Tag: aquecimento global

  • Aquecimento Global: 2023 é o ano mais quente da história, confirma NASA

    Aquecimento Global: 2023 é o ano mais quente da história, confirma NASA

    O planeta Terra está passando por uma febre sem precedentes.

    A NASA, a agência espacial americana, confirmou que o ano de 2023 foi o mais quente já registrado desde o início dos registros modernos. Com uma temperatura média da superfície terrestre cerca de 1,2 graus Celsius acima da média do período de referência (1951-1980), o calor extremo não foi apenas um número em um gráfico: foi uma realidade vivida por bilhões de pessoas ao redor do mundo.

    O administrador da NASA, Bill Nelson, alertou para a crise climática que estamos enfrentando. Eventos extremos como ondas de calor, incêndios florestais e a elevação do nível do mar são sinais claros de que nosso planeta está mudando. Mas não estamos parados. Sob a liderança do Presidente Biden, ações estão sendo tomadas para reduzir os riscos climáticos e ajudar as comunidades a se tornarem mais resilientes.

    Em 2023, cada mês de junho a dezembro quebrou recordes de calor para seus respectivos meses, com julho sendo o mês mais quente de todos os tempos. A Terra estava aproximadamente 1,4 graus Celsius mais quente do que a média do final do século 19, uma época em que a humanidade começou a manter registros mais precisos do clima.

    Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS) da NASA, ressaltou que o aquecimento excepcional que estamos experimentando é impulsionado principalmente pelas emissões de combustíveis fósseis. As consequências são visíveis: ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e inundações costeiras.

    Mas o que isso significa para nós, cidadãos comuns? Significa que o clima que conhecemos está mudando rapidamente e que essas mudanças afetam diretamente nossa vida diária. A ciência é clara: para proteger nosso lar e garantir um futuro sustentável, devemos agir agora.

    Fatos Adicionais:

    • Os últimos 10 anos consecutivos foram os mais quentes já registrados, mostrando uma tendência clara de aquecimento global.
    • O fenômeno El Niño, que causa alterações significativas no clima global, contribuiu para as altas temperaturas do verão, especialmente na superfície do mar.

    Este é um chamado à ação. É hora de olhar para o futuro com esperança e determinação, trabalhando juntos para combater as mudanças climáticas e proteger nosso planeta para as gerações futuras.

    A NASA, a agência espacial americana, confirmou que o ano de 2023 foi o mais quente já registrado desde o início dos registros modernos. Com uma temperatura média da superfície terrestre cerca de 1,2 graus Celsius acima da média do período de referência (1951-1980), o calor extremo não foi apenas um número em um gráfico: foi uma realidade vivida por bilhões de pessoas ao redor do mundo.

    O administrador da NASA, Bill Nelson, alertou para a crise climática que estamos enfrentando. Eventos extremos como ondas de calor, incêndios florestais e a elevação do nível do mar são sinais claros de que nosso planeta está mudando. Mas não estamos parados. Sob a liderança do Presidente Biden, ações estão sendo tomadas para reduzir os riscos climáticos e ajudar as comunidades a se tornarem mais resilientes.

    Em 2023, cada mês de junho a dezembro quebrou recordes de calor para seus respectivos meses, com julho sendo o mês mais quente de todos os tempos. A Terra estava aproximadamente 1,4 graus Celsius mais quente do que a média do final do século 19, uma época em que a humanidade começou a manter registros mais precisos do clima.

    Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS) da NASA, ressaltou que o aquecimento excepcional que estamos experimentando é impulsionado principalmente pelas emissões de combustíveis fósseis. As consequências são visíveis: ondas de calor mais intensas, chuvas torrenciais e inundações costeiras.

    Mas o que isso significa para nós, cidadãos comuns? Significa que o clima que conhecemos está mudando rapidamente e que essas mudanças afetam diretamente nossa vida diária. A ciência é clara: para proteger nosso lar e garantir um futuro sustentável, devemos agir agora.

    Fatos Adicionais:

    • Os últimos 10 anos consecutivos foram os mais quentes já registrados, mostrando uma tendência clara de aquecimento global.
    • O fenômeno El Niño, que causa alterações significativas no clima global, contribuiu para as altas temperaturas do verão, especialmente na superfície do mar.

    Este é um chamado à ação. É hora de olhar para o futuro com esperança e determinação, trabalhando juntos para combater as mudanças climáticas e proteger nosso planeta para as gerações futuras.

  • Como o aquecimento global atrapalha a prevenção de incêndios florestais

    Como o aquecimento global atrapalha a prevenção de incêndios florestais

    Um novo estudo publicado na revista científica Nature Climate Change revela que as mudanças climáticas estão reduzindo as oportunidades para realizar queimadas controladas, uma técnica usada para prevenir incêndios florestais.

