Após a declaração da infectologista da OMS, Maria Van Kerkhove, que afirmou que a propagação da doença a partir de pacientes sem sintomas é “muito rara”, a organização explicou que aconteceu uma confusão.
“Estamos absolutamente convencidos de que a transmissão por casos assintomáticos está ocorrendo, a questão é saber quanto”, disse o diretor de emergências da OMS, Michael Ryan.
Maria citava, em sua fala, países com grande capacidade de testagem e rastreio. De acordo com ela quando uma segunda análise dos “casos assintomáticos” é feita, descobre-se que os pacientes tiveram sintomas leves da infecção. A declaração foi criticada principalmente por soar ambígua.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou há pouco que a OMS está “titubeando” e que “abertura mais rápida do comércio”.
“Esses especialistas, por incrível que pareça, não acertam uma. Temos de ser realistas. Sabemos que não tem comprovação de nada. Até a hidroxicloroquina não tem comprovação, e a OMS voltou atrás. A OMS é uma organização que está titubeando. Parece mais um partido político. Não é à toa que o presidente americano deixou de contribuir para a OMS. O Brasil vai pensar nisso.”
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Confira os destaques dos principais jornais do país:
Folha de São Paulo:
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- Uma equipe formada por cientistas brasileiros e finlandeses mapeou uma rede de quase mil estradas antigas, construídas por grupos indígenas do Acre séculos antes da chegada dos europeus e somando […]
Gazeta do Povo:
- “Economia, custo de vida, combate à corrupção e qualidade dos serviços públicos continuarão influenciando o voto”, sublinha Wittenberg.
- Estratégia Brasil 2050 chegou a ser anunciado, com painéis e informativos sobre os avanços. Leia na Gazeta do Povo.
- Apesar das críticas, Zema defendeu a união da direita e disse que estará ao lado de Flávio em eventual segundo turno contra o PT.
O Globo:
O Tempo:
A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui