Tag: alimentação

  • Alimentos que podem causar câncer: saiba quais evitar

    Alimentos que podem causar câncer: saiba quais evitar

    O câncer é uma das doenças mais temidas e que atinge milhões de pessoas no mundo todo.

    Muitos fatores podem contribuir para o seu desenvolvimento, incluindo a alimentação. Alguns alimentos podem conter substâncias cancerígenas, que são capazes de alterar o DNA das células e provocar a sua multiplicação descontrolada. Neste post, vamos listar alguns alimentos que podem causar câncer e que devem ser evitados ou consumidos com moderação.

    • Farinha branca: quando os grãos de trigo são refinados, eles perdem os seus nutrientes naturais e recebem um gás de cloro para ficarem mais brancos. Esse produto químico é tóxico e pode causar danos ao organismo. Além disso, a farinha branca aumenta os níveis de açúcar e insulina no sangue, favorecendo o crescimento das células cancerígenas.
    • Carnes processadas: são aquelas que passam por processos de conservação, como salga, cura, defumação ou adição de conservantes químicos, como o nitrato de sódio. Essas carnes contêm alcatrão, a mesma substância presente na fumaça do cigarro, que é comprovadamente cancerígena. As carnes processadas estão associadas ao câncer de boca, esôfago, estômago, cólon e reto.
    • Álcool: o consumo excessivo de bebidas alcoólicas aumenta o risco de vários tipos de câncer, como o de boca, faringe, laringe, esôfago, fígado, mama e cólon. O álcool pode danificar o DNA das células e interferir no metabolismo de outras substâncias nocivas.
    • Refrigerante: além de conter muito açúcar e corantes artificiais, os refrigerantes também possuem ácido fosfórico, que pode alterar o pH do sangue e facilitar a proliferação das células cancerígenas. Alguns refrigerantes também contêm 4-metilimidazol (4-MEI), um composto químico que pode causar câncer em animais.
    • Café: apesar de ter alguns benefícios para a saúde, o café também pode ter efeitos negativos se consumido em excesso. O café contém acrilamida, uma substância que se forma quando os grãos são torrados em altas temperaturas. A acrilamida é considerada potencialmente cancerígena pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
    • Carne vermelha: o consumo elevado de carne vermelha pode aumentar o risco de câncer de cólon e reto. Isso pode ocorrer por causa da presença de ferro heme, que pode gerar radicais livres e danificar o DNA das células. Além disso, as carnes grelhadas ou fritas podem formar compostos chamados aminas heterocíclicas (AHCs) e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), que são carcinogênicos.
    • Frutas não orgânicas: as frutas cultivadas com agrotóxicos podem conter resíduos desses produtos químicos na sua casca ou na sua polpa. Os agrotóxicos podem causar diversos tipos de câncer, como o de mama, próstata, pulmão e linfoma. As frutas mais contaminadas são as maçãs, as uvas, os morangos e as batatas.
    • Alimentos diet: muitas pessoas pensam que os alimentos diet são mais saudáveis do que os normais, mas isso nem sempre é verdade. Os alimentos diet podem conter adoçantes artificiais, como o aspartame e a sacarina, que podem causar câncer em animais. Esses adoçantes também podem alterar a flora intestinal e favorecer o desenvolvimento de tumores. Além disso, os alimentos diet podem ter outros ingredientes prejudiciais à saúde, como gorduras trans, sódio e corantes.

    Esses são alguns exemplos de alimentos que podem causar câncer e que devem ser evitados ou consumidos com moderação. A melhor forma de prevenir a doença é ter uma alimentação equilibrada, rica em alimentos de origem vegetal, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas. Esses alimentos contêm fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, que protegem as células dos danos causados pelos radicais livres. Também é importante manter o peso adequado, praticar atividade física regularmente e não fumar.

    Muitos fatores podem contribuir para o seu desenvolvimento, incluindo a alimentação. Alguns alimentos podem conter substâncias cancerígenas, que são capazes de alterar o DNA das células e provocar a sua multiplicação descontrolada. Neste post, vamos listar alguns alimentos que podem causar câncer e que devem ser evitados ou consumidos com moderação.

