Tag: Brasil

  • Como a realidade mista pode revolucionar a medicina

    Como a realidade mista pode revolucionar a medicina

    A realidade mista é uma tecnologia que combina elementos do mundo real e do mundo digital, criando uma experiência imersiva e interativa para o usuário. Ela pode ser usada para diversos fins, mas um dos mais promissores é na área da medicina.

    Com dispositivos como o Apple Vision Pro, que é um headset de realidade mista sem fio e holográfico, os médicos podem usar a realidade mista para identificar doenças e lesões, planejar e realizar cirurgias, treinar e colaborar com outros profissionais e até mesmo tratar pacientes à distância.

    Um dos benefícios da realidade mista na medicina é que ela permite visualizar o corpo humano em três dimensões, com detalhes e precisão. Assim, os médicos podem estudar a anatomia, ver como os órgãos funcionam, simular procedimentos e antecipar possíveis complicações.

    Além disso, a realidade mista facilita o compartilhamento de informações e a comunicação entre os médicos. Por meio de aplicativos como o Dynamics 365 Remote Assist, da Microsoft, os médicos podem transmitir sua visão em tempo real da cirurgia, receber orientações e feedbacks de colegas remotos e até mesmo realizar operações conjuntas com outros especialistas.

    A realidade mista também pode ser usada para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Por exemplo, ela pode ajudar a reduzir a dor e a ansiedade durante os tratamentos, oferecendo distrações ou estímulos positivos. Ela também pode auxiliar na reabilitação física e mental, proporcionando exercícios personalizados e motivadores.

    A tecnologia por trás da realidade mista envolve diversos componentes, como sensores de movimento, câmeras, microfones, alto-falantes, telas transparentes e processadores. Esses componentes permitem que o dispositivo reconheça o ambiente, rastreie as mãos e os olhos do usuário, projete imagens holográficas e responda aos comandos de voz ou gestos.

    Para que a realidade mista funcione bem na medicina, é preciso que ela seja segura, confiável e precisa. Por isso, é importante que os dispositivos sejam testados e validados antes de serem usados em situações reais. Além disso, é necessário que os médicos sejam treinados e capacitados para usar a tecnologia de forma adequada.

    A realidade mista na medicina é uma tendência que está se tornando cada vez mais presente e acessível. Ela oferece diversas vantagens para os médicos e para os pacientes, como maior eficiência, qualidade e segurança. No entanto, ela também traz alguns desafios, como questões éticas, legais e sociais.

    Por isso, é fundamental que os desenvolvedores de aplicativos para realidade mista na medicina estejam atentos às necessidades e expectativas dos usuários finais. Eles devem criar soluções que sejam úteis, intuitivas e responsivas. Eles também devem respeitar as normas e regulamentações do setor de saúde.

    A realidade mista na medicina é uma oportunidade para inovar e transformar a forma como cuidamos da nossa saúde. Ela pode nos ajudar a diagnosticar melhor, tratar melhor e viver melhor.

    Com dispositivos como o Apple Vision Pro, que é um headset de realidade mista sem fio e holográfico, os médicos podem usar a realidade mista para identificar doenças e lesões, planejar e realizar cirurgias, treinar e colaborar com outros profissionais e até mesmo tratar pacientes à distância.

    Um dos benefícios da realidade mista na medicina é que ela permite visualizar o corpo humano em três dimensões, com detalhes e precisão. Assim, os médicos podem estudar a anatomia, ver como os órgãos funcionam, simular procedimentos e antecipar possíveis complicações.

    Além disso, a realidade mista facilita o compartilhamento de informações e a comunicação entre os médicos. Por meio de aplicativos como o Dynamics 365 Remote Assist, da Microsoft, os médicos podem transmitir sua visão em tempo real da cirurgia, receber orientações e feedbacks de colegas remotos e até mesmo realizar operações conjuntas com outros especialistas.

    A realidade mista também pode ser usada para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Por exemplo, ela pode ajudar a reduzir a dor e a ansiedade durante os tratamentos, oferecendo distrações ou estímulos positivos. Ela também pode auxiliar na reabilitação física e mental, proporcionando exercícios personalizados e motivadores.

    A tecnologia por trás da realidade mista envolve diversos componentes, como sensores de movimento, câmeras, microfones, alto-falantes, telas transparentes e processadores. Esses componentes permitem que o dispositivo reconheça o ambiente, rastreie as mãos e os olhos do usuário, projete imagens holográficas e responda aos comandos de voz ou gestos.

    Para que a realidade mista funcione bem na medicina, é preciso que ela seja segura, confiável e precisa. Por isso, é importante que os dispositivos sejam testados e validados antes de serem usados em situações reais. Além disso, é necessário que os médicos sejam treinados e capacitados para usar a tecnologia de forma adequada.

    A realidade mista na medicina é uma tendência que está se tornando cada vez mais presente e acessível. Ela oferece diversas vantagens para os médicos e para os pacientes, como maior eficiência, qualidade e segurança. No entanto, ela também traz alguns desafios, como questões éticas, legais e sociais.

    Por isso, é fundamental que os desenvolvedores de aplicativos para realidade mista na medicina estejam atentos às necessidades e expectativas dos usuários finais. Eles devem criar soluções que sejam úteis, intuitivas e responsivas. Eles também devem respeitar as normas e regulamentações do setor de saúde.

    A realidade mista na medicina é uma oportunidade para inovar e transformar a forma como cuidamos da nossa saúde. Ela pode nos ajudar a diagnosticar melhor, tratar melhor e viver melhor.

  • Inteligência artificial na saúde: como países em desenvolvimento já usam IA para auxiliar diagnósticos médicos

    Inteligência artificial na saúde: como países em desenvolvimento já usam IA para auxiliar diagnósticos médicos

    A inteligência artificial (IA) tem sido uma das áreas mais promissoras e desafiadoras da medicina digital. Embora muitos especialistas prevejam que a IA irá substituir profissionais de saúde em diversas funções, a realidade mostra que a adoção dessa tecnologia ainda enfrenta muitas barreiras e limitações, especialmente em países de alta renda. Por outro lado, alguns…

    Essa é a tese do artigo “Upending the model of AI adoption”, publicado na revista The Lancet em junho de 2023. Os autores, Saurabh Jha e Eric J Topol, analisam casos de sucesso e fracasso na aplicação da IA na medicina e apontam os fatores que influenciam na difusão dessa tecnologia.

    Segundo eles, a IA tem um potencial enorme para melhorar a qualidade, a acessibilidade e a eficiência dos serviços de saúde, mas também apresenta riscos éticos, legais e sociais. Por isso, é preciso considerar o contexto, a cultura e as necessidades de cada país e região para desenvolver e adotar soluções adequadas.

