Tag: Brasil

  • O que é o Apple Pay Later e como funciona?

    O que é o Apple Pay Later e como funciona?

    O Apple Pay Later é uma nova opção de pagamento que permite aos usuários do iPhone e do iPad parcelar as compras feitas com o Apple Pay em quatro vezes sem juros e sem taxas.

    O serviço foi lançado nos Estados Unidos em março de 2023 e está disponível para compras online e em aplicativos de $50 a $1.000 com lojas que aceitam o Apple Pay.

    Para usar o Apple Pay Later, é preciso solicitar um empréstimo no aplicativo Wallet e aceitar os termos do contrato. Depois, é possível acompanhar, gerenciar e pagar os empréstimos em um só lugar no Wallet.

    O Apple Pay Later foi criado com a saúde financeira dos usuários em mente, por isso não cobra taxas nem juros e só aceita cartões de débito como forma de pagamento.

    O serviço não tem data de lançamento prevista para o Brasil.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    O serviço foi lançado nos Estados Unidos em março de 2023 e está disponível para compras online e em aplicativos de $50 a $1.000 com lojas que aceitam o Apple Pay.

    Para usar o Apple Pay Later, é preciso solicitar um empréstimo no aplicativo Wallet e aceitar os termos do contrato. Depois, é possível acompanhar, gerenciar e pagar os empréstimos em um só lugar no Wallet.

    O Apple Pay Later foi criado com a saúde financeira dos usuários em mente, por isso não cobra taxas nem juros e só aceita cartões de débito como forma de pagamento.

    O serviço não tem data de lançamento prevista para o Brasil.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

  • Dor crônica: o que é, como identificar e tratar

    Dor crônica: o que é, como identificar e tratar

    A dor crônica é uma sensação desagradável que persiste por mais de três meses, mesmo após a cura de uma lesão ou infecção.

    Ela pode afetar a qualidade de vida, a produtividade e o bem-estar emocional das pessoas que sofrem com ela.

    Existem diferentes tipos de dor crônica, como a nociceptiva, que é causada por uma inflamação ou lesão dos tecidos; a neuropática, que é causada por uma disfunção do sistema nervoso; e a mista, que envolve componentes dos dois tipos anteriores.

    O tratamento da dor crônica depende da causa, da intensidade e da localização da dor. Ele pode envolver o uso de medicamentos orais ou tópicos, como anti-inflamatórios, analgésicos e opióides; a realização de fisioterapia, ou outras terapias físicas; e o acompanhamento psicológico, para lidar com os aspectos emocionais da dor.

    O diagnóstico da dor crônica é feito pelo médico, que avalia os sintomas, o histórico clínico e o exame físico do paciente. Em alguns casos, podem ser necessários exames complementares, como radiografias, ressonâncias magnéticas ou testes de sensibilidade.

    A dor crônica é uma condição que requer atenção e cuidado. Se você sente dor por mais de três meses, procure um médico especialista em dor para obter um tratamento adequado e melhorar sua qualidade de vida.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Ela pode afetar a qualidade de vida, a produtividade e o bem-estar emocional das pessoas que sofrem com ela.

    Existem diferentes tipos de dor crônica, como a nociceptiva, que é causada por uma inflamação ou lesão dos tecidos; a neuropática, que é causada por uma disfunção do sistema nervoso; e a mista, que envolve componentes dos dois tipos anteriores.

    O tratamento da dor crônica depende da causa, da intensidade e da localização da dor. Ele pode envolver o uso de medicamentos orais ou tópicos, como anti-inflamatórios, analgésicos e opióides; a realização de fisioterapia, ou outras terapias físicas; e o acompanhamento psicológico, para lidar com os aspectos emocionais da dor.

    O diagnóstico da dor crônica é feito pelo médico, que avalia os sintomas, o histórico clínico e o exame físico do paciente. Em alguns casos, podem ser necessários exames complementares, como radiografias, ressonâncias magnéticas ou testes de sensibilidade.

    A dor crônica é uma condição que requer atenção e cuidado. Se você sente dor por mais de três meses, procure um médico especialista em dor para obter um tratamento adequado e melhorar sua qualidade de vida.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Recuperação judicial: o que é e como funciona na legislação brasileira

    Recuperação judicial: o que é e como funciona na legislação brasileira

    A recuperação judicial é um mecanismo previsto na Lei 11.101/2005, que tem como objetivo permitir que empresas em dificuldades financeiras possam se reestruturar e continuar operando, evitando a falência.

    Para solicitar a recuperação judicial, a empresa deve apresentar à justiça um plano de recuperação, que deve conter as medidas que serão adotadas para superar a crise, como renegociação de dívidas, redução de custos, venda de ativos, etc. O plano deve ser aprovado pelos credores em uma assembleia geral.

    A recuperação judicial tem duração máxima de dois anos, podendo ser prorrogada por mais um ano em casos excepcionais. Durante esse período, a empresa fica protegida de execuções e penhoras, e deve cumprir as obrigações previstas no plano.

    A recuperação judicial é uma alternativa para evitar a falência, que é a situação em que a empresa não tem condições de pagar seus credores e tem seus bens liquidados para quitar as dívidas. A recuperação judicial visa preservar a atividade econômica, os empregos e os interesses dos credores.

    Fonte: Link 1.

    Para solicitar a recuperação judicial, a empresa deve apresentar à justiça um plano de recuperação, que deve conter as medidas que serão adotadas para superar a crise, como renegociação de dívidas, redução de custos, venda de ativos, etc. O plano deve ser aprovado pelos credores em uma assembleia geral.

    A recuperação judicial tem duração máxima de dois anos, podendo ser prorrogada por mais um ano em casos excepcionais. Durante esse período, a empresa fica protegida de execuções e penhoras, e deve cumprir as obrigações previstas no plano.

    A recuperação judicial é uma alternativa para evitar a falência, que é a situação em que a empresa não tem condições de pagar seus credores e tem seus bens liquidados para quitar as dívidas. A recuperação judicial visa preservar a atividade econômica, os empregos e os interesses dos credores.

    Fonte: Link 1.

  • Missão espacial chinesa coleta água em esferas de vidro na Lua

    Missão espacial chinesa coleta água em esferas de vidro na Lua

    Cientistas chineses anunciaram a descoberta de uma nova fonte de água na Lua, em forma de esferas de vidro microscópicas que se formam pelo impacto de meteoritos na superfície lunar.

    Essas esferas contêm moléculas de água produzidas pela reação do hidrogênio do vento solar com o oxigênio das rochas lunares.

    A quantidade de água armazenada nessas esferas é estimada em 300 bilhões de toneladas, e poderia ser extraída por futuros exploradores do satélite.

    As esferas foram analisadas a partir de amostras de solo lunar trazidas pela missão chinesa Chang’e 5 em 2020. Os resultados foram publicados na revista Nature Geoscience.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Essas esferas contêm moléculas de água produzidas pela reação do hidrogênio do vento solar com o oxigênio das rochas lunares.

    A quantidade de água armazenada nessas esferas é estimada em 300 bilhões de toneladas, e poderia ser extraída por futuros exploradores do satélite.

    As esferas foram analisadas a partir de amostras de solo lunar trazidas pela missão chinesa Chang’e 5 em 2020. Os resultados foram publicados na revista Nature Geoscience.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • OMS estabelece novos critérios e prazos para vacinação contra covid-19

    OMS estabelece novos critérios e prazos para vacinação contra covid-19

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou suas recomendações de vacinação contra a covid-19 para uma nova fase da pandemia, levando em conta o alto nível de imunidade da população em todo o mundo devido à infecção e vacinação generalizadas.

