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  • 5 Alimentos que Fazem Mal para Cães e Gatos: Saiba o que Evitar

    5 Alimentos que Fazem Mal para Cães e Gatos: Saiba o que Evitar

    Você sabia que alguns alimentos que são comuns na nossa dieta podem ser muito prejudiciais para a saúde dos nossos pets?

    Cães e gatos têm um sistema digestivo diferente do nosso e não podem metabolizar certas substâncias que são inofensivas para nós. Por isso, é importante saber quais são os alimentos que fazem mal para cães e gatos e evitar oferecê-los aos nossos amigos de quatro patas. Confira a seguir uma lista de cinco alimentos que podem causar desde problemas gastrointestinais até intoxicação grave nos animais.

    1. Chocolate
      O chocolate é um dos alimentos mais tóxicos para cães e gatos, pois contém uma substância chamada teobromina, que é um estimulante venenoso para eles. A teobromina pode afetar o sistema nervoso central, o coração e os rins dos pets, causando sintomas como vômito, diarreia, tremores, hiperatividade e convulsões. Em casos mais graves, pode levar à morte. Quanto mais escuro o chocolate, mais teobromina ele contém e mais perigoso ele é. Por isso, nunca dê chocolate ao seu pet e mantenha-o fora do seu alcance.

    2. Cebola e alho
      Cebola e alho são temperos muito utilizados na nossa culinária, mas são extremamente nocivos para os cães e gatos. Eles contêm compostos que podem causar danos oxidativos aos glóbulos vermelhos dos animais, levando à anemia hemolítica. Os sintomas de intoxicação por cebola e alho podem demorar alguns dias para aparecer e incluem fraqueza, apatia, falta de apetite, sangue na urina e dificuldade respiratória. A toxicidade vale tanto para cebola e alho crus, cozidos ou desidratados.

    3. Uvas e uvas-passas
      Uvas e uvas-passas são frutas que devem ser evitadas pelos pets, pois podem causar insuficiência renal aguda nos cães e gatos. Ainda não se sabe qual é o componente tóxico dessas frutas, mas sabe-se que a quantidade necessária para causar danos varia de acordo com o animal. Alguns pets podem apresentar sintomas com apenas uma ou duas uvas, enquanto outros podem tolerar quantidades maiores. Os sinais de intoxicação por uvas e uvas-passas são vômito, diarreia, letargia, dor abdominal, diminuição da urina e aumento da sede.

    4. Abacate
      O abacate é uma fruta muito saudável para os humanos, mas pode ser perigosa para os pets. Ele contém uma toxina chamada persina, que pode causar problemas gastrointestinais nos cães e gatos, como vômito, diarreia e inflamação do pâncreas. Além disso, o caroço do abacate pode causar obstrução intestinal ou asfixia se for ingerido pelo animal. Por isso, não ofereça abacate ao seu pet e mantenha-o longe das plantas de abacateiro.

    5. Café
      O café é uma bebida estimulante para os humanos, mas pode ser fatal para os pets. Ele contém cafeína, que é uma substância tóxica para os cães e gatos. A cafeína pode causar sintomas semelhantes aos do chocolate, como vômito, diarreia, taquicardia, arritmia, tremores, hiperatividade e convulsões. Em altas doses, pode provocar coma e morte. Por isso, não deixe seu pet ter acesso ao café ou a outros produtos que contenham cafeína.

    Cães e gatos têm um sistema digestivo diferente do nosso e não podem metabolizar certas substâncias que são inofensivas para nós. Por isso, é importante saber quais são os alimentos que fazem mal para cães e gatos e evitar oferecê-los aos nossos amigos de quatro patas. Confira a seguir uma lista de cinco alimentos que podem causar desde problemas gastrointestinais até intoxicação grave nos animais.

    1. Chocolate
      O chocolate é um dos alimentos mais tóxicos para cães e gatos, pois contém uma substância chamada teobromina, que é um estimulante venenoso para eles. A teobromina pode afetar o sistema nervoso central, o coração e os rins dos pets, causando sintomas como vômito, diarreia, tremores, hiperatividade e convulsões. Em casos mais graves, pode levar à morte. Quanto mais escuro o chocolate, mais teobromina ele contém e mais perigoso ele é. Por isso, nunca dê chocolate ao seu pet e mantenha-o fora do seu alcance.