    As queimadas controladas são feitas por bombeiros treinados, que esperam por condições climáticas específicas para evitar que o fogo se espalhe demais. Essas condições incluem temperatura, umidade, vento e precipitação. As queimadas controladas ajudam a eliminar o excesso de vegetação seca e inflamável que pode alimentar incêndios mais intensos e destrutivos.

    No entanto, o aquecimento global está alterando essas condições climáticas, tornando mais difícil encontrar dias favoráveis para as queimadas controladas. O estudo analisou dados históricos e projeções futuras de 11 estados do oeste dos EUA, entre 1984 e 2099. Os resultados mostram que o número médio de dias favoráveis para as queimadas controladas diminuiu em 17% no período de 1984 a 2018, e deve diminuir ainda mais em 31% até o final do século.

    A redução é mais acentuada na primavera e no verão, quando as queimadas controladas são mais comuns. No inverno, há um aumento de 4% nos dias favoráveis para as queimadas controladas, mas isso requer mudanças na política e na disponibilidade de pessoal. Além disso, o inverno é uma época em que a vegetação está mais úmida e menos propensa a queimar.

    Os autores do estudo são especialistas em clima, florestas, incêndios e queimadas controladas de universidades e organizações da Califórnia. Eles alertam que as mudanças climáticas estão criando um cenário de maior risco de incêndios florestais no oeste dos EUA, e que é preciso adaptar as estratégias de prevenção e gestão do fogo.

    “Nosso estudo mostra que as mudanças climáticas estão tornando mais difícil usar uma das ferramentas mais eficazes para reduzir o risco de incêndios florestais”, disse Crystal Kolden, professora da Universidade da Califórnia em Merced e uma das autoras do estudo. “Precisamos encontrar maneiras de aumentar a capacidade e a flexibilidade das queimadas controladas, ou enfrentaremos consequências cada vez mais graves.”

    Fonte: Link.

    As queimadas controladas são feitas por bombeiros treinados, que esperam por condições climáticas específicas para evitar que o fogo se espalhe demais. Essas condições incluem temperatura, umidade, vento e precipitação. As queimadas controladas ajudam a eliminar o excesso de vegetação seca e inflamável que pode alimentar incêndios mais intensos e destrutivos.

    No entanto, o aquecimento global está alterando essas condições climáticas, tornando mais difícil encontrar dias favoráveis para as queimadas controladas. O estudo analisou dados históricos e projeções futuras de 11 estados do oeste dos EUA, entre 1984 e 2099. Os resultados mostram que o número médio de dias favoráveis para as queimadas controladas diminuiu em 17% no período de 1984 a 2018, e deve diminuir ainda mais em 31% até o final do século.

    A redução é mais acentuada na primavera e no verão, quando as queimadas controladas são mais comuns. No inverno, há um aumento de 4% nos dias favoráveis para as queimadas controladas, mas isso requer mudanças na política e na disponibilidade de pessoal. Além disso, o inverno é uma época em que a vegetação está mais úmida e menos propensa a queimar.

    Os autores do estudo são especialistas em clima, florestas, incêndios e queimadas controladas de universidades e organizações da Califórnia. Eles alertam que as mudanças climáticas estão criando um cenário de maior risco de incêndios florestais no oeste dos EUA, e que é preciso adaptar as estratégias de prevenção e gestão do fogo.

    “Nosso estudo mostra que as mudanças climáticas estão tornando mais difícil usar uma das ferramentas mais eficazes para reduzir o risco de incêndios florestais”, disse Crystal Kolden, professora da Universidade da Califórnia em Merced e uma das autoras do estudo. “Precisamos encontrar maneiras de aumentar a capacidade e a flexibilidade das queimadas controladas, ou enfrentaremos consequências cada vez mais graves.”

    Fonte: Link.

  • Aquecimento e perda de oxigênio ameaçam a vida nos rios

    Aquecimento e perda de oxigênio ameaçam a vida nos rios

    Os rios são fontes de água doce, biodiversidade e serviços ecossistêmicos para bilhões de pessoas no mundo.

    No entanto, esses recursos hídricos estão sob risco devido às mudanças climáticas, que afetam a temperatura e o oxigênio dos rios.

    Um estudo publicado na revista Nature Geoscience analisou dados de mais de 40 mil rios em todo o mundo e descobriu que a temperatura média dos rios aumentou 0,24°C por década desde 1971. Esse aumento pode ter consequências negativas para a vida aquática, pois muitas espécies de peixes e outros organismos dependem de uma faixa estreita de temperatura para sobreviver e se reproduzir.

