OMS esclarece confusão e reforça que transmissão por assintomáticos acontece; entenda

Após a declaração da infectologista da OMS, Maria Van Kerkhove, que afirmou que a propagação da doença a partir de pacientes sem sintomas é “muito rara”, a organização explicou que aconteceu uma confusão.

“Estamos absolutamente convencidos de que a transmissão por casos assintomáticos está ocorrendo, a questão é saber quanto”, disse o diretor de emergências da OMS, Michael Ryan.

Maria citava, em sua fala, países com grande capacidade de testagem e rastreio. De acordo com ela quando uma segunda análise dos “casos assintomáticos” é feita, descobre-se que os pacientes tiveram sintomas leves da infecção. A declaração foi criticada principalmente por soar ambígua.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou há pouco que a OMS está “titubeando” e que “abertura mais rápida do comércio”.

“Esses especialistas, por incrível que pareça, não acertam uma. Temos de ser realistas. Sabemos que não tem comprovação de nada. Até a hidroxicloroquina não tem comprovação, e a OMS voltou atrás. A OMS é uma organização que está titubeando. Parece mais um partido político. Não é à toa que o presidente americano deixou de contribuir para a OMS. O Brasil vai pensar nisso.”

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A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui