Tag: alimento

  • Neofobia Alimentar: Por Que Crianças Odeiam Pedaços e Caroços na Comida?

    Neofobia Alimentar: Por Que Crianças Odeiam Pedaços e Caroços na Comida?

    As crianças de seis anos têm uma preferência acentuada por alimentos sem caroços, sementes ou pedaços de frutas, como revelado por um estudo da Universidade de Copenhague.

    A pesquisa envolveu 485 crianças entre 5 e 12 anos, que foram solicitadas a escolher entre alimentos com e sem pedaços, sementes e caroços.

    A neofobia alimentar, ou a relutância em comer alimentos novos ou desconhecidos, atinge o pico por volta dos seis anos, possivelmente como uma função protetora para evitar alimentos potencialmente venenosos.

    Embora as crianças de seis anos tenham uma aversão significativa a pedaços na comida, essa preferência muda gradualmente entre as idades de 7 a 12 anos, influenciada pela socialização e exposição a novos alimentos.

    Os resultados enfatizam a relevância da persistência na introdução de novos alimentos, evitando o uso de compulsões ou recompensas, e proporcionam percepções valiosas para pais e para o setor alimentício a respeito das preferências culinárias infantis.

    Fonte: Link.


    A pesquisa envolveu 485 crianças entre 5 e 12 anos, que foram solicitadas a escolher entre alimentos com e sem pedaços, sementes e caroços.

    A neofobia alimentar, ou a relutância em comer alimentos novos ou desconhecidos, atinge o pico por volta dos seis anos, possivelmente como uma função protetora para evitar alimentos potencialmente venenosos.

    Embora as crianças de seis anos tenham uma aversão significativa a pedaços na comida, essa preferência muda gradualmente entre as idades de 7 a 12 anos, influenciada pela socialização e exposição a novos alimentos.

    Os resultados enfatizam a relevância da persistência na introdução de novos alimentos, evitando o uso de compulsões ou recompensas, e proporcionam percepções valiosas para pais e para o setor alimentício a respeito das preferências culinárias infantis.

    Fonte: Link.


  • Desperdício de Alimentos no Brasil: Uma Questão Urgente e Silenciosa

    Desperdício de Alimentos no Brasil: Uma Questão Urgente e Silenciosa

    Estima-se que 30% dos alimentos produzidos no país são jogados no lixo, o que equivale a 46 milhões de toneladas por ano.

    Isso significa que, enquanto milhões de pessoas passam fome, toneladas de comida vão para o aterro sanitário.

    Esta estatística chocante ilustra um paradoxo doloroso em nossa sociedade: enquanto milhões de nossos cidadãos lutam contra a fome todos os dias, uma quantidade colossal de comida é desperdiçada, indo diretamente para os aterros sanitários. Este cenário ressalta a necessidade urgente de políticas eficazes de gestão de resíduos e conscientização sobre o desperdício de alimentos.

    Existem diversas causas para o desperdício de alimentos, desde a falta de planejamento nas compras até o armazenamento inadequado. No entanto, o maior vilão é o consumo excessivo, impulsionado pela cultura do “quanto mais, melhor”.

    Para evitar o desperdício de alimentos, é essencial adotar algumas práticas conscientes. Planeje suas compras fazendo uma lista do que é necessário e evitando compras por impulso. Armazene os alimentos corretamente, pois cada tipo de alimento possui um modo ideal de armazenamento. Cozinhe apenas o que você vai comer para evitar fazer porções muito grandes, e congele o que sobrar. Seja criativo e use as sobras de comida para criar novos pratos. Além disso, doe alimentos para quem precisa, pois existem diversas instituições que aceitam doações de alimentos. Essas ações podem ajudar significativamente a reduzir o desperdício de alimentos.

    Quais medidas o Governo pode adotar

    O governo pode implementar várias políticas públicas para combater o desperdício de alimentos. Isso pode incluir a promoção de campanhas de conscientização sobre o impacto ambiental e econômico do desperdício de alimentos, incentivando os consumidores a comprar apenas o necessário e a utilizar integralmente os alimentos.

    Além disso, o governo pode estabelecer programas de doação de alimentos não vendidos para instituições de caridade e abrigos. Outra política eficaz seria a implementação de leis que incentivem supermercados e restaurantes a doar alimentos não vendidos, em vez de descartá-los. Investimentos em tecnologias de armazenamento e transporte de alimentos também podem ajudar a reduzir o desperdício ao longo da cadeia de suprimentos.

    O Brasil, apesar de ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo, enfrenta desafios significativos em relação à fome. A distribuição desigual de alimentos, agravada por disparidades socioeconômicas e geográficas, resulta em insegurança alimentar em várias regiões do país.

    Além disso, a falta de infraestrutura adequada para armazenamento e transporte pode levar à perda de alimentos, enquanto a inflação e a instabilidade econômica podem tornar os alimentos inacessíveis para muitos.

    Portanto, apesar da abundância de produção de alimentos, o problema da fome ainda persiste, exigindo políticas eficazes de distribuição de alimentos e medidas de alívio da pobreza.

    Lembre-se: cada gesto, por menor que seja, faz a diferença. Ao evitar o desperdício de comida, você contribui para um futuro mais justo e sustentável.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.


    Isso significa que, enquanto milhões de pessoas passam fome, toneladas de comida vão para o aterro sanitário.

    Esta estatística chocante ilustra um paradoxo doloroso em nossa sociedade: enquanto milhões de nossos cidadãos lutam contra a fome todos os dias, uma quantidade colossal de comida é desperdiçada, indo diretamente para os aterros sanitários. Este cenário ressalta a necessidade urgente de políticas eficazes de gestão de resíduos e conscientização sobre o desperdício de alimentos.

    Existem diversas causas para o desperdício de alimentos, desde a falta de planejamento nas compras até o armazenamento inadequado. No entanto, o maior vilão é o consumo excessivo, impulsionado pela cultura do “quanto mais, melhor”.

    Para evitar o desperdício de alimentos, é essencial adotar algumas práticas conscientes. Planeje suas compras fazendo uma lista do que é necessário e evitando compras por impulso. Armazene os alimentos corretamente, pois cada tipo de alimento possui um modo ideal de armazenamento. Cozinhe apenas o que você vai comer para evitar fazer porções muito grandes, e congele o que sobrar. Seja criativo e use as sobras de comida para criar novos pratos. Além disso, doe alimentos para quem precisa, pois existem diversas instituições que aceitam doações de alimentos. Essas ações podem ajudar significativamente a reduzir o desperdício de alimentos.

    Quais medidas o Governo pode adotar

    O governo pode implementar várias políticas públicas para combater o desperdício de alimentos. Isso pode incluir a promoção de campanhas de conscientização sobre o impacto ambiental e econômico do desperdício de alimentos, incentivando os consumidores a comprar apenas o necessário e a utilizar integralmente os alimentos.

    Além disso, o governo pode estabelecer programas de doação de alimentos não vendidos para instituições de caridade e abrigos. Outra política eficaz seria a implementação de leis que incentivem supermercados e restaurantes a doar alimentos não vendidos, em vez de descartá-los. Investimentos em tecnologias de armazenamento e transporte de alimentos também podem ajudar a reduzir o desperdício ao longo da cadeia de suprimentos.

    O Brasil, apesar de ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo, enfrenta desafios significativos em relação à fome. A distribuição desigual de alimentos, agravada por disparidades socioeconômicas e geográficas, resulta em insegurança alimentar em várias regiões do país.

    Além disso, a falta de infraestrutura adequada para armazenamento e transporte pode levar à perda de alimentos, enquanto a inflação e a instabilidade econômica podem tornar os alimentos inacessíveis para muitos.

    Portanto, apesar da abundância de produção de alimentos, o problema da fome ainda persiste, exigindo políticas eficazes de distribuição de alimentos e medidas de alívio da pobreza.

    Lembre-se: cada gesto, por menor que seja, faz a diferença. Ao evitar o desperdício de comida, você contribui para um futuro mais justo e sustentável.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.


  • Entendendo a alta dos preços de alimentos durante a Semana Santa no Brasil

    Entendendo a alta dos preços de alimentos durante a Semana Santa no Brasil

    A Semana Santa é um período de intensa significância cultural e religiosa no Brasil, marcado por tradições que influenciam diretamente o consumo e, consequentemente, os preços de certos alimentos.

    Tradicionalmente, há um aumento na demanda por produtos como carne, peixe e ovos, o que pode levar a uma elevação nos preços desses itens.

