Tag: asma

  • Como cozinhar e acender velas podem afetar a saúde dos jovens asmáticos

    Como cozinhar e acender velas podem afetar a saúde dos jovens asmáticos

    Um novo estudo revelou que a poluição do ar causada por fumaça de cozinha e velas pode ter efeitos nocivos na saúde de jovens com asma leve.

    Os pesquisadores descobriram que a exposição a essas fontes de poluição aumenta os níveis de inflamação nas vias aéreas e no sangue, bem como os sintomas de irritação nos olhos, nariz e garganta.

    O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, e envolveu 36 jovens asmáticos com idades entre 18 e 25 anos. Os participantes foram expostos a três diferentes condições em câmaras climáticas: emissões de cozinha, emissões de velas e ar limpo. Cada exposição durou quatro horas e foi realizada em dias diferentes.

    Os pesquisadores mediram a concentração de partículas e gases no ar, como monóxido de carbono, dióxido de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis. Eles também avaliaram os sintomas relacionados à irritação e ao bem-estar geral dos participantes, usando questionários e escalas visuais. Além disso, eles coletaram amostras de sangue, urina e escarro dos participantes, para analisar os biomarcadores de inflamação e dano ao DNA.

    Os resultados mostraram que as emissões de cozinha e velas continham níveis mais altos de partículas e gases do que o ar limpo. Essas emissões também causaram um aumento significativo nos sintomas de irritação nos olhos, nariz e garganta dos participantes, em comparação com o ar limpo. Além disso, as emissões de cozinha e velas elevaram os níveis de alguns biomarcadores de inflamação nas vias aéreas e no sangue, indicando uma resposta inflamatória sistêmica. Os pesquisadores também observaram um aumento nos biomarcadores de dano ao DNA nas células sanguíneas dos participantes, sugerindo um potencial risco de mutações genéticas.

    Os pesquisadores alertam que a exposição crônica à poluição do ar por cozinha e velas pode levar a doenças graves nos pulmões, no sistema cardiovascular e no câncer. Eles recomendam que as pessoas tenham cuidado ao inalar muito da atmosfera aconchegante, especialmente no inverno, quando as janelas estão fechadas. Eles sugerem que se priorize uma ventilação adequada durante o cozimento ou ao acender velas, usando exaustores ou abrindo as janelas.

    O estudo é um ensaio clínico randomizado controlado duplo-cego, o que significa que nem os participantes nem os pesquisadores sabiam qual condição estava sendo testada em cada dia. O estudo foi financiado pela Realdania Research, uma fundação dinamarquesa que apoia projetos relacionados à qualidade de vida. O estudo foi publicado na revista Particle and Fibre Toxicology, uma publicação científica especializada em toxicologia ambiental.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores descobriram que a exposição a essas fontes de poluição aumenta os níveis de inflamação nas vias aéreas e no sangue, bem como os sintomas de irritação nos olhos, nariz e garganta.

    O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, e envolveu 36 jovens asmáticos com idades entre 18 e 25 anos. Os participantes foram expostos a três diferentes condições em câmaras climáticas: emissões de cozinha, emissões de velas e ar limpo. Cada exposição durou quatro horas e foi realizada em dias diferentes.

    Os pesquisadores mediram a concentração de partículas e gases no ar, como monóxido de carbono, dióxido de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis. Eles também avaliaram os sintomas relacionados à irritação e ao bem-estar geral dos participantes, usando questionários e escalas visuais. Além disso, eles coletaram amostras de sangue, urina e escarro dos participantes, para analisar os biomarcadores de inflamação e dano ao DNA.

    Os resultados mostraram que as emissões de cozinha e velas continham níveis mais altos de partículas e gases do que o ar limpo. Essas emissões também causaram um aumento significativo nos sintomas de irritação nos olhos, nariz e garganta dos participantes, em comparação com o ar limpo. Além disso, as emissões de cozinha e velas elevaram os níveis de alguns biomarcadores de inflamação nas vias aéreas e no sangue, indicando uma resposta inflamatória sistêmica. Os pesquisadores também observaram um aumento nos biomarcadores de dano ao DNA nas células sanguíneas dos participantes, sugerindo um potencial risco de mutações genéticas.

    Os pesquisadores alertam que a exposição crônica à poluição do ar por cozinha e velas pode levar a doenças graves nos pulmões, no sistema cardiovascular e no câncer. Eles recomendam que as pessoas tenham cuidado ao inalar muito da atmosfera aconchegante, especialmente no inverno, quando as janelas estão fechadas. Eles sugerem que se priorize uma ventilação adequada durante o cozimento ou ao acender velas, usando exaustores ou abrindo as janelas.

    O estudo é um ensaio clínico randomizado controlado duplo-cego, o que significa que nem os participantes nem os pesquisadores sabiam qual condição estava sendo testada em cada dia. O estudo foi financiado pela Realdania Research, uma fundação dinamarquesa que apoia projetos relacionados à qualidade de vida. O estudo foi publicado na revista Particle and Fibre Toxicology, uma publicação científica especializada em toxicologia ambiental.

    Fonte: Link.

  • Ozonioterapia: Lula sanciona lei que autoriza o tratamento no Brasil

    Ozonioterapia: Lula sanciona lei que autoriza o tratamento no Brasil

    O Conselho Federal de Medicina (CFM), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o Ministério da Saúde e outras entidades médicas afirmam que não há evidências científicas suficientes que sustentem a eficácia e a segurança da ozonioterapia.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que autoriza a terapia com ozônio em todo o território nacional. O texto foi publicado na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (7).