    Os autores citam exemplos de como a IA tem sido usada para diagnosticar tuberculose em países como Índia, China e Vietnã, com precisão superior à dos radiologistas humanos. Eles também mencionam como a IA tem permitido realizar ultrassonografias em locais remotos da África e do Nepal, usando smartphones conectados a sondas portáteis. Além disso, eles destacam como a IA tem auxiliado na detecção de anemia em crianças de Gana, usando colorimetria facial.

    Esses casos mostram que a IA pode ser uma aliada para superar as limitações de infraestrutura, recursos humanos e financeiros que afetam os sistemas de saúde de muitos países em desenvolvimento. No entanto, os autores alertam que isso não significa que a IA possa substituir os profissionais de saúde ou ignorar as normas éticas e regulatórias. Eles defendem que a IA deve ser vista como uma ferramenta complementar, que requer validação científica, supervisão humana e participação social.

    O artigo conclui que a adoção da IA na medicina não segue um modelo linear ou uniforme, mas depende das características e demandas de cada cenário. Os autores sugerem que os países de alta renda aprendam com as experiências dos países de baixa e média renda e busquem soluções mais adaptáveis, inclusivas e colaborativas.

    Essa é a tese do artigo “Upending the model of AI adoption”, publicado na revista The Lancet em junho de 2023. Os autores, Saurabh Jha e Eric J Topol, analisam casos de sucesso e fracasso na aplicação da IA na medicina e apontam os fatores que influenciam na difusão dessa tecnologia.

    Segundo eles, a IA tem um potencial enorme para melhorar a qualidade, a acessibilidade e a eficiência dos serviços de saúde, mas também apresenta riscos éticos, legais e sociais. Por isso, é preciso considerar o contexto, a cultura e as necessidades de cada país e região para desenvolver e adotar soluções adequadas.

    Os autores citam exemplos de como a IA tem sido usada para diagnosticar tuberculose em países como Índia, China e Vietnã, com precisão superior à dos radiologistas humanos. Eles também mencionam como a IA tem permitido realizar ultrassonografias em locais remotos da África e do Nepal, usando smartphones conectados a sondas portáteis. Além disso, eles destacam como a IA tem auxiliado na detecção de anemia em crianças de Gana, usando colorimetria facial.

    Esses casos mostram que a IA pode ser uma aliada para superar as limitações de infraestrutura, recursos humanos e financeiros que afetam os sistemas de saúde de muitos países em desenvolvimento. No entanto, os autores alertam que isso não significa que a IA possa substituir os profissionais de saúde ou ignorar as normas éticas e regulatórias. Eles defendem que a IA deve ser vista como uma ferramenta complementar, que requer validação científica, supervisão humana e participação social.

    O artigo conclui que a adoção da IA na medicina não segue um modelo linear ou uniforme, mas depende das características e demandas de cada cenário. Os autores sugerem que os países de alta renda aprendam com as experiências dos países de baixa e média renda e busquem soluções mais adaptáveis, inclusivas e colaborativas.

  • Podcasts: como surgiu, quais são os mais ouvidos e qual o futuro desse formato de conteúdo

    Podcasts: como surgiu, quais são os mais ouvidos e qual o futuro desse formato de conteúdo

    Os podcasts são programas de áudio que podem ser ouvidos a qualquer hora e em qualquer lugar, por meio de aplicativos ou sites na internet. Eles abordam os mais diversos temas, desde notícias e entretenimento até educação e negócios. Mas você sabe como surgiu esse formato de conteúdo e quais são os podcasts mais ouvidos…

    A origem dos podcasts remonta ao início dos anos 2000, quando alguns pioneiros começaram a produzir e distribuir arquivos de áudio pela web, aproveitando o surgimento dos tocadores portáteis de MP3. O termo podcast foi cunhado em 2004 pelo jornalista britânico Ben Hammersley, em um artigo para o jornal The Guardian, combinando as palavras iPod (o famoso dispositivo da Apple) e broadcast (transmissão).

    O podcast ganhou popularidade nos anos seguintes, com o surgimento de plataformas especializadas, como o iTunes e o Spotify, que facilitaram o acesso e a descoberta dos programas pelos usuários. Além disso, o podcast se beneficiou da crescente demanda por conteúdo on demand (sob demanda), que permite ao consumidor escolher o que, quando e onde quer ouvir.

    Segundo dados da Statista e no Ibope, o Brasil é o terceiro país que mais consome podcast no mundo, com mais de 30 milhões de ouvintes. O país só fica atrás da Suécia e da Irlanda, primeiro e segundo colocados, respectivamente. O Spotify é o tocador favorito do público para ouvir podcast, com 25% da participação de mercado.

    Mas quais são os podcasts mais ouvidos pelos brasileiros e pelo mundo? De acordo com a mesma pesquisa, o podcast Horóscopo Hoje, que conta diariamente sobre previsões dos signos, foi o mais ouvido do Brasil no último ano. Em segundo lugar ficou o podcast Mano a Mano, o programa de entrevistas do Mano Brown. Os podcasts Flow, Primocast e Café da Manhã ficaram na 3ª, 4ª e 5ª colocação, respectivamente.

    Já no ranking mundial, o podcast The Joe Rogan Experience (do apresentador Joe Rogan) ficou em primeira posição, seguido pelo Call Her Daddy em segundo colocado, e o Crime Junkie em terceiro. Esses dados são baseados nas plataformas gratuitas de streaming.

    O futuro dos podcasts parece promissor, com novas tendências e oportunidades para criadores e ouvintes. Entre elas, podemos destacar:

    • A produção de podcasts originais e exclusivos por grandes empresas de mídia e tecnologia, como Netflix, Amazon e Apple.

    • A monetização dos podcasts por meio de assinaturas pagas, publicidade direcionada e patrocínios de marcas.

    • A interação dos podcasts com outras mídias, como vídeo, texto e redes sociais.

    • A diversificação dos formatos e gêneros dos podcasts, explorando novas narrativas e públicos.

    • A expansão dos podcasts para novos mercados e idiomas, ampliando o alcance global do conteúdo.

    Os podcasts são uma forma de comunicação que veio para ficar e que oferece muitas possibilidades para quem quer se informar, se divertir ou se educar. Se você ainda não é um ouvinte assíduo desse formato de conteúdo, vale a pena experimentar e descobrir os podcasts que mais combinam com você.

    A origem dos podcasts remonta ao início dos anos 2000, quando alguns pioneiros começaram a produzir e distribuir arquivos de áudio pela web, aproveitando o surgimento dos tocadores portáteis de MP3. O termo podcast foi cunhado em 2004 pelo jornalista britânico Ben Hammersley, em um artigo para o jornal The Guardian, combinando as palavras iPod (o famoso dispositivo da Apple) e broadcast (transmissão).