    Um dos principais fatores que contribuem para o aumento dos preços é a tradição católica de abstinência de carne vermelha na Sexta-feira Santa, o que impulsiona a procura por alternativas como peixes e frutos do mar. Essa mudança nos hábitos de consumo gera uma pressão sobre a oferta desses produtos, resultando em preços mais altos.

    Além disso, questões climáticas têm impacto significativo na produção e no custo dos alimentos. Eventos climáticos extremos, como altas temperaturas e enchentes, podem afetar a produção agrícola e a disponibilidade de alimentos, como observado em recentes relatórios econômicos. Esses eventos podem reduzir a oferta de produtos alimentícios no mercado, elevando os preços durante períodos de alta demanda, como a Semana Santa.

    Outro aspecto relevante é o efeito sazonal. Durante o verão, por exemplo, a oferta de alimentos in natura tende a diminuir, o que pode elevar os preços. Esse efeito é exacerbado durante a Semana Santa, quando a demanda por certos produtos alimentícios aumenta ainda mais.

    O governo brasileiro, por meio de ministros e especialistas, reconhece o impacto dessas questões climáticas e sazonais nos preços dos alimentos e busca implementar medidas para mitigar esses efeitos e garantir que os preços sejam acessíveis à população.

    Portanto, a combinação de tradições culturais, questões climáticas e efeitos sazonais são fatores-chave que explicam o aumento dos preços de alimentos como carne, peixe e ovos durante a Semana Santa no Brasil. Enquanto as tradições continuam a influenciar os padrões de consumo, é essencial que haja um esforço contínuo para entender e abordar os desafios que afetam a produção e o preço dos alimentos, assegurando que todos possam participar das celebrações da Semana Santa sem preocupações financeiras excessivas.

    Tradicionalmente, há um aumento na demanda por produtos como carne, peixe e ovos, o que pode levar a uma elevação nos preços desses itens.

    Um dos principais fatores que contribuem para o aumento dos preços é a tradição católica de abstinência de carne vermelha na Sexta-feira Santa, o que impulsiona a procura por alternativas como peixes e frutos do mar. Essa mudança nos hábitos de consumo gera uma pressão sobre a oferta desses produtos, resultando em preços mais altos.

    Além disso, questões climáticas têm impacto significativo na produção e no custo dos alimentos. Eventos climáticos extremos, como altas temperaturas e enchentes, podem afetar a produção agrícola e a disponibilidade de alimentos, como observado em recentes relatórios econômicos. Esses eventos podem reduzir a oferta de produtos alimentícios no mercado, elevando os preços durante períodos de alta demanda, como a Semana Santa.

    Outro aspecto relevante é o efeito sazonal. Durante o verão, por exemplo, a oferta de alimentos in natura tende a diminuir, o que pode elevar os preços. Esse efeito é exacerbado durante a Semana Santa, quando a demanda por certos produtos alimentícios aumenta ainda mais.

    O governo brasileiro, por meio de ministros e especialistas, reconhece o impacto dessas questões climáticas e sazonais nos preços dos alimentos e busca implementar medidas para mitigar esses efeitos e garantir que os preços sejam acessíveis à população.

    Portanto, a combinação de tradições culturais, questões climáticas e efeitos sazonais são fatores-chave que explicam o aumento dos preços de alimentos como carne, peixe e ovos durante a Semana Santa no Brasil. Enquanto as tradições continuam a influenciar os padrões de consumo, é essencial que haja um esforço contínuo para entender e abordar os desafios que afetam a produção e o preço dos alimentos, assegurando que todos possam participar das celebrações da Semana Santa sem preocupações financeiras excessivas.

  • Restaurantes em São Paulo adotam medidas para combater o desperdício de comida

    Restaurantes em São Paulo adotam medidas para combater o desperdício de comida

    O Brasil é um dos países que mais desperdiçam alimentos no mundo. 

    Segundo a ONU, cerca de 27 milhões de toneladas de alimentos são jogados fora por ano no país, sendo que 80% desse desperdício acontecem no processo de produção, manuseio, transporte e nas centrais de abastecimento. Além do impacto ambiental, social e econômico, o desperdício de comida é um contraste com a realidade de milhões de brasileiros que sofrem com a fome e a insegurança alimentar.

