O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que a Polícia Federal (PF) ouça os presidentes ou equivalentes das empresas Google, Meta, Spotify e Brasil Paralelo sobre possíveis ações contra o projeto de lei (PL) das Fake News.
A decisão foi tomada nesta terça-feira (2) e também exigiu que as empresas excluam todos os anúncios, textos e informações veiculados com críticas ao PL.
Segundo Moraes, as condutas dos provedores de redes sociais e de serviços de mensageria privada e seus dirigentes precisam ser investigadas, pois são remuneradas por impulsionamentos e monetização, bem como há o direcionamento dos assuntos pelos algoritmos, podendo configurar responsabilidade civil e administrativa das empresas e penal de seus representantes legais.
O PL das Fake News visa combater a disseminação de notícias falsas e manipuladas na internet, mas enfrenta resistência de diversos setores da sociedade civil que alegam que a proposta fere a liberdade de expressão e a privacidade dos usuários.
A decisão foi tomada nesta terça-feira (2) e também exigiu que as empresas excluam todos os anúncios, textos e informações veiculados com críticas ao PL.
Segundo Moraes, as condutas dos provedores de redes sociais e de serviços de mensageria privada e seus dirigentes precisam ser investigadas, pois são remuneradas por impulsionamentos e monetização, bem como há o direcionamento dos assuntos pelos algoritmos, podendo configurar responsabilidade civil e administrativa das empresas e penal de seus representantes legais.
O PL das Fake News visa combater a disseminação de notícias falsas e manipuladas na internet, mas enfrenta resistência de diversos setores da sociedade civil que alegam que a proposta fere a liberdade de expressão e a privacidade dos usuários.
Um novo estudo identificou possíveis agentes antivirais de amplo espectro que podem combater múltiplas famílias de vírus de RNA que continuam a representar uma ameaça significativa para futuras pandemias.
Os pesquisadores testaram mais de 12 mil compostos químicos contra quatro vírus diferentes: Zika, Chikungunya, dengue e Ebola. Eles descobriram que 38 desses compostos tinham atividade antiviral contra pelo menos três dos quatro vírus.
Os compostos antivirais são substâncias que podem impedir ou reduzir a replicação dos vírus nas células hospedeiras. Eles podem ser usados para tratar ou prevenir infecções virais, mas também para desenvolver vacinas. No entanto, a maioria dos antivirais existentes é específica para um único tipo de vírus, o que limita a sua eficácia contra novos patógenos que possam surgir.
Por isso, os cientistas estão buscando antivirais de amplo espectro, que possam atingir múltiplos alvos virais ao mesmo tempo. Esses antivirais podem ser mais úteis para combater doenças infecciosas emergentes, que são causadas por vírus desconhecidos ou que sofrem mutações frequentes.
O estudo, publicado na revista Nature Communications, é uma colaboração entre pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco (UCSF), do Instituto Gladstone e do Instituto de Pesquisa Scripps. Eles usaram uma plataforma de triagem automatizada para testar os compostos químicos contra os quatro vírus em células humanas cultivadas em laboratório.
Os resultados mostraram que alguns dos compostos antivirais tinham mecanismos de ação comuns, como interferir na entrada do vírus na célula, na síntese do RNA viral ou na montagem das partículas virais. Outros compostos tinham mecanismos específicos para cada vírus, como bloquear proteínas virais essenciais ou ativar respostas imunes celulares.
Os pesquisadores destacam que os compostos antivirais identificados no estudo são candidatos promissores para o desenvolvimento de novos medicamentos ou vacinas contra doenças infecciosas emergentes. Eles também esperam que a plataforma de triagem possa ser usada para testar outros vírus de RNA que possam representar ameaças futuras à saúde pública.
Os pesquisadores testaram mais de 12 mil compostos químicos contra quatro vírus diferentes: Zika, Chikungunya, dengue e Ebola. Eles descobriram que 38 desses compostos tinham atividade antiviral contra pelo menos três dos quatro vírus.
Os compostos antivirais são substâncias que podem impedir ou reduzir a replicação dos vírus nas células hospedeiras. Eles podem ser usados para tratar ou prevenir infecções virais, mas também para desenvolver vacinas. No entanto, a maioria dos antivirais existentes é específica para um único tipo de vírus, o que limita a sua eficácia contra novos patógenos que possam surgir.
Por isso, os cientistas estão buscando antivirais de amplo espectro, que possam atingir múltiplos alvos virais ao mesmo tempo. Esses antivirais podem ser mais úteis para combater doenças infecciosas emergentes, que são causadas por vírus desconhecidos ou que sofrem mutações frequentes.
O estudo, publicado na revista Nature Communications, é uma colaboração entre pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Francisco (UCSF), do Instituto Gladstone e do Instituto de Pesquisa Scripps. Eles usaram uma plataforma de triagem automatizada para testar os compostos químicos contra os quatro vírus em células humanas cultivadas em laboratório.
Os resultados mostraram que alguns dos compostos antivirais tinham mecanismos de ação comuns, como interferir na entrada do vírus na célula, na síntese do RNA viral ou na montagem das partículas virais. Outros compostos tinham mecanismos específicos para cada vírus, como bloquear proteínas virais essenciais ou ativar respostas imunes celulares.
Os pesquisadores destacam que os compostos antivirais identificados no estudo são candidatos promissores para o desenvolvimento de novos medicamentos ou vacinas contra doenças infecciosas emergentes. Eles também esperam que a plataforma de triagem possa ser usada para testar outros vírus de RNA que possam representar ameaças futuras à saúde pública.
Algumas empresas e instituições estão proibindo ou limitando o uso do ChatGPT por seus funcionários ou alunos, por diferentes motivos.
Um deles é a segurança da informação. A Amazon, por exemplo, solicitou aos funcionários que não utilizassem o chatbot para evitar que informações da empresa possam vazar e colocar em risco a confidencialidade da propriedade intelectual da companhia. O JPMorgan Chase também restringiu temporariamente o uso do ChatGPT entre seus funcionários globais, de acordo com uma fonte anônima.
Outro motivo é a preocupação com a integridade acadêmica. Escolas públicas de Nova York e Seattle restringiram o uso do ChatGPT para os alunos, devido ao receio de que ele possa ser usado para trapacear nas tarefas. O chatbot pode gerar textos sobre diversos temas, como poesia, trabalhos acadêmicos e modelos de documentos jurídicos.
Além disso, há questões éticas e sociais envolvidas no uso do ChatGPT. Alguns analistas veem o chatbot como uma ameaça à criatividade humana, ao aprendizado e à educação, ao trabalho e à própria democracia. Eles argumentam que o programa pode ser usado para manipular opiniões, disseminar desinformação e enganar as pessoas.
O ChatGPT foi desenvolvido pela OpenAI, empresa fundada em 2015 nos EUA por Sam Altman e pelo empresário Elon Musk. O sistema está disponível em quase 100 línguas, mas funciona melhor em inglês. O seu potencial de se desenvolver ainda mais a longo prazo vem provocando não só admiração, mas também alguns temores.
Um deles é a segurança da informação. A Amazon, por exemplo, solicitou aos funcionários que não utilizassem o chatbot para evitar que informações da empresa possam vazar e colocar em risco a confidencialidade da propriedade intelectual da companhia. O JPMorgan Chase também restringiu temporariamente o uso do ChatGPT entre seus funcionários globais, de acordo com uma fonte anônima.
Outro motivo é a preocupação com a integridade acadêmica. Escolas públicas de Nova York e Seattle restringiram o uso do ChatGPT para os alunos, devido ao receio de que ele possa ser usado para trapacear nas tarefas. O chatbot pode gerar textos sobre diversos temas, como poesia, trabalhos acadêmicos e modelos de documentos jurídicos.
Além disso, há questões éticas e sociais envolvidas no uso do ChatGPT. Alguns analistas veem o chatbot como uma ameaça à criatividade humana, ao aprendizado e à educação, ao trabalho e à própria democracia. Eles argumentam que o programa pode ser usado para manipular opiniões, disseminar desinformação e enganar as pessoas.
O ChatGPT foi desenvolvido pela OpenAI, empresa fundada em 2015 nos EUA por Sam Altman e pelo empresário Elon Musk. O sistema está disponível em quase 100 línguas, mas funciona melhor em inglês. O seu potencial de se desenvolver ainda mais a longo prazo vem provocando não só admiração, mas também alguns temores.
A certidão negativa de débitos relativos aos tributos federais e à dívida ativa da união (CND) é um documento que comprova a regularidade fiscal de uma pessoa física ou jurídica perante a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.
Ela é exigida para diversas situações, como participação em licitações, obtenção de financiamentos, transferência de imóveis, entre outras.
Para emitir a CND pela internet, é preciso acessar o site da Receita Federal e informar o CPF ou o CNPJ do interessado. A certidão será emitida se não houver pendências em nome do sujeito passivo, como débitos tributários, inscrições na dívida ativa, parcelamentos em atraso, etc. Caso contrário, será emitida uma certidão positiva ou positiva com efeitos de negativa, que indicam a existência de débitos ou a sua regularização mediante garantia ou suspensão da exigibilidade.
A CND tem validade de 180 dias a partir da data de emissão e pode ser consultada e autenticada no mesmo site da Receita Federal. É importante manter a regularidade fiscal para evitar problemas com o fisco e garantir os seus direitos.
Ela é exigida para diversas situações, como participação em licitações, obtenção de financiamentos, transferência de imóveis, entre outras.
Para emitir a CND pela internet, é preciso acessar o site da Receita Federal e informar o CPF ou o CNPJ do interessado. A certidão será emitida se não houver pendências em nome do sujeito passivo, como débitos tributários, inscrições na dívida ativa, parcelamentos em atraso, etc. Caso contrário, será emitida uma certidão positiva ou positiva com efeitos de negativa, que indicam a existência de débitos ou a sua regularização mediante garantia ou suspensão da exigibilidade.
A CND tem validade de 180 dias a partir da data de emissão e pode ser consultada e autenticada no mesmo site da Receita Federal. É importante manter a regularidade fiscal para evitar problemas com o fisco e garantir os seus direitos.
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um benefício que todo trabalhador com carteira assinada tem direito. Ele funciona como uma poupança que pode ser usada em situações específicas, como demissão sem justa causa, compra da casa própria ou doença grave.
Mas você sabia que existe uma modalidade de saque do FGTS que permite retirar uma parte do saldo todo ano, no mês do seu aniversário? É o chamado saque-aniversário, que foi criado em 2019 pelo governo federal.
Neste post, vamos explicar como funciona o saque-aniversário do FGTS, quem pode aderir, quais são as vantagens e desvantagens e como fazer a retirada do dinheiro. Confira!
Como funciona o saque-aniversário do FGTS?
O saque-aniversário do FGTS é uma opção que permite ao trabalhador sacar uma parcela do saldo das suas contas do fundo (ativas ou inativas) todo ano, no mês do seu aniversário.
O valor da parcela varia de acordo com o saldo total das contas e uma tabela divulgada pela Caixa Econômica Federal, que é o banco responsável pelo FGTS. Veja a tabela abaixo:
Saldo (em R$)
Alíquota
Parcela adicional (em R$)
Até 500
50%
–
De 500,01 até 1.000
40%
50
De 1.000,01 até 5.000
30%
150
De 5.000,01 até 10.000
20%
650
De 10.000,01 até 15.000
15%
1.150
De 15.000,01 até 20.000
10%
1.900
Acima de 20.000,01
5%
2.900
Por exemplo, se você tem um saldo total de R$3.000 nas suas contas do FGTS, você pode sacar 30% desse valor mais uma parcela adicional de R$150 no seu aniversário. Ou seja, você pode sacar R$1.050.
Quem pode aderir ao saque-aniversário do FGTS?
Qualquer trabalhador que tenha saldo nas contas do FGTS pode aderir ao saque-aniversário. Porém, é importante saber que ao optar por essa modalidade, você perde o direito de sacar o saldo total das contas em caso de demissão sem justa causa.
Nesse caso, você só poderá sacar a multa rescisória de 40% sobre o valor depositado pelo empregador. Além disso, se você mudar de ideia e quiser voltar para a modalidade tradicional (saque-rescisão), você terá que esperar dois anos para que a mudança seja efetivada.
Portanto, antes de aderir ao saque-aniversário, é recomendável fazer uma análise da sua situação financeira e dos seus objetivos. Se você tem uma reserva de emergência e quer usar o FGTS para complementar sua renda ou investir, o saque-aniversário pode ser uma boa opção.
Mas se você não tem uma segurança financeira e conta com o FGTS como uma garantia em caso de desemprego, talvez seja melhor manter a modalidade tradicional.
Quais são as vantagens do saque-aniversário do FGTS?
A principal vantagem do saque-aniversário do FGTS é poder ter acesso a uma parte do seu dinheiro todo ano, podendo usar como quiser. Você pode aproveitar esse recurso para pagar dívidas, fazer compras, investir ou realizar algum sonho.
Além disso, o saque-aniversário pode ser mais rentável do que deixar o dinheiro parado.
Como fazer a retirada do dinheiro do saque-aniversário do FGTS?
Para fazer a retirada do dinheiro do saque-aniversário do FGTS, você precisa primeiro aderir à modalidade pelo aplicativo do FGTS, pelo site da Caixa ou pelo internet banking. Você pode fazer isso a qualquer momento, mas a opção só valerá para o ano seguinte.
Depois de aderir, você pode consultar o valor e a data do seu saque pelo aplicativo ou pelo site. Você também receberá um comunicado da Caixa informando esses dados.
A retirada do dinheiro pode ser realizada em até três meses a partir do primeiro dia útil do mês de aniversário. Por exemplo, se você faz aniversário em maio, você pode sacar de maio a julho.
Você pode receber o dinheiro diretamente na sua conta da Caixa ou em outro banco de sua preferência. Você também pode sacar nas agências da Caixa, nas casas lotéricas ou nos terminais de autoatendimento, usando o Cartão Cidadão.
O saque-aniversário do FGTS é uma alternativa para quem quer ter mais liberdade e rentabilidade com o seu fundo de garantia. Mas é preciso estar ciente das regras e das consequências dessa escolha, especialmente em relação ao saque-rescisão.
