Tag: Bolsonaro

  • Embaixador chinês repudia fala de Eduardo Bolsonaro; ‘peça desculpa ao povo chinês’

    Filho do presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, criticou o governo da China nesta quarta-feira (18).

    Em uma publicação no Twitter, o parlamentar culpou o regime chinês pela disseminação do novo coronavírus no mundo.

    “Quem assistiu Chernobyl vai entender o que ocorreu. Substitua a usina nuclear pelo coronavírus e a ditadura soviética pela chinesa. Mais uma vez uma ditadura preferiu esconder algo grave a expor tendo desgaste, mas que salvaria inúmeras vidas”, escreveu o parlamentar.

    “A culpa é da China e liberdade seria a solução”, completou.

    A fala do deputado gerou resposta do embaixador da China no Brasil, Yang Wanming.

  • Panelaço só aumenta. Mais uma noite de panelaço nas principais cidades do Brasil

    Desta vez com maior intensidade e duração, panelaço contra o presidente Jair Bolsonaro voltou a ecoar nas principais cidades brasileiras.

    Assista o vídeo:

    Vídeo registrado no bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo.

  • Bolsonaro vai trocar brasão do Mercosul no passaporte brasileiro

    O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, informou que o governo brasileiro vai voltar a adotar o brasão da República nos passaportes.

    “Vai ser retirada do passaporte brasileiro aquela identificação do Mercosul e vamos retornar o brasão da República nesse documento. Ou seja, vamos ter no passaporte brasileiro o brasão da República brasileira”, explicou Onyx.   

  • Comissão de Infraestrutura analisará projeto sobre ferrovias privadas

    A Comissão de Infraestrutura (CI) deve iniciar os trabalhos em 2019 com a discussão de um projeto que permite à iniciativa privada a construção e a operação de suas próprias ferrovias. O PLS 261/2018, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), já foi aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em dezembro.

    A “rodoviarização” do Brasil a partir dos anos 1960, quando se abandonou o sistema ferroviário para implantar o sistema rodoviário, levou o país ao retrocesso, argumenta Serra na justificativa do projeto.

    “As ferrovias transportam somente 15% das cargas no país. Em extensão de trilhos ativos, retrocedemos aos níveis de 1911, apesar de todos os avanços em produtividade e segurança. A grande maioria de nossas metrópoles está acometida de engarrafamentos que poderiam ser fortemente reduzidos pela extensão da rede de trilhos”, afirma.

    Na defesa do projeto, Serra ainda diz que há um mito de que o transporte de passageiros por ferrovias é antieconômico. Mas as experiências japonesa e norte-americana mostram que a exploração das áreas do entono das estações e das linhas — as chamadas áreas lindeiras — são um grande fator de complemento de renda das ferrovias, sustenta o senador.

    O senador Paulo Rocha (PT-PA), que participou das discussões na CAE, antecipou que pretende pedir uma audiência pública na CI para debater a proposta.

    — Quando as estradas de ferro brasileiras foram construídas, pensou-se apenas na integração com as rodovias. Mas existe uma alternativa, sobretudo na Região Norte: as hidrovias. Precisamos de um projeto que articule os três modais: rodovias, ferrovias e hidrovias.

    O que diz o projeto

    A exploração das ferrovias se dará por uma autorização, em que o governo primeiro fará uma chamada pública de interessados. A competição entre empresas explorando a mesma região geográfica está prevista como forma de incentivar a competição e a modicidade dos preços.

    Está prevista a utilização de um mesmo trecho ferroviário por várias empresas, não ocorrendo a exclusividade no trecho, como atualmente ocorre.

    Também será criada uma entidade privada de autorregulamentação ferroviária, composta proporcionalmente de concessionários ferroviários (60%), passageiros (15%), embarcadores de carga (20%) e indústria ferroviária (5%).

    Além disso, uma série de regras sobre fiscalização, financiamento e desativamento de ramais está prevista no projeto.

    Segundo a relatora do projeto na CAE, senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), o projeto se inspira no modelo norte-americano do Staggers Rail Act, que modernizou o setor ferroviário.

    — Em 1980, o novo modelo implantado nos Estados Unidos salvou o mercado ferroviário americano da falência ao proporcionar a redução do preço do frete ferroviário em 50% e incrementar o volume da carga e a produtividade em 100% e 150%, respectivamente. Por Agência Senado.