    Diante desse cenário, alguns restaurantes em São Paulo estão buscando formas de reduzir o desperdício de comida e contribuir para uma alimentação mais sustentável e solidária. Conheça algumas dessas iniciativas:

    Praça São Lourenço

    O restaurante Praça São Lourenço, localizado na Vila Olímpia, tem como proposta oferecer uma gastronomia variada e de qualidade, com ingredientes frescos e orgânicos. Para evitar o desperdício, o restaurante adota algumas medidas, como:

    • Planejar o cardápio e as compras de acordo com a demanda dos clientes;

    • Aproveitar integralmente os alimentos, usando cascas, talos e sementes em receitas criativas;

    • Doar os alimentos excedentes para instituições sociais cadastradas no projeto Mesa Brasil, do Sesc;

    • Compostar os resíduos orgânicos e usá-los como adubo na própria horta do restaurante;

    • Sensibilizar os funcionários e os clientes sobre a importância de evitar o desperdício.

    Mexicaníssimo

    O Mexicaníssimo é um restaurante especializado em culinária mexicana, com unidades no Brooklin e na Vila Olímpia. O restaurante se diferencia por oferecer um menu tradicionalmente mexicano, com opções para vegetarianos e veganos. Para combater o desperdício, o restaurante adota as seguintes práticas:

    • Usar embalagens biodegradáveis e recicláveis para o delivery;

    • Oferecer aos clientes a opção de levar para casa as sobras das refeições;

    • Participar do aplicativo Cheap Food, que conecta restaurantes que têm alimentos que seriam descartados com consumidores que querem aproveitá-los, por um preço mais acessível;

    • Apoiar o projeto Gramachinho, que alimenta centenas de famílias em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que dependiam do maior lixão da América Latina para sobreviver.

    Othelo

    O Othelo é um restaurante que oferece uma cozinha contemporânea, com influências da gastronomia italiana, francesa e brasileira. O restaurante está localizado no Campo Belo e tem como propósito servir pratos saborosos, saudáveis e sustentáveis. Para isso, o restaurante segue algumas ações, como:

    • Utilizar ingredientes orgânicos, locais e da estação, valorizando os pequenos produtores;

    • Controlar o estoque e o preparo dos alimentos, evitando o excesso e o desperdício;

    • Separar e reciclar os resíduos sólidos, como papel, plástico, metal e vidro;

    • Destinar os resíduos orgânicos para uma empresa especializada em compostagem, que transforma o material em adubo para hortas urbanas;

    • Educar os colaboradores e os clientes sobre a importância de reduzir o desperdício e preservar o meio ambiente.

    Almanara

    O Almanara é um restaurante especializado em culinária árabe, com mais de 60 anos de tradição em São Paulo. O restaurante possui diversas unidades na cidade e oferece um cardápio variado, com pratos típicos e saudáveis. Para minimizar o desperdício, o restaurante adota as seguintes medidas:

    • Utilizar técnicas de conservação e armazenamento dos alimentos, seguindo as normas de higiene e segurança alimentar;

    • Servir porções adequadas aos clientes, evitando o desperdício no prato;

    • Oferecer aos clientes a possibilidade de escolher entre diferentes tamanhos de porções, de acordo com a sua fome;

    • Doar os alimentos que não foram consumidos para entidades assistenciais, por meio do programa Mesa Brasil, do Sesc;

    • Incentivar os clientes a levar para casa as sobras das refeições, fornecendo embalagens apropriadas.

    Esses são alguns exemplos de restaurantes em São Paulo que estão fazendo a sua parte para combater o desperdício de comida e promover uma alimentação mais consciente e responsável. Essas iniciativas podem servir de inspiração para outros estabelecimentos e consumidores que queiram se engajar nessa causa e contribuir para um mundo melhor.

    Segundo a ONU, cerca de 27 milhões de toneladas de alimentos são jogados fora por ano no país, sendo que 80% desse desperdício acontecem no processo de produção, manuseio, transporte e nas centrais de abastecimento. Além do impacto ambiental, social e econômico, o desperdício de comida é um contraste com a realidade de milhões de brasileiros que sofrem com a fome e a insegurança alimentar.