    2. Cebola e alho
      Cebola e alho são temperos muito utilizados na nossa culinária, mas são extremamente nocivos para os cães e gatos. Eles contêm compostos que podem causar danos oxidativos aos glóbulos vermelhos dos animais, levando à anemia hemolítica. Os sintomas de intoxicação por cebola e alho podem demorar alguns dias para aparecer e incluem fraqueza, apatia, falta de apetite, sangue na urina e dificuldade respiratória. A toxicidade vale tanto para cebola e alho crus, cozidos ou desidratados.

    3. Uvas e uvas-passas
      Uvas e uvas-passas são frutas que devem ser evitadas pelos pets, pois podem causar insuficiência renal aguda nos cães e gatos. Ainda não se sabe qual é o componente tóxico dessas frutas, mas sabe-se que a quantidade necessária para causar danos varia de acordo com o animal. Alguns pets podem apresentar sintomas com apenas uma ou duas uvas, enquanto outros podem tolerar quantidades maiores. Os sinais de intoxicação por uvas e uvas-passas são vômito, diarreia, letargia, dor abdominal, diminuição da urina e aumento da sede.

    4. Abacate
      O abacate é uma fruta muito saudável para os humanos, mas pode ser perigosa para os pets. Ele contém uma toxina chamada persina, que pode causar problemas gastrointestinais nos cães e gatos, como vômito, diarreia e inflamação do pâncreas. Além disso, o caroço do abacate pode causar obstrução intestinal ou asfixia se for ingerido pelo animal. Por isso, não ofereça abacate ao seu pet e mantenha-o longe das plantas de abacateiro.

    5. Café
      O café é uma bebida estimulante para os humanos, mas pode ser fatal para os pets. Ele contém cafeína, que é uma substância tóxica para os cães e gatos. A cafeína pode causar sintomas semelhantes aos do chocolate, como vômito, diarreia, taquicardia, arritmia, tremores, hiperatividade e convulsões. Em altas doses, pode provocar coma e morte. Por isso, não deixe seu pet ter acesso ao café ou a outros produtos que contenham cafeína.
  • Brasil é um dos países que mais perdem e desperdiçam alimentos no mundo

    Brasil é um dos países que mais perdem e desperdiçam alimentos no mundo

    Segundo uma pesquisa do World Resources Institute (WRI) Brasil, anualmente, são desperdiçados 41 mil toneladas de alimentos no país. Isso equivale a cerca de 6% de toda a produção nacional.

    O desperdício de alimentos tem impactos negativos não só para a economia, mas também para o meio ambiente e a segurança alimentar. Além de desperdiçar recursos naturais, como água e energia, que são usados na produção, transporte e armazenamento dos alimentos, o descarte inadequado gera emissões de gases de efeito estufa, contribuindo para as mudanças climáticas. Por outro lado, milhões de pessoas sofrem com a fome e a desnutrição no Brasil, especialmente em um contexto de pandemia e crise econômica.

    Segundo especialistas, para reduzir o desperdício de alimentos no Brasil, é preciso atuar em diferentes etapas da cadeia produtiva, desde o campo até o consumidor final. Algumas medidas possíveis são:

    • Melhorar a infraestrutura e a logística de transporte e armazenamento dos alimentos, evitando perdas por danos ou deterioração.
    • Promover a educação alimentar e a conscientização dos consumidores sobre o valor dos alimentos e as formas de aproveitá-los integralmente, evitando o descarte desnecessário.
    • Incentivar o consumo responsável e o planejamento das compras e do cardápio, evitando comprar ou cozinhar mais do que o necessário.
    • Doar os alimentos excedentes ou impróprios para o consumo humano para instituições sociais ou para a alimentação animal, seguindo as normas sanitárias.
    • Compostar os resíduos orgânicos que não podem ser aproveitados, transformando-os em adubo para a agricultura.

    O desperdício de alimentos tem impactos negativos não só para a economia, mas também para o meio ambiente e a segurança alimentar. Além de desperdiçar recursos naturais, como água e energia, que são usados na produção, transporte e armazenamento dos alimentos, o descarte inadequado gera emissões de gases de efeito estufa, contribuindo para as mudanças climáticas. Por outro lado, milhões de pessoas sofrem com a fome e a desnutrição no Brasil, especialmente em um contexto de pandemia e crise econômica.

    Segundo especialistas, para reduzir o desperdício de alimentos no Brasil, é preciso atuar em diferentes etapas da cadeia produtiva, desde o campo até o consumidor final. Algumas medidas possíveis são:

    • Melhorar a infraestrutura e a logística de transporte e armazenamento dos alimentos, evitando perdas por danos ou deterioração.
    • Promover a educação alimentar e a conscientização dos consumidores sobre o valor dos alimentos e as formas de aproveitá-los integralmente, evitando o descarte desnecessário.
    • Incentivar o consumo responsável e o planejamento das compras e do cardápio, evitando comprar ou cozinhar mais do que o necessário.
    • Doar os alimentos excedentes ou impróprios para o consumo humano para instituições sociais ou para a alimentação animal, seguindo as normas sanitárias.
    • Compostar os resíduos orgânicos que não podem ser aproveitados, transformando-os em adubo para a agricultura.
  • Ultraprocessados: como eles prejudicam a saúde e o meio ambiente no Brasil

    Ultraprocessados: como eles prejudicam a saúde e o meio ambiente no Brasil

    Refrigerantes, sucos artificiais, biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, salsichas, nuggets, macarrão instantâneo e sorvetes podem ser prejudiciais à saúde e ao meio ambiente por vários motivos.

    Os alimentos ultraprocessados são aqueles que passam por muitas etapas de industrialização e contêm vários aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e conservantes. Eles também têm poucos nutrientes, como vitaminas, minerais e fibras. Esses alimentos são muito consumidos pelos brasileiros e têm um grande impacto na saúde e no meio ambiente.

    Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) revelou que os ultraprocessados representam quase 60% das calorias ingeridas pela população brasileira. Além disso, eles são responsáveis por mais da metade das emissões de gases de efeito estufa associadas à alimentação no país. Os pesquisadores usaram dados de uma pesquisa nacional sobre consumo alimentar realizada em 2008-2009 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Os ultraprocessados são classificados de acordo com um sistema chamado NOVA, que divide os alimentos em quatro grupos: naturais ou minimamente processados (como frutas, verduras, ovos e leite), ingredientes culinários (como óleos, açúcar e sal), processados (como queijos, pães e carnes salgadas) e ultraprocessados (como refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos e nuggets).

    O consumo excessivo de ultraprocessados está relacionado ao aumento do risco de doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes tipo 2 e câncer. Essas doenças são as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Os ultraprocessados também afetam a biodiversidade e a cultura alimentar dos povos.

    Para reduzir o consumo de ultraprocessados e melhorar a qualidade da alimentação, os especialistas recomendam seguir algumas orientações: preferir os alimentos naturais ou minimamente processados aos processados ou ultraprocessados; evitar os produtos com muitos ingredientes desconhecidos ou impronunciáveis; ler os rótulos dos alimentos com atenção; cozinhar mais em casa; valorizar a diversidade dos alimentos regionais; apoiar a agricultura familiar; participar de movimentos sociais pela soberania alimentar.

    Os alimentos ultraprocessados são aqueles que passam por muitas etapas de industrialização e contêm vários aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e conservantes. Eles também têm poucos nutrientes, como vitaminas, minerais e fibras. Esses alimentos são muito consumidos pelos brasileiros e têm um grande impacto na saúde e no meio ambiente.

    Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) revelou que os ultraprocessados representam quase 60% das calorias ingeridas pela população brasileira. Além disso, eles são responsáveis por mais da metade das emissões de gases de efeito estufa associadas à alimentação no país. Os pesquisadores usaram dados de uma pesquisa nacional sobre consumo alimentar realizada em 2008-2009 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Os ultraprocessados são classificados de acordo com um sistema chamado NOVA, que divide os alimentos em quatro grupos: naturais ou minimamente processados (como frutas, verduras, ovos e leite), ingredientes culinários (como óleos, açúcar e sal), processados (como queijos, pães e carnes salgadas) e ultraprocessados (como refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos e nuggets).

    O consumo excessivo de ultraprocessados está relacionado ao aumento do risco de doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes tipo 2 e câncer. Essas doenças são as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Os ultraprocessados também afetam a biodiversidade e a cultura alimentar dos povos.

    Para reduzir o consumo de ultraprocessados e melhorar a qualidade da alimentação, os especialistas recomendam seguir algumas orientações: preferir os alimentos naturais ou minimamente processados aos processados ou ultraprocessados; evitar os produtos com muitos ingredientes desconhecidos ou impronunciáveis; ler os rótulos dos alimentos com atenção; cozinhar mais em casa; valorizar a diversidade dos alimentos regionais; apoiar a agricultura familiar; participar de movimentos sociais pela soberania alimentar.

  • Como higienizar e armazenar corretamente o ovo antes de consumi-lo

    O ovo é um dos alimentos com alto risco de contaminação por bactérias do gênero Salmonella. Isso não significa que você precisa evitar o consumo, até porque o ovo é repleto de nutrientes essenciais.

    Hoje em dia é muito difícil que surja um surto de Salmonella devido ao avanço tecnológico presente em todas as áreas da agropecuária. Mesmo assim, alguns cuidados deverão ser tomados na hora de escolher, refrigerar, preparar e guardar o ovo. Principalmente se você não sabe a procedência do produto.

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    Em algum momento da sua vida você deve ter se perguntado qual a maneira correta de armazenar os ovos. Geladeira? Dispensa? E quanto a higienização do produto? Lavar antes de consumir ou de guardar?

    E há também a famosa dúvida sobre o consumo da gema mole ou dura. E você sabe qual é o modo correto de cozinhar o ovo?

    (mais…)
  • Você sabia que existem dois prazos de validade nos alimentos?

    Quando você compra um alimento, a etiqueta costuma informar apenas o prazo de validade a partir da fabricação. Mas existe outro prazo extremamente importante que é o do consumo depois de aberto.

    A nutricionista Dra. Elisângela Maia Araújo explica que é preciso ficar atento aos prazos após o produto ser aberto, principalmente com alimentos resfriados e embalados a vácuo. Confira na nova edição do Minuto Saúde.

    Você pode ter este conteúdo na sua rádio. Saiba mais aqui.


    Veja também:



  • Minuto Saúde – Edição 11 de maio

    Minuto Saúde – Edição 11 de maio

    Confira a nova edição do Minuto Saúde.

    Você pode ter este conteúdo na sua rádio. Saiba mais aqui.


    Veja também:



  • Alimentos que comprovadamente fazem mal à saúde

    Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), esses alimentos devem ser evitados ao máximo. Todos da lista são extremamente prejudiciais à saúde.

  • Senado analisa propostas que beneficiam pessoas com alergias alimentares

    Tramitam no Senado dois projetos que buscam melhorar a qualidade de vida das pessoas com alergias alimentares por meio do esclarecimento e conscientização do tema. A primeira proposta, da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), estabelece a criação da Semana Nacional de Conscientização Sobre a Alergia Alimentar. O PLS 308/2018 prevê que o evento seja realizado anualmente, na terceira semana do mês de maio.

    Para a autora, a iniciativa não deve trazer custos ao Estado e pretende promover seminários, rodas de conversa, palestras e outras questões sobre o tema, além de conscientizar a população sobre esta condição. A matéria está em análise na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) e aguarda a designação do relator.

    A segunda proposta é o Projeto de Lei do Senado (PLS) 155/2014, de autoria do senador Antonio Carlos Valadares ((PSB-SE), que determina a indicação dos alergênicos mais comuns em rótulos de alimentos. O projeto exige que um regulamento deve definir a lista dos alimentos considerados alérgenos mais frequentes. A relação deverá conter leite, ovos, peixes, crustáceos, moluscos, castanhas, amendoim, trigo e soja. A matéria está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), com relatoria do senador Eduardo Amorim, (PSDB-SE), onde receberá decisão final.

    Prevalência

    As alergias alimentares são doenças caracterizadas pela manifestação do sistema imunológico após a ingestão ou contato com certos alimentos. As reações incluem urticária, inchaço, coceira, eczema, dor abdominal ou até mesmo fechamento das vias respiratórias e comprometimento de órgãos.

    O Consenso Brasileiro sobre Alergia Alimentar de 2018, atualizado em abril deste ano, indicou que as alergias alimentares já são consideradas um problema de saúde pública, pois a sua prevalência tem aumentado em todo o mundo. A estimativa é de que elas afetem cerca de 6% das crianças com menos de três anos de idade e 3,5% da população adulta.

    Na infância, os alimentos alergênicos mais comuns são leite de vaca, ovo, trigo e soja, que em geral são alergias transitórias. Menos de 10% dos casos persistem até a vida adulta. Entre os adultos, os alimentos mais identificados são amendoim, castanhas, peixe e frutos do mar.

    Maria do Carmo defende que o aumento da prevalência do problema demanda maior atenção ao tema por parte do Estado e da sociedade como um todo. “Quanto mais informação a população brasileira tiver sobre a alergia alimentar, maior e melhor será o acolhimento de quem convive com esse delicado tipo de desordem imunológica”, afirmou na justificativa do projeto.

    Impactos sociais

    Em maio, a senadora realizou audiência pública sobre o assunto. Na ocasião, Renata Alves Monteiro, mestre em Nutrição Humana Aplicada, falou ainda sobre sua experiência como profissional e mãe de três filhos alérgicos. Para ela, o processo de acolhimento das pessoas com alergia seria o principal benefício que uma semana de conscientização poderia trazer.

    — A partir do momento em que a gente tem uma semana de conscientização da alergia alimentar, não vamos deixar a discussão só no âmbito individual do cuidado [familiar]. A gente vai começar a discutir isso de maneira responsável com os serviços de saúde e teremos famílias que passarão por um processo de acolhimento e respeito.

    Segundo a psicóloga Érika Campos Gomes, os impactos psicossociais da alergia alimentar afetam não só a vida das pessoas alérgicas como a das famílias com crianças alérgicas. Ela indicou que, além de uma mudança significativa na rotina familiar, o enfrentamento da alergia está associado ao aumento do sofrimento psíquico e a diminuição da qualidade de vida tanto de crianças alérgicas quanto de seus pais.

    — Há, de fato, uma dificuldade de entendimento, de compressão e de apoio da sociedade como um todo, tanto do clico social mais próximo, de familiares e amigos, quanto da sociedade de forma geral.

    Nas escolas, os participantes do debate defenderam uma maior abordagem do assunto, por ser um ambiente em que as crianças passam muito tempo e fazem refeições coletivas. Maria do Carmo ressaltou também, na justificativa da proposta, os berçários como lugares de grande risco de contato acidental com alimentos alérgicos.

    Fernanda Mainier Hack, uma das coordenadoras do movimento Põe no Rótulo — que reivindica a rotulagem adequada de produtos alimentícios —, afirmou que muitas reações alérgicas acontecem no ambiente escolar e ocorrem por desconhecimento e falta de preparo das escolas. Ela defende ainda que a discussão seja levada para o ambiente de trabalho, pois o adulto que tem alergia também precisa ser acolhido e os pais de crianças alérgicas precisam da compreensão para eventuais ausências por motivos médicos.

    Rotulagem adequada

    Um dos pleitos das famílias e das pessoas com alergias é a indicação obrigatória sobre a presença de alergênicos nos rótulos de alimentos. Em 2014, a associação de defesa dos direitos dos consumidores Proteste e o movimento Põe no Rótulo iniciaram uma campanha por essa regulamentação, que teve o apoio de mais de 100 mil pessoas.

    A iniciativa popular fez a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) debater o tema e, em 2015, aprovar uma resolução obrigando indústrias de alimentos e bebidas a colocarem avisos nos rótulos de seus produtos sobre a presença de ingredientes com maior potencial de causar alergias. A aprovação do PLS 155/2014 oficializará em lei essa obrigatoriedade.

    A rotulagem com avisos ao consumidor já é obrigatória, quando o produto contém lactose. A Lei 13.305, sancionada em julho de 2016, teve origem no projeto do senador Paulo Bauer (PSDB-SC). A legislação define ainda que os rótulos de alimentos cujo teor original de lactose tenha sido alterado, informem a quantidade remanescente de lactose. Os rótulos brasileiros devem indicar ainda, segundo a Lei 10.674, de 2003, a presença ou não de glúten nos alimentos. Por Agência Senado.

  • Veja lista de alimentos que contribuem para a longevidade

    Viver muito e viver bem é a meta de vida de qualquer pessoa. Alimentação acaba sendo um dos propulsores para alcançar esse objetivo, como também pode afastá-lo ainda mais.

    Pensando nisso, a nutricionista Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da ‘Superbom’, indicou uma lista de alimentos que podem contribuir para a longevidade:

    Soja

    Acrescentar soja à dieta diminui significativamente os níveis de colesterol e, consequentemente, o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. “Isso se dá porque a soja é fonte de isoflavonas e isoflavonoides, substâncias que atuam como antioxidantes e auxiliam na redução da taxa do colesterol ruim (LDL) e na prevenção do surgimento das doenças cardiovasculares”, explica a profissional.