    • Farinha branca: quando os grãos de trigo são refinados, eles perdem os seus nutrientes naturais e recebem um gás de cloro para ficarem mais brancos. Esse produto químico é tóxico e pode causar danos ao organismo. Além disso, a farinha branca aumenta os níveis de açúcar e insulina no sangue, favorecendo o crescimento das células cancerígenas.
    • Carnes processadas: são aquelas que passam por processos de conservação, como salga, cura, defumação ou adição de conservantes químicos, como o nitrato de sódio. Essas carnes contêm alcatrão, a mesma substância presente na fumaça do cigarro, que é comprovadamente cancerígena. As carnes processadas estão associadas ao câncer de boca, esôfago, estômago, cólon e reto.
    • Álcool: o consumo excessivo de bebidas alcoólicas aumenta o risco de vários tipos de câncer, como o de boca, faringe, laringe, esôfago, fígado, mama e cólon. O álcool pode danificar o DNA das células e interferir no metabolismo de outras substâncias nocivas.
    • Refrigerante: além de conter muito açúcar e corantes artificiais, os refrigerantes também possuem ácido fosfórico, que pode alterar o pH do sangue e facilitar a proliferação das células cancerígenas. Alguns refrigerantes também contêm 4-metilimidazol (4-MEI), um composto químico que pode causar câncer em animais.
    • Café: apesar de ter alguns benefícios para a saúde, o café também pode ter efeitos negativos se consumido em excesso. O café contém acrilamida, uma substância que se forma quando os grãos são torrados em altas temperaturas. A acrilamida é considerada potencialmente cancerígena pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
    • Carne vermelha: o consumo elevado de carne vermelha pode aumentar o risco de câncer de cólon e reto. Isso pode ocorrer por causa da presença de ferro heme, que pode gerar radicais livres e danificar o DNA das células. Além disso, as carnes grelhadas ou fritas podem formar compostos chamados aminas heterocíclicas (AHCs) e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), que são carcinogênicos.
    • Frutas não orgânicas: as frutas cultivadas com agrotóxicos podem conter resíduos desses produtos químicos na sua casca ou na sua polpa. Os agrotóxicos podem causar diversos tipos de câncer, como o de mama, próstata, pulmão e linfoma. As frutas mais contaminadas são as maçãs, as uvas, os morangos e as batatas.
    • Alimentos diet: muitas pessoas pensam que os alimentos diet são mais saudáveis do que os normais, mas isso nem sempre é verdade. Os alimentos diet podem conter adoçantes artificiais, como o aspartame e a sacarina, que podem causar câncer em animais. Esses adoçantes também podem alterar a flora intestinal e favorecer o desenvolvimento de tumores. Além disso, os alimentos diet podem ter outros ingredientes prejudiciais à saúde, como gorduras trans, sódio e corantes.

    Esses são alguns exemplos de alimentos que podem causar câncer e que devem ser evitados ou consumidos com moderação. A melhor forma de prevenir a doença é ter uma alimentação equilibrada, rica em alimentos de origem vegetal, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas. Esses alimentos contêm fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, que protegem as células dos danos causados pelos radicais livres. Também é importante manter o peso adequado, praticar atividade física regularmente e não fumar.

  • Por que a salsicha é considerada um dos piores alimentos para se consumir?

    Por que a salsicha é considerada um dos piores alimentos para se consumir?

    A salsicha é um embutido que possui má fama devido à presença de aditivos artificiais, gorduras ruins, sódio em excesso e corantes em sua composição.

    A salsicha é um embutido que possui má fama devido à presença de aditivos artificiais, gorduras ruins, sódio em excesso e corantes em sua composição. Por isso, muita gente afirma que salsicha faz mal, mas não sabe como ela é feita.

    No Brasil, em sua fabricação, são utilizados três tipos de carne: a bovina, a suína e de frango. Essas carnes são moídas e misturadas com amido, sal, açúcar, especiarias e nitrito de sódio – substância cancerígena que pode aumentar o risco de câncer do pâncreas e do intestino, além de causar hipertensão.

    A mistura é então embalada em uma tripa sintética e cozida. O resultado é um alimento rico em gorduras saturadas, que elevam o colesterol ruim e prejudicam o coração, e em sódio, que favorece a retenção de líquidos e a pressão alta.

