Tag: 123milhas

  • A crise da 123milhas e o impacto no mercado de viagens

    A crise da 123milhas e o impacto no mercado de viagens

    A 123milhas é uma empresa que vende passagens aéreas promocionais, usando milhas compradas de terceiros.

    A empresa prometia economia de até 50% na compra de bilhetes, mas enfrenta uma grave crise desde o início do ano. A 123milhas suspendeu a emissão de bilhetes e entrou com pedido de recuperação judicial, alegando dificuldades financeiras causadas pela pandemia e pela alta do dólar.

    A situação da empresa deixou milhares de clientes sem voos e sem reembolso. Muitos passageiros descobriram que suas reservas foram canceladas apenas quando chegaram aos aeroportos. Outros tiveram que pagar taxas extras ou comprar novas passagens para embarcar. Alguns clientes relataram que foram vítimas de golpes, recebendo ligações falsas que pediam dados bancários ou cartões de crédito para resolver o problema.

    A 123milhas é alvo de investigação de órgãos de defesa do consumidor, do Ministério Público e de uma possível CPI na Câmara dos Deputados. A empresa é acusada de violar os direitos dos consumidores, praticar concorrência desleal e evasão fiscal. Segundo o Procon-SP, a 123milhas recebeu mais de 18 mil reclamações desde janeiro, sendo a campeã de queixas no setor aéreo. Os clientes lesados pela empresa têm pouca chance de receber o dinheiro de volta ou serem realocados em outros voos.

    A crise da 123milhas provocou uma corrida de passageiros a agências tradicionais e lojas físicas, que oferecem mais segurança e garantia na compra de pacotes de viagem. Empresas como CVC e Decolar relataram aumento nas vendas e na procura por destinos nacionais e internacionais. Segundo especialistas, a pandemia mudou o comportamento dos consumidores, que buscam mais confiança e flexibilidade nas viagens.

    O caso da 123milhas serve como um alerta para os viajantes, que devem pesquisar bem antes de comprar passagens aéreas pela internet. É importante verificar a reputação da empresa, as condições do contrato, as políticas de cancelamento e reembolso, e os canais de atendimento ao cliente. Além disso, é recomendável usar cartão de crédito ou plataformas seguras de pagamento, que podem facilitar o estorno em caso de problemas.

    A empresa prometia economia de até 50% na compra de bilhetes, mas enfrenta uma grave crise desde o início do ano. A 123milhas suspendeu a emissão de bilhetes e entrou com pedido de recuperação judicial, alegando dificuldades financeiras causadas pela pandemia e pela alta do dólar.

    A situação da empresa deixou milhares de clientes sem voos e sem reembolso. Muitos passageiros descobriram que suas reservas foram canceladas apenas quando chegaram aos aeroportos. Outros tiveram que pagar taxas extras ou comprar novas passagens para embarcar. Alguns clientes relataram que foram vítimas de golpes, recebendo ligações falsas que pediam dados bancários ou cartões de crédito para resolver o problema.

    A 123milhas é alvo de investigação de órgãos de defesa do consumidor, do Ministério Público e de uma possível CPI na Câmara dos Deputados. A empresa é acusada de violar os direitos dos consumidores, praticar concorrência desleal e evasão fiscal. Segundo o Procon-SP, a 123milhas recebeu mais de 18 mil reclamações desde janeiro, sendo a campeã de queixas no setor aéreo. Os clientes lesados pela empresa têm pouca chance de receber o dinheiro de volta ou serem realocados em outros voos.

    A crise da 123milhas provocou uma corrida de passageiros a agências tradicionais e lojas físicas, que oferecem mais segurança e garantia na compra de pacotes de viagem. Empresas como CVC e Decolar relataram aumento nas vendas e na procura por destinos nacionais e internacionais. Segundo especialistas, a pandemia mudou o comportamento dos consumidores, que buscam mais confiança e flexibilidade nas viagens.

    O caso da 123milhas serve como um alerta para os viajantes, que devem pesquisar bem antes de comprar passagens aéreas pela internet. É importante verificar a reputação da empresa, as condições do contrato, as políticas de cancelamento e reembolso, e os canais de atendimento ao cliente. Além disso, é recomendável usar cartão de crédito ou plataformas seguras de pagamento, que podem facilitar o estorno em caso de problemas.

