Categoria: Tecnologia

  • 5 celulares Android que são mais potentes e mais baratos que o iPhone 15

    5 celulares Android que são mais potentes e mais baratos que o iPhone 15

    O iPhone 15 é o mais novo lançamento da Apple, que promete ser o celular mais avançado do mercado. 

    Com um design elegante, uma tela de 6,7 polegadas, uma câmera traseira de 48 megapixels e um processador A16 Bionic, o iPhone 15 tem um preço salgado: R$ 12.999 na versão mais básica.

    Mas será que vale a pena pagar tanto por um celular? Existem outras opções de smartphones com sistema operacional Android que oferecem um desempenho superior e um custo mais acessível. Neste artigo, vamos apresentar cinco celulares Android que são mais potentes e mais baratos que o iPhone 15, segundo o aplicativo AnTuTu, que mede o desempenho dos aparelhos em diversos aspectos, como CPU, GPU, memória e bateria.

    1. Xiaomi 14 Pro

    O Xiaomi 14 Pro é o celular mais poderoso do mundo, segundo o AnTuTu. Ele possui o processador Snapdragon 8 Gen 3, o mais novo e poderoso da Qualcomm, que permite realizar tarefas com rapidez e eficiência. Além disso, ele tem 12 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que garante uma ótima performance e espaço suficiente para guardar seus arquivos e aplicativos. O Xiaomi 14 Pro também se destaca pela sua câmera traseira de 108 megapixels, que captura imagens com alta qualidade e detalhes. O preço do Xiaomi 14 Pro no Brasil é de R$ 6.999, quase a metade do valor do iPhone 15.

    2. Nubia Z50S Pro

    O Nubia Z50S Pro é o segundo colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,6 milhão de pontos. Ele também conta com o processador Snapdragon 8 Gen 2, que oferece um alto desempenho e uma boa economia de bateria. O Nubia Z50S Pro tem 12 GB de RAM e 1 TB de armazenamento interno, o que significa que você pode executar várias tarefas ao mesmo tempo e nunca se preocupar com a falta de espaço. O Nubia Z50S Pro também tem uma câmera traseira de 64 megapixels, que tira fotos com boa resolução e cores. O preço do Nubia Z50S Pro no Brasil é de R$ 5.999, bem mais em conta do que o iPhone 15.

    3. Red Magic 8 Pro+

    O Red Magic 8 Pro+ é o terceiro colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,6 milhão de pontos. Ele é um celular voltado para os gamers, pois possui um sistema de refrigeração líquida, que evita o superaquecimento do aparelho durante os jogos. Ele também tem o processador Snapdragon 8 Gen 2, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que garante uma ótima performance e fluidez. O Red Magic 8 Pro+ tem uma câmera traseira de 64 megapixels, que permite tirar fotos com boa qualidade e nitidez. O preço do Red Magic 8 Pro+ no Brasil é de R$ 4.999, muito mais barato do que o iPhone 15.

    4. Galaxy S23+

    O Galaxy S23+ é o quinto colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,5 milhão de pontos. Ele é um dos celulares mais populares da Samsung, que tem uma grande presença no mercado brasileiro. Ele possui o processador Snapdragon 8 Gen 2 For Galaxy, uma versão exclusiva da Qualcomm para a Samsung, que oferece um bom desempenho e uma boa autonomia de bateria. O Galaxy S23+ tem 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que permite executar várias tarefas ao mesmo tempo e armazenar seus arquivos e aplicativos sem problemas. O Galaxy S23+ também tem uma câmera traseira de 108 megapixels, que tira fotos com alta qualidade e detalhes. O preço do Galaxy S23+ no Brasil é de R$ 7.999, ainda mais barato do que o iPhone 15.

    5. Xiaomi 13

    O Xiaomi 13 é o sexto colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,5 milhão de pontos. Ele é um celular intermediário da Xiaomi, que oferece um bom custo-benefício para quem procura um aparelho com bom desempenho e preço acessível. Ele possui o processador Snapdragon 8 Gen 2, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno, o que garante uma boa performance e espaço suficiente para guardar seus arquivos e aplicativos. O Xiaomi 13 também tem uma câmera traseira de 108 megapixels, que tira fotos com boa qualidade e detalhes. O preço do Xiaomi 13 no Brasil é de R$ 3.999, muito mais barato do que o iPhone 15.

    Como você pode ver, existem várias opções de celulares Android que são mais potentes e mais baratos do que o iPhone 15. Esses aparelhos oferecem um ótimo desempenho, uma boa capacidade de armazenamento, uma boa qualidade de câmera e um preço mais acessível. Portanto, se você está pensando em comprar um novo celular, vale a pena considerar essas alternativas e comparar as especificações, os recursos e os valores antes de tomar a sua decisão.

    Com um design elegante, uma tela de 6,7 polegadas, uma câmera traseira de 48 megapixels e um processador A16 Bionic, o iPhone 15 tem um preço salgado: R$ 12.999 na versão mais básica.

    Mas será que vale a pena pagar tanto por um celular? Existem outras opções de smartphones com sistema operacional Android que oferecem um desempenho superior e um custo mais acessível. Neste artigo, vamos apresentar cinco celulares Android que são mais potentes e mais baratos que o iPhone 15, segundo o aplicativo AnTuTu, que mede o desempenho dos aparelhos em diversos aspectos, como CPU, GPU, memória e bateria.

    1. Xiaomi 14 Pro

    O Xiaomi 14 Pro é o celular mais poderoso do mundo, segundo o AnTuTu. Ele possui o processador Snapdragon 8 Gen 3, o mais novo e poderoso da Qualcomm, que permite realizar tarefas com rapidez e eficiência. Além disso, ele tem 12 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que garante uma ótima performance e espaço suficiente para guardar seus arquivos e aplicativos. O Xiaomi 14 Pro também se destaca pela sua câmera traseira de 108 megapixels, que captura imagens com alta qualidade e detalhes. O preço do Xiaomi 14 Pro no Brasil é de R$ 6.999, quase a metade do valor do iPhone 15.

    2. Nubia Z50S Pro

    O Nubia Z50S Pro é o segundo colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,6 milhão de pontos. Ele também conta com o processador Snapdragon 8 Gen 2, que oferece um alto desempenho e uma boa economia de bateria. O Nubia Z50S Pro tem 12 GB de RAM e 1 TB de armazenamento interno, o que significa que você pode executar várias tarefas ao mesmo tempo e nunca se preocupar com a falta de espaço. O Nubia Z50S Pro também tem uma câmera traseira de 64 megapixels, que tira fotos com boa resolução e cores. O preço do Nubia Z50S Pro no Brasil é de R$ 5.999, bem mais em conta do que o iPhone 15.

    3. Red Magic 8 Pro+

    O Red Magic 8 Pro+ é o terceiro colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,6 milhão de pontos. Ele é um celular voltado para os gamers, pois possui um sistema de refrigeração líquida, que evita o superaquecimento do aparelho durante os jogos. Ele também tem o processador Snapdragon 8 Gen 2, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que garante uma ótima performance e fluidez. O Red Magic 8 Pro+ tem uma câmera traseira de 64 megapixels, que permite tirar fotos com boa qualidade e nitidez. O preço do Red Magic 8 Pro+ no Brasil é de R$ 4.999, muito mais barato do que o iPhone 15.