    Além disso, o aquecimento dos rios reduz a capacidade da água de reter oxigênio, um elemento essencial para a respiração dos seres vivos. A perda de oxigênio nos rios pode causar a morte de peixes e outros organismos, além de aumentar a emissão de gases de efeito estufa, como o metano, que contribuem para o aquecimento global.

    Os pesquisadores alertam que é preciso tomar medidas urgentes para proteger os rios e seus ecossistemas. Algumas das ações sugeridas são: restaurar a vegetação ribeirinha, que fornece sombra e resfria a água; reduzir a poluição e o desmatamento, que afetam a qualidade da água e a biodiversidade; e usar fontes de energia renováveis, que emitem menos gases de efeito estufa.

    Os rios são vitais para o bem-estar humano e a conservação da natureza. Por isso, é importante conscientizar a sociedade sobre os desafios que eles enfrentam e buscar soluções sustentáveis para o seu manejo.

    Fonte: Link.

    No entanto, esses recursos hídricos estão sob risco devido às mudanças climáticas, que afetam a temperatura e o oxigênio dos rios.

    Um estudo publicado na revista Nature Geoscience analisou dados de mais de 40 mil rios em todo o mundo e descobriu que a temperatura média dos rios aumentou 0,24°C por década desde 1971. Esse aumento pode ter consequências negativas para a vida aquática, pois muitas espécies de peixes e outros organismos dependem de uma faixa estreita de temperatura para sobreviver e se reproduzir.

    Além disso, o aquecimento dos rios reduz a capacidade da água de reter oxigênio, um elemento essencial para a respiração dos seres vivos. A perda de oxigênio nos rios pode causar a morte de peixes e outros organismos, além de aumentar a emissão de gases de efeito estufa, como o metano, que contribuem para o aquecimento global.

    Os pesquisadores alertam que é preciso tomar medidas urgentes para proteger os rios e seus ecossistemas. Algumas das ações sugeridas são: restaurar a vegetação ribeirinha, que fornece sombra e resfria a água; reduzir a poluição e o desmatamento, que afetam a qualidade da água e a biodiversidade; e usar fontes de energia renováveis, que emitem menos gases de efeito estufa.

    Os rios são vitais para o bem-estar humano e a conservação da natureza. Por isso, é importante conscientizar a sociedade sobre os desafios que eles enfrentam e buscar soluções sustentáveis para o seu manejo.

    Fonte: Link.

  • Por que as cidades precisam se preparar para o clima cada vez mais quente?

    Por que as cidades precisam se preparar para o clima cada vez mais quente?

    O aquecimento global é uma realidade que afeta todo o planeta, mas especialmente as cidades, que concentram mais de metade da população mundial.

    As cidades sofrem com o aumento da temperatura, o maior risco de enchentes, a redução da qualidade do ar e os impactos na produção de energia e alimentos. Para enfrentar esses desafios, as cidades precisam adotar medidas de adaptação e mitigação das mudanças climáticas, como promover o uso de energias renováveis, incentivar o transporte público e não motorizado e implantar soluções baseadas na natureza.

    Uma das iniciativas que vem ganhando destaque no cenário internacional é o movimento Depave, que visa remover o asfalto e substituí-lo por vegetação em áreas urbanas, especialmente em comunidades carentes que sofrem com o calor extremo e as inundações. O movimento surgiu em Portland, nos Estados Unidos, em 2007, e desde então se espalhou por outras cidades do país, como Chicago, Phoenix, Nashville e Pilsen. O objetivo é criar espaços verdes que possam trazer benefícios ambientais, sociais e econômicos para os moradores.

    Alguns dos benefícios da desasfaltagem são:

    • Redução da temperatura: A vegetação pode diminuir a temperatura do ar e do solo em até 10°C, criando um microclima mais agradável e reduzindo o consumo de energia com ar condicionado.

    • Diminuição do risco de enchentes: A vegetação aumenta a capacidade de infiltração da água no solo, evitando que ela escoe rapidamente para as redes de drenagem e cause alagamentos. Além disso, a vegetação pode reter parte da água da chuva e devolvê-la para a atmosfera por meio da evapotranspiração.

    • Melhoria da qualidade do ar: A vegetação pode filtrar poluentes atmosféricos, como partículas finas, óxidos de nitrogênio e ozônio troposférico, que prejudicam a saúde respiratória. Além disso, a vegetação pode produzir oxigênio e absorver dióxido de carbono, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

    • Diminuição do estresse: A vegetação pode proporcionar um ambiente mais bonito, tranquilo e acolhedor para os moradores, melhorando o bem-estar psicológico e emocional. A vegetação também pode estimular a interação social e a participação comunitária, fortalecendo os laços entre as pessoas.