    Segundo a agência da ONU, os grupos mais velhos e de alto risco devem receber um reforço entre 6 a 12 meses após a última vacina, mas crianças e adolescentes saudáveis podem não precisar necessariamente de uma dose.

    A OMS também sugeriu que os países considerem fatores como carga de doenças antes de recomendar a vacinação desse grupo.

    No Brasil, o Ministério da Saúde divulgou o plano de vacinação para 2023, que prevê o uso do reforço do imunizante bivalente da Pfizer para os grupos prioritários a partir de 27 de fevereiro. Essa vacina protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes ômicron.

    Além disso, a pasta quer intensificar a campanha com a vacina monovalente para os maiores de 12 anos e antecipar doses da Pfizer baby, Pfizer pediátrica e CoronaVac para o público infantil.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Segundo a agência da ONU, os grupos mais velhos e de alto risco devem receber um reforço entre 6 a 12 meses após a última vacina, mas crianças e adolescentes saudáveis podem não precisar necessariamente de uma dose.

    A OMS também sugeriu que os países considerem fatores como carga de doenças antes de recomendar a vacinação desse grupo.

    No Brasil, o Ministério da Saúde divulgou o plano de vacinação para 2023, que prevê o uso do reforço do imunizante bivalente da Pfizer para os grupos prioritários a partir de 27 de fevereiro. Essa vacina protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes ômicron.

    Além disso, a pasta quer intensificar a campanha com a vacina monovalente para os maiores de 12 anos e antecipar doses da Pfizer baby, Pfizer pediátrica e CoronaVac para o público infantil.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Empresários brasileiros querem que governo Lula tome medidas contra Shein, Shopee e AliExpress

    Empresários brasileiros querem que governo Lula tome medidas contra Shein, Shopee e AliExpress

    Os sites chineses de varejo online, como Shein, Shopee e AliExpress, têm conquistado cada vez mais consumidores brasileiros com seus preços baixos e variedade de produtos.

    Mas essa expansão tem gerado críticas e protestos de empresários nacionais, que acusam as plataformas de praticar um “contrabando digital” e evasão fiscal, ao se aproveitarem de brechas nas regras e fraudarem vendas para evitar a cobrança de impostos de importação.

    O empresário Luciano Hang, presidente da rede Havan, é um dos que lideram essa campanha contra os sites chineses e cobra medidas que combatam a suposta concorrência desleal.

    O governo afirmou que está analisando a questão e que deve apresentar propostas em breve. As plataformas chinesas, por sua vez, dizem que cumprem as leis e normas locais e que seus serviços beneficiam o consumidor brasileiro.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    https://www.moneytimes.com.br/shein-shopee-e-aliexpress-lula-e-congresso-querem-cobrar-impostos-de-e-commerce-chines/

    Mas essa expansão tem gerado críticas e protestos de empresários nacionais, que acusam as plataformas de praticar um “contrabando digital” e evasão fiscal, ao se aproveitarem de brechas nas regras e fraudarem vendas para evitar a cobrança de impostos de importação.

    O empresário Luciano Hang, presidente da rede Havan, é um dos que lideram essa campanha contra os sites chineses e cobra medidas que combatam a suposta concorrência desleal.

    O governo afirmou que está analisando a questão e que deve apresentar propostas em breve. As plataformas chinesas, por sua vez, dizem que cumprem as leis e normas locais e que seus serviços beneficiam o consumidor brasileiro.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    https://www.moneytimes.com.br/shein-shopee-e-aliexpress-lula-e-congresso-querem-cobrar-impostos-de-e-commerce-chines/

  • Grupo Petrópolis entra em recuperação judicial e atribui dificuldade a juros altos

    Grupo Petrópolis entra em recuperação judicial e atribui dificuldade a juros altos

    O Grupo Petrópolis, dono das cervejas Itaipava, Crystal e Petra, entre outras, entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça do Rio de Janeiro na segunda-feira (27).

