Tag: agrotóxicos

  • Agrotóxicos proibidos na Europa são vendidos livremente no Brasil por multinacionais do setor químico

    Agrotóxicos proibidos na Europa são vendidos livremente no Brasil por multinacionais do setor químico

    Você sabia que muitos dos agrotóxicos que são usados nas plantações brasileiras são proibidos na Europa?

    Pois é, isso é o que revela uma reportagem da Agência Pública, que investigou as empresas que mais vendem no Brasil produtos que não podem ser comercializados no continente europeu por causa dos seus riscos à saúde e ao meio ambiente.

    A reportagem mostra que as principais empresas beneficiadas por essa situação são a Syngenta, a UPL e a Basf, que têm autorização para vender no Brasil centenas de produtos que contêm substâncias banidas ou desregulamentadas na União Europeia. Essas empresas têm um forte lobby junto ao governo brasileiro e aos órgãos reguladores, buscando acelerar o registro e a liberação de seus produtos no país.

    Além disso, a reportagem também denuncia que algumas dessas empresas foram acusadas de burlar fiscalizações, usar substâncias poluentes e influenciar a escolha de membros para a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela aprovação de organismos geneticamente modificados no Brasil.

    A reportagem é um exemplo do trabalho investigativo da Agência Pública, que expõe crimes e abusos de poder que afetam a sociedade brasileira. Por isso, a Agência Pública pede o apoio dos leitores para continuar realizando esse tipo de jornalismo independente e de qualidade.

    Se você se interessou pelo assunto e quer saber mais detalhes sobre as empresas que mais vendem no Brasil agrotóxicos proibidos na Europa, você pode acessar o artigo completo no site da Agência Pública . Lá você vai encontrar também outras reportagens sobre temas relevantes para o país, como direitos humanos, meio ambiente, política e economia.

    Pois é, isso é o que revela uma reportagem da Agência Pública, que investigou as empresas que mais vendem no Brasil produtos que não podem ser comercializados no continente europeu por causa dos seus riscos à saúde e ao meio ambiente.

    A reportagem mostra que as principais empresas beneficiadas por essa situação são a Syngenta, a UPL e a Basf, que têm autorização para vender no Brasil centenas de produtos que contêm substâncias banidas ou desregulamentadas na União Europeia. Essas empresas têm um forte lobby junto ao governo brasileiro e aos órgãos reguladores, buscando acelerar o registro e a liberação de seus produtos no país.

    Além disso, a reportagem também denuncia que algumas dessas empresas foram acusadas de burlar fiscalizações, usar substâncias poluentes e influenciar a escolha de membros para a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela aprovação de organismos geneticamente modificados no Brasil.

    A reportagem é um exemplo do trabalho investigativo da Agência Pública, que expõe crimes e abusos de poder que afetam a sociedade brasileira. Por isso, a Agência Pública pede o apoio dos leitores para continuar realizando esse tipo de jornalismo independente e de qualidade.

    Se você se interessou pelo assunto e quer saber mais detalhes sobre as empresas que mais vendem no Brasil agrotóxicos proibidos na Europa, você pode acessar o artigo completo no site da Agência Pública . Lá você vai encontrar também outras reportagens sobre temas relevantes para o país, como direitos humanos, meio ambiente, política e economia.

  • O Brasil e a América do Sul lideram o uso excessivo de agrotóxicos, alerta jornal francês

    O Brasil e a América do Sul lideram o uso excessivo de agrotóxicos, alerta jornal francês

    O jornal francês Le Monde publicou uma matéria sobre o “Atlas dos Agrotóxicos 2022”, um relatório que mostra a pegada mundial de um negócio tóxico que afeta a saúde humana e o meio ambiente.

    O Atlas, elaborado por organizações não governamentais da Europa e da América Latina, revela que o uso de agrotóxicos aumentou 80% desde 1990 em todo o mundo, sendo que o Brasil e a América do Sul são os maiores consumidores dessas substâncias.

    Segundo o Atlas, o Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos, com uma média de 7,3 litros por habitante por ano. Em seguida, vem a Argentina, com 6,9 litros, e o Paraguai, com 5,9 litros. Esses países são os principais produtores de soja, milho e algodão transgênicos, que dependem de grandes quantidades de herbicidas para combater as ervas daninhas. O Atlas também destaca que muitos dos agrotóxicos usados na América do Sul são proibidos ou restritos na União Europeia (UE), por representarem riscos à saúde e ao ambiente.