    A ozonioterapia consiste na aplicação de uma mistura de oxigênio e ozônio por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica. A técnica é usada para tratar diversas doenças, como infecções, inflamações, feridas, dores crônicas e câncer.

    A lei determina que a ozonioterapia seja realizada por profissional de saúde com nível superior e inscrito no conselho de fiscalização, e que seja aplicada por equipamento de produção de ozônio medicinal regularizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O paciente também deve ser informado do caráter complementar do tratamento.

    A ozonioterapia foi alvo de polêmicas durante a pandemia de Covid-19. Isso porque a técnica chegou a ser recomendada pelo prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB), mesmo sem ter eficácia comprovada contra o coronavírus. O político chegou a sugerir a aplicação de ozônio pelo ânus como forma de prevenir a doença.

    A Academia Nacional de Medicina (ANM) pediu veto ao projeto, afirmando que não tinha conhecimento de trabalhos científicos que comprovassem a eficácia da terapia com ozônio em nenhuma circunstância. O órgão alertou ainda que a prática poderia trazer riscos à saúde, como embolia gasosa, hemólise e lesões teciduais.

    A lei entra em vigor na data da sua publicação.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que autoriza a terapia com ozônio em todo o território nacional. O texto foi publicado na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (7).

    A ozonioterapia consiste na aplicação de uma mistura de oxigênio e ozônio por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica. A técnica é usada para tratar diversas doenças, como infecções, inflamações, feridas, dores crônicas e câncer.

    A lei determina que a ozonioterapia seja realizada por profissional de saúde com nível superior e inscrito no conselho de fiscalização, e que seja aplicada por equipamento de produção de ozônio medicinal regularizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O paciente também deve ser informado do caráter complementar do tratamento.

    A ozonioterapia foi alvo de polêmicas durante a pandemia de Covid-19. Isso porque a técnica chegou a ser recomendada pelo prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB), mesmo sem ter eficácia comprovada contra o coronavírus. O político chegou a sugerir a aplicação de ozônio pelo ânus como forma de prevenir a doença.

    A Academia Nacional de Medicina (ANM) pediu veto ao projeto, afirmando que não tinha conhecimento de trabalhos científicos que comprovassem a eficácia da terapia com ozônio em nenhuma circunstância. O órgão alertou ainda que a prática poderia trazer riscos à saúde, como embolia gasosa, hemólise e lesões teciduais.

    A lei entra em vigor na data da sua publicação.

  • Ozonioterapia: por que a ciência não recomenda e os riscos dessa terapia

    Ozonioterapia: por que a ciência não recomenda e os riscos dessa terapia

    A ozonioterapia é uma terapia que usa o gás ozônio para melhorar a oxigenação dos tecidos e estimular o sistema imunológico, podendo ser indicada em caso de doenças dentárias e procedimentos estéticos.

    No entanto, a ozonioterapia não é recomendada pela ciência como forma de tratamento para outras doenças, como asma, câncer, HIV e esclerose múltipla, por não haver evidências científicas que comprovem os seus benefícios nessas situações.

    Além disso, a ozonioterapia pode trazer riscos para a saúde, como irritação da pele e das mucosas, alergias, embolia gasosa e até mesmo morte, se for aplicada de forma inadequada ou por profissionais não capacitados. Por isso, a ozonioterapia deve ser realizada apenas por médicos ou dentistas treinados para a sua aplicação, seguindo as indicações aprovadas pela Anvisa.

    A ozonioterapia pode ser feita por meio de aplicação cutânea, com gás, compressas, óleos ou água contendo ozônio aplicados sobre a pele; aplicação bucal, utilizando água, gás ou óleos contendo ozônio diretamente na mucosa da boca; ou aplicação sistêmica, com injeção de ozônio no sangue ou nos músculos. O tipo de aplicação varia de acordo com a finalidade da ozonioterapia.

    Se você tem interesse em saber mais sobre a ozonioterapia, consulte um profissional de saúde qualificado e informe-se sobre os possíveis benefícios e riscos dessa terapia. Não se deixe enganar por promessas milagrosas ou falsas informações sobre a ozonioterapia na internet.

    No entanto, a ozonioterapia não é recomendada pela ciência como forma de tratamento para outras doenças, como asma, câncer, HIV e esclerose múltipla, por não haver evidências científicas que comprovem os seus benefícios nessas situações.

    Além disso, a ozonioterapia pode trazer riscos para a saúde, como irritação da pele e das mucosas, alergias, embolia gasosa e até mesmo morte, se for aplicada de forma inadequada ou por profissionais não capacitados. Por isso, a ozonioterapia deve ser realizada apenas por médicos ou dentistas treinados para a sua aplicação, seguindo as indicações aprovadas pela Anvisa.

    A ozonioterapia pode ser feita por meio de aplicação cutânea, com gás, compressas, óleos ou água contendo ozônio aplicados sobre a pele; aplicação bucal, utilizando água, gás ou óleos contendo ozônio diretamente na mucosa da boca; ou aplicação sistêmica, com injeção de ozônio no sangue ou nos músculos. O tipo de aplicação varia de acordo com a finalidade da ozonioterapia.

    Se você tem interesse em saber mais sobre a ozonioterapia, consulte um profissional de saúde qualificado e informe-se sobre os possíveis benefícios e riscos dessa terapia. Não se deixe enganar por promessas milagrosas ou falsas informações sobre a ozonioterapia na internet.