    O podcast ganhou popularidade nos anos seguintes, com o surgimento de plataformas especializadas, como o iTunes e o Spotify, que facilitaram o acesso e a descoberta dos programas pelos usuários. Além disso, o podcast se beneficiou da crescente demanda por conteúdo on demand (sob demanda), que permite ao consumidor escolher o que, quando e onde quer ouvir.

    Segundo dados da Statista e no Ibope, o Brasil é o terceiro país que mais consome podcast no mundo, com mais de 30 milhões de ouvintes. O país só fica atrás da Suécia e da Irlanda, primeiro e segundo colocados, respectivamente. O Spotify é o tocador favorito do público para ouvir podcast, com 25% da participação de mercado.

    Mas quais são os podcasts mais ouvidos pelos brasileiros e pelo mundo? De acordo com a mesma pesquisa, o podcast Horóscopo Hoje, que conta diariamente sobre previsões dos signos, foi o mais ouvido do Brasil no último ano. Em segundo lugar ficou o podcast Mano a Mano, o programa de entrevistas do Mano Brown. Os podcasts Flow, Primocast e Café da Manhã ficaram na 3ª, 4ª e 5ª colocação, respectivamente.

    Já no ranking mundial, o podcast The Joe Rogan Experience (do apresentador Joe Rogan) ficou em primeira posição, seguido pelo Call Her Daddy em segundo colocado, e o Crime Junkie em terceiro. Esses dados são baseados nas plataformas gratuitas de streaming.

    O futuro dos podcasts parece promissor, com novas tendências e oportunidades para criadores e ouvintes. Entre elas, podemos destacar:

    • A produção de podcasts originais e exclusivos por grandes empresas de mídia e tecnologia, como Netflix, Amazon e Apple.

    • A monetização dos podcasts por meio de assinaturas pagas, publicidade direcionada e patrocínios de marcas.

    • A interação dos podcasts com outras mídias, como vídeo, texto e redes sociais.

    • A diversificação dos formatos e gêneros dos podcasts, explorando novas narrativas e públicos.

    • A expansão dos podcasts para novos mercados e idiomas, ampliando o alcance global do conteúdo.

    Os podcasts são uma forma de comunicação que veio para ficar e que oferece muitas possibilidades para quem quer se informar, se divertir ou se educar. Se você ainda não é um ouvinte assíduo desse formato de conteúdo, vale a pena experimentar e descobrir os podcasts que mais combinam com você.

  • Apple Vision Pro: o futuro da realidade mista está mais perto do que você imagina

    Apple Vision Pro: o futuro da realidade mista está mais perto do que você imagina

    A Apple surpreendeu o mundo ao anunciar, na última segunda-feira (5), o seu primeiro produto de realidade mista: o Apple Vision Pro. Trata-se de um par de óculos que permite visualizar conteúdos digitais como se eles estivessem integrados ao ambiente físico, criando uma experiência imersiva e interativa. O aparelho promete revolucionar o modo como trabalhamos,…

    O Apple Vision Pro é equipado com um display 4K de tecnologia microLED, que oferece uma qualidade de imagem impressionante, com 23 milhões de pixels no total. Ele também conta com dois chips de fabricação própria da Apple: o M2, responsável pelo processamento geral do dispositivo, e o R2, que garante uma percepção espacial precisa e realista. Além disso, o Vision Pro possui sensores que detectam os movimentos dos olhos e das mãos do usuário, permitindo uma interação intuitiva e natural com os conteúdos. Há ainda um controle por voz, via Siri, e um botão para tirar fotos em 3D.

    O Vision Pro funciona com o novo sistema operacional visionOS, que traz uma série de recursos e aplicativos adaptados para a realidade mista. É possível usar o Safari para navegar na web, o Notes para criar listas e lembretes, o Messages para conversar com amigos e familiares, e o FaceTime para fazer chamadas de vídeo em tamanho real. Também é possível assistir a filmes, séries e jogos em uma tela gigante, com áudio espacial que cria uma sensação de imersão. E ainda é possível reviver as suas memórias com fotos e vídeos em 3D, que se tornam mais vivos e emocionantes.

    Apesar de todas essas novidades, nem todo mundo está otimista com o lançamento do Apple Vision Pro. Alguns analistas e consumidores consideram o produto caro demais (US$ 3.499 nos Estados Unidos), pesado demais (cerca de 500 gramas) e limitado demais (apenas duas horas de bateria). Eles também questionam a utilidade e a praticidade de um dispositivo que exige um fio para conectar a bateria externa e que pode causar desconforto ou enjoos em alguns usuários.

    No entanto, essa não é a primeira vez que a Apple enfrenta críticas e ceticismo em relação aos seus produtos. Quando lançou o iPhone em 2007, muitos duvidaram do sucesso do smartphone que dispensava os botões físicos e apostava na tela sensível ao toque. Quando lançou o iPad em 2010, muitos acharam que o tablet era apenas um iPhone grande e desnecessário. E quando lançou o Apple Watch em 2015, muitos não viram vantagens em ter um relógio inteligente no pulso.

    Em todos esses casos, a Apple provou que estava certa ao criar produtos inovadores que mudaram os hábitos e as expectativas das pessoas em relação à tecnologia. E é provável que isso se repita com o Apple Vision Pro, que inaugura uma nova era da computação espacial. O aparelho pode não ser perfeito ou acessível para todos agora, mas certamente abre as portas para um futuro em que a realidade mista será cada vez mais presente e relevante em nossas vidas.

    O Apple Vision Pro é equipado com um display 4K de tecnologia microLED, que oferece uma qualidade de imagem impressionante, com 23 milhões de pixels no total. Ele também conta com dois chips de fabricação própria da Apple: o M2, responsável pelo processamento geral do dispositivo, e o R2, que garante uma percepção espacial precisa e realista. Além disso, o Vision Pro possui sensores que detectam os movimentos dos olhos e das mãos do usuário, permitindo uma interação intuitiva e natural com os conteúdos. Há ainda um controle por voz, via Siri, e um botão para tirar fotos em 3D.

    O Vision Pro funciona com o novo sistema operacional visionOS, que traz uma série de recursos e aplicativos adaptados para a realidade mista. É possível usar o Safari para navegar na web, o Notes para criar listas e lembretes, o Messages para conversar com amigos e familiares, e o FaceTime para fazer chamadas de vídeo em tamanho real. Também é possível assistir a filmes, séries e jogos em uma tela gigante, com áudio espacial que cria uma sensação de imersão. E ainda é possível reviver as suas memórias com fotos e vídeos em 3D, que se tornam mais vivos e emocionantes.

    Apesar de todas essas novidades, nem todo mundo está otimista com o lançamento do Apple Vision Pro. Alguns analistas e consumidores consideram o produto caro demais (US$ 3.499 nos Estados Unidos), pesado demais (cerca de 500 gramas) e limitado demais (apenas duas horas de bateria). Eles também questionam a utilidade e a praticidade de um dispositivo que exige um fio para conectar a bateria externa e que pode causar desconforto ou enjoos em alguns usuários.

    No entanto, essa não é a primeira vez que a Apple enfrenta críticas e ceticismo em relação aos seus produtos. Quando lançou o iPhone em 2007, muitos duvidaram do sucesso do smartphone que dispensava os botões físicos e apostava na tela sensível ao toque. Quando lançou o iPad em 2010, muitos acharam que o tablet era apenas um iPhone grande e desnecessário. E quando lançou o Apple Watch em 2015, muitos não viram vantagens em ter um relógio inteligente no pulso.

    Em todos esses casos, a Apple provou que estava certa ao criar produtos inovadores que mudaram os hábitos e as expectativas das pessoas em relação à tecnologia. E é provável que isso se repita com o Apple Vision Pro, que inaugura uma nova era da computação espacial. O aparelho pode não ser perfeito ou acessível para todos agora, mas certamente abre as portas para um futuro em que a realidade mista será cada vez mais presente e relevante em nossas vidas.

  • Como a baixa qualidade do ensino de medicina no Brasil afeta a saúde da população

    Como a baixa qualidade do ensino de medicina no Brasil afeta a saúde da população

    A medicina é uma das áreas mais nobres e desafiadoras do conhecimento humano. Mas para exercer essa profissão, é preciso ter uma formação sólida e de qualidade, que garanta o domínio das competências técnicas, científicas e éticas necessárias para cuidar da saúde das pessoas.

    No entanto, o cenário atual do ensino de medicina no Brasil apresenta uma série de problemas que comprometem a qualidade da formação médica e, consequentemente, a qualidade da assistência à saúde da população.

    Um dos principais problemas é o excesso de vagas e cursos de medicina no país. Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), existem atualmente 353 faculdades de medicina no Brasil, sendo 173 abertas nos últimos 10 anos. Isso representa um aumento de 97% no número de escolas médicas em uma década.

    Esse crescimento desordenado e desregulado foi motivado por interesses políticos e econômicos, sem levar em conta as reais necessidades e demandas da sociedade e do sistema de saúde. Além disso, muitas dessas novas faculdades não oferecem as condições mínimas para o funcionamento dos cursos, como infraestrutura adequada, corpo docente qualificado, hospitais de ensino e programas de residência médica.

    Outro problema é a falta de critérios objetivos e rigorosos para avaliar a qualidade das faculdades de medicina e dos médicos recém-formados. Apesar de existirem alguns indicadores, como o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o Ranking Universitário Folha (RUF) e o Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (SAEME-CFM), eles não são suficientes para garantir a excelência do ensino médico.

    Além disso, não há uma prova nacional obrigatória para os egressos dos cursos de medicina, que possa atestar o seu conhecimento e a sua competência para exercer a profissão. Essa lacuna favorece a entrada no mercado de trabalho de médicos mal formados e despreparados, que podem colocar em risco a vida dos pacientes.

    Diante desses problemas, é urgente e necessário que sejam tomadas medidas para melhorar a qualidade do ensino de medicina no Brasil. Algumas possíveis medidas são:

    • Regular e fiscalizar a abertura de novas vagas e cursos de medicina, levando em conta as necessidades regionais e nacionais de saúde, bem como os critérios técnicos e pedagógicos para o funcionamento dos cursos;

    • Fortalecer os mecanismos de avaliação das faculdades de medicina e dos médicos recém-formados, utilizando parâmetros claros e transparentes, que possam orientar a melhoria contínua do ensino médico;

    • Instituir uma prova nacional obrigatória para os egressos dos cursos de medicina, que possa certificar a sua aptidão para exercer a profissão com qualidade e segurança;

    • Estimular a formação continuada dos médicos, por meio da educação permanente em saúde e da valorização dos programas de residência médica.

    A qualidade do ensino de medicina no Brasil é um tema relevante e que merece atenção. Afinal, a formação médica é essencial para garantir a saúde e o bem-estar da população. 

    No entanto, o cenário atual do ensino de medicina no Brasil apresenta uma série de problemas que comprometem a qualidade da formação médica e, consequentemente, a qualidade da assistência à saúde da população.

    Um dos principais problemas é o excesso de vagas e cursos de medicina no país. Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), existem atualmente 353 faculdades de medicina no Brasil, sendo 173 abertas nos últimos 10 anos. Isso representa um aumento de 97% no número de escolas médicas em uma década.

    Esse crescimento desordenado e desregulado foi motivado por interesses políticos e econômicos, sem levar em conta as reais necessidades e demandas da sociedade e do sistema de saúde. Além disso, muitas dessas novas faculdades não oferecem as condições mínimas para o funcionamento dos cursos, como infraestrutura adequada, corpo docente qualificado, hospitais de ensino e programas de residência médica.

    Outro problema é a falta de critérios objetivos e rigorosos para avaliar a qualidade das faculdades de medicina e dos médicos recém-formados. Apesar de existirem alguns indicadores, como o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o Ranking Universitário Folha (RUF) e o Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (SAEME-CFM), eles não são suficientes para garantir a excelência do ensino médico.

    Além disso, não há uma prova nacional obrigatória para os egressos dos cursos de medicina, que possa atestar o seu conhecimento e a sua competência para exercer a profissão. Essa lacuna favorece a entrada no mercado de trabalho de médicos mal formados e despreparados, que podem colocar em risco a vida dos pacientes.

    Diante desses problemas, é urgente e necessário que sejam tomadas medidas para melhorar a qualidade do ensino de medicina no Brasil. Algumas possíveis medidas são:

    • Regular e fiscalizar a abertura de novas vagas e cursos de medicina, levando em conta as necessidades regionais e nacionais de saúde, bem como os critérios técnicos e pedagógicos para o funcionamento dos cursos;

    • Fortalecer os mecanismos de avaliação das faculdades de medicina e dos médicos recém-formados, utilizando parâmetros claros e transparentes, que possam orientar a melhoria contínua do ensino médico;

    • Instituir uma prova nacional obrigatória para os egressos dos cursos de medicina, que possa certificar a sua aptidão para exercer a profissão com qualidade e segurança;

    • Estimular a formação continuada dos médicos, por meio da educação permanente em saúde e da valorização dos programas de residência médica.

    A qualidade do ensino de medicina no Brasil é um tema relevante e que merece atenção. Afinal, a formação médica é essencial para garantir a saúde e o bem-estar da população. 

  • Acordo bilionário dos Sacklers para reduzir mortes por overdose nos EUA gera polêmica

    Acordo bilionário dos Sacklers para reduzir mortes por overdose nos EUA gera polêmica

    Os Sacklers, uma das famílias mais ricas e controversas do mundo, donos da Purdue Pharma, empresa farmacêutica que produz o analgésico opioide OxyContin, concordaram em pagar US$ 6 bilhões (cerca de R$ 33 bilhões) para resolver milhares de processos judiciais relacionados à crise de opioides nos Estados Unidos.

    O acordo, anunciado em junho de 2023, prevê que os Sacklers abram mão do controle da Purdue, que será transformada em uma nova empresa chamada Knoa, e que destinem seus lucros para um fundo que ajudará no tratamento da dependência química. Além disso, os Sacklers terão imunidade civil contra futuras ações judiciais, mas não estarão livres de possíveis acusações criminais.

    O acordo foi criticado por muitas vítimas da crise de opioides, que acusam os Sacklers de alimentar a epidemia que matou mais de 200 mil pessoas nos EUA desde 1999. Em março de 2022, pela primeira vez, os Sacklers ouviram diretamente os relatos de pessoas que perderam entes queridos ou sobreviveram ao vício em OxyContin, um poderoso analgésico que foi amplamente prescrito e comercializado pela Purdue como não viciante. Muitos dos que testemunharam mostraram fotos dos mortos e pediram que os Sacklers fossem responsabilizados criminalmente por suas ações.

    Os Sacklers, que possuem uma fortuna estimada em US$ 11 bilhões, segundo uma investigação do Congresso dos EUA em 2021, negam qualquer irregularidade e dizem que agiram de boa-fé e de acordo com as melhores práticas científicas e médicas da época. Eles também afirmam que o acordo é uma forma de contribuir para o enfrentamento da crise de opioides e que se sensibilizaram com as histórias das vítimas.

    O acordo ainda precisa ser aprovado por um tribunal federal de falências, mas já recebeu o aval de um tribunal de apelações em dezembro de 2022. Se confirmado, o acordo encerrará uma longa batalha judicial que envolveu governos estaduais e locais, organizações de saúde e indivíduos afetados pela crise de opioides. Os recursos do acordo deverão financiar programas de reabilitação, redução de danos e serviços de recuperação para os dependentes químicos.

    O acordo, anunciado em junho de 2023, prevê que os Sacklers abram mão do controle da Purdue, que será transformada em uma nova empresa chamada Knoa, e que destinem seus lucros para um fundo que ajudará no tratamento da dependência química. Além disso, os Sacklers terão imunidade civil contra futuras ações judiciais, mas não estarão livres de possíveis acusações criminais.

    O acordo foi criticado por muitas vítimas da crise de opioides, que acusam os Sacklers de alimentar a epidemia que matou mais de 200 mil pessoas nos EUA desde 1999. Em março de 2022, pela primeira vez, os Sacklers ouviram diretamente os relatos de pessoas que perderam entes queridos ou sobreviveram ao vício em OxyContin, um poderoso analgésico que foi amplamente prescrito e comercializado pela Purdue como não viciante. Muitos dos que testemunharam mostraram fotos dos mortos e pediram que os Sacklers fossem responsabilizados criminalmente por suas ações.

    Os Sacklers, que possuem uma fortuna estimada em US$ 11 bilhões, segundo uma investigação do Congresso dos EUA em 2021, negam qualquer irregularidade e dizem que agiram de boa-fé e de acordo com as melhores práticas científicas e médicas da época. Eles também afirmam que o acordo é uma forma de contribuir para o enfrentamento da crise de opioides e que se sensibilizaram com as histórias das vítimas.

    O acordo ainda precisa ser aprovado por um tribunal federal de falências, mas já recebeu o aval de um tribunal de apelações em dezembro de 2022. Se confirmado, o acordo encerrará uma longa batalha judicial que envolveu governos estaduais e locais, organizações de saúde e indivíduos afetados pela crise de opioides. Os recursos do acordo deverão financiar programas de reabilitação, redução de danos e serviços de recuperação para os dependentes químicos.

  • El Niño: entenda o fenômeno que afeta o clima no mundo todo

    El Niño: entenda o fenômeno que afeta o clima no mundo todo

    Você já ouviu falar do El Niño? Sabe o que ele é e como ele influencia o clima em diferentes regiões do planeta? Neste post, vamos explicar para você o que é esse fenômeno natural, como ele ocorre e quais são as suas consequências para o meio ambiente e para a sociedade.

    O que é El Niño?

    El Niño é um fenômeno climático natural que se caracteriza pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico na sua porção equatorial. Ele ocorre em intervalos irregulares de cinco a sete anos e tem duração média que varia entre um ano a um ano e meio, com início nos últimos meses do ano.

    O nome El Niño foi dado por pescadores da costa oeste da América do Sul, que observaram uma diminuição da produtividade pesqueira associada a correntes de água mais quentes do que o habitual para a época do ano. Como o período de observação coincidia com o Natal, eles atribuíram o fenômeno ao menino Jesus (el niño = o menino).

    Como ocorre o El Niño?

    O El Niño está relacionado com a alteração dos ventos alísios, que são ventos constantes que sopram do leste para o oeste na região equatorial. Em condições normais, esses ventos empurram as águas superficiais quentes do Pacífico para a região ocidental do oceano, onde se acumulam próximo à Austrália e à Indonésia. Ao mesmo tempo, eles favorecem a ressurgência de águas frias e profundas na região oriental do Pacífico, próximo à costa da América do Sul.

    Durante o El Niño, os ventos alísios enfraquecem ou até mesmo se invertem, fazendo com que as águas quentes se desloquem para a região central e oriental do Pacífico. Isso provoca um aumento significativo das temperaturas oceânicas nessa área, que podem chegar a 2,5°C acima da média.

    Quais as consequências do El Niño?

    O El Niño afeta a distribuição de calor e umidade na atmosfera, provocando mudanças no padrão de chuvas e de temperaturas em várias partes do mundo. Em geral, ele causa secas em áreas que costumam ser chuvosas e chuvas em áreas que costumam ser secas.

    Algumas das consequências do El Niño são:

    • Secas no sudeste da Ásia e na Oceania, que podem causar incêndios florestais, perda de biodiversidade e problemas agrícolas;
    • Chuvas intensas na região central do Pacífico, na costa oeste da América do Norte e na América Central, que podem provocar inundações, deslizamentos de terra e doenças;
    • Tempo quente e chuvoso na costa ocidental da América do Sul, especialmente no Peru e no Equador, que podem afetar a pesca, a agricultura e a saúde pública;
    • Secas nas regiões mais elevadas dos Andes, na Colômbia e na Bolívia, que podem reduzir a disponibilidade de água potável e de energia hidrelétrica;
    • Chuvas intensas e volumosas na região Sul do Brasil e secas prolongadas e calor nas regiões Norte e Nordeste;
    • Aumento das temperaturas globais, que podem contribuir para o derretimento das calotas polares, o branqueamento dos corais e a perda de habitats.

    Como se prevenir dos impactos do El Niño?

    O El Niño é um fenômeno natural que não pode ser evitado, mas pode ser monitorado e previsto com antecedência. Por isso, é importante acompanhar as informações meteorológicas e climáticas fornecidas por instituições especializadas, como o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC).

    Além disso, é fundamental adotar medidas de prevenção e adaptação aos efeitos do El Niño, como:

    • Economizar água e energia, evitando o desperdício e o racionamento;
    • Preservar as florestas e os recursos hídricos, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa e o aquecimento global;
    • Planejar as atividades agrícolas, pesqueiras e turísticas, levando em conta as variações climáticas;
    • Seguir as orientações das autoridades de defesa civil, saúde e meio ambiente, em caso de emergências ou desastres naturais.

    Conclusão

    O El Niño é um fenômeno climático natural que altera o clima em diferentes regiões do mundo. Ele pode trazer benefícios ou prejuízos para o meio ambiente e para a sociedade, dependendo da sua intensidade e da sua duração. Por isso, é importante conhecer as suas características, as suas causas e as suas consequências, bem como se prevenir dos seus impactos.

    O que é El Niño?

    El Niño é um fenômeno climático natural que se caracteriza pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico na sua porção equatorial. Ele ocorre em intervalos irregulares de cinco a sete anos e tem duração média que varia entre um ano a um ano e meio, com início nos últimos meses do ano.

    O nome El Niño foi dado por pescadores da costa oeste da América do Sul, que observaram uma diminuição da produtividade pesqueira associada a correntes de água mais quentes do que o habitual para a época do ano. Como o período de observação coincidia com o Natal, eles atribuíram o fenômeno ao menino Jesus (el niño = o menino).

    Como ocorre o El Niño?

    O El Niño está relacionado com a alteração dos ventos alísios, que são ventos constantes que sopram do leste para o oeste na região equatorial. Em condições normais, esses ventos empurram as águas superficiais quentes do Pacífico para a região ocidental do oceano, onde se acumulam próximo à Austrália e à Indonésia. Ao mesmo tempo, eles favorecem a ressurgência de águas frias e profundas na região oriental do Pacífico, próximo à costa da América do Sul.

    Durante o El Niño, os ventos alísios enfraquecem ou até mesmo se invertem, fazendo com que as águas quentes se desloquem para a região central e oriental do Pacífico. Isso provoca um aumento significativo das temperaturas oceânicas nessa área, que podem chegar a 2,5°C acima da média.

    Quais as consequências do El Niño?

    O El Niño afeta a distribuição de calor e umidade na atmosfera, provocando mudanças no padrão de chuvas e de temperaturas em várias partes do mundo. Em geral, ele causa secas em áreas que costumam ser chuvosas e chuvas em áreas que costumam ser secas.

    Algumas das consequências do El Niño são:

    • Secas no sudeste da Ásia e na Oceania, que podem causar incêndios florestais, perda de biodiversidade e problemas agrícolas;
    • Chuvas intensas na região central do Pacífico, na costa oeste da América do Norte e na América Central, que podem provocar inundações, deslizamentos de terra e doenças;
    • Tempo quente e chuvoso na costa ocidental da América do Sul, especialmente no Peru e no Equador, que podem afetar a pesca, a agricultura e a saúde pública;
    • Secas nas regiões mais elevadas dos Andes, na Colômbia e na Bolívia, que podem reduzir a disponibilidade de água potável e de energia hidrelétrica;
    • Chuvas intensas e volumosas na região Sul do Brasil e secas prolongadas e calor nas regiões Norte e Nordeste;
    • Aumento das temperaturas globais, que podem contribuir para o derretimento das calotas polares, o branqueamento dos corais e a perda de habitats.

    Como se prevenir dos impactos do El Niño?

    O El Niño é um fenômeno natural que não pode ser evitado, mas pode ser monitorado e previsto com antecedência. Por isso, é importante acompanhar as informações meteorológicas e climáticas fornecidas por instituições especializadas, como o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC).

    Além disso, é fundamental adotar medidas de prevenção e adaptação aos efeitos do El Niño, como:

    • Economizar água e energia, evitando o desperdício e o racionamento;
    • Preservar as florestas e os recursos hídricos, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa e o aquecimento global;
    • Planejar as atividades agrícolas, pesqueiras e turísticas, levando em conta as variações climáticas;
    • Seguir as orientações das autoridades de defesa civil, saúde e meio ambiente, em caso de emergências ou desastres naturais.

    Conclusão

    O El Niño é um fenômeno climático natural que altera o clima em diferentes regiões do mundo. Ele pode trazer benefícios ou prejuízos para o meio ambiente e para a sociedade, dependendo da sua intensidade e da sua duração. Por isso, é importante conhecer as suas características, as suas causas e as suas consequências, bem como se prevenir dos seus impactos.

  • Pesquisa aponta falhas no combate mundial à resistência antimicrobiana

    Pesquisa aponta falhas no combate mundial à resistência antimicrobiana

    Um estudo publicado na revista The Lancet Infectious Diseases analisou os planos de ação de 114 países para enfrentar a resistência antimicrobiana (AMR), que ocorre quando bactérias, vírus, fungos e parasitas deixam de responder aos medicamentos que os tratam. Os pesquisadores concluíram que os planos se concentram em elaborar políticas para conter a AMR e…

    A AMR é considerada uma das maiores ameaças à saúde pública no século 21, podendo tornar muitos antibióticos ineficazes e causar milhões de mortes anualmente. Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incentivou os países a desenvolverem planos nacionais para combater a AMR. Mais de 100 países produziram planos, mas não havia uma análise global do conteúdo desses documentos.

    O estudo, realizado por especialistas das universidades de Leeds, Edimburgo e Hamburgo, é o primeiro a avaliar de forma abrangente os esforços internacionais e os planos nacionais para lidar com a AMR. Eles usaram 54 critérios, como educação, gestão e responsabilização, e atribuíram uma pontuação de zero a 100 para cada plano.

    Os resultados mostraram que os países se preocuparam mais em desenhar políticas e pensar em como aplicá-las, mas não em como medir e avaliar o impacto dessas ações. As áreas com menor pontuação foram responsabilização e mecanismos de feedback, seguidas por educação. O treinamento e a educação profissional nas áreas de saúde humana, veterinária e agrícola foram insuficientes em muitos países, assim como uma estratégia sustentável para garantir o uso racional dos antimicrobianos.

