Tag: AliExpress

  • Taxação de 92% deixa compras no AliExpress mais caras e derruba discurso do governo e aliados

    Taxação de 92% deixa compras no AliExpress mais caras e derruba discurso do governo e aliados

    Os brasileiros que gostam de comprar produtos baratos no AliExpress, um dos maiores sites de compras do mundo, terão que pagar mais caro a partir de agora.

    O governo federal anunciou que as compras acima de 50 dólares no site terão uma alíquota de 92% de impostos, sendo 60% de imposto de importação e 17% de ICMS.

    A medida faz parte de um programa chamado Remessa Conforme, criado pelo governo petista, liderado por Lula, que visa regular o comércio eletrônico e equilibrar a competição entre empresas estrangeiras e nacionais. Segundo o Ministério da Economia, o objetivo é evitar a evasão fiscal e a sonegação de impostos, além de proteger a indústria nacional e gerar empregos.

    No entanto, a medida gerou críticas e preocupações por parte dos consumidores e dos varejistas brasileiros, que temem o impacto na economia e na concorrência. Muitos afirmam que os produtos vendidos no AliExpress são mais baratos, variados e de qualidade do que os encontrados no mercado nacional, e que o aumento dos impostos vai prejudicar o poder de compra e a liberdade de escolha dos brasileiros.

    Além disso, alguns especialistas alertam que a medida pode ser considerada uma violação das regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), que proíbe a discriminação entre países membros e a imposição de barreiras comerciais injustificadas. Eles também apontam que o programa Remessa Conforme pode ser ineficaz para combater a sonegação fiscal, pois muitos vendedores do AliExpress podem declarar valores menores ou enviar os produtos como presentes para evitar os impostos.

    O AliExpress é um site de origem chinesa que vende produtos de diversos segmentos, como eletrônicos, roupas, acessórios, brinquedos, cosméticos, entre outros. O site possui mais de 100 milhões de usuários no mundo todo, sendo o Brasil um dos seus principais mercados. Em 2022, o site faturou cerca de 74 bilhões de dólares em vendas globais.

    O governo federal anunciou que as compras acima de 50 dólares no site terão uma alíquota de 92% de impostos, sendo 60% de imposto de importação e 17% de ICMS.

    A medida faz parte de um programa chamado Remessa Conforme, criado pelo governo petista, liderado por Lula, que visa regular o comércio eletrônico e equilibrar a competição entre empresas estrangeiras e nacionais. Segundo o Ministério da Economia, o objetivo é evitar a evasão fiscal e a sonegação de impostos, além de proteger a indústria nacional e gerar empregos.

    No entanto, a medida gerou críticas e preocupações por parte dos consumidores e dos varejistas brasileiros, que temem o impacto na economia e na concorrência. Muitos afirmam que os produtos vendidos no AliExpress são mais baratos, variados e de qualidade do que os encontrados no mercado nacional, e que o aumento dos impostos vai prejudicar o poder de compra e a liberdade de escolha dos brasileiros.

    Além disso, alguns especialistas alertam que a medida pode ser considerada uma violação das regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), que proíbe a discriminação entre países membros e a imposição de barreiras comerciais injustificadas. Eles também apontam que o programa Remessa Conforme pode ser ineficaz para combater a sonegação fiscal, pois muitos vendedores do AliExpress podem declarar valores menores ou enviar os produtos como presentes para evitar os impostos.

    O AliExpress é um site de origem chinesa que vende produtos de diversos segmentos, como eletrônicos, roupas, acessórios, brinquedos, cosméticos, entre outros. O site possui mais de 100 milhões de usuários no mundo todo, sendo o Brasil um dos seus principais mercados. Em 2022, o site faturou cerca de 74 bilhões de dólares em vendas globais.

  • Como a taxação das compras internacionais afetou o comércio online no Brasil

    Como a taxação das compras internacionais afetou o comércio online no Brasil

    Você já comprou algo em sites como Aliexpress, Shein ou Shopee? Se sim, você sabe que essas plataformas oferecem produtos de baixo custo, mas que podem demorar muito para chegar e ainda ter que pagar impostos na alfândega.

    Essa situação pode estar mudando em breve, pois o governo brasileiro está negociando com as gigantes do comércio eletrônico para alterar o processo de entrada dessas encomendas no país.

    Segundo uma matéria da CNN Brasil, as compras internacionais de pequeno valor somaram US$ 700,9 milhões em abril, 25,3% menos que a fatura paga em março. Na comparação com abril do ano anterior, a queda é de 20,1%. Isso mostra que o medo dos impostos parece ter afastado muitos brasileiros das compras internacionais.

    O imposto de importação para compras internacionais de pequeno valor é de 60%. Ou seja, se um pedido somar R$ 100, o imposto devido será de R$ 60. Muitas vezes, o tributo pode anular a vantagem de preço dos vendedores asiáticos. Por isso, a Receita Federal quer ter detalhes das compras antes do desembaraço aduaneiro e firmar um acordo com as grandes plataformas para que os impostos sejam pagos pelos clientes na hora da compra, diretamente na plataforma asiática. Em troca, a Receita promete que as compras com imposto pago antecipadamente chegarão mais rápido em casa porque passarão pelo “canal verde” da Receita.