  • Bolsonaro acompanha em Brasília trabalhos da equipe de transição

    O presidente eleito Jair Bolsonaro decolou do Rio de Janeiro na manhã desta terça-feira (27) e se encontra com a equipe de transição do futuro governo, em Brasília, no CCBB, o Centro Cultural do Banco do Brasil.

    Ele deve voltar ao Rio de Janeiro na quarta-feira (28) à tarde.

    A expectativa é que Bolsonaro anuncie os nomes que faltam para a equipe ministerial. Ainda não há definição para as pastas do Meio Ambiente, Direitos Humanos, Mulheres e Minorias, Desenvolvimento Social e a de Minas e Energia.

    O presidente eleito ainda não informou se pretende unir os ministérios da área social.

    Na quarta, pela manhã, Jair Bolsonaro se reúne com o chefe do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton. Ele incluiu a passagem pelo Brasil antes de ir à Argentina onde participa da Cúpula do G-20, grupo que reúne as maiores economias mundiais.

    A pauta do encontro entre o americano e Bolsonaro não foi divulgada.

    O Conselho de Segurança Nacional norte-americano elogiou o presidente eleito recentemente por se posicionar contra o regime cubano, quando foi anunciada a saída dos médicos estrangeiros do programa Mais Médicos.

    O filho do presidente eleito Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PSL de São Paulo, está desde segunda-feira (26) em Washington em compromissos para tentar aproximar o governo de transição de Jair Bolsonaro, da administração de Donald Trump.

    O presidente eleito também participa nesta semana de três formaturas de integrantes das Forças Armadas. No Instituto Militar de Engenharia, na Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais e na Academia das Agulhas Negras.

  • Temer e Bolsonaro trocam promessas de colaboração após transição de governo

    O presidente eleito Jair Bolsonaro e o presidente Michel Temer tiveram sua primeira reunião formal na tarde desta quarta-feira, no Palácio do Planalto, em Brasília.

    Bolsonaro mencionou que foi ele quem pediu o encontro e disse que Temer se mostrou disposto a colaborar com o que for possível ainda neste ano.

    O presidente eleito falou que pretende manter a colaboração mesmo após a posse.

    Já Michel Temer disse que pretende colaborar intensamente com o novo governo, e não apenas de maneira formal.

    Temer ressaltou que pediu a Bolsonaro uma lista dos projetos que tramitam na Câmara e no Senado e que a aprovação ainda neste ano seja de interesse do presidente eleito. Segundo Temer, seu governo vai se esforçar para dar andamento aos projetos.

    O atual presidente também convidou Bolsonaro para acompanhá-lo em viagens internacionais.

    Temer e Bolsonaro já tinham estado juntos na última terça-feira, durante a cerimônia no Congresso em comemoração aos 30 anos da Constituição de 1988.

  • Moro não descarta participar do governo Bolsonaro

    O presidente eleito Jair Bolsonaro declarou em entrevistas nesta segunda-feira (29) que queria o juiz Sérgio Moro no cargo de Ministro da Justiça ou indicado a uma vaga no STF.

    Perguntado, Moro não descartou participar do novo governo.

    Em declaração a interlocutores, o juiz federal afirmou que poderia participar do governo Bolsonaro para afastar o temor de uma parte da sociedade sobre uma ameaça ao estado democrático de direito.

    No começo do dia, Sérgio Moro parabenizou Jair Bolsonaro pela vitória nas eleições presidenciais e desejou que ele fizesse um bom governo.

    “Encerradas as eleições, cabe congratular o presidente eleito e desejar que faça um bom governo. São importantes, com diálogo e tolerância, reformas para recuperar a economia e a integridade da Administração Pública, assim resgatando a confiança da população na classe política”, afirmou Moro em nota.

    Com informações da Sputnik Brasil.

  • Ex-esposa de Bolsonaro desmente Folha e diz: ‘nada vai fazer com que ele caia’

    Ana Cristina Valle, ex-esposa do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, gravou vídeo na noite dessa terça-feira (25) negando que o capitão reformado do Exército tenha lhe ameaçado de morte.

