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  • Positividade tóxica: Carolina Ferraz desabafa e recebe apoio e críticas nas redes sociais

    Positividade tóxica: Carolina Ferraz desabafa e recebe apoio e críticas nas redes sociais

    A atriz e apresentadora Carolina Ferraz usou o Instagram na última quarta-feira (28) para fazer um desabafo contra a chamada positividade tóxica, que é a tendência de ignorar ou reprimir as emoções negativas ou desagradáveis, como tristeza, raiva, frustração ou medo, e forçar uma atitude positiva ou otimista em todas as situações, mesmo quando não…

    Ela disse que se irritou com uma pessoa que perguntou o que ela já tinha feito para se tornar um ser humano melhor e que cancelou a pessoa. Ela também defendeu que as pessoas devem se permitir sentir tristeza e luto, sem ter que fingir uma felicidade constante. O vídeo dela gerou repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais.

    “Eu sou comprometida comigo mesma, quero melhorar, quer ser um ser humano melhor. Mas esse povo que fica fazendo ‘coaching’ da alegria é muito irritante, essa positividade tóxica é muito chata, sabe? Eu tenho uma amiga e a mãe faleceu. Deixa a pessoa sofrer, gente! Deixa ela ficar de luto, ela vai se recuperar, é evidente. Mas, para se recuperar, você precisa viver aquela dor”, disse a atriz no vídeo.

    Ela também criticou a obrigação de se esforçar para ser uma pessoa melhor todos os dias. “Não dá para você acordar todo dia e dizer: ‘poxa, hoje o que é que eu já fiz para ser a pessoa que eu quero ser amanhã?’ Por que isso? Tem dia que eu acordo e o máximo que eu consigo é acordar, trabalhar, responder meus e-mails. O máximo que eu consigo naquele dia é fazer coisas do dia a dia”, afirmou.

    Na legenda do vídeo, Carolina ainda opinou mais sobre o assunto. “Quando a ‘positividade tóxica’ incomoda. Num mundo de imagens, onde todos estão ‘lindos e felizes’ o tempo todo, onde existem coachs para tudo (nada contra coachs, tá gente!), as pessoas não se permitem mais estarem tristes ou simplesmente normais.”

    A postagem da atriz recebeu apoio de alguns famosos, como Lucio Mauro Filho e Giovanna Lancellotti, mas também gerou críticas de alguns internautas, que acharam que ela foi exagerada ou desrespeitosa com quem tenta ser positivo.

    A positividade tóxica pode ser prejudicial para a saúde mental e o bem-estar das pessoas, pois nega a validade e a importância de expressar e lidar com os sentimentos difíceis. A positividade tóxica também pode isolar as pessoas que precisam de apoio e compreensão, pois elas podem se sentir culpadas ou inadequadas por não serem felizes o tempo todo.

    A positividade tóxica não deve ser confundida com a psicologia positiva, que é um ramo da psicologia que estuda os aspectos que tornam o ser humano feliz e resiliente, sem negar ou evitar as emoções negativas, mas sim reconhecendo-as e buscando formas de superá-las.

    Ela disse que se irritou com uma pessoa que perguntou o que ela já tinha feito para se tornar um ser humano melhor e que cancelou a pessoa. Ela também defendeu que as pessoas devem se permitir sentir tristeza e luto, sem ter que fingir uma felicidade constante. O vídeo dela gerou repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais.

    “Eu sou comprometida comigo mesma, quero melhorar, quer ser um ser humano melhor. Mas esse povo que fica fazendo ‘coaching’ da alegria é muito irritante, essa positividade tóxica é muito chata, sabe? Eu tenho uma amiga e a mãe faleceu. Deixa a pessoa sofrer, gente! Deixa ela ficar de luto, ela vai se recuperar, é evidente. Mas, para se recuperar, você precisa viver aquela dor”, disse a atriz no vídeo.

    Ela também criticou a obrigação de se esforçar para ser uma pessoa melhor todos os dias. “Não dá para você acordar todo dia e dizer: ‘poxa, hoje o que é que eu já fiz para ser a pessoa que eu quero ser amanhã?’ Por que isso? Tem dia que eu acordo e o máximo que eu consigo é acordar, trabalhar, responder meus e-mails. O máximo que eu consigo naquele dia é fazer coisas do dia a dia”, afirmou.

    Na legenda do vídeo, Carolina ainda opinou mais sobre o assunto. “Quando a ‘positividade tóxica’ incomoda. Num mundo de imagens, onde todos estão ‘lindos e felizes’ o tempo todo, onde existem coachs para tudo (nada contra coachs, tá gente!), as pessoas não se permitem mais estarem tristes ou simplesmente normais.”

    A postagem da atriz recebeu apoio de alguns famosos, como Lucio Mauro Filho e Giovanna Lancellotti, mas também gerou críticas de alguns internautas, que acharam que ela foi exagerada ou desrespeitosa com quem tenta ser positivo.

    A positividade tóxica pode ser prejudicial para a saúde mental e o bem-estar das pessoas, pois nega a validade e a importância de expressar e lidar com os sentimentos difíceis. A positividade tóxica também pode isolar as pessoas que precisam de apoio e compreensão, pois elas podem se sentir culpadas ou inadequadas por não serem felizes o tempo todo.

    A positividade tóxica não deve ser confundida com a psicologia positiva, que é um ramo da psicologia que estuda os aspectos que tornam o ser humano feliz e resiliente, sem negar ou evitar as emoções negativas, mas sim reconhecendo-as e buscando formas de superá-las.

  • A codificação com inteligência artificial pode impulsionar a economia global, dizem pesquisadores

    A codificação com inteligência artificial pode impulsionar a economia global, dizem pesquisadores

    A inteligência artificial (IA) está cada vez mais presente em diversos setores da sociedade, desde a saúde até a educação.

    Mas uma das áreas que mais pode se beneficiar da IA é a programação de software, que pode se tornar mais rápida, fácil e eficiente com o uso de ferramentas baseadas em IA.

    Segundo um estudo recente da consultoria PwC, a codificação com IA pode adicionar US$ 1,5 trilhão ao produto interno bruto (PIB) global até 2030, representando um aumento de 2,4% em relação ao cenário atual. O estudo analisou o impacto potencial da codificação com IA em seis países: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, China, Índia e Japão.

    A codificação com IA é o uso de modelos de aprendizado de máquina para gerar código automaticamente. A maioria das ferramentas existentes de codificação com IA permite que os desenvolvedores descrevam em linguagem natural o que querem que seu código faça, e a ferramenta sugere linhas ou funções de código adequadas.

    Um exemplo de ferramenta de codificação com IA é o GitHub Copilot, um assistente de programação que usa o OpenAI Codex, um modelo de linguagem pré-treinado criado pela OpenAI. O GitHub Copilot é capaz de escrever código em pelo menos uma dúzia de linguagens, incluindo JavaScript, Go, Perl, PHP, Ruby, Swift e TypeScript.

    Outro exemplo é o Tabnine, um complemento para ambientes de desenvolvimento integrados (IDEs) que oferece sugestões de código baseadas em IA. O Tabnine suporta mais de 20 linguagens e 15 editores, incluindo IDEs populares como VS Code, IntelliJ, Android Studio e Vim.

    De acordo com o estudo da PwC, a codificação com IA pode trazer diversos benefícios para os desenvolvedores e para a sociedade em geral, tais como:

    • Aumentar a produtividade e a qualidade do código, reduzindo erros e bugs.

    • Facilitar o aprendizado e o uso de novas linguagens e frameworks.

    • Ampliar o acesso à programação para pessoas sem formação técnica ou com deficiências.

    • Estimular a inovação e a criação de novos produtos e serviços baseados em software.

    • Reduzir o impacto ambiental da programação, diminuindo o consumo de energia e as emissões de carbono.

    No entanto, a codificação com IA também apresenta alguns desafios e riscos, como:

    • Garantir a segurança e a privacidade dos dados usados para treinar os modelos de IA.