    Além disso, a salsicha tem pouco valor nutricional, pois é pobre em proteínas, vitaminas e minerais. Portanto, o consumo de salsicha deve ser evitado ou reduzido ao mínimo, pois ela pode comprometer a saúde a longo prazo.

    Uma alternativa mais saudável é optar por carnes magras e frescas, como peito de frango ou filé mignon suíno, que são fontes de proteínas de qualidade e têm menos gordura e sódio.

    A salsicha é um embutido que possui má fama devido à presença de aditivos artificiais, gorduras ruins, sódio em excesso e corantes em sua composição. Por isso, muita gente afirma que salsicha faz mal, mas não sabe como ela é feita.

    No Brasil, em sua fabricação, são utilizados três tipos de carne: a bovina, a suína e de frango. Essas carnes são moídas e misturadas com amido, sal, açúcar, especiarias e nitrito de sódio – substância cancerígena que pode aumentar o risco de câncer do pâncreas e do intestino, além de causar hipertensão.

    A mistura é então embalada em uma tripa sintética e cozida. O resultado é um alimento rico em gorduras saturadas, que elevam o colesterol ruim e prejudicam o coração, e em sódio, que favorece a retenção de líquidos e a pressão alta.

    Além disso, a salsicha tem pouco valor nutricional, pois é pobre em proteínas, vitaminas e minerais. Portanto, o consumo de salsicha deve ser evitado ou reduzido ao mínimo, pois ela pode comprometer a saúde a longo prazo.

    Uma alternativa mais saudável é optar por carnes magras e frescas, como peito de frango ou filé mignon suíno, que são fontes de proteínas de qualidade e têm menos gordura e sódio.

  • Bactérias do intestino podem estar relacionadas à Depressão, segundo novo estudo da Universidade de Oxford

    Bactérias do intestino podem estar relacionadas à Depressão, segundo novo estudo da Universidade de Oxford

    A saúde mental é diretamente afetada pela flora intestinal, que é resultado da alimentação.

    Cientistas da Universidade de Oxford na Inglaterra descobriram que há bactérias no intestino que podem estar relacionadas com o desenvolvimento de depressão.

    A equipe de pesquisa, liderada por Najaf Amin, analisou excrementos de mais de 2000 pessoas e descobriu 16 gêneros de bactérias associados com a depressão.

    As bactérias do intestino afetam a saúde mental por meio de três caminhos principais: produção de citocinas que afetam o sistema imunológico, produção de substâncias sinalizadoras para o cérebro, e influência na liberação de neurotransmissores, como serotonina.

    A saúde mental é diretamente afetada pela flora intestinal, que é resultado da alimentação, tornando uma dieta saudável crucial para o cuidado com a saúde mental.

    No entanto, são necessários mais estudos longitudinais para estabelecer de maneira definitiva a associação entre a flora intestinal e a depressão.

    Cientistas da Universidade de Oxford na Inglaterra descobriram que há bactérias no intestino que podem estar relacionadas com o desenvolvimento de depressão.

    A equipe de pesquisa, liderada por Najaf Amin, analisou excrementos de mais de 2000 pessoas e descobriu 16 gêneros de bactérias associados com a depressão.

    As bactérias do intestino afetam a saúde mental por meio de três caminhos principais: produção de citocinas que afetam o sistema imunológico, produção de substâncias sinalizadoras para o cérebro, e influência na liberação de neurotransmissores, como serotonina.

    A saúde mental é diretamente afetada pela flora intestinal, que é resultado da alimentação, tornando uma dieta saudável crucial para o cuidado com a saúde mental.

    No entanto, são necessários mais estudos longitudinais para estabelecer de maneira definitiva a associação entre a flora intestinal e a depressão.

  • OMS quer impor limite de sódio nos alimentos para reduzir 30% do consumo de sal

    Em relatório divulgado pelo órgão, 3 milhões de pessoas morrem por ano devido à alta ingestão de sódio. Confira na nova edição do Minuto Saúde.

    Você pode ter este conteúdo na sua rádio. Saiba mais aqui.


