena fictícia de reconciliação.

    Mas como funciona a tecnologia de deepfake?

    Basicamente, ela usa redes neurais artificiais, que são sistemas computacionais inspirados no funcionamento do cérebro humano, para aprender a reconhecer padrões faciais e gerar novas imagens a partir de um banco de dados. Uma das técnicas mais usadas é a das redes adversárias generativas (GANs), que treinam um gerador para criar imagens realistas e um discriminador para avaliar a qualidade das imagens geradas. O objetivo é fazer com que o gerador engane o discriminador, produzindo imagens cada vez mais convincentes.

    A tecnologia de deepfake pode ter diversas aplicações, como entretenimento, ativismo, educação ou pesquisa. Por exemplo, ela pode ser usada para criar vídeos educativos com personalidades históricas, como Albert Einstein ou Martin Luther King Jr., ou para produzir filmes com atores falecidos, como Carrie Fisher ou Chadwick Boseman. Ela também pode ser usada para fins sociais, como para denunciar violações de direitos humanos ou para promover causas ambientais.

    No entanto, a tecnologia de deepfake também traz riscos e desafios, especialmente no que diz respeito à ética e à veracidade das informações. Ela pode ser usada para criar conteúdo falso para diversos propósitos, como extorsão, difamação, manipulação ou desinformação. Por exemplo, ela pode ser usada para criar vídeos pornográficos com pessoas sem o seu consentimento, para forjar provas criminais ou para espalhar notícias falsas sobre eventos políticos ou sociais.

    Diante desses perigos, há esforços para detectar e regular o uso de deepfakes, tanto por parte de empresas como de pesquisadores. Por exemplo, o Facebook lançou em 2020 um desafio global para desenvolver algoritmos capazes de identificar vídeos falsos. A Adobe também criou uma ferramenta chamada Content Authenticity Initiative, que visa rastrear a origem e a autoria das imagens digitais. Além disso, há pesquisadores que estão trabalhando em métodos para analisar as inconsistências nos vídeos falsos, como o professor Hany Farid da Universidade da Califórnia em Berkeley, ou para criar leis e normas para proteger as vítimas dos deepfakes, como a professora Cynthia Rudin da Universidade Duke.

    A tecnologia de deepfake é uma das mais impressionantes e controversas da atualidade. Ela mostra o potencial e os limites da inteligência artificial, que pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal. Por isso, é importante estar atento e informado sobre os seus usos e consequências, e buscar sempre fontes confiáveis e verificadas antes de compartilhar ou acreditar em qualquer conteúdo digital.

  • Defeito no Rog Ally pode queimar cartões micro SD e Asus lança atualização

    Defeito no Rog Ally pode queimar cartões micro SD e Asus lança atualização

    O Asus Rog Ally é um console portátil que promete oferecer uma experiência de jogo de alta qualidade, com um design compacto e uma tela de 6,9 polegadas.

    O aparelho roda o sistema operacional Windows e permite baixar todos os tipos de jogos, além de contar com um modo Turbo que aumenta o desempenho do processador e da placa gráfica.

    No entanto, o console também apresenta um grave problema que pode frustrar os usuários: ele pode queimar os cartões micro SD inseridos no leitor do dispositivo.

    O problema é causado por um defeito de fabricação que faz com que o leitor do cartão fique muito próximo à saída de ar do dispositivo, que pode atingir temperaturas muito altas em situações de uso intenso. Isso pode danificar os cartões micro SD, fazendo com que eles percam a capacidade de armazenar e acessar dados, ou até mesmo sejam expelidos do console por conta do calor excessivo.

    A Asus reconheceu o problema e lançou uma atualização de software para tentar amenizar a situação, aumentando a velocidade das ventoinhas internas do console para reduzir o superaquecimento. No entanto, essa solução não é definitiva e pode aumentar o ruído de funcionamento do aparelho. A empresa também recomendou que os usuários que enfrentaram o problema entrem em contato com o suporte técnico para solicitar uma inspeção e um possível reparo do dispositivo.