    4. Galaxy S23+

    O Galaxy S23+ é o quinto colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,5 milhão de pontos. Ele é um dos celulares mais populares da Samsung, que tem uma grande presença no mercado brasileiro. Ele possui o processador Snapdragon 8 Gen 2 For Galaxy, uma versão exclusiva da Qualcomm para a Samsung, que oferece um bom desempenho e uma boa autonomia de bateria. O Galaxy S23+ tem 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que permite executar várias tarefas ao mesmo tempo e armazenar seus arquivos e aplicativos sem problemas. O Galaxy S23+ também tem uma câmera traseira de 108 megapixels, que tira fotos com alta qualidade e detalhes. O preço do Galaxy S23+ no Brasil é de R$ 7.999, ainda mais barato do que o iPhone 15.

    5. Xiaomi 13

    O Xiaomi 13 é o sexto colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,5 milhão de pontos. Ele é um celular intermediário da Xiaomi, que oferece um bom custo-benefício para quem procura um aparelho com bom desempenho e preço acessível. Ele possui o processador Snapdragon 8 Gen 2, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno, o que garante uma boa performance e espaço suficiente para guardar seus arquivos e aplicativos. O Xiaomi 13 também tem uma câmera traseira de 108 megapixels, que tira fotos com boa qualidade e detalhes. O preço do Xiaomi 13 no Brasil é de R$ 3.999, muito mais barato do que o iPhone 15.

    Como você pode ver, existem várias opções de celulares Android que são mais potentes e mais baratos do que o iPhone 15. Esses aparelhos oferecem um ótimo desempenho, uma boa capacidade de armazenamento, uma boa qualidade de câmera e um preço mais acessível. Portanto, se você está pensando em comprar um novo celular, vale a pena considerar essas alternativas e comparar as especificações, os recursos e os valores antes de tomar a sua decisão.

  • Como o Gmail mudou a forma de se comunicar pela internet

    Como o Gmail mudou a forma de se comunicar pela internet

    O Gmail é um dos serviços de e-mail mais usados no mundo, com mais de 1 bilhão de usuários.

    Mas você sabe como ele surgiu e por que ele se tornou tão popular? Neste artigo, vamos contar a história do Gmail e como ele mudou a forma de se comunicar pela internet.

    O Gmail foi lançado em 2004 pelo Google, uma empresa que já era famosa pelo seu mecanismo de busca. Na época, os principais concorrentes do Gmail eram o Yahoo! Mail e o Hotmail, que ofereciam pouquíssimo espaço para armazenar as mensagens. Os usuários tinham que apagar constantemente os e-mails antigos para liberar espaço, ou pagar para ter mais capacidade.

    O Gmail chegou com uma proposta inovadora: oferecer 1 GB de espaço gratuito para cada usuário, o que era 250 vezes mais do que o Hotmail e o Yahoo! Mail. Além disso, o Gmail tinha uma interface simples e rápida, que usava uma tecnologia chamada AJAX para carregar as páginas sem precisar recarregar toda a tela. O Gmail também tinha um sistema de busca integrado, que permitia encontrar facilmente qualquer e-mail usando palavras-chave.

    O Gmail foi um sucesso imediato, mas no começo ele era restrito a um número limitado de usuários, que precisavam receber um convite para criar uma conta. Isso gerou uma grande curiosidade e expectativa em torno do serviço, que se tornou um objeto de desejo na internet. Muitas pessoas chegaram a comprar ou trocar convites para o Gmail, que eram escassos e valiosos.

    Com o tempo, o Gmail foi se expandindo e se aprimorando, adicionando novas funcionalidades e aumentando o espaço de armazenamento. Hoje, o Gmail oferece 15 GB de espaço gratuito, além de integrar vários outros serviços do Google, como o Google Drive, o Google Fotos, o Google Agenda, o Google Meet e o Google Chat. O Gmail também tem versões para dispositivos móveis, que permitem acessar o e-mail de qualquer lugar.

    Mas como era a vida antes do Gmail? Antes da internet, as pessoas se comunicavam principalmente por cartas, telegramas ou telefonemas, que eram caros e demorados. Com a popularização da internet, surgiram os primeiros serviços de e-mail, que permitiam enviar e receber mensagens de forma rápida e barata. No entanto, esses serviços eram limitados em termos de espaço, velocidade, organização e segurança.

    O Gmail revolucionou o serviço de e-mail, oferecendo mais espaço, rapidez, praticidade e confiabilidade. O Gmail também facilitou a comunicação entre pessoas de diferentes partes do mundo, quebrando barreiras geográficas e culturais. O Gmail se tornou uma ferramenta essencial para a vida pessoal e profissional de milhões de pessoas, que usam o e-mail para se informar, se divertir, se educar, se relacionar e se expressar.

    O Gmail é um exemplo de como a tecnologia pode transformar a forma como as pessoas se comunicam e interagem. O Gmail é mais do que um simples serviço de e-mail, é uma plataforma que conecta as pessoas e o mundo. O Gmail é o e-mail do Google, e o Google é a internet.

    Mas você sabe como ele surgiu e por que ele se tornou tão popular? Neste artigo, vamos contar a história do Gmail e como ele mudou a forma de se comunicar pela internet.

    O Gmail foi lançado em 2004 pelo Google, uma empresa que já era famosa pelo seu mecanismo de busca. Na época, os principais concorrentes do Gmail eram o Yahoo! Mail e o Hotmail, que ofereciam pouquíssimo espaço para armazenar as mensagens. Os usuários tinham que apagar constantemente os e-mails antigos para liberar espaço, ou pagar para ter mais capacidade.

    O Gmail chegou com uma proposta inovadora: oferecer 1 GB de espaço gratuito para cada usuário, o que era 250 vezes mais do que o Hotmail e o Yahoo! Mail. Além disso, o Gmail tinha uma interface simples e rápida, que usava uma tecnologia chamada AJAX para carregar as páginas sem precisar recarregar toda a tela. O Gmail também tinha um sistema de busca integrado, que permitia encontrar facilmente qualquer e-mail usando palavras-chave.

    O Gmail foi um sucesso imediato, mas no começo ele era restrito a um número limitado de usuários, que precisavam receber um convite para criar uma conta. Isso gerou uma grande curiosidade e expectativa em torno do serviço, que se tornou um objeto de desejo na internet. Muitas pessoas chegaram a comprar ou trocar convites para o Gmail, que eram escassos e valiosos.

    Com o tempo, o Gmail foi se expandindo e se aprimorando, adicionando novas funcionalidades e aumentando o espaço de armazenamento. Hoje, o Gmail oferece 15 GB de espaço gratuito, além de integrar vários outros serviços do Google, como o Google Drive, o Google Fotos, o Google Agenda, o Google Meet e o Google Chat. O Gmail também tem versões para dispositivos móveis, que permitem acessar o e-mail de qualquer lugar.

    Mas como era a vida antes do Gmail? Antes da internet, as pessoas se comunicavam principalmente por cartas, telegramas ou telefonemas, que eram caros e demorados. Com a popularização da internet, surgiram os primeiros serviços de e-mail, que permitiam enviar e receber mensagens de forma rápida e barata. No entanto, esses serviços eram limitados em termos de espaço, velocidade, organização e segurança.

    O Gmail revolucionou o serviço de e-mail, oferecendo mais espaço, rapidez, praticidade e confiabilidade. O Gmail também facilitou a comunicação entre pessoas de diferentes partes do mundo, quebrando barreiras geográficas e culturais. O Gmail se tornou uma ferramenta essencial para a vida pessoal e profissional de milhões de pessoas, que usam o e-mail para se informar, se divertir, se educar, se relacionar e se expressar.

    O Gmail é um exemplo de como a tecnologia pode transformar a forma como as pessoas se comunicam e interagem. O Gmail é mais do que um simples serviço de e-mail, é uma plataforma que conecta as pessoas e o mundo. O Gmail é o e-mail do Google, e o Google é a internet.

  • Pesquisadores desenvolvem algoritmo de inteligência artificial para estudar as células dos tecidos

    Pesquisadores desenvolvem algoritmo de inteligência artificial para estudar as células dos tecidos

    Um grupo de pesquisadores do Hospital Infantil da Filadélfia (CHOP) desenvolveu um novo algoritmo de inteligência artificial (IA) para ajudar a entender como diferentes células se organizam e se comunicam em tecidos, especialmente em tecidos cancerígenos.

    Essa nova ferramenta foi testada em dois tipos de tecidos de câncer para revelar como essas “vizinhanças” de células interagem entre si para escapar da terapia, e mais estudos poderiam revelar mais informações sobre a função dessas células no microambiente tumoral. Os resultados foram publicados online hoje pela revista Nature Methods.

    Para entender como diferentes células se organizam para apoiar as funções de um tecido, os pesquisadores propuseram o conceito de vizinhanças celulares do tecido (TCNs) para descrever unidades funcionais em que diferentes tipos de células recorrentes trabalham juntas para apoiar funções específicas do tecido. Em diferentes indivíduos, as funções dessas TCNs permaneceriam as mesmas. No entanto, traduzir a enorme quantidade de informações em dados espaciais de ômicas em modelos e hipóteses que podem ser interpretados e testados pelos pesquisadores requer algoritmos avançados de IA.

    “É muito difícil estudar o microambiente do tecido, como certas células se organizam, se comportam e se comunicam umas com as outras”, disse o autor sênior do estudo, Kai Tan, PhD, um pesquisador do Centro de Pesquisa do Câncer Infantil do CHOP e professor do Departamento de Pediatria e da Escola de Medicina Perelman da Universidade da Pensilvânia. “Até os avanços recentes na chamada tecnologia espacial de ômicas, era impossível caracterizar espacialmente mais de 100 proteínas ou centenas ou mesmo milhares de genes em um pedaço de tecido, que pode abrigar centenas de milhares de células e seus respectivos genes.”

    Neste estudo, os pesquisadores desenvolveram o algoritmo baseado em aprendizado profundo CytoCommunity para identificar TCNs com base nas identidades celulares de uma amostra de tecido, suas distribuições espaciais e suas interações. O algoritmo usa uma rede neural de grafos para capturar as relações entre as células em um tecido. O algoritmo pode ser aplicado de forma não supervisionada ou supervisionada, dependendo do objetivo da análise.

    O algoritmo usa dados de proteômica espacial ou transcriptômica espacial, que medem a expressão de proteínas ou genes em diferentes locais de um tecido. Esses dados permitem estudar a organização espacial e a interação das células em um tecido, bem como identificar padrões que podem estar associados a diferentes fenótipos ou condições.

    O algoritmo foi testado em dois tipos de tecidos cancerígenos: glioblastoma e carcinoma colorretal. Os pesquisadores descobriram que o algoritmo pode revelar padrões de comunicação celular que estão associados ao risco e ao prognóstico dos pacientes. Por exemplo, o algoritmo identificou uma TCN de células imunes que estava presente apenas em pacientes de baixo risco de glioblastoma, sugerindo que essas células podem ter um papel protetor contra o tumor. O algoritmo também identificou uma TCN de células epiteliais que estava associada a uma maior resistência à terapia no carcinoma colorretal.

    O algoritmo pode ser usado para descobrir novas funções e mecanismos das células em tecidos saudáveis e doentes, bem como para identificar alvos terapêuticos e biomarcadores para diferentes condições. O algoritmo também pode ser adaptado para outros tipos de dados espaciais, como imagens de tecidos, que podem fornecer informações adicionais sobre a morfologia e a arquitetura dos tecidos.

    Os pesquisadores esperam que o algoritmo possa ser uma ferramenta útil para a comunidade científica e clínica, e que possa contribuir para o avanço do conhecimento sobre a biologia dos tecidos e o tratamento de doenças.

    Fonte: Link.

    Essa nova ferramenta foi testada em dois tipos de tecidos de câncer para revelar como essas “vizinhanças” de células interagem entre si para escapar da terapia, e mais estudos poderiam revelar mais informações sobre a função dessas células no microambiente tumoral. Os resultados foram publicados online hoje pela revista Nature Methods.

    Para entender como diferentes células se organizam para apoiar as funções de um tecido, os pesquisadores propuseram o conceito de vizinhanças celulares do tecido (TCNs) para descrever unidades funcionais em que diferentes tipos de células recorrentes trabalham juntas para apoiar funções específicas do tecido. Em diferentes indivíduos, as funções dessas TCNs permaneceriam as mesmas. No entanto, traduzir a enorme quantidade de informações em dados espaciais de ômicas em modelos e hipóteses que podem ser interpretados e testados pelos pesquisadores requer algoritmos avançados de IA.

    “É muito difícil estudar o microambiente do tecido, como certas células se organizam, se comportam e se comunicam umas com as outras”, disse o autor sênior do estudo, Kai Tan, PhD, um pesquisador do Centro de Pesquisa do Câncer Infantil do CHOP e professor do Departamento de Pediatria e da Escola de Medicina Perelman da Universidade da Pensilvânia. “Até os avanços recentes na chamada tecnologia espacial de ômicas, era impossível caracterizar espacialmente mais de 100 proteínas ou centenas ou mesmo milhares de genes em um pedaço de tecido, que pode abrigar centenas de milhares de células e seus respectivos genes.”

    Neste estudo, os pesquisadores desenvolveram o algoritmo baseado em aprendizado profundo CytoCommunity para identificar TCNs com base nas identidades celulares de uma amostra de tecido, suas distribuições espaciais e suas interações. O algoritmo usa uma rede neural de grafos para capturar as relações entre as células em um tecido. O algoritmo pode ser aplicado de forma não supervisionada ou supervisionada, dependendo do objetivo da análise.

    O algoritmo usa dados de proteômica espacial ou transcriptômica espacial, que medem a expressão de proteínas ou genes em diferentes locais de um tecido. Esses dados permitem estudar a organização espacial e a interação das células em um tecido, bem como identificar padrões que podem estar associados a diferentes fenótipos ou condições.

    O algoritmo foi testado em dois tipos de tecidos cancerígenos: glioblastoma e carcinoma colorretal. Os pesquisadores descobriram que o algoritmo pode revelar padrões de comunicação celular que estão associados ao risco e ao prognóstico dos pacientes. Por exemplo, o algoritmo identificou uma TCN de células imunes que estava presente apenas em pacientes de baixo risco de glioblastoma, sugerindo que essas células podem ter um papel protetor contra o tumor. O algoritmo também identificou uma TCN de células epiteliais que estava associada a uma maior resistência à terapia no carcinoma colorretal.

    O algoritmo pode ser usado para descobrir novas funções e mecanismos das células em tecidos saudáveis e doentes, bem como para identificar alvos terapêuticos e biomarcadores para diferentes condições. O algoritmo também pode ser adaptado para outros tipos de dados espaciais, como imagens de tecidos, que podem fornecer informações adicionais sobre a morfologia e a arquitetura dos tecidos.