Se você optar pelo saque-aniversário, lembre-se de planejar bem o uso do seu dinheiro e aproveitar as vantagens que essa modalidade oferece.
Mas você sabia que existe uma modalidade de saque do FGTS que permite retirar uma parte do saldo todo ano, no mês do seu aniversário? É o chamado saque-aniversário, que foi criado em 2019 pelo governo federal.
Neste post, vamos explicar como funciona o saque-aniversário do FGTS, quem pode aderir, quais são as vantagens e desvantagens e como fazer a retirada do dinheiro. Confira!
Como funciona o saque-aniversário do FGTS?
O saque-aniversário do FGTS é uma opção que permite ao trabalhador sacar uma parcela do saldo das suas contas do fundo (ativas ou inativas) todo ano, no mês do seu aniversário.
O valor da parcela varia de acordo com o saldo total das contas e uma tabela divulgada pela Caixa Econômica Federal, que é o banco responsável pelo FGTS. Veja a tabela abaixo:
Saldo (em R$)
Alíquota
Parcela adicional (em R$)
Até 500
50%
–
De 500,01 até 1.000
40%
50
De 1.000,01 até 5.000
30%
150
De 5.000,01 até 10.000
20%
650
De 10.000,01 até 15.000
15%
1.150
De 15.000,01 até 20.000
10%
1.900
Acima de 20.000,01
5%
2.900
Por exemplo, se você tem um saldo total de R$3.000 nas suas contas do FGTS, você pode sacar 30% desse valor mais uma parcela adicional de R$150 no seu aniversário. Ou seja, você pode sacar R$1.050.
Quem pode aderir ao saque-aniversário do FGTS?
Qualquer trabalhador que tenha saldo nas contas do FGTS pode aderir ao saque-aniversário. Porém, é importante saber que ao optar por essa modalidade, você perde o direito de sacar o saldo total das contas em caso de demissão sem justa causa.
Nesse caso, você só poderá sacar a multa rescisória de 40% sobre o valor depositado pelo empregador. Além disso, se você mudar de ideia e quiser voltar para a modalidade tradicional (saque-rescisão), você terá que esperar dois anos para que a mudança seja efetivada.
Portanto, antes de aderir ao saque-aniversário, é recomendável fazer uma análise da sua situação financeira e dos seus objetivos. Se você tem uma reserva de emergência e quer usar o FGTS para complementar sua renda ou investir, o saque-aniversário pode ser uma boa opção.
Mas se você não tem uma segurança financeira e conta com o FGTS como uma garantia em caso de desemprego, talvez seja melhor manter a modalidade tradicional.
Quais são as vantagens do saque-aniversário do FGTS?
A principal vantagem do saque-aniversário do FGTS é poder ter acesso a uma parte do seu dinheiro todo ano, podendo usar como quiser. Você pode aproveitar esse recurso para pagar dívidas, fazer compras, investir ou realizar algum sonho.
Além disso, o saque-aniversário pode ser mais rentável do que deixar o dinheiro parado.
Como fazer a retirada do dinheiro do saque-aniversário do FGTS?
Para fazer a retirada do dinheiro do saque-aniversário do FGTS, você precisa primeiro aderir à modalidade pelo aplicativo do FGTS, pelo site da Caixa ou pelo internet banking. Você pode fazer isso a qualquer momento, mas a opção só valerá para o ano seguinte.
Depois de aderir, você pode consultar o valor e a data do seu saque pelo aplicativo ou pelo site. Você também receberá um comunicado da Caixa informando esses dados.
A retirada do dinheiro pode ser realizada em até três meses a partir do primeiro dia útil do mês de aniversário. Por exemplo, se você faz aniversário em maio, você pode sacar de maio a julho.
Você pode receber o dinheiro diretamente na sua conta da Caixa ou em outro banco de sua preferência. Você também pode sacar nas agências da Caixa, nas casas lotéricas ou nos terminais de autoatendimento, usando o Cartão Cidadão.
O saque-aniversário do FGTS é uma alternativa para quem quer ter mais liberdade e rentabilidade com o seu fundo de garantia. Mas é preciso estar ciente das regras e das consequências dessa escolha, especialmente em relação ao saque-rescisão.
Se você optar pelo saque-aniversário, lembre-se de planejar bem o uso do seu dinheiro e aproveitar as vantagens que essa modalidade oferece.
A física quântica é o ramo da ciência que estuda os fenômenos que ocorrem nas escalas atômica e subatômica, onde as leis da física clássica não se aplicam. Essa área do conhecimento é fascinante e desafiadora, pois revela aspectos surpreendentes e misteriosos da natureza.