    Se você possui um Asus Rog Ally e quer evitar esse problema, é aconselhável não usar cartões micro SD no console, especialmente quando ele estiver no modo Turbo e rodando jogos pesados. Você pode aproveitar o armazenamento interno do console, que pode chegar a 512 GB, para baixar seus jogos favoritos.

    O Asus Rog Ally foi lançado em 2023 e custa cerca de R$ 6.500 no Brasil. O console é uma das apostas da Asus para competir com outros dispositivos portáteis, como o Nintendo Switch e o Steam Deck.

    O aparelho roda o sistema operacional Windows e permite baixar todos os tipos de jogos, além de contar com um modo Turbo que aumenta o desempenho do processador e da placa gráfica.

    No entanto, o console também apresenta um grave problema que pode frustrar os usuários: ele pode queimar os cartões micro SD inseridos no leitor do dispositivo.

    O problema é causado por um defeito de fabricação que faz com que o leitor do cartão fique muito próximo à saída de ar do dispositivo, que pode atingir temperaturas muito altas em situações de uso intenso. Isso pode danificar os cartões micro SD, fazendo com que eles percam a capacidade de armazenar e acessar dados, ou até mesmo sejam expelidos do console por conta do calor excessivo.

    A Asus reconheceu o problema e lançou uma atualização de software para tentar amenizar a situação, aumentando a velocidade das ventoinhas internas do console para reduzir o superaquecimento. No entanto, essa solução não é definitiva e pode aumentar o ruído de funcionamento do aparelho. A empresa também recomendou que os usuários que enfrentaram o problema entrem em contato com o suporte técnico para solicitar uma inspeção e um possível reparo do dispositivo.

    Se você possui um Asus Rog Ally e quer evitar esse problema, é aconselhável não usar cartões micro SD no console, especialmente quando ele estiver no modo Turbo e rodando jogos pesados. Você pode aproveitar o armazenamento interno do console, que pode chegar a 512 GB, para baixar seus jogos favoritos.

    O Asus Rog Ally foi lançado em 2023 e custa cerca de R$ 6.500 no Brasil. O console é uma das apostas da Asus para competir com outros dispositivos portáteis, como o Nintendo Switch e o Steam Deck.

  • Ar condicionado inverter: o que é e quais são as vantagens

    Ar condicionado inverter: o que é e quais são as vantagens

    O ar condicionado inverter é uma tecnologia que promete mais economia, menos ruído e maior conforto na hora de climatizar o ambiente.

    Mas como funciona o ar condicionado inverter e quais são as diferenças em relação aos aparelhos convencionais?

    Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre essa inovação.

    O ar condicionado inverter é um tipo de aparelho que usa um sistema eletrônico para controlar a velocidade do compressor, que é a peça responsável por comprimir o gás refrigerante e gerar o frio ou o calor. O compressor do ar condicionado inverter pode variar entre alta e baixa rotação, de acordo com a necessidade de refrigeração ou aquecimento do ambiente.

    Isso faz com que o ar condicionado inverter seja mais eficiente do que os aparelhos convencionais, que ligam e desligam o compressor constantemente, causando oscilações na temperatura e picos de energia. O ar condicionado inverter mantém a temperatura estável, sem variações bruscas, e atinge a temperatura desejada mais rápido do que os aparelhos convencionais.

    As vantagens do ar condicionado inverter são:

    • Economia de energia: os fabricantes estimam que o ar condicionado inverter pode reduzir o consumo de energia em até 40% em relação aos aparelhos convencionais, pois o compressor funciona em uma rotação mais baixa quando a temperatura está próxima da ideal, consumindo menos eletricidade.

    • Menos ruído: o ar condicionado inverter também é mais silencioso, pois o compressor não faz barulho ao ligar ou desligar, e opera em uma rotação mais suave quando a temperatura está equilibrada.

    • Maior conforto: o ar condicionado inverter proporciona um maior conforto térmico, pois mantém a temperatura constante, sem variações bruscas, e atinge a temperatura desejada mais rápido do que os aparelhos convencionais.