    Os pesquisadores esperam que o algoritmo possa ser uma ferramenta útil para a comunidade científica e clínica, e que possa contribuir para o avanço do conhecimento sobre a biologia dos tecidos e o tratamento de doenças.

    Fonte: Link.

  • Spotify lança playlist do futuro, uma cápsula do tempo musical

    Spotify lança playlist do futuro, uma cápsula do tempo musical

    Você já imaginou como seria ouvir as músicas que você gosta hoje daqui a um ano?

    Essa é a proposta do spotify, o serviço de streaming de música mais popular do mundo, que lançou a playlist do futuro, uma ferramenta que permite aos usuários criar uma lista de músicas que refletem seu humor no começo de 2024, e que só poderão ser ouvidas em 2025.

    A playlist do futuro é uma forma de criar uma cápsula do tempo musical, que pode trazer boas lembranças ou surpresas no futuro. Para fazer sua playlist, você precisa atualizar o aplicativo spotify, entrar no site spotify.com/playlistinabottle, escolher uma das opções de cápsula do tempo, responder a algumas perguntas sobre sua vida e suas preferências musicais, e enviar sua cápsula. Você receberá uma notificação em 2024 para abrir sua playlist e escutar as músicas que você selecionou.

    Você pode escolher entre uma garrafa, um bolso de jeans, uma máquina de chicletes, uma lancheira ou um urso de pelúcia para guardar sua playlist. Cada opção tem um design diferente e um número diferente de músicas que você pode adicionar. Você pode fazer quantas playlists quiser, mas só poderá ouvi-las em 2024.

    A ideia da playlist do futuro surgiu de uma pesquisa realizada pelo spotify, que revelou que 86% dos brasileiros gostam de ouvir músicas antigas para relembrar momentos especiais. Além disso, 74% dos entrevistados disseram que a música os ajuda a se conectar com seu eu interior, e 68% afirmaram que a música os ajuda a se expressar.

    Segundo o spotify, a playlist do futuro é uma forma divertida e criativa de expressar seu estado de espírito e seus gostos musicais, e de se conectar com seu eu do futuro. A ferramenta também pode ser usada para compartilhar suas expectativas, sonhos e desejos para o ano que vem, e para ver se eles se realizaram ou não.

    A playlist do futuro está disponível para todos os usuários do spotify, gratuitos ou premium, até o dia 31 de janeiro. Aproveite e faça a sua!

    Essa é a proposta do spotify, o serviço de streaming de música mais popular do mundo, que lançou a playlist do futuro, uma ferramenta que permite aos usuários criar uma lista de músicas que refletem seu humor no começo de 2024, e que só poderão ser ouvidas em 2025.

    A playlist do futuro é uma forma de criar uma cápsula do tempo musical, que pode trazer boas lembranças ou surpresas no futuro. Para fazer sua playlist, você precisa atualizar o aplicativo spotify, entrar no site spotify.com/playlistinabottle, escolher uma das opções de cápsula do tempo, responder a algumas perguntas sobre sua vida e suas preferências musicais, e enviar sua cápsula. Você receberá uma notificação em 2024 para abrir sua playlist e escutar as músicas que você selecionou.

    Você pode escolher entre uma garrafa, um bolso de jeans, uma máquina de chicletes, uma lancheira ou um urso de pelúcia para guardar sua playlist. Cada opção tem um design diferente e um número diferente de músicas que você pode adicionar. Você pode fazer quantas playlists quiser, mas só poderá ouvi-las em 2024.

    A ideia da playlist do futuro surgiu de uma pesquisa realizada pelo spotify, que revelou que 86% dos brasileiros gostam de ouvir músicas antigas para relembrar momentos especiais. Além disso, 74% dos entrevistados disseram que a música os ajuda a se conectar com seu eu interior, e 68% afirmaram que a música os ajuda a se expressar.

    Segundo o spotify, a playlist do futuro é uma forma divertida e criativa de expressar seu estado de espírito e seus gostos musicais, e de se conectar com seu eu do futuro. A ferramenta também pode ser usada para compartilhar suas expectativas, sonhos e desejos para o ano que vem, e para ver se eles se realizaram ou não.

    A playlist do futuro está disponível para todos os usuários do spotify, gratuitos ou premium, até o dia 31 de janeiro. Aproveite e faça a sua!

  • Pesquisadores criam o primeiro semicondutor de grafeno do mundo

    Pesquisadores criam o primeiro semicondutor de grafeno do mundo

    Uma equipe de cientistas da Georgia Tech, nos EUA, desenvolveu uma nova tecnologia que pode revolucionar o campo da eletrônica.

    Eles conseguiram criar o primeiro semicondutor funcional feito de grafeno, um material formado por uma única camada de átomos de carbono.

    Os semicondutores são materiais que conduzem eletricidade sob condições específicas e são componentes essenciais de dispositivos eletrônicos, como computadores, celulares e TVs. A maioria dos eletrônicos modernos é feita de silício, um material que está chegando ao seu limite diante do aumento da velocidade e da miniaturização da computação.

    O grafeno, por outro lado, tem propriedades únicas, como alta resistência, alta mobilidade de carga e baixa dissipação de calor. Isso significa que ele pode suportar grandes correntes elétricas e operar sem superaquecer e se desintegrar.

    No entanto, o grafeno tinha um problema que impedia seu uso como semicondutor: ele não tinha uma banda proibida, uma propriedade eletrônica crucial que permite que os semicondutores sejam ligados e desligados. Sem uma banda proibida, o grafeno seria sempre condutor, o que inviabilizaria seu controle e sua aplicação em circuitos lógicos.

    Os pesquisadores da Georgia Tech superaram esse obstáculo ao induzir uma banda proibida no grafeno por meio de um processo chamado epitaxia, que consiste em crescer uma camada de grafeno sobre um substrato de silício carboneto. O resultado foi um semicondutor de grafeno que é compatível com os métodos convencionais de processamento de microeletrônica, o que é uma necessidade para qualquer alternativa viável ao silício.

    A nova tecnologia baseada em grafeno pode permitir dispositivos menores e mais rápidos, e pode ter aplicações para a computação quântica, que usa as propriedades quânticas das partículas para realizar operações lógicas. O grafeno também tem potencial para revolucionar muitas outras áreas, como células solares, baterias, sensores e mais.

    A descoberta dos pesquisadores da Georgia Tech foi publicada na revista Nature e representa um avanço significativo para o campo da eletrônica de grafeno, que vem sendo explorado há décadas.

    Fonte: Link.

    Eles conseguiram criar o primeiro semicondutor funcional feito de grafeno, um material formado por uma única camada de átomos de carbono.

    Os semicondutores são materiais que conduzem eletricidade sob condições específicas e são componentes essenciais de dispositivos eletrônicos, como computadores, celulares e TVs. A maioria dos eletrônicos modernos é feita de silício, um material que está chegando ao seu limite diante do aumento da velocidade e da miniaturização da computação.

    O grafeno, por outro lado, tem propriedades únicas, como alta resistência, alta mobilidade de carga e baixa dissipação de calor. Isso significa que ele pode suportar grandes correntes elétricas e operar sem superaquecer e se desintegrar.

    No entanto, o grafeno tinha um problema que impedia seu uso como semicondutor: ele não tinha uma banda proibida, uma propriedade eletrônica crucial que permite que os semicondutores sejam ligados e desligados. Sem uma banda proibida, o grafeno seria sempre condutor, o que inviabilizaria seu controle e sua aplicação em circuitos lógicos.