    A empresa alega que enfrenta uma crise de liquidez há 18 meses, decorrente da redução de receita e do aumento dos juros básicos da economia, que hoje é de 13,75%.

    As dívidas da companhia somam R$ 4,2 bilhões, sendo 48% financeiras e 52% com fornecedores e terceiros. A Justiça deferiu uma medida cautelar para antecipar os efeitos da recuperação judicial e nomeou os administradores judiciais.

    Fonte: G1

    A empresa alega que enfrenta uma crise de liquidez há 18 meses, decorrente da redução de receita e do aumento dos juros básicos da economia, que hoje é de 13,75%.

    As dívidas da companhia somam R$ 4,2 bilhões, sendo 48% financeiras e 52% com fornecedores e terceiros. A Justiça deferiu uma medida cautelar para antecipar os efeitos da recuperação judicial e nomeou os administradores judiciais.

    Fonte: G1

  • Hipertensão: como a pressão alta afeta o cérebro e aumenta o risco de demência

    Hipertensão: como a pressão alta afeta o cérebro e aumenta o risco de demência

    A hipertensão é uma doença crônica que afeta cerca de 21% dos adultos brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde.

    Ela ocorre quando a pressão arterial está acima de 140/90 mmHg (ou 14 por 9) na maior parte do tempo, o que significa que o coração precisa fazer mais força para levar o sangue para todo o corpo.

    Além de aumentar o risco de problemas cardiovasculares, como infarto e AVC, a hipertensão também pode danificar regiões cerebrais associadas à memória, à atenção e ao planejamento, favorecendo o desenvolvimento de demência. É o que mostra uma reportagem do site Canaltech, baseada em um estudo publicado na revista Hypertension.

    De acordo com a pesquisa, pessoas com hipertensão apresentam alterações na substância branca do cérebro, que é responsável pela comunicação entre as diferentes áreas cerebrais. Essas alterações podem comprometer o funcionamento cognitivo e levar à perda de habilidades mentais.

    Para prevenir e tratar a hipertensão, é importante adotar hábitos de vida saudáveis, como praticar atividades físicas regularmente, controlar o peso, reduzir o consumo de sal e de bebidas alcoólicas, evitar o tabagismo e o estresse. Além disso, é fundamental medir a pressão arterial periodicamente e seguir as orientações médicas quanto ao uso de medicamentos.

    Fontes:

    Ela ocorre quando a pressão arterial está acima de 140/90 mmHg (ou 14 por 9) na maior parte do tempo, o que significa que o coração precisa fazer mais força para levar o sangue para todo o corpo.

    Além de aumentar o risco de problemas cardiovasculares, como infarto e AVC, a hipertensão também pode danificar regiões cerebrais associadas à memória, à atenção e ao planejamento, favorecendo o desenvolvimento de demência. É o que mostra uma reportagem do site Canaltech, baseada em um estudo publicado na revista Hypertension.

    De acordo com a pesquisa, pessoas com hipertensão apresentam alterações na substância branca do cérebro, que é responsável pela comunicação entre as diferentes áreas cerebrais. Essas alterações podem comprometer o funcionamento cognitivo e levar à perda de habilidades mentais.

    Para prevenir e tratar a hipertensão, é importante adotar hábitos de vida saudáveis, como praticar atividades físicas regularmente, controlar o peso, reduzir o consumo de sal e de bebidas alcoólicas, evitar o tabagismo e o estresse. Além disso, é fundamental medir a pressão arterial periodicamente e seguir as orientações médicas quanto ao uso de medicamentos.

    Fontes:

  • Reforma tributária: o que é, quais os problemas e por que é necessária

    Reforma tributária: o que é, quais os problemas e por que é necessária

    A reforma tributária é uma das principais agendas do governo federal e do Congresso Nacional para 2023.

    O objetivo é simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, que hoje é considerado complexo, burocrático e oneroso para as empresas e os contribuintes.