    • Preservar os direitos autorais e a propriedade intelectual do código gerado por IA.

    • Evitar vieses e discriminações nos algoritmos e nas aplicações de software.

    • Promover uma transição justa e inclusiva para os trabalhadores afetados pela automação da programação.

    Para aproveitar as oportunidades e mitigar os riscos da codificação com IA, o estudo da PwC recomenda algumas medidas para os governos, as empresas e os indivíduos, tais como:

    • Investir em pesquisa e desenvolvimento em IA e em educação digital.

    • Estabelecer padrões éticos e regulatórios para a codificação com IA.

    • Fomentar a colaboração entre os diferentes atores do ecossistema de software.

    • Apoiar a requalificação e a adaptação dos profissionais da programação.

    A codificação com IA é uma tendência irreversível que pode transformar profundamente o setor de software e a economia global. É preciso estar preparado para os desafios e as oportunidades que essa tecnologia traz.

    Mas uma das áreas que mais pode se beneficiar da IA é a programação de software, que pode se tornar mais rápida, fácil e eficiente com o uso de ferramentas baseadas em IA.

    Segundo um estudo recente da consultoria PwC, a codificação com IA pode adicionar US$ 1,5 trilhão ao produto interno bruto (PIB) global até 2030, representando um aumento de 2,4% em relação ao cenário atual. O estudo analisou o impacto potencial da codificação com IA em seis países: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, China, Índia e Japão.

    A codificação com IA é o uso de modelos de aprendizado de máquina para gerar código automaticamente. A maioria das ferramentas existentes de codificação com IA permite que os desenvolvedores descrevam em linguagem natural o que querem que seu código faça, e a ferramenta sugere linhas ou funções de código adequadas.

    Um exemplo de ferramenta de codificação com IA é o GitHub Copilot, um assistente de programação que usa o OpenAI Codex, um modelo de linguagem pré-treinado criado pela OpenAI. O GitHub Copilot é capaz de escrever código em pelo menos uma dúzia de linguagens, incluindo JavaScript, Go, Perl, PHP, Ruby, Swift e TypeScript.

    Outro exemplo é o Tabnine, um complemento para ambientes de desenvolvimento integrados (IDEs) que oferece sugestões de código baseadas em IA. O Tabnine suporta mais de 20 linguagens e 15 editores, incluindo IDEs populares como VS Code, IntelliJ, Android Studio e Vim.

    De acordo com o estudo da PwC, a codificação com IA pode trazer diversos benefícios para os desenvolvedores e para a sociedade em geral, tais como:

    • Aumentar a produtividade e a qualidade do código, reduzindo erros e bugs.

    • Facilitar o aprendizado e o uso de novas linguagens e frameworks.

    • Ampliar o acesso à programação para pessoas sem formação técnica ou com deficiências.

    • Estimular a inovação e a criação de novos produtos e serviços baseados em software.

    • Reduzir o impacto ambiental da programação, diminuindo o consumo de energia e as emissões de carbono.

    No entanto, a codificação com IA também apresenta alguns desafios e riscos, como:

    • Garantir a segurança e a privacidade dos dados usados para treinar os modelos de IA.

    • Preservar os direitos autorais e a propriedade intelectual do código gerado por IA.

    • Evitar vieses e discriminações nos algoritmos e nas aplicações de software.

    • Promover uma transição justa e inclusiva para os trabalhadores afetados pela automação da programação.

    Para aproveitar as oportunidades e mitigar os riscos da codificação com IA, o estudo da PwC recomenda algumas medidas para os governos, as empresas e os indivíduos, tais como:

    • Investir em pesquisa e desenvolvimento em IA e em educação digital.

    • Estabelecer padrões éticos e regulatórios para a codificação com IA.

    • Fomentar a colaboração entre os diferentes atores do ecossistema de software.

    • Apoiar a requalificação e a adaptação dos profissionais da programação.

    A codificação com IA é uma tendência irreversível que pode transformar profundamente o setor de software e a economia global. É preciso estar preparado para os desafios e as oportunidades que essa tecnologia traz.

  • OMS vai classificar adoçante da Coca-cola Zero como possível cancerígeno

    OMS vai classificar adoçante da Coca-cola Zero como possível cancerígeno

    Aspartame, substância usada em refrigerantes dietéticos e chicletes, pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, segundo estudos.

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais comuns do mundo, usado em produtos como a Coca-cola Zero e em chicletes da marca Mars. Mas essa substância pode trazer riscos para a saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), que faz parte da OMS, vai declarar o aspartame como “possivelmente cancerígeno para humanos” no próximo mês, de acordo com duas fontes com conhecimento do processo. Essa será a primeira vez que o adoçante receberá essa classificação pela Iarc.

    A decisão da Iarc foi finalizada no início deste mês, após uma reunião de especialistas externos do grupo. O objetivo é avaliar se algo é um potencial perigo ou não, com base em todas as evidências publicadas. Não leva em consideração a quantidade segura de um produto que uma pessoa pode consumir.

    Essa recomendação para indivíduos vem de um comitê de especialistas separado da OMS sobre aditivos alimentares, conhecido como JECFA (Comitê Conjunto da OMS e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação sobre Aditivos Alimentares), juntamente com determinações de reguladores nacionais.

    A JECFA também está revisando o uso do aspartame este ano. Sua reunião começou no final de junho e está previsto que anuncie suas descobertas no mesmo dia em que a Iarc torna pública sua decisão – em 14 de julho.

    Desde 1981, o JECFA afirmou que o aspartame é seguro para consumo dentro dos limites diários aceitos. Por exemplo, um adulto pesando 60 kg teria que beber entre 12 e 36 latas de refrigerante diet – dependendo da quantidade de aspartame na bebida – todos os dias para correr riscos. Essa visão tem sido amplamente compartilhada por reguladores nacionais, incluindo nos Estados Unidos e na Europa.

    No entanto, decisões semelhantes da Iarc no passado para diferentes substâncias levantaram preocupações entre os consumidores sobre seu uso, resultaram em processos judiciais e pressionaram os fabricantes a reformular receitas e trocar por alternativas. Isso levou a críticas de que as avaliações da Iarc podem ser confusas para o público.

    Alguns estudos sugerem que o aspartame pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, como linfoma, câncer de bexiga e leucemia. O aspartame também pode induzir a produção de radicais livres, que aceleram o envelhecimento e reduzem as defesas do corpo.

    O aspartame é usado em produtos como refrigerantes dietéticos e chicletes. Segundo a Coca-cola, o aspartame é seguro e aprovado por órgãos reguladores de saúde. A empresa afirma que o adoçante ajuda a reduzir o consumo de açúcar e calorias.

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais comuns do mundo, usado em produtos como a Coca-cola Zero e em chicletes da marca Mars. Mas essa substância pode trazer riscos para a saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), que faz parte da OMS, vai declarar o aspartame como “possivelmente cancerígeno para humanos” no próximo mês, de acordo com duas fontes com conhecimento do processo. Essa será a primeira vez que o adoçante receberá essa classificação pela Iarc.

    A decisão da Iarc foi finalizada no início deste mês, após uma reunião de especialistas externos do grupo. O objetivo é avaliar se algo é um potencial perigo ou não, com base em todas as evidências publicadas. Não leva em consideração a quantidade segura de um produto que uma pessoa pode consumir.

    Essa recomendação para indivíduos vem de um comitê de especialistas separado da OMS sobre aditivos alimentares, conhecido como JECFA (Comitê Conjunto da OMS e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação sobre Aditivos Alimentares), juntamente com determinações de reguladores nacionais.

    A JECFA também está revisando o uso do aspartame este ano. Sua reunião começou no final de junho e está previsto que anuncie suas descobertas no mesmo dia em que a Iarc torna pública sua decisão – em 14 de julho.

    Desde 1981, o JECFA afirmou que o aspartame é seguro para consumo dentro dos limites diários aceitos. Por exemplo, um adulto pesando 60 kg teria que beber entre 12 e 36 latas de refrigerante diet – dependendo da quantidade de aspartame na bebida – todos os dias para correr riscos. Essa visão tem sido amplamente compartilhada por reguladores nacionais, incluindo nos Estados Unidos e na Europa.

    No entanto, decisões semelhantes da Iarc no passado para diferentes substâncias levantaram preocupações entre os consumidores sobre seu uso, resultaram em processos judiciais e pressionaram os fabricantes a reformular receitas e trocar por alternativas. Isso levou a críticas de que as avaliações da Iarc podem ser confusas para o público.

    Alguns estudos sugerem que o aspartame pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, como linfoma, câncer de bexiga e leucemia. O aspartame também pode induzir a produção de radicais livres, que aceleram o envelhecimento e reduzem as defesas do corpo.

    O aspartame é usado em produtos como refrigerantes dietéticos e chicletes. Segundo a Coca-cola, o aspartame é seguro e aprovado por órgãos reguladores de saúde. A empresa afirma que o adoçante ajuda a reduzir o consumo de açúcar e calorias.

  • Ondas gravitacionais podem ter sido detectadas por pulsares

    Ondas gravitacionais podem ter sido detectadas por pulsares

    Um grupo de cientistas anunciou ter encontrado evidências de um fundo de ondas gravitacionais, que são perturbações no espaço-tempo causadas por eventos cósmicos extremos.

    O estudo, publicado na revista The Astrophysical Journal Letters, usou dados de 15 anos de observação de 67 pulsares, que são estrelas de nêutrons que emitem pulsos de rádio regulares.

    O que são ondas gravitacionais?

    As ondas gravitacionais foram previstas por Albert Einstein em 1916, como parte da sua teoria da relatividade geral. Elas são geradas por objetos acelerados que distorcem o tecido do espaço-tempo ao seu redor. Por exemplo, quando dois buracos negros se fundem, eles emitem ondas gravitacionais que se propagam pelo universo à velocidade da luz.

    As ondas gravitacionais são muito fracas e difíceis de detectar. A primeira detecção direta foi feita em 2015 pelo observatório LIGO, que usou dois interferômetros a laser para medir as minúsculas variações no comprimento dos braços dos instrumentos causadas pela passagem das ondas. Desde então, outras detecções foram feitas pelo LIGO e pelo observatório VIRGO, na Europa.

    Como os pulsares podem detectar ondas gravitacionais?

    Os pulsares são usados como relógios cósmicos, pois emitem pulsos de rádio com uma frequência muito precisa e estável. Ao medir o tempo exato de chegada dos pulsos na Terra, os astrônomos podem monitorar possíveis alterações causadas por fatores externos, como as ondas gravitacionais.

    Um fundo de ondas gravitacionais é uma superposição de ondas provenientes de várias fontes distantes e não resolvidas, como uma população de buracos negros supermassivos binários nas galáxias. Essas ondas têm um período muito longo, da ordem de anos ou décadas, e por isso não podem ser detectadas pelos observatórios terrestres como o LIGO e o VIRGO, que são sensíveis a períodos da ordem de milissegundos.

    Para detectar um fundo de ondas gravitacionais, os cientistas usam uma rede de pulsares distribuídos pelo céu, chamada de array de pulsares. A ideia é que as ondas gravitacionais criem um padrão específico de correlações entre os tempos de chegada dos pulsos dos diferentes pulsares, chamado de curva de Hellings-Downs. Esse padrão depende do ângulo entre os pulsares e a direção das ondas.

    O que o estudo encontrou?

    O estudo é fruto do trabalho do North American Nanohertz Observatory for Gravitational Waves (NANOGrav), uma colaboração que reúne mais de 100 cientistas dos Estados Unidos e do Canadá. Eles usaram dados coletados por dois radiotelescópios: o Green Bank Telescope, na Virgínia Ocidental, e o Arecibo Observatory, em Porto Rico.

    Os pesquisadores analisaram os dados de 15 anos de observação de 67 pulsares e encontraram evidências de um sinal estocástico que é correlacionado entre eles, seguindo o padrão esperado para um fundo de ondas gravitacionais. Eles compararam vários modelos para explicar o sinal e concluíram que o mais provável é o que inclui um fundo de ondas gravitacionais com um espectro do tipo lei de potência.

    O estudo estimou a amplitude do fundo de ondas gravitacionais em (mediana + intervalo credível de 90%) na frequência de referência de 1 ano-1. Essa amplitude é consistente com as expectativas astrofísicas para um sinal proveniente de uma população de buracos negros supermassivos binários, embora outras fontes cosmológicas e astrofísicas não possam ser excluídas.

    A observação das correlações de Hellings-Downs aponta para a origem gravitacional do sinal. No entanto, os pesquisadores ressaltam que ainda não é possível afirmar com certeza que se trata de um fundo de ondas gravitacionais, pois há outras fontes de ruído que podem afetar os dados. Eles esperam confirmar a detecção com mais dados e com a colaboração de outros arrays de pulsares, como o European Pulsar Timing Array e o Parkes Pulsar Timing Array.

    Por que isso é importante?

    A detecção de um fundo de ondas gravitacionais seria um marco na astronomia, pois abriria uma nova janela para estudar o universo em uma faixa de frequências inacessível aos observatórios terrestres. Além disso, seria uma forma de testar a teoria da relatividade geral em regimes extremos e de investigar a natureza e a evolução dos buracos negros supermassivos e das galáxias que os hospedam.

    Os pulsares também podem ser usados para detectar ondas gravitacionais individuais de fontes específicas, como buracos negros supermassivos em fusão ou estrelas de nêutrons em órbita. Essas detecções poderiam fornecer informações sobre as propriedades desses objetos e sobre os processos físicos envolvidos na emissão das ondas.

    O estudo, publicado na revista The Astrophysical Journal Letters, usou dados de 15 anos de observação de 67 pulsares, que são estrelas de nêutrons que emitem pulsos de rádio regulares.

    O que são ondas gravitacionais?

    As ondas gravitacionais foram previstas por Albert Einstein em 1916, como parte da sua teoria da relatividade geral. Elas são geradas por objetos acelerados que distorcem o tecido do espaço-tempo ao seu redor. Por exemplo, quando dois buracos negros se fundem, eles emitem ondas gravitacionais que se propagam pelo universo à velocidade da luz.

    As ondas gravitacionais são muito fracas e difíceis de detectar. A primeira detecção direta foi feita em 2015 pelo observatório LIGO, que usou dois interferômetros a laser para medir as minúsculas variações no comprimento dos braços dos instrumentos causadas pela passagem das ondas. Desde então, outras detecções foram feitas pelo LIGO e pelo observatório VIRGO, na Europa.

    Como os pulsares podem detectar ondas gravitacionais?

    Os pulsares são usados como relógios cósmicos, pois emitem pulsos de rádio com uma frequência muito precisa e estável. Ao medir o tempo exato de chegada dos pulsos na Terra, os astrônomos podem monitorar possíveis alterações causadas por fatores externos, como as ondas gravitacionais.

    Um fundo de ondas gravitacionais é uma superposição de ondas provenientes de várias fontes distantes e não resolvidas, como uma população de buracos negros supermassivos binários nas galáxias. Essas ondas têm um período muito longo, da ordem de anos ou décadas, e por isso não podem ser detectadas pelos observatórios terrestres como o LIGO e o VIRGO, que são sensíveis a períodos da ordem de milissegundos.

    Para detectar um fundo de ondas gravitacionais, os cientistas usam uma rede de pulsares distribuídos pelo céu, chamada de array de pulsares. A ideia é que as ondas gravitacionais criem um padrão específico de correlações entre os tempos de chegada dos pulsos dos diferentes pulsares, chamado de curva de Hellings-Downs. Esse padrão depende do ângulo entre os pulsares e a direção das ondas.