    Os pesquisadores da Georgia Tech superaram esse obstáculo ao induzir uma banda proibida no grafeno por meio de um processo chamado epitaxia, que consiste em crescer uma camada de grafeno sobre um substrato de silício carboneto. O resultado foi um semicondutor de grafeno que é compatível com os métodos convencionais de processamento de microeletrônica, o que é uma necessidade para qualquer alternativa viável ao silício.

    A nova tecnologia baseada em grafeno pode permitir dispositivos menores e mais rápidos, e pode ter aplicações para a computação quântica, que usa as propriedades quânticas das partículas para realizar operações lógicas. O grafeno também tem potencial para revolucionar muitas outras áreas, como células solares, baterias, sensores e mais.

    A descoberta dos pesquisadores da Georgia Tech foi publicada na revista Nature e representa um avanço significativo para o campo da eletrônica de grafeno, que vem sendo explorado há décadas.

    Fonte: Link.

  • Fim dos cookies de terceiros: o que muda para os usuários do Chrome

    Fim dos cookies de terceiros: o que muda para os usuários do Chrome

    O Google anunciou nesta sexta-feira (5) que vai bloquear os cookies de terceiros no seu navegador Chrome até o final de 2024.

    Os cookies são dados armazenados nos navegadores que servem para vários objetivos, como manter a conta de um serviço ativa, salvar os itens no carrinho de compras ou definir anúncios baseados nos interesses do usuário.

    Os cookies de terceiros são aqueles que não pertencem ao site que o usuário está visitando, mas a outras empresas, como redes sociais, plataformas de publicidade ou serviços de análise. Eles são usados para rastrear o comportamento do usuário na internet e criar perfis para segmentar anúncios personalizados.

    O Google diz que vai usar uma alternativa “mais focada em privacidade” para segmentar anúncios publicitários, chamada Proteção antirrastreamento (FLoC, na sigla em inglês). A ferramenta Topics vai deduzir os interesses do usuário a partir dos sites visitados em uma semana e selecionar anúncios de forma aleatória entre os cinco principais temas. Por exemplo, se o usuário visitou sites sobre esportes, viagens e música, ele poderá ver anúncios relacionados a esses assuntos, mas sem identificar quem ele é.

    O Google afirma que a nova solução vai preservar a privacidade do usuário, pois não vai coletar nem compartilhar dados pessoais com terceiros. Além disso, o usuário poderá controlar quais tipos de anúncios quer ver ou não nas configurações do Chrome.

    Outros navegadores, como Firefox, da Mozilla, e Safari, da Apple, já bloqueiam os cookies de terceiros por padrão, alegando que a medida dá mais privacidade aos usuários. No entanto, o Google diz que essa abordagem pode prejudicar a indústria de publicidade online, que depende dos cookies para gerar receita e financiar conteúdos gratuitos na internet.

    O Google vai testar a nova solução gradualmente até o segundo semestre de 2024, com a participação de anunciantes, editores e usuários. A empresa diz que espera que a mudança seja benéfica para todos os envolvidos no ecossistema da web.

    Os cookies são dados armazenados nos navegadores que servem para vários objetivos, como manter a conta de um serviço ativa, salvar os itens no carrinho de compras ou definir anúncios baseados nos interesses do usuário.

    Os cookies de terceiros são aqueles que não pertencem ao site que o usuário está visitando, mas a outras empresas, como redes sociais, plataformas de publicidade ou serviços de análise. Eles são usados para rastrear o comportamento do usuário na internet e criar perfis para segmentar anúncios personalizados.

    O Google diz que vai usar uma alternativa “mais focada em privacidade” para segmentar anúncios publicitários, chamada Proteção antirrastreamento (FLoC, na sigla em inglês). A ferramenta Topics vai deduzir os interesses do usuário a partir dos sites visitados em uma semana e selecionar anúncios de forma aleatória entre os cinco principais temas. Por exemplo, se o usuário visitou sites sobre esportes, viagens e música, ele poderá ver anúncios relacionados a esses assuntos, mas sem identificar quem ele é.

    O Google afirma que a nova solução vai preservar a privacidade do usuário, pois não vai coletar nem compartilhar dados pessoais com terceiros. Além disso, o usuário poderá controlar quais tipos de anúncios quer ver ou não nas configurações do Chrome.

    Outros navegadores, como Firefox, da Mozilla, e Safari, da Apple, já bloqueiam os cookies de terceiros por padrão, alegando que a medida dá mais privacidade aos usuários. No entanto, o Google diz que essa abordagem pode prejudicar a indústria de publicidade online, que depende dos cookies para gerar receita e financiar conteúdos gratuitos na internet.

    O Google vai testar a nova solução gradualmente até o segundo semestre de 2024, com a participação de anunciantes, editores e usuários. A empresa diz que espera que a mudança seja benéfica para todos os envolvidos no ecossistema da web.

  • Como minerar criptomoedas com celular

    Como minerar criptomoedas com celular

    Você já ouviu falar de criptomoedas, como Bitcoin, Ethereum e Dogecoin?

    Essas são moedas digitais que podem ser usadas para comprar bens e serviços na internet, sem intermediários como bancos ou governos. Mas como essas moedas são criadas e distribuídas?

    A resposta é a mineração. A mineração é o processo de resolver problemas matemáticos complexos usando o poder computacional de dispositivos conectados à rede. Cada vez que um problema é resolvido, um novo bloco de dados é adicionado ao registro público de todas as transações de criptomoedas, chamado de blockchain. O minerador que resolve o problema recebe uma recompensa em forma de criptomoedas.

    A mineração é essencial para manter a segurança e a integridade do sistema de criptomoedas, pois evita que alguém altere ou falsifique os dados do blockchain. No entanto, a mineração também é uma atividade que consome muita energia elétrica e requer equipamentos especializados e caros.

    É aí que entra a mineração com celular. A mineração com celular é uma forma de participar da rede de criptomoedas usando o seu smartphone ou tablet. Ao invés de resolver problemas matemáticos diretamente, você pode usar aplicativos que permitem que o seu dispositivo se conecte a uma rede de mineração compartilhada, onde o trabalho é dividido entre vários participantes. Dessa forma, você pode ganhar uma fração das recompensas de mineração, sem gastar muito dinheiro ou energia.

    Existem vários aplicativos que oferecem esse serviço, como o Pi Network, o Bee Network e o Phoneum. Para usá-los, você precisa baixar o aplicativo, criar uma conta e clicar em um botão para iniciar a mineração. Você também pode convidar outras pessoas para se juntarem à sua rede e aumentar os seus ganhos. Alguns aplicativos exigem que você mantenha o aplicativo aberto e o dispositivo conectado à internet, enquanto outros permitem que você mine em segundo plano ou offline.

    A mineração com celular tem algumas vantagens e desvantagens. As vantagens são que você pode começar a minerar sem investir em equipamentos caros, sem consumir muita energia e sem ocupar muito espaço. Você também pode aprender mais sobre o funcionamento das criptomoedas e se familiarizar com elas.

    As desvantagens são que você não vai ganhar muito dinheiro com a mineração com celular, pois as recompensas são muito pequenas e dependem do número de usuários e da dificuldade da rede. Além disso, muitas das criptomoedas que você pode minerar com celular ainda não têm valor de mercado ou não são negociadas em nenhuma plataforma. Ou seja, você pode estar acumulando moedas que não valem nada ou que são muito difíceis de trocar por outras moedas ou por dinheiro real.