    • Prevenção de acidentes de trânsito: A remoção do asfalto pode diminuir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança dos pedestres e ciclistas. A vegetação também pode servir como uma barreira física e visual entre as vias e as calçadas, reduzindo o ruído e a poluição sonora.

    • Restauração da biodiversidade local: A vegetação pode atrair e abrigar diversas espécies de animais e plantas nativas ou adaptadas ao ambiente urbano, aumentando a diversidade biológica e os serviços ecossistêmicos.

    Alguns exemplos de projetos de desasfaltagem realizados em diferentes cidades são:

    • Em Portland, uma escola primária removeu 1.300 m² de asfalto do seu pátio e criou uma área verde com jardins, hortas, árvores frutíferas e um playground natural. O projeto envolveu alunos, professores, pais e voluntários da comunidade.

    • Em Chicago, uma igreja católica removeu 930 m² de asfalto do seu estacionamento e criou um espaço verde com gramado, flores silvestres, arbustos e árvores. O projeto contou com o apoio financeiro de uma fundação ambiental.

    • Em Phoenix, um café removeu 280 m² de asfalto do seu terreno e criou um jardim comestível com verduras, ervas, frutas e flores. O projeto teve a parceria de uma organização sem fins lucrativos que promove a agricultura urbana.

    • Em Nashville, uma escola secundária removeu 370 m² de asfalto do seu pátio e criou uma área verde com gramado, árvores, bancos e mesas. O projeto teve a colaboração de uma empresa de paisagismo e de uma universidade local.

    • Em Pilsen, um bairro latino de Chicago, uma escola primária removeu 2.800 m² de asfalto do seu pátio e criou um espaço verde com gramado, árvores, arbustos, flores e um campo de futebol. O projeto teve a participação de estudantes, professores, pais e líderes comunitários.

    Apesar dos benefícios e dos exemplos de sucesso, a implementação de soluções baseadas na natureza enfrenta obstáculos como falta de financiamento, políticas desatualizadas e pouca colaboração entre setores. No entanto, essas soluções também podem representar uma oportunidade de educar os estudantes sobre a resiliência climática e de sonhar com um futuro diferente para as cidades.

    As cidades sofrem com o aumento da temperatura, o maior risco de enchentes, a redução da qualidade do ar e os impactos na produção de energia e alimentos. Para enfrentar esses desafios, as cidades precisam adotar medidas de adaptação e mitigação das mudanças climáticas, como promover o uso de energias renováveis, incentivar o transporte público e não motorizado e implantar soluções baseadas na natureza.

    Uma das iniciativas que vem ganhando destaque no cenário internacional é o movimento Depave, que visa remover o asfalto e substituí-lo por vegetação em áreas urbanas, especialmente em comunidades carentes que sofrem com o calor extremo e as inundações. O movimento surgiu em Portland, nos Estados Unidos, em 2007, e desde então se espalhou por outras cidades do país, como Chicago, Phoenix, Nashville e Pilsen. O objetivo é criar espaços verdes que possam trazer benefícios ambientais, sociais e econômicos para os moradores.

    Alguns dos benefícios da desasfaltagem são:

    • Redução da temperatura: A vegetação pode diminuir a temperatura do ar e do solo em até 10°C, criando um microclima mais agradável e reduzindo o consumo de energia com ar condicionado.

    • Diminuição do risco de enchentes: A vegetação aumenta a capacidade de infiltração da água no solo, evitando que ela escoe rapidamente para as redes de drenagem e cause alagamentos. Além disso, a vegetação pode reter parte da água da chuva e devolvê-la para a atmosfera por meio da evapotranspiração.

    • Melhoria da qualidade do ar: A vegetação pode filtrar poluentes atmosféricos, como partículas finas, óxidos de nitrogênio e ozônio troposférico, que prejudicam a saúde respiratória. Além disso, a vegetação pode produzir oxigênio e absorver dióxido de carbono, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

    • Diminuição do estresse: A vegetação pode proporcionar um ambiente mais bonito, tranquilo e acolhedor para os moradores, melhorando o bem-estar psicológico e emocional. A vegetação também pode estimular a interação social e a participação comunitária, fortalecendo os laços entre as pessoas.

    • Prevenção de acidentes de trânsito: A remoção do asfalto pode diminuir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança dos pedestres e ciclistas. A vegetação também pode servir como uma barreira física e visual entre as vias e as calçadas, reduzindo o ruído e a poluição sonora.

    • Restauração da biodiversidade local: A vegetação pode atrair e abrigar diversas espécies de animais e plantas nativas ou adaptadas ao ambiente urbano, aumentando a diversidade biológica e os serviços ecossistêmicos.

    Alguns exemplos de projetos de desasfaltagem realizados em diferentes cidades são:

    • Em Portland, uma escola primária removeu 1.300 m² de asfalto do seu pátio e criou uma área verde com jardins, hortas, árvores frutíferas e um playground natural. O projeto envolveu alunos, professores, pais e voluntários da comunidade.