    O caso ganhou repercussão depois que o Jornal Folha de São Paulo publicou que Bolsonaro havia ameaçado a ex-mulher enquanto o casal travava uma briga judicial pela guarda do filho deles, Renan, com então 11 anos.

    No vídeo, Ana afirma que o jornal mentiu ao publicar o conteúdo.

    “Ele é muito querido por mim e por todos. É pai do meu filho, não tem essa índole para fazer tal coisa. Espero que vocês acreditem, porque essa mídia só quer denegrir a imagem dele. Eu acredito que ele ganhe em primeiro turno. Nada vai fazer com que ele caia”, disse.

    Entenda o caso

    O jornal Folha De São Paulo publicou uma reportagem revelando um telegrama arquivado pelo Ministério das Relações Exteriores, em Brasília. Na época Bolsonaro e Ana Cristina travavam uma disputa judicial no Rio de Janeiro sobre a guarda do filho do casal de 12 anos.

    Na época, ao ser informado sobre a ida da ex-mulher com o filho para a Europa, Jair Bolsonaro procurou o setor do Itamaraty que é destinado ao atendimento das demandas dos parlamentares. Para receber atenção da pasta, os assuntos devem estar ligados diretamente ao exercício do mandato legislativo.

    “A senhora Ana Cristina Siqueira Valle disse ter deixado o Brasil há dois anos [em 2009] ‘por ter sido ameaçada de morte’ pelo pai do menor [Bolsonaro]. Aduziu ela que tal acusação poderia motivar pedido de asilo político neste país [Noruega]”, diz o telegrama.

    Veja o vídeo abaixo:

  • Ex-mulher de Bolsonaro disse ter sofrido ameaça de morte pelo candidato

    A ex-mulher do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, Ana Cristina Valle afirmou ao Itamaraty em 2011 que foi ameaçada de morte por ele, motivo que a levou a deixar o Brasil.

    O relato consta de um telegrama arquivado pelo órgão, obtido pela Folha de S.Paulo. Na época Bolsonaro e Ana Cristina travavam uma disputa judicial no Rio de Janeiro sobre a guarda do filho do casal de 12 anos.

    “A senhora Ana Cristina Siqueira Valle disse ter deixado o Brasil há dois anos [em 2009] ‘por ter sido ameaçada de morte’ pelo pai do menor [Bolsonaro]. Aduziu ela que tal acusação poderia motivar pedido de asilo político neste país [Noruega]”, diz o telegrama. O documento inicialmente obtido pelo jornal via Lei de Acesso à Informação tinha este e outro trecho tarjados.

    Procurado por meio de sua assessoria, Bolsonaro não havia se pronunciado até o fechamento desta reportagem. Ele está internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo, se recuperando de um atentado a faca sofrido em Juiz de Fora (MG) no último dia 6 de setembro.

    Em entrevista à Folha de S.Paulo na semana passada, Ana Cristina disse que o deputado estava equivocado porque ela não tinha a intenção de fugir com a criança, e sim passar um período de férias na Noruega porque o menino reivindicava a presença da mãe ao seu lado. Ela disse que a ligação telefônica dada pelo pessoal da embaixada foi para seu marido norueguês, e não para ela.

  • Administradora de página contra Bolsonaro é agredida no Rio de Janeiro

    Maria Tuca Santiago, uma das administradoras do grupo “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro” no Facebook, foi agredida por três homens armados, na noite desta segunda (24).

    Ela também é coordenadora de campanha do candidato a deputado estadual Sérgio Ricardo Verde (PSOL) do Rio de Janeiro.

    O candidato disse ao UOL que os agressores desceram de um táxi amarelo e, armados, deram coronhadas em Tuca e levaram o celular dela.

    Segundo o candidato, Maria é conhecida e já sofreu ameaças.

    “Ela é uma figura conhecida aqui por suas posições, trabalha em projetos sociais em comunidades, como capacitação profissional de jovens. Neste momento trabalhava pela reabertura da maternidade da Ilha do Governador. No domingo um homem pegou o panfleto da mão dela, amassou e apontou para ela com a mão em formato de arma”, disse ele.

    Segundo nota do partido, Maria foi encaminhada ao hospital e de lá seguiu para a delegacia a para prestar queixa.