Se você tem curiosidade ou interesse em aprender mais sobre a física quântica, uma boa forma de começar é lendo livros que abordam o tema de maneira acessível e didática. Pensando nisso, selecionamos 4 livros que ajudam a entender a física quântica, familiarizando com o assunto
1. Alice no País do Quantum, de Robert Gilmore: Neste livro, Alice, a personagem do clássico de Lewis Carroll, embarca em uma aventura pelo País do Quantum, um parque de diversões intelectual menor que um átomo. Lá, ela encontra jogos e desafios que ilustram os conceitos e princípios da física quântica, como o gato de Schrödinger, o princípio da incerteza e o entrelaçamento quântico. O livro é uma forma divertida e criativa de introduzir o leitor ao mundo subatômico.
2. A Realidade Quântica, de Nick Herbert: Neste livro clássico, o físico Nick Herbert explica de forma clara e concisa os principais aspectos da física quântica, como a dualidade onda-partícula, o colapso da função de onda, o princípio da complementaridade e o paradoxo EPR. Ele também discute as implicações filosóficas e metafísicas dessa teoria revolucionária, que desafia nossas noções comuns sobre a realidade.
3. O Enigma Quântico: O Encontro da Física com a Consciência, de Bruce Rosenblum e Fred Kuttner: Neste livro premiado, os físicos Bruce Rosenblum e Fred Kuttner exploram o enigma quântico, ou seja, o fato de que a física quântica implica que a realidade depende do observador. Eles apresentam os experimentos mais importantes que demonstram esse fenômeno, como o da dupla fenda, o do gato de Schrödinger e o da desigualdade de Bell. Eles também discutem as possíveis soluções para o enigma quântico, como a interpretação de Copenhague, a teoria dos mundos múltiplos e a hipótese da consciência quântica.
4. O Mistério Quântico, de Andrés Cassinello: Neste livro, o físico Andrés Cassinello oferece uma introdução à física quântica para leitores não especializados, mas interessados em compreender os fundamentos dessa teoria. Ele explica os conceitos básicos da física quântica, como o quantum de ação, o spin, o princípio da incerteza e a função de onda. Ele também aborda as questões mais intrigantes e controversas da física quântica, como a interpretação dos resultados experimentais, a natureza da realidade e o papel do observador.
Esses são alguns dos livros que ajudam a entender a física quântica, uma área da ciência que nos desafia a expandir nossa visão de mundo e nossa compreensão da natureza.
Se você tem curiosidade ou interesse em aprender mais sobre a física quântica, uma boa forma de começar é lendo livros que abordam o tema de maneira acessível e didática. Pensando nisso, selecionamos 4 livros que ajudam a entender a física quântica, familiarizando com o assunto
1. Alice no País do Quantum, de Robert Gilmore: Neste livro, Alice, a personagem do clássico de Lewis Carroll, embarca em uma aventura pelo País do Quantum, um parque de diversões intelectual menor que um átomo. Lá, ela encontra jogos e desafios que ilustram os conceitos e princípios da física quântica, como o gato de Schrödinger, o princípio da incerteza e o entrelaçamento quântico. O livro é uma forma divertida e criativa de introduzir o leitor ao mundo subatômico.
2. A Realidade Quântica, de Nick Herbert: Neste livro clássico, o físico Nick Herbert explica de forma clara e concisa os principais aspectos da física quântica, como a dualidade onda-partícula, o colapso da função de onda, o princípio da complementaridade e o paradoxo EPR. Ele também discute as implicações filosóficas e metafísicas dessa teoria revolucionária, que desafia nossas noções comuns sobre a realidade.
3. O Enigma Quântico: O Encontro da Física com a Consciência, de Bruce Rosenblum e Fred Kuttner: Neste livro premiado, os físicos Bruce Rosenblum e Fred Kuttner exploram o enigma quântico, ou seja, o fato de que a física quântica implica que a realidade depende do observador. Eles apresentam os experimentos mais importantes que demonstram esse fenômeno, como o da dupla fenda, o do gato de Schrödinger e o da desigualdade de Bell. Eles também discutem as possíveis soluções para o enigma quântico, como a interpretação de Copenhague, a teoria dos mundos múltiplos e a hipótese da consciência quântica.
4. O Mistério Quântico, de Andrés Cassinello: Neste livro, o físico Andrés Cassinello oferece uma introdução à física quântica para leitores não especializados, mas interessados em compreender os fundamentos dessa teoria. Ele explica os conceitos básicos da física quântica, como o quantum de ação, o spin, o princípio da incerteza e a função de onda. Ele também aborda as questões mais intrigantes e controversas da física quântica, como a interpretação dos resultados experimentais, a natureza da realidade e o papel do observador.
Esses são alguns dos livros que ajudam a entender a física quântica, uma área da ciência que nos desafia a expandir nossa visão de mundo e nossa compreensão da natureza.
Imagine se você pudesse escrever um texto apenas pensando nas palavras que quer usar. Parece ficção científica, mas pode se tornar realidade graças a um sistema de inteligência artificial desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Texas, nos EUA.
O sistema, chamado de decodificador semântico, é capaz de traduzir a atividade cerebral de uma pessoa em conversas, usando um modelo de transformador semelhante aos que suportam os chatbots do Google e da OpenAI. O objetivo é beneficiar pacientes que perderam a capacidade de se comunicar fisicamente após sofrerem acidente vascular cerebral (AVC), paralisia ou outras doenças degenerativas.
Para treinar o decodificador, os participantes ouviram várias horas de podcasts em um scanner de ressonância magnética funcional (fMRI), que mede a atividade cerebral. Depois, o sistema pôde gerar um fluxo de texto quando o participante ouviu uma conversa ou se imaginou contando uma nova história. O texto resultante não é uma transcrição exata, mas captura os pensamentos ou ideias gerais do participante.
Segundo o estudo publicado na revista Nature Neuroscience, a inteligência artificial produz um texto que corresponde de forma próxima ou precisa ao significado pretendido das palavras originais do participante em cerca de metade das vezes. Por exemplo, quando um participante ouviu as palavras “Ainda não tenho minha carteira de motorista” durante um experimento, os pensamentos foram traduzidos para “Ela ainda nem começou a aprender a dirigir”.
Os pesquisadores afirmam que este é um grande avanço em comparação com o que foi feito antes com métodos não invasivos, que normalmente geram palavras únicas ou frases curtas. Eles esperam que, no futuro, o sistema possa ser usado por meio de dispositivos mais portáteis e sem depender do scanner fMRI.
O sistema, chamado de decodificador semântico, é capaz de traduzir a atividade cerebral de uma pessoa em conversas, usando um modelo de transformador semelhante aos que suportam os chatbots do Google e da OpenAI. O objetivo é beneficiar pacientes que perderam a capacidade de se comunicar fisicamente após sofrerem acidente vascular cerebral (AVC), paralisia ou outras doenças degenerativas.
Para treinar o decodificador, os participantes ouviram várias horas de podcasts em um scanner de ressonância magnética funcional (fMRI), que mede a atividade cerebral. Depois, o sistema pôde gerar um fluxo de texto quando o participante ouviu uma conversa ou se imaginou contando uma nova história. O texto resultante não é uma transcrição exata, mas captura os pensamentos ou ideias gerais do participante.
Segundo o estudo publicado na revista Nature Neuroscience, a inteligência artificial produz um texto que corresponde de forma próxima ou precisa ao significado pretendido das palavras originais do participante em cerca de metade das vezes. Por exemplo, quando um participante ouviu as palavras “Ainda não tenho minha carteira de motorista” durante um experimento, os pensamentos foram traduzidos para “Ela ainda nem começou a aprender a dirigir”.
Os pesquisadores afirmam que este é um grande avanço em comparação com o que foi feito antes com métodos não invasivos, que normalmente geram palavras únicas ou frases curtas. Eles esperam que, no futuro, o sistema possa ser usado por meio de dispositivos mais portáteis e sem depender do scanner fMRI.
A inteligência artificial (IA) é uma das tecnologias mais promissoras e desafiadoras da atualidade. Mas nem todos os seus criadores estão satisfeitos com os rumos que ela está tomando.
É o caso de Geoffrey Hinton, considerado o “padrinho” da IA por suas pesquisas pioneiras sobre aprendizagem profunda e redes neurais.
Hinton, que trabalhou no Google por cerca de uma década, pediu demissão da empresa e alertou sobre os perigos da IA em uma entrevista ao jornal The New York Times. Ele disse que agora se arrepende do seu trabalho e que teme que a IA possa ser usada para “coisas ruins” por “pessoas mal-intencionadas”.
O cientista de 75 anos afirmou que os chatbots (robôs virtuais) de IA podem em breve superar os humanos em conhecimento e raciocínio, criando um “cenário de pesadelo”. Ele também disse que se aposentou para poder falar livremente sobre os riscos da tecnologia, já que o Google agiu com responsabilidade, mas limitou sua liberdade de expressão.
A saída de Hinton reacendeu o debate sobre os benefícios e os perigos da IA, que pode ter aplicações positivas em áreas como saúde, educação e meio ambiente, mas também pode gerar problemas éticos, sociais e políticos. A União Europeia, por exemplo, está trabalhando para criar regras mais efetivas para regular a IA e garantir seus direitos humanos.
É o caso de Geoffrey Hinton, considerado o “padrinho” da IA por suas pesquisas pioneiras sobre aprendizagem profunda e redes neurais.