    • Em Chicago, uma igreja católica removeu 930 m² de asfalto do seu estacionamento e criou um espaço verde com gramado, flores silvestres, arbustos e árvores. O projeto contou com o apoio financeiro de uma fundação ambiental.

    • Em Phoenix, um café removeu 280 m² de asfalto do seu terreno e criou um jardim comestível com verduras, ervas, frutas e flores. O projeto teve a parceria de uma organização sem fins lucrativos que promove a agricultura urbana.

    • Em Nashville, uma escola secundária removeu 370 m² de asfalto do seu pátio e criou uma área verde com gramado, árvores, bancos e mesas. O projeto teve a colaboração de uma empresa de paisagismo e de uma universidade local.

    • Em Pilsen, um bairro latino de Chicago, uma escola primária removeu 2.800 m² de asfalto do seu pátio e criou um espaço verde com gramado, árvores, arbustos, flores e um campo de futebol. O projeto teve a participação de estudantes, professores, pais e líderes comunitários.

    Apesar dos benefícios e dos exemplos de sucesso, a implementação de soluções baseadas na natureza enfrenta obstáculos como falta de financiamento, políticas desatualizadas e pouca colaboração entre setores. No entanto, essas soluções também podem representar uma oportunidade de educar os estudantes sobre a resiliência climática e de sonhar com um futuro diferente para as cidades.

  • Ebulição global: o que é e como enfrentar o maior desafio da humanidade

    Ebulição global: o que é e como enfrentar o maior desafio da humanidade

    O planeta Terra está fervendo. Essa é a conclusão de cientistas, ambientalistas e líderes mundiais, que alertam para os perigos das mudanças climáticas causadas pela atividade humana.

    via GIPHY

    Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), julho de 2023 será o mês mais quente já registrado na história, superando a média pré-industrial em cerca de 1,5°C . Isso significa que o planeta está passando por um período de calor extremo, que traz consequências graves para a vida, como secas, incêndios, inundações, tempestades, derretimento de geleiras e perda de biodiversidade.

    O que é ebulição global?

    Ebulição global é um termo usado para descrever o estado atual do planeta, que está sofrendo os efeitos das mudanças climáticas causadas pela atividade humana. O termo foi usado pela primeira vez pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, em um discurso na Cúpula do Clima de 2023, realizada em Glasgow, na Escócia. Guterres afirmou que “a era do aquecimento global acabou, agora é o momento da era da ebulição global” e pediu ações “radicais e imediatas” para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e evitar o pior cenário possível.

    O termo ebulição global se refere ao fato de que o planeta está atingindo temperaturas tão altas que podem provocar uma reação em cadeia irreversível, levando a um colapso ecológico e social. Segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), se as emissões continuarem no ritmo atual, a temperatura média global pode aumentar entre 3°C e 5°C até o final do século, ultrapassando o limite de 1,5°C estabelecido pelo Acordo de Paris. Isso pode levar a eventos climáticos extremos mais frequentes e intensos, como ondas de calor, furacões, secas e inundações; à elevação do nível do mar, que pode afetar milhões de pessoas que vivem em áreas costeiras; à perda de biodiversidade, que pode comprometer os serviços ecossistêmicos essenciais para a humanidade; e à escassez de recursos naturais, como água, alimentos e energia, que podem gerar conflitos e migrações forçadas.

    Como enfrentar a ebulição global?

    Para enfrentar a ebulição global, é preciso uma ação coletiva e urgente de todos os setores da sociedade: governos, empresas, organizações não governamentais e cidadãos. É necessário reduzir as emissões de gases de efeito estufa, principalmente dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4), que são os principais responsáveis pelo efeito estufa. Isso pode ser feito por meio da transição para fontes de energia renováveis, como solar, eólica e hidrelétrica; da melhoria da eficiência energética dos edifícios, veículos e indústrias; da adoção de práticas agrícolas sustentáveis, que evitem o desmatamento e a degradação do solo; da restauração de ecossistemas naturais, como florestas, manguezais e turfeiras; e da implementação de tecnologias de captura e armazenamento de carbono.

    Além disso, é preciso se adaptar aos impactos das mudanças climáticas já existentes. Isso pode ser feito por meio do fortalecimento da resiliência das comunidades vulneráveis aos desastres naturais; da promoção da segurança alimentar e hídrica; da proteção da saúde humana e animal; da conservação da biodiversidade; da gestão integrada dos recursos naturais; e da cooperação internacional para o desenvolvimento sustentável.

    A ebulição global é o maior desafio da humanidade no século XXI. Ela exige uma mudança de paradigma na forma como nos relacionamos com o planeta e uns com os outros. Somente assim, poderemos garantir um futuro mais justo, seguro e saudável para as próximas gerações.

    via GIPHY

    Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), julho de 2023 será o mês mais quente já registrado na história, superando a média pré-industrial em cerca de 1,5°C . Isso significa que o planeta está passando por um período de calor extremo, que traz consequências graves para a vida, como secas, incêndios, inundações, tempestades, derretimento de geleiras e perda de biodiversidade.

    O que é ebulição global?

    Ebulição global é um termo usado para descrever o estado atual do planeta, que está sofrendo os efeitos das mudanças climáticas causadas pela atividade humana. O termo foi usado pela primeira vez pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, em um discurso na Cúpula do Clima de 2023, realizada em Glasgow, na Escócia. Guterres afirmou que “a era do aquecimento global acabou, agora é o momento da era da ebulição global” e pediu ações “radicais e imediatas” para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e evitar o pior cenário possível.

    O termo ebulição global se refere ao fato de que o planeta está atingindo temperaturas tão altas que podem provocar uma reação em cadeia irreversível, levando a um colapso ecológico e social. Segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), se as emissões continuarem no ritmo atual, a temperatura média global pode aumentar entre 3°C e 5°C até o final do século, ultrapassando o limite de 1,5°C estabelecido pelo Acordo de Paris. Isso pode levar a eventos climáticos extremos mais frequentes e intensos, como ondas de calor, furacões, secas e inundações; à elevação do nível do mar, que pode afetar milhões de pessoas que vivem em áreas costeiras; à perda de biodiversidade, que pode comprometer os serviços ecossistêmicos essenciais para a humanidade; e à escassez de recursos naturais, como água, alimentos e energia, que podem gerar conflitos e migrações forçadas.

    Como enfrentar a ebulição global?

    Para enfrentar a ebulição global, é preciso uma ação coletiva e urgente de todos os setores da sociedade: governos, empresas, organizações não governamentais e cidadãos. É necessário reduzir as emissões de gases de efeito estufa, principalmente dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4), que são os principais responsáveis pelo efeito estufa. Isso pode ser feito por meio da transição para fontes de energia renováveis, como solar, eólica e hidrelétrica; da melhoria da eficiência energética dos edifícios, veículos e indústrias; da adoção de práticas agrícolas sustentáveis, que evitem o desmatamento e a degradação do solo; da restauração de ecossistemas naturais, como florestas, manguezais e turfeiras; e da implementação de tecnologias de captura e armazenamento de carbono.

    Além disso, é preciso se adaptar aos impactos das mudanças climáticas já existentes. Isso pode ser feito por meio do fortalecimento da resiliência das comunidades vulneráveis aos desastres naturais; da promoção da segurança alimentar e hídrica; da proteção da saúde humana e animal; da conservação da biodiversidade; da gestão integrada dos recursos naturais; e da cooperação internacional para o desenvolvimento sustentável.

    A ebulição global é o maior desafio da humanidade no século XXI. Ela exige uma mudança de paradigma na forma como nos relacionamos com o planeta e uns com os outros. Somente assim, poderemos garantir um futuro mais justo, seguro e saudável para as próximas gerações.

  • 7 filmes para entender a atual crise climática

    7 filmes para entender a atual crise climática

    A crise climática é um dos maiores desafios da humanidade no século 21. As mudanças no clima afetam a biodiversidade, a segurança alimentar, a saúde e o bem-estar das pessoas e do planeta.

    Para compreender melhor as causas, as consequências e as soluções para esse problema, selecionamos 7 filmes que abordam o tema de diferentes perspectivas. Confira!