    O ar condicionado inverter é uma tecnologia que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, pois oferece benefícios tanto para os consumidores quanto para o meio ambiente.

    Mas como funciona o ar condicionado inverter e quais são as diferenças em relação aos aparelhos convencionais?

    Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre essa inovação.

    O ar condicionado inverter é um tipo de aparelho que usa um sistema eletrônico para controlar a velocidade do compressor, que é a peça responsável por comprimir o gás refrigerante e gerar o frio ou o calor. O compressor do ar condicionado inverter pode variar entre alta e baixa rotação, de acordo com a necessidade de refrigeração ou aquecimento do ambiente.

    Isso faz com que o ar condicionado inverter seja mais eficiente do que os aparelhos convencionais, que ligam e desligam o compressor constantemente, causando oscilações na temperatura e picos de energia. O ar condicionado inverter mantém a temperatura estável, sem variações bruscas, e atinge a temperatura desejada mais rápido do que os aparelhos convencionais.

    As vantagens do ar condicionado inverter são:

    • Economia de energia: os fabricantes estimam que o ar condicionado inverter pode reduzir o consumo de energia em até 40% em relação aos aparelhos convencionais, pois o compressor funciona em uma rotação mais baixa quando a temperatura está próxima da ideal, consumindo menos eletricidade.

    • Menos ruído: o ar condicionado inverter também é mais silencioso, pois o compressor não faz barulho ao ligar ou desligar, e opera em uma rotação mais suave quando a temperatura está equilibrada.

    • Maior conforto: o ar condicionado inverter proporciona um maior conforto térmico, pois mantém a temperatura constante, sem variações bruscas, e atinge a temperatura desejada mais rápido do que os aparelhos convencionais.

    O ar condicionado inverter é uma tecnologia que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, pois oferece benefícios tanto para os consumidores quanto para o meio ambiente.

  • Inteligência artificial descobre novas formas e funções de proteínas

    Inteligência artificial descobre novas formas e funções de proteínas

    Uma equipe de cientistas usou a inteligência artificial (IA) para descobrir novas formas e funções de proteínas, as moléculas que compõem a vida.

    As proteínas são cadeias de aminoácidos que se dobram em estruturas tridimensionais complexas. Essas estruturas determinam as funções das proteínas, que podem ser desde catalisar reações químicas até transportar oxigênio pelo sangue. Conhecer as formas e funções das proteínas é essencial para entender os processos biológicos e desenvolver novos medicamentos.

    No entanto, determinar experimentalmente a estrutura de uma proteína é um processo difícil e demorado. Por isso, os cientistas recorrem à IA para prever as formas das proteínas a partir de suas sequências de aminoácidos. Uma das ferramentas mais poderosas para isso é o AlphaFold, um programa de computador que usa aprendizado profundo para modelar as estruturas das proteínas com alta precisão.

    Os pesquisadores usaram o AlphaFold para gerar as estruturas de 215 milhões de proteínas, incluindo muitas que nunca foram estudadas antes. Eles então construíram uma rede interativa que conecta as proteínas com base em suas semelhanças estruturais e evolutivas. Essa rede serve como uma fonte valiosa para prever famílias e funções desconhecidas de proteínas em larga escala.

    A equipe foi capaz de identificar 290 novas famílias de proteínas e uma nova dobra de proteína, que se parece com a forma de uma flor. Eles também disponibilizaram a rede como um recurso web interativo, chamado “Atlas do Universo Proteico”. Esse recurso permite aos cientistas aprender mais sobre a diversidade, estrutura, função e evolução das proteínas.

    “Existem agora muitas fontes de informação sobre proteínas, que encerram valiosos insights sobre como as proteínas evoluem e funcionam”, diz Joana Pereira, a líder do estudo. Ela acrescenta que o trabalho foi apoiado por uma bolsa do SIB para incentivar a adoção da IA na ciência da vida. “Isso mostra o potencial transformador do aprendizado profundo e dos algoritmos inteligentes na pesquisa”, afirma.