Hinton, que trabalhou no Google por cerca de uma década, pediu demissão da empresa e alertou sobre os perigos da IA em uma entrevista ao jornal The New York Times. Ele disse que agora se arrepende do seu trabalho e que teme que a IA possa ser usada para “coisas ruins” por “pessoas mal-intencionadas”.
O cientista de 75 anos afirmou que os chatbots (robôs virtuais) de IA podem em breve superar os humanos em conhecimento e raciocínio, criando um “cenário de pesadelo”. Ele também disse que se aposentou para poder falar livremente sobre os riscos da tecnologia, já que o Google agiu com responsabilidade, mas limitou sua liberdade de expressão.
A saída de Hinton reacendeu o debate sobre os benefícios e os perigos da IA, que pode ter aplicações positivas em áreas como saúde, educação e meio ambiente, mas também pode gerar problemas éticos, sociais e políticos. A União Europeia, por exemplo, está trabalhando para criar regras mais efetivas para regular a IA e garantir seus direitos humanos.
O mês de maio é marcado pela campanha do Maio Amarelo, um movimento internacional que visa conscientizar a sociedade sobre a importância da segurança no trânsito.
O objetivo é reduzir o número de acidentes e mortes nas vias públicas, que ainda são muito elevados no Brasil e no mundo.
Segundo o Ministério da Saúde, em 2019, cerca de 30 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito no Brasil. A Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu como meta reduzir em 50% esse número até 2030, na Segunda Década de Ação pela Segurança no Trânsito.
Para isso, é fundamental que todos os envolvidos no trânsito sejam responsáveis e respeitem as normas e os demais usuários das vias. O tema da campanha deste ano é “No trânsito, sua responsabilidade salva vidas”, que alerta para os riscos e consequências de comportamentos imprudentes, como usar celular ao volante, não usar cinto de segurança, desrespeitar os limites de velocidade e as faixas de pedestres.
A segurança no trânsito também é um tema relevante para a segurança do trabalho, pois muitas empresas possuem frotas de veículos e funcionários que se deslocam diariamente para o trabalho. Por isso, as empresas devem adotar políticas de segurança no trânsito e incentivar práticas seguras entre seus colaboradores.
O Maio Amarelo é uma oportunidade para chamar a atenção da sociedade para a necessidade de um trânsito mais seguro e humano. A cor amarela simboliza atenção e advertência no trânsito e o laço amarelo representa a união de todos os setores da sociedade em torno dessa causa. Participe da campanha e faça a sua parte para salvar vidas no trânsito.
O objetivo é reduzir o número de acidentes e mortes nas vias públicas, que ainda são muito elevados no Brasil e no mundo.
Segundo o Ministério da Saúde, em 2019, cerca de 30 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito no Brasil. A Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu como meta reduzir em 50% esse número até 2030, na Segunda Década de Ação pela Segurança no Trânsito.
Para isso, é fundamental que todos os envolvidos no trânsito sejam responsáveis e respeitem as normas e os demais usuários das vias. O tema da campanha deste ano é “No trânsito, sua responsabilidade salva vidas”, que alerta para os riscos e consequências de comportamentos imprudentes, como usar celular ao volante, não usar cinto de segurança, desrespeitar os limites de velocidade e as faixas de pedestres.
A segurança no trânsito também é um tema relevante para a segurança do trabalho, pois muitas empresas possuem frotas de veículos e funcionários que se deslocam diariamente para o trabalho. Por isso, as empresas devem adotar políticas de segurança no trânsito e incentivar práticas seguras entre seus colaboradores.
O Maio Amarelo é uma oportunidade para chamar a atenção da sociedade para a necessidade de um trânsito mais seguro e humano. A cor amarela simboliza atenção e advertência no trânsito e o laço amarelo representa a união de todos os setores da sociedade em torno dessa causa. Participe da campanha e faça a sua parte para salvar vidas no trânsito.
As Rajadas Rápidas de Rádio (FRBs, na sigla em inglês) são fenômenos misteriosos que ocorrem no espaço e que intrigam os astrônomos há anos.
Recentemente uma equipe internacional de pesquisadores conseguiu identificar 25 novas fontes dessas explosões usando uma técnica inovadora.
O que são as FRBs e por que elas são importantes?
As FRBs são rajadas curtas e intensas de ondas de rádio que vêm de muito longe da nossa galáxia, a Via Láctea. Elas duram apenas alguns milissegundos, mas liberam tanta energia quanto o Sol em um dia inteiro.
A origem das FRBs é desconhecida, mas os cientistas acreditam que elas sejam produzidas pelos restos de estrelas que explodiram ou colapsaram. Estudar as FRBs pode ajudar a entender melhor o ciclo de vida das estrelas e a estrutura do universo.
Como os astrônomos encontraram novas fontes de FRBs?