    Tomate

    Além de fortalecer o sistema imunológico, o tomate é rico em licopeno. “A substância neutraliza os radicais livres, tem propriedades anticancerígenas, especialmente contra o câncer de próstata. O fato de o tomate ser rico em vitaminas A, C, B6, cálcio e fósforo, também contribui no combate do envelhecimento”, afirma Cyntia, consultora da Superbom.

    Uva

    A fruta, que é fonte de vitaminas A, B6 e C, melhora a circulação sanguínea, protege o coração de doenças cardiovasculares, aumenta a imunidade do organismo e, por tais motivos, traz longevidade. “Os benefícios gerados por ela se dão muito por conta de uma substância que está presente na composição da mesma: o resveratrol, que é encontrado, principalmente, na casca e na semente da uva”, explica.

    Além do resveratrol, a nutricionista revela que uva possui uma grande quantidade de arginina, um aminoácido que auxilia no controle da pressão arterial, pois dilata as artérias. “O sistema intestinal também se mantêm regulado por conta da glutamina, substância que também protege o corpo de várias doenças”.

    Maçã

    A maçã conta com uma quantidade considerável de minerais que ajudam no controle das taxas de colesterol no sangue. “É, portanto, uma aliada na prevenção de doenças cardiovasculares. Possui, ainda, uma propriedade adstringente excelente para evitar problemas do sistema nervoso. A maçã atua também no controle dos níveis de glicose no sangue, reduzindo o risco de diabetes”.

    Espinafre

    É fonte de ferro e de ácido fólico, essencial para prevenir anemia e alguns tipos de câncer. “Além disso, evita a sensação de fraqueza e desânimo, possui atuação contra doenças cardíacas, fortalece o sistema imunológico e reduz o risco de contração do Alzheimer”, conclui a nutricionista.

    Quer incluir esses itens na sua alimentação de forma prática e usufruir de todos esses benefícios? Abaixo, a Superbom sugere produtos ideais para quem deseja viver mais e melhor.

  • Veja 5 alimentos que ajudam a desenvolver a inteligência da criança

    Logo nos primeiros anos de vida é de extrema importância prezar por dar aos filhos, alimentos ricos em proteínas, vitaminas e minerais. Essa alimentação terá impactos diretos no desenvolvimento da criança.

    E como todos sabem, uma alimentação saudável é aquele que envolve frutas, legumes e verduras.

    Cada um desses alimentos possuem nutrientes que variam de hidratos de carbono de libertação lenta, ácidos graxos essenciais, fosfolipídios, aminoácidos a vitaminas e minerais. E todos estes ajudam no desenvolvimento do cérebro, e portanto, da inteligência do bebê.

    Em entrevista ao site “Vix”, o nutricionista Patrick Holford apontou quais grupos de alimentos podem ajudar nessa tarefa:

    Hidratos de carbono de liberação lenta

    Alimentos: Batata, batata doce, mandioquinha, arroz branco, arroz integral e macarrão.

    Funções: proporcionar energia necessária para as funções corporais, exercício muscular, manutenção da temperatura corporal, além de auxiliar na digestão e assimilação de nutrientes.

    Ácidos graxos essenciais

    Alimentos: Peixes como salmão e sardinha, frutos do mar, verduras de folhas escuras, frutos secos, sementes de linhaça e abóbora.

    Funções: benefícios para o sistema cardiovascular, têm papel essencial na função cerebral, assim como no crescimento e desenvolvimento.

    Fosfolipídios

    Alimentos: Leite, queijo, ovos e óleos vegetais, abacate, coco.

    Funções: exercem papel fundamental no sistema imunológico e agem como isolantes térmicos do corpo, protegendo os órgãos internos.
    Fosfolipídios

    Alimentos: Leite, queijo, ovos e óleos vegetais, abacate, coco.

    Aminoácidos

    Alimentos: Carne, frango, atum, soja, ovos

    Funções: fontes de proteína, auxiliam no crescimento e reparação dos músculos.

    Vitaminas e minerais

    Alimentos: Vegetais, verduras, legumes e frutas em geral

    Funções: evitam doenças hormonais ou de desenvolvimento, equilibram o organismo e ajudam a manter a pele e os cabelos saudáveis e bonitos.