    Com o Atlas do Universo Proteico, os cientistas podem agora explorar as proteínas relevantes para suas pesquisas. “Esperamos que esse recurso ajude não apenas pesquisadores e biocuradores, mas também estudantes e professores, fornecendo uma nova plataforma para aprender sobre a diversidade das proteínas, desde a estrutura, até a função, até a evolução”, diz Janani Durairaj, a primeira autora do estudo.

    Fonte: Link.

    As proteínas são cadeias de aminoácidos que se dobram em estruturas tridimensionais complexas. Essas estruturas determinam as funções das proteínas, que podem ser desde catalisar reações químicas até transportar oxigênio pelo sangue. Conhecer as formas e funções das proteínas é essencial para entender os processos biológicos e desenvolver novos medicamentos.

    No entanto, determinar experimentalmente a estrutura de uma proteína é um processo difícil e demorado. Por isso, os cientistas recorrem à IA para prever as formas das proteínas a partir de suas sequências de aminoácidos. Uma das ferramentas mais poderosas para isso é o AlphaFold, um programa de computador que usa aprendizado profundo para modelar as estruturas das proteínas com alta precisão.

    Os pesquisadores usaram o AlphaFold para gerar as estruturas de 215 milhões de proteínas, incluindo muitas que nunca foram estudadas antes. Eles então construíram uma rede interativa que conecta as proteínas com base em suas semelhanças estruturais e evolutivas. Essa rede serve como uma fonte valiosa para prever famílias e funções desconhecidas de proteínas em larga escala.

    A equipe foi capaz de identificar 290 novas famílias de proteínas e uma nova dobra de proteína, que se parece com a forma de uma flor. Eles também disponibilizaram a rede como um recurso web interativo, chamado “Atlas do Universo Proteico”. Esse recurso permite aos cientistas aprender mais sobre a diversidade, estrutura, função e evolução das proteínas.

    “Existem agora muitas fontes de informação sobre proteínas, que encerram valiosos insights sobre como as proteínas evoluem e funcionam”, diz Joana Pereira, a líder do estudo. Ela acrescenta que o trabalho foi apoiado por uma bolsa do SIB para incentivar a adoção da IA na ciência da vida. “Isso mostra o potencial transformador do aprendizado profundo e dos algoritmos inteligentes na pesquisa”, afirma.

    Com o Atlas do Universo Proteico, os cientistas podem agora explorar as proteínas relevantes para suas pesquisas. “Esperamos que esse recurso ajude não apenas pesquisadores e biocuradores, mas também estudantes e professores, fornecendo uma nova plataforma para aprender sobre a diversidade das proteínas, desde a estrutura, até a função, até a evolução”, diz Janani Durairaj, a primeira autora do estudo.

    Fonte: Link.

  • IPTV: como assistir TV pela internet de forma grátis e legalizada

    IPTV: como assistir TV pela internet de forma grátis e legalizada

    Você já ouviu falar em IPTV? Essa sigla significa Internet Protocol Television, ou seja, televisão por protocolo de internet.

    É uma forma de assistir TV pela internet, sem precisar de antena, cabo ou satélite. Basta ter uma conexão de banda larga e um dispositivo compatível, como um computador, celular, tablet ou smart TV.

    Mas será que IPTV é legal? A resposta é: depende. Existem serviços de IPTV que são autorizados e pagam os direitos autorais dos canais que transmitem. Esses serviços são legais e seguros, mas geralmente cobram uma mensalidade dos usuários. Por outro lado, existem serviços de IPTV que são piratas e oferecem canais sem autorização. Esses serviços são ilegais e arriscados, pois podem conter vírus, malwares ou roubar dados pessoais dos usuários.

    Se você quer assistir IPTV de forma grátis e legalizada, existem algumas opções disponíveis no mercado. Neste artigo, vamos apresentar quatro delas:

    • Pluto TV: é um serviço de IPTV totalmente grátis e legalizado, mantido pela ViacomCBS. O serviço tem 24 canais ao vivo e também possui conteúdo para streaming sob demanda. Todo o conteúdo está disponível em português. Você pode assistir pelo computador, celular, tablet ou smart TVs.