    Veja também:


    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Minuto Saúde – Edição 7 de maio

    Minuto Saúde – Edição 7 de maio

    Confira a nova edição do Minuto Saúde.

    Você pode ter este conteúdo na sua rádio. Saiba mais aqui.


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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Feira no Rio celebra comida de rua; coxinha de um quilo foi um dos destaques do evento

    A comida de rua ou podrão, no “carioquês”, foi celebrada nesse fim de semana no Rio de Janeiro. A segunda edição da Feira Nacional do Podrão reuniu mais de 30 expositores de comida de rua no Terreirão do Samba, na região central da cidade.

    O evento privilegia lanches generosos com valores acessíveis, entre R$ 3 e R$ 40.

    Essa edição inovou ao premiar os três melhores podrões do Rio de Janeiro.

    Entre os destaques desta edição, estão, por exemplo, a coxinha de um quilo e a pizza de costela com agrião.

    Tradicionais pontos de comida de rua do Rio também marcam presença como a Batata de Marechal Hermes, na zona norte, e a viúva do Gaúcho, famoso cachorro-quente do Méier, na mesma região.

    A intenção das organizadoras é que a feira entre para o calendário de eventos do Rio.

    Acompanhe a reportagem e saiba mais. Por Radioagência Nacional.

  • Preço da cesta básica paulistana tem alta de 2,95% em junho

    O custo dos produtos da cesta básica na capital paulista teve alta de 2,95% em junho, na comparação com maio, segundo pesquisa da Fundação Procon-SP. O preço médio da cesta passou de R$ 682,25 em maio para R$ 702,38 em junho.

    A pesquisa constatou alta de 3,64% em itens de alimentação, influenciada por problemas climáticos, questões sazonais, excesso ou escassez de oferta ou demanda pelos produtos, preços das commodities, variações cambiais, formação de estoques e desonerações de tributos.

    Os produtos que mais encareceram foram o leite UHT (22,97%), frango resfriado inteiro (20,36%), farinha de trigo (19,48%), alho (13,76%) e carne de segunda sem osso (12,25%). As maiores quedas foram observadas na batata (-56,53%), cebola (-22,57%) e biscoito recheado (-9,55%).

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    Limpeza e higiene

    Houve queda em limpeza (-0,19%) e higiene pessoal (-1,75%). No grupo limpeza, o preço médio dos produtos era de R$ 36,91 em maio e diminuiu para R$ 36,84 em junho. Tiveram redução o detergente (-4,48%), o limpador multiuso (4,46%) e o sabão em barra (-3,10%).

    No grupo higiene pessoal, os produtos custavam, em média, R$ 60,60 em maio e caíram para R$ 59,54 em junho. Apresentaram queda o sabonete (-5,74%), o papel higiênico (-1,68%) e o creme dental (-0,80%). Por Agência Brasil.

  • Veja porque você deveria comer mais romã

    Está na hora de pararmos de lembrar da romã somente nas festas de final de ano. Isso porque, segundo o UOL, a fruta é rica em vitaminas A, C e do complexo B, além de ser uma excelente fonte de ferro e cálcio e, no caso da romã vermelha, ácido elágico e antioxidantes.

    E o mais legal é que, basicamente, a romã inteira pode ser aproveitada. Além da polpa, a casca é muito recomendada para fazer chás. A mistura ajuda a curar aftas e infecções de boca e garganta. E as sementes também podem ser mastigadas.

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    Porém, como tudo em excesso faz mal, é bom não extrapolar na dose. O consumo excessivo de romã pode causar efeitos colaterais como náuseas e vômito. Assim, o ideal é comer apenas duas romãs por dia.

    Já aproveitando os benefícios até então desconhecidos dessa fruta, vai aí um chá de romã?

    Receita

    Ingredientes:

    4 romãs;
    1 litro de água;
    Mel para adoçar.

    Modo de preparo:

    Limpe as romãs e separe as cascas deixando-as em pedaços menores;
    Em uma panela, misture a água e as cascas e deixe fervendo por aproximadamente cinco minutos para que as propriedades da romã sejam liberadas;
    Desligue o fogo e retire as cascas;
    Se for da sua preferência, adoce com o mel e beba ainda quente.