    O que o estudo encontrou?

    O estudo é fruto do trabalho do North American Nanohertz Observatory for Gravitational Waves (NANOGrav), uma colaboração que reúne mais de 100 cientistas dos Estados Unidos e do Canadá. Eles usaram dados coletados por dois radiotelescópios: o Green Bank Telescope, na Virgínia Ocidental, e o Arecibo Observatory, em Porto Rico.

    Os pesquisadores analisaram os dados de 15 anos de observação de 67 pulsares e encontraram evidências de um sinal estocástico que é correlacionado entre eles, seguindo o padrão esperado para um fundo de ondas gravitacionais. Eles compararam vários modelos para explicar o sinal e concluíram que o mais provável é o que inclui um fundo de ondas gravitacionais com um espectro do tipo lei de potência.

    O estudo estimou a amplitude do fundo de ondas gravitacionais em (mediana + intervalo credível de 90%) na frequência de referência de 1 ano-1. Essa amplitude é consistente com as expectativas astrofísicas para um sinal proveniente de uma população de buracos negros supermassivos binários, embora outras fontes cosmológicas e astrofísicas não possam ser excluídas.

    A observação das correlações de Hellings-Downs aponta para a origem gravitacional do sinal. No entanto, os pesquisadores ressaltam que ainda não é possível afirmar com certeza que se trata de um fundo de ondas gravitacionais, pois há outras fontes de ruído que podem afetar os dados. Eles esperam confirmar a detecção com mais dados e com a colaboração de outros arrays de pulsares, como o European Pulsar Timing Array e o Parkes Pulsar Timing Array.

    Por que isso é importante?

    A detecção de um fundo de ondas gravitacionais seria um marco na astronomia, pois abriria uma nova janela para estudar o universo em uma faixa de frequências inacessível aos observatórios terrestres. Além disso, seria uma forma de testar a teoria da relatividade geral em regimes extremos e de investigar a natureza e a evolução dos buracos negros supermassivos e das galáxias que os hospedam.

    Os pulsares também podem ser usados para detectar ondas gravitacionais individuais de fontes específicas, como buracos negros supermassivos em fusão ou estrelas de nêutrons em órbita. Essas detecções poderiam fornecer informações sobre as propriedades desses objetos e sobre os processos físicos envolvidos na emissão das ondas.

  • Aspartame: o que é, como usar e quais os riscos desse adoçante artificial

    Aspartame: o que é, como usar e quais os riscos desse adoçante artificial

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais consumidos no mundo, mas também um dos mais polêmicos. Ele é usado para substituir o açúcar comum em alimentos e bebidas, por ter um poder de adoçar muito maior e menos calorias.

    No entanto, ele também pode trazer alguns riscos para a saúde, como doenças no sistema nervoso, câncer, diabetes e sobrepeso.

    Neste post, você vai saber o que é o aspartame, como ele é feito, como ele deve ser usado e quais os possíveis efeitos colaterais desse aditivo alimentar. Confira!

    O que é o aspartame?

    O aspartame é um aditivo alimentar criado nos Estados Unidos em 1965 pela empresa G.D. Searle & Company, que foi comprada posteriormente pela Monsanto. Ele é formado quimicamente pela junção de dois aminoácidos: ácido aspártico e fenilalanina. Essas substâncias juntas ficam doces e servem como substituição ao açúcar.

    O aspartame tem um poder de adoçar os alimentos em até 200 vezes mais que o açúcar comum e tem apenas 4 calorias em cada 1 grama. Por isso, ele é usado pela indústria para adoçar alimentos como chicletes, refrigerantes diet e bolos, por exemplo. Ele também pode ser consumido por diabéticos e por quem deseja perder peso, por dar um sabor adocicado aos alimentos sem adicionar muitas calorias à dieta.

    Como usar o aspartame?

    O aspartame pode ser encontrado em sachês, tabletes ou líquido, e pode ser usado para adoçar bebidas como chás, sucos e cafés, substituindo o açúcar. No entanto, ele não deve ser usado durante o cozimento, em cafés e chás muito quentes ou em preparações que vão ao forno, pois ele se degrada quando submetido a temperaturas acima de 80ºC.

    A quantidade máxima de aspartame que pode ser ingerida por um adulto é de 40 mg/kg de peso corporal por dia. Para uma pessoa de 50 Kg, essa quantidade equivale a 2 gramas, ou seja, 2 sachês e meio do adoçante por dia. Já em crianças e gestantes, o consumo do aspartame deve ser no máximo 5 mg / Kg de peso corporal por dia.

    Produtos alimentares contendo aspartamo devem mostrar um aviso do tipo “Contém uma fonte de fenilalanina”, pois a ingestão excessiva deste aminoácido pode ser prejudicial em indivíduos com fenilcetonúria, uma doença genética que impede o metabolismo da fenilalanina.

    Quais os riscos do aspartame?

    Apesar de ser considerado seguro quando consumido dentro dos níveis recomendados, alguns estudos mostram que o aspartame pode trazer alguns riscos para a saúde, como por exemplo:

    • Aumento do risco de Alzheimer ou demência: Quando submetido a temperaturas acima de 80ºC, o aspartame libera metanol no organismo, um composto que, em excesso, aumenta o risco de doenças no sistema nervoso.

    • Pode causar alguns tipos de câncer: Alguns estudos têm mostrado que o consumo regular de aspartame pode aumentar o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como o de bexiga, uretra, leucemia e linfoma.

    • Pode facilitar a disbiose: O aspartame impede o desenvolvimento de bactérias boas no intestino, causando um desequilíbrio da microbiota intestinal que pode afetar a saúde digestiva e imunológica.

    • Pode aumentar os radicais livres no corpo: O consumo de aspartame, mesmo dentro da dosagem recomendada, pode aumentar a produção de radicais livres no organismo, desequilibrando o sistema imunológico e facilitando o surgimento de problemas como gripes, envelhecimento precoce ou doenças cardiovasculares.

    • Pode causar diabetes ou sobrepeso: Estudos mais recentes têm mostrado que o sabor doce do aspartame na língua envia informações para o cérebro, que estimula a liberação de insulina. Com isso, a produção excessiva de insulina pelo organismo pode causar diabetes ou sobrepeso.

    Portanto, o aspartame é um adoçante artificial que pode ser usado com moderação e cautela, mas que também pode ser substituído por outras opções mais naturais e saudáveis, como o mel, o açúcar mascavo, o xilitol ou a stevia.

    No entanto, ele também pode trazer alguns riscos para a saúde, como doenças no sistema nervoso, câncer, diabetes e sobrepeso.

    Neste post, você vai saber o que é o aspartame, como ele é feito, como ele deve ser usado e quais os possíveis efeitos colaterais desse aditivo alimentar. Confira!

    O que é o aspartame?

    O aspartame é um aditivo alimentar criado nos Estados Unidos em 1965 pela empresa G.D. Searle & Company, que foi comprada posteriormente pela Monsanto. Ele é formado quimicamente pela junção de dois aminoácidos: ácido aspártico e fenilalanina. Essas substâncias juntas ficam doces e servem como substituição ao açúcar.

    O aspartame tem um poder de adoçar os alimentos em até 200 vezes mais que o açúcar comum e tem apenas 4 calorias em cada 1 grama. Por isso, ele é usado pela indústria para adoçar alimentos como chicletes, refrigerantes diet e bolos, por exemplo. Ele também pode ser consumido por diabéticos e por quem deseja perder peso, por dar um sabor adocicado aos alimentos sem adicionar muitas calorias à dieta.

    Como usar o aspartame?

    O aspartame pode ser encontrado em sachês, tabletes ou líquido, e pode ser usado para adoçar bebidas como chás, sucos e cafés, substituindo o açúcar. No entanto, ele não deve ser usado durante o cozimento, em cafés e chás muito quentes ou em preparações que vão ao forno, pois ele se degrada quando submetido a temperaturas acima de 80ºC.