    • DirecTV Go: é um serviço de IPTV pago e legalizado, mantido pela AT&T, que é dona da Sky no Brasil. O serviço conta com até 95 canais, incluindo emissoras abertas mais populares (Globo, SBT e Record), além de canais pagos da Globo, como Multishow, GNT, Globonews e Viva. Além da programação ao vivo, a plataforma também tem conteúdo para streaming sob demanda, como se fosse uma Netflix. É possível contratar canais a la carte, como Premiere, Conmebol TV, ESPN, Combate, Telecine, HBO e Fox Premium. O pagamento é feito através de cartão de crédito, e o DirecTV Go permite teste grátis durante os sete primeiros dias.

    • Guigo TV: é um serviço de IPTV pago e legalizado que conta com 50 canais. Uma vantagem é que uma mesma assinatura do Guigo TV pode ser utilizada em oito diferentes dispositivos, com até cinco transmissões simultâneas (sendo no máximo duas por canal). A plataforma está disponível pela web, iOS, Android, Android TV, Chromecast e smart TVs.

    • Lista IPTV Legal e Gratuita: é uma lista de canais IPTV gratuitos e legais para assistir via streaming. Aqui você encontra canais de TV aberta, filmes, séries, esportes e muito mais.

    Essas são algumas das opções de IPTV grátis e legalizadas que você pode aproveitar para assistir TV pela internet. Lembre-se sempre de verificar a procedência dos serviços que você utiliza e evitar aqueles que são ilegais ou suspeitos. Assim você garante a sua segurança e a dos seus dados.

    É uma forma de assistir TV pela internet, sem precisar de antena, cabo ou satélite. Basta ter uma conexão de banda larga e um dispositivo compatível, como um computador, celular, tablet ou smart TV.

    Mas será que IPTV é legal? A resposta é: depende. Existem serviços de IPTV que são autorizados e pagam os direitos autorais dos canais que transmitem. Esses serviços são legais e seguros, mas geralmente cobram uma mensalidade dos usuários. Por outro lado, existem serviços de IPTV que são piratas e oferecem canais sem autorização. Esses serviços são ilegais e arriscados, pois podem conter vírus, malwares ou roubar dados pessoais dos usuários.

    Se você quer assistir IPTV de forma grátis e legalizada, existem algumas opções disponíveis no mercado. Neste artigo, vamos apresentar quatro delas:

    • Pluto TV: é um serviço de IPTV totalmente grátis e legalizado, mantido pela ViacomCBS. O serviço tem 24 canais ao vivo e também possui conteúdo para streaming sob demanda. Todo o conteúdo está disponível em português. Você pode assistir pelo computador, celular, tablet ou smart TVs.

    • DirecTV Go: é um serviço de IPTV pago e legalizado, mantido pela AT&T, que é dona da Sky no Brasil. O serviço conta com até 95 canais, incluindo emissoras abertas mais populares (Globo, SBT e Record), além de canais pagos da Globo, como Multishow, GNT, Globonews e Viva. Além da programação ao vivo, a plataforma também tem conteúdo para streaming sob demanda, como se fosse uma Netflix. É possível contratar canais a la carte, como Premiere, Conmebol TV, ESPN, Combate, Telecine, HBO e Fox Premium. O pagamento é feito através de cartão de crédito, e o DirecTV Go permite teste grátis durante os sete primeiros dias.

    • Guigo TV: é um serviço de IPTV pago e legalizado que conta com 50 canais. Uma vantagem é que uma mesma assinatura do Guigo TV pode ser utilizada em oito diferentes dispositivos, com até cinco transmissões simultâneas (sendo no máximo duas por canal). A plataforma está disponível pela web, iOS, Android, Android TV, Chromecast e smart TVs.

    • Lista IPTV Legal e Gratuita: é uma lista de canais IPTV gratuitos e legais para assistir via streaming. Aqui você encontra canais de TV aberta, filmes, séries, esportes e muito mais.