    Os países se saíram bem na participação, demonstrando uma consciência compartilhada de que a AMR só pode ser enfrentada com o envolvimento de vários setores que abrangem a saúde humana, animal e ambiental. A prevenção e o controle de infecções também foram reconhecidos como objetivos críticos.

    A Noruega teve o plano mais bem avaliado com 85 pontos, seguida pelos Estados Unidos com 84 e pelo Reino Unido com 83. Os países com menor pontuação foram Ucrânia e Serra Leoa com 29 pontos cada, e Barbados e Micronésia com 28 pontos.

    Os pesquisadores afirmam que os governos de todo o mundo devem fortalecer suas respostas à AMR e melhorar sua preparação para os desafios previstos pela OMS.

    Fonte: Link.

    A AMR é considerada uma das maiores ameaças à saúde pública no século 21, podendo tornar muitos antibióticos ineficazes e causar milhões de mortes anualmente. Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incentivou os países a desenvolverem planos nacionais para combater a AMR. Mais de 100 países produziram planos, mas não havia uma análise global do conteúdo desses documentos.

    O estudo, realizado por especialistas das universidades de Leeds, Edimburgo e Hamburgo, é o primeiro a avaliar de forma abrangente os esforços internacionais e os planos nacionais para lidar com a AMR. Eles usaram 54 critérios, como educação, gestão e responsabilização, e atribuíram uma pontuação de zero a 100 para cada plano.

    Os resultados mostraram que os países se preocuparam mais em desenhar políticas e pensar em como aplicá-las, mas não em como medir e avaliar o impacto dessas ações. As áreas com menor pontuação foram responsabilização e mecanismos de feedback, seguidas por educação. O treinamento e a educação profissional nas áreas de saúde humana, veterinária e agrícola foram insuficientes em muitos países, assim como uma estratégia sustentável para garantir o uso racional dos antimicrobianos.

    Os países se saíram bem na participação, demonstrando uma consciência compartilhada de que a AMR só pode ser enfrentada com o envolvimento de vários setores que abrangem a saúde humana, animal e ambiental. A prevenção e o controle de infecções também foram reconhecidos como objetivos críticos.

    A Noruega teve o plano mais bem avaliado com 85 pontos, seguida pelos Estados Unidos com 84 e pelo Reino Unido com 83. Os países com menor pontuação foram Ucrânia e Serra Leoa com 29 pontos cada, e Barbados e Micronésia com 28 pontos.

    Os pesquisadores afirmam que os governos de todo o mundo devem fortalecer suas respostas à AMR e melhorar sua preparação para os desafios previstos pela OMS.

    Fonte: Link.

  • Exercício físico pode reduzir risco de diabetes tipo 2, mesmo em pessoas com predisposição genética

    Exercício físico pode reduzir risco de diabetes tipo 2, mesmo em pessoas com predisposição genética

    Um estudo da Universidade de Sydney revelou que ser fisicamente ativo pode diminuir o risco de desenvolver diabetes tipo 2, mesmo em pessoas com alto risco genético de contrair a doença. Os pesquisadores afirmam que o estudo demonstra que o exercício físico deve ser promovido como uma estratégia importante para a prevenção do diabetes tipo…

    O estudo envolveu 59.325 adultos do UK Biobank, que usaram acelerômetros (dispositivos que medem a atividade física) no início do estudo e foram acompanhados por até sete anos para monitorar os desfechos de saúde. O UK Biobank é um banco de dados biomédico e um recurso de pesquisa que contém informações genéticas, de estilo de vida e de saúde de meio milhão de participantes do Reino Unido.

    Os pesquisadores analisaram os marcadores genéticos associados a um maior risco de desenvolver diabetes tipo 2. Pessoas com uma pontuação de risco genético alta tinham 2,4 vezes mais risco de desenvolver diabetes tipo 2 quando comparadas com aquelas com uma pontuação de risco genético baixa.

    No entanto, o estudo mostrou que níveis mais altos de atividade física total, especialmente de intensidade moderada a vigorosa, tinham uma forte associação com um menor risco de desenvolver diabetes tipo 2. Além disso, os participantes com alto risco genético, mas que estavam na categoria mais ativa fisicamente, na verdade tinham um risco menor de desenvolver diabetes tipo 2 quando comparados com aqueles com baixo risco genético, mas na categoria menos ativa.

    A autora sênior do estudo, a professora associada Melody Ding, do Centro Charles Perkins e da Faculdade de Medicina e Saúde da Universidade de Sydney, diz que embora o papel da genética e da atividade física no surgimento do diabetes tipo 2 seja bem estabelecido, até agora a maioria dos dados era baseada em relatos pessoais e havia pouca evidência se o risco genético poderia ser contrabalançado pela atividade física.

    “Nós não podemos controlar nosso risco genético e nossa história familiar, mas esse estudo traz notícias promissoras e positivas de que por meio de um estilo de vida ativo, podemos ‘combater’ grande parte do risco excessivo para o diabetes tipo 2”, diz a professora associada Ding.

    Ela explica que atividade física de intensidade moderada descreve movimentos que fazem você suar e ficar um pouco sem fôlego, como caminhar rápido e fazer jardinagem geral. Exemplos de atividade física de intensidade vigorosa incluem correr, dançar aeróbica, pedalar morro acima ou em um ritmo rápido e fazer jardinagem pesada como cavar – todas atividades que fazem você ficar sem fôlego ou respirar pesadamente.

    O diabetes é uma preocupação global de saúde pública. Em 2021, havia 537 milhões de adultos vivendo com diabetes no mundo. Quase 1,2 milhão de australianos foram registrados como vivendo com diabetes tipo 2 em 2020.

    Os resultados também têm um forte significado pessoal para a professora associada Ding, cujo pai foi recentemente diagnosticado com diabetes tipo 2 aos 60 anos.

    “O lado do meu pai da família tem um histórico de diabetes tipo 2, então o resultado do estudo é extremamente encorajador para minha família e para mim. Como uma pessoa já ativa, agora tenho uma motivação extra para manter esse estilo de vida ativo”, diz a professora associada Ding.

    “Nossa esperança é que este estudo informe as diretrizes de saúde pública e clínica, para que possa ajudar na prevenção de doenças crônicas para profissionais de saúde, organizações e o público.”

    “Estou muito feliz em compartilhar nossos resultados de pesquisa com um público amplo para que as pessoas saibam que a atividade física é benéfica para a saúde, especialmente para pessoas com alto risco genético. Se você tem um histórico familiar de diabetes tipo 2, ou mesmo que não tenha, hoje é o dia para começar a ser fisicamente ativo”, diz a candidata a doutorado Mengyun (Susan) Luo, que liderou o estudo.

    Fonte: Link.