    Quais os principais problemas do atual modelo?

    O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, equivalente a 33% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, o sistema é composto por dezenas de tributos federais, estaduais e municipais, que geram custos administrativos e jurídicos para as empresas e os cidadãos.

    Segundo um estudo do Movimento Brasil Competitivo (MBC), o Custo Brasil consome cerca de R$ 1,5 trilhão por ano das empresas, sendo que 43% desse valor se refere ao custo tributário. O levantamento mostra que as empresas brasileiras gastam 38% mais dos seus lucros para pagar impostos do que as da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Outro problema é a regressividade do sistema tributário, que onera mais os mais pobres do que os mais ricos. Isso ocorre porque a maior parte da arrecadação vem dos impostos sobre o consumo, que incidem sobre todos os cidadãos independentemente da renda. Já os impostos sobre a renda e o patrimônio têm uma participação menor na arrecadação e são menos progressivos do que em outros países.

    Por que o Brasil precisa de uma reforma tributária?

    A reforma tributária é necessária para tornar o sistema tributário mais simples, transparente, justo e eficiente. Com isso, espera-se aumentar a competitividade das empresas brasileiras, estimular o crescimento econômico, gerar emprego e renda para a população e reduzir as desigualdades sociais.

    Quais são as propostas em discussão?

    Atualmente, existem duas propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso: a PEC 45/2019, na Câmara dos Deputados, e a PEC 110/2019, no Senado Federal. Ambas propõem a extinção de vários tributos sobre o consumo (como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) e a criação de um único imposto sobre bens e serviços (IBS), nos moldes de um imposto sobre valor agregado (IVA).

    Além disso, o governo federal apresentou duas fases da sua proposta de reforma tributária: a primeira trata da unificação do PIS e da Cofins em uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota única de 12%; a segunda trata da reforma do Imposto de Renda para pessoas físicas e jurídicas, com atualização da tabela progressiva, redução da alíquota geral das empresas de 15% para 10%, criação de um imposto sobre dividendos de 20% e permissão para atualização dos valores dos imóveis com incidência de 5% de imposto sobre a diferença.

    As propostas ainda estão em debate nas comissões especiais do Congresso e devem passar por votações nas duas casas legislativas antes de serem sancionadas pelo presidente da República.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    O objetivo é simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, que hoje é considerado complexo, burocrático e oneroso para as empresas e os contribuintes.

    Quais os principais problemas do atual modelo?

    O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, equivalente a 33% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, o sistema é composto por dezenas de tributos federais, estaduais e municipais, que geram custos administrativos e jurídicos para as empresas e os cidadãos.

    Segundo um estudo do Movimento Brasil Competitivo (MBC), o Custo Brasil consome cerca de R$ 1,5 trilhão por ano das empresas, sendo que 43% desse valor se refere ao custo tributário. O levantamento mostra que as empresas brasileiras gastam 38% mais dos seus lucros para pagar impostos do que as da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Outro problema é a regressividade do sistema tributário, que onera mais os mais pobres do que os mais ricos. Isso ocorre porque a maior parte da arrecadação vem dos impostos sobre o consumo, que incidem sobre todos os cidadãos independentemente da renda. Já os impostos sobre a renda e o patrimônio têm uma participação menor na arrecadação e são menos progressivos do que em outros países.

    Por que o Brasil precisa de uma reforma tributária?

    A reforma tributária é necessária para tornar o sistema tributário mais simples, transparente, justo e eficiente. Com isso, espera-se aumentar a competitividade das empresas brasileiras, estimular o crescimento econômico, gerar emprego e renda para a população e reduzir as desigualdades sociais.

    Quais são as propostas em discussão?

    Atualmente, existem duas propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso: a PEC 45/2019, na Câmara dos Deputados, e a PEC 110/2019, no Senado Federal. Ambas propõem a extinção de vários tributos sobre o consumo (como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) e a criação de um único imposto sobre bens e serviços (IBS), nos moldes de um imposto sobre valor agregado (IVA).