    Essas são algumas das opções de IPTV grátis e legalizadas que você pode aproveitar para assistir TV pela internet. Lembre-se sempre de verificar a procedência dos serviços que você utiliza e evitar aqueles que são ilegais ou suspeitos. Assim você garante a sua segurança e a dos seus dados.

  • Starlink perde mais de 200 satélites em três meses por causa do Sol

    Starlink perde mais de 200 satélites em três meses por causa do Sol

    A Starlink, empresa de internet via satélite do bilionário Elon Musk, enfrenta um problema que foge do seu controle: o Sol.

    A estrela, que está em um ano de alta atividade, tem provocado explosões solares que podem afetar os equipamentos em órbita. Segundo dados da Agência Espacial Europeia (ESA), a Starlink perdeu 218 satélites desde julho, mais que o dobro do primeiro semestre de 2023.

    Os satélites da Starlink são pequenos e leves, com cerca de 260 kg cada um. Eles orbitam a Terra a uma altitude de cerca de 550 km, bem abaixo dos satélites tradicionais de comunicação, que ficam a mais de 35 mil km. Essa proximidade permite que a internet oferecida pela Starlink seja mais rápida e barata, mas também torna os equipamentos mais vulneráveis às interferências solares.

    O Sol passa por ciclos de atividade de cerca de 11 anos, alternando entre períodos de calmaria e turbulência. Em 2023, o Sol entrou na fase chamada de máximo solar, quando ocorrem mais manchas escuras na superfície e mais explosões de plasma. Essas explosões liberam partículas carregadas que viajam pelo espaço e podem atingir a Terra, causando fenômenos como as auroras boreais e austrais.

    Mas essas partículas também podem danificar os satélites, alterando suas órbitas, sobrecarregando seus sistemas elétricos ou até mesmo destruindo-os. A ESA monitora os satélites em órbita e classifica-os como ativos, inoperantes ou perdidos. Um satélite é considerado perdido quando não há mais contato com ele ou quando ele reentra na atmosfera e se desintegra.

    De acordo com a ESA, a Starlink é a empresa com a maior constelação de satélites para internet do mundo, com 4.116 equipamentos ativos. A empresa tem autorização para lançar até 12 mil satélites e pretende oferecer internet de alta velocidade para todo o planeta. No Brasil, a Starlink já iniciou os testes e espera começar a operar comercialmente em 2024.

    Apesar das perdas, a Starlink ainda possui uma grande vantagem sobre as concorrentes, como a OneWeb e a Amazon, que têm menos satélites em órbita. A empresa também tem uma frota de foguetes reutilizáveis da SpaceX, outra empresa de Musk, que facilitam os lançamentos. Além disso, a Starlink afirma que seus satélites são projetados para se desintegrar na reentrada atmosférica, evitando o acúmulo de lixo espacial.

    A expectativa é que o Sol se acalme nos próximos anos, reduzindo os riscos para os satélites da Starlink e das demais empresas. Enquanto isso, os usuários da internet via satélite podem ter que lidar com algumas instabilidades no serviço, causadas pelas tempestades solares. Mas isso pode ser um pequeno preço a pagar por ter acesso à rede em qualquer lugar do mundo.

    A estrela, que está em um ano de alta atividade, tem provocado explosões solares que podem afetar os equipamentos em órbita. Segundo dados da Agência Espacial Europeia (ESA), a Starlink perdeu 218 satélites desde julho, mais que o dobro do primeiro semestre de 2023.

    Os satélites da Starlink são pequenos e leves, com cerca de 260 kg cada um. Eles orbitam a Terra a uma altitude de cerca de 550 km, bem abaixo dos satélites tradicionais de comunicação, que ficam a mais de 35 mil km. Essa proximidade permite que a internet oferecida pela Starlink seja mais rápida e barata, mas também torna os equipamentos mais vulneráveis às interferências solares.

    O Sol passa por ciclos de atividade de cerca de 11 anos, alternando entre períodos de calmaria e turbulência. Em 2023, o Sol entrou na fase chamada de máximo solar, quando ocorrem mais manchas escuras na superfície e mais explosões de plasma. Essas explosões liberam partículas carregadas que viajam pelo espaço e podem atingir a Terra, causando fenômenos como as auroras boreais e austrais.