    A quantidade máxima de aspartame que pode ser ingerida por um adulto é de 40 mg/kg de peso corporal por dia. Para uma pessoa de 50 Kg, essa quantidade equivale a 2 gramas, ou seja, 2 sachês e meio do adoçante por dia. Já em crianças e gestantes, o consumo do aspartame deve ser no máximo 5 mg / Kg de peso corporal por dia.

    Produtos alimentares contendo aspartamo devem mostrar um aviso do tipo “Contém uma fonte de fenilalanina”, pois a ingestão excessiva deste aminoácido pode ser prejudicial em indivíduos com fenilcetonúria, uma doença genética que impede o metabolismo da fenilalanina.

    Quais os riscos do aspartame?

    Apesar de ser considerado seguro quando consumido dentro dos níveis recomendados, alguns estudos mostram que o aspartame pode trazer alguns riscos para a saúde, como por exemplo:

    • Aumento do risco de Alzheimer ou demência: Quando submetido a temperaturas acima de 80ºC, o aspartame libera metanol no organismo, um composto que, em excesso, aumenta o risco de doenças no sistema nervoso.

    • Pode causar alguns tipos de câncer: Alguns estudos têm mostrado que o consumo regular de aspartame pode aumentar o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como o de bexiga, uretra, leucemia e linfoma.

    • Pode facilitar a disbiose: O aspartame impede o desenvolvimento de bactérias boas no intestino, causando um desequilíbrio da microbiota intestinal que pode afetar a saúde digestiva e imunológica.

    • Pode aumentar os radicais livres no corpo: O consumo de aspartame, mesmo dentro da dosagem recomendada, pode aumentar a produção de radicais livres no organismo, desequilibrando o sistema imunológico e facilitando o surgimento de problemas como gripes, envelhecimento precoce ou doenças cardiovasculares.

    • Pode causar diabetes ou sobrepeso: Estudos mais recentes têm mostrado que o sabor doce do aspartame na língua envia informações para o cérebro, que estimula a liberação de insulina. Com isso, a produção excessiva de insulina pelo organismo pode causar diabetes ou sobrepeso.

    Portanto, o aspartame é um adoçante artificial que pode ser usado com moderação e cautela, mas que também pode ser substituído por outras opções mais naturais e saudáveis, como o mel, o açúcar mascavo, o xilitol ou a stevia.

  • Novo tratamento genérico para vários tipos de câncer é testado com sucesso em camundongos

    Novo tratamento genérico para vários tipos de câncer é testado com sucesso em camundongos

    Uma equipe de pesquisadores japoneses desenvolveu um novo tipo de terapia alfa-particle que tem o potencial de tratar vários tipos de câncer, com menos efeitos colaterais negativos do que os métodos atualmente disponíveis.

    O estudo de prova de conceito mostrou que tumores em camundongos cresceram quase três vezes menos e a sobrevivência foi de 100% após apenas uma injeção de um composto que é projetado para emitir pequenas quantidades de radiação alfa de dentro das células cancerosas, matando-as mas poupando o tecido saudável.

    A terapia alfa-particle é uma forma de radioterapia que usa partículas alfa, que são núcleos de hélio com alta energia, para atacar as células cancerosas. As partículas alfa têm um alcance muito curto e podem ser bloqueadas por uma folha de papel, o que significa que elas causam menos danos aos tecidos normais ao redor do tumor. No entanto, para que essa terapia seja eficaz, é preciso encontrar uma maneira de direcionar as partículas alfa para as células cancerosas específicas.

    Os pesquisadores liderados por Katsunori Tanaka no RIKEN Cluster for Pioneering Research (CPR) e Hiromitsu Haba no RIKEN Nishina Center for Accelerator-Based Science (RNC) encontraram uma solução baseada na química básica e no fato de que um composto chamado acroleína se acumula nas células cancerosas. Eles usaram um tipo de azida – uma molécula orgânica com um grupo de três átomos de nitrogênio (N 3) na extremidade – para transportar um radionuclídeo chamado astato-211, que emite radiação alfa à medida que se decompõe. Quando a azida e a acroleína se encontram dentro de uma célula cancerosa, elas reagem e o astato-211 fica ancorado nas estruturas internas da célula. Como a acroleína está quase ausente das células saudáveis, essa técnica age como um míssil teleguiado para iluminar as células cancerosas no corpo.

    Em um experimento com camundongos, os pesquisadores implantaram células tumorais humanas de pulmão e testaram o tratamento sob três condições: injetando apenas astato-211 no tumor, injetando a sonda azida-astato-211 no tumor e injetando a sonda azida-astato-211 na corrente sanguínea. Eles descobriram que sem direcionamento, os tumores continuaram a crescer e os camundongos não sobreviveram. Como esperado, quando a sonda azida foi usada, os tumores cresceram quase três vezes menos e muitos mais camundongos sobreviveram – 100% quando foi injetada no tumor e 80% quando injetada no sangue.

    “Descobrimos que apenas uma injeção tumoral com apenas 70 kBq de radioatividade foi extremamente eficaz para direcionar e eliminar as células tumorais”, diz Tanaka. “Mesmo quando injetamos o composto de tratamento na corrente sanguínea, conseguimos obter resultados semelhantes. Isso significa que podemos usar esse método para tratar o câncer em estágio inicial mesmo se não soubermos onde está o tumor.” A versão fluorescente dessa técnica já está sendo testada em ensaios clínicos como uma forma de visualizar / diagnosticar o câncer em nível celular. O próximo passo é encontrar um parceiro e iniciar ensaios clínicos usando esse novo método para tratar o câncer em humanos.

    Fonte: Link.

    O estudo de prova de conceito mostrou que tumores em camundongos cresceram quase três vezes menos e a sobrevivência foi de 100% após apenas uma injeção de um composto que é projetado para emitir pequenas quantidades de radiação alfa de dentro das células cancerosas, matando-as mas poupando o tecido saudável.

    A terapia alfa-particle é uma forma de radioterapia que usa partículas alfa, que são núcleos de hélio com alta energia, para atacar as células cancerosas. As partículas alfa têm um alcance muito curto e podem ser bloqueadas por uma folha de papel, o que significa que elas causam menos danos aos tecidos normais ao redor do tumor. No entanto, para que essa terapia seja eficaz, é preciso encontrar uma maneira de direcionar as partículas alfa para as células cancerosas específicas.

    Os pesquisadores liderados por Katsunori Tanaka no RIKEN Cluster for Pioneering Research (CPR) e Hiromitsu Haba no RIKEN Nishina Center for Accelerator-Based Science (RNC) encontraram uma solução baseada na química básica e no fato de que um composto chamado acroleína se acumula nas células cancerosas. Eles usaram um tipo de azida – uma molécula orgânica com um grupo de três átomos de nitrogênio (N 3) na extremidade – para transportar um radionuclídeo chamado astato-211, que emite radiação alfa à medida que se decompõe. Quando a azida e a acroleína se encontram dentro de uma célula cancerosa, elas reagem e o astato-211 fica ancorado nas estruturas internas da célula. Como a acroleína está quase ausente das células saudáveis, essa técnica age como um míssil teleguiado para iluminar as células cancerosas no corpo.

    Em um experimento com camundongos, os pesquisadores implantaram células tumorais humanas de pulmão e testaram o tratamento sob três condições: injetando apenas astato-211 no tumor, injetando a sonda azida-astato-211 no tumor e injetando a sonda azida-astato-211 na corrente sanguínea. Eles descobriram que sem direcionamento, os tumores continuaram a crescer e os camundongos não sobreviveram. Como esperado, quando a sonda azida foi usada, os tumores cresceram quase três vezes menos e muitos mais camundongos sobreviveram – 100% quando foi injetada no tumor e 80% quando injetada no sangue.

    “Descobrimos que apenas uma injeção tumoral com apenas 70 kBq de radioatividade foi extremamente eficaz para direcionar e eliminar as células tumorais”, diz Tanaka. “Mesmo quando injetamos o composto de tratamento na corrente sanguínea, conseguimos obter resultados semelhantes. Isso significa que podemos usar esse método para tratar o câncer em estágio inicial mesmo se não soubermos onde está o tumor.” A versão fluorescente dessa técnica já está sendo testada em ensaios clínicos como uma forma de visualizar / diagnosticar o câncer em nível celular. O próximo passo é encontrar um parceiro e iniciar ensaios clínicos usando esse novo método para tratar o câncer em humanos.

    Fonte: Link.

  • Negros multirraciais sofrem mais com depressão e ansiedade do que negros monorraciais, mostra pesquisa

    Negros multirraciais sofrem mais com depressão e ansiedade do que negros monorraciais, mostra pesquisa

    Um estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) revelou que os adultos negros multirraciais na Califórnia têm mais probabilidade de precisar de serviços de saúde mental do que os adultos negros monorraciais.

    A pesquisa, publicada na revista Ethnicity and Health, analisou dados de mais de 40 mil adultos negros que participaram da Pesquisa de Saúde da Califórnia entre 2005 e 2018.

    Os resultados mostraram que os adultos negros multirraciais tinham 1,6 vezes mais chances de relatar uma necessidade não atendida de serviços de saúde mental do que os adultos negros monorraciais. Além disso, os adultos negros multirraciais tinham 1,4 vezes mais chances de ter um diagnóstico de depressão e 1,3 vezes mais chances de ter um diagnóstico de ansiedade.

    Os autores do estudo sugerem que essas diferenças podem estar relacionadas a fatores como o estresse de lidar com o racismo e a discriminação, a falta de apoio social e cultural e a invisibilidade ou marginalização das identidades multirraciais. Eles também apontam que os serviços de saúde mental podem não estar preparados para atender às necessidades específicas dos adultos negros multirraciais, que podem enfrentar barreiras como o custo, a falta de acesso, o estigma e a falta de profissionais culturalmente competentes.

    O estudo destaca a importância de reconhecer e valorizar a diversidade dentro da população negra, bem como de desenvolver políticas e práticas que promovam a equidade e a inclusão na saúde mental. Os autores recomendam que os profissionais de saúde mental sejam treinados para entender as experiências e as necessidades dos adultos negros multirraciais, que sejam criados espaços seguros e acolhedores para eles expressarem suas identidades e que sejam ampliados os recursos e os serviços disponíveis para essa população.

    O estudo é um dos primeiros a examinar as diferenças entre os adultos negros multirraciais e monorraciais na necessidade e no uso de serviços de saúde mental na Califórnia, um estado com uma das maiores populações multirraciais dos Estados Unidos. Os autores esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as questões de saúde mental enfrentadas pelos adultos negros multirraciais e para incentivar mais pesquisas sobre esse tema.

    Fonte: Link.

    A pesquisa, publicada na revista Ethnicity and Health, analisou dados de mais de 40 mil adultos negros que participaram da Pesquisa de Saúde da Califórnia entre 2005 e 2018.

    Os resultados mostraram que os adultos negros multirraciais tinham 1,6 vezes mais chances de relatar uma necessidade não atendida de serviços de saúde mental do que os adultos negros monorraciais. Além disso, os adultos negros multirraciais tinham 1,4 vezes mais chances de ter um diagnóstico de depressão e 1,3 vezes mais chances de ter um diagnóstico de ansiedade.

    Os autores do estudo sugerem que essas diferenças podem estar relacionadas a fatores como o estresse de lidar com o racismo e a discriminação, a falta de apoio social e cultural e a invisibilidade ou marginalização das identidades multirraciais. Eles também apontam que os serviços de saúde mental podem não estar preparados para atender às necessidades específicas dos adultos negros multirraciais, que podem enfrentar barreiras como o custo, a falta de acesso, o estigma e a falta de profissionais culturalmente competentes.

    O estudo destaca a importância de reconhecer e valorizar a diversidade dentro da população negra, bem como de desenvolver políticas e práticas que promovam a equidade e a inclusão na saúde mental. Os autores recomendam que os profissionais de saúde mental sejam treinados para entender as experiências e as necessidades dos adultos negros multirraciais, que sejam criados espaços seguros e acolhedores para eles expressarem suas identidades e que sejam ampliados os recursos e os serviços disponíveis para essa população.

    O estudo é um dos primeiros a examinar as diferenças entre os adultos negros multirraciais e monorraciais na necessidade e no uso de serviços de saúde mental na Califórnia, um estado com uma das maiores populações multirraciais dos Estados Unidos. Os autores esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as questões de saúde mental enfrentadas pelos adultos negros multirraciais e para incentivar mais pesquisas sobre esse tema.

    Fonte: Link.

  • Bactérias patogênicas: o que são, quais as mais comuns e como se proteger

    Bactérias patogênicas: o que são, quais as mais comuns e como se proteger

    As bactérias são seres vivos microscópicos que podem ser encontrados em diversos ambientes e em todos os seres vivos.

    Algumas bactérias são benéficas para o nosso organismo, como as que compõem a flora intestinal e ajudam na digestão. Outras, porém, são capazes de causar doenças graves e até fatais. Essas são chamadas de bactérias patogênicas.

    As bactérias patogênicas podem infectar diferentes sistemas e órgãos do corpo humano ou de outros animais, provocando sintomas variados, como febre, dor, inflamação, secreção, sangramento, entre outros. Algumas doenças causadas por bactérias patogênicas são:

    • Listeriose: uma infecção grave causada pela bactéria Listeria monocytogenes, que pode contaminar alimentos como leite, queijo, carne e vegetais. A doença pode afetar especialmente pessoas com baixa imunidade, grávidas, idosos e recém-nascidos, causando aborto, meningite, septicemia e morte.

    • Gonorreia: uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que pode afetar a uretra, o colo do útero, o reto, a faringe e a conjuntiva. A doença pode causar dor, ardor, corrimento e sangramento nas áreas infectadas, além de complicações como infertilidade, gravidez ectópica e infecção generalizada.

    • Tuberculose: uma doença pulmonar crônica causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, que pode se espalhar para outros órgãos e tecidos. A doença pode causar tosse persistente, febre, suor noturno, perda de peso e apetite, falta de ar e escarro com sangue.

    • Infecções por Pseudomonas: um grupo de infecções oportunistas causadas pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, que pode afetar pessoas com feridas, queimaduras, cateteres ou doenças respiratórias. A bactéria pode provocar pneumonia, infecções urinárias, septicemia e outras complicações graves.

    • Leptospirose: uma doença transmitida pela urina de animais infectados pela bactéria Leptospira spp. A doença pode provocar febre, dor de cabeça, icterícia, hemorragias e insuficiência renal.

    As bactérias patogênicas podem ser tratadas com antibióticos, mas é importante seguir as orientações médicas e não usar esses medicamentos de forma indiscriminada, pois isso pode favorecer o surgimento de bactérias resistentes. Para prevenir as infecções por bactérias patogênicas, algumas medidas simples podem ser adotadas:

    • Lavar bem as mãos com água e sabão antes de comer ou preparar alimentos e depois de usar o banheiro ou manusear animais.

    • Cozinhar bem os alimentos de origem animal e evitar o consumo de produtos vencidos ou mal conservados.
    • Usar preservativo nas relações sexuais e fazer exames periódicos para detectar possíveis infecções.

    • Evitar o contato com água contaminada por esgoto ou urina de animais e usar botas e luvas ao trabalhar em áreas alagadas ou rurais.

    • Manter a vacinação em dia e procurar atendimento médico ao apresentar sintomas suspeitos.

    As bactérias patogênicas são um risco à saúde pública e devem ser combatidas com informação, prevenção e tratamento adequado. Assim, podemos evitar complicações graves e melhorar a qualidade de vida da população.