    1. Uma verdade inconveniente (2007)
      O documentário acompanha o ativista ambiental e ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, em sua campanha para conscientizar o público sobre os perigos do aquecimento global. O filme apresenta dados científicos, imagens impactantes e depoimentos de especialistas sobre os efeitos das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera.
    2. A última hora (2007)
      O ator Leonardo Di Caprio produziu e narrou esse documentário que explora as causas e as consequências da crise climática, bem como as possíveis soluções. O filme conta com a participação de cientistas, políticos, líderes religiosos e ambientalistas que discutem temas como a escassez de recursos naturais, a extinção de espécies, a poluição, a pobreza e os conflitos.
    3. Cowspiracy (2014)
      Esse documentário investiga o impacto da indústria pecuária no meio ambiente e na mudança climática. O filme revela como a criação de animais para consumo humano é responsável por uma grande parte das emissões de gases de efeito estufa, do desmatamento, da perda de biodiversidade, do consumo de água e da poluição.
    4. Captando o sol (2015)
      Esse documentário mostra como a energia solar pode ser uma alternativa limpa, barata e acessível para combater a crise climática e promover o desenvolvimento sustentável. O filme acompanha a trajetória de quatro pessoas que se envolvem com a energia solar em diferentes contextos: um empresário americano, um ativista indiano, um trabalhador chinês e um veterano de guerra americano.
    5. Seremos história? (2016)
      Esse documentário é uma série produzida por Leonardo Di Caprio que explora os impactos das mudanças climáticas em diferentes regiões do mundo. Cada episódio aborda um aspecto da crise climática, como o derretimento das geleiras, a elevação do nível do mar, as secas, as tempestades, as migrações e os conflitos.
    6. Uma verdade mais inconveniente (2017)
      Esse documentário é a continuação de Uma verdade inconveniente (2007) e mostra como Al Gore continua sua luta pela conscientização e pela ação contra o aquecimento global. O filme mostra os avanços e os retrocessos na política climática global, bem como os desafios e as oportunidades para a transição energética.
    7. Nosso planeta (2019)
      Essa série documental é uma produção da Netflix que retrata a beleza e a diversidade da vida na Terra, bem como as ameaças que ela enfrenta por causa das mudanças climáticas. Cada episódio foca em um tipo de ecossistema, como florestas, oceanos, savanas, pólos e cidades, e mostra como as espécies se adaptam ou sofrem com as alterações no clima.

    Para compreender melhor as causas, as consequências e as soluções para esse problema, selecionamos 7 filmes que abordam o tema de diferentes perspectivas. Confira!

    1. Uma verdade inconveniente (2007)
      O documentário acompanha o ativista ambiental e ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, em sua campanha para conscientizar o público sobre os perigos do aquecimento global. O filme apresenta dados científicos, imagens impactantes e depoimentos de especialistas sobre os efeitos das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera.
    2. A última hora (2007)
      O ator Leonardo Di Caprio produziu e narrou esse documentário que explora as causas e as consequências da crise climática, bem como as possíveis soluções. O filme conta com a participação de cientistas, políticos, líderes religiosos e ambientalistas que discutem temas como a escassez de recursos naturais, a extinção de espécies, a poluição, a pobreza e os conflitos.
    3. Cowspiracy (2014)
      Esse documentário investiga o impacto da indústria pecuária no meio ambiente e na mudança climática. O filme revela como a criação de animais para consumo humano é responsável por uma grande parte das emissões de gases de efeito estufa, do desmatamento, da perda de biodiversidade, do consumo de água e da poluição.
    4. Captando o sol (2015)
      Esse documentário mostra como a energia solar pode ser uma alternativa limpa, barata e acessível para combater a crise climática e promover o desenvolvimento sustentável. O filme acompanha a trajetória de quatro pessoas que se envolvem com a energia solar em diferentes contextos: um empresário americano, um ativista indiano, um trabalhador chinês e um veterano de guerra americano.
    5. Seremos história? (2016)
      Esse documentário é uma série produzida por Leonardo Di Caprio que explora os impactos das mudanças climáticas em diferentes regiões do mundo. Cada episódio aborda um aspecto da crise climática, como o derretimento das geleiras, a elevação do nível do mar, as secas, as tempestades, as migrações e os conflitos.
    6. Uma verdade mais inconveniente (2017)
      Esse documentário é a continuação de Uma verdade inconveniente (2007) e mostra como Al Gore continua sua luta pela conscientização e pela ação contra o aquecimento global. O filme mostra os avanços e os retrocessos na política climática global, bem como os desafios e as oportunidades para a transição energética.
    7. Nosso planeta (2019)
      Essa série documental é uma produção da Netflix que retrata a beleza e a diversidade da vida na Terra, bem como as ameaças que ela enfrenta por causa das mudanças climáticas. Cada episódio foca em um tipo de ecossistema, como florestas, oceanos, savanas, pólos e cidades, e mostra como as espécies se adaptam ou sofrem com as alterações no clima.
  • Destruição da Internet? Cientistas predizem consequências graves das mudanças climáticas

    Especialistas revelam que, no futuro próximo, a Internet tal como a conhecemos hoje pode deixar de existir.

    De acordo com investigadores da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA), nos próximos 15 anos, várias partes vitais da infraestrutura da Internet estadunidense podem ser inundadas e danificadas devido ao aumento do nível de mar.

    “O risco direto para a rede global da Internet é que as zonas de instalação dos cabos de fibra óptica transatlânticos serão inundadas nos próximos anos pelas águas do oceano devido ao aquecimento global”, declarou um dos autores da investigação, o professor Paul Barford.

    Assim, o aumento do nível das águas do mar provocará falhas globais até que os cabos sejam reinstalados em locais superiores. Mas isso exigirá tempo e dinheiro.