    Mas essas partículas também podem danificar os satélites, alterando suas órbitas, sobrecarregando seus sistemas elétricos ou até mesmo destruindo-os. A ESA monitora os satélites em órbita e classifica-os como ativos, inoperantes ou perdidos. Um satélite é considerado perdido quando não há mais contato com ele ou quando ele reentra na atmosfera e se desintegra.

    De acordo com a ESA, a Starlink é a empresa com a maior constelação de satélites para internet do mundo, com 4.116 equipamentos ativos. A empresa tem autorização para lançar até 12 mil satélites e pretende oferecer internet de alta velocidade para todo o planeta. No Brasil, a Starlink já iniciou os testes e espera começar a operar comercialmente em 2024.

    Apesar das perdas, a Starlink ainda possui uma grande vantagem sobre as concorrentes, como a OneWeb e a Amazon, que têm menos satélites em órbita. A empresa também tem uma frota de foguetes reutilizáveis da SpaceX, outra empresa de Musk, que facilitam os lançamentos. Além disso, a Starlink afirma que seus satélites são projetados para se desintegrar na reentrada atmosférica, evitando o acúmulo de lixo espacial.

    A expectativa é que o Sol se acalme nos próximos anos, reduzindo os riscos para os satélites da Starlink e das demais empresas. Enquanto isso, os usuários da internet via satélite podem ter que lidar com algumas instabilidades no serviço, causadas pelas tempestades solares. Mas isso pode ser um pequeno preço a pagar por ter acesso à rede em qualquer lugar do mundo.

  • Startup cria salmão vegano impresso em 3D

    Startup cria salmão vegano impresso em 3D

    Uma startup austríaca chamada Revo Foods desenvolveu o primeiro filé de peixe vegano feito por impressão em 3D, que imita a aparência e a textura do salmão.

    O produto, chamado The Filet, é uma alternativa sustentável ao consumo de peixes, que enfrentam problemas como a poluição e a sobrepesca.

    O Filet é feito de micoproteínas, que são proteínas produzidas por fungos, proteínas de ervilha, óleos vegetais e extratos de algas. Ele tem alto teor de proteínas e ômega-3, que são benéficos para a saúde. Além disso, ele tem uma vida útil de três semanas, o que reduz o desperdício de alimentos.

    A startup Revo Foods já realizou degustações do seu salmão vegano em restaurantes e lojas na Europa, e recebeu feedbacks positivos dos consumidores. A empresa planeja expandir sua distribuição globalmente, e também criar outros tipos de peixes veganos, como atum e bacalhau.

    O salmão vegano impresso em 3D é uma inovação que pode revolucionar o mercado de alimentos à base de plantas, e contribuir para a preservação dos recursos marinhos. Segundo a startup Revo Foods, o seu objetivo é “criar produtos deliciosos que sejam bons para as pessoas e para o planeta”.

    O produto, chamado The Filet, é uma alternativa sustentável ao consumo de peixes, que enfrentam problemas como a poluição e a sobrepesca.

    O Filet é feito de micoproteínas, que são proteínas produzidas por fungos, proteínas de ervilha, óleos vegetais e extratos de algas. Ele tem alto teor de proteínas e ômega-3, que são benéficos para a saúde. Além disso, ele tem uma vida útil de três semanas, o que reduz o desperdício de alimentos.

    A startup Revo Foods já realizou degustações do seu salmão vegano em restaurantes e lojas na Europa, e recebeu feedbacks positivos dos consumidores. A empresa planeja expandir sua distribuição globalmente, e também criar outros tipos de peixes veganos, como atum e bacalhau.

    O salmão vegano impresso em 3D é uma inovação que pode revolucionar o mercado de alimentos à base de plantas, e contribuir para a preservação dos recursos marinhos. Segundo a startup Revo Foods, o seu objetivo é “criar produtos deliciosos que sejam bons para as pessoas e para o planeta”.