Tag: ataque cardíaco

  • Saiba como a atividade física reduz o risco de ataque cardíaco

    Saiba como a atividade física reduz o risco de ataque cardíaco

    Você sabia que fazer exercício físico regularmente pode reduzir o risco de ter um infarto?

    Essa é a conclusão de vários estudos científicos que mostram os efeitos positivos da atividade física na saúde do coração.

    O infarto, também chamado de ataque cardíaco, é uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo. Ele acontece quando uma parte do músculo cardíaco morre por falta de oxigênio, devido ao entupimento de uma artéria coronária.

    Os fatores que aumentam o risco de infarto são: idade avançada, histórico familiar, tabagismo, obesidade, diabetes, colesterol alto, hipertensão arterial e estresse. Alguns desses fatores não podem ser modificados, mas outros podem ser controlados com hábitos saudáveis, como a prática de exercício físico.

    Segundo os especialistas, o exercício físico melhora a saúde cardiovascular de várias formas:

    • Fortalece o músculo cardíaco, tornando-o mais eficiente para bombear o sangue pelo corpo.

    • Aumenta a capacidade dos pulmões, melhorando a oxigenação do sangue e dos tecidos.

    • Dilata as artérias, facilitando o fluxo sanguíneo e diminuindo a pressão arterial.

    • Reduz o colesterol ruim (LDL) e aumenta o colesterol bom (HDL), prevenindo o acúmulo de gordura nas paredes das artérias.

    • Controla o peso corporal, evitando a obesidade e o excesso de gordura abdominal, que são fatores de risco para o infarto.

    • Regula a glicemia, prevenindo ou controlando o diabetes, que também é um fator de risco para o infarto.

    • Libera hormônios e neurotransmissores que melhoram o humor, a autoestima, a ansiedade e o estresse, que podem afetar negativamente o coração.

    Para obter esses benefícios, os especialistas recomendam fazer pelo menos 150 minutos de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade física intensa por semana, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    As atividades físicas podem ser de diferentes tipos, como caminhada, corrida, natação, ciclismo, dança, musculação, entre outras. O importante é escolher uma atividade que você goste e que se adapte às suas condições físicas e de saúde.

    Antes de iniciar qualquer exercício, consulte um médico e um educador físico para avaliar seu estado de saúde e orientar seu treinamento. Eles podem indicar a frequência, a intensidade, a duração e o tipo de exercício mais adequado para você.

    Lembre-se: fazer exercício físico regularmente pode salvar sua vida. Cuide do seu coração e da sua saúde.

    Essa é a conclusão de vários estudos científicos que mostram os efeitos positivos da atividade física na saúde do coração.

    O infarto, também chamado de ataque cardíaco, é uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo. Ele acontece quando uma parte do músculo cardíaco morre por falta de oxigênio, devido ao entupimento de uma artéria coronária.

    Os fatores que aumentam o risco de infarto são: idade avançada, histórico familiar, tabagismo, obesidade, diabetes, colesterol alto, hipertensão arterial e estresse. Alguns desses fatores não podem ser modificados, mas outros podem ser controlados com hábitos saudáveis, como a prática de exercício físico.

    Segundo os especialistas, o exercício físico melhora a saúde cardiovascular de várias formas:

    • Fortalece o músculo cardíaco, tornando-o mais eficiente para bombear o sangue pelo corpo.

    • Aumenta a capacidade dos pulmões, melhorando a oxigenação do sangue e dos tecidos.

    • Dilata as artérias, facilitando o fluxo sanguíneo e diminuindo a pressão arterial.

    • Reduz o colesterol ruim (LDL) e aumenta o colesterol bom (HDL), prevenindo o acúmulo de gordura nas paredes das artérias.

    • Controla o peso corporal, evitando a obesidade e o excesso de gordura abdominal, que são fatores de risco para o infarto.

    • Regula a glicemia, prevenindo ou controlando o diabetes, que também é um fator de risco para o infarto.

    • Libera hormônios e neurotransmissores que melhoram o humor, a autoestima, a ansiedade e o estresse, que podem afetar negativamente o coração.

    Para obter esses benefícios, os especialistas recomendam fazer pelo menos 150 minutos de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade física intensa por semana, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    As atividades físicas podem ser de diferentes tipos, como caminhada, corrida, natação, ciclismo, dança, musculação, entre outras. O importante é escolher uma atividade que você goste e que se adapte às suas condições físicas e de saúde.

    Antes de iniciar qualquer exercício, consulte um médico e um educador físico para avaliar seu estado de saúde e orientar seu treinamento. Eles podem indicar a frequência, a intensidade, a duração e o tipo de exercício mais adequado para você.

    Lembre-se: fazer exercício físico regularmente pode salvar sua vida. Cuide do seu coração e da sua saúde.

  • Inteligência artificial supera métodos tradicionais para diagnosticar ataques cardíacos

    Inteligência artificial supera métodos tradicionais para diagnosticar ataques cardíacos

    Uma nova ferramenta de inteligência artificial usa leituras de eletrocardiograma (ECG) para diagnosticar e classificar ataques cardíacos de forma mais rápida e precisa do que os métodos atuais. A ferramenta foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh e da Universidade de Toronto e pode ajudar a salvar vidas.

    Um ataque cardíaco acontece quando o sangue não chega ao coração por causa de um bloqueio em uma artéria. O ECG é um exame que mede a atividade elétrica do coração e mostra se ele está funcionando bem ou não. O ECG é um dos primeiros exames feitos quando alguém chega ao hospital com dor no peito, um dos sintomas mais comuns de um ataque cardíaco.

    A nova ferramenta usa algoritmos de aprendizado de máquina para analisar o ECG e identificar padrões que indicam se o paciente teve ou não um ataque cardíaco e qual o grau de gravidade. A ferramenta também leva em conta outros fatores, como a idade, o sexo, a pressão arterial e os medicamentos que o paciente está tomando.

    A ferramenta foi testada com dados de mais de 11 mil pacientes com dor no peito em quatro hospitais diferentes nos Estados Unidos e no Canadá. Os resultados mostraram que a ferramenta foi melhor do que três padrões ouro para avaliar eventos cardíacos: a interpretação clínica do ECG, os algoritmos comerciais de ECG e o escore HEART, que considera a história do paciente, a idade, os fatores de risco e o nível de uma proteína chamada troponina no sangue.

    A ferramenta ajuda a detectar pistas sutis no ECG que são difíceis para os médicos verem e melhora a classificação dos pacientes com dor no peito. Ela pode reclassificar um em cada três pacientes como baixo, intermediário ou alto risco. Isso pode ajudar a decidir quais pacientes precisam de tratamento imediato para restaurar o fluxo sanguíneo para o coração e quais podem ir para um hospital sem uma unidade especializada em cardiologia.

    A próxima fase da pesquisa é otimizar como a ferramenta será usada em parceria com os serviços médicos de emergência da cidade de Pittsburgh. A ferramenta vai analisar o ECG e enviar uma avaliação de risco do paciente, orientando as decisões médicas em tempo real.

    Os pesquisadores esperam que a ferramenta possa ser usada em outros lugares do mundo e contribua para reduzir as mortes por ataques cardíacos, que são uma das principais causas de morte no mundo.

    Fonte: Link.

    Um ataque cardíaco acontece quando o sangue não chega ao coração por causa de um bloqueio em uma artéria. O ECG é um exame que mede a atividade elétrica do coração e mostra se ele está funcionando bem ou não. O ECG é um dos primeiros exames feitos quando alguém chega ao hospital com dor no peito, um dos sintomas mais comuns de um ataque cardíaco.

    A nova ferramenta usa algoritmos de aprendizado de máquina para analisar o ECG e identificar padrões que indicam se o paciente teve ou não um ataque cardíaco e qual o grau de gravidade. A ferramenta também leva em conta outros fatores, como a idade, o sexo, a pressão arterial e os medicamentos que o paciente está tomando.

    A ferramenta foi testada com dados de mais de 11 mil pacientes com dor no peito em quatro hospitais diferentes nos Estados Unidos e no Canadá. Os resultados mostraram que a ferramenta foi melhor do que três padrões ouro para avaliar eventos cardíacos: a interpretação clínica do ECG, os algoritmos comerciais de ECG e o escore HEART, que considera a história do paciente, a idade, os fatores de risco e o nível de uma proteína chamada troponina no sangue.

    A ferramenta ajuda a detectar pistas sutis no ECG que são difíceis para os médicos verem e melhora a classificação dos pacientes com dor no peito. Ela pode reclassificar um em cada três pacientes como baixo, intermediário ou alto risco. Isso pode ajudar a decidir quais pacientes precisam de tratamento imediato para restaurar o fluxo sanguíneo para o coração e quais podem ir para um hospital sem uma unidade especializada em cardiologia.

    A próxima fase da pesquisa é otimizar como a ferramenta será usada em parceria com os serviços médicos de emergência da cidade de Pittsburgh. A ferramenta vai analisar o ECG e enviar uma avaliação de risco do paciente, orientando as decisões médicas em tempo real.

    Os pesquisadores esperam que a ferramenta possa ser usada em outros lugares do mundo e contribua para reduzir as mortes por ataques cardíacos, que são uma das principais causas de morte no mundo.

    Fonte: Link.