    Essa mudança pode ter impactos positivos e negativos para os consumidores brasileiros. Por um lado, pode reduzir o tempo de espera e a burocracia para receber os produtos comprados no exterior. Por outro lado, pode aumentar o custo final das compras e desestimular a busca por ofertas mais baratas fora do país. Além disso, pode beneficiar os varejistas brasileiros que sofrem com a concorrência desleal dos sites internacionais.

    Essa situação pode estar mudando em breve, pois o governo brasileiro está negociando com as gigantes do comércio eletrônico para alterar o processo de entrada dessas encomendas no país.

    Segundo uma matéria da CNN Brasil, as compras internacionais de pequeno valor somaram US$ 700,9 milhões em abril, 25,3% menos que a fatura paga em março. Na comparação com abril do ano anterior, a queda é de 20,1%. Isso mostra que o medo dos impostos parece ter afastado muitos brasileiros das compras internacionais.

    O imposto de importação para compras internacionais de pequeno valor é de 60%. Ou seja, se um pedido somar R$ 100, o imposto devido será de R$ 60. Muitas vezes, o tributo pode anular a vantagem de preço dos vendedores asiáticos. Por isso, a Receita Federal quer ter detalhes das compras antes do desembaraço aduaneiro e firmar um acordo com as grandes plataformas para que os impostos sejam pagos pelos clientes na hora da compra, diretamente na plataforma asiática. Em troca, a Receita promete que as compras com imposto pago antecipadamente chegarão mais rápido em casa porque passarão pelo “canal verde” da Receita.

    Essa mudança pode ter impactos positivos e negativos para os consumidores brasileiros. Por um lado, pode reduzir o tempo de espera e a burocracia para receber os produtos comprados no exterior. Por outro lado, pode aumentar o custo final das compras e desestimular a busca por ofertas mais baratas fora do país. Além disso, pode beneficiar os varejistas brasileiros que sofrem com a concorrência desleal dos sites internacionais.

  • Nova Tributação: Produtos chineses podem ficar mais caros e demorar ainda mais para chegarem ao Brasil

    Nova Tributação: Produtos chineses podem ficar mais caros e demorar ainda mais para chegarem ao Brasil

    O e-commerce e a importação de produtos chineses são temas que geram polêmica no Brasil. De um lado, há consumidores que aproveitam os preços baixos e a variedade de itens oferecidos por plataformas como Aliexpress, Shein e Shopee.

    De outro, há empresários que reclamam da concorrência desleal e da sonegação de impostos por parte desses sites. Um dos mais críticos é Luciano Hang, dono da Havan, que lidera um movimento contra o chamado “contrabando digital”.

    Ele defende que o governo acabe com a isenção de imposto de importação para encomendas de até 50 dólares e cobre uma alíquota única de 60% sobre todas as compras da China.

    O governo Lula estuda uma medida provisória nesse sentido, que pode arrecadar até 8 bilhões de reais por ano.

    No entanto, a mudança pode encarecer os produtos para os consumidores e gerar atrasos nas entregas.

    De outro, há empresários que reclamam da concorrência desleal e da sonegação de impostos por parte desses sites. Um dos mais críticos é Luciano Hang, dono da Havan, que lidera um movimento contra o chamado “contrabando digital”.

    Ele defende que o governo acabe com a isenção de imposto de importação para encomendas de até 50 dólares e cobre uma alíquota única de 60% sobre todas as compras da China.

    O governo Lula estuda uma medida provisória nesse sentido, que pode arrecadar até 8 bilhões de reais por ano.

    No entanto, a mudança pode encarecer os produtos para os consumidores e gerar atrasos nas entregas.

  • Empresários brasileiros querem que governo Lula tome medidas contra Shein, Shopee e AliExpress

    Empresários brasileiros querem que governo Lula tome medidas contra Shein, Shopee e AliExpress

    Os sites chineses de varejo online, como Shein, Shopee e AliExpress, têm conquistado cada vez mais consumidores brasileiros com seus preços baixos e variedade de produtos.

    Mas essa expansão tem gerado críticas e protestos de empresários nacionais, que acusam as plataformas de praticar um “contrabando digital” e evasão fiscal, ao se aproveitarem de brechas nas regras e fraudarem vendas para evitar a cobrança de impostos de importação.

    O empresário Luciano Hang, presidente da rede Havan, é um dos que lideram essa campanha contra os sites chineses e cobra medidas que combatam a suposta concorrência desleal.

    O governo afirmou que está analisando a questão e que deve apresentar propostas em breve. As plataformas chinesas, por sua vez, dizem que cumprem as leis e normas locais e que seus serviços beneficiam o consumidor brasileiro.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    https://www.moneytimes.com.br/shein-shopee-e-aliexpress-lula-e-congresso-querem-cobrar-impostos-de-e-commerce-chines/

    Mas essa expansão tem gerado críticas e protestos de empresários nacionais, que acusam as plataformas de praticar um “contrabando digital” e evasão fiscal, ao se aproveitarem de brechas nas regras e fraudarem vendas para evitar a cobrança de impostos de importação.

    O empresário Luciano Hang, presidente da rede Havan, é um dos que lideram essa campanha contra os sites chineses e cobra medidas que combatam a suposta concorrência desleal.

    O governo afirmou que está analisando a questão e que deve apresentar propostas em breve. As plataformas chinesas, por sua vez, dizem que cumprem as leis e normas locais e que seus serviços beneficiam o consumidor brasileiro.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    https://www.moneytimes.com.br/shein-shopee-e-aliexpress-lula-e-congresso-querem-cobrar-impostos-de-e-commerce-chines/