    Além disso, o governo federal apresentou duas fases da sua proposta de reforma tributária: a primeira trata da unificação do PIS e da Cofins em uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota única de 12%; a segunda trata da reforma do Imposto de Renda para pessoas físicas e jurídicas, com atualização da tabela progressiva, redução da alíquota geral das empresas de 15% para 10%, criação de um imposto sobre dividendos de 20% e permissão para atualização dos valores dos imóveis com incidência de 5% de imposto sobre a diferença.

    As propostas ainda estão em debate nas comissões especiais do Congresso e devem passar por votações nas duas casas legislativas antes de serem sancionadas pelo presidente da República.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

  • O que é o multiverso e como ele surgiu? Saiba mais sobre essa teoria fascinante

    O que é o multiverso e como ele surgiu? Saiba mais sobre essa teoria fascinante

    O multiverso é a ideia de que existem múltiplos universos além do nosso, cada um com suas próprias leis físicas, constantes e histórias.

    Mas como surgiu essa hipótese? E quais são as evidências que a apoiam?

    Uma das origens do conceito de multiverso vem da física quântica, que estuda o comportamento das partículas subatômicas. Segundo a interpretação de muitos mundos, proposta pelo físico Hugh Everett em 1957, cada vez que uma partícula tem mais de uma possibilidade de estado, o universo se divide em cópias idênticas, exceto pelo estado da partícula. Assim, haveria um número infinito de universos paralelos, onde todas as escolhas possíveis são realizadas.

    Outra origem do multiverso vem da cosmologia, que estuda a origem e a evolução do universo. Segundo a teoria da inflação cósmica, proposta pelo físico Alan Guth em 1980, o universo passou por uma fase de expansão acelerada logo após o Big Bang, criando regiões muito distantes umas das outras. Essas regiões poderiam ter condições diferentes de temperatura, densidade e energia, gerando universos com propriedades distintas. Além disso, a inflação poderia continuar acontecendo em algumas regiões, criando novos universos constantemente.

    O multiverso é uma hipótese fascinante, mas também muito controversa. Afinal, como testar a existência de outros universos que não podemos observar ou interagir? Alguns cientistas argumentam que o multiverso é uma questão filosófica ou metafísica, e não científica. Outros defendem que o multiverso pode ser inferido indiretamente por meio de observações astronômicas ou experimentos de física de partículas. O debate continua aberto e estimulante.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    Mas como surgiu essa hipótese? E quais são as evidências que a apoiam?

    Uma das origens do conceito de multiverso vem da física quântica, que estuda o comportamento das partículas subatômicas. Segundo a interpretação de muitos mundos, proposta pelo físico Hugh Everett em 1957, cada vez que uma partícula tem mais de uma possibilidade de estado, o universo se divide em cópias idênticas, exceto pelo estado da partícula. Assim, haveria um número infinito de universos paralelos, onde todas as escolhas possíveis são realizadas.

    Outra origem do multiverso vem da cosmologia, que estuda a origem e a evolução do universo. Segundo a teoria da inflação cósmica, proposta pelo físico Alan Guth em 1980, o universo passou por uma fase de expansão acelerada logo após o Big Bang, criando regiões muito distantes umas das outras. Essas regiões poderiam ter condições diferentes de temperatura, densidade e energia, gerando universos com propriedades distintas. Além disso, a inflação poderia continuar acontecendo em algumas regiões, criando novos universos constantemente.

    O multiverso é uma hipótese fascinante, mas também muito controversa. Afinal, como testar a existência de outros universos que não podemos observar ou interagir? Alguns cientistas argumentam que o multiverso é uma questão filosófica ou metafísica, e não científica. Outros defendem que o multiverso pode ser inferido indiretamente por meio de observações astronômicas ou experimentos de física de partículas. O debate continua aberto e estimulante.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3