  • Consumidores podem acionar justiça por problemas em passagens emitidas pela 123milhas

    Consumidores podem acionar justiça por problemas em passagens emitidas pela 123milhas

    A empresa de viagens online 123milhas, que oferece passagens aéreas e pacotes turísticos com descontos, anunciou a suspensão da emissão de bilhetes da linha “PROMO” por tempo indeterminado.

    A medida afetou milhares de consumidores que já tinham comprado as passagens e tiveram a viagem cancelada sem aviso prévio.

    Segundo a empresa, a suspensão se deve à “instabilidade do mercado aéreo” causada pela pandemia de Covid-19, que teria gerado um “desequilíbrio econômico-financeiro” entre as companhias aéreas e as agências de viagens. A 123milhas informou que está entrando em contato com os clientes para oferecer alternativas, como a remarcação da viagem, a emissão de um voucher ou o reembolso dos valores pagos.

    No entanto, muitos consumidores reclamam que não conseguem falar com a empresa, que não responde aos e-mails, telefonemas ou mensagens nas redes sociais. Além disso, alguns afirmam que receberam propostas de reembolso muito inferiores ao valor pago pelas passagens ou que tiveram que arcar com custos extras para comprar novos bilhetes em cima da hora.

    De acordo com o professor de Direito do Consumidor da USP, Roberto Pfeiffer, os clientes que se sentirem lesados pela 123milhas podem acionar a Justiça por perdas e danos, além da devolução integral dos valores pagos. Ele explica que a empresa tem o dever de cumprir o contrato firmado com o consumidor e de informar com antecedência sobre qualquer alteração na viagem.

    Pfeiffer também orienta os consumidores a verificar se a empresa já emitiu as passagens e, caso contrário, entrar com uma reclamação ou uma ação judicial. Ele ainda sugere depositar as parcelas vincendas em juízo para se resguardar de possíveis cobranças indevidas.

    O especialista alerta que os consumidores devem ter cuidado ao comprar passagens e pacotes pela internet e verificar a reputação das empresas antes de fechar o negócio. Ele recomenda também guardar todos os comprovantes e documentos relacionados à compra e à viagem, como e-mails, recibos, vouchers e bilhetes. Esses documentos podem servir como provas em caso de problemas ou disputas judiciais.

    A medida afetou milhares de consumidores que já tinham comprado as passagens e tiveram a viagem cancelada sem aviso prévio.

    Segundo a empresa, a suspensão se deve à “instabilidade do mercado aéreo” causada pela pandemia de Covid-19, que teria gerado um “desequilíbrio econômico-financeiro” entre as companhias aéreas e as agências de viagens. A 123milhas informou que está entrando em contato com os clientes para oferecer alternativas, como a remarcação da viagem, a emissão de um voucher ou o reembolso dos valores pagos.

    No entanto, muitos consumidores reclamam que não conseguem falar com a empresa, que não responde aos e-mails, telefonemas ou mensagens nas redes sociais. Além disso, alguns afirmam que receberam propostas de reembolso muito inferiores ao valor pago pelas passagens ou que tiveram que arcar com custos extras para comprar novos bilhetes em cima da hora.

    De acordo com o professor de Direito do Consumidor da USP, Roberto Pfeiffer, os clientes que se sentirem lesados pela 123milhas podem acionar a Justiça por perdas e danos, além da devolução integral dos valores pagos. Ele explica que a empresa tem o dever de cumprir o contrato firmado com o consumidor e de informar com antecedência sobre qualquer alteração na viagem.

    Pfeiffer também orienta os consumidores a verificar se a empresa já emitiu as passagens e, caso contrário, entrar com uma reclamação ou uma ação judicial. Ele ainda sugere depositar as parcelas vincendas em juízo para se resguardar de possíveis cobranças indevidas.

    O especialista alerta que os consumidores devem ter cuidado ao comprar passagens e pacotes pela internet e verificar a reputação das empresas antes de fechar o negócio. Ele recomenda também guardar todos os comprovantes e documentos relacionados à compra e à viagem, como e-mails, recibos, vouchers e bilhetes. Esses documentos podem servir como provas em caso de problemas ou disputas judiciais.