    Os agrotóxicos são responsáveis por causar diversos problemas, como intoxicações agudas e crônicas, câncer, malformações congênitas, distúrbios hormonais, neurológicos e reprodutivos, além de contaminar os solos, as águas, os alimentos e a biodiversidade. De acordo com um estudo citado pelo Atlas, 385 milhões de pessoas na agricultura adoecem a cada ano por intoxicação aguda por agrotóxicos, sendo que 11 mil morrem. As mulheres e os trabalhadores rurais do Sul global são os mais afetados.

    O Atlas também denuncia o poder das corporações que dominam o mercado global de agrotóxicos, como Bayer-Monsanto, Syngenta-ChemChina e Corteva Agriscience. Essas empresas faturam bilhões de dólares com a venda de seus produtos químicos e influenciam as políticas públicas e as normas regulatórias dos países onde atuam. O Atlas aponta que essas empresas usam estratégias como lobby, propaganda enganosa, ocultação de dados científicos e pressão sobre os agricultores para manter e expandir seus negócios.

    Diante desse cenário alarmante, o Atlas propõe uma mudança urgente no modelo agrícola vigente, baseado na monocultura intensiva e no uso de agrotóxicos. O Atlas defende a transição para uma agricultura agroecológica, que respeita os ciclos da natureza, a diversidade dos ecossistemas e a soberania alimentar dos povos. O Atlas também recomenda medidas como a redução progressiva do uso de agrotóxicos, o fortalecimento dos órgãos de fiscalização e controle, a proteção dos direitos humanos e ambientais dos trabalhadores rurais e dos consumidores e a responsabilização das empresas poluidoras.

    O “Atlas dos Agrotóxicos 2022” é uma ferramenta importante para conscientizar a sociedade sobre os impactos negativos dos agrotóxicos e para mobilizar ações em defesa de uma agricultura mais sustentável e saudável para todos.

    Fonte: Link.

    O Atlas, elaborado por organizações não governamentais da Europa e da América Latina, revela que o uso de agrotóxicos aumentou 80% desde 1990 em todo o mundo, sendo que o Brasil e a América do Sul são os maiores consumidores dessas substâncias.

    Segundo o Atlas, o Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos, com uma média de 7,3 litros por habitante por ano. Em seguida, vem a Argentina, com 6,9 litros, e o Paraguai, com 5,9 litros. Esses países são os principais produtores de soja, milho e algodão transgênicos, que dependem de grandes quantidades de herbicidas para combater as ervas daninhas. O Atlas também destaca que muitos dos agrotóxicos usados na América do Sul são proibidos ou restritos na União Europeia (UE), por representarem riscos à saúde e ao ambiente.

    Os agrotóxicos são responsáveis por causar diversos problemas, como intoxicações agudas e crônicas, câncer, malformações congênitas, distúrbios hormonais, neurológicos e reprodutivos, além de contaminar os solos, as águas, os alimentos e a biodiversidade. De acordo com um estudo citado pelo Atlas, 385 milhões de pessoas na agricultura adoecem a cada ano por intoxicação aguda por agrotóxicos, sendo que 11 mil morrem. As mulheres e os trabalhadores rurais do Sul global são os mais afetados.

    O Atlas também denuncia o poder das corporações que dominam o mercado global de agrotóxicos, como Bayer-Monsanto, Syngenta-ChemChina e Corteva Agriscience. Essas empresas faturam bilhões de dólares com a venda de seus produtos químicos e influenciam as políticas públicas e as normas regulatórias dos países onde atuam. O Atlas aponta que essas empresas usam estratégias como lobby, propaganda enganosa, ocultação de dados científicos e pressão sobre os agricultores para manter e expandir seus negócios.

    Diante desse cenário alarmante, o Atlas propõe uma mudança urgente no modelo agrícola vigente, baseado na monocultura intensiva e no uso de agrotóxicos. O Atlas defende a transição para uma agricultura agroecológica, que respeita os ciclos da natureza, a diversidade dos ecossistemas e a soberania alimentar dos povos. O Atlas também recomenda medidas como a redução progressiva do uso de agrotóxicos, o fortalecimento dos órgãos de fiscalização e controle, a proteção dos direitos humanos e ambientais dos trabalhadores rurais e dos consumidores e a responsabilização das empresas poluidoras.