    Outro ponto a se considerar é a segurança e a confiabilidade dos aplicativos de mineração com celular. Alguns aplicativos podem ser fraudulentos ou maliciosos, e tentar roubar os seus dados pessoais, infectar o seu dispositivo com vírus ou cobrar taxas abusivas. Por isso, é importante que você pesquise bem antes de baixar qualquer aplicativo, leia os termos e condições, verifique as avaliações e os comentários de outros usuários e use apenas aplicativos de fontes confiáveis.

    Em conclusão, a mineração com celular é uma forma de se envolver com o mundo das criptomoedas, mas não espere ficar rico com isso. É uma atividade que pode ser divertida e educativa, mas que também envolve riscos e limitações. Se você quiser minerar com celular, faça-o com cautela e responsabilidade, e não deixe de explorar outras formas de obter e usar as criptomoedas.

    Essas são moedas digitais que podem ser usadas para comprar bens e serviços na internet, sem intermediários como bancos ou governos. Mas como essas moedas são criadas e distribuídas?

    A resposta é a mineração. A mineração é o processo de resolver problemas matemáticos complexos usando o poder computacional de dispositivos conectados à rede. Cada vez que um problema é resolvido, um novo bloco de dados é adicionado ao registro público de todas as transações de criptomoedas, chamado de blockchain. O minerador que resolve o problema recebe uma recompensa em forma de criptomoedas.

    A mineração é essencial para manter a segurança e a integridade do sistema de criptomoedas, pois evita que alguém altere ou falsifique os dados do blockchain. No entanto, a mineração também é uma atividade que consome muita energia elétrica e requer equipamentos especializados e caros.

    É aí que entra a mineração com celular. A mineração com celular é uma forma de participar da rede de criptomoedas usando o seu smartphone ou tablet. Ao invés de resolver problemas matemáticos diretamente, você pode usar aplicativos que permitem que o seu dispositivo se conecte a uma rede de mineração compartilhada, onde o trabalho é dividido entre vários participantes. Dessa forma, você pode ganhar uma fração das recompensas de mineração, sem gastar muito dinheiro ou energia.

    Existem vários aplicativos que oferecem esse serviço, como o Pi Network, o Bee Network e o Phoneum. Para usá-los, você precisa baixar o aplicativo, criar uma conta e clicar em um botão para iniciar a mineração. Você também pode convidar outras pessoas para se juntarem à sua rede e aumentar os seus ganhos. Alguns aplicativos exigem que você mantenha o aplicativo aberto e o dispositivo conectado à internet, enquanto outros permitem que você mine em segundo plano ou offline.

    A mineração com celular tem algumas vantagens e desvantagens. As vantagens são que você pode começar a minerar sem investir em equipamentos caros, sem consumir muita energia e sem ocupar muito espaço. Você também pode aprender mais sobre o funcionamento das criptomoedas e se familiarizar com elas.

    As desvantagens são que você não vai ganhar muito dinheiro com a mineração com celular, pois as recompensas são muito pequenas e dependem do número de usuários e da dificuldade da rede. Além disso, muitas das criptomoedas que você pode minerar com celular ainda não têm valor de mercado ou não são negociadas em nenhuma plataforma. Ou seja, você pode estar acumulando moedas que não valem nada ou que são muito difíceis de trocar por outras moedas ou por dinheiro real.

    Outro ponto a se considerar é a segurança e a confiabilidade dos aplicativos de mineração com celular. Alguns aplicativos podem ser fraudulentos ou maliciosos, e tentar roubar os seus dados pessoais, infectar o seu dispositivo com vírus ou cobrar taxas abusivas. Por isso, é importante que você pesquise bem antes de baixar qualquer aplicativo, leia os termos e condições, verifique as avaliações e os comentários de outros usuários e use apenas aplicativos de fontes confiáveis.

    Em conclusão, a mineração com celular é uma forma de se envolver com o mundo das criptomoedas, mas não espere ficar rico com isso. É uma atividade que pode ser divertida e educativa, mas que também envolve riscos e limitações. Se você quiser minerar com celular, faça-o com cautela e responsabilidade, e não deixe de explorar outras formas de obter e usar as criptomoedas.

  • Robôs do tamanho de grãos de areia podem revolucionar a medicina

    Robôs do tamanho de grãos de areia podem revolucionar a medicina

    Imagine se pudéssemos enviar pequenos robôs para dentro do nosso corpo, capazes de realizar tarefas como desobstruir artérias, combater células cancerígenas ou fertilizar óvulos.

    Essa é a visão dos pesquisadores que trabalham com os microrrobôs médicos, máquinas minúsculas que podem se locomover pelos fluidos corporais e interagir com os tecidos.

    Os microrrobôs médicos não são uma novidade na ficção científica. Em 1966, o filme “Viagem Fantástica” mostrou uma equipe de cientistas que entrava em um submarino encolhido e era injetada no corpo de um paciente para salvar sua vida. Desde então, muitos outros filmes, livros e jogos exploraram a ideia de explorar o corpo humano em escala microscópica.

    Mas a ficção está cada vez mais próxima da realidade. Em um artigo publicado na revista Science, os pesquisadores Brad Nelson e Salvador Pané, da ETH Zürich, na Suíça, afirmam que os microrrobôs médicos estão prestes a sair dos laboratórios e entrar nos hospitais. Eles apresentam alguns exemplos de microrrobôs que já foram testados em animais e que podem trazer benefícios para diversas áreas da medicina.

    Um desses exemplos é o MagnetoSperm, um microrrobô inspirado nos espermatozoides, que tem uma cabeça magnética e uma cauda flexível. Ele pode ser controlado por um campo magnético externo e usado para transportar cargas úteis dentro do corpo, como medicamentos ou células. O MagnetoSperm poderia, por exemplo, ajudar a guiar espermatozoides até o óvulo, aumentando as chances de fertilização.

    Outro exemplo é o ViRob, um microrrobô cilíndrico com seis pernas que podem se agarrar às paredes dos vasos sanguíneos. Ele pode se mover contra o fluxo sanguíneo e realizar procedimentos como biópsia, remoção de placas ou liberação de drogas. O ViRob poderia, por exemplo, ajudar a tratar doenças cardiovasculares, que são a principal causa de morte no mundo.

    Além desses protótipos, existem pelo menos quatro startups que estão desenvolvendo microrrobôs médicos para aplicações comerciais. Uma delas é a MagForce Nanotechnologies, que usa nanopartículas magnéticas para tratar tumores cerebrais. As nanopartículas são injetadas no tumor e aquecidas por um campo magnético externo, destruindo as células cancerígenas. Outra é a Microbot Medical, que desenvolve microrrobôs para limpar cateteres e shunts, evitando infecções e obstruções. As outras duas são a Nanobiotix, que utiliza nanopartículas para potencializar a radioterapia, e a Nanomix, que cria sensores nanoeletrônicos para diagnóstico rápido.

    Os microrrobôs médicos ainda enfrentam vários desafios para se tornarem uma realidade clínica, como a segurança, a eficácia, a regulamentação e a aceitação do público. Mas os pesquisadores estão otimistas de que eles podem revolucionar a medicina, oferecendo soluções mais precisas, eficientes e menos invasivas para diversas doenças. Eles acreditam que, em breve, poderemos ver os microrrobôs médicos não apenas nas telas, mas também nas nossas veias.

    Essa é a visão dos pesquisadores que trabalham com os microrrobôs médicos, máquinas minúsculas que podem se locomover pelos fluidos corporais e interagir com os tecidos.

    Os microrrobôs médicos não são uma novidade na ficção científica. Em 1966, o filme “Viagem Fantástica” mostrou uma equipe de cientistas que entrava em um submarino encolhido e era injetada no corpo de um paciente para salvar sua vida. Desde então, muitos outros filmes, livros e jogos exploraram a ideia de explorar o corpo humano em escala microscópica.

    Mas a ficção está cada vez mais próxima da realidade. Em um artigo publicado na revista Science, os pesquisadores Brad Nelson e Salvador Pané, da ETH Zürich, na Suíça, afirmam que os microrrobôs médicos estão prestes a sair dos laboratórios e entrar nos hospitais. Eles apresentam alguns exemplos de microrrobôs que já foram testados em animais e que podem trazer benefícios para diversas áreas da medicina.

    Um desses exemplos é o MagnetoSperm, um microrrobô inspirado nos espermatozoides, que tem uma cabeça magnética e uma cauda flexível. Ele pode ser controlado por um campo magnético externo e usado para transportar cargas úteis dentro do corpo, como medicamentos ou células. O MagnetoSperm poderia, por exemplo, ajudar a guiar espermatozoides até o óvulo, aumentando as chances de fertilização.

    Outro exemplo é o ViRob, um microrrobô cilíndrico com seis pernas que podem se agarrar às paredes dos vasos sanguíneos. Ele pode se mover contra o fluxo sanguíneo e realizar procedimentos como biópsia, remoção de placas ou liberação de drogas. O ViRob poderia, por exemplo, ajudar a tratar doenças cardiovasculares, que são a principal causa de morte no mundo.

    Além desses protótipos, existem pelo menos quatro startups que estão desenvolvendo microrrobôs médicos para aplicações comerciais. Uma delas é a MagForce Nanotechnologies, que usa nanopartículas magnéticas para tratar tumores cerebrais. As nanopartículas são injetadas no tumor e aquecidas por um campo magnético externo, destruindo as células cancerígenas. Outra é a Microbot Medical, que desenvolve microrrobôs para limpar cateteres e shunts, evitando infecções e obstruções. As outras duas são a Nanobiotix, que utiliza nanopartículas para potencializar a radioterapia, e a Nanomix, que cria sensores nanoeletrônicos para diagnóstico rápido.

    Os microrrobôs médicos ainda enfrentam vários desafios para se tornarem uma realidade clínica, como a segurança, a eficácia, a regulamentação e a aceitação do público. Mas os pesquisadores estão otimistas de que eles podem revolucionar a medicina, oferecendo soluções mais precisas, eficientes e menos invasivas para diversas doenças. Eles acreditam que, em breve, poderemos ver os microrrobôs médicos não apenas nas telas, mas também nas nossas veias.

  • Modelo de aprendizado de máquina pode prever e prevenir a perda de visão em pacientes com alta miopia

    Modelo de aprendizado de máquina pode prever e prevenir a perda de visão em pacientes com alta miopia

    A alta miopia é uma condição que afeta cerca de 10% da população mundial e pode causar sérios problemas de visão, como descolamento de retina, glaucoma e catarata.

    Essas complicações podem levar à deficiência visual ou até mesmo à cegueira.

    Para evitar esses resultados, é importante identificar os pacientes com alto risco de perda de visão e monitorar sua condição com frequência. No entanto, os métodos atuais de avaliação são baseados em critérios subjetivos e não levam em conta todos os fatores que podem influenciar a progressão da miopia.

    Uma equipe de pesquisadores da Universidade Médica e Odontológica de Tóquio (TMDU) desenvolveu uma solução inovadora para esse problema: um modelo de aprendizado de máquina que pode prever e visualizar o risco de deficiência visual em pacientes com alta miopia.

    O aprendizado de máquina é uma técnica que permite que os computadores aprendam com os dados e façam previsões sem a necessidade de programação explícita. Os pesquisadores da TMDU usaram essa técnica para analisar um conjunto de dados de 967 pacientes japoneses com alta miopia, que foram acompanhados por 3 e 5 anos.

    Eles usaram 34 variáveis que são coletadas durante exames oftalmológicos, como idade, acuidade visual atual e diâmetro da córnea, para treinar e testar vários modelos populares de aprendizado de máquina, como florestas aleatórias e máquinas de vetores de suporte.

    Eles descobriram que o modelo baseado em regressão logística foi o melhor para prever a deficiência visual em 5 anos, com uma precisão de 86% e uma área sob a curva ROC de 0,88. A curva ROC é uma medida que mostra o quão bem um modelo pode distinguir entre duas classes, como deficiência visual ou não.

    Para tornar o modelo mais fácil de usar e interpretar, os pesquisadores usaram um nomograma, que é uma ferramenta gráfica que mostra a importância de cada variável e permite calcular um escore de risco para cada paciente. O nomograma pode ajudar os médicos a avaliar o risco de deficiência visual de forma rápida e intuitiva, e a planejar o tratamento e o acompanhamento adequados.

    Os pesquisadores concluíram que o modelo de aprendizado de máquina tem potencial para ajudar na avaliação e monitoramento clínico dos pacientes com alta miopia e prevenir a perda de visão. Eles esperam que o modelo possa ser aplicado a outras populações e doenças oculares no futuro.

    Fonte: Link.

    Essas complicações podem levar à deficiência visual ou até mesmo à cegueira.

    Para evitar esses resultados, é importante identificar os pacientes com alto risco de perda de visão e monitorar sua condição com frequência. No entanto, os métodos atuais de avaliação são baseados em critérios subjetivos e não levam em conta todos os fatores que podem influenciar a progressão da miopia.

    Uma equipe de pesquisadores da Universidade Médica e Odontológica de Tóquio (TMDU) desenvolveu uma solução inovadora para esse problema: um modelo de aprendizado de máquina que pode prever e visualizar o risco de deficiência visual em pacientes com alta miopia.

    O aprendizado de máquina é uma técnica que permite que os computadores aprendam com os dados e façam previsões sem a necessidade de programação explícita. Os pesquisadores da TMDU usaram essa técnica para analisar um conjunto de dados de 967 pacientes japoneses com alta miopia, que foram acompanhados por 3 e 5 anos.

    Eles usaram 34 variáveis que são coletadas durante exames oftalmológicos, como idade, acuidade visual atual e diâmetro da córnea, para treinar e testar vários modelos populares de aprendizado de máquina, como florestas aleatórias e máquinas de vetores de suporte.

    Eles descobriram que o modelo baseado em regressão logística foi o melhor para prever a deficiência visual em 5 anos, com uma precisão de 86% e uma área sob a curva ROC de 0,88. A curva ROC é uma medida que mostra o quão bem um modelo pode distinguir entre duas classes, como deficiência visual ou não.

    Para tornar o modelo mais fácil de usar e interpretar, os pesquisadores usaram um nomograma, que é uma ferramenta gráfica que mostra a importância de cada variável e permite calcular um escore de risco para cada paciente. O nomograma pode ajudar os médicos a avaliar o risco de deficiência visual de forma rápida e intuitiva, e a planejar o tratamento e o acompanhamento adequados.

    Os pesquisadores concluíram que o modelo de aprendizado de máquina tem potencial para ajudar na avaliação e monitoramento clínico dos pacientes com alta miopia e prevenir a perda de visão. Eles esperam que o modelo possa ser aplicado a outras populações e doenças oculares no futuro.

