O e-commerce e a importação de produtos chineses são temas que geram polêmica no Brasil. De um lado, há consumidores que aproveitam os preços baixos e a variedade de itens oferecidos por plataformas como Aliexpress, Shein e Shopee.
De outro, há empresários que reclamam da concorrência desleal e da sonegação de impostos por parte desses sites. Um dos mais críticos é Luciano Hang, dono da Havan, que lidera um movimento contra o chamado “contrabando digital”.
Ele defende que o governo acabe com a isenção de imposto de importação para encomendas de até 50 dólares e cobre uma alíquota única de 60% sobre todas as compras da China.
O governo Lula estuda uma medida provisória nesse sentido, que pode arrecadar até 8 bilhões de reais por ano.
No entanto, a mudança pode encarecer os produtos para os consumidores e gerar atrasos nas entregas.
De outro, há empresários que reclamam da concorrência desleal e da sonegação de impostos por parte desses sites. Um dos mais críticos é Luciano Hang, dono da Havan, que lidera um movimento contra o chamado “contrabando digital”.
Ele defende que o governo acabe com a isenção de imposto de importação para encomendas de até 50 dólares e cobre uma alíquota única de 60% sobre todas as compras da China.
O governo Lula estuda uma medida provisória nesse sentido, que pode arrecadar até 8 bilhões de reais por ano.
No entanto, a mudança pode encarecer os produtos para os consumidores e gerar atrasos nas entregas.