    Algumas bactérias são benéficas para o nosso organismo, como as que compõem a flora intestinal e ajudam na digestão. Outras, porém, são capazes de causar doenças graves e até fatais. Essas são chamadas de bactérias patogênicas.

    As bactérias patogênicas podem infectar diferentes sistemas e órgãos do corpo humano ou de outros animais, provocando sintomas variados, como febre, dor, inflamação, secreção, sangramento, entre outros. Algumas doenças causadas por bactérias patogênicas são:

    • Listeriose: uma infecção grave causada pela bactéria Listeria monocytogenes, que pode contaminar alimentos como leite, queijo, carne e vegetais. A doença pode afetar especialmente pessoas com baixa imunidade, grávidas, idosos e recém-nascidos, causando aborto, meningite, septicemia e morte.

    • Gonorreia: uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que pode afetar a uretra, o colo do útero, o reto, a faringe e a conjuntiva. A doença pode causar dor, ardor, corrimento e sangramento nas áreas infectadas, além de complicações como infertilidade, gravidez ectópica e infecção generalizada.

    • Tuberculose: uma doença pulmonar crônica causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, que pode se espalhar para outros órgãos e tecidos. A doença pode causar tosse persistente, febre, suor noturno, perda de peso e apetite, falta de ar e escarro com sangue.

    • Infecções por Pseudomonas: um grupo de infecções oportunistas causadas pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, que pode afetar pessoas com feridas, queimaduras, cateteres ou doenças respiratórias. A bactéria pode provocar pneumonia, infecções urinárias, septicemia e outras complicações graves.

    • Leptospirose: uma doença transmitida pela urina de animais infectados pela bactéria Leptospira spp. A doença pode provocar febre, dor de cabeça, icterícia, hemorragias e insuficiência renal.

    As bactérias patogênicas podem ser tratadas com antibióticos, mas é importante seguir as orientações médicas e não usar esses medicamentos de forma indiscriminada, pois isso pode favorecer o surgimento de bactérias resistentes. Para prevenir as infecções por bactérias patogênicas, algumas medidas simples podem ser adotadas:

    • Lavar bem as mãos com água e sabão antes de comer ou preparar alimentos e depois de usar o banheiro ou manusear animais.

    • Cozinhar bem os alimentos de origem animal e evitar o consumo de produtos vencidos ou mal conservados.
    • Usar preservativo nas relações sexuais e fazer exames periódicos para detectar possíveis infecções.

    • Evitar o contato com água contaminada por esgoto ou urina de animais e usar botas e luvas ao trabalhar em áreas alagadas ou rurais.

    • Manter a vacinação em dia e procurar atendimento médico ao apresentar sintomas suspeitos.

    As bactérias patogênicas são um risco à saúde pública e devem ser combatidas com informação, prevenção e tratamento adequado. Assim, podemos evitar complicações graves e melhorar a qualidade de vida da população.

  • Reforma Tributária de 2023: entenda as principais críticas ao projeto que pretende mudar o sistema de impostos no Brasil

    Reforma Tributária de 2023: entenda as principais críticas ao projeto que pretende mudar o sistema de impostos no Brasil

    O governo Lula enviou ao Congresso Nacional uma proposta de reforma tributária que visa simplificar e modernizar o sistema de impostos no Brasil.

    A ideia é unificar diversos impostos que hoje são pagos ao longo da cadeia produtiva em um só: o Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A alíquota, até então, está estimada pelo governo em 25% — uma das maiores do mundo.

    A reforma tributária é considerada fundamental para o desenvolvimento econômico e social do país, pois possibilitaria que a economia crescesse, no mínimo, 12% a mais, e reduziria as desigualdades sociais e regionais. Para as pessoas, a reforma se traduziria em mais emprego e renda. E, para as empresas, resultaria na redução de custos e no aumento da produtividade e da competitividade, tudo isso num ambiente com mais segurança jurídica.

    No entanto, o projeto enfrenta resistências e críticas de diversos setores da sociedade, que temem os impactos das mudanças na distribuição da carga tributária e na autonomia dos entes federados. Veja a seguir quais são os principais pontos de tensão e de debate em torno da reforma tributária.

    Aumento de impostos para alguns setores

    Um dos principais argumentos contrários à reforma tributária é o de que ela provocaria um aumento de impostos para alguns setores da economia, especialmente os de serviços, educação, saúde e transporte. Esses setores teriam que pagar uma alíquota de 25% do IVA, enquanto outros setores teriam benefícios, como alíquotas menores, isenções, créditos presumidos ou devolução do imposto (o chamado “cashback” para a população carente).

    Essas exceções à tributação de 25% seriam definidas por lei complementar e teriam um prazo de 12 anos para serem extintas gradativamente. O governo argumenta que essas medidas visam evitar choques na economia e proteger os segmentos mais vulneráveis da sociedade. No entanto, os críticos afirmam que essas medidas gerariam distorções e injustiças no sistema tributário, além de elevar a alíquota total para além de 25%.

    Perda de autonomia dos entes federados

    Outra crítica à reforma tributária é a de que ela reduziria a autonomia dos estados e municípios para exercerem suas competências tributárias. Isso porque o IVA seria um imposto único e nacional, administrado por um comitê gestor composto por representantes da União, dos estados e dos municípios. Esse comitê seria responsável por definir as regras do imposto, como a base de cálculo, as alíquotas, as isenções e as fiscalizações.

    O governo defende que essa medida visa simplificar e harmonizar o sistema tributário, evitando a guerra fiscal entre os entes federados e garantindo uma distribuição mais equitativa das receitas. No entanto, os críticos alegam que essa medida violaria o princípio federativo e a autonomia dos estados e municípios, que perderiam poder de decisão sobre seus recursos e políticas públicas.

    Complexidade e demora na implementação

    Uma terceira crítica à reforma tributária é a de que ela seria complexa e demorada para ser implementada. Isso porque ela depende de mudanças constitucionais e legais, além de um período de transição de até 12 anos para que o novo sistema entre em vigor plenamente. Nesse período, haveria uma convivência entre o IVA e os impostos atuais, o que poderia gerar confusão e insegurança jurídica.

    O governo afirma que esse período é necessário para garantir uma adaptação gradual e ordenada dos contribuintes e dos administradores tributários ao novo modelo. No entanto, os críticos argumentam que esse período é excessivo e prejudicial ao país, que precisa urgentemente de uma reforma tributária efetiva e ágil para superar a crise econômica e social agravada pela pandemia de Covid-19.

    A ideia é unificar diversos impostos que hoje são pagos ao longo da cadeia produtiva em um só: o Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A alíquota, até então, está estimada pelo governo em 25% — uma das maiores do mundo.

    A reforma tributária é considerada fundamental para o desenvolvimento econômico e social do país, pois possibilitaria que a economia crescesse, no mínimo, 12% a mais, e reduziria as desigualdades sociais e regionais. Para as pessoas, a reforma se traduziria em mais emprego e renda. E, para as empresas, resultaria na redução de custos e no aumento da produtividade e da competitividade, tudo isso num ambiente com mais segurança jurídica.

    No entanto, o projeto enfrenta resistências e críticas de diversos setores da sociedade, que temem os impactos das mudanças na distribuição da carga tributária e na autonomia dos entes federados. Veja a seguir quais são os principais pontos de tensão e de debate em torno da reforma tributária.

    Aumento de impostos para alguns setores

    Um dos principais argumentos contrários à reforma tributária é o de que ela provocaria um aumento de impostos para alguns setores da economia, especialmente os de serviços, educação, saúde e transporte. Esses setores teriam que pagar uma alíquota de 25% do IVA, enquanto outros setores teriam benefícios, como alíquotas menores, isenções, créditos presumidos ou devolução do imposto (o chamado “cashback” para a população carente).

    Essas exceções à tributação de 25% seriam definidas por lei complementar e teriam um prazo de 12 anos para serem extintas gradativamente. O governo argumenta que essas medidas visam evitar choques na economia e proteger os segmentos mais vulneráveis da sociedade. No entanto, os críticos afirmam que essas medidas gerariam distorções e injustiças no sistema tributário, além de elevar a alíquota total para além de 25%.

    Perda de autonomia dos entes federados

    Outra crítica à reforma tributária é a de que ela reduziria a autonomia dos estados e municípios para exercerem suas competências tributárias. Isso porque o IVA seria um imposto único e nacional, administrado por um comitê gestor composto por representantes da União, dos estados e dos municípios. Esse comitê seria responsável por definir as regras do imposto, como a base de cálculo, as alíquotas, as isenções e as fiscalizações.

    O governo defende que essa medida visa simplificar e harmonizar o sistema tributário, evitando a guerra fiscal entre os entes federados e garantindo uma distribuição mais equitativa das receitas. No entanto, os críticos alegam que essa medida violaria o princípio federativo e a autonomia dos estados e municípios, que perderiam poder de decisão sobre seus recursos e políticas públicas.

    Complexidade e demora na implementação

    Uma terceira crítica à reforma tributária é a de que ela seria complexa e demorada para ser implementada. Isso porque ela depende de mudanças constitucionais e legais, além de um período de transição de até 12 anos para que o novo sistema entre em vigor plenamente. Nesse período, haveria uma convivência entre o IVA e os impostos atuais, o que poderia gerar confusão e insegurança jurídica.

    O governo afirma que esse período é necessário para garantir uma adaptação gradual e ordenada dos contribuintes e dos administradores tributários ao novo modelo. No entanto, os críticos argumentam que esse período é excessivo e prejudicial ao país, que precisa urgentemente de uma reforma tributária efetiva e ágil para superar a crise econômica e social agravada pela pandemia de Covid-19.

  • Conheça os jogos escondidos em apps que você pode jogar agora

    Conheça os jogos escondidos em apps que você pode jogar agora

    Você sabia que existem vários jogos escondidos em apps que você usa no dia a dia?

    Esses jogos são chamados de easter eggs, ou ovos de páscoa, e são surpresas divertidas que os desenvolvedores colocam em suas plataformas. Neste post, vamos mostrar alguns exemplos de jogos escondidos em apps que você pode jogar agora mesmo.

    Jogos escondidos no Google

    O Google é o maior buscador da internet, mas também é uma fonte de entretenimento. Você pode jogar alguns clássicos dos videogames no próprio Google, basta digitar o nome do jogo na barra de pesquisa. Veja alguns exemplos:

    • Pac-Man: o famoso jogo do come-come que deve se desviar de fantasmas e comer pontinhos.

    • Atari Breakout: o jogo em que você controla uma barra retangular e deve salvar uma bolinha que quebra blocos.

    • Paciência: o jogo de cartas em que você deve organizar um baralho de cartas completo, da menor para a maior carta, alternando as cores de cada carta.

    • Jogo da Cobrinha: o jogo em que você deve fazer a cobrinha comer maçãs e ficar atento para não colidir com o próprio corpo ou com as extremidades do jogo.

    Além desses, você também pode jogar Quick, Draw, um jogo que desafia você a desenhar objetos em 20 segundos e ver se a inteligência artificial do Google consegue adivinhar.

    Jogos escondidos no Spotify

    O Spotify é o maior serviço de streaming de música do mundo, mas também tem um jogo escondido para os seus usuários. Trata-se do Coma essa playlist, uma versão do jogo da cobrinha em que você deve comer as capas das músicas da playlist, enquanto ouve trechos das canções. Você pode adicionar as músicas à sua biblioteca tocando no ícone de “+” no canto superior. Para acessar o jogo, siga os passos abaixo:

    • Abra o app do Spotify no celular;

    • Escolha qualquer playlist com 20 músicas ou mais;

    • Na tela da playlist, toque sobre o menu de três pontos próximo ao botão “Baixar”;

    • Deslize a tela para baixo até encontrar a opção “Coma essa playlist”;

    • Toque sobre ela para começar a jogar — controle a cobrinha com gestos na tela.

    Jogos escondidos na Microsoft Store

    A Microsoft Store é a loja oficial de aplicativos para Windows 10, mas também tem uma coleção de jogos de objetos escondidos para você se divertir. Esses jogos são aqueles em que você deve encontrar itens ocultos em cenários cheios de detalhes. Alguns exemplos são:

    • Seekers Notes: Mistério Oculto: um jogo em que você deve explorar uma cidade misteriosa e resolver enigmas.

    • Hidden City: Aventura de objetos ocultos: um jogo em que você deve investigar fenômenos estranhos e encontrar pistas em uma cidade oculta.

    • Sherlock: Apure Casos Ocultos: um jogo em que você deve ajudar o famoso detetive Sherlock Holmes a resolver casos intrigantes.

    Esses são alguns exemplos de jogos escondidos em apps que você pode jogar agora. Você gosta de jogar esses jogos?

    Esses jogos são chamados de easter eggs, ou ovos de páscoa, e são surpresas divertidas que os desenvolvedores colocam em suas plataformas. Neste post, vamos mostrar alguns exemplos de jogos escondidos em apps que você pode jogar agora mesmo.

    Jogos escondidos no Google

    O Google é o maior buscador da internet, mas também é uma fonte de entretenimento. Você pode jogar alguns clássicos dos videogames no próprio Google, basta digitar o nome do jogo na barra de pesquisa. Veja alguns exemplos:

    • Pac-Man: o famoso jogo do come-come que deve se desviar de fantasmas e comer pontinhos.

    • Atari Breakout: o jogo em que você controla uma barra retangular e deve salvar uma bolinha que quebra blocos.

    • Paciência: o jogo de cartas em que você deve organizar um baralho de cartas completo, da menor para a maior carta, alternando as cores de cada carta.

    • Jogo da Cobrinha: o jogo em que você deve fazer a cobrinha comer maçãs e ficar atento para não colidir com o próprio corpo ou com as extremidades do jogo.

    Além desses, você também pode jogar Quick, Draw, um jogo que desafia você a desenhar objetos em 20 segundos e ver se a inteligência artificial do Google consegue adivinhar.

    Jogos escondidos no Spotify

    O Spotify é o maior serviço de streaming de música do mundo, mas também tem um jogo escondido para os seus usuários. Trata-se do Coma essa playlist, uma versão do jogo da cobrinha em que você deve comer as capas das músicas da playlist, enquanto ouve trechos das canções. Você pode adicionar as músicas à sua biblioteca tocando no ícone de “+” no canto superior. Para acessar o jogo, siga os passos abaixo:

    • Abra o app do Spotify no celular;

    • Escolha qualquer playlist com 20 músicas ou mais;

    • Na tela da playlist, toque sobre o menu de três pontos próximo ao botão “Baixar”;

    • Deslize a tela para baixo até encontrar a opção “Coma essa playlist”;

    • Toque sobre ela para começar a jogar — controle a cobrinha com gestos na tela.

    Jogos escondidos na Microsoft Store

    A Microsoft Store é a loja oficial de aplicativos para Windows 10, mas também tem uma coleção de jogos de objetos escondidos para você se divertir. Esses jogos são aqueles em que você deve encontrar itens ocultos em cenários cheios de detalhes. Alguns exemplos são:

    • Seekers Notes: Mistério Oculto: um jogo em que você deve explorar uma cidade misteriosa e resolver enigmas.

    • Hidden City: Aventura de objetos ocultos: um jogo em que você deve investigar fenômenos estranhos e encontrar pistas em uma cidade oculta.

    • Sherlock: Apure Casos Ocultos: um jogo em que você deve ajudar o famoso detetive Sherlock Holmes a resolver casos intrigantes.

    Esses são alguns exemplos de jogos escondidos em apps que você pode jogar agora. Você gosta de jogar esses jogos?