Para detectar as FRBs, os astrônomos usam radiotelescópios, que captam as ondas de rádio emitidas pelos objetos celestes. Um dos projetos mais importantes nessa área é o CHIME/FRB, que usa um conjunto de quatro radiotelescópios no Canadá para varrer todo o céu do hemisfério norte todos os dias.
Os pesquisadores do CHIME/FRB desenvolveram uma nova ferramenta estatística para analisar os dados coletados entre setembro de 2019 e maio de 2021. Com essa ferramenta, eles conseguiram confirmar se o que eles estavam vendo eram mesmo FRBs e se elas vinham do mesmo lugar do céu mais de uma vez.
Essa característica é importante porque existem dois tipos de FRBs: as repetitivas e as não repetitivas. As repetitivas são aquelas que emitem mais de uma explosão no mesmo ponto do céu, enquanto as não repetitivas só emitem uma única explosão.
Até agora, os astrônomos conheciam apenas 25 fontes de FRBs repetitivas. Com a nova técnica, eles conseguiram dobrar esse número, chegando a 50 fontes confirmadas.
O que essas novas descobertas revelam sobre as FRBs?
As novas descobertas trazem novas pistas sobre a natureza e a origem das FRBs. Por exemplo, os pesquisadores observaram que algumas das fontes repetitivas são muito inativas, produzindo menos de uma explosão por semana. Isso sugere que todas as FRBs podem ser repetitivas, mas algumas delas ainda não foram observadas por tempo suficiente para que uma segunda explosão fosse detectada.
Além disso, os pesquisadores conseguiram identificar as galáxias nas quais algumas das novas fontes repetitivas estão inseridas. Isso pode ajudar a estudar os ambientes em que as explosões ocorrem e o material que é expelido pelas estrelas antes e durante sua morte.
Os pesquisadores esperam que as novas descobertas permitam à comunidade científica estudar mais FRBs repetitivas em detalhes fantásticos em todo o espectro eletromagnético e ajudar a responder a uma grande questão em aberto no campo: As FRBs repetitivas e não repetitivas se originam de populações distintas?
Recentemente uma equipe internacional de pesquisadores conseguiu identificar 25 novas fontes dessas explosões usando uma técnica inovadora.
O que são as FRBs e por que elas são importantes?
As FRBs são rajadas curtas e intensas de ondas de rádio que vêm de muito longe da nossa galáxia, a Via Láctea. Elas duram apenas alguns milissegundos, mas liberam tanta energia quanto o Sol em um dia inteiro.
A origem das FRBs é desconhecida, mas os cientistas acreditam que elas sejam produzidas pelos restos de estrelas que explodiram ou colapsaram. Estudar as FRBs pode ajudar a entender melhor o ciclo de vida das estrelas e a estrutura do universo.
Como os astrônomos encontraram novas fontes de FRBs?
Para detectar as FRBs, os astrônomos usam radiotelescópios, que captam as ondas de rádio emitidas pelos objetos celestes. Um dos projetos mais importantes nessa área é o CHIME/FRB, que usa um conjunto de quatro radiotelescópios no Canadá para varrer todo o céu do hemisfério norte todos os dias.
Os pesquisadores do CHIME/FRB desenvolveram uma nova ferramenta estatística para analisar os dados coletados entre setembro de 2019 e maio de 2021. Com essa ferramenta, eles conseguiram confirmar se o que eles estavam vendo eram mesmo FRBs e se elas vinham do mesmo lugar do céu mais de uma vez.
Essa característica é importante porque existem dois tipos de FRBs: as repetitivas e as não repetitivas. As repetitivas são aquelas que emitem mais de uma explosão no mesmo ponto do céu, enquanto as não repetitivas só emitem uma única explosão.
Até agora, os astrônomos conheciam apenas 25 fontes de FRBs repetitivas. Com a nova técnica, eles conseguiram dobrar esse número, chegando a 50 fontes confirmadas.
O que essas novas descobertas revelam sobre as FRBs?
As novas descobertas trazem novas pistas sobre a natureza e a origem das FRBs. Por exemplo, os pesquisadores observaram que algumas das fontes repetitivas são muito inativas, produzindo menos de uma explosão por semana. Isso sugere que todas as FRBs podem ser repetitivas, mas algumas delas ainda não foram observadas por tempo suficiente para que uma segunda explosão fosse detectada.
Além disso, os pesquisadores conseguiram identificar as galáxias nas quais algumas das novas fontes repetitivas estão inseridas. Isso pode ajudar a estudar os ambientes em que as explosões ocorrem e o material que é expelido pelas estrelas antes e durante sua morte.
Os pesquisadores esperam que as novas descobertas permitam à comunidade científica estudar mais FRBs repetitivas em detalhes fantásticos em todo o espectro eletromagnético e ajudar a responder a uma grande questão em aberto no campo: As FRBs repetitivas e não repetitivas se originam de populações distintas?