    O estudo envolveu 59.325 adultos do UK Biobank, que usaram acelerômetros (dispositivos que medem a atividade física) no início do estudo e foram acompanhados por até sete anos para monitorar os desfechos de saúde. O UK Biobank é um banco de dados biomédico e um recurso de pesquisa que contém informações genéticas, de estilo de vida e de saúde de meio milhão de participantes do Reino Unido.

    Os pesquisadores analisaram os marcadores genéticos associados a um maior risco de desenvolver diabetes tipo 2. Pessoas com uma pontuação de risco genético alta tinham 2,4 vezes mais risco de desenvolver diabetes tipo 2 quando comparadas com aquelas com uma pontuação de risco genético baixa.

    No entanto, o estudo mostrou que níveis mais altos de atividade física total, especialmente de intensidade moderada a vigorosa, tinham uma forte associação com um menor risco de desenvolver diabetes tipo 2. Além disso, os participantes com alto risco genético, mas que estavam na categoria mais ativa fisicamente, na verdade tinham um risco menor de desenvolver diabetes tipo 2 quando comparados com aqueles com baixo risco genético, mas na categoria menos ativa.

    A autora sênior do estudo, a professora associada Melody Ding, do Centro Charles Perkins e da Faculdade de Medicina e Saúde da Universidade de Sydney, diz que embora o papel da genética e da atividade física no surgimento do diabetes tipo 2 seja bem estabelecido, até agora a maioria dos dados era baseada em relatos pessoais e havia pouca evidência se o risco genético poderia ser contrabalançado pela atividade física.

    “Nós não podemos controlar nosso risco genético e nossa história familiar, mas esse estudo traz notícias promissoras e positivas de que por meio de um estilo de vida ativo, podemos ‘combater’ grande parte do risco excessivo para o diabetes tipo 2”, diz a professora associada Ding.

    Ela explica que atividade física de intensidade moderada descreve movimentos que fazem você suar e ficar um pouco sem fôlego, como caminhar rápido e fazer jardinagem geral. Exemplos de atividade física de intensidade vigorosa incluem correr, dançar aeróbica, pedalar morro acima ou em um ritmo rápido e fazer jardinagem pesada como cavar – todas atividades que fazem você ficar sem fôlego ou respirar pesadamente.

    O diabetes é uma preocupação global de saúde pública. Em 2021, havia 537 milhões de adultos vivendo com diabetes no mundo. Quase 1,2 milhão de australianos foram registrados como vivendo com diabetes tipo 2 em 2020.

    Os resultados também têm um forte significado pessoal para a professora associada Ding, cujo pai foi recentemente diagnosticado com diabetes tipo 2 aos 60 anos.

    “O lado do meu pai da família tem um histórico de diabetes tipo 2, então o resultado do estudo é extremamente encorajador para minha família e para mim. Como uma pessoa já ativa, agora tenho uma motivação extra para manter esse estilo de vida ativo”, diz a professora associada Ding.

    “Nossa esperança é que este estudo informe as diretrizes de saúde pública e clínica, para que possa ajudar na prevenção de doenças crônicas para profissionais de saúde, organizações e o público.”

    “Estou muito feliz em compartilhar nossos resultados de pesquisa com um público amplo para que as pessoas saibam que a atividade física é benéfica para a saúde, especialmente para pessoas com alto risco genético. Se você tem um histórico familiar de diabetes tipo 2, ou mesmo que não tenha, hoje é o dia para começar a ser fisicamente ativo”, diz a candidata a doutorado Mengyun (Susan) Luo, que liderou o estudo.

    Fonte: Link.

  • Contratação PJ: quais são as obrigações da empresa contratante?

    Contratação PJ: quais são as obrigações da empresa contratante?

    A contratação de profissionais como pessoa jurídica (PJ) é uma modalidade que vem ganhando espaço no mercado de trabalho, especialmente após a pandemia de Covid-19. Muitas empresas optam por esse regime para reduzir custos e ter mais flexibilidade na gestão de equipes. Mas será que essa forma de contratação é vantajosa para todos os envolvidos?…

    O contrato PJ é aquele estabelecido entre duas pessoas jurídicas, ou seja, entre uma empresa e um profissional que possui um CNPJ, como o MEI, por exemplo. Nesse caso, não há vínculo empregatício entre as partes, nem os direitos trabalhistas previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS, INSS, etc. O que vale são as regras definidas no contrato de prestação de serviços, que deve especificar o objeto, o prazo, o valor e a forma de pagamento, entre outras cláusulas.

    A empresa contratante tem algumas obrigações legais ao contratar um profissional PJ, como:

    • Respeitar a autonomia e a impessoalidade do prestador de serviços, sem exigir exclusividade, subordinação ou controle de jornada;
    • Pagar o valor acordado no contrato dentro do prazo estipulado;
    • Emitir uma nota fiscal de serviços tomados para cada pagamento realizado ao prestador de serviços;
    • Recolher o imposto sobre serviços (ISS) retido na fonte, quando houver essa previsão na legislação municipal;
    • Não praticar a pejotização, que é a contratação irregular de um profissional PJ que deveria ser um empregado CLT.

    A empresa contratante deve ficar atenta ao cumprimento dessas obrigações para evitar problemas com a fiscalização trabalhista e tributária. Além disso, deve avaliar se a contratação PJ é realmente vantajosa para o seu negócio e para o profissional contratado, levando em conta os benefícios e os riscos dessa modalidade.

    O contrato PJ é aquele estabelecido entre duas pessoas jurídicas, ou seja, entre uma empresa e um profissional que possui um CNPJ, como o MEI, por exemplo. Nesse caso, não há vínculo empregatício entre as partes, nem os direitos trabalhistas previstos na CLT, como férias, 13º salário, FGTS, INSS, etc. O que vale são as regras definidas no contrato de prestação de serviços, que deve especificar o objeto, o prazo, o valor e a forma de pagamento, entre outras cláusulas.

    A empresa contratante tem algumas obrigações legais ao contratar um profissional PJ, como:

    • Respeitar a autonomia e a impessoalidade do prestador de serviços, sem exigir exclusividade, subordinação ou controle de jornada;
    • Pagar o valor acordado no contrato dentro do prazo estipulado;
    • Emitir uma nota fiscal de serviços tomados para cada pagamento realizado ao prestador de serviços;
    • Recolher o imposto sobre serviços (ISS) retido na fonte, quando houver essa previsão na legislação municipal;
    • Não praticar a pejotização, que é a contratação irregular de um profissional PJ que deveria ser um empregado CLT.

    A empresa contratante deve ficar atenta ao cumprimento dessas obrigações para evitar problemas com a fiscalização trabalhista e tributária. Além disso, deve avaliar se a contratação PJ é realmente vantajosa para o seu negócio e para o profissional contratado, levando em conta os benefícios e os riscos dessa modalidade.