    Diante desse cenário, alguns restaurantes em São Paulo estão buscando formas de reduzir o desperdício de comida e contribuir para uma alimentação mais sustentável e solidária. Conheça algumas dessas iniciativas:

    Praça São Lourenço

    O restaurante Praça São Lourenço, localizado na Vila Olímpia, tem como proposta oferecer uma gastronomia variada e de qualidade, com ingredientes frescos e orgânicos. Para evitar o desperdício, o restaurante adota algumas medidas, como:

    • Planejar o cardápio e as compras de acordo com a demanda dos clientes;

    • Aproveitar integralmente os alimentos, usando cascas, talos e sementes em receitas criativas;

    • Doar os alimentos excedentes para instituições sociais cadastradas no projeto Mesa Brasil, do Sesc;

    • Compostar os resíduos orgânicos e usá-los como adubo na própria horta do restaurante;

    • Sensibilizar os funcionários e os clientes sobre a importância de evitar o desperdício.

    Mexicaníssimo

    O Mexicaníssimo é um restaurante especializado em culinária mexicana, com unidades no Brooklin e na Vila Olímpia. O restaurante se diferencia por oferecer um menu tradicionalmente mexicano, com opções para vegetarianos e veganos. Para combater o desperdício, o restaurante adota as seguintes práticas:

    • Usar embalagens biodegradáveis e recicláveis para o delivery;

    • Oferecer aos clientes a opção de levar para casa as sobras das refeições;

    • Participar do aplicativo Cheap Food, que conecta restaurantes que têm alimentos que seriam descartados com consumidores que querem aproveitá-los, por um preço mais acessível;

    • Apoiar o projeto Gramachinho, que alimenta centenas de famílias em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que dependiam do maior lixão da América Latina para sobreviver.

    Othelo

    O Othelo é um restaurante que oferece uma cozinha contemporânea, com influências da gastronomia italiana, francesa e brasileira. O restaurante está localizado no Campo Belo e tem como propósito servir pratos saborosos, saudáveis e sustentáveis. Para isso, o restaurante segue algumas ações, como:

    • Utilizar ingredientes orgânicos, locais e da estação, valorizando os pequenos produtores;

    • Controlar o estoque e o preparo dos alimentos, evitando o excesso e o desperdício;

    • Separar e reciclar os resíduos sólidos, como papel, plástico, metal e vidro;

    • Destinar os resíduos orgânicos para uma empresa especializada em compostagem, que transforma o material em adubo para hortas urbanas;

    • Educar os colaboradores e os clientes sobre a importância de reduzir o desperdício e preservar o meio ambiente.

    Almanara

    O Almanara é um restaurante especializado em culinária árabe, com mais de 60 anos de tradição em São Paulo. O restaurante possui diversas unidades na cidade e oferece um cardápio variado, com pratos típicos e saudáveis. Para minimizar o desperdício, o restaurante adota as seguintes medidas:

    • Utilizar técnicas de conservação e armazenamento dos alimentos, seguindo as normas de higiene e segurança alimentar;

    • Servir porções adequadas aos clientes, evitando o desperdício no prato;

    • Oferecer aos clientes a possibilidade de escolher entre diferentes tamanhos de porções, de acordo com a sua fome;

    • Doar os alimentos que não foram consumidos para entidades assistenciais, por meio do programa Mesa Brasil, do Sesc;

    • Incentivar os clientes a levar para casa as sobras das refeições, fornecendo embalagens apropriadas.

    Esses são alguns exemplos de restaurantes em São Paulo que estão fazendo a sua parte para combater o desperdício de comida e promover uma alimentação mais consciente e responsável. Essas iniciativas podem servir de inspiração para outros estabelecimentos e consumidores que queiram se engajar nessa causa e contribuir para um mundo melhor.

  • Intoxicação alimentar: por que é mais perigoso comer em casa do que na rua

    Intoxicação alimentar: por que é mais perigoso comer em casa do que na rua

    A intoxicação alimentar é uma doença causada pela ingestão de alimentos contaminados por microrganismos, como bactérias, vírus ou fungos, ou por substâncias tóxicas, como agrotóxicos, metais pesados ou toxinas naturais.

    Os sintomas mais comuns são náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, febre e mal-estar.

    Muitas pessoas pensam que o risco de intoxicação alimentar é maior na rua, em restaurantes, lanchonetes ou barracas de comida, do que em casa. No entanto, isso nem sempre é verdade. Na rua, há um controle rigoroso da vigilância sanitária, que fiscaliza as condições de higiene, manipulação, armazenamento e transporte dos alimentos. Além disso, os estabelecimentos comerciais devem seguir as normas técnicas e as boas práticas de fabricação, que garantem a qualidade e a segurança dos alimentos.

    Em casa, por outro lado, as pessoas podem não seguir as orientações sobre armazenamento e consumo de alimentos, que são essenciais para prevenir a intoxicação alimentar. Por exemplo, é importante respeitar as duas datas de validade dos produtos: a data de validade de um produto fechado e a data de validade depois que o produto é aberto. A data de validade de um produto fechado indica até quando o fabricante garante a qualidade e a segurança do alimento, desde que armazenado adequadamente. A data de validade depois que o produto é aberto indica o tempo máximo que o alimento pode ser consumido após romper a embalagem original, que pode variar de acordo com o tipo de produto e as condições de conservação. Se o alimento for consumido após essas datas, pode estar contaminado ou deteriorado, causando intoxicação alimentar.

    Outro fator que pode aumentar os casos de intoxicação alimentar é o aquecimento global, que altera o clima e favorece a proliferação de microrganismos patogênicos nos alimentos. Segundo um estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, o aumento da temperatura média do planeta pode levar a um aumento de 12% no número de casos de salmonelose, uma das principais causas de intoxicação alimentar, até 2050. A salmonelose é causada pela bactéria Salmonella, que pode ser encontrada em alimentos de origem animal, como ovos, carnes, leite e derivados.

    Para evitar a intoxicação alimentar, é preciso adotar algumas medidas simples, como: lavar bem as mãos antes e depois de manipular os alimentos; lavar bem os alimentos crus, como frutas, verduras e legumes; cozinhar bem os alimentos, especialmente os de origem animal; evitar o contato entre alimentos crus e cozidos; guardar os alimentos na geladeira ou no freezer, em recipientes limpos e fechados; e consumir os alimentos dentro do prazo de validade.

    A intoxicação alimentar é uma doença grave, que pode levar à desidratação, à desnutrição e até à morte, em casos mais severos. Por isso, é importante prevenir-se e, em caso de suspeita, procurar atendimento médico imediatamente.

    Os sintomas mais comuns são náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, febre e mal-estar.

    Muitas pessoas pensam que o risco de intoxicação alimentar é maior na rua, em restaurantes, lanchonetes ou barracas de comida, do que em casa. No entanto, isso nem sempre é verdade. Na rua, há um controle rigoroso da vigilância sanitária, que fiscaliza as condições de higiene, manipulação, armazenamento e transporte dos alimentos. Além disso, os estabelecimentos comerciais devem seguir as normas técnicas e as boas práticas de fabricação, que garantem a qualidade e a segurança dos alimentos.

    Em casa, por outro lado, as pessoas podem não seguir as orientações sobre armazenamento e consumo de alimentos, que são essenciais para prevenir a intoxicação alimentar. Por exemplo, é importante respeitar as duas datas de validade dos produtos: a data de validade de um produto fechado e a data de validade depois que o produto é aberto. A data de validade de um produto fechado indica até quando o fabricante garante a qualidade e a segurança do alimento, desde que armazenado adequadamente. A data de validade depois que o produto é aberto indica o tempo máximo que o alimento pode ser consumido após romper a embalagem original, que pode variar de acordo com o tipo de produto e as condições de conservação. Se o alimento for consumido após essas datas, pode estar contaminado ou deteriorado, causando intoxicação alimentar.

    Outro fator que pode aumentar os casos de intoxicação alimentar é o aquecimento global, que altera o clima e favorece a proliferação de microrganismos patogênicos nos alimentos. Segundo um estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, o aumento da temperatura média do planeta pode levar a um aumento de 12% no número de casos de salmonelose, uma das principais causas de intoxicação alimentar, até 2050. A salmonelose é causada pela bactéria Salmonella, que pode ser encontrada em alimentos de origem animal, como ovos, carnes, leite e derivados.

    Para evitar a intoxicação alimentar, é preciso adotar algumas medidas simples, como: lavar bem as mãos antes e depois de manipular os alimentos; lavar bem os alimentos crus, como frutas, verduras e legumes; cozinhar bem os alimentos, especialmente os de origem animal; evitar o contato entre alimentos crus e cozidos; guardar os alimentos na geladeira ou no freezer, em recipientes limpos e fechados; e consumir os alimentos dentro do prazo de validade.

    A intoxicação alimentar é uma doença grave, que pode levar à desidratação, à desnutrição e até à morte, em casos mais severos. Por isso, é importante prevenir-se e, em caso de suspeita, procurar atendimento médico imediatamente.

  • Alimentos orgânicos são melhores? Especialista diz que não

    Alimentos orgânicos são melhores? Especialista diz que não

    Você já se perguntou se vale a pena pagar mais caro por alimentos orgânicos?

    Segundo um especialista em agricultura e alimentação, a resposta é não. Robert Paarlberg, professor visitante de políticas públicas na Harvard Kennedy School, publicou um artigo na Harvard Gazette em que questiona os benefícios dos alimentos orgânicos em relação aos convencionais.

    Paarlberg afirma que não há evidências confiáveis de que os alimentos orgânicos sejam mais nutritivos ou seguros do que os convencionais. Ele cita um estudo da Universidade de Stanford que analisou 237 pesquisas comparativas e não encontrou diferenças significativas na qualidade nutricional ou no risco de contaminação por pesticidas entre os dois tipos de alimentos.

    Além disso, ele argumenta que a proibição de fertilizantes e pesticidas sintéticos na produção orgânica aumenta os custos e os impactos ambientais. Ele explica que os fertilizantes orgânicos, como o esterco animal, requerem mais terra e água para serem produzidos, e que os pesticidas orgânicos, como o cobre, podem ser mais tóxicos do que os sintéticos. Ele também diz que a produção orgânica tem menor rendimento por hectare, o que significa que é preciso mais terra para produzir a mesma quantidade de alimentos.

    Paarlberg reconhece que os alimentos orgânicos de origem animal têm algumas vantagens para o bem-estar animal e a saúde humana, pois evitam o uso de antibióticos e hormônios de crescimento. No entanto, ele diz que esses benefícios são marginais em comparação com os preços mais altos. Ele cita um estudo da Universidade de Oxford que estimou que se todos os britânicos se tornassem vegetarianos, isso reduziria as emissões de gases de efeito estufa em 28%, enquanto se todos eles se tornassem consumidores de orgânicos, isso aumentaria as emissões em 21%.

    Paarlberg conclui que os consumidores que querem melhorar a qualidade dos alimentos devem se concentrar em outras questões, como a redução do consumo de carne, açúcar e sal. Ele também sugere que os governos devem investir mais em pesquisa e desenvolvimento agrícola para tornar a produção convencional mais sustentável e eficiente.

    Fonte: Link.

    Segundo um especialista em agricultura e alimentação, a resposta é não. Robert Paarlberg, professor visitante de políticas públicas na Harvard Kennedy School, publicou um artigo na Harvard Gazette em que questiona os benefícios dos alimentos orgânicos em relação aos convencionais.

    Paarlberg afirma que não há evidências confiáveis de que os alimentos orgânicos sejam mais nutritivos ou seguros do que os convencionais. Ele cita um estudo da Universidade de Stanford que analisou 237 pesquisas comparativas e não encontrou diferenças significativas na qualidade nutricional ou no risco de contaminação por pesticidas entre os dois tipos de alimentos.

    Além disso, ele argumenta que a proibição de fertilizantes e pesticidas sintéticos na produção orgânica aumenta os custos e os impactos ambientais. Ele explica que os fertilizantes orgânicos, como o esterco animal, requerem mais terra e água para serem produzidos, e que os pesticidas orgânicos, como o cobre, podem ser mais tóxicos do que os sintéticos. Ele também diz que a produção orgânica tem menor rendimento por hectare, o que significa que é preciso mais terra para produzir a mesma quantidade de alimentos.

    Paarlberg reconhece que os alimentos orgânicos de origem animal têm algumas vantagens para o bem-estar animal e a saúde humana, pois evitam o uso de antibióticos e hormônios de crescimento. No entanto, ele diz que esses benefícios são marginais em comparação com os preços mais altos. Ele cita um estudo da Universidade de Oxford que estimou que se todos os britânicos se tornassem vegetarianos, isso reduziria as emissões de gases de efeito estufa em 28%, enquanto se todos eles se tornassem consumidores de orgânicos, isso aumentaria as emissões em 21%.

    Paarlberg conclui que os consumidores que querem melhorar a qualidade dos alimentos devem se concentrar em outras questões, como a redução do consumo de carne, açúcar e sal. Ele também sugere que os governos devem investir mais em pesquisa e desenvolvimento agrícola para tornar a produção convencional mais sustentável e eficiente.

    Fonte: Link.