    VEJA MAIS:
    São encontradas 12 novas luas de Júpiter e uma está a caminho de violenta colisão
    Precisamos falar sobre o Silvio Santos

    Os cientistas avisam que nos próximos 15 anos, só nos EUA 1,9 mil quilômetros de cabos de telecomunicações e 3,9 mil quilômetros de cabos de fibra óptica ficarão debaixo de água. Apesar de todos eles serem resistente à água, não são completamente impermeáveis. Portanto, a água salgada pode causar falhas no funcionamento da rede, especialmente nos centros da infraestrutura dos EUA.

    De acordo com Barford, o problema dos cabos existentes é que os meios de sua proteção são vulneráveis às mudanças climáticas. Por esta razão, assegura, no futuro é necessário “levar essas consequências em consideração”.

    Para evitar possíveis danos futuros nesse tipo de infraestrutura é vital aumentar sua proteção ainda hoje, concluem os especialistas. Por Sputnik Brasil.

  • Cientistas encontram sinais de catástrofe global no Atlântico

    Cientistas da University College de Londres descobriram que a corrente marítima do Golfo diminuiu significativamente, atingindo o nível mínimo nos últimos 1.600 anos.

    Eles afirmaram que isso pode provocar invernos rigorosos na Europa Ocidental, aumento acelerado do nível do mar e enfraquecimento das chuvas tropicais, segundo as informações reportadas pelo The Guardian.

    A corrente do Golfo entra na circulação meridional do Atlântico, um sistema de correntes que inclui correntes quentes do sul para o norte nas camadas superiores do oceano, e águas frias profundas, que fluem na direção oposta. O aquecimento global impede o resfriamento da água e o derretimento do gelo no Ártico, o que significa que grandes volumes de água doce e consequentemente menos densa, entram no oceano Ártico.

    Veja Mais:
    Pesquisadores descobrem ‘zona de sombra’ na Terra que pode ameaçar todos nós
    Tremor de terra foi sentido em toda capital paulista

    Os cientistas analisaram os depósitos no cabo Hatteras no estado norte-americano da Carolina do Norte, que está enfrentando a corrente quente do Golfo e a corrente fria do Labrador. Por causa disso, formam-se vórtices e arenitos de areia perigosos para os navios. Pelo tamanho dos grãos de areia datados, pode-se julgar a força das correntes de um período determinado.

    Acontece que a velocidade da circulação meridional do Atlântico atingiu um recorde de baixa por mais de 1.500 anos, tornando-se 15% mais fraca. Começou a diminuir depois do final do pequeno período glacial nos séculos XIV e XIX. Essa tendência continuou devido ao aquecimento global. Os cientistas também chegaram à conclusão de que a corrente do Golfo se tornará ainda mais fraca, já que a atmosfera da Terra continua a aquecer devido à queima de grandes volumes de combustíveis fósseis pelo homem. Com informações da Sputnik Brasil

  • Pesquisadores descobrem ‘zona de sombra’ na Terra que pode ameaçar todos nós

    Os cientistas noruegueses descobriram uma área “de sombra” na camada de gelo na Groenlândia, onde o gelo está se derretendo muito rapidamente. Isso, por sua vez, tem um impacto sobre o aumento do nível do mar e ameaça com inundação grandes áreas costeiras em todo o mundo, relata um portal científico.

    De acordo com o Science Alert, os cientistas noruegueses descobriram uma área “de sombra” na camada de gelo da Groenlândia formada por uma mistura de poeira e fuligem.

    Veja Mais:
    E se os transportes públicos fossem gratuitos nas grandes cidades?
    Rio contaminado por empresa norueguesa demorará séculos para se recuperar, diz cientista

    À medida que o gelo se derreter rapidamente nesta área, este processo vai afetar o aumento do nível do mar, criando em vastas áreas costeiras por todo o mundo um risco de inundação, advertem os pesquisadores.

    https://twitter.com/CienciaClima/status/983692968585519104

    Segundo a mídia, o comprimento da zona “de sombra” é de 400 quilômetros e a largura máxima é de 100 quilômetros. O problema é que as algas escuras crescem neste território, o que muda a cor do gelo. Como resultado, o gelo perde sua capacidade de refletir os raios do sol e, assim, derrete mais rapidamente.

    Por sua vez, a água contribui para o crescimento das algas, por isso a área “de sombra” aumenta. Assim é desencadeado um mecanismo que se autoalimenta, acelerando o derretimento do gelo.
    Os especialistas dizem que a contribuição mais importante para a redução do volume de gelo vem da fuligem em consequência de incêndios florestais e outros processos de combustão. Eles são responsáveis por 73% das mudanças na capacidade da superfície do gelo para refletir os raios solares. Por Sputnik Brasil