    O “Atlas dos Agrotóxicos 2022” é uma ferramenta importante para conscientizar a sociedade sobre os impactos negativos dos agrotóxicos e para mobilizar ações em defesa de uma agricultura mais sustentável e saudável para todos.

    Fonte: Link.

  • Agrotóxico mais usado do Brasil está associado a 503 mortes infantis por ano


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  • Venda de agrotóxicos no Brasil deve bater recorde em 2021

    Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal, a indústria de agrotóxicos no Brasil deve registrar um aumento nas vendas com produtores investindo em safras de soja, milho e cana.

    A temporada 2021/22, que começa a ser plantada em setembro, já dá sinais de grande movimento. As vendas antecipadas de agroquímicos já atingiram entre 20% e 30%, bem acima dos 10% historicamente realizados até o final de janeiro.

    Segundo o presidente do Sindiveg, Julio Borges, as pragas que atacam as lavouras têm ficado cada vez mais resistentes, o que exige aplicação de pesticidas.

    “A demanda espero mais uma vez crescente pelo aumento de área das principais culturas e pela lucratividade dos produtores. Com o valor que eles têm por uma safra, vão querer ser mais cuidadosos”, disse ele.

    Em 2020, o faturamento da indústria no Brasil caiu 10,4%, apesar de os agricultores terem investido mais no controle de pragas, doenças e plantas daninhas e aumentado a área plantada.

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  • Fórum promove debate no Pará sobre impacto dos agrotóxicos

    A II Semana de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos na região do Baixo Amazonas foi aberta, nessa segunda-feira (26), no auditório do Campus Tapajós da Universidade Federal Oeste do Pará (Ufopa), no município de Santarém.

    A programação vai até sexta-feira (30) com palestras e debates sobre temas voltados para a saúde humana e o aspecto ambiental, todos relacionados aos danos causados por esses produtos. Haverá atividades também nos municípios de Mojuí dos Campos e Alenquer.

    O evento é organizado pelo Fórum Regional de Combate aos Impactos Causados pelos Agrotóxicos, coordenado pelo Ministério Público do Pará.

    Segundo o MP, no primeiro dia da semana, foi promovida a capacitação de profissionais de saúde. Servidores da Vigilância Sanitária e agentes de saúde receberam orientações sobre como agir na prevenção e o que fazer em casos de intoxicação, que devem ser obrigatoriamente notificados.

  • Revestimento para embalagens é capaz de absorver resíduos de agrotóxicos

    As embalagens geralmente são encaradas como problema ecológico, mas pesquisadores da UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais, conseguiram criar uma que pode ajudar a descontaminar vegetais.

    Na verdade, trata-se de um revestimento de espuma à base de poliuretano capaz de absorver resíduos agrotóxicos dos alimentos e da água.

    O poliuretano é um tipo de plástico usado em esponjas e isolantes térmicos ou acústicos, por exemplo.

    A versão com propriedade descontaminante foi desenvolvida a partir de resíduos da indústria petroquímica e componentes naturais, como óleo de mamona.

    O produto interage apenas com o pesticida, sem interferir nos nutrientes das frutas e verduras.

    Segundo o estudo, com a imersão da espuma em meio aquoso foi possível extrair contaminantes e ainda recuperar o material para nova utilização.

    Foram testados alguns grupos de agrotóxico usados com mais frequência.

    Quem conta o resultado é o professor do Laboratório de Engenharia de Polímeros da UFMG Rodrigo Orétice.

    Sonora: “A gente não testou todos porque na verdade são muitos. Nós testamos então três, que representariam grandes grupos e aí esses três deram resultados positivos”.

    A intenção dos pesquisadores é de que a espuma faça parte de embalagens usadas em supermercados.

    Sonora: “A gente está falando de um material, do ponto de vista de segurança de disponibilização para o setor produtivo, já bastante encaminhado. A gente teria então uma embalagem, conteria essa espuma pra armazenar alimentos, no transporte, até no supermercado, onde a gente em alguns momentos tem que utilizar algum tipo de embalagem para selecionar as frutas, legumes etc.”.