O e-commerce e a importação de produtos chineses são temas que geram polêmica no Brasil. De um lado, há consumidores que aproveitam os preços baixos e a variedade de itens oferecidos por plataformas como Aliexpress, Shein e Shopee.
De outro, há empresários que reclamam da concorrência desleal e da sonegação de impostos por parte desses sites. Um dos mais críticos é Luciano Hang, dono da Havan, que lidera um movimento contra o chamado “contrabando digital”.
Ele defende que o governo acabe com a isenção de imposto de importação para encomendas de até 50 dólares e cobre uma alíquota única de 60% sobre todas as compras da China.
O governo Lula estuda uma medida provisória nesse sentido, que pode arrecadar até 8 bilhões de reais por ano.
No entanto, a mudança pode encarecer os produtos para os consumidores e gerar atrasos nas entregas.
Gosta do nosso conteúdo?
Este texto foi gerado com o auxílio de ferramentas de IA. Viu algum erro? Avise!
Veja também:
- Consultórios de luxo e fraudes de reembolso: o lado sombrio da nova dermatologiaExiste um momento, dizem os neurologistas, em que o cérebro… Leia mais: Consultórios de luxo e fraudes de reembolso: o lado sombrio da nova dermatologia
- Como o “barato” quase apagou a W Rádio BrasilUm hacker turco, um pirata moderno sem bandeira, invadiu nosso porto, o site, e transformou nossos anúncios em vitrines de um vírus.
- Vicente, o vencedor do avessoEscolher o nome de um filho é, antes de tudo,… Leia mais: Vicente, o vencedor do avesso
- Existe uma bomba-relógio girando sobre a sua cabeça a 28.000 km/hCom 140 milhões de detritos prontos para causar um desastre,… Leia mais: Existe uma bomba-relógio girando sobre a sua cabeça a 28.000 km/h