    Fonte: Link.

  • Google Gemini: o que é e por que gera polêmica

    Google Gemini: o que é e por que gera polêmica

    O Google Gemini é um sistema de inteligência artificial (IA) que pode trabalhar com diferentes tipos de conteúdo, como texto, imagem, vídeo e código, ao mesmo tempo.

    O sistema foi anunciado pelo Google em maio de 2023, durante a conferência Google I/O, e promete ser um dos mais avançados e poderosos do mundo, capaz de superar os modelos de IA existentes, como o ChatGPT, da OpenAI, e o Bing e o Copilot, da Microsoft.

    O Google Gemini tem três versões: Nano, Pro e Ultra. A versão Nano é a mais básica e pode funcionar em dispositivos móveis, como celulares e tablets, mesmo sem conexão com a internet. A versão Pro é a padrão e pode ser usada em serviços online, como o Bard, uma plataforma do Google que permite aos usuários interagir com o Gemini e solicitar diferentes tipos de tarefas, como escrever textos, criar vídeos, resolver problemas matemáticos e programar. A versão Ultra é a mais avançada e complexa, e só estará disponível em 2024, para usuários que precisam realizar tarefas de alto nível, como desenvolver softwares e aplicativos.

    O Google afirma que o Gemini é uma IA multimodal, ou seja, que pode entender e gerar diferentes tipos de conteúdo a partir de um único comando. Por exemplo, se o usuário pedir ao Gemini para criar um vídeo sobre a história do Brasil, o sistema pode usar texto, imagem e vídeo para produzir o conteúdo desejado. Além disso, o Google diz que o Gemini é capaz de aprender com diferentes idiomas e linguagens de programação, e de se adaptar às preferências e necessidades dos usuários.

    No entanto, o Google Gemini também tem gerado muitas críticas e controvérsias, tanto de especialistas quanto de usuários comuns. Algumas das principais críticas são:

    • O Google Gemini pode violar os direitos autorais e a propriedade intelectual de outras pessoas, ao usar e reproduzir conteúdos que não são de sua autoria, sem dar os devidos créditos ou permissões.

    • O Google Gemini pode transmitir informações incorretas, falsas ou sem sentido, ao usar fontes da internet que podem não ser confiáveis, verificadas ou atualizadas. Além disso, o sistema pode não ter uma visão crítica ou ética sobre os conteúdos que produz ou consome.

    • O Google Gemini pode representar uma ameaça à privacidade e à segurança dos usuários, ao coletar, armazenar e analisar dados pessoais, sensíveis ou sigilosos, sem o consentimento ou o conhecimento dos mesmos. Além disso, o sistema pode ser usado para fins maliciosos, como espionagem, manipulação, chantagem ou ataques cibernéticos.

    • O Google Gemini pode causar impactos negativos na sociedade e na economia, ao substituir ou competir com profissionais e trabalhadores humanos, em áreas como jornalismo, educação, arte, entretenimento, ciência e tecnologia. Além disso, o sistema pode influenciar ou controlar as opiniões, as decisões e os comportamentos das pessoas, de forma sutil ou explícita.

    Diante dessas críticas, o Google defende que o Gemini foi desenvolvido para minimizar esses tipos de riscos e danos, e que o sistema segue os princípios e as normas de responsabilidade, transparência e segurança da empresa. O Google também afirma que o Gemini é uma ferramenta que visa ampliar as possibilidades e as capacidades humanas, e não substituí-las ou limitá-las.

    O Google Gemini ainda está em fase de testes e aprimoramento, e deve receber novas atualizações e funcionalidades nos próximos meses e anos. O sistema já pode ser experimentado no Bard, em inglês, e deve chegar em outros idiomas e plataformas em breve. O Google Gemini é um dos projetos mais ambiciosos e polêmicos do campo da inteligência artificial, e deve gerar ainda mais debates e discussões no futuro.

    O sistema foi anunciado pelo Google em maio de 2023, durante a conferência Google I/O, e promete ser um dos mais avançados e poderosos do mundo, capaz de superar os modelos de IA existentes, como o ChatGPT, da OpenAI, e o Bing e o Copilot, da Microsoft.

    O Google Gemini tem três versões: Nano, Pro e Ultra. A versão Nano é a mais básica e pode funcionar em dispositivos móveis, como celulares e tablets, mesmo sem conexão com a internet. A versão Pro é a padrão e pode ser usada em serviços online, como o Bard, uma plataforma do Google que permite aos usuários interagir com o Gemini e solicitar diferentes tipos de tarefas, como escrever textos, criar vídeos, resolver problemas matemáticos e programar. A versão Ultra é a mais avançada e complexa, e só estará disponível em 2024, para usuários que precisam realizar tarefas de alto nível, como desenvolver softwares e aplicativos.

    O Google afirma que o Gemini é uma IA multimodal, ou seja, que pode entender e gerar diferentes tipos de conteúdo a partir de um único comando. Por exemplo, se o usuário pedir ao Gemini para criar um vídeo sobre a história do Brasil, o sistema pode usar texto, imagem e vídeo para produzir o conteúdo desejado. Além disso, o Google diz que o Gemini é capaz de aprender com diferentes idiomas e linguagens de programação, e de se adaptar às preferências e necessidades dos usuários.

    No entanto, o Google Gemini também tem gerado muitas críticas e controvérsias, tanto de especialistas quanto de usuários comuns. Algumas das principais críticas são:

    • O Google Gemini pode violar os direitos autorais e a propriedade intelectual de outras pessoas, ao usar e reproduzir conteúdos que não são de sua autoria, sem dar os devidos créditos ou permissões.

    • O Google Gemini pode transmitir informações incorretas, falsas ou sem sentido, ao usar fontes da internet que podem não ser confiáveis, verificadas ou atualizadas. Além disso, o sistema pode não ter uma visão crítica ou ética sobre os conteúdos que produz ou consome.

    • O Google Gemini pode representar uma ameaça à privacidade e à segurança dos usuários, ao coletar, armazenar e analisar dados pessoais, sensíveis ou sigilosos, sem o consentimento ou o conhecimento dos mesmos. Além disso, o sistema pode ser usado para fins maliciosos, como espionagem, manipulação, chantagem ou ataques cibernéticos.

    • O Google Gemini pode causar impactos negativos na sociedade e na economia, ao substituir ou competir com profissionais e trabalhadores humanos, em áreas como jornalismo, educação, arte, entretenimento, ciência e tecnologia. Além disso, o sistema pode influenciar ou controlar as opiniões, as decisões e os comportamentos das pessoas, de forma sutil ou explícita.

    Diante dessas críticas, o Google defende que o Gemini foi desenvolvido para minimizar esses tipos de riscos e danos, e que o sistema segue os princípios e as normas de responsabilidade, transparência e segurança da empresa. O Google também afirma que o Gemini é uma ferramenta que visa ampliar as possibilidades e as capacidades humanas, e não substituí-las ou limitá-las.

    O Google Gemini ainda está em fase de testes e aprimoramento, e deve receber novas atualizações e funcionalidades nos próximos meses e anos. O sistema já pode ser experimentado no Bard, em inglês, e deve chegar em outros idiomas e plataformas em breve. O Google Gemini é um dos projetos mais ambiciosos e polêmicos do campo da inteligência artificial, e deve gerar ainda